Aggretsuko é pressionada para casar no trailer da 2ª temporada
A Netflix divulgou o pôster japonês e o trailer americano da 2ª temporada de “Aggretsuko”, série animada sobre uma simpática panda vermelha que é estagiária de contabilidade durante o dia, mas à noite se transforma numa estrela de karaokê, soltando vômito pelas entranhas como cantora endemoniada de death metal. A prévia acrescenta às pressões cotidianas da personagem novas cobranças sobre sua vida sentimental, que supostamente deveria culminar num casamento. Mesmo que ela nem tenha pensado nisso ainda. “Aggretsuko” foi concebida pela empresa Sanrio, especializada em produtos voltados para a subcultura kawaii (fofa), para representar uma parcela da população japonesa que sofre com o excesso de trabalho. Para quem não sabe o que é kawaii, basta mencionar que Hello Kitty é seu maior representante. Por sinal, a criadora da personagem, conhecida apenas como Yeti, descreveu Aggretsuko para a rede CNN justamente como a “irmã metaleira, cervejeira e raivosa da Hello Kitty”. A 2ª temporada estreia em 14 de junho em streaming.
7Seeds: Anime pós-apocalíptico da Netflix ganha trailer legendado
A Netflix divulgou um novo trailer legendado de “7Seeds”, anime pós-apocalíptico que se passa muitos anos após a Terra ser destruída pela colisão de um asteroide gigante. Quando as condições de vida retornam ao planeta, cinco grupos de seres humanos são reanimados de seu sono criogênico e passam a procurar as sete estações criadas para sua sobrevivência. Entretanto, o tempo que se passou foi tão longo que permitiu o surgimento de novas e inesperadas espécies. A produção animada é do estúdio Gonzo, tem direção de Yukio Takahashi (de “Moribito: Guardian of the Spirit”) e adapta o mangá homônimo de Yumi Tamura, publicado desde 2001 – isto é, antes de a série “The 100” surgir com premissa similar. A prévia anuncia a data de estreia de “7Seeds”, que vai chegar ao streaming em 28 de junho.
Adaptação de Akira, do diretor de Thor: Ragnarok, ganha data de estreia
Agora vai? A Warner marcou uma nova data de estreia para a adaptação americana do clássico mangá e anime “Akira”, que será comandada pelo neozelandês Taika Waititi, conhecido por dirigir “Thor: Ragnarok”. O planejamento do estúdio prevê um lançamento em 21 de maio de 2021 nos Estados Unidos. Não é um começo promissor para o projeto, já que a data é a mesma de “John Wick 4”. Mas a Lionsgate não deve se preocupar muito, porque este filme já teve várias dadas de estreia, todas elas já vencidas pela realidade. O projeto está em desenvolvimento há 17 anos na Warner, e é curioso que o estúdio volte a considerá-lo num momento em que aumenta a pressão para que filmes sobre personagens japoneses sejam estrelados por atores asiáticos e após adaptações americanas recentes de mangás terem dado enormes prejuízos – de “Ghost in the Shell” em 2017 a “Alita: Anjo de Combate” há três meses. Um dos roteiros anteriores do filme trocava a ambientação de Neo-Tóquio para Neo-York, como justificativa para abrir negociações com nomes do calibre de Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) e Joseph Gordon-Lewitt (“A Travessia”) para os papéis principais. DiCaprio está até hoje envolvido no projeto, como produtor. O roteirista mais recente a trabalhar na adaptação foi Marco Ramirez, em seu primeiro trabalho no cinema, após se destacar roteirizando episódios das séries “Sons of Anarchy”, “Orange Is the New Black” e “Da Vinci’s Demons”, além de “Demolidor”, na qual foi promovido a showrunner da 2ª temporada. Sua versão foi encomendada após o estúdio recusar adaptações escritas por Dante Harper (“No Limite do Amanhã”), Steve Kloves (roteirista de quase todos os filmes da franquia “Harry Potter”, exceto “A Ordem da Fénix”), Mark Fergus e Hawk Ostby (dupla de “Homem de Ferro” e “Filhos da Esperança”). Nos primórdios do projeto, em 2002, o filme seria dirigido por Stephen Norrington (“A Liga Extraordinária”). Também quase virou dois filmes, cada um condensando três dos seis volumes da obra original, que seriam dirigidos pelos irmãos Allen e Albert Hughes (“O Livro de Eli”). Mas o orçamento de US$ 230 milhões assustou a Warner. A produção foi retomada novamente como um único filme ao custo de US$ 90 milhões, sob o comando do irlandês Ruairí Robinson (“O Planeta Vermelho”), que até divulgou artes conceituais com Joseph Gordon-Levitt no papel do vilão Tetsuo. Finalmente, com orçamento ainda mais enxuto, de US$ 65 milhões, quase saiu do papel com direção de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”). Entre os diversos atores cotados para os papéis principais, também foram sugeridos Keanu Reeves (“De Volta ao Jogo”), Garrett Hedlund (“Tron: O Legado”) e até o ex-casal de “Crepúsculo”, Kristen Stewart e Robert Pattinson, além de Gary Oldman (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e Ken Watanabe (“A Origem”) como o Coronel e Helena Bonham Carter (“Os Miseráveis”) para o papel de Lady Miyako. Embora “Akira” tenha se tornado conhecido devido a seu famoso anime de 1988, que chamou atenção mundial para a animação adulta japonesa, o projeto tem sido apresentado como uma adaptação mais fiel dos mangás de Katsuhiro Otomo, publicados entre 1982 e 1990, que tem final bastante diferente do filme. E são muito mais complexos, tanto que a Warner chegou a considerar dividir o filme em duas partes. Todas as versões desenvolvidas até aqui previam um “Akira” totalmente americanizado, ao mesmo tempo em que preservariam a trama central que opõe Kaneda, o líder de uma gangue de motoqueiros, a seu melhor amigo Tetuso, um jovem poderoso que enlouquece com suas habilidades psíquicas. Tudo isso se passaria após a reconstrução de Nova York, destruída na 3ª Guerra Mundial, e enquanto o governo tenta manter o segredo sobre os poderes incontroláveis de uma criança chamada Akira, com capacidade de desencadear o apocalipse. Waititi só deve começar as filmagens após o lançamento de “Jojo Rabbit”, sua comédia dramática ambientada na 2ª Guerra Mundial, que estreia em 18 de outubro nos Estados Unidos.
Ator de Star Trek vai estrelar série baseada no anime Cowboy Bebop
A Netflix anunciou os primeiros nomes do elenco da série live-action baseada no anime (desenho animado japonês) clássico e cultuadíssimo “Cowboy Bebop”, inclusive quem viverá o protagonista Spike Spiegel. O papel principal ficou com John Cho (“Buscando…”). Será a segunda vez que o ator, que é sul-coreano, é escalado para viver um “japonês” por Hollywood. Ele também é o intérprete do Sr. Sulu na franquia cinematográfica “Star Trek”. Mas há uma ironia na nova escalação. Apesar de nascido em Marte, Spike tem um sobrenome alemão, adotado por muitas famílias judias. Mesmo assim, será vivido por um ator asiático na série. A contratação de Cho pode ser decorrência das várias reclamações de fãs contra o embranquecimento de personagens de animes nas adaptações americanas. Em compensação, outra personagem importante deixou de ser asiática na série. Nascida em Singapura na animação, Faye Valentine será interpretada por Daniella Pineda (a bruxa Sophie Deveraux de “The Originals”), que não se parece nada com a icônica femme fatale. Os demais atores anunciados foram Mustafa Shakir (o vilão John “Bushmaster” McIver em “Luke Cage”) como Jet, braço direito mortal de Spike, e Alex Hassell (“Suburbicon”) como Vicious, o assassino mais notório da galáxia. O ator de Radical Ed, protagonista que falta, ainda está em seleção. “Cowboy Bebop” inspirou um verdadeiro culto desde que estreou no Japão em 1998. A série animada acompanhava um grupo de caçadores de recompensa que viajava na espaçonave Bebop em 2071, atrás de criminosos perigosos. Após o fim da série, os personagens ainda apareceram num longa de animação, “Cowboy Bebop: O Filme”, em 2001. A versão americana ia originalmente ser um filme, que entrou em desenvolvimento na década passada, quando os direitos da adaptação foram adquiridos pela Fox. Mas o roteiro assustou o estúdio. Em 2009, Keanu Reeves, que iria estrelar o longa como o icônico Spike Spiegel, contou que a produção foi abandonada pelo orçamento beirar os US$ 500 milhões. A nova encarnação começou a ganhar vida em 2017 num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”), o que deve garantir a manutenção do humor irônico do desenho original. Além disso, o diretor do anime Shinichiro Watanabe será um consultor da produção. A 1ª temporada terá dez episódios, mas ainda não há previsão para sua estreia.
Os Cavaleiros do Zodíaco: Trailer japonês revela mais do visual computadorizado e data de estreia do remake
A Netflix divulgou um novo trailer do remake da série de “Os Cavaleiros do Zodíaco” – por enquanto, disponível apenas em japonês sem legendas, que mostra um pouco mais do visual dos heróis em versão computadorizada e revela a data de estreia. A nova versão está sendo produzida em parceria com a Toei Animation, responsável pela série clássica, e contará a mesma história do anime clássico. Mas a proposta de usar CGI garante que o visual será bem diferente daquele que os fãs lembram. A começar pela aparência de Andromeda, que virou mulher – e rendeu polêmica. A produção terá 12 novos episódios, com direção de Yoshiharu Ashino. Ele foi o animador da cultuada minissérie “Armitage III” (1995) e de “Tigrão – O Filme” (2000), da Disney, além de ter comandado o reboot de “Thundercats” (2011–2012). Já os roteiros são de Eugene Son (séries “Os Vingadores Unidos” e “Ultimate Homem-Aranha”). Intitulada em português “Os Cavaleiros do Zodíaco: Saint Seiya”, a série será lançado em 19 de julho.
7Seeds: Anime pós-apocalíptico ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “7Seeds”, anime pós-apocalíptico que se passa muitos anos após a Terra ser destruída pela colisão de um asteroide gigante. Quando as condições de vida retornam ao planeta, cinco grupos de seres humanos são reanimados de seu sono criogênico e passam a procurar as sete estações criadas para sua sobrevivência. Entretanto, o tempo que se passou foi tão longo que permitiu o surgimento de novas e inesperadas espécies. A bela produção animada é do estúdio Gonzo, tem direção de Yukio Takahashi (de “Moribito: Guardian of the Spirit”) e adapta o mangá homônimo de Yumi Tamura, publicado desde 2001. Ainda sem data de estreia oficial, “7Seeds” deve chegar ao streaming em junho.
Fofura de Rilakkuma e Kaoru ganha novo trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e um novo trailer legendado de “Rilakkuma e Kaoru”. A nova animação japonesa se diferencia das inúmeras produções do gênero por usar maquetes, massinhas e a técnica do stop-motion. A série animada foi produzida para comemorar os 15 anos do ursinho Rilakkuma. Mas o personagem não surgiu em nenhum mangá. Trata-se de uma criação de outro tipo de cultura popular no Japão. Idealizado por Aki Kondo como um projeto de marketing, Rilakkuma tornou-se um dos maiores sucessos da empresa San-X, papelaria que cria designs de bichos fofinhos (kawaii) para explorar comercialmente. Ao estilo de Hello Kitty, o personagem ilustra inúmeros produtos – de cadernos a livros infantis ilustrados. Na série, Rilakkuma é supostamente alguém fantasiado de ursinho, que apareceu um dia para morar com um mulher chamada Kaoru. Ele passa seus dias no apartamento, enquanto Kaoru trabalha num escritório. Embora tenha um zíper em suas costas, ninguém nunca o viu sem a fantasia. O que está lá dentro é um mistério. Comilão, ele tem como companhia um pequeno filhote de urso branco chamado Korilakkuma, que também apareceu do nada na casa de Kaoru. E tudo o que os dois fazem é relaxar, enquanto Kaoru dá duro e vê sua vida desmoronar, numa maré interminável de azar. “Rilakkuma e Kaoru” estreia em 19 de abril em streaming.
Teaser revela data de estreia de Neon Genesis Evangelion na Netflix
A Netflix divulgou em vídeo a data de estreia da clássico “Neon Genesis Evangelion”, que é considerada a melhor série animada japonesa de todos os tempos, em seu serviço de streaming. Os episódios cultuados chegam à plataforma em 21 de junho. Para dar dimensão da sua relevância, “Evangelion” costuma ser comparado a dois desenhos feitos para o cinema, “Akira” e “Ghost in the Shell”. Com uma grande diferença criativa: é 100% original. Isto é, não foi adaptado de um mangá – ao contrário, inspirou um mangá. Criada por Hideaki Anno em 1995, a série teve 26 episódios que acompanhavam a história de um trio de adolescentes escolhidos para pilotar robôs gigantescos, os EVA, com a função de defender uma Tóquio futurista de violentas criaturas alienígenas, chamadas de Anjos. A trama combinava ação, melodrama e metafísica, apostando no desenvolvimento dos personagens com crises existenciais e culminando num mergulho na metalinguagem em seu final maluco, que até hoje rende discussões. Tanto é que foi refeito no filme “The End of Evangelion”, em 1997. Entre outras coisas, seu impacto redefiniu o subgênero sci-fi dos mecha (robô gigantes pilotáveis), influenciando tudo o que veio depois, inclusive a franquia cinematográfica americana “Círculo de Fogo”. E continuou tão memorável que, uma década depois, Hideaki Anno resolveu refilmar toda a história para o cinema, lançando três longa-metragens muito bem sucedidos entre 2007 e 2012. O quarto e último é esperado com ansiedade para 2020. A série é obrigatória para quem é fã de sci-fi. Quem não conhece, pode ter uma mostra no teaser abaixo, disponibilizado pelo serviço de streaming.
Animação sci-fi dublada por Michael B. Jordan chega de surpresa ao Brasil
A série animada “gen:Lock”, dublada por Michael B. Jordan (“Pantera Negra”), chegou de surpresa no Brasil. O serviço de streaming Crunchyroll disponibilizou todos os episódios da atração na sexta (15/3). Inspirada em animes japoneses de ficção científica, a criação de Gray G. Haddock (“Camp Camp”) se passa no futuro, quando a última sociedade livre da Terra está perdendo uma guerra global e uma equipe com diversos pilotos jovens é recrutada para controlar a próxima geração de mechas (robôs gigantes) e proteger o local de qualquer ameaça. Além de Michael B. Jordan, a animação traz as vozes de Dakota Fanning (“The Alienist”), Maisie Williams (“Game of Thrones”) e David Tennant (“Doctor Who”). “gen:Lock” foi produzida originalmente para a plataforma americana Rooster Teeth, que pertence ao mesmo conglomerado da Crunchyroll. Ambas são afiliadas à Otter Media, que, por sua vez, faz parte da WarnerMedia. Com oito episódios, teve exibição semanal nos Estados Unidos, entre 26 de janeiro e 9 de março. Veja abaixo o trailer original abaixo.
Netflix fecha parceria com cinco produtoras japonesas de séries animadas
A Netflix fechou parcerias com cinco dos principais estúdios de animação do Japão para a produção de novas séries originais. A negociação aconteceu em duas etapas. Primeiro, acordos foram feitos com os estúdios Production I.G e Bones. Agora, somaram-se ao esforço as produtoras Anima, Sublimation e David Production. As primeiras atrações dessas parcerias já estão definidas, incluindo a série de animação “Altered Carbon: Nova Capa”, da Anima, baseada na série original de ficção científica live-action da Netflix. Com a Sublimation, a Netflix desenvolve “Dragon’s Dogma”, baseada no videogame de mesmo nome aclamado pela crítica. E a David Production prepara “Spriggan”, adaptação do mangá de mesmo nome. Esses títulos se juntam às séries que serão produzidas pela Production I.G e pela Bones. São elas: “Ghost in the Shell: SAC _2045”, novo capítulo da saga anime de “Ghost in the Shell”, da Production IG, com estreia na Netflix em 2020, e “Super Crooks”, da Bones, baseada nos quadrinhos criados pelo roteirista Mark Millar e pelo artista Leinil Francis Yu. Além destas, também está em desenvolvimento “Vampiro no Jardim”, do Wit Studio, que pertence à I.G. Os acordos de produção refletem o sucesso dos animes no catálogo da Netflix. A plataforma planeja atrair cada vez mais parceiros para desenvolver conteúdo exclusivo, visando se estabelecer como referência no setor. Mitsuhisa Ishikawa, presidente e CEO da Production I.G, observou a grande vantagem que a Netflix oferece para as empresas de anime. “O acordo de produção vai permitir que nossos criadores possam ir além do ecossistema de negócios de anime japonês. Esta é uma grande oportunidade, que nos desafia a entregar o conteúdo exclusivo de nossos talentos para fãs de todo o mundo”, disse, no comunicado que anunciou as parcerias.
Série animada do Ultraman ganha novo trailer legendado
A Netflix divulgou um novo trailer legendado da nova série animada de “Ultraman”, que é continuação do programa clássico do “super-herói” japonês dos anos 1960. A prévia apresenta a nova versão do herói, seu principal inimigo e os coadjuvantes da trama. Fenômeno internacional, “Ultraman” foi a segunda série a cores produzida pela TV japonesa. Lançada em 1966, a atração original foi pioneira do subgênero de Tokusatsu (séries com efeitos visuais) conhecido como “Kyodai Hero”, em que um herói era capaz de se tornar gigante para enfrentar monstros colossais. O efeito especial, no caso, era mostrar dois atores fantasiados brigando. As brigas entre Ultraman e o kaiju da semana tornaram-se um fenômeno cultural, rendendo dezenas de sequências, derivados, cópias, seguidores e paródias. O herói que batia em monstros só foi chegar ao Brasil nos anos 1970, mas enjoou de tanto reprisar na Record, SBT, Band e até em canais que não existem mais, como Tupi e Manchete. A nova série é uma continuação direta do programa original, acompanhando Shinjiro, o filho de Shin Hayata, que foi o Ultraman dos anos 1960. A prévia da Netflix, que apresenta personagens dizendo que Ultraman não é só um, serve de alegoria para a profusão de personagens criados posteriormente na chamada saga “Ultra”. Na trama, anos se passaram desde a última aparição de Ultraman, o que leva a humanidade a acreditar que ele tinha voltado ao espaço depois de derrotar os alienígenas monstruosos que invadiram a Terra. Entretanto, com a chegada de novos invasores, Hayata revela seu segredo ao seu filho, preparando-o para assumir seu legado como o novo Ultraman. A série foi desenvolvida pela Production I.G., produtora de “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”, em parceria com a Sola Digital Arts, de “Appleseed Alpha”. São duas escolas bem diferentes de animação, que se combinam para dar nova vida ao clássico, criado como uma junção de computação gráfica e desenho tradicional, com direção de Kenji Kamiyama (de “Cyborg 009”) e Shinji Aramaki (de “Appleseed Alpha”). A estreia está marcada para 1 de abril em streaming
Trailer do novo longa animado de Pokémon destaca a volta de Mewtwo
O próximo filme animado de Pokémon ganhou trailer completo. A prévia lembra o lançamento do primeiro longa da franquia e destaca Mewtwo, em versão criada por computação gráfica. Além da volta do personagem, o visual digital também chama bastante atenção, por ser bem diferente da série original. Para quem não lembra, Mewtwo foi o principal pokémon do primeiro “Pokémon – O Filme”, lançado em 1998. E agora, 21 anos depois, ele vai voltar à ativa – ao lado de Ash e outros personagens clássicos da franquia animada. Os detalhes da trama ainda não foram revelados, mas o longa vai se chamar “Pokémon: Mewtwo Strikes Back Evolution”, com lançamento marcado para 12 de julho no Japão e direção da dupla Kunihiko Yuyama (da série “Pokémon”) e Motonari Sakakibara (de “Final Fantasy”). Curiosamente, Mewtwo também apareceu no novo trailer do primeiro filme com atores da fraquia, “Pokémon: Detetive Pikachu”. Veja aqui.
Diretor de O Espetacular Homem-Aranha vai filmar versão americana do anime Seu Nome
O diretor Marc Webb, de “O Espetacular Homem-Aranha” (2012) e “(500) Dias com Ela” (2009), vai dirigir a versão live-action do anime “Seu Nome” (Your Name, 2016), maior bilheteria animada da história do cinema japonês. O roteiro está a cargo de Eric Heisserer (“Bird Box”) e a produção é de J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”). O filme original conta a história de Mitsuha, uma jovem cansada de viver em um vilarejo rural japonês, e Taki, um adolescente em Tóquio. Os dois acabam acordando aleatoriamente no corpo um do outro. Taki e Mitsuha vivem as vidas um do outro, deixando notas em seus celulares das experiências, mas quando Taki tenta encontrar Mitsuha, seu destino sofre uma reviravolta fantástica, à medida que o tempo se dobra em realidades alternativas. A versão americana vai transportar a história para os Estados Unidos, acompanhando uma adolescente indígena que mora em uma área rural e um jovem de Chicago, que descobrem que estão magicamente trocando de corpos. Quando um desastre ameaça alterar suas vidas, eles precisam viajar para se encontrar e salvar seus mundos. O produtor Genki Kawamura, responsável pela animação original, disse em comunicado que Marc Webb “foi nossa primeira escolha para dirigir essa interpretação remodelada do filme desde o momento em que exploramos a criação de uma versão americana”. “Como vimos em ‘(500) Dias com Ela’, Marc tem um tremendo talento para contar ótimas histórias de amor e, da mesma forma que os cinéfilos foram cativados pelo filme original, estamos certos de que Marc atrairá fãs do original e um público totalmente novo para a bonita jornada destes personagens. Com a produção de JJ Abrams, roteiro de Eric Heisserer e direção de Marc Webb, este projeto oficialmente tem a equipe com a qual sonhamos”. Ainda sem cronograma de filmagem ou previsão de estreia, a adaptação será produzida após todas as tentativas anteriores de emplacar versões de mangás e animes com atores americanos deram prejuízo, de “Dragon Ball Evolution” (2009) ao recém-lançado “Alita: Anjo de Combate”.











