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  • Série

    Anime baseado no filme Círculo de Fogo ganha teaser e data de estreia

    4 de fevereiro de 2021 /

    A Netflix divulgou o teaser da série animada baseada nos filmes da franquia “Círculo de Fogo”, criada pelo roteirista Travis Beacham e o cineasta Guillermo del Toro em 2013. Intitulado “Círculo de Fogo: The Black” (Pacific Rim: The Black), o desenho em estilo anime fecha um “círculo”, uma vez que o filme original incluía animes japoneses entre suas inspirações, especialmente o clássico “Neon Angel Evangelion”. A prévia apresenta novas ameaças de kaiju (monstros gigantes) e um casal de irmãos que embarcam num velho mecha (robô gigante pilotável), conhecido como Jaeger, para confrontá-los. O anime foi anunciado em 2018 e desenvolvido pela Polygon Pictures, que também foi responsável pela trilogia animada de Godzilla disponibilizada na Netflix, em parceria com a Legendary, estúdio do filme original. O projeto foi criado por Craig Kyle (roteirista de “Thor: Ragnarok”) e Greg Johnson (criador de “X-Men: Evolution”) e o vídeo anuncia a estreia em 4 de março.

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  • Filme

    Kong – Ilha da Caveira e Tomb Raider vão virar séries animadas na Netflix

    27 de janeiro de 2021 /

    A Netflix anunciou duas novas séries animadas de ação, derivadas dos universos dos monstros da Legendary e dos videogames. As produções, que terão estilo de anime, são “Skull Island”, baseada no filme “Kong – Ilha da Caveira” (2017), e “Tomb Raider”, adaptação do game da Square Enix. “Skull Island” acompanhará um grupo de náufragos que tenta sobreviver na ilha misteriosa e perigosa, repleta de criaturas pré-históricas e ameaças gigantescas. O projeto da Legendary Television é uma criação de Brian Duffield, roteirista dos divertidos filmes “A Babá”, “Ameaça Profunda” e “Amor e Monstros” (Love and Monsters), e terá animação produzida pela Powerhouse Animation, o estúdio por trás de “Castlevania”. Já “Tomb Raider” será uma sequência da trilogia mais recente do videogame Tomb Raider, que foi lançada entre 2013 e 2018. O projeto está a cargo da Crystal Dynamics e Eidos Montréal, e não tem nenhuma relação com os filmes que trazem Alicia Vikander como Lara Croft – a continuação do longa de 2018 foi confirmada nesta semana. A produção é escrita e comandada por Tasha Huo, responsável pelo spin-off de “The Witcher”, “The Witcher: Blood Origin”. Nenhuma das duas séries tem previsão de estreia.

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  • Música,  Série

    Katy Perry vai participar de especial musical de Pokémon

    14 de janeiro de 2021 /

    Katy Perry vai se juntar ao Pikachu num especial musical em comemoração aos 25 anos da franquia “Pokémon”. “‘Pokémon’ tem sido uma constante em minha vida, desde jogar os videogames originais no meu Game Boy, trocar cartas Pokémon TCG no almoço, até as tentativas de pegar um Pokémon na rua com o ‘Pokémon GO'”, disse Perry em um comunicado. “É uma honra ser escolhida para ajudar a celebrar uma franquia que me deu tanta alegria nos últimos 25 anos”, acrescentou. Até o momento, os detalhes do evento PerryMon não foram revelados, mas o anúncio prevê um “programa repleto de estrelas, criado em parceria com o Universal Music Group (UMG), líder mundial em entretenimento musical, que acompanhará ativações de fãs comemorando os 25 anos de ‘Pokémon’ em todo o portfólio da franquia – de videogames, aplicativos móveis, animação, mercadorias e muito mais”. “Estamos honrados em comemorar o 25º aniversário de Pokémon e o impacto cultural significativo que essa amada franquia continua a ter em todo o mundo. Trabalhando juntos, desenvolvemos uma programação dinâmica durante todo o ano envolvendo artistas de todos os selos da UMG – porque não há melhor maneira de criar uma celebração global do que através do poder da música ”, disse LJ Gutierrez, gerente geral da Universal Music ao anunciar o acordo, que promete incluirá mais artistas e surpresas ao longo de 2021. O anúncio foi acompanhado por um trailer animado de quase dois minutos apresentando alguns dos personagens mais amados da franquia, em uma série de aventuras que terminaram com um letreiro de néon com o nome de Katy Perry. Perto do fim, Pikachu anda de skate em uma bola de discoteca, acionando um toca-discos que emite o som de Katy cantando a palavra “electric!” Assista abaixo ao vídeo e um teaser da parceria no Twitter oficial de “Pokémon”. You can’t have a party without a playlist! Right, @katyperry? Hope you’re ready for some exciting musical surprises this year, Trainers! #Pokemon25 pic.twitter.com/nU90k03zgM — Pokémon (@Pokemon) January 13, 2021

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  • Filme

    Demon Slayer vira maior bilheteria de todos os tempos no Japão

    28 de dezembro de 2020 /

    A animação baseada no mangá e no anime “Demon Slayer” bateu recorde de bilheteria do cinema japonês no fim de semana, ao ultrapassar “A Viagem de Chihiro”, animação de Hayao Miyazaki vencedora do Oscar, que desde 2001 se mantinha no topo de arrecadações com US$ 295,5 milhões. “Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba the Movie – Mugen Train” atingiu, ao todo, US$ 313,9 milhões, de acordo com a distribuidora Aniplex. Graças aos baixos níveis de infecção de covid-19 no Japão, que mantém os cinemas em pleno funcionamento, o filme quebrou quase todos os recordes de bilheteria do Japão, tornando-se um fenômeno cultural inescapável no país. Lançada em 16 de outubro, a animação teve o maior faturamento bruto em um único dia (US$ 11,3 milhões) no Japão, o maior fim de semana de estreia (US$ 44 milhões), o título que chegou mais rapidamente a US$ 100 milhões (em apenas 10 dias) e o maior sucesso de Imax no país (com US$ 21 milhões). Vários meios de comunicação japoneses também especularam que o sucesso do Demon Slayer pode ter algo a ver com seus temas de resiliência em tempos difíceis. A produção é baseada em um mangá popular, escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge e serializado desde 15 de fevereiro de 2016 na revista semanal “Weekly Shōnen Jump”, com seus capítulos sendo reunidos em 18 volumes até o momento. A publicação também já tinha sido transformada num anime no ano passado, que se tornou campeão de audiência – e pode ser visto no Brasil na plataforma Crunchyroll. Por sinal, o filme é uma continuação direta da 1ª temporada do anime “Demon Slayer” e tem o mesmo diretor da série, Haruo Sotozaki, que estreia no cinema. A história acompanha Tanjiro Kamado e sua irmã, Nezuko, que levavam uma vida pacata até serem atacados por demônios. Além de perder todos seus familiares, Tanjiro viu sua irmã se transformar também em um demônio. Para tentar torná-la humana novamente e impedir que outros passem pelos mesmos transtornos, o menino se transforma em um matador de demônios.

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  • Série

    Alice in Borderland é renovada para sua 2ª temporada

    25 de dezembro de 2020 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Alice in Borderland” para sua 2ª temporada. Lançada em 10 de dezembro, a série japonesa foi uma das atrações mais divulgadas da plataforma neste fim de ano – teve direito a três trailers legendados. A renovação, por sinal, ainda incluiu aviso nas redes sociais. O que incentiva essa atenção é que se trata de uma adaptação de um mangá popular do Japão. A obra de Haro Aso, inclusive, já rendeu uma minissérie de anime (Imawa no Kuni no Arisu) em 2014. Na trama, um grupo de jovens vai parar num universo paralelo, que é exatamente igual a Tóquio, só que deserto. A princípio, eles acreditam ser as únicas pessoas desse mundo, mas logo descobrem outros habitantes e as regras do lugar: para permanecerem vivos, terão que participar de um intenso jogo de sobrevivência. A série tem direção de Shinsuke Sato, responsável pela adaptação live-action de “GantZ”, mangá cultuadíssimo que pode ser considerado uma influência em “Alice in Borderland”. Ele também assinou “A Sociedade da Espada” (2001), o excelente terror de zumbis “I Am Hero” (2015), a continuação “Death Note: Iluminando um Novo Mundo” (2016) e o filme de “Bleach” (2018). Curiosamente, todas essas produções foram baseadas em mangás famosos. Já o elenco destaca Kento Yamazaki (da versão japonesa de “Good Doctor”) e Tao Tsuchiya (dos filmes de “Samurai X”). Boa notícia pros jogadores: Alice in Borderland acaba de ser renovada pra uma segunda temporada. Se preparem e que os jogos comecem. 🎮 ♠️ pic.twitter.com/azuLQLEixw — netflixbrasil (@NetflixBrasil) December 24, 2020

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  • Etc

    Responsável pelo incêndio do estúdio Kyoto Animation será julgado por homicídio

    16 de dezembro de 2020 /

    O homem responsável pelo incêndio criminoso no Kyoto Animation, um dos principais estúdios japoneses de animação, será julgado por homicídio, decidiram os promotores do caso. Shinji Aoba, de 42 anos, foi preso logo após o incêndio, mas, por ter sofrido queimaduras graves, foi hospitalizado e passou várias semanas em coma. As autoridades locais tiveram que esperar meses para que ele se recuperasse antes de colocá-lo formalmente sob prisão. O Ministério Público de Kyoto também procedeu uma avaliação mental do criminoso. De acordo com várias testemunhas, Aoba invadiu o prédio do estúdio em julho de 2019, derramou gasolina e lançou fogo, gritando “Você vai morrer”. Trinta e seis pessoas morreram no ataque e 33 ficaram feridas, muitas delas com queimaduras graves. O incidente é considerado o maior assassinato em massa do Japão desde a 2ª Guerra Mundial. Os promotores anunciaram nesta quarta-feira (16/12) que Aoba foi acusado de cinco crimes, incluindo homicídio, tentativa de homicídio e incêndio criminoso. A emissora nacional do Japão, NHK, relatou que especialistas médicos consideraram Aoba mentalmente apto para ser considerado criminalmente responsável por suas ações, devido ao elaborado planejamento do ataque. Na véspera do incidente, Aoba explorou a área ao redor do prédio da Kyoto Animation, comprando um carrinho em uma loja de ferragens local e cerca de 10 galões de gasolina em um posto de gasolina próximo. Ele então levou o combustível para um parque onde passou a noite em um banco. Na manhã seguinte, ele empurrou seu carrinho cheio de gás pelas portas do estúdio da Kyoto Animation e o acendeu. Um funcionário sobrevivente da Kyoto Animation descreveu ter pulado de uma janela do segundo andar enquanto o calor escaldante e a fumaça negra subiam pelo prédio. Muitas das vítimas tentaram escapar por uma escada central, mas morreram de envenenamento por monóxido de carbono antes de chegar ao telhado, de acordo com um relatório de incêndio. A mídia japonesa, citando fontes policiais não identificadas, relatou que o motivo de Aoba foi a crença de que a Kyoto Animation havia roubado um romance que ele escreveu. O incidente chocou o Japão profundamente. O país tem taxas extremamente baixas de crimes violentos e as vítimas eram especialmente apreciadas no mundo do anime. A Kyoto Animation, conhecida como KyoAni pelos fãs, há muito tempo era celebrada por sua cultura de trabalho positiva e por obras de temática otimista. Fundada pelo casal Yoko e Hideaki Hatta em 1981, a empresa também tinha a reputação de empregar mulheres artistas e nutrir a carreira de seus funcionários, algo raro na notoriamente acirrada indústria de animes do Japão. A base de fãs do estúdio é particularmente apaixonada, em parte por causa dos muitos eventos de engajamento que a KyoAni realizou ao longo dos anos. Uma dessas atividades era um concurso anual em que esboços de romances eram solicitados a escritores aspirantes, com o prêmio de serem transformados em anime. Depois que a alegação de Aoba veio à tona, a Kyoto Animation empreendeu uma investigação interna e descobriu que realmente havia recebido um manuscrito com o nome de Shinji Aoba. A obra foi entregue à polícia e seu conteúdo nunca foi divulgado publicamente. A Kyoto Animation disse que o trabalho não tem semelhanças com nenhum de seus filmes ou séries lançados. Em sua única entrevista individual desde o incidente, Hideaki Hatta, o CEO do estúdio, disse à revista The Hollywood Reporter no ano passado que seus pensamentos e energia seriam direcionados apenas para fornecer conforto às vítimas e reconstruir a KyoAni para seus fãs. Sobre Aoba, ele apenas disse: “Ele não existe em minha mente. Este não foi um ato humano. Isso não é algo de que um ser humano seria capaz. Estou além do ódio.”

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  • Etc

    Sony compra a plataforma Crunchyroll da Warner

    9 de dezembro de 2020 /

    A AT&T, dona da WarnerMedia, vendeu a plataforma de anime Crunchyroll para a Sony por quase US$ 1,2 bilhão, como parte de seu esforço para aliviar suas dívidas gigantescas. Nem parece que o CEO da AT&T, John Stankey, se disse literalmente contra dar “armas adicionais aos concorrentes” nesta mesma semana – na terça (8/12), para ser exato, ao defender o plano de lançar os filmes da Warner na HBO Max e não aceitar ofertas milionárias da Netflix por seu portfólio. Com a venda da Crunchyroll, a AT&T não está apenas se desfazendo de conteúdo valioso que não vai mais para a HBO Max, num momento em que a Netflix triplica suas apostas em animes. Na verdade, está armando a Sony até os dentes. A ex-plataforma de animes da Warner agora fará parte da Funimation, da Sony, que se passa a ter status de gigante no segmento, tendo apenas a Netflix como concorrente. O acordo dará à Funimation o controle completo sobre a marca Crunchyroll, 3 milhões de assinantes do serviço e mais de 90 milhões de usuários registrados. “A equipe da Crunchyroll fez um trabalho extraordinário não só de fazer crescer a marca Crunchyroll, mas também de construir uma comunidade apaixonada de fãs de anime. O sucesso da Crunchyroll é um resultado direto da cultura da empresa e do compromisso com seus fãs”, disse Tony Gonçalves, diretor financeiro da WarnerMedia, elogiando o que perdeu. “Ao combinar com a Funimation, eles continuarão a nutrir uma comunidade global e levarão mais anime para mais pessoas”, continuou, descrevendo o novo gigante do mercado. “Estou muito orgulhoso da equipe da Crunchyroll e do que eles conseguiram realizar no espaço da mídia digital em um período tão curto de tempo. Eles criaram um ecossistema global de ponta a ponta para essa forma de arte incrível.” E que foi vendido por um preço extremamente desvalorizado pela AT&T. Fundada em 2006, a Crunchyroll foi uma empresas pioneiras de streaming, focando-se em um nicho de público de amantes de anime em vez de tentar competir com a Netflix. O Grupo Chernin adquiriu o controle acionário da empresa em 2013 e mais tarde a envolveu em sua joint venture com a Otter Media. A AT&T adquiriu o controle total da Otter Media em 2018 e os ativos do grupo foram absorvidos pela WarnerMedia. A WarnerMedia, sob a liderança do recém-nomeado CEO Jason Kilar, começou a oferecer uma liquidação da Crunchyroll no verão norte-americano passado. A empresa tem procurado se desfazer ou implodir todas as iniciativas de nicho de seu portfolio para se focar exclusivamente no crescimento da abrangente HBO Max, que oferece programação de todos os seus ativos – algo que o cineasta Christopher Nolan chamou de “pior serviço de streaming” do mundo. Paralelamente, a AT&T também está procurando maneiras de pagar suas dívidas, que cresceram para mais de US$ 180 milhões com a compra da Warner. Após se desfazer da Crunchyroll, a empresa quer tocar para frente o serviço de TV via satélite DirecTV. Enquanto isso, a Sony celebra. “Estamos orgulhosos de trazer a Crunchyroll para a família Sony”, disse o presidente e CEO da Sony, Tony Vinciquerra. “Por meio da Funimation e de nossos fantásticos parceiros da Aniplex e da Sony Music Entertainment Japan, temos um profundo conhecimento dessa forma de arte global e estamos bem posicionados para oferecer conteúdo excepcional para o público em todo o mundo. Junto com a Crunchyroll, criaremos a melhor experiência possível para fãs e maiores oportunidades para criadores, produtores e editores no Japão e em outros lugares. A Funimation tem feito isso há mais de 25 anos e esperamos continuar a alavancar o poder da criatividade e da tecnologia para ter sucesso neste segmento de entretenimento em rápido crescimento.”

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  • Filme

    Demon Slayer supera Titanic e se torna segundo filme de maior bilheteria do Japão

    30 de novembro de 2020 /

    A animação baseada no mangá e no anime “Demon Slayer” continua a ser um fenômeno no Japão. No fim de semana, o filme ultrapassou “Titanic” e se tornou o segundo filme de maior bilheteria da história do país. Com US$ 264 milhões arrecadados em um mês e meio, a produção japonesa superou a quantia de US$ 251 milhões do longa de James Cameron, que em 1997 se tornou o maior sucesso do Japão. “Titanic” ficou só quatro anos na liderança do ranking, sendo ultrapassado pela animação vencedora do Oscar “A Viagem de Chihiro”, que desde 2001 se mantém no topo de arrecadações com US$ 295,5 milhões. O mais impressionante em relação ao sucesso de “Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba the Movie – Mugen Train” é que ele acontece durante o ano da pandemia de coronavírus, quando as salas de cinema operam com até metade de sua capacidade. Na semana passada, o longa já tinha superado o sucesso de “Frozen”, que arrecadou US$ 254 milhões em 2014, e as apostas do mercado é que ele conseguirá superar o desenho campeão de Hayao Miyazaki. “Demon Slayer” é baseado em um mangá popular, escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge e serializado desde 15 de fevereiro de 2016 na revista semanal “Weekly Shōnen Jump”, com seus capítulos sendo reunidos em 18 volumes até o momento. A publicação também já tinha sido transformada num anime no ano passado, que se tornou campeão de audiência – e pode ser visto no Brasil na plataforma Crunchyroll. Por sinal, o filme é uma continuação direta da 1ª temporada do anime “Demon Slayer” e tem o mesmo diretor da série, Haruo Sotozaki, que estreia no cinema. A história acompanha Tanjiro Kamado e sua irmã, Nezuko, que levavam uma vida pacata até serem atacados por demônios. Além de perder todos seus familiares, Tanjiro viu sua irmã se transformar também em um demônio. Para tentar torná-la humana novamente e impedir que outros passem pelos mesmos transtornos, o menino se transforma em um matador de demônios.

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  • Série

    Alice in Borderland: Série baseada em mangá ganha terceiro trailer legendado

    17 de novembro de 2020 /

    A Netflix divulgou um novo trailer de “Alice in Borderland”. Já é o terceiro. Todos foram legendados e disponibilizados nas páginas internacionais da plataforma no YouTube, demonstrando uma aposta na produção japonesa que não se vê em outras séries do serviço de streaming. O que incentiva essa atenção é que se trata de uma adaptação de mangá popular do Japão. A obra de Haro Aso, inclusive, já rendeu uma minissérie de anime (Imawa no Kuni no Arisu) em 2014. Na trama, um grupo de jovens vai parar num universo paralelo, que é exatamente igual a Tóquio, só que deserto. A princípio, eles acreditam ser as únicas pessoas desse mundo, mas logo descobrem outros habitantes e as regras do lugar: para permanecerem vivos, terão que participar de um intenso jogo de sobrevivência. A série tem direção de Shinsuke Sato, responsável pela adaptação live-action de “GantZ”, mangá cultuadíssimo que pode ser considerado uma influência em “Alice in Borderland”. Ele também assinou “A Sociedade da Espada” (2001), o excelente terror de zumbis “I Am Hero” (2015), a continuação “Death Note: Iluminando um Novo Mundo” (2016) e o filme de “Bleach” (2018). Curiosamente, todas essas produções foram baseadas em mangás famosos. Já o elenco destaca Kento Yamazaki (da versão japonesa de “Good Doctor”) e Tao Tsuchiya (dos filmes de “Samurai X”). A 1ª temporada será lançada no dia 10 de dezembro.

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  • Filme

    Demon Slayer atinge US$ 200 milhões nos cinemas do Japão

    8 de novembro de 2020 /

    Com os cinemas de Nova York e Los Angeles bloqueados desde março e a maior parte da Europa sofrendo uma segunda onda de fechamentos, os únicos países que registram reação do setor cinematográfico estão na Ásia – e a situação deve continuar assim por um bom tempo. As bilheterias do Japão, por exemplo, estão registrando recordes como se a pandemia nunca tivesse existido. Depois de se tornar a estreia mais bem-sucedida do cinema japonês, o longa animado “Demon Slayer”, baseado no mangá de mesmo nome, chega à sua quarta semana em 1º lugar, atingindo estimados US$ 200 milhões de arrecadação no país. Com base nas estimativas, o filme, cujo título completo é “Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba the Movie – Mugen Train”, também entrou no Top 10 das maiores bilheterias mundiais de 2020 – incluindo lançamentos pré-covid. Apesar disso, ainda está US$ 100 milhões atrás de outra animação, “A Viagem de Chihiro”, filme de maior bilheteria de todos os tempos no Japão. O detalhe é que está atingindo seu faturamento de forma mais rápida que o clássico de 2001 dirigido por Hayao Miyazaki, que acabou vencendo o Oscar de Melhor Animação. “Demon Slayer” é baseado em um mangá popular, escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge e serializado desde 15 de fevereiro de 2016 na revista semanal “Weekly Shōnen Jump”, com seus capítulos sendo reunidos em 18 volumes até o momento. A publicação também já tinha sido transformada num anime no ano passado, que se tornou campeão de audiência – e pode ser visto no Brasil na plataforma Crunchyroll. Por sinal, o diretor do filme é o mesmo da série animada, Haruo Sotozaki, que estreia no cinema. A trama é ambientada no Japão de 100 anos atrás e acompanha um menino que luta contra demônios devoradores de humanos, que mataram quase toda sua família e contaminaram sua irmã para transformá-la numa criatura maligna. Veja o trailer abaixo.

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  • Série

    Alice in Borderland: Série baseada em mangá ganha trailer legendado

    31 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou dois pôsteres nacionais e um novo trailer legendado de “Alice in Borderland”, série japonesa baseada no mangá homônimo de Haro Aso, que já rendeu uma minissérie de anime (Imawa no Kuni no Arisu) em 2014. Na trama, um grupo de jovens vai parar num universo paralelo, que é exatamente igual a Tóquio, só que deserto, em que parecem ser as únicas pessoas vivas. Mas para permanecerem assim, terão que participar de um intenso jogo de sobrevivência. A série tem direção de Shinsuke Sato, responsável pela adaptação live-action de “GantZ”, mangá cultuadíssimo que pode ser considerado uma influência em “Alice in Borderland”. Ele também assinou “A Sociedade da Espada” (2001), o terror de zumbis “I Am Hero” (2015), a continuação “Death Note: Iluminando um Novo Mundo” (2016) e o filme de “Bleach” (2018), todas produções baseadas em mangás famosos. O elenco, por sua vez, destaca Kento Yamazaki (da versão japonesa de “Good Doctor”) e Tao Tsuchiya (dos filmes de “Samurai X”). A 1ª temporada será lançada no dia 10 de dezembro.

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  • Série

    Eden: Anime sci-fi da Netflix ganha primeiro trailer legendado

    27 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado de “Eden”, minissérie animada coproduzida entre os EUA e o Japão. A trama do anime se passa num mundo habitado somente por robôs, porque os humanos foram extintos há muito tempo. A maioria dos robôs de Eden 3 sequer acredita que humanos existiram algum dia e os consideram um mito. Até que, num dia aparentemente comum, dois robôs agrícolas esbarram em uma câmara criogênica que contém uma garotinha humana. Em um mundo que não está pronto para se reintegrar com humanos, os dois decidem criar a jovem Sara em segredo. Com produção da Qubic Pictures, “Eden” foi criada pelo americano Justin Leach (“Star Wars: A Guerra dos Clones”) e tem direção de Yasuhiro Irie (“Fullmetal Alchemist: Brotherhood”). A estreia está marcada para maio de 2021.

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    Demon Slayer: Animação faz US$ 100 milhões e bate recorde de bilheteria no Japão

    26 de outubro de 2020 /

    Enquanto as bilheterias dos EUA experimentam uma crise sem precedentes, o longa animado “Demon Slayer”, baseado no mangá de mesmo nome, quebrou o recorde de arrecadação no Japão, superando os US$ 100 milhões em apenas 10 dias. A velocidade com que a marca foi atingida foi maior que a obtida pelo antigo recordista, que também foi uma animação, a clássica “A Viagem de Chihiro”, de Hayao Miyazaki, que levou 25 dias para atingir a marca em 2001. “A Viagem de Chihiro” acabou vencendo o Oscar de Melhor Animação. O novo filme, cujo título completo é “Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba the Movie – Mugen Train”, também quebrou o recorde de melhor fim de semana de estreia no Japão, registrado na semana passada. Segundo a empresa distribuidora Aniplex, 7,98 milhões de pessoas viram o filme até esta segunda-feira (26/10) no Japão. “Demon Slayer” é baseado em um mangá popular, escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge e serializado desde 15 de fevereiro de 2016 na revista semanal “Weekly Shōnen Jump”, com seus capítulos sendo reunidos em 18 volumes até o momento. A publicação também já tinha sido transformada num anime no ano passado, que se tornou campeão de audiência – e pode ser visto no Brasil na plataforma Crunchyroll. Por sinal, o diretor do filme é o mesmo da série animada, Haruo Sotozaki, que estreia no cinema. A trama é ambientada no Japão de 100 anos atrás e acompanha um menino que luta contra demônios devoradores de humanos, após quase toda sua família ser morta. Veja o trailer abaixo.

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