Personagens da animação Lego Ninjago ganham artes individuais
A Warner divulgou o pôster e artes nacionais da animação “Lego Ninjago – O Filme”, mais uma adaptação da linha de brinquedos da Lego. As ilustrações destacam cada personagem e o “elemento” que os caracteriza, como água, fogo, terra e… vitória? Esse universo ninja foi apresentado na série animada “Ninjago: Mestres do Spinjitzu”, do canal pago americano Cartoon Network. Na trama, o Mestre Wu e quatro ninjas se juntam para lutar contra Lord Gagmadon, um senhor do mal que planeja tomar o poder e destruir tudo. O elenco original de dubladores inclui Dave Franco (“Nerve”) como Lloyd, Justin Theroux (série “The Leftovers”) como Lord Garmadon e Jackie Chan (“Fora do Rumo”) como Mestre Wu, o líder dos ninjas que defendem Ninjago City do mal. As vozes dos demais personagens são feitas por Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”), Michael Peña (“Homem-Formiga”), Abbi Jacobson (série “Broad City”), Zach Woods (série “Silicon Valley”), Kumail Nanjiani (também de “Silicon Valley”) e Fred Armisen (série “Portlandia”). A animação tem direção de Charlie Bean (séries “Tron: Uprising”), história de Dan Hageman e Kevin Hageman (ambos da própria série “Ninjago: Mestres do Spinjitzu”) e roteiro final de Hilary Winston (criadora da série “Bad Teacher”), Bob Logan (roteirista da série animada “Dennis, o Pimentinha”) e do estreante Paul Fisher. A produção está a cargo de Phil Lord e Christopher Miller, que dirigiram “Uma Aventura Lego” (2014). A estreia acontece em 21 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Homem-Aranha: De Volta ao Lar conquista 1º lugar com bilheteria histórica na América do Norte
“Homem-Aranha: De Volta ao Lar” não teve dificuldades para estrear em 1º lugar na América do Norte. Sem concorrentes, foi o único lançamento amplo do fim de semana e aproveitou a vantagem para render uma bilheteria histórica. Com US$ 117 milhões, estimados pelo site Boxoffice Mojo, tornou-se a segunda maior abertura doméstica da Sony Pictures em todos os tempos. Quem lidera a lista de grandes estreias da Sony é, de forma irônica, “Homem-Aranha 3” (US$ 151,1 milhões em 2007), considerado um “fracasso” e responsável pela ideia de lançar o reboot de “O Espetacular Homem-Aranha” (2012). Com o novo filme, o estúdio corrigiu o equívoco num segundo reboot, desta vez em parceria com a Marvel, após quase encerrar a franquia com bilheterias abaixo do desejado. O sucesso inaugural de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” foi tão grande que superou os US$ 103,3 milhões da estreia de “Mulher-Maravilha”. Só perde para mais dois outros filmes em 2017, “A Bela e a Fera” e “Guardiões da Galáxia Vol. 2”. Como a Marvel é coprodutora do longa do super-herói aracnídeo, o resultado faz com que todas as três maiores bilheterias de estreia do ano nos Estados Unidos e no Canadá sejam produções da Disney. No mercado internacional, o lançamento faturou US$ 140 milhões em 56 países. As maiores bilheterias aconteceram na Coreia do Sul (US$ 25,8 milhões), México (US$ 12 milhões), Reino Unido (US$ 11,8 milhões) e Brasil (US$ 9,1 milhões). No território nacional, o valor representa a maior estreia de julho de todos os tempos. Mais detalhes na segunda (10/7), com os dados oficiais. Ao todo, a produção soma US$ 257 milhões em todo o mundo, e ainda nem estreou na China. A adaptação do super-herói dos quadrinhos também conquistou a crítica, atingindo 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Neste ano, público e crítica norte-americanos parecem se entender como nunca. As maiores bilheterias domésticas de 2017 receberam grandes elogios na imprensa, enquanto os grandes fracassos foram triturados. Franquias como “Piratas do Caribe” e “Transformers” só não darão prejuízo graças ao público chinês. De forma significativa, “Transformers: O Último Cavaleiro”, com somente 15% de aprovação no Rotten Tomatoes, levou três semanas para arrecadar o que “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” fez em três dias. Mas, graças ao mercado internacional, já se aproxima dos US$ 500 milhões mundiais. Do mesmo modo, “Meu Malvado Favorito 3” também experimenta um desempenho internacional mais efusivo. Após cair para o 2º lugar, em sua segunda semana em cartaz, a animação se aproximou dos US$ 150 milhões na América do Norte. Mas fez o dobro disso no exterior, atingindo quase US$ 450 milhões de faturamento mundial. Fora do Top 10, um drama sobrenatural de distribuição limitada impressionou os analistas por superar a arrecadação por tela de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Lançado em apenas quatro salas, “A Ghost Story” fez US$ 108 mil, o equivalente a US$ 27 mil por tela – o filme do Homem-Aranha faturou US$ 26,9 mil por tela. Sem distribuição prevista no Brasil, “A Ghost Story” volta a reunir o diretor David Lowery com os atores Casey Affleck e Rooney Mara, após terem colaborado no belo “Amor Fora da Lei” (Ain’t Them Bodies Saint, 2013). O filme acompanha o relacionamento do casal e o que acontece após a transformação de Affleck em fantasma, invisível a todos a seu redor. Para o público, porém, ele aparece como um figura triste e muda, coberta por um lençol branco de desenho animado, incapaz de consolar sua jovem viúva. Exibido no Festival de Sundance 2017, “A Ghost Story” tem 87% de aprovação no Rotten Tomatoes. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 117 milhões Total EUA: US$ 117 milhões Total Mundo: US$ 257 milhões 2. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 33,9 milhões Total EUA: US$ 149,1 milhões Total Mundo: US$ 447,5 milhões 3. Em Ritmo de Fuga Fim de semana: US$ 12,7 milhões Total EUA: US$ 56,8 milhões Total Mundo: US$ 70,8 milhões 4. Mulher-Maravilha Fim de semana: US$ 10,1 milhões Total EUA: US$ 368,7 milhões Total Mundo: US$ 745,7 milhões 5. Transformers: O Último Cavaleiro Fim de semana: US$ 6,3 milhões Total EUA: US$ 118,9 milhões Total Mundo: US$ 494,6 milhões 6. Carros 3 Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 133,7 milhões Total Mundo: US$ 193,7 milhões 7. The House Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 18,6 milhões Total Mundo: US$ 24 milhões 8. The Big Sick Fim de semana: US$ 3,6 milhões Total EUA: US$ 6,9 milhões Total Mundo: US$ 6,9 milhões 9. 47 Meters Down Fim de semana: US$ 2,8 milhões Total EUA: US$ 38,5 milhões Total Mundo: US$ 38,5 milhões 10. O Estranho que Nós Amamos Fim de semana: US$ 2 milhões Total EUA: US$ 7,4 milhões Total Mundo: US$ 8,2 milhões
Meu Malvado Favorito 3 prova que a franquia esgotou a criatividade
“Meu Malvado Favorito 3” chega para provar que a franquia esgotou seu estoque de criatividade. Embora estivesse longe da perfeição, a primeira animação foi uma agradável surpresa, principalmente para a garotada. Era uma aventura redondinha e deu visibilidade ao então novato estúdio Illumination, rendendo uma continuação que até manifestava esforço de tentar levar a trama adiante. Se o primeiro contou a história de redenção do vilão Gru (voz de Steve Carell no original e Leandro Hassum na versão brasileira), que deixava as maldades para trás com a intenção de se dedicar à vida de pai, o segundo, pelo menos, o colocou do outro lado, como um agente contratado para acabar com os planos de um novo vilão, afinal ele sabe como os caras pensam. Já o terceiro… bom, volta para trás, com direito a um clichê de folhetim antigo: o irmão gêmeo que surge do nada. O gêmeo Dru ainda é malvado, mas inepto, e tenta convencer Gru a retomar a vida de crimes. Nada indica sinais maiores da falta de rumo que o arco de um personagem andar em círculos. Ao menos, em cada filme, Gru enfrenta um vilão diferente e o bandidão da vez, que não superou os anos 1980, é um barato. Na verdade, é a grande atração de “Meu Malvado Favorito 3”. Mas ele aparece pouco, porque os roteiristas precisam justificar a presença dos insuportáveis Minions, que em seguida ganharão seu segundo spin-off. As criaturinhas amarelas não têm muito o que fazer nesse terceiro episódio, além de atrapalhar a narrativa, desviando a atenção do público para uma trama paralela do tipo “enquanto isso, o que os Minions estão fazendo?” E para quem duvida que a franquia possa piorar depois dessa estreia, isso lembra que vem aí “Minions 2”.
Série animada Castlevania é renovada no dia de sua estreia
A Netflix fez a renovação mais rápida de sua história. A série animada “Castlevania” teve sua 2ª temporada confirmada nesta sexta-feira (7/6), mesmo dia de sua estreia. A confirmação aconteceu no Twitter oficial do serviço de streaming, em resposta a um usuário que reclamou do fato de a temporada ser muito curta – só foram produzidos quatro episódios. “Boas coisas levam mais tempo. Mas oito novos episódios vão vir em breve”, explicou o texto oficial, que ainda linkou o post do site Deadline que deu o “furo”. Escrito pela autor de quadrinhos Warren Ellis (“Red – Aposentados e Perigosos”) e inspirado pela clássica série de videogames do Konami do Japão, a série animada é uma fantasia medieval adulta, que acompanha os esforços do último membro do clã Belmont para salvar a Europa Oriental de Vlad Tepes, o Drácula. O elenco de vozes inclui Graham McTavish (trilogia “O Hobbit”) como Drácula, Richard Armitage (também da trilogia “O Hobbit”) como Trevor Belmont, James Callis (série “Battlestar Galactica”) como Alucard, Emily Swallow (série “Supernatural”) como Lisa, Matt Frewer (série “Orphan Black”) como o Bispo, Tony Amendola (“Annabelle”) como o Ancião e Alejandra Reynoso (série animada “Winx Club”) como Sypha Belnades. A série é uma parceria entre a produtora texana Powerhouse Animation e o produtor Adi Shankar, que tem alternado filmes de prestígio, como “Dredd” (2012) e “O Grande Herói” (2013), com curtas não oficiais de franquias famosas – “Justiceiro”, “Venom”, “Power Rangers”, etc. A 2ª temporada de “Castlevania” só deve estrear em 2018.
Homem-Aranha: De Volta ao Lar estreia em 1,4 mil cinemas no Brasil
Maior estreia da semana, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” ocupa quase metade dos cinemas disponíveis no Brasil, com uma distribuição em 1,4 mil salas. A estratégia é respaldada por críticas muito positivas – 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes – que alimentam o interesse pelo primeiro filme do herói no universo compartilhado da Marvel. Diferente dos anteriores, o Homem-Aranha vivido por Tom Holland não é um personagem traumatizado – esta versão não mostra a morte do Tio Ben – , mas um adolescente que se diverte ao usar seus superpoderes, ao mesmo tempo em que sofre a condescendência dos adultos – a figura paterna de Tony Stark, em particular. Robert Downey Jr. fará falta à Marvel, quando decidir deixar de viver o Homem de Ferro. Outro destaque é o vilão Abutre, que a interpretação de Michael Keaton (“Birdman”) torna um dos melhores antagonistas da Marvel desde Loki no primeiro “Thor”. Sua presença ameaçadora oferece uma contraposição sombria às cenas ensolaradas de Peter Parker no colegial, extraídas de comédias de John Hughes e preenchidas por adolescentes completamente diferentes de suas versões nos quadrinhos. Além do blockbuster, a semana reserva mais seis lançamentos, quatro deles nacionais. A animação “As Aventuras do Pequeno Colombo” visa as crianças com uma aventura inspirada por personagens históricos: os meninos Cris (o pequeno Cristóvão Colombo) e Leo (Leonardo Da Vinci), que embarcam com a amiga Lisa (a Mona Lisa) em busca de uma terra distante. No caminho, encontram piratas, sereias e um povo disposto a tudo para permanecer perdido. A trama entretém, até esbarrar em seu único personagem negro, um menino rebelde, cuja presença alude à escravidão e revela estereótipos pouco elogiáveis. Vale destacar a participação de José Wilker num de seus últimos trabalhos, dublando o líder dos Cavaleiros Templários. A melhor opção dramática é “Soundtrack”, estrelado por Selton Mello (“O Palhaço”) e passado num cenário desolado do Ártico, entre muita neve e horizontes brancos. Selton vive um fotógrafo que chega à estação polar com o objetivo de realizar um projeto artístico. Ele quer reproduzir em imagens as sensações causadas pelas músicas de uma playlist. Mas sua presença cria atrito com os cientistas, que não entendem o que ele realmente pretende fazer naquele fim de mundo. O filme inclui em seu elenco internacional Seu Jorge (“Tropa de Elite 2”), o inglês Ralph Ineson (“A Bruxa”), o dinamarquês Thomas Chaanhing (série “Marco Polo”) e o sueco Lukas Loughran (“Nina Frisk”), e marca a estreia na direção de longas da dupla Manitou Felipe e Bernardo Dutra (que assinam como “300ml”), após comandarem Selton e Seu Jorge num curta-metragem há mais de uma década: “Tarantino’s Mind” (2006). “Os Pobres Diabos” chega ao circuito comercial quatro anos após vencer o prêmio do público no Festival de Brasília de 2013. Dirigido pelo veterano Rosemberg Cariry (“Corisco e Dadá”), acompanha uma trupe circense pelo sertão, que tenta manter viva sua arte em meio à pobreza generalizada. Estão presentes todos os clichês do gênero, do palhaço ladrão de mulher ao leão falso, mas humanizados pelas dificuldades. Cansados, os personagens não demoraram a ter que decidir se continuam lutando ou se seguem caminhos separados. Último drama nacional, “Cada Vez Mais Longe” tem a história mais lenta e contemplativa de todas, mas também a maior beleza visual. A trama é mínima, basicamente uma metáfora, em que o pescador João, para sustentar a família, precisa ir cada vez mais longe no rio, estendendo sua ausência do lar ao longo dos anos, enquanto o meio ambiente se deteriora pela poluição. Estreia na direção de Oswaldo Lioi (diretor de arte de “A Família Dionti”) em parceria com Eveline Costa. A programação alternativa se completa com a comédia francesa “Perdidos em Paris”, novo trabalho da dupla de cineastas-atores Dominique Abel e Fiona Gordon (“Rumba”), exibido no Festival Varilux, e a produção chilena “Poesia sem Fim”, segundo filme em que o diretor Alejandro Jodorowsky lembra sua juventude, evocando imagens delirantes e deslumbrantes, que reforçam sua fama de mestre surreal. Clique nos títulos dos filmes para assistir aos trailers das estreias da semana.
Novo clipe de Jay-Z resgata estética racista das animações do começo do século 20
O rapper Jay-Z divulgou o primeiro clipe de seu novo álbum. Para acompanhar a musica “The Story of O.J.”, o vídeo recorre a um desenho animado, que mostra negros caricatos, ao estilo das animações do começo do século 20. A estética retrô inclui exibição em preto e branco, e um personagem central, denominado Jaybo, que narra a história marcadamente racista. O nome Jaybo é uma versão de Jay-Z para Sambo, personagem de um livro infantil – The Story of Little Black Sambo – publicado em 1899 e que hoje é considerado super-racista. A escolha não é casual, já que, em seu decorrer, o clipe mostra linchamentos, comércio de escravos e negros trabalhando em campos de algodão, enquanto uma cruz é consumida por chamas. A direção é do próprio Jay-Z em parceria com o cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”). Os dois já tinham trabalhados juntos no clipe de “99 Problems” (2004). Já a animação foi realizada pelo estúdio The Mill e assinada por Lisha Tan, inspirando-se em desenhos polêmicos de Rudolf Ising e Bob Clampett dos anos 1930 e 1940. “The Story of O.J” integra “4:44″, primeiro álbum do rapper desde 2013. Lançado na sexta (30/6), o disco atraiu a atenção da mídia por conta de suas letras reveladoras – numa delas, Jay-Z chega a confessar ter traído sua esposa Beyoncé.
Produção de Frozen 2 já vai começar
A produção de “Frozen 2” está prestes a começar. Quem adiantou a notícia foi o ator Jonathan Groff, que dubla o personagem Kristoff em “Frozen”. Ele revelou à revista Entertainment Weekly que voltará em breve ao estúdio para a gravação da nova dublagem. “Eu recebi um email ontem dizendo que as gravações estão prestes a começar em algumas semanas ou em um mês. Estou muito entusiasmado. Não sei mais informações sobre a história, além do fato de que vou gravar a minha parte”, afirmou para a publicação americana. “Estou muito animado por estar dentro. Animado por estar nesta equipe criativa tão incrível. Estou ansioso para voltar ao estúdio e me divertir”, completou. Apesar do trabalho começar em breve, “Frozen 2” ainda vai demorar a chegar aos cinemas. O filme tem previsão de lançamento apenas para novembro de 2019 nos Estados Unidos.
Filme baseado no mangá Fullmetal Alchemist já tem continuação confirmada
O filme “Fullmetal Alchemist”, adaptação com atores do famoso mangá/anime criado por Hiromu Arakawa, só estreia em dezembro no Japão, mas já tem sua continuação garantida. A revelação foi feita em um painel da Anime Expo 2017, em Los Angeles. A produção foi anunciada como “Parte 2”, o que talvez signifique que a história tenha sido dividida em dois filmes, como aconteceu com outras adaptações live action de mangás, como “Gantz” e “Attack on Titan”. A trama original se estendeu por 27 volumes e mais de 100 capítulos, publicados entre 2001 e 2010, e faz uma linha steampunk, passada durante a revolução industrial, mas num universo alternativo de magia e fantasia. O longa deve se concentrar na trágica história de origem dos personagens centrais, os irmãos Alphonse e Edward Elric, que ao tentarem trazer a mãe de volta à vida usando uma técnica proibida de alquimia, sofrem duras consequências. Para realizar seu intento, eles precisam dar algo em troca. Ed perde sua perna e Al perde seu corpo inteiro. Para impedir que a alma do irmão vagueie incorpórea, Ed sacrifica também um braço para prendê-la dentro de uma grande armadura. E é assim, visando recuperar seus corpos, que os dois irmãos iniciem uma busca pela lendária pedra filosofal. O mangá fez tanto sucesso que ganhou duas séries animadas e dois longas de animação. A primeira versão com atores da história tem direção de Fumihiko Sori, que trabalhou nos efeitos visuais de “Titanic” (1997), e chegará aos cinemas japoneses em dezembro. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Daisy Ridley volta ao papel de Rey em curta animado de Star Wars
A Disney divulgou o primeiro episódio de “Star Wars: Forces of Destiny”, websérie composta por curtas animados com foco nas personagens femininas de “Star Wars”. Ainda sem legendas, a aventura de quase 3 minutos se chama “Sands of Jakku” (Areias de Jakku em tradução livre) e volta a reunir Rey e o droide BB-8. É a própria atriz Daisy Ridley, que interpretou Rey em “Star Wars: O Despertar da Força”, quem dá voz à personagem. Outros capítulos da série trarão Felicity Jones (Jyn) e Lupita Nyong’o (Maz Kanata) dublando suas personagens. Devido à morte de Carrie Fisher, a voz da Princesa Leia, que também terá seu próprio episódio, ficará por conta de Shelby Young. Além dos curtas animados, também serão lançados brinquedos com as personagens femininas, algo muito cobrado pelos fãs.
Michael Keaton confirma que viverá vilão na versão live action de Dumbo
O ator Michael Keaton confirmou que viverá um novo vilão no cinema, após “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Em entrevista no programa “God Morning America”, ele revelou que fechou contrato para participar de “Dumbo”, que voltará a reuni-lo com seu diretor nos filmes de Batman, Tim Burton. “Sim, vou me reunir de novo com Tim Burton. Quer dizer, ele é o tipo de cara que você sempre quer por perto. Ele é criativo, original, único, um verdadeiro artista”, disse o ator na entrevista. Keaton viverá o empresário que compra o circo para explorar Dumbo e sua mãe. O resto do elenco ainda não foi confirmado, mas as negociações em andamento incluem Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), Eva Green (“O Lar das Crianças Peculiares”) e Danny DeVito (série “It’s Always Sunny in Philadelphia”). O clássico contava a história de um bebê elefante que nasceu com orelhas enormes e por isso é motivo de deboche entre os demais animais de um circo. Mas estas mesmas orelhas acabam lhe permitindo voar. E com a ajuda de Timotéo, um simpático ratinho, ele acaba se tornando a maior atração do circo. A nova versão tem roteiro de Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), que incluiu personagens humanos na trama, ausentes na animação de 1941. A data de lançamento do novo “Dumbo” ainda não foi definida.
Have A Nice Day: Veja vídeos e imagens da animação chinesa que parece filme de Tarantino
A animação chinesa “Have A Nice Day” ganhou trailer, cena e pôster, que demonstram porque o filme de Liu Jian é considerado o thriller mais adulto já desenhado. A obra surpreende por vir de um país pouco reconhecido pela qualidade de seus longas animados, e apresenta pouca mobilidade em relação aos animes japoneses. Entretanto, suas duas dimensões e quadros parados são suficientes para impressionar nas prévias disponíveis, com diálogos e violência que remetem ao cinema de Quentin Tarantino, Park Chan-wook e Johnny To. A trama gira em torno do roubo de US$ 1 milhão, cometido por um motorista para consertar uma cirurgia plástica em sua namorada, que coloca um gângster e um ladrão em seu rastro. Segundo longa animado de Liu Jian, o filme arrancou suspiros e elogios da crítica ao ser exibido no Festival de Berlim deste ano, mas também chamou atenção do governo chinês, que, assim como o público, ficou surpreso com o conteúdo do desenho e passou a censurar o esforço dos produtores de exibi-lo nos cinemas. Convidados a participar do Festival de Annecy, o mais importante da animação mundial, os produtores de “Have A Nice Day” foram proibidos de viajar e pediram para o filme ser retirado do evento, em meio a ameaças de represália. Seu crime teria sido realizar um retrato do crime na China mais pesado que os longas com atores reais. Após esta controvérsia, “Have A Nice Day” conseguiu ser liberado para outros eventos internacionais, não se sabe se com nova edição, mas ainda não tem data de estreia comercial marcada, nem na China nem em nenhum outro país.
Animação My Little Pony: O Filme ganha primeiro trailer
A Lionsgate divulgou o trailer de “My Little Pony: O Filme”, longa animado baseado na franquia de brinquedos “Meu Pequeno Pônei”, da Hasbro. A prévia mostra a princesa de Equestria e seus amigos enfrentando uma ameaça não muito diferente da vista em “Angry Birds: O Filme” (2016). E para vencer os invasores, as seis pôneis protagonistas precisarão virar as… Pequenas Sereias Pôneis?! Coprodução da Hasbro e do estúdio Lionsgate, o filme tem participações vocais da cantora Sia, Uzo Aduba (série “Orange Is the New Black”), Emily Blunt (“Caminhos da Floresta”), Kristin Chenoweth (“O Garoto da Casa ao Lado”), Taye Diggs (série “Murder in the First”), Michael Pena (“Homem-Formiga”) e Liev Schrieber (série “Ray Donovan”). A história foi escrita por Rita Hsiao (“Mulan”, “Toy Story 2”) e pela roteirista original da série animada dos pôneis coloridos, Meghan McCarthy. A direção está a cargo de Jayson Thiessen, que tem a mesma função na série animada e ainda comandou três telefilmes derivados da franquia. A estreia foi programada para outubro, inclusive no Brasil.
Meu Malvado Favorito 3 bate recorde de telas e estreia em 1º lugar na América do Norte
A Universal não quis arriscar e lançou “Meu Malvado Favorito 3” num número recorde de telas nos Estados Unidos e Canadá. Pela primeira vez, um filme foi exibido em 4,5 mil salas de cinema na América do Norte. E o resultado foi o inevitável domínio nas bilheterias. A animação abriu em 1º lugar com US$ 75,4 milhões. A distribuição ambiciosa, usada como estratégia para vencer a concorrência de outros blockbusters em cartaz, teve o efeito colateral de destacar um começo de fadiga na popular franquia animada. Mesmo com mais telas, o lançamento não conseguiu superar a bilheteria do filme anterior. “Meu Malvado Favorito 2” abriu com US$ 83,5 milhões, num circuito com 600 salas a menos, há quatro anos. O filme também teve a pior cotação da trilogia entre a crítica, com 65% de aprovação no Rotten Tomatoes, acima apenas do spin-off “Minions”, que obteve 56%. A estreia de maior cotação da semana ficou em 2º lugar. Ninguém esperava que “Em Ritmo de Fuga” (Baby Driver) fosse superar a onipresença de “Meu Malvado Favorito 3”, mas o fato de abrir acima de “Transformers: O Último Cavaleiro” foi inesperado para a própria distribuidora. Com US$ 21 milhões, o filme de ação e música do diretor Edgar Wright teve um desempenho acima das expectativas do mercado, alimentado em grande parte pelos elogios rasgados da imprensa, que lhe renderam 97% de aprovação no Rotten Tomatoes. Vale observar que esta é a maior estreia da carreira de Wright, diretor de filmes cultuados, mas não exatamente populares. Para se ter noção, seu maior sucesso anterior, “Scott Pilgrim Contra o Mundo”, abriu com US$ 10 milhões em 2010. “Em Ritmo de Fuga” só estreia em 27 de julho no Brasil. O resto do Top 5 é formado apenas por blockbusters. Isto não deve servir de consolo para a queda do novo “Transformers”, que caiu do 1º para o 3º lugar de uma semana para outra, faturando apenas US$ 17 milhões nos últimos três dias. Se por um lado cruzou os US$ 100 milhões em bilheteria acumulada no mercado doméstico, seus custos foram elevadíssimos, com US$ 217 milhões só no orçamento de produção. Mesmo que a China ajude a pagar as contas, o estrago causado pelo acúmulo de críticas negativas parece finalmente dilapidar a popularidade da franquia dos brinquedos na América do Norte, o que pode atralhar os planos de explorar a marca por meio de spin-offs. “Mulher-Maravilha” e “Carros 3” completam o Top 5, acima da terceira estreia ampla da semana, a comédia “The House”. Estrelada por Will Ferrell e Amy Poehler, a produção foi quase tão mal avaliada quanto “Transformers: O Último Cavaleiro” pela crítica norte-americana, o que é uma façanha e tanto. Com míseros 16% de aprovação no Rotten Tomatoes, implodiu nas bilheterias com 9 milhões. Mariah Carey é quem deve ter rido mais dessa estreia, após os produtores decidirem cortar sua participação. Ainda sem título nacional, a comédia tem (tinha?) estreia prevista apenas para outubro no Brasil. Por fim, “O Estranho que Nós Amamos”, de Sofia Coppola, invadiu o Top 10, mesmo com distribuição limitada. Lançado há duas semanas em quatro salas de Nova York e Los Angeles, o western gótico estrelado por Nicole Kidman, Elle Fanning, Kirsten Dunst e Colin Farrell expandiu para 674 telas dos Estados Unidos, o que é basicamente um quinto do circuito de “The House”, e conquistou o 8º lugar. Com 77% de aprovação da crítica norte-americana e premiado no Festival de Cannes deste ano (Melhor Direção), “O Estranho que Nós Amamos” chega em 10 de agosto no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 75,4 milhões Total EUA: US$ 75,4 milhões Total Mundo: US$ 192,3 milhões 2. Em Ritmo de Fuga Fim de semana: US$ 21 milhões Total EUA: US$ 30 milhões Total Mundo: US$ 36,8 milhões 3. Transformers: O Último Cavaleiro Fim de semana: US$ 17 milhões Total EUA: US$ 102,1 milhões Total Mundo: US$ 429,9 milhões 4. Mulher-Maravilha Fim de semana: US$ 16,5 milhões Total EUA: US$ 346,6 milhões Total Mundo: US$ 708,4 milhões 5. Carros 3 Fim de semana: US$ 9,5 milhões Total EUA: US$ 120,7 milhões Total Mundo: US$ 173,8 milhões 6. The House Fim de semana: US$ 9 milhões Total EUA: US$ 9 milhões Total Mundo: US$ 11,7 milhões 7. 47 Meters Down Fim de semana: US$ 4,6 milhões Total EUA: US$ 32,5 milhões Total Mundo: US$ 32,5 milhões 8. O Estranho que Nós Amamos Fim de semana: US$ 3,2 milhões Total EUA: US$ 3,5 milhões Total Mundo: US$ 3,5 milhões 9. A Múmia Fim de semana: US$ 2,7 milhões Total EUA: US$ 74,5 milhões Total Mundo: US$ 349,6 milhões 10. Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar Fim de semana: US$ 2,4 milhões Total EUA: US$ 165,4 milhões Total Mundo: US$ 708,6 milhões












