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  • Filme

    Meu Malvado Favorito 3 bate recorde de telas e estreia em 1º lugar na América do Norte

    2 de julho de 2017 /

    A Universal não quis arriscar e lançou “Meu Malvado Favorito 3” num número recorde de telas nos Estados Unidos e Canadá. Pela primeira vez, um filme foi exibido em 4,5 mil salas de cinema na América do Norte. E o resultado foi o inevitável domínio nas bilheterias. A animação abriu em 1º lugar com US$ 75,4 milhões. A distribuição ambiciosa, usada como estratégia para vencer a concorrência de outros blockbusters em cartaz, teve o efeito colateral de destacar um começo de fadiga na popular franquia animada. Mesmo com mais telas, o lançamento não conseguiu superar a bilheteria do filme anterior. “Meu Malvado Favorito 2” abriu com US$ 83,5 milhões, num circuito com 600 salas a menos, há quatro anos. O filme também teve a pior cotação da trilogia entre a crítica, com 65% de aprovação no Rotten Tomatoes, acima apenas do spin-off “Minions”, que obteve 56%. A estreia de maior cotação da semana ficou em 2º lugar. Ninguém esperava que “Em Ritmo de Fuga” (Baby Driver) fosse superar a onipresença de “Meu Malvado Favorito 3”, mas o fato de abrir acima de “Transformers: O Último Cavaleiro” foi inesperado para a própria distribuidora. Com US$ 21 milhões, o filme de ação e música do diretor Edgar Wright teve um desempenho acima das expectativas do mercado, alimentado em grande parte pelos elogios rasgados da imprensa, que lhe renderam 97% de aprovação no Rotten Tomatoes. Vale observar que esta é a maior estreia da carreira de Wright, diretor de filmes cultuados, mas não exatamente populares. Para se ter noção, seu maior sucesso anterior, “Scott Pilgrim Contra o Mundo”, abriu com US$ 10 milhões em 2010. “Em Ritmo de Fuga” só estreia em 27 de julho no Brasil. O resto do Top 5 é formado apenas por blockbusters. Isto não deve servir de consolo para a queda do novo “Transformers”, que caiu do 1º para o 3º lugar de uma semana para outra, faturando apenas US$ 17 milhões nos últimos três dias. Se por um lado cruzou os US$ 100 milhões em bilheteria acumulada no mercado doméstico, seus custos foram elevadíssimos, com US$ 217 milhões só no orçamento de produção. Mesmo que a China ajude a pagar as contas, o estrago causado pelo acúmulo de críticas negativas parece finalmente dilapidar a popularidade da franquia dos brinquedos na América do Norte, o que pode atralhar os planos de explorar a marca por meio de spin-offs. “Mulher-Maravilha” e “Carros 3” completam o Top 5, acima da terceira estreia ampla da semana, a comédia “The House”. Estrelada por Will Ferrell e Amy Poehler, a produção foi quase tão mal avaliada quanto “Transformers: O Último Cavaleiro” pela crítica norte-americana, o que é uma façanha e tanto. Com míseros 16% de aprovação no Rotten Tomatoes, implodiu nas bilheterias com 9 milhões. Mariah Carey é quem deve ter rido mais dessa estreia, após os produtores decidirem cortar sua participação. Ainda sem título nacional, a comédia tem (tinha?) estreia prevista apenas para outubro no Brasil. Por fim, “O Estranho que Nós Amamos”, de Sofia Coppola, invadiu o Top 10, mesmo com distribuição limitada. Lançado há duas semanas em quatro salas de Nova York e Los Angeles, o western gótico estrelado por Nicole Kidman, Elle Fanning, Kirsten Dunst e Colin Farrell expandiu para 674 telas dos Estados Unidos, o que é basicamente um quinto do circuito de “The House”, e conquistou o 8º lugar. Com 77% de aprovação da crítica norte-americana e premiado no Festival de Cannes deste ano (Melhor Direção), “O Estranho que Nós Amamos” chega em 10 de agosto no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 75,4 milhões Total EUA: US$ 75,4 milhões Total Mundo: US$ 192,3 milhões 2. Em Ritmo de Fuga Fim de semana: US$ 21 milhões Total EUA: US$ 30 milhões Total Mundo: US$ 36,8 milhões 3. Transformers: O Último Cavaleiro Fim de semana: US$ 17 milhões Total EUA: US$ 102,1 milhões Total Mundo: US$ 429,9 milhões 4. Mulher-Maravilha Fim de semana: US$ 16,5 milhões Total EUA: US$ 346,6 milhões Total Mundo: US$ 708,4 milhões 5. Carros 3 Fim de semana: US$ 9,5 milhões Total EUA: US$ 120,7 milhões Total Mundo: US$ 173,8 milhões 6. The House Fim de semana: US$ 9 milhões Total EUA: US$ 9 milhões Total Mundo: US$ 11,7 milhões 7. 47 Meters Down Fim de semana: US$ 4,6 milhões Total EUA: US$ 32,5 milhões Total Mundo: US$ 32,5 milhões 8. O Estranho que Nós Amamos Fim de semana: US$ 3,2 milhões Total EUA: US$ 3,5 milhões Total Mundo: US$ 3,5 milhões 9. A Múmia Fim de semana: US$ 2,7 milhões Total EUA: US$ 74,5 milhões Total Mundo: US$ 349,6 milhões 10. Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar Fim de semana: US$ 2,4 milhões Total EUA: US$ 165,4 milhões Total Mundo: US$ 708,6 milhões

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  • Filme

    Emoji: O Filme introduz seus personagens em quatro vídeos

    1 de julho de 2017 /

    A Sony Animation divulgou quatro vídeos de personagens de “Emoji: O Filme”. O filme gira em torno do primeiro deles, Gene, um emoji com crise de identidade. O filme tem direção de Anthony Leondis (“Igor”), que também assina o roteiro em parceria com Eric Siegel (produtor da série “Men at Work”). A estreia está marcada para 31 de agosto no Brasil, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos (em 28 de julho).

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  • Filme

    Trilha de Homem-Aranha: De Volta ao Lar incorpora tema clássico do herói. Ouça como ficou

    30 de junho de 2017 /

    A trilha de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” vai incorporar o velho e clássico tema da série animada do super-herói de 1967. O compositor Michael Giacchino (“Rogue One”) divulgou uma prévia de seu arranjo no Vevo. Confira abaixo como ficou. O primeiro filme solo em que Tom Holland veste o uniforme do herói aracnídeo agradou a crítica norte-americana. Além de diversos elogios no Twitter, atingiu (provisoriamente) 93% de aprovação na avaliação do site Rotten Tomatoes. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”), o novo “Homem-Aranha” estreia na próxima quinta (6/7) no Brasil, um dia antes de seu lançamento nos EUA. Theme (from “Spider Man”) [Original Television Series] by Michael Giacchino on VEVO.

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  • Série

    Os Jetsons pode virar série com atores reais

    29 de junho de 2017 /

    A Warner prepara uma série live action (com atores) baseada nos desenhos clássicos de “Os Jetsons”. Ainda em estágio inicial, o projeto estaria sendo desenvolvido por Gary Janetti, roteirista-produtor da série animada “Uma Família da Pesada” (Family Guy) e criador da sitcom britânica “Vicious”. A informação é do site TVLine, que ainda lista entre os produtores o cineasta Robert Zemeckis (da trilogia “De Volta para o Futuro”). Procurada, a Warner não quis comentar. Recentemente, a Variety apurou que o estúdio cogitava lançar um novo longa animado dos Jetsons, a cargo do diretor Conrad Vernon, responsável pela animação “Festa da Salsicha” (2016). “Os Jetsons” foram criados pelos estúdios Hanna-Barbera como contrapartida para “Os Flintstones”. Enquanto a animação mais antiga mostrava uma família da Idade da Pedra, “Os Jetsons” levou à televisão uma família do futuro, formada pelo patriarca George, sua esposa Jane, os filhos Elroy e Judy, o cachorro Astro e a empregada-robô Rose. Seu cotidiano futurista incluía carros voadores, cidades suspensas, trabalho automatizado e robôs obedientes. Apesar de ter marcado época, a série original, que surgiu em 1962, durou apenas uma temporada com 24 episódios. Mas eles foram tão reprisados que pareciam muitos. E foram suficientes para gerar um culto, ganhando um revival em 1985, quando finalmente uma espécie de 2ª temporada foi lançada, rendendo mais 41 capítulos.

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  • Filme

    Meu Malvado Favorito 3 estreia em mais de mil cinemas

    29 de junho de 2017 /

    A animação “Meu Malvado Favorito 3” é o único lançamento amplo da semana, ocupando mais de mil salas – o maior circuito da franquia até hoje. A história revela que Gru tem um irmão gêmeo mais malvado e cabeludo, Dru. Ambos são dublados no Brasil por Leandro Hassum. Mas a história não é das mais criativas, o que lhe rendeu a pior avaliação da trilogia. Ainda assim, são 67% de aprovação no Rotten Tomatoes. Ocupando uma faixa intermediária, chegam ao circuito comercial dois filmes franceses antecipados pelo Festival Varilux. A comédia “Uma Família de Dois” é um remake do sucesso mexicano “Não Aceitamos Devoluções” (2013), com Omar Sy (“Intocáveis”) no papel do farrista que se vê tendo que cuidar da filha pequena, até a mulher reaparecer em cena, anos depois. Você já viu esse filme. E ainda verá de novo, na versão brasileira com Leandro Hassum, programada para dezembro. O outro lançamento francês é o romance “Um Instante de Amor”, que teve oito indicações ao César 2017, o “Oscar francês”. Dirigido pela cultuada cineasta francesa Nicole Garcia (“O Adversário” e “Place Vendôme”), o filme se passa nos anos 1950 e acompanha uma mulher (Marion Cotillard, de “Aliados”) de espírito livre num casamento sem amor, que vai enlouquecendo. Sua “doença” é finalmente diagnosticada como pedras no rim. E ao ser internada num hospital para se curar, ela acaba conhecendo e se apaixonante por outro homem (Louis Garrel, de “Saint Laurent”). A programação se completa com quatro lançamentos brasileiros. “A Terra Vermelha” é uma coprodução dirigida pelo argentino Diego Martínez Vignatti (“Batalha no Céu”), que justapõe um romance à lutas sociais de trabalhadores rurais, em meio a protestos contra os problemas causados pelo trabalho com agrotóxicos. O drama “Introdução à Música do Sangue” tem direção do veterano Luiz Carlos Lacerda (“Leila Diniz”) e explora o despertar da sexualidade de uma adolescente (Greta Antoine, da série “Nada Será como Antes”), que vive com a família pobre no interior de Minas, numa casa pequena sem energia elétrica. Os pais, vividos por Ney Latorraca (novela “Negócio da China”) e Bete Mendes (novela “Gabriela”), têm que lidar com a chegada de um estranho (Armando Babaioff, de “Sangue Azul”), que desperta desejos. O filme levou dois anos para chegar aos cinemas, desde que foi exibido no Festival de Gramado de 2015. “Mar Inquieto”, do estreante em longas Fernando Mantelli, vai do melodrama ao suspense, acompanhando a história de uma viciada (Rita Guedes, da novela “Malhação”), que se livra das drogas apenas para cair num casamento abusivo. Logo, ela também se livra do marido (Daniel Bastreghi, de “O Sabor do Amor”). Mas cria novos problemas com os comparsas criminosos dele. Por fim, “Danado de Bom” é o único documentário da semana. Vencedor do 20º Cine-PE, o filme de estreia de Deby Brennand traça um perfil do compositor João Silva, parceiro de Luiz Gonzaga que morreu em 2003. Também foi exibido no festival É Tudo Verdade do ano passado.

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    Selton Mello se transforma num “monstro” no trailer da animação Lino – O Filme

    28 de junho de 2017 /

    A Fox Film do Brasil divulgou o pôster e um novo trailer da animação “Lino – O Filme”, que parece um desenho da Pixar, mas é brasileiro. Tem até o indefectível subtítulo “O Filme” para comprovar! Mas parece sim americana, de tão profissional. E não é só o acabamento gráfico que chama atenção. A premissa é um pouco mais “profunda” que o habitual, trazendo um cara azarado, o Lino do título, que sofre o tempo inteiro, seja nos acidentes que acontecem em sua casa, seja no trabalho, como animador fantasiado de buffet infantil. Querendo mudar sua sorte, ele recorre a um suposto mago, que acaba complicando ainda mais sua vida, ao transformá-lo justamente na fantasia do gato gigante que serve de saco de pancadas das crianças. Lino vira um “monstro”, conforme ele próprio descreve, com a voz precisa de Selton Mello (“O Palhaço”). E este é só o começo da história. Em sua jornada para reverter o feitiço, Lino será confundido com o “maníaco da fantasia” e passará a ser procurado pela polícia, dando início a uma grande aventura, que culmina numa luta contra bruxos. O longa tem direção de Rafael Ribas (“O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes”) e conta ainda com as vozes de Dira Paes (“À Beira do Caminho”) e Paolla Oliveira (“Uma Professora Muito Maluquinha”). A produção é da StartAnima, um dos mais premiados estúdios de animação brasileiro, que está há 50 anos no mercado. “Lino – O Filme” estreia em 7 de setembro nos cinemas.

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    Emoji: O Filme ganha trailer nacional dublado

    28 de junho de 2017 /

    A Sony Pictures divulgou o novo pôster e o trailer dublado em português da animação “Emoji: O Filme”. A prévia revela a premissa, acompanhando um emoji em crise de identidade. Além disso, confirma que a trama vai se passar dentro de um smartphone. O filme tem direção de Anthony Leondis (“Igor”), que também assina o roteiro em parceria com Eric Siegel (produtor da série “Men at Work”). A estreia está marcada para 31 de agosto no Brasil, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos (em 28 de julho).

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    Transformers: O Último Cavaleiro lidera bilheterias dos EUA com a pior estreia da franquia

    25 de junho de 2017 /

    “Transformers: O Último Cavaleiro” estreou em 1º lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá neste fim de semana. Mas com custos cada vez maiores de produção, chama atenção seu desempenho ter sido o pior de toda a franquia – e por uma larga margem. O filme dos brinquedos da Paramount arrecadou US$ 45,3 milhões nos últimos três dias no mercado doméstico. Como teve uma estreia antecipada na quarta (21/6), somou ao todo US$ 69,1 milhões em cinco dias. E mesmo assim foi incapaz de superar a abertura mais fraca dentre todos os “Transformers”, justamente a do primeiro filme, que fez US$ 70,5 milhões em seu lançamento há dez anos. O desempenho seria preocupante em outros tempos, considerando que a produção foi orçada em US$ 217 milhões e consumiu outra fortuna equivalente em marketing. Mas a China mudou o paradigma, ao virar a salvação do balanço financeiro de Hollywood com uma venda de ingressos impressionante. O sexto “Transformers” rendeu US$ 123,4 milhões no mercado chinês. E o detalhe é que este valor é de apenas três dias. Com isso, atingiu US$ 265,2 milhões em todo o mundo. O que deve manter os planos da Paramount de continuar explorando a franquia, entre spin-offs variados e continuações iguais. Além de pior faturamento de estreia, “Transformers: O Último Cavaleiro” também estabeleceu um novo patamar negativo na avaliação da franquia, recebendo a nota mais baixa dentre os filmes dos robôs que viram carros: 15% de aprovação no Rotten Tomatoes. Isto significa amplo favoritismo para o troféu Framboesa de Ouro 2018, entregue aos piores do ano. No Brasil, este marco cinematográfico dirigido por Michael Bay só estreia em 20 de julho. Nas demais posições da bilheteria, destaca-se a manutenção de “Mulher-Maravilha” no 2º lugar, com invejáveis US$ 25,1 milhões em sua quarta semana em cartaz. O longa da Warner ultrapassou a marca dos US$ 300 milhões no mercado doméstico e os US$ 650 milhões em todo o mundo, tornando-se o filme live action dirigido por uma mulher (Patty Jenkins) mais bem-sucedido de todos os tempos. Virtualmente empatado, “Carros 3” fez os mesmos US$ 25,1 milhões em sua segunda semana e chegou próximo de completar US$ 100 milhões em dez dias. O lançamento brasileiro está marcado para 13 de julho. Vale ainda registrar o sucesso do thriller aquático “47 Meters Down”, que está se tornando uma das grandes surpresas do ano. Lançado no fim de semana passado, a produção indie de baixo orçamento traz as atrizes Mandy Moore (série “This Is Us”) e Claire Holt (série “The Originals”) presas no fundo do mar, cercadas por tubarões e contando os minutos de oxigênio que lhes restam. Sem maiores pretensões, o filme conseguiu a façanha de subir uma posição no ranking, chegando ao 4º lugar, logo atrás de blockbusters milionários em seu segundo fim de semana em cartaz. “47 Meters Down” não tem previsão de estreia no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Transformers: O Último Cavaleiro Fim de semana: US$ 45,3 milhões Total EUA: US$ 69 milhões Total Mundo: US$ 265,2 milhões 2. Mulher-Maravilha Fim de semana: US$ 25,1 milhões Total EUA: US$ 318,3 milhões Total Mundo: US$ 652,8 milhões 3.

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    Carros 3 ganha quatro novos comerciais dublados

    24 de junho de 2017 /

    A Disney divulgou quatro comerciais dublados de “Carros 3”. As prévias apostam em cenas velozes e furiosas, mostrando o protagonista Relâmpago McQueen em meio a corridas, com direito a acidentes, ultrapassagens e mensagem de superação de limites. Na trama, o carrinho vermelho, que nos EUA volta a ser dublado pelo comediante Owen Wilson (“Gênios do Crime”), vai contar com a ajuda de uma atrapalhada treinador, Cruz Ramirez (voz original de Cristela Alonzo, da série “Cristela”), para enfrentar um novo rival em seu retorno, a “supermáquina” Jackson Storm (voz de Armie Hammer, de “O Agente da UNCLE”). A treinadora latina acaba roubando a cena no longa e será dublada por Giovanna Ewbank (novela “Escrito nas Estrelas”) no Brasil. O roteiro foi escrito por Daniel Gerson (“Universidade Monstros” e “Operação Big Hero”) e a direção está a cargo de Brian Fee, que estreia na função após trabalhar no storyboard dos dois primeiros filmes. O filme estreou em 1º lugar no fim de semana passado na América do Norte, mas só chega nos cinemas brasileiros em 13 de julho.

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    Vídeo destaca os dubladores nacionais de Meu Malvado Favorito 3

    23 de junho de 2017 /

    A Universal divulgou um vídeo sobre os dubladores nacionais de “Meu Malvado Favorito 3”. No Brasil, Leandro Hassum (“Até que a Sorte nos Separe”) é quem dubla Gru desde o primeiro filme. Além dele, Maria Clara Gueiros (“Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood”) também retorna como a agente Lucy Wilde. A novidade da nova produção fica por conta do cantor Leandro Mesquita (série “A Grande Família”), que dá voz ao vilão Balthazar Bratt, obcecado pela época da banda Blitz, os anos 1980. Para quem ficou na dúvida com o vídeo, o senhor que parece o pai de Leandro Mesquita é mesmo Leandro Hassum. A animação foi novamente escrita por Cinco Paul e Ken Daurio e dirigida por Pierre Coffin e Kyle Balda, responsáveis por toda a trilogia. A estreia está marcada para a próxima quinta (29/6) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Larissa Manoela tem seu grande teste nos cinemas com a estreia de Meus 15 Anos, a maior da semana

    22 de junho de 2017 /

    A comédia teen “Meus 15 anos” é a maior estreia da semana. Aproveitando a falta de um concorrente estrangeiro de peso, a produção estrelada por Larissa Manoela chega às telas em cerca de 500 salas. Isto é menos da metade do que vem sendo reservado para os blockbusters americanos neste ano, ainda que exista grande expectativa comercial com o lançamento, alimentado pela forte presença da atriz adolescente nas mídias sociais. Larissa recentemente atingiu 10 milhões de seguidores no Instagram. Como se não bastasse, o filme ainda tem participação de Anitta, outro fenômeno de popularidade. “Meus 15 Anos” testará a capacidade de Larissa para carregar um filme num circuito que claramente privilegia produções de Hollywood. É seu primeiro trabalho como protagonista, após dividir a cena (alguns diriam roubar a cena) com seus coleguinhas da franquia “Carrossel”. Independente do resultado, a história permite que ela cresça diante do olhar do público, transitando do cinema infantil para o juvenil conforme sua própria faixa etária. Baseado no livro homônimo de Luiza Trigo, mais conhecida como Luly Trigo, “Meus 15 Anos” conta a história de Bia, a primeira nerdzinha interpretada por Larissa, que usa óculos nas cenas. Na trama, ela é uma garota pouco popular que descobre que vai ganhar uma grande festa de debutante, capaz de mudar tudo em sua vida. A questão é saber se a imagem do pôster, em que ela aparece como uma princesa pink da Disney, será entendido como a moral da história, ou se o público perceberá que a personagem é um pouco mais madura que isso. O maior concorrente do filme nacional, com estreia em 415 salas, é estrelado por uma princesa Disney de verdade: Emma Watson, protagonista de “A Bela e a Fera”. Mas nem sua presença ao lado de Tom Hanks (“Sully”) impediu a implosão de “O Círculo” na América do Norte. Adaptação do best-seller homônimo de Dave Eggers, o filme gira em torno de uma nova rede social, mais intrusiva que todas já existentes, cujo slogan resume sua aspiração de Big Brother: “Saber é bom, saber tudo é melhor”. Como as redes sociais atuais parecem mais avançadas que a imaginária, foi considerado uma grande decepção. Não apenas para a crítica, com 15% (abaixo do nível “Transformers”) no site Rotten Tomatoes, mas para o próprio público americano, com com nota D+ no CinemaScore, uma das mais baixas dos últimos tempos. Quem busca uma atmosfera mais tensa, terá a disposição “Ao Cair da Noite”, um terror claustrofóbico e pós-apocalíptico. Na trama, Joel Edgerton (“Aliança do Crime”) protege sua família de uma ameaça não natural que aterroriza o mundo, mantendo uma tênue ordem doméstica numa cabana isolada. Tem 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. Outros quatro longas brasileiros também estreiam nesta quinta (22/6), dois deles premiados em festivais. O drama “Mulher do Pai”, inclusive, foi o filme mais premiado do último Festival do Rio: Melhor Direção para a gaúcha Cristiane Oliveira, em seu primeiro longa-metragem, Melhor Fotografia para Heloísa Passos (“Lixo Extraordinário”) e Melhor Atriz Coadjuvante para a uruguaia Verónica Perrota. Também ganhou prêmios da crítica no Festival do Uruguai e na Mostra de São Paulo, além de ter sido selecionado para o Festival de Berlim deste ano. Passado no interior gaúcho, perto da fronteira com o Uruguai, “Mulher do Pai” ainda pode ser visto como o lado B de “Meus 15 Anos”, nem tanto pela proposta cinematográfica diferente, mas por também mostrar a vida de uma adolescente (a estreante Maria Galant). A jovem tem seu cotidiano alterado radicalmente após a morte da avó, precisando assumir o trabalho de cuidar do pai (Marat Descartes, de “Quando Eu Era Vivo”), deficiente visual, no mesmo momento em que ela começa seu despertar sexual. O estranhamento inicial dá lugar ao ciúme quando uma atraente uruguaia (Verónica Perrota, de “Una Noche sin Luna”) ganha espaço na vida de ambos. “Divinas Divas” venceu o prêmio do público de Melhor Documentário do Festival do Rio e o mesmo prêmio na Mostra Global do festival americano SXSW (South by Southwest), um dos eventos mais importantes de cinema indie dos Estados Unidos. A produção marca a estreia da atriz Leandra Leal como diretora e evoca a ligação histórica de sua família com o Teatro Rival, que serviu de palco para inúmeros espetáculos de revista. É neste palco que se passa o filme, documentando a reunião de alguns dos travestis mais famosos do Brasil para um espetáculo musical, com muitas confidências de bastidores, celebrando 50 anos das primeiras apresentações do gênero no país. Outro documentário, “Tudo é Irrelevante”, que estreia em apenas uma sala no Rio de Janeiro, retrata a vida e o pensamento do cientista político brasileiro Hélio Jaguaribe. Foi exibido no festival É Tudo Verdade. A lista ainda inclui “Bruxarias”, animação infantil espanhola com um produtor gaúcho, o experiente animador Otto Guerra (“Até que a Sbórnia nos Separe”). Estreia em longas da diretora espanhola Virginia Curiá, acompanha uma menina que descobre uma poção encantada de sua avó que a permite voar, e a usa para salvar a velhinha de uma corporação gananciosa, que quer suas receitas mágicas. Foi indicada ao Prêmio Platino. O circuito limitado abrigada mais três produções francesas. Duas foram antecipadas pelo Festival Varilux. “Frantz”, de François Ozon, foi indicado a nada menos que 11 Césars (o Oscar francês), mas só venceu o prêmio de Melhor Fotografia por suas deslumbrantes imagens em preto e branco. Passado após a 1ª Guerra Mundial, evoca os antigos melodramas da era de ouro do cinema, ao mostrar como uma jovem alemã (Paula Beer, de “O Vale Sombrio”) conhece um tenente francês (Pierre Niney, de “Yves Saint Laurent”), quando este deixa flores no túmulo de seu noivo, Frantz, falecido no conflito. Ao descobrir que os dois eram antigos amigos, ela leva o francês para conhecer os pais de Frantz, que se encantam com o recém-chegado, forçando sua permanência da vida de todos, mesmo a contragosto da comunidade alemã. A história original, baseada numa peça do francês Maurice Rostand, já havia sido levada ao cinema, no clássico “Não Matarás” (1932), do mestre alemão Ernst Lubitsch. Mas a versão de Ozon inclui detalhes que não poderiam ser exibidos nos anos 1930. “Na Vertical” tem direção de Alain Guiraudie, que há quatro anos causou impacto com as cenas de sexo homossexual explícito em “Um Estranho no Lago” (2013). Seu novo trabalho não teve a mesma repercussão, mesmo repisando temas similares, como o suspense que acompanha a chegada de um estranho numa pequena comunidade. O protagonista é um diretor em busca de ideias para um filme, que é compelido a permanecer no lugarejo após ver um jovem atraente na estrada, a quem gostaria de filmar. Desta vez, as cenas de sexo não são exclusivamente gays, mas incluem práticas pouco ortodoxas. Completa a programação “A Garota Ocidental – Entre o Coração e a Tradição”, coprodução da França dirigida pelo belga Stephan Streker (“Michael Blanco”), sobre o mesmo choque cultural do mais famoso “Cinco Graças” (2015). A garota do título é uma imigrante de família paquistanesa que vive na França. Acostumada ao modo de vida europeu, ao completar 18 anos ela se recusa a ser a próxima filha a seguir a tradição dos casamentos precoces e arranjados, e entra em conflito com os pais. Clique nos títulos em destaque para ver os trailers de todos os lançamentos da semana.

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  • Filme

    Filme do Pica-Pau com atriz brasileira ganha trailer dublado

    22 de junho de 2017 /

    A Universal divulgou o trailer dublado em português do filme do “Pica-Pau”. A prévia tem efeitos de desenho animado, com explosões que não matam, só deixam os personagens pretos, e choques que não eletrocutam, só fazem os personagens tremer. Entretanto, o que chama mais atenção é como o vídeo passa a impressão de ser uma produção nacional, ao destacar o nome do Brasil na narração e citar apenas a atriz brasileira do elenco, Thaila Ayala(de “Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”). O detalhe é que a voz da brasileira é dublada em português por outra pessoa. E o dublador do Pica-Pau não é o mesmo que popularizou a voz do passarinho na televisão. Muito estranho. Mesclando o passarinho animado com atores reais, o filme gira em torno de uma briga de território entre o Pica-Pau e o vigarista Lance Walters (Timothy Omundson, da série “Galavant”) e sua namorada Vanessa (Ayala). Para conseguir construir a casa dos sonhos, os dois planejam derrubar a floresta do Pica-Pau, que promete não deixar barato. A equipe responsável é especializada em continuações de baixo orçamento para o mercado de home video (lançamentos direto em DVD). O diretor Alex Zamm e o roteirista William Robertson trabalharam juntos em três vídeos do gênero: “Inspetor Bugiganga 2” (2003), “Um Herói de Brinquedo 2” (2014) e “Os Batutinhas: Uma Nova Aventura” (2014). O roteiro ainda foi reescrito por Paul A. Kaplan e Mark Torgove, que escreveram para diversas séries de comédia dos anos 2000, como “Spin City”, “Just Shoot Me” e “George Lopez”. Até o momento, a produção só tem estreia marcada num único país – em todo o mundo. “Pica-Pau” vai chegar aos cinemas brasileiros em 5 de outubro.

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  • Série

    Netflix anuncia a estreia de suas primeiras séries interativas

    21 de junho de 2017 /

    A Netflix anunciou suas primeiras séries interativas, nas quais o espectador pode decidir o rumo das narrativas com seu controle remoto ou toque na tela. Veja o vídeo abaixo. A primeira produção, “Gato de Botas: Preso num Conto Épico”, já está disponível na plataforma. A segunda, “Buddy Thunderstruck: A Pilha do Talvez”, estreia em 14 de julho. Uma terceira série, “Stretch Armstrong: The Breakout”, baseada num antigo boneco que estica, encontra-se em produção e estreará no próximo ano. “A combinação dos nossos engenheiros no Vale do Silício com as mentes criativas em Hollywood deu à luz um mundo de infinitas possibilidades de narrativas na Netflix”, afirmou Carla Engelbrecht Fisher, diretora de inovação de produtos do serviço, em comunicado. A Netflix considerou que a programação infantil é “o espaço ideal” para testar este projeto, “já que as crianças adoram brincar com seus personagens favoritos e costumam manipular as telas”. Por enquanto, os conteúdos interativos da Netflix poderão ser acessados apenas em Smart TVs e em dispositivos móveis que usem o sistema operacional iOS, da Apple. Vale lembrar que a ideia não é exatamente nova. O desenvolvimento de narrativas interativas, baseado em opções dadas ao usuário, existe desde 1976, quando o primeiro game do gênero “Adventure” foi lançado para computador, ainda em formato de texto. A partir do momento em que as plataformas gráficas se tornaram mais populares nos anos 1990, diversos jogos do gênero foram lançados para PC. Mas a tendência acabou perdendo terreno para os games de tiros, que dominaram o mercado a partir do século 21. Recentemente, o formato de jogos interativos voltou à moda graças ao sucesso de lançamentos ligados, de forma curiosa, à séries de TV: “The Walking Dead” e “Game of Thrones”. Detalhe: não são narrativas para crianças como as opções da Netflix.

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