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    Godzilla conquista a Terra em trailer de animação japonesa futurista

    25 de outubro de 2017 /

    A Toho Animation divulgou novos pôsteres e o segundo trailer de “Godzilla: Monster Planet”, anime futurista com o “rei dos monstros”. A prévia é dublada em japonês e não tem legendas. A trama se passa após os últimos sobreviventes da humanidade embarcarem numa viagem espacial, em fuga da destruição causada por Godzilla. Porém, após uma jornada de 20 anos no espaço, eles descobrem que o planeta escolhido não tinha condições para a vida, obrigando-os a retornar à Terra. O protagonista da trama é Haruo, que viu seus pais serem mortos por Godzilla quando tinha 4 anos e agora só quer voltar para a Terra e derrotar a criatura. No entanto, os personagens encontram uma Terra muito diferente, pois o tempo transcorrido no planeta foi muito mais lento que o decorrido no espaço, com a passagem de 20 mil anos desde sua partida. E Godzilla não só permanece vivo, como controla o ecossistema. O filme animado tem direção de Kobun Shizuno (de “Knights of Sidonia”), e Hiroyuki Seshita (“Blame!”) e será lançado nos cinemas japoneses em novembro, antes de ser disponibilizado pela Netflix – detalhe: apenas em março de 2019.

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  • Série

    Série animada Big Mouth é renovada para a 2ª temporada

    25 de outubro de 2017 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Big Mouth”, sua nova série animada para adultos, e com direito a vídeo. A série foi criada por Nick Kroll (criador do “Kroll Show”) e Andrew Goldberg (roteirista de “Uma Família da Pesada/Family Guy”) e, apesar de apresentar monstros, gira em torno de sexo, hormônios e genitália, acompanhando pré-adolescentes que só pensam nisso, ao passar pelas mudanças físicas da puberdade. O elenco de dubladores originais inclui John Mulaney (série “Mulaney”), Maya Rudolph (série “Up All Night”), Jason Mantzoukas (“Como Ser Solteira”), Jordan Peele (humorístico “Key and Peele”), Fred Armisen (humorístico “Portlandia”) e Jenny Slate (a voz da Arlequina em “Lego Batman: O Filme”). A 1ª temporada estreou em 29 de setembro e os novos episódios chegarão no final de 2018.

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    Filme que celebra os 20 anos da franquia Pokémon ganha trailer dublado

    23 de outubro de 2017 /

    “Pokémon, o Filme: Eu Escolho Você”, longa animado que celebra 20 anos do popular anime, ganhou trailer dublado. O longa mostrará momentos icônicos da jornada de Ash, como o encontro com Pikachu, a captura de Charmander, a evolução de Metapod para Butterfree, a aparição do lendário Ho-Oh e até a equipe Rocket, mas também terá algumas mudanças, como a inclusão de monstrinhos de jogos e temporadas mais recentes. A produção comemorativa é o 20º longa da franquia criada por Satoshi Tajiri e chegou aos cinemas do Japão em 6 de julho. A exibição brasileira será exclusiva da rede Cinemark, com sessões que acontecem apenas nos dias 5 e 6 de novembro em um único horário. Os ingressos já podem ser adquiridos no site da rede.

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    Trailer do especial de Halloween dos Simpsons presta homenagem ao Exorcista

    22 de outubro de 2017 /

    A Fox divulgou o trailer do episódio anual de Halloween de “Os Simpsons”, que mostra o bebê Maggie falando pela primeira vez. E com voz grossa de demônio. A prévia revela outros detalhes que remetem à possessão. E se trata mesmo de uma homenagem a “O Exorcista” (1973), com direito a participação especial do diretor William Friedkin, responsável pelo terror clássico, além do ator Ben Daniels, que estrela a nova série inspirada no filme. Friedkin viverá um médico que tratará a autofagia de Hommer num dos segmentos do 28º especial “Treehouse of Horror”, que tradicionalmente tem formato de antologia. Intitulado “MMM…Homer”, a história mostrará Homer querendo comer a si mesmo quando Marge e as crianças estão fora de casa e a comida acaba. Já Daniels, que interpreta o padre Marcus na série “The Exorcist”, fará uma referência mais direta à trama do terror homenageado. Ele viverá um padre no segmento intitulado “Exor-sis.” A iniciativa tem incentivo sinergético da rede Fox, que começou a exibir a 2ª temporada de “The Exorcist” há quatro semanas. Intitulado “Treehouse of Horror XXVIII”, o quarto episódio da 29ª temporada de “Os Simpsons” vai ao ar neste domingo (22/10) nos Estados Unidos.

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  • Série

    Elizabeth Banks e criadora de Bitten desenvolvem série sobrenatural com personagens da DC Comics

    20 de outubro de 2017 /

    A rede CW está desenvolvendo mais uma série baseada em quadrinhos da DC Comics. Mas desta vez não se trata de uma produção de Greg Berlanti, responsável pelo “Arrowverse” (“Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a vindoura “Black Lightning”). Segundo a revista Variety, o novo projeto é de ninguém menos que a atriz Elizabeth Banks (a Rita Repulsa do filme “Power Rangers”), em parceria com Max Handelman (produtor da franquia “A Escolha Perfeita”) e a roteirista Daegan Fryklind, criadora da série canadense de terror “Bitten”. Fryklind está escrevendo o piloto da atração, que se chama “Project 13”. O mais interessante é que a série em potencial explora o universo sobrenatural da DC, como “Constantine” prometia fazer – antes de ser cancelada na rede NBC. E não é baseada em nenhuma revista específica, mas em personagens que existem nos quadrinhos da DC. “Project 13” gira em torno da heroína Girl 13. Traci Thirteen é uma jovem cientista forense que se junta ao seu pai distante, Dr. Terrence Thirteen, para resolver casos envolvendo situações paranormais. Ela própria descobre que possui poderes extra-sensoriais, para desgosto do pai, que sempre se definiu como cético diante do sobrenatural. Fãs mais antigos – muito antigos, na verdade – dos quadrinhos podem lembrar do nome do Dr. Thirteen. Ele foi introduzido ainda nos anos 1950 como caçador de fantasmas, aparecendo em histórias da revista de antologia de terror “House of Mystery”. Mas só foi integrado ao universo dos heróis da DC Comics a partir de 1969, quando virou coadjuvante do Vingador Fantasma (Phantom Stranger), no papel de inimigo/aliado declarado do protagonista, sempre querendo provar que as manifestações sobrenaturais que testemunhava eram ilusões. A partir daí, começou a conviver com Batman, Espectro e outros personagens sombrios da editora. Curiosamente, se “Constantine” não tivesse sido cancelada, a série teria introduzido o Dr. Thirteen, que chegou a ser incluído num dos roteiros não produzidos da atração. Já Traci Thirteen é uma personagem bastante recente, criada por Joe Kelly e Dwayne Turner numa história do Superman de 2003. Ela vinha ganhando destaque nos últimos anos, ao juntar-se a outros heróis sobrenaturais, como o próprio Vingador Fantasma, e super-heróis mais convencionais, como os Jovens Titãs, até sofrer um reboot drástico durante o lançamento da iniciativa “DC: Renascimento”, que praticamente a reinventou. Namorada do Besouro Azul na antiga continuidade, ela “renasceu” lésbica no ano passado. A personagem também apareceu no longa animado “Jovens Titãs: O Contrato de Judas” (2017) e fará parte da 3ª temporada da série animada “Young Justice” (Justiça Jovem). Apesar do projeto da série não ter relação com as demais produções exibidas na CW, vale lembrar que “Constantine” também começou assim, mas logo virou parte do Arrowverse. John Constantine apareceu num episódio de “Arrow” e tem participação agendada num vindouro episódio de “Legends of Tomorrow”. Ainda em fase de desenvolvimento, o roteiro de Daegan Fryklind precisará ser aprovado para o piloto ser encomendado. E só se o piloto agradar é que “Project 13” deixará de ser um projeto para virar uma série.

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  • Etc

    Criador da série animada The Loud House é demitido da Nickelodeon após denúncias de assédio

    20 de outubro de 2017 /

    O produtor Chris Savino, criador da série animada “The Loud House”, da Nickelodeon, foi demitido após virar alvo de diversas acusações de assédio sexual. A Nickelodeon anunciou a decisão de suspender Savino na quarta (18/10), apenas para oficializar sua demissão um dia depois. “Chris Savino não trabalha mais com a Nickelodeon”, diz a declaração oficial do canal. “Levamos acusações de má conduta muito a sério, e estamos comprometidos em criar um local de trabalho seguro e profissional, livre de assédio”. Segundo o site Cartoon Brew, primeiro a relatar as denúncias, uma dúzia de mulheres acusou o produtor de assédio sexual, avanços indesejados e comportamento inadequado, além de citar ameaças de retaliação. Assim que o caso veio à tona, Anne Walker Farrell, uma diretora da série animada “Bojack Horseman”, confirmou no Twitter que Savino a perseguiu sexualmente. “The Loud House”, que gira em torno de um garoto e suas 10 irmãs, é a segunda série animada mais assistida da Nickledeon – só perde para “Bob Esponja” – e continuará sendo exibida no canal, com sua 3ª temporada confirmada para 2018.

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  • Música

    Viva – A Vida É uma Festa: Vídeos revelam os bastidores da nova animação da Pixar

    19 de outubro de 2017 /

    A nova animação da Pixar, que se chama apenas “Coco” nos EUA e virou “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil, ganhou três novos vídeos – dublados em inglês e sem legendas. O mais interessante revela o trabalho de pesquisa para a criação da animação, com depoimentos da equipe e dos dubladores e imagens de bastidores. Os demais são uma cena do filme e um novo comercial. A história acompanha um menino e seu cachorro numa jornada pelo plano espiritual. Proibido de tocar música, apesar de ser parente de um cantor famoso, a criança vai atrás de respostas. E ao segurar o violão de seu ancestral, acaba sendo “puxada” para a Terra dos Mortos. A partir daí, seus parentes falecidos tentam ajudá-lo a voltar ao mundo dos vivos. O elenco de vozes originais inclui Gael García Bernal (“Neruda”), Benjamin Bratt (“Doutor Estranho”) e Renee Victor (série “Weeds”), mas o protagonista é dublado por um estreante, Anthony González, escolhido entre várias crianças que fizeram testes para o papel. O roteiro é de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também vai estrear como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”). A previsão de estreia é para 4 de janeiro no Brasil, quase dois meses depois do lançamento nos EUA (em 22 de novembro).

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    A Família Addams vai virar animação do diretor de A Festa da Salsicha

    15 de outubro de 2017 /

    A Família Addams vai voltar ao cinema como um longa animado. Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto da MGM terá direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”). Outro detalhe da produção é que, ao contrário da série animada clássica dos anos 1970, os personagens serão criados por computação gráfica. Mas há uma boa notícia. O roteiro é de Pamela Pettler, que anteriormente escreveu duas ótimas animações de temática sobrenatural, “A Noiva Cadáver” (2005) e “A Casa Monstro” (2006). Ela assina a adaptação com Matt Lieberman, que está escrevendo o novo filme do “Scooby-Doo”. Criada por Charles Addams em 1938, como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de TV nos anos 1960, animação na década seguinte e até filmes nos anos 1990.

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    A Morte Te Dá Parabéns confirma boa fase do terror ao estrear em 1º lugar na América do Norte

    15 de outubro de 2017 /

    “A Morte Te dá Parabéns” foi o filme mais visto do fim de semana na América do Norte, tomando o 1º lugar das bilheterias de “Blade Runner 2049”, líder por uma semana. Produzido por apenas US$ 4,5M (milhões), o longa arrecadou US$ 26,5M e já se pagou com três dias em cartaz. Trama que junta psicopata mascarado à vítima presa num “looping temporal”, “A Morte Te dá Parabéns” teve boas críticas (média de 67% no Rotten Tomatoes), que aprovaram sua reciclagem de “O Feitiço do Tempo” (1993) num contexto slasher, pela forma como reforça o mistério central sobre a identidade do assassino. O filme é a terceira produção da Blumhouse a fazer sucesso em 2017, após “Fragmentado” e “Corra!”. Não por acaso, o estúdio e o diretor Christopher Landon (“Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi”) planejam continuação. Mas o fenômeno não é restrito à Blumhouse. A New Line, divisão especializada da Warner, também colecionou campeões de bilheteria de terror, como “Annabelle 2: A Criação do Mal” e principalmente “It: A Coisa”, que quebrou recordes do gênero em 2017. Lançado há cerca de 50 dias, o filme continua no Top 5 norte-americano (veja abaixo). Até a Dimension, de Bob Weinstein, emplacou “47 Metros Para Baixo”. Vive-se uma nova era de ouro (no sentido financeiro) do terror americano. Já a sci-fi “Blade Runner 2049”, após abrir abaixo do esperado na semana passada, caiu para o 2º lugar com US$ 15,1M, num encolhimento de 53,1% em sua arrecadação. Neste caso, as críticas positivas (89% de aprovação) não fizeram diferença. O longa custou US$ 150 milhões apenas para ser produzido – o marketing teve custo não revelado – e se não estourar na China – como aconteceu com “Planeta dos Macacos: A Guerra” – dará grande prejuízo. O Top 3 se fecha com outra estreia, o thriller de ação “O Estrangeiro”, estrelado por Jackie Chan, que fez US$ 12,8M e registrou 57% de aprovação no Rotten Tomatoes. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Morte Te Dá Parabéns Fim de semana: US$ 26,5M Total EUA: US$ 26,5M Total Mundo: US$ 31,5M 2. Blade Runner 2049 Fim de semana: US$ 15,1M Total EUA: US$ 60,5M Total Mundo: US$ 158,5M 3. O Estrangeiro Fim de semana: US$ 12,8M Total EUA: US$ 12,8M Total Mundo: US$ 101,2M 4. It: A Coisa Fim de semana: US$ 6M Total EUA: US$ 314,9M Total Mundo: US$ 630,6M 5. A Montanha Entre Nós Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA: US$ 20,5M Total Mundo: US$ 30,2M 6. Feito-na-América Fim de semana: US$ 5,48M Total EUA: US$ 40,1M Total Mundo: US$ 112M 7. Kingsman: O Circulo Dourado Fim de semana: US$ 5,3M Total EUA: US$ 89,6M Total Mundo: US$ 286,7M 8. Lego Ninjago: O Filme Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA: US$ 51,5M Total Mundo: US$ 96,9M 9. My Little Pony: O Filme Fim de semana: US$ 4M Total EUA: US$ 15,5M Total Mundo: US$ 26,1M 10. Victoria e Abdul – O Confidente da Rainha Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA: US$ 11,3M Total Mundo: US$ 40,1M

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    Disney desiste de produzir nova animação sobre a fábula João e o Pé de Feijão

    12 de outubro de 2017 /

    A Disney desistiu de produzir uma nova animação baseada em fábula encantada. Segundo o site Deadline, o projeto de “Gigantic”, uma versão de “João e o Pé de Feijão”, encontrou impasses criativos e foi arquivado, após desenvolvimento avançado. A história deveria revisar a fábula clássica com a inclusão de novos detalhes e grandes diferenças, como uma protagonista gigante feminina, como pode ser visto pela arte conceitual acima. Ambientada na Espanha na época das Grandes Navegações, “Gigantic” traria o adolescente Jack descobrindo um mundo de gigantes escondido entre as nuvens. Ao chegar lá, ele faz amizade com a menina gigante Inma, que tem 11 anos, 60 metros de altura e seria completamente mal-humorada. Previsto para 2020, o projeto marcaria a estreia na direção da roteirista de “Divertida Mente” (2015), Meg LeFauve, que trabalharia ao lado de Nathan Greno, diretor de “Enrolados” (2010). Além dos diretores, também estavam trabalhando em “Gigantic” os compositores Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez, ambos de “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013), que já tinham desenvolvido as primeiras canções da trilha sonora. Vale lembrar que a Disney já tinha adaptado a fábula num curta animado, com Mickey Mouse no lugar do protagonista. Intitulado “Mickey e o Pé de Feijão”, o desenho foi lançado em 1947.

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    Programação dos cinemas privilegia estreias para o Dia das Crianças

    12 de outubro de 2017 /

    Uma dezena de filmes chega aos cinemas no feriadão, mas os shoppings privilegiam os lançamentos infantis para o Dia das Crianças, além de um terror, lembrando ainda que sexta-feira é dia 13. Como é praxe, o circuito limitado fica com as melhores opções. Clique nos títulos em destaque abaixo para ver todos os trailers da programação. A animação da DreamWorks “As Aventuras do Capitão Cueca – O Filme” e o besteirol brasileiro “Como se Tornar o Pior Aluno da Escola” dividem a maioria das salas e tem até coincidência temática. Ambos acompanham dois moleques que aprontam na escola. No desenho, os meninos hipnotizam o diretor do colégio, fazendo-o acreditar que é um super-herói, com resultados divertidos. Adaptação dos livros infantis do escritor americano Dav Pilkey, o filme tem 87% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Já na trama da comédia brasileira, baseada em livro de Danilo Gentili, o próprio autor convence os protagonistas mirins de que não é preciso estudar para se dar bem – e que a vida adulta é só diversão! Essa mensagem “politicamente” incorreta é acompanhada por piadinhas infantis, mas contadas com escatologia e vocabulário impróprio para menores de 14 anos. Destacam-se as participações do cantor Moacyr Franco e do mexicano Carlos Villagrán (o Quico do seriado “Chaves”). O terror “A Morte Te Dá Parabéns” é uma variação do tema do looping temporal, adaptando a premissa de “Feitiço do Tempo” (1993) e “No Limite do Amanhã” (2014) a um contexto de slasher. Numa situação típica do gênero, um serial killer mascarado ataca a protagonista numa república feminina. Mas, após morrer, ela acorda para reviver novamente o mesmo dia, que por acaso é o seu aniversário. E isso acontece sucessivas vezes, até ela se convencer que, para sobreviver, precisará descobrir a identidade do assassino. O filme também estreia neste fim de semana nos Estados Unidos e tem 64% de aprovação no Rotten Tomatoes. A direção é de Christopher Landon (da franquia “Atividade Paranormal” e do terrir “Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi”) e foi escrito em parceria com Scott Lobdell, autor de inúmeros quadrinhos dos X-Men e derivados, como “Geração X” e o crossover da “Era de Apocalipse”. Ainda há dois lançamentos para o público infantil no circuito limitado. A animação francesa “Garoto Fantasma” é dos mesmos diretores de “Um Gato em Paris” (2010) e traz um belíssimo visual estilizado, ao estilo dos quadrinhos europeus da chamada “linha branca” (desenhos limpos influenciados por “Tintim”). A história também é típica do gênero, girando em torno de um menino que usa projeção astral para ajudar um detetive numa cadeira de rodas a prender um perigoso criminoso. 87% no Rotten Tomatoes. Por sua vez, “A Menina Índigo” é o “X-Men espírita nacional”. Cheio de situações clichês e personagens estereotipados, tem pais divorciados que só discutem, jornalistas sensacionalistas malvados, professores incapazes e uma criança mutante/espírita/superdotada, que demonstra enorme talento para as artes plásticas, jogando tinta por todo o lado feito um Jackson Pollock do ensino fundamental – além de curar pessoas doentes com seu toque!! Ela é uma das “Crianças Índigos”, uma geração dotada de inteligência e espiritualidade superior, “um novo tipo de evolução humana”, igual aos X-Men da Marvel ou à protagonista mirim da série “Believe” (2014). Só que de verdade. Assim como era “de verdade” a trama passada no plano espiritual de “Nosso Lar” (2010), longa do mesmo diretor, Wagner de Assis. Terceiro longa brasileiro da semana, “Entre Irmãs” se sai melhor, mas também abusa dos clichês. Drama de época passado nos anos 1930, acompanha Luzia (Nanda Costa, de “Gonzaga: De Pai pra Filho”), a irmã aventureira, e Emília (Marjorie Estiano, da série “Sob Pressão”), a romântica, que acabam tendo destinos muito diferentes. Uma se decepciona ao realizar o sonho de se casar e morar na capital, enquanto a outra se junta a bandoleiros e vira cangaceira. Baseada em best-seller, com narrativa episódica e longa duração, a produção parece minissérie da Globo. A direção é de Breno Silveira, do filme/minissérie da Globo “Gonzaga: De Pai para Filho” (2012). Os destaques do circuito limitado são duas produções americanas independentes, “Logan Lucky – Roubo em Família” e “Detroit em Rebelião”, muito bem-avaliadas no Rotten Tomatoes, que marcam as voltas dos diretores Steven Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e Kathryn Bigelow (“A Hora Mais Escura”) ao cinema, meia década após seus últimos filmes. Com notáveis 93% de aprovação, a comédia “Logan Lucky” gira em torno de dois irmãos caipiras que planejam um roubo ambicioso, mas, como são incrivelmente estúpidos, procuram ajuda de um especialista para realizar o golpe. O fato do “ajudante” estar preso é apenas um detalhe de como o plano é pouco esperto. Channing Tatum (“Magic Mike”) e Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”) são os irmãos e Daniel Craig (o “007”) vive o presidiário, com os cabelos descoloridos e uma musculatura impressionante. “Detroit em Rebelião” tem 83% de críticas positivas e marca a terceira parceria de Bigelow com o roteirista Mark Boal, após “Guerra ao Terror” (2008) e “A Hora Mais Escura” (2012). Baseado em fatos reais, o longa retrata a devastadora revolta popular que tomou conta de Detroit ao longo de cinco dias em 1967, quando uma operação policial mal-planejada matou três jovens negros, precipitando uma rebelião civil, que cresceu para uma batalha campal com um saldo de 43 mortos, mais de 340 feridos e 7 mil prédios queimados. O elenco inclui John Boyega (“Star Wars: O Despertar da Força”), Will Poulter (“O Regresso”), Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”) e Anthony Mackie (“Capitão América: Guerra Civil”). Completam a programação dois dramas premiados, que por coincidência se baseiam em fatos reais, passam-se na mesma época e exploram o mesmo tema: inocentes injustiçados e oprimidos pela suspeita de serem comunistas nos anos 1980. “El Amparo” chega aos cinemas praticamente um ano após vencer a Mostra de São Paulo. Estreia do diretor venezuelano Rober Calzadilla, acompanha dois sobreviventes de um massacre cometido pelo exército, que confundiu pescadores com guerrilheiros na fronteira entre a Colombia e a Venezuela. Presos e forçados a confessar seus crimes, os suspeitos geram comoção em sua comunidade e ganham a solidariedade dos vizinhos, que refutam a história oficial. A obra também foi premiada nos festivais de Biarritz, Havana e Marselha. Por fim, o sul-coreano “O Advogado” conquistou vários prêmios da indústria asiática, mas é uma produção de quatro anos atrás e chapa-branca. O filme e o personagem-título, que começa obcecado em fazer dinheiro, mudam de registro bruscamente quando surge o caso de um jovem espancado pela polícia e preso sem mandato, ao ser considerado, com seus colegas estudantes, simpatizante da Coreia do Norte. Indignado, o advogado contábil Roh Moo-hyun vira militante dos direitos humanos e assume tom exaltado, além de fervor patriótico, ao defender o caso no tribunal. A repercussão lançou sua carreira política. Considerado um grande exemplo de moral e justiça, o verdadeiro Roh Moo-hyun foi eleito presidente da Coreia do Sul em 2003. Mas, ao encerrar o mandato, foi implicado num grande escândalo de corrupção, envolvendo (o equivalente a) seus ministros, parentes e construtoras… Ao contrário de outros, ele não afirmou que era o homem mais honesto da história deste… do seu país. Assumiu o erro, se disse envergonhado, pediu para os seguidores deixarem de idolatrá-lo e morreu após se jogar de um precipício em 2009. Em sua nota de suicídio, ele pediu desculpas por fazer “muitas pessoas sofrerem”. A reviravolta foi que, exatamente como outros, ele saiu da vida para entrar na história, transformando-se em mártir de uma perseguição política injusta. O filme-exaltação faz parte do reboot da narrativa oficial, que visa redimir sua biografia.

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    Will Smith e Tom Holland vão dublar a próxima animação do estúdio de Rio e A Era do Gelo

    10 de outubro de 2017 /

    Os atores Will Smith (“Esquadrão Suicida”) e Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) vão dublar a animação “Spies in Disguise”, nova produção do estúdio Blue Sky – de “A Era do Gelo e “Rio” – para a Fox. O estúdio fez o anúncio junto com a divulgação das primeiras imagens de seus personagens. Continua a ser impressionante como os estúdios americanos torram boa parte do orçamento de suas animações com vozes de astros famosos, que não tem importância alguma para o mercado internacional, onde os filmes são redublados por profissionais que trabalham pelo piso sindical. Desta vez, ao menos, os personagens são humanos e se parecem fisicamente com seus intérpretes, como se pode ver pelas imagens. O filme é baseado em um curta de 2009, feito por Lucas Martell. A trama acompanha um agente secreto que quase desencadeia um conflito global quando um pombo fica preso numa mala do governo com dispositivo nuclear. Confira a animação original abaixo. A direção do longa está a cargo de Nick Bruno e Troy Quane, respectivamente animador e artista de storyboard da franquia “A Era do Gelo”, que fazem suas estreias na função. O projeto ainda não tem previsão para chegar aos cinemas.

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    Jean Rochefort (1930 – 2017)

    9 de outubro de 2017 /

    Jean Rochefort, um dos atores mais populares do cinema francês, morreu na madrugada desta segunda-feira (9/10) aos 87 anos. Ele estava hospitalizado em agosto e faleceu em um estabelecimento médico em Paris. Com uma filmografia de quase 150 filmes, Rochefort construiu sua carreira em todos os gêneros, mas principalmente comédias ligeiras, sem nunca perder o charme e a elegância… ou seu icônico bigode. O ator nasceu em Paris em 1930 e começou a trabalhar no cinema na década de 1950, primeiro como figurante, depois como coadjuvante de aventuras de capa e espada, como “Le Capitaine Fracasse” (1961), “Cartouche” (1962), “Maravilhosa Angélica” (1965) e “Angélica e o Rei” (1966). Até que a comédia o descobriu. De coadjuvante em “Fabulosas Aventuras de um Playboy” (1965), estrelado por seu colega de “Cartouche”, Jean-Paul Belmondo, passou a protagonista no filme seguinte, o cultuado “Quem é Polly Maggoo?” (1966), um dos filmes mais famosos da história da moda no cinema. Ainda contracenou com Brigitte Bardot no romance “Eu Sou o Amor” (1967) e fez alguns thrillers importantes no começo dos anos 1970: “A Estranha Herança de Bart Cordell” (1973), nova parceria com Belmondo, “O Relojoeiro” (1974), de Bertrand Tavernier, e dois longas de Claude Chabrol, “Assassinato por Amor” (1975) e “Profecia de um Delito” (1976). O período também destaca duas obras dramáticas que lhe consagraram com Césares (o Oscar francês) consecutivos: a produção de época “Que a Festa Comece” (1976), novamente dirigido por Tavernier, e a trama de guerra “Le Crabe-Tambour” (1978), de Pierre Schoendoerffer. Mas apesar da variedade de projetos, logo sua veia de comediante se tornou mais evidente. Um quarteto de filmes foi responsável por estabelecer o novo rumo de sua carreira: “Loiro Alto do Sapato Preto” (1972), em que foi dirigido pela primeira vez por Yves Robert, “O Fantasma da Liberdade” (1974), do gênio espanhol Luis Buñuel, “Pecado à Italiana” (1974), de Luigi Comencini, e principalmente “O Doce Perfume do Adultério” (1976), seu segundo filme comandado por Robert. “O Doce Perfume do Adultério” fez tanto sucesso que, oito anos depois, ganhou um remake americano ainda mais popular – “A Dama de Vermelho” (1986), no qual o papel de Rochefort foi vivido por Gene Wilder. E depois de outra parceria bem-sucedida com o mesmo diretor, “Vamos Todos para o Paraíso” (1977), Rochefort filmou sua primeira comédia em inglês, “Quem Está Matando os Grandes Chefes?” (1978), tornando-se ainda mais conhecido no mundo todo. Ele continuou a acumular sucessos em sua associação com Robert – “Vamos Fugir!” (1979), “O Castelo de Minha Mãe” (1990) e “Esse Mundo é dos Chatos” (1992) – e ao firmar uma nova parceria importante com Patrice Leconte, com quem rodou seis filmes: “Tandem” (1987), “O Marido da Cabeleireira” (1990), “A Dança dos Desejos” (1993), “Os Canastrões” (1996) e o melhor de todos, “Caindo no Ridículo” (1996), uma obra-prima do humor francês, que rendeu a Rochefort nova indicação ao César. A lista se completa com o suspense “Uma Passagem para a Vida” (2002), pelo qual recebeu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Veneza. O ator francês também foi dirigido pelo gênio americano Robert Altman em “Prêt-à-Porter” (1994) – que só perde para “Quem É Polly Maggoo?” na lista dos filmes de moda obrigatórios. Très chic. E foi a primeira escolha de Terry Gilliam para estrelar “The Man Who Killed Don Quixote” em 2000, ao lado de Johnny Depp. Mas esta produção foi interrompida por inúmeros desastres e nunca saiu do papel, ao menos como planejado, já que virou um documentário premiado, “Perdido em La Mancha” (2002). Ao final do século 20, Rochefort resolveu diversificar a carreira, aparecendo em minisséries e telefilmes, além de passar a dublar longas animados. É dele a voz do cavalo Jolly Jumper no desenho “Os Daltons Contra Lucky Luke” (2004). Outras animações recentes com sua voz incluem “Titeuf: O Filme” (2011), “Jack e a Mecânica do Coração” (2013) e “Abril e o Mundo Extraordinário” (2015). Entre seus últimos trabalhos, destacam-se ainda o excelente suspense “Não Conte a Ninguém” (2006), de Guillaume Canet, a comédia inglesa “As Férias de Mr. Bean” (2007), a adaptação dos quadrinhos de “Asterix e Obelix: A Serviço de sua Majestade” (2012), e o drama “O Artista e a Modelo” (2012), do espanhol Fernando Trueba, pelo qual foi indicado ao Goya (o Oscar espanhol). Seu papel final foi o personagem do título de “A Viagem de Meu Pai” (2015), de Philippe Le Guay, outro desempenho elogiadíssimo, que encerrou sua carreira no mesmo nível notável com que sempre será lembrado.

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