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  • Filme

    Uglydolls terá cantores brasileiros em sua dublagem nacional

    16 de abril de 2019 /

    A Diamond Films anunciou os dubladores da versão nacional da animação “Uglydolls”. E ela contará com alguns cantores brasileiros: Aline Wirley (ex-Rouge), Paula Lima e o rapper Rincon Sapiência dublarão os personagens Moxy, Mandy e Ugly Dog, respectivamente. Além deles, o elenco vocal também contará com o ator João Côrtes (“O Negócio”), que ficou em 2º lugar na competição musical de calouros da Globo “Popstar” no ano passado. Ele dublará Lou. Os personagens são originalmente dublados em inglês pelos cantores Kelly Clarkson (Moxy), Nick Jonas (Lou), Janelle Monáe (Mandy) e Pittbull (Ugly Dog). Curiosamente, a trilha sonora do filme destaca a participação da brasileira Anitta, que não vai participar da dublagem nacional. Baseada nas bonecas homônimas, “Uglydolls” acompanha a história de Moxy e seus amigos da colorida cidade de Uglyville, onde são celebrados por suas diferenças, já que lá ninguém é perfeito. Até que vão parar no Instituto da Perfeição, onde sentem a tentação de tentar “consertar” suas aparências. Com direção de Kelly Asbury (“Gnomeu e Julieta”), o desenho tem estreia marcada para 16 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. Veja abaixo o trailer dublado em português.

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  • Filme

    Filme animado da Família Addams ganha trailer dublado em português

    16 de abril de 2019 /

    A Universal divulgou a versão dublada em português do trailer da animação “A Família Addams”. A prévia revela a mudança da família para sua famosa mansão assombrada e apresenta uma coleção de cenas que funcionam como esquetes, sem dar noção de uma trama central. Primeiro desenho da franquia produzido para o cinema, o filme reuniu um elenco famoso para dar vozes aos personagens clássicos. Todos substituídos por pessoas não identificadas no Brasil. Você não ouvirá abaixo Charlize Theron (“Tully”) dar voz à Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dublar seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) como seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dublando o Tio Chico e nem Bette Midler (“Abracadabra”) como a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que você não ouvirá ser dublada por Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). Caso queira ouvir esse elenco, siga o link para o trailer original, divulgado há uma semana. A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. A estreia da nova produção está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Shazam mantém 1º lugar enquanto Hellboy implode nos EUA

    14 de abril de 2019 /

    “Shazam!” enfrentou quatro estreias neste fim de semana, mas não teve dificuldades para se manter no topo da bilheteria dos Estados Unidos e Canadá. A adaptação da DC Comics fez mais US$ 25M (milhões) em seu segundo fim de semana, atingindo US$ 94,9M em dez dias em cartaz na América do Norte. No mundo inteiro, já são US$ 258,8M. A surpresa ficou com a disputa do 2º lugar, em que “A Chefinha” (Little) superou “Hellboy”. A comédia com premissa fantasiosa, um “De Repente 30” às avessas e com elenco negro, faturou US$ 15,4M, quantia bastante comemorada, já que a produção custou apenas US$ 20M. Além disso, a crítica achou medíocre, com 49% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes. Para se ter noção do quanto “A Chefinha” é “prioridade”, o filme só vai chegar no Brasil em agosto. “Hellboy”, por outro lado, custou US$ 50M – sem considerar as despesas de marketing. E implodiu com US$ 12M. O desempenho muito abaixo das expectativas – e das aberturas dos dois filmes anteriores do personagem, em 2004 e 2008 – foi salgado por críticas extremamente negativas da imprensa americana, que renderam média de 15% de aprovação no Rotten Tomatoes. A Millennium segurou os números do mercado internacional, mas as projeções apontam um início ainda pior no exterior. Esta combinação de sinais apocalípticos representa o fim da franquia. Os outros dois lançamentos da semana foram o drama teen “After” e a animação “O Elo Perdido”, que ficaram em 8º e 9º lugares, respectivamente. Considerado o pior lançamento da semana, “After” teve apenas 13% de aprovação e rendeu US$ 6,2M. Já “O Elo Perdido” agradou à crítica, com 89%, mas teve a pior abertura de uma produção do estúdio Laika, especializado em animação em stop motion, com US$ 5,8M. Até então, a pior abertura da Laika tinha sido seu filme anterior, “Kubo e as Cordas Mágicas” (2016), com US$ 12,6M. Mas este longa, adorado pela crítica, ganhou indicação ao Oscar, o que não deve ocorrer com “O Elo Perdido”, levando em conta sua avaliação abaixo do padrão elevadíssimo do estúdio. “After” já estreou no Brasil e “O Elo Perdido” não tem previsão de lançamento no país. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Shazam! Fim de semana: US$ 25,1M Total EUA e Canadá: US$ 94,9M Total Mundo: US$ 258,8M 2. A Chefinha Fim de semana: US$ 15,4M Total EUA e Canadá: US$ 15,4M Total Mundo: US$ 17,3M 3. Hellboy Fim de semana: US$ 12M Total EUA e Canadá: US$ 12M Total Mundo: US$ 22M 4. Cemitério Maldito Fim de semana: US$ 10M Total EUA e Canadá: US$ 41,1M Total Mundo: US$ 76,8M 5. Dumbo Fim de semana: US$ 9,1M Total EUA e Canadá: US$ 89,9M Total Mundo: US$ 266,9M 6. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 8,6M Total EUA e Canadá: US$ 386,5M Total Mundo: US$ 1B 7. Nós Fim de semana: US$ 6,9M Total EUA e Canadá: US$ 163,4M Total Mundo: US$ 235,9M 8. After Fim de semana: US$ 6,2M Total EUA e Canadá: US$ 6,2M Total Mundo: US$ 18,4M 9. O Elo Perdido Fim de semana: US$ 5,8M Total EUA e Canadá: US$ 5,8M Total Mundo: US$ 5,8M 10. The Best of Enemies Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 8,1M Total Mundo: US$ US$ 8,1M

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  • Filme

    Ouça três versões da música de Anitta na trilha da animação UglyDolls

    12 de abril de 2019 /

    A gravadora Atlantic Records divulgou a íntegra das versões da música “Ugly”, cantada por Anitta na trilha da animação “UglyDolls”, filme baseado na linha de bonecas de mesmo nome. A brasileira gravou a música três vezes, com vocais em português, espanhol e inglês. Confira abaixo. Trilhas de filmes animados tendem a ficar presos ao tema da produção. E “Ugly” não é exceção. A letra tenta passar uma mensagem de autoestima. “Mesmo quando estou mal/ Tenho que lembrar, não é real/ Porque eu não sou feia, sei que não sou feia/ Eu sou linda como sou”, canta Anitta no refrão em português. Os versos são justamente a moral da história de Moxy e seus amigos Ox, Ugly Dog, Wage, Babo e Lucky Bat, que moram na colorida cidade de Uglyville, onde são celebrados por suas diferenças, já que lá ninguém é perfeito. Até que vão parar no Instituto da Perfeição, onde sentem a tentação de tentar “consertar” suas aparências. A música de Anitta foi composta por ninguém menos que o célebre DJ Fatboy Slim em parceria com Max Martin, fabricante de hits em série de Britney Spears, Katy Perry e Selena Gomez. Mas o resultado não distingue nenhuma característica particular da brasileira, que canta a melodia de forma chorosa-melosa, ao estilo genérico das calouras de reality musical americano. A trilha sonora de “UglyDolls” também vai incluir faixas cantadas por Kelly Clarkson, Nick Jonas, Janelle Monáe, Bebe Rexha e Blake Shelton, todos dubladores de personagens do desenho. Com direção de Kelly Asbury (“Gnomeu e Julieta”), o desenho das bonecas tem estreia marcada para 16 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Os Simpsons vestem o chapéu do Mickey em vídeo da Disney+ (Disney Plus)

    12 de abril de 2019 /

    O evento da Disney que anunciou detalhes da seu projeto de streaming, realizado na noite de quinta (sexta, 12/4, no fuso horário brasileiro) para investidores e imprensa norte-americanos, incluiu o primeiro vídeo de “Os Simpsons” feito para o estúdio. Concebido para divulgar a disponibilização dos 660 episódios da série animada com exclusividade na Disney+ (Disney Plus), o vídeo mostra Homer mandando toda a família usar o chapéu do Mickey, com resultados hilários. A sinergia com a Disney aparece estampada literalmente num cartaz ao fundo, mas também se manifesta por meio de uma participação muito especial. Vale reparar também que, aos pés da estátua de Bob Iger, CEO da Disney, há uma cesta de lixo com um retrato de Rupert Murdoch, CEO da Fox, que vendeu seu estúdio de cinema e TV para a Disney. A série “Os Simpsons” será um dos destaques da Disney+ (Disney Plus), que ganhou data de lançamento nos Estados Unidos: 12 de novembro. A expectativa é que o serviço seja disponibilizado em outros países a partir de 2020.

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  • Filme

    Novo trailer legendado de O Rei Leão impressiona com realismo dos animais

    10 de abril de 2019 /

    A Disney divulgou um novo pôster e o segundo trailer legendado de “O Rei Leão”. E embora esta não seja, claramente, uma versão “live-action”, com atores interpretando os personagens, a prévia impressiona por seu realismo. Trata-se de uma evolução enorme em relação a “Mogli, o Menino Lobo”, com uma animação digital tão convincente que, por um breve momento, é possível jurar que se trata de um documentário do Animal Planet. Impressão que dura até a reconstituição de cenas clássicas da animação – e que é contrastada pelo fato de os animais serem falantes… e cantores! As vozes que ressoam no vídeo são de James Earl Jones (“O Campo dos Sonhos”), que volta a dublar Mufasa, o pai de Simba, como no desenho clássico de 25 anos atrás, e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) como o vilão Scar, que bane o pequeno Simba para o exílio na floresta. De forma simbólica, todos os leões africanos são dublados por atores negros. Simba ganhou dublagem de Donald Glover (série “Atlanta”), Alfre Woodard (série “Luke Cage”) dá voz à Sarabi, a mãe de Simba, e a cantora Beyoncé (“Dreamgirls”) encarna Nala. Já os dois personagens mais divertidos, Timão e Pumba, têm as vozes dos comediantes Billy Eichner (série “Parks and Recreation”) e Seth Rogen (“Os Vizinhos”), respectivamente como o suricato e o javali. O novo “O Rei Leão” tem direção de Jon Favreau, responsável justamente por “Mogli, o Menino Lobo”, e a previsão de estreia é para 18 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Filme animado da Família Addams ganha primeiro trailer

    9 de abril de 2019 /

    A MGM divulgou o primeiro trailer do longa animado de “A Família Addams”. A prévia revela uma coleção de esquetes com os personagens, mas não dá ideia da trama. Uma das cenas, porém, sugere uma mudança recente da família para sua famosa mansão assombrada. Primeiro desenho da franquia produzido para o cinema, o filme reuniu um elenco famoso para dar vozes aos personagens clássicos. Charlize Theron (“Tully”) dá voz à Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dubla seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) vive seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dubla o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) encarna a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que será dublada por Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. A estreia da nova produção está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Irmão do Jorel vence prêmio de Melhor Série Animada Ibero-Americana

    8 de abril de 2019 /

    A 3ª temporada de “Irmão do Jorel” venceu na noite de sábado (6/4) em Tenerife, na Espanha, o prêmio de Melhor Série de Animação da segunda edição dos Prêmios Quirino, instituídos para promover a indústria ibero-americana da animação. A série criada em 2014 por Juliano Enrico, que acompanha o cotidiano de uma família brasileira nos anos 1980, exibe atualmente sua 3ª temporada no Cartoon Network. Enrico dedicou o reconhecimento a todos os artistas, roteiristas, animadores, produtores e atores brasileiros, e ressaltou que a animação no país é “muito mais” que entretenimento. “É um negócio, são muitos artistas e muito talento, e tem que continuar”, declarou. Outra produção brasileira, “Guaxuma”, de Nara Normande, também foi premiada no evento, na categoria Melhor Curta de Animação. O Brasil também estava na disputa do prêmio de Melhor Longa-Metragem Animado com “Tito e os Pássaros”, de Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto. Mas o vencedor foi o colombiano “Virus Tropical”, de Santiago Caicedo, que adapta a graphic novel homônima sobre uma menina que cresce entre Cali (Colômbia) e Quito (o Equador) e luta para tomar as rédeas da sua vida. O prêmio tem o nome do criador do primeiro longa-metragem de animação da história, Quirino Cristiani, que em 1917 dirigiu “El Apóstol”, uma produção argentina na qual foram utilizados 58.000 desenhos feitos à mão e várias maquetes que representavam edifícios públicos e ruas de Buenos Aires.

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  • Filme

    Shazam! estreia em 1º lugar nos Estados Unidos

    7 de abril de 2019 /

    “Shazam!” não quebrou recordes, mas fez bastante barulho em sua estreia nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá. O longa da Warner embolsou US$ 53,4 milhões em seu primeiro fim de semana, impulsionado por críticas muito positivas – 91% de aprovação no site Rotten Tomatoes – para conquistar o 1ª lugar nas bilheterias. O valor não é tão imponente quanto os lançamentos da Marvel, mas foi além das expectativas, já que havia previsão de uma arrecadação inicial entre US$ 40 e 45 milhões. Além disso, “Shazam!” custou muito menos que a maioria dos filmes de super-heróis – foi produzido por US$ 100 milhões – e só precisa de metade da arrecadação de “Mulher-Maravilha” – ou um terço de “Aquaman” – para dar lucro. O tom do filme estrelado por Zachary Levi vinha sendo comparado ao “Homem-Formiga” e é interessante reparar que o longa da Marvel abriu com US$ 57 milhões, na mesma faixa, mas com uma etiqueta mais cara – custou US$ 130 milhões. Com a arrecadação internacional, “Shazam!” atingiu US$ 158,7 milhões em seu fim de semana inaugural, o que confirma que a Warner lançou mais uma franquia da DC Comics. E que a cena pós-crédito introduz, sim, uma continuação. Enfrentando a concorrência superpoderosa, o terror “Cemitério Maldito” também mostrou ótimo desempenho com uma arrecadação de US$ 25 milhões, que lhe rendeu o 2º lugar. O detalhe é que a nova adaptação do romance de Stephen King só custou US$ 21 milhões para ser produzida. O filme atingiu 61% de aprovação da crítica no site Rotten Tomatoes, agradando mais que a primeira versão da história. Ainda que cultuado por muitos, o “Cemitério Maldito” de 1989 foi considerado medíocre, com média de 48%. A estreia do remake está prevista no Brasil para 9 de maio. Os dois lançamentos empurraram “Dumbo” para o 3º lugar, numa queda drástica, de 60% na arrecadação em relação à semana passada. Após 10 dias em cartaz, o filme da Disney acena com prejuízo, ao não passar dos US$ 76,2 milhões no mercado doméstico. A semana ainda registrou a estreia do drama “The Best of Enemies”, que fez US$ 4,5 milhões em 6º lugar. Com 52% de aprovação, foi criticado por simplificar a aliança entre uma militante negra e um líder da Ku Klux Klan, que se uniram para revolucionar o sistema educacional americano. Não há previsão para o lançamento no Brasil. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Shazam! Fim de semana: US$ 53,4M Total EUA e Canadá: US$ 56,7M Total Mundo: US$ 158,7M 2. Cemitério Maldito Fim de semana: US$ 25M Total EUA e Canadá: US$ 25M Total Mundo: US$ 42,3M 3. Dumbo Fim de semana: US$ 18,2M Total EUA e Canadá: US$ 76,2M Total Mundo: US$ 213,7M 4. Nós Fim de semana: US$ 13,8M Total EUA e Canadá: US$ 152,3M Total Mundo: US$ 216,5M 5. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 12,6M Total EUA e Canadá: US$ 374,1M Total Mundo: US$ 1B 6. The Best of Enemies Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA e Canadá: US$ 4,5M Total Mundo: US$ 4,5M 7. A Cinco Passos de Você Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA e Canadá: US$ 41,5M Total Mundo: US$ 62,5M 8. Unplanned Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 12,4M Total Mundo: US$ 12,4M 9. O Parque dos Sonhos Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 41,5M Total Mundo: US$ 59,9M 10. Como Treinar Seu Dragão 3 Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA e Canadá: US$ 156,6M Total Mundo: US$ 508M

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  • Filme

    Dumbo é um filme à moda antiga de Tim Burton

    7 de abril de 2019 /

    Tim Burton não abre mão de seus temas favoritos. Antes de as grandes produções de Hollywood falarem sobre o preconceito contra os excluídos ou o que é tido como diferente, Burton já abordava suas paixões como ninguém, inclusive numa fase que antecede a fama de Guillermo del Toro, artista que também gosta de viver nas sombras. Tudo isso envelopado com muita beleza e criatividade em termos de direção de arte, figurinos, fotografia e trilha sonora; seja na luz ou na escuridão, Burton tira cores do ambiente e de seus personagens. Em “Dumbo”, não é diferente. Mas ele está muito mais livre, leve e solto agora do que em “Alice no País das Maravilhas” (2010), a adaptação que lançou a safra de transformações das clássicas animações do estúdio em produções live-action. Em poucos segundos, sua marca se faz presente. É tudo tão bonito de se ver que é difícil enumerar frames prediletos, porque muitos devem inspirar artistas a pintarem quadros por aí. Mas destaco uma cena, com Dumbo olhando a pena mágica pegar fogo. Esse frame é um dos mais belos do cinema. Todo mundo conhece a história do filhote de elefante orelhudo que sabia voar. Mas “Dumbo” não é uma cópia do desenho, com uma ou outra mudança, como “A Bela e a Fera” (2017), por exemplo. É um filme de Tim Burton e ele sabe o quanto é necessário atualizar certos conceitos, como o final da animação, que pode ter emocionado a plateia de 1941, mas que não cabe em 2019. Portanto, fique de olho na primeira e na última sequência e o quanto elas dialogam com os dias atuais. Mas tudo que faz de Tim Burton uma atração também representa sua maldição. Quando ele estava na vanguarda, representava um talento ousado e inigualável, um verdadeiro autor, um visionário capaz de levar Hollywood para o futuro. Tanto nos temas que destrinchava quanto na inconfundível assinatura visual. Entretanto, o cinema de Burton passa a impressão de que parou no tempo, pois seus novos filmes seguem o mesmo ritmo e estilo de seus primeiros trabalhos. Claro que na década de 1980 não veríamos um elefante com orelhas gigantes voando com tamanha perfeição, mas o jeito com que ele conta essa história é à moda antiga demais, com personagens unidimensionais, diálogos, atitudes, clima antiquados. Quem não conhece o cinema de Tim Burton (as crianças) têm uma chance maior de se encantar com “Dumbo” e, provavelmente, maior chance de chorar litros. Porém, os cinéfilos que forem assistir ao longa atraído pelo nome do diretor sairão do filme sem empolgação, pensando em nada além dos cenários, das cores, da beleza estonteante de Eva Green e a fofura provocada pelo elefante, uma maravilha de efeitos visuais, principalmente em seus voos. Assim como demonstrou “O Lar das Crianças Peculiares”, com tantos cineastas seguindo seus passos, o estilo inovador daquele jovem à frente de seu tempo virou algo inesperadamente convencional. De todo modo, é interessante reparar que a Disney deu liberdade total para ele fazer o filme que queria, com seus atores favoritos (Michael Keaton, Danny DeVito, Eva Green), e com uma crítica implícita à própria Disneylândia (Dreamland). Pode ter certeza que o estúdio não aceitaria isso de qualquer outro diretor.

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  • Série

    Robert Zemeckis vai dirigir piloto da série live-action dos Jetsons

    6 de abril de 2019 /

    Robert Zemeckis sabe como será o futuro, tendo ido e voltado de lá na célebre trilogia “De Volta ao Futuro”. E agora usará esta experiência para comandar a série live-action dos Jetsons. Ele foi confirmado como responsável pela direção do piloto, que vai transformar os Jetsons numa família de carne e osso, além de estar envolvido no projeto como produtor. “Os Jetsons” foram criados pelo estúdio Hanna-Barbera como contrapartida para “Os Flintstones”. Enquanto a animação mais antiga mostrava uma família da Idade da Pedra, “Os Jetsons” levou à televisão uma família do futuro, formada pelo patriarca George, sua esposa Jane, os filhos Elroy e Judy, o cachorro Astro e a empregada-robô Rose. Seu cotidiano futurista incluía carros voadores, cidades suspensas, trabalho automatizado e robôs obedientes. Apesar de ter marcado época, a série original, que surgiu em 1962, durou apenas uma temporada com 24 episódios. Mas eles foram tão reprisados que pareciam muito mais. A curta duração não impediu que a produção se tornasse cultuada e resistisse ao tempo, chegando a ganhar um revival em 1985, com mais 41 capítulos. A versão com atores está sendo desenvolvida por Gary Janetti, roteirista-produtor de outra série animada, “Uma Família da Pesada” (Family Guy), e criador da sitcom britânica “Vicious”. Recentemente, a Variety apurou que a Warner cogitava lançar um novo longa animado da família futirista, a cargo do diretor Conrad Vernon, responsável pela animação “Festa da Salsicha” (2016). Com a produção da série, não está claro se este projeto continua em pé. A produção ainda está em estágio inicial e nem sequer definiu elenco. Mas, para virar série, o piloto precisará ser aprovado pelos executivos da rede americana ABC.

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  • Série

    Netflix vai lançar nova série animada gay de astro de Will & Grace

    4 de abril de 2019 /

    A Netflix encomendou a produção de mais uma série animada gay. Após os super-heróis brasileiros de “Super Drags”, a plataforma apresentará os espiões americanos de “Q-Force”, onde a letra Q se refere à palavra queer, que compõe a sigla LGBTQ. Produzida por dois nomes de peso da TV americana, Sean Hayes (ator de “Will & Grace” e produtor de “Grimm”) e Mike Schur (criador de “The Good Place”, “Parks & Recreation” e “Brooklyn Nine-Nine”), a série contará com 10 episódios de meia hora, acompanhando um agente secreto e sua equipe de super-espiões LGBTQ, que precisam se provar constantemente em suas extraordinárias aventuras. “Q-Force” é a primeira atração produzida por Schur após ele fechar um contrato milionário de exclusividade com a Universal. Mas o criador da animação é Gabe Liedman, roteirista de “Brooklyn Nine-Nine”. Já Hayes, além de produzir, também participará como dublador de um dos personagens. Ele explicou para o site Deadline que, originalmente, a série seria uma comédia live-action, mas virou animação “porque uma série de espiões é muito difícil e cara de ser feita”. Além disso, “provavelmente não haveria quem comprasse uma série com protagonistas e coadjuvantes gays. Espero que um dia isso aconteça, mas não parece ser o caso agora”. Ainda não há previsão de estreia para “Q-Force”.

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  • Série

    Ator de Star Trek vai estrelar série baseada no anime Cowboy Bebop

    4 de abril de 2019 /

    A Netflix anunciou os primeiros nomes do elenco da série live-action baseada no anime (desenho animado japonês) clássico e cultuadíssimo “Cowboy Bebop”, inclusive quem viverá o protagonista Spike Spiegel. O papel principal ficou com John Cho (“Buscando…”). Será a segunda vez que o ator, que é sul-coreano, é escalado para viver um “japonês” por Hollywood. Ele também é o intérprete do Sr. Sulu na franquia cinematográfica “Star Trek”. Mas há uma ironia na nova escalação. Apesar de nascido em Marte, Spike tem um sobrenome alemão, adotado por muitas famílias judias. Mesmo assim, será vivido por um ator asiático na série. A contratação de Cho pode ser decorrência das várias reclamações de fãs contra o embranquecimento de personagens de animes nas adaptações americanas. Em compensação, outra personagem importante deixou de ser asiática na série. Nascida em Singapura na animação, Faye Valentine será interpretada por Daniella Pineda (a bruxa Sophie Deveraux de “The Originals”), que não se parece nada com a icônica femme fatale. Os demais atores anunciados foram Mustafa Shakir (o vilão John “Bushmaster” McIver em “Luke Cage”) como Jet, braço direito mortal de Spike, e Alex Hassell (“Suburbicon”) como Vicious, o assassino mais notório da galáxia. O ator de Radical Ed, protagonista que falta, ainda está em seleção. “Cowboy Bebop” inspirou um verdadeiro culto desde que estreou no Japão em 1998. A série animada acompanhava um grupo de caçadores de recompensa que viajava na espaçonave Bebop em 2071, atrás de criminosos perigosos. Após o fim da série, os personagens ainda apareceram num longa de animação, “Cowboy Bebop: O Filme”, em 2001. A versão americana ia originalmente ser um filme, que entrou em desenvolvimento na década passada, quando os direitos da adaptação foram adquiridos pela Fox. Mas o roteiro assustou o estúdio. Em 2009, Keanu Reeves, que iria estrelar o longa como o icônico Spike Spiegel, contou que a produção foi abandonada pelo orçamento beirar os US$ 500 milhões. A nova encarnação começou a ganhar vida em 2017 num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”), o que deve garantir a manutenção do humor irônico do desenho original. Além disso, o diretor do anime Shinichiro Watanabe será um consultor da produção. A 1ª temporada terá dez episódios, mas ainda não há previsão para sua estreia.

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