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  • TV

    Globoplay revela trailer quente de “Verdades Secretas II”

    6 de outubro de 2021 /

    A Globoplay divulgou o trailer de “Verdades Secretas II”. A continuação da produção que deu o que falar em 2015 será a primeira novela brasileira criada com o streaming em mente. Os episódios da plataforma da Globo serão diferentes da exibição posterior na TV, com mais cenas quentes, como demonstra a prévia. A trama destaca a volta de Angel (Camila Queiroz), personagem da novela original, que tem que refazer sua vida e ganhar dinheiro, recorrendo ao Book Rosa para sustentar seu filho e tentar não ser pega pelo investigador (Rômulo Estrela) contratado por Giovanna (Agatha Moreira) para desmascará-la pelo assassinato do ex-amante. Escrita por Walcyr Carrasco (“O Outro Lado do Paraíso”) e dirigida por Amora Mautner (“Avenida Brasil”), “Verdades Secretas II” também destaca Gabriel Braga Nunes (“Em Família”), Julio Machado (“Joaquim”) e a portuguesa Maria de Medeiros (“Pulp Fiction”) no elenco. A estreia está marcada para 20 de outubro, às 21h30, em streaming. E, logo depois, os 10 primeiros capítulos estarão disponíveis na plataforma para os assinantes.

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  • TV

    Sobrinha trans de Roberta Close vai estrear como atriz

    31 de maio de 2021 /

    A modelo Gabrielle Gambine, sobrinha de Roberta Close, vai estrear como atriz em “Verdades Secretas 2”, novela chamada de série em produção para a plataforma Globoplay. Assim como na vida real, sua personagem será transexual. “Eu faço parte do elenco de apoio, mas está sendo desenvolvida uma personagem maior. Ela é uma modelo trans que trabalha na agência. Estou conhecendo gente genial e tendo trocas muito interessantes. Me sinto realizada”, disse Gambine à colunista Patricia Kogut. Como a “1ª temporada” de 65 episódios, “Verdades Secretas 2” vai se passar no mundo da moda e Gambine pretende usar sua experiência nesse mercado para o papel. Ela começou a modelar com 17 anos e já fez campanhas de marcas de roupa e de cosméticos. “A transição de gênero veio junto, num processo natural. Foi muito interessante. Modelar me ajudou a me entender como uma pessoa bonita”, explicou. A jovem de 23 anos elogiou a representatividade no elenco, que terá também atores orientais e negros. “É muito legal essa diversidade no casting. Eu fico feliz por poder estar atuando enquanto artista trans. Tem vários atores trans fake, roubando nosso protagonismo. Não adianta abordar pontos de vulnerabilidade da comunidade LGBTQIAP+ sem ter essas pessoas nesses papéis”, apontou. Gambine diz que a tia famosa, irmã de seu pai, é uma grande referência. Roberta Close marcou época nos anos 1980, ao se tornar a primeira modelo trans a ganhar popularidade, posar nua para a revista Playboy e ser constantemente convidada para aparecer na TV. “Ela é um ícone da beleza e da moda. Também chegou a atuar. Sempre me inspirou muito”, afirmou Gambine. Mas ela deixa claro que não quer ser vista como atriz trans. Apenas como trans. “As pessoas trans são muito vistas como as primeiras a fazer determinadas coisas. Por exemplo, a primeira trans a fazer “Malhação”, a primeira médica trans etc. Me incomoda ser reduzida a isso. Sou atriz. O fato de sermos as primeiras é porque essa oportunidade ainda é muito recente. Mas com certeza não seremos as últimas”, concluiu. “Verdades Secretas 2” tem roteiro de Walcyr Carrasco, direção de Amora Mautner e ainda não possuiu previsão de estreia.

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  • Série

    Cancelamento Cultural: Globo desiste de série sobre crime do goleiro Bruno

    10 de março de 2020 /

    A patrulha politicamente correta comemora seu primeiro cancelamento cultural importante no Brasil. A Globo desistiu de produzir uma série sobre o crime do goleiro Bruno, condenado por assassinar Eliza Samúdio, modelo com quem teve um filho, após pressão da escritora de novelas Gloria Perez e da mãe da vítima. A produção estava em fase embrionária, mas deveria ser protagonizada por Vanessa Giácomo (“Divã a 2”), dirigida por Amora Mautner (“Assédio”) e escrita por Lucas Paraizo (“Sob Pressão”). Para este projeto, a emissora chegou a adquirir os direitos do livro “Indefensável – O Goleiro Bruno e a História de Morte de Eliza Samúdio”, lançado em 2014. Após descobrir o projeto da Globo, Gloria Perez usou seu perfil no Twitter para reclamar. “Oi? Só pode ser piada! E de mau gosto!”, ela postou em resposta a uma reportagem sobre a produção. A repercussão negativa ganhou força após a divulgação de que a primeira cena da produção teria cachorros da raça rottweiler devorando o corpo de Eliza, simulando parte do crime. Vale lembrar que Perez também é mãe de uma vítima de feminicídio e reage com extrema sensibilidade ao tema. Mas muitos também esquecem que uma das séries mais premiadas dos últimos tempos abordou uma história real com muitos paralelos em relação ao caso de Bruno. Lançada em 2016, “The People v. OJ Simpson: American Crime Story” contou a história de um atleta famoso dos EUA que teria matado a ex-mulher e, pior do que aconteceu no Brasil, se safado na justiça americana. O canal pago FX jamais cogitou cancelar a produção. O resultado foram 13 prêmios Emmy (o Oscar da televisão), inclusive como Melhor Série Limitada. Mais que isso: lançou outra temporada de “American Crime Story” em 2018, focada em novo assassinato famoso: o do estilista Gianni Versace, enfrentando a ira da poderosa família italiana. “The Assassination of Gianni Versace” voltou a vencer 13 troféus no Emmy, entre eles, novamente, o de Melhor Série Limitada. Nenhuma das duas temporadas glorificou os crimes ou os assassinos. Ao contrário, ajudou a denunciar o machismo, a impunidade gerada pela fama e pelo dinheiro e até a má vontade da polícia em investigar certos casos que, como diria o governo Bolsonaro, são de minorias. Tudo indica que a série sobre o assassinato de Eliza Samúdio faria parte de uma iniciativa da Globoplay para dramatizar crimes brasileiros famosos, que será inaugurado por uma minissérie centrada no assassinato da vereadora Marielle Franco – contra a qual não há registro de protesto da turba politicamente e seletivamente correta. É um filão que sempre fez sucesso na imprensa nacional, mas ainda permanece pouco explorado no audiovisual. “O Assalto ao Trem Pagador” (1962), “O Bandido da Luz Vermelha” (1968), “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” (1977), “O Caso Cláudia” (1979), que inclusive retrata um feminicídio, o recente “O Sequestro do Ônibus 174” (2002) e a própria série “Assédio” (2018), da Globo, são exemplos de produções brasileiras do gênero “true crime”, que na próxima semana receberá mais dois exemplares, “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, sobre o caso de Suzane von Richthofen. Mas talvez o mais importante de todos esses filmes venha a ser o vindouro “Ângela”, de Hugo Prata (“Elis”), que pretende contar a história do assassinato da socialite Ângela Diniz, a “Pantera de Minas”, pelo “playboy” Doca Street em 1976, a história mais famosa de feminicídio do país, que ao usar a tese da “defesa da honra” em seu julgamento deu origem ao movimento “quem ama não mata” e à primeira grande mobilização de mulheres contra a violência doméstica no Brasil. Os politicamente corretos serão contra esse conteúdo?

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  • Série

    Globo vai exibir primeiro episódio da minissérie Assédio sem intervalos na TV

    12 de outubro de 2018 /

    A minissérie “Assédio”, lançada para assinantes do Globoplay, terá o seu primeiro capítulo exibido na TV aberta. A Globo marcou a estreia para segunda (15/10), após sua novela “Segundo Sol”, com transmissão sem intervalos comerciais. A iniciativa é uma reprise da tática utilizada para divulgar outra atração do serviço de streaming da emissora, a série americana “Good Doctor”, que teve seus dois primeiros episódios exibidos como “telefilme” também numa segunda – 27 de agosto. A Globo também pretende transmitir os demais episódios, que já estão disponíveis no Globoplay, mas ainda não divulgou a data para a TV. “Assédio” é inspirada na história real do médico Roger Abdelmassih. Condenado a 181 anos de detenção pelo estupro de 48 pacientes, Abdelmassih ficou conhecido como “médico das estrelas” e chegou a ser considerado um dos principais especialistas em reprodução assistida do país, antes de ser acusado por dezenas de pacientes por abuso sexual. A atração tem roteiro de Maria Camargo (“Nise: O Coração da Loucura”) e direção de Amora Mautner (novela “A Regra do Jogo”). O elenco conta conta com Adriana Esteves, Paolla Oliveira, Mariana Lima, Hermila Guedes, João Miguel e Vera Fischer (no papel de Hebe Camargo), além de Antonio Calloni como o médico estuprador. Como pode ser visto abaixo, pelo trailer da minissérie, “Assédio” também repete um cacoete narrativo da escola do “Fantástico”, já visto em outras produções de ficção da emissora, que trazem declarações de personagens no meio da história, como se o público estivesse acompanhando uma reportagem com eventos reencenados para ilustrar depoimentos. A Globo fez isso até quando transformou o filme “Tim Maia” em minissérie. A diferença para obras anteriores, como “Carcereiros”, é que desta vez os depoimentos também são ficcionais.

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  • Filme

    Vera Fischer é convidada a viver Hebe Camargo em minissérie sobre assédio

    12 de outubro de 2017 /

    A atriz Vera Fischer, que está afastada da TV desde 2012, quando fez a novela “Salve Jorge”, renovou contrato com a Globo até 2020 e, segundo o jornal O Globo, se prepara para voltar numa minissérie, no papel de Hebe Camargo. Vera foi convidada para interpretar a apresentadora na série “Assédio”, sobre o ex-médico Roger Abdelmassih, preso após estuprar 37 pacientes. Hebe foi amiga dele antes do escândalo. Até então um dos maiores especialistas em reprodução assistida do país, Abdelmassih foi condenado a 181 anos de prisão. Antonio Calloni (“Polícia Federal – A Lei É para Todos”) será Abdelmassih na produção, que foi escrita por Maria Camargo (“Nise: O Coração da Loucura”) e será dirigida por Amora Mautner (novela “A Regra do Jogo”). A expectativa é para um lançamento em 2018, mas ainda não há data definida.

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