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    Johnny Depp sofre nova derrota e pode ter que pagar US$ 100 milhões a Amber Heard

    5 de janeiro de 2021 /

    Johnny Depp sofreu nova derrota jurídica, na tentativa de virar a maré e convencer o mundo de que é vítima de falsas denúncias de violência doméstica. Como resultado, isto pode lhe custar até US$ 100 milhões. Um juiz do estado de Virgínia, nos EUA, recusou o pedido do ator de arquivar um processo movido por sua ex-esposa, Amber Heard, por difamação. A atriz contra-atacou Depp com um processo após ele ter dado entrada em sua própria ação contra ela, pedindo US$ 50 milhões também por difamação. Ela pediu o dobro, alegando que Depp tem feito esforços contínuos para sabotar sua carreira, abrindo processos e dando declarações que visam prejudicá-la. Depp buscou impedir que esse processo tivesse andamento dizendo que as supostas alegações de violência que ela teria sofrido não passam de “farsas”. Entretanto, não foi isso que um tribunal inglês concluiu, ao julgar que o ator pode ser chamado de “espancador de esposa” pela imprensa, sem que isso seja considerado uma calúnia. De fato, seria um relato verdadeiro. O juiz do condado de Fairfax, Bruce White, considerou que, assim como aconteceu no julgamento inglês, as alegações devem ser levadas à corte para serem comprovadas ou desmentidas por ambos os lados. “Essas declarações devem sobreviver a questionamentos porque se o Sr. Depp abusou da Sra. Heard é um fato que pode ser comprovado como verdadeiro ou falso”, ele escreveu em sua decisão, publicada na segunda (4/1). Assim sendo, Depp terá duas batalhas jurídicas contra Heard em 2021. A primeira, resultante de seu próprio processo, está marcada para 3 de maio, mas a segunda ainda não teve seu cronograma definido. Além disso, Depp tenta conseguir uma novo julgamento do caso britânico, em que foi derrotado em seu processo contra o jornal The Sun, que o descreveu como “espancador de esposa”. O Tribunal de Apelação do Reino Unido ainda não respondeu ao apelo do ator.

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  • Filme

    Zack Snyder só filmou duas cenas inéditas para nova versão de Liga da Justiça

    5 de janeiro de 2021 /

    O diretor Zack Snyder colocou um ponto final nas especulações sobre o tamanho das refilmagens feitas recentemente para sua versão de “Liga da Justiça”, que será lançada em 2021 como minissérie de quatro horas na HBO Max. Durante entrevista para o Comic Book Debate, Snyder revelou que só filmou duas cenas adicionais para a adaptação da DC Comics. “Só uma pequena parte do filme são as coisas novas que eu filmei”, disse Snyder. “Tipo 80% do filme nunca foi visto por ninguém, em termos de efeitos visuais, e isso sem incluir as cenas que vocês nunca viram e que não tinham efeitos visuais. Essa parte é realmente emocionante e eu mal posso esperar que todos vivenciem esta aventura na escala gigantesca que eu pretendia mostrá-la.” Snyder contou que voltou a reunir o elenco, com a suposta presença (não confirmada de) Ben Affleck (Batman), Ezra Miller (Flash) e Amber Heard (Mera), para filmar uma sequência que não detalhou e fez outra grande cena inédita com a participação (confirmada) de Jared Leto como o Coringa. “Em primeiro lugar, vamos apenas esclarecer, há mais ou menos duas partes que eu adicionei. Uma parte que eu realmente esperava filmar depois da fotografia principal original, mas nunca tive a chance de filmar, e outra cena com Jared. Tem um pequeno pedaço inteiro com Jared [que não fazia parte do filme inicial]. A verdade é que o resto das quatro horas do filme são exatamente o que eu já tinha filmado.” Ele também explicou porque tinha tantas cenas inéditas guardadas, demonstrando que sempre pretendeu realizar uma “versão do diretor” – possivelmente com lançamento em Blu-ray, como aconteceu com “Batman vs. Superman”. “A verdade é que eu estava em uma luta com o estúdio, você sabe, e notoriamente fizemos um monte de coisas que tínhamos que fazer para tornar o filme engraçado e todas essas coisas”, continuou o cineasta. “Eu apenas meio que, de uma forma ligeiramente subversiva, continuei fazendo minhas coisas ao mesmo tempo, para poder ter algo que eu acreditava estar mais próximo do que eu faria sem qualquer influência.” Este material filmado de forma “subversiva” é o grosso do “Snyder Cut” que será disponibilizado pela HBO Max.

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  • Filme

    Johnny Depp tenta apelar novamente da sentença de “espancador de esposa”

    9 de dezembro de 2020 /

    O ator Johnny Depp está tentando recorrer novamente do veredito que julgou seu caso por difamação contra o jornal britânico The Sun. Em novembro, o juiz Andrew Nicol, do Supremo Tribunal de Londres, considerou que o tabloide tinha razão ao chamá-lo de “espancador de esposa”, após ouvir testemunhos e examinar evidências que o apresentaram como um marido violento de sua ex-esposa Amber Heard. Johnny Depp pediu permissão para recorrer, como exige o sistema judicial britânico, mas o juiz que havia decidido contra ele recusou, alegando que não havia “uma perspectiva razoável de sucesso” na apelação. Desta forma, o ator decidiu recorrer diretamente ao Tribunal de Apelação, segundo documentos judiciais do processo, de acesso público. Este tribunal agora anunciará se permite ou não um segundo julgamento. O julgamento original durou três semanas de julho no Supremo Tribunal de Londres, na presença do ator de 57 anos e sua ex-esposa Amber Heard, de 34, além da advogada de defesa do jornal e seu editor. Em seu veredito, o juiz considerou que as afirmações do jornal eram “substancialmente verdadeiras” porque “a grande maioria das supostas agressões foi comprovada”. Além de perder a causa, Johnny Depp foi ordenado a pagar cerca de 628 mil libras (aproximadamente R$ 4,3 milhões) ao The Sun para cobrir as despesas jurídicas do jornal com o processo. Sem nenhum outro projeto cinematográfico alinhado, o único trabalho previsto de Depp é a divulgação de seu último papel em “Minamata”, que ele completou no ano passado. Mas esse lançamento pode ser engavetado. Não satisfeito em chamar atenção com o julgamento negativo, numa ação que ele próprio iniciou, Depp decidiu se sabotar também quando poderia aproveitar aplausos. Ao receber um prêmio especial por suas realizações do Camerimage, ele concordou em aparecer remotamente dos EUA no festival polonês. A presença virtual foi divulgada na imprensa e o festival agendou a exibição de “Minamata” para encerrar o evento. Mas durante a transmissão do evento, Depp não se materializou nas telas. Em vez disso, enviou uma foto bizarra de si mesmo – com a camisa aberta e o cabelo loiro platinado sob bandanas coloridas – aparentando estar atrás das grades em uma prisão caribenha (veja acima), como se cumprisse pena por um crime que não levava muito a sério. Ao ver a imagem, a MGM cancelou a exibição de “Minamata” no festival. Sem mais trabalhos, seu próximo compromisso, no começo de 2021, será estrelar outro processo judicial, agora num tribunal no estado americano da Virgínia, onde o ator entrou com uma ação contra Amber Heard, querendo uma indenização de US$ 50 milhões por uma coluna no jornal Washington Post em que ela escreveu sobre violência doméstica – sem citar o ex-marido. Depois desta ação, tem ainda uma sequência, aberta pela atriz, que por sua vez decidiu processar Depp pela campanha difamatória que ele move contra ela, pedindo US$ 100 milhões de indenização.

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  • Etc

    Petição para tirar Amber Heard de Aquaman já tem 1,5 milhão de assinaturas

    29 de novembro de 2020 /

    Os fãs de Johnny Depp odeiam tanto Amber Heard que estão lotando de assinaturas uma petição para forçar a Warner a demiti-la da continuação de “Aquaman”. Quando mais reveses sofre o ator, mais eles consideram a atriz culpada por arruinar sua carreira, fazendo o abaixo-assinado crescer. Nos últimos dias, o documento atingiu 1,5 milhão de assinaturas no site Change.org. Na verdade, a petição é antiga, tem mais de um ano, e só ganhou impulso recentemente, em paralelo à derrota de Depp em seu processo contra o jornal The Sun, que o chamou de “espancador de esposa”, e seu consequente afastamento de “Animais Fantásticos 3” por essa descrição ter se tornada judicialmente apropriada. Entretanto, os argumentos da autora da petição afirmam o oposto. Para Jeanne Larson, que também se identifica como Jeanne Depp, Amber Heard é que “foi denunciada como abusadora doméstica por Johnny Depp”. Ela cita como prova um processo de US$ 50 milhões que Depp está movendo contra a ex-mulher, mas ignora o de US$ 100 milhões que ela lançou em resposta. Diz que “Amber Heard é um agressora doméstica conhecida e comprovada”, mas não fala o mesmo de Depp, que após perder seu processo tornou-se reconhecido na Justiça como tal. O texto peticionário também afirma que “desde o divórcio, ela tem sistematicamente lutado para arruinar Depp em Hollywood, repetindo vários relatos de incidentes falsos em que ela realmente abusou de Johnny Depp, mas mentiu que ele era o agressor”. O argumento derrotado de ator e seu advogado, derrotado na Justiça, foi todo baseado na definição de Amber como mentirosa. Não só isso. O próprio Depp tentou pressionar a Warner a demitir Heard de “Aquaman”. Durante o julgamento, a defesa do jornal The Sun revelou que o ator mandou uma mensagem para sua assistente em 4 de junho de 2016, depois que se separou, dizendo: “Quero que ela seja substituída no filme da WB [Warner Bros]”. Embora tenha dito que não foi responsável pela petição, que surgiu no final de 2019, o ator confirmou seus planos diante do tribunal. “Eu estava me sentindo bastante amargo. Eu disse que queria que ela fosse substituída na sequência de ‘Aquaman'”. Pouco depois dele ter dito isso sob juramento, a petição simplesmente dobrou o número de assinaturas.

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  • Filme

    Mads Mikkelsen entra no lugar de Johnny Depp em Animais Fantásticos 3

    25 de novembro de 2020 /

    A Warner Bros. oficializou a participação de Mads Mikkelsen (o “Hannibal”) em “Animais Fantásticos 3”. O astro dinamarquês foi escalado como o bruxo Gellert Grindelwald no lugar de Johnny Depp, que o estúdio pressionou a se demitir da produção. Depp desempenhou o papel no final do primeiro filme e dominou o segundo, que foi batizado com o nome de seu personagem, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”. Na época, sua escalação gerou controvérsias e levou o tabloide britânico The Sun a questionar a decisão da Warner de trabalhar com um “espancador de esposa”, referindo-se a insinuações existentes na época do divórcio entre o ator e a atriz Amber Heard. Depp não gostou da frase e decidiu processar o jornal. O processo aconteceu neste ano e o ator perdeu. Ele ainda tentou apelar, mas nesta quarta (23/11) teve a tentativa barrada pela justiça britânica por não haver “uma perspectiva razoável de sucesso” em sua causa. O processo, porém, trouxe à tona vários detalhes pouco lisonjeiros da vida privada de Depp, com fotos, gravações e testemunhos de seu comportamento violento e sua relação desregrada com as drogas e o álcool, que levaram o juiz Andrew Nicol a concluir que a afirmação do tabloide era “substancialmente verdadeira”. Sua decisão concluiu: “Eu descobri que a grande maioria dos alegados ataques à Sra. Heard pelo Sr. Depp foram comprovados de acordo com o padrão civil”. Após a sentença, a Warner pediu a Depp para desistir do filme e anunciou que estava procurando um novo ator para substituí-lo. Muitos fãs imaginaram voltar a ver Colin Farrell na franquia. Ele apareceu como um disfarce de Grindelwald no primeiro filme, de 2016, mas está atualmente ocupado com as filmagens de “Batman”, onde vive o Pinguim. “Animais Fantásticos 3” tem roteiro de J.K. Rowling, criadora de “Harry Potter”, que também enfrenta seu próprio problema de relações públicas após assumir postura transfóbicas nas redes sociais. A direção está a cargo de David Yates, veterano da franquia “Harry Potter” que assinou os dois longas anteriores. E o elenco voltará a juntar os intérpretes dos filmes anteriores, incluindo Eddie Redmayne, Jude Law, Katherine Waterston, Dan Fogler, Alison Sudol e Ezra Miller – outro envolvido em polêmica, por suposta agressão a uma fã. Após os últimos desdobramentos, a estreia do longa, que estava programada para 12 de novembro de 2021, foi adiada para 15 de julho de 2022.

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  • Etc

    Johnny Depp tem apelo negado contra sentença de “espancador de esposa”

    25 de novembro de 2020 /

    Johnny Depp teve negada sua tentativa de apelar de uma decisão judicial dos tribunais britânicos, no processo que deu razão ao jornal The Sun por chamá-lo de “espancador de esposa”. De acordo com o jornal The Times, o juiz responsável pela recusa alegou que não havia “uma perspectiva razoável de sucesso” na apelação. Agora, o ator deve pagar US$ 840,4 mil em custas judiciais ao The Sun por ter perdido sua ação por difamação contra o jornal. Depp processou o tabloide britânico por difamação devido a um texto de agosto de 2018 que, ao comentar sua participação no filme “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” descreveu o ator como “espancador de esposa”, devido a seu divórcio tumultuado com a atriz Amber Heard. No início deste mês de novembro, o juiz Andrew Nicol disse que o editor executivo do News Group Newspapers e do jornal The Sun, Dan Wootton, provou que a afirmação do tabloide era “substancialmente verdadeira”. Sua decisão concluiu: “Eu descobri que a grande maioria dos alegados ataques à Sra. Heard pelo Sr. Depp foram comprovados de acordo com o padrão civil”. O que mais pesou em sua decisão foi o testemunho de Heard e as fotos que apresentou. Ela disse que Depp se transformava em um alter ego ciumento, “o monstro”, depois de consumir drogas e álcool, e neste estado ameaçou matá-la com frequência. Ela detalhou surtos de violência extrema em que o ator a teria estrangulado, esmurrado, estapeado, chutado, lhe dado uma cabeçada e lhe atirado objetos. Nicol disse que aceitou 12 dos 14 relatos da atriz como verdadeiros, incluindo a agressão que ela sofreu em sua festa de 30 anos e um outro incidente que a deixou com os olhos roxos. Ele também validou a descrição de Heard de um período de três dias de tortura, com “ataques contínuos e múltiplos”, enquanto eles estavam na Austrália. A equipe de Depp havia dito na época que apelaria da decisão. “A sentença é tão falha que seria ridículo para Depp não apelar desta decisão”, disse a defesa do ator em um comunicado. Durante o julgamento, que durou semanas, Depp admitiu ter problemas de vício em drogas e álcool, mas insistiu que as alegações do tabloide sobre seu comportamento violento em relação a Heard eram “completamente falsas”. Mesmo assim, ao ser confrontado com uma gravação em que admitia ter dado uma cabeçada na ex-esposa, confirmou que isso aconteceu, mas não da forma descrita. Os dois atores se conheceram no set do filme “Diário de um Jornalista Bêbado” (2011) e começaram a morar juntos em 2012, antes de se casarem em Los Angeles em fevereiro de 2015. Eles se separaram em 2016 e Heard doou tudo o que recebeu no acordo do divórcio a instituições beneficentes. Mas a separação não encerrou o caso, porque Depp não aceita qualquer insinuação de que tenha sido violento, apesar da atriz ter aparecido com olho roxo e sofrer uma crise de choro, sem conseguir depor, durante o processo de divórcio. O problema é que processar o jornal só piorou sua imagem e agora o ator é oficialmente um “espancador de esposa”, assim declarado por um tribunal do Reino Unido. Por conta disso, Depp virou um pesadelo de relações públicas, levando a Warner a pressioná-lo para que se demitisse do filme que estava fazendo, o terceiro longa da franquia “Animais Fantásticos”. Sem nenhum outro projeto cinematográfico alinhado, seu único trabalho previsto é a divulgação de seu último papel em “Minamata”, que ele completou no ano passado. Fora isso, seu próximo compromisso, no começo de 2021, será estrelar outro processo judicial, agora num tribunal no estado americano da Virgínia, onde o ator entrou com uma ação contra Amber Heard, querendo uma indenização de US$ 50 milhões por uma coluna no jornal Washington Post em que ela escreveu sobre violência doméstica – sem citar o ex-marido. Depois desta ação, tem ainda uma sequência, aberta pela atriz, que por sua vez decidiu processar Depp pela campanha difamatória que ele move contra ela, pedindo US$ 100 milhões de indenização.

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  • Etc

    Johnny Depp debocha de sua situação com foto de troféu atrás das grades

    23 de novembro de 2020 /

    Johnny Depp resolveu debochar da situação em que se encontra. Recentemente, ele perdeu um processo de difamação e passou ser considerado judicialmente um “espancador de esposa”, o que o fez ser demitido de “Animais Fantásticos 3” no começo das filmagens, numa tentativa da Warner para conter a publicidade negativa trazida por sua associação com o ator. Rotulado como autor de violência doméstica, Depp não tem contrato para nenhum trabalho novo, mas acaba de ser premiado por seu último papel filmado. No fim de semana, recebeu um troféu do festival Camerimage como “ator com sensibilidade visual única” por sua atuação no drama “Minamata”, em que vive o premiado fotojornalista W. Eugene Smith (1918 – 1978). A organização do evento polonês publicou uma foto do ator nas redes sociais, em que ele aparece com o troféu nas mãos, posando sorridente com a honraria… atrás das grades! A foto foi tirada nas Bahamas, onde Depp se encontra no momento, e teve péssima repercussão nas redes sociais, onde muitos a consideram um deboche, diante das acusações sérias que o envolvem. Seu próximo compromisso, no começo de 2021, será estrelar outro processo judicial, agora num tribunal no estado americano da Virgínia, onde o próprio ator entrou com uma ação contra a ex, Amber Heard, querendo uma indenização de US$ 50 milhões por uma coluna no jornal Washington Post em que ela escreveu sobre violência doméstica – sem citar o ex-marido. Depois desta ação, tem a sequência, aberta pela atriz, que também decidiu abrir processo contra Depp, pedindo US$ 100 milhões pela campanha de difamação judiciária que ele move contra ela. Com estes dois julgamentos pairando sobre o futuro do ator, ele brinca com a imagem de uma prisão. Vale lembrar que todos esses julgamentos são civis e não têm implicação penal, apenas financeira. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por EnergaCAMERIMAGE (@camerimage.festival)

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  • Série

    The Stand: Minissérie apocalíptica de Stephen King ganha novo trailer

    15 de novembro de 2020 /

    A plataforma CBS All Access divulgou um novo trailer de “The Stand”, minissérie baseada no clássico literário de terror “The Stand – A Dança da Morte”, de Stephen King. Desta vez, a prévia destaca a disputa pelo destino dos último sobreviventes do planeta, um embate travado entre a Mãe Abigail, uma sábia de 108 anos de idade vivida por Whoopi Goldberg (“Ghost”), e Randall Flagg, um dos mais famosos vilões do escritor de terror, encarnado por Alexander Skarsgård (vencedor do Emmy por “Big Little Lies”). Os dois personagens atraem seguidores para a luta final da humanidade. A trama se passa num futuro próximo, após o extermínio da maior parte da população por uma praga de laboratório, e acompanha os poucos imunes à pandemia em busca de outras pessoas. Nesta jornada, eles precisam decidir entre seguir para o campo, onde encontrarão pessoas tementes a Deus, ou para Las Vegas, a capital do pecado, onde o anticristo se prepara para eliminar o que resta da civilização. Além de Goldberg e Skarsgård, o elenco famoso da produção ainda conta com Amber Heard (“Aquaman”), James Marsden (“X-Men”), Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), Greg Kinnear (“House of Cards”), Odessa Young (“Assassination Nation”), o roqueiro Marilyn Manson (“Salem”), Jovan Adepo (“The Leftovers”), Owen Teague (“It: A Coisa”), Heather Graham (“Se Beber Não Case”), Brad William Henke (“Orange Is the New Black”), Daniel Sunjata (“Graceland”) e o brasileiro Henry Zaga (“Os Novos Mutantes”). Com 10 episódios escritos e dirigidos por Josh Boone (“Os Novos Mutantes”), a minissérie adapta o romance de 1,1 mil páginas, publicado em 1978, que é um dos poucos clássicos de King que nunca ganhou versão de cinema. Mas já foi transformado em minissérie, também com um elenco grandioso (Gary Sinise, Molly Ringwald e Rob Lowe) e muito sucesso em 1994. A versão de Boone ganhou aval de Stephen King, que escreveu um novo final (diferente do livro) especialmente para a produção. “The Stand” estreia em 17 de dezembro nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Petição de fãs de Johnny Depp tenta tirar Amber Heard de Aquaman 2

    14 de novembro de 2020 /

    Os fãs de Johnny Depp elegeram a ex-mulher do ator, Amber Heard, que um tribunal de Londres considerou vítima de agressão constante durante o período de casamento, como alvo de uma campanha de ódio na internet. Uma antiga petição aberta no site Change.org está experimentando um surto de popularidade repentina, passando a reunir mais de 1,3 milhão de assinaturas para tentar forçar a Warner a demitir a atriz da continuação de “Aquaman”. O ressurgimento sugere uma retaliação pelo afastamento de Johnny Depp de “Animais Fantásticos 3”. Na justificativa, a petição demonstra como ficou datada, ao afirmar o oposto da sentença proferida pelo juiz Andrew Nicol. Há duas semanas, Nicol concordou com a afirmação do jornal britânico The Sun de que Johnny Depp é um “espancador de esposa”, diante de evidências apresentadas num tribunal. Entretanto, os argumentos da petição afirmam o oposto. Amber Heard é que “foi denunciada como abusadora doméstica por Johnny Depp”. Eles citam como prova um processo de US$ 50 milhões que Depp está movendo contra a ex-mulher, mas ignoram o de US$ 100 milhões que ela lançou em resposta. Dizem que “Amber Heard é um agressora doméstica conhecida e comprovada”, mas não falam o mesmo de Depp, que agora é reconhecido na Justiça como tal. O texto peticionário também afirma que “desde o divórcio, ela tem sistematicamente lutado para arruinar Depp em Hollywood, repetindo vários relatos de incidentes falsos em que ela realmente abusou de Johnny Depp, mas mentiu que ele era o agressor”. Em seu veredito, Nicol ouviu toda essa ladainha e decidiu que as alegações de agressão de Depp contra Heard, mencionadas pelo The Sun e reiteradas pela atriz na corte, eram “substancialmente verdadeiras”. O que mais pesou nesta decisão foram os testemunhos, gravações, documentos e fotos que Heard e a advogada do jornal apresentaram. A atriz disse que Depp se transformava em um alter ego ciumento, “o monstro”, depois de consumir drogas e álcool, e neste estado ameaçou matá-la com frequência. Ela detalhou surtos de violência extrema em que o ator a teria estrangulado, esmurrado, estapeado, chutado, lhe dado uma cabeçada e lhe atirado objetos. Uma das gravações trazia Depp confessando uma cabeçada. Nicol disse que aceitou 12 dos 14 relatos da atriz como verdadeiros, incluindo a agressão que ela sofreu em sua festa de 30 anos e um outro incidente que a deixou com os olhos roxos. Ele também validou a descrição de Heard de um período de três dias de tortura, com “ataques contínuos e múltiplos”, enquanto eles estavam na Austrália para as filmagens de “Piratas do Caribe 5”. Depp também depôs diante do juiz Andrew Nicol durante a audiência de três semanas na Alta Corte de Londres, expondo alguns dos momentos mais sombrios de seu casamento de curta duração para o tribunal – e o mundo. O argumento do ator e seu advogado foi todo baseado na definição de Amber como mentirosa. Não só isso. Ela também seria uma esposa infiel. Em outras palavras, chamaram a atriz de “vadia mentirosa”. É este mesmo argumento machista que é reiterado pela petição, com 1,3 milhão de pessoas assinando embaixo. Mas é importante lembrar que esta petição não começou agora. Ela já vem tentando tirar Amber Heard de “Aquaman” há mais de um ano e surgiu após o próprio Depp tentar a mesma iniciativa. Durante o julgamento, a defesa do jornal The Sun revelou que o ator mandou uma mensagem para sua assistente em 4 de junho de 2016, depois que se separou, dizendo: “Quero que ela seja substituída no filme da WB [Warner Bros]”. Embora tenha dito que não foi responsável pela petição, que surgiu no final de 2019, o ator confirmou seus planos diante do tribunal. “Eu estava me sentindo bastante amargo. Eu disse que queria que ela fosse substituída na sequência de ‘Aquaman'”. Uma semana depois de ele ser demitido de “Animais Fantásticos 3”, a petição simplesmente dobrou o número de assinaturas.

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  • Filme

    Mads Mikkelsen negocia substituir Johnny Depp em Animais Fantásticos 3

    10 de novembro de 2020 /

    A Warner Bros. abriu negociações com o ator dinamarquês Mads Mikkelsen (“Hannibal”) para substituir Johnny Depp na franquia “Animais Fantásticos”. O ator viveria o vilão Gellert Grindelwald no terceiro filme e, caso a produção tenha boa bilheteria, em mais dois longas escritos por J.K. Rowling, a criadora de “Harry Potter”. Depp foi forçado pelo estúdio a pedir demissão após perder uma batalha judicial contra o jornal britânico The Sun, que o descreveu como “espancador de esposa”. O ator processou o jornal para refutar a afirmação, mas o julgamento serviu apenas para piorar a situação, trazendo à tona detalhes desabonadores de seu comportamento durante o casamento com Amber Heard. Ao final, o juiz do caso concordou com a publicação, aceitando 12 dos 14 relatos da ex-esposa de Depp como verdadeiros, incluindo a agressão que ela sofreu em sua festa de 30 anos e um outro incidente que a deixou com os olhos roxos. Ele também validou a descrição de Heard de um período de três dias de tortura, com “ataques contínuos e múltiplos”, enquanto o casal estava na Austrália para as filmagens do quinto “Piratas do Caribe”. O ator diz que vai recorrer da sentença para limpar seu nome. Os fãs de “Animais Fantásticos” esperavam que Depp fosse substituído por Colin Farrell, intérprete de um disfarce de Grindelwald em “Animais Fantásticos e Onde Habitam” (2016). Mas Farrell está atualmente envolvido em outra produção da Warner: o novo filme de “Batman”, em que vive o vilão Pinguim. As filmagens do terceiro longa começaram em 20 de setembro em Londres com direção de David Yates, veterano da franquia “Harry Potter”, que assinou os dois longas anteriores. Após a troca de antagonista e os atrasos na produção, devido à pandemia de coronavírus, os planos para a estreia foram alterados, culminando num adiamento para 15 de julho de 2022 nos EUA.

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  • Filme

    Após demissão de Johnny Depp, Animais Fantásticos 3 é adiado para 2022

    9 de novembro de 2020 /

    A Warner anunciou o adiamento de “Animais Fantásticos 3”, após forçar Johnny Depp a desistir de sua participação no filme. A estreia do longa estava programada para 12 de novembro de 2021, mas agora o longa só chegará aos cinemas dos EUA em 15 de julho de 2022. Embora as filmagens já tenham começado no Reino Unido, o estúdio iniciou contatos para substituir Depp no papel do vilão Gellert Grindelwald – que os fãs apostam começar por Colin Farrell, intérprete de um disfarce de Grindelwald em “Animais Fantásticos e Onde Habitam” (2016). Mesmo com sua saída da produção, Johnny Depp deve receber mais de US$ 10 milhões por “Animais Fantásticos 3”, por seu contrato ter uma cláusula de play-or-pay, que garante o pagamento de seu salário integral quer o filme seja feito ou não. Segundo o site The Hollywood Reporter, a decisão de afastar Depp partiu de Toby Emmerich, presidente da Warner Bros., que interviu na produção após o veredito negativo do processo aberto pelo ator contra o jornal The Sun. Depp quis refutar a afirmação de que ele seria um “espancador de esposa”, mas o juiz do caso concordou com o jornal britânico, aceitando 12 dos 14 relatos da ex-esposa do ator, Amber Heard, como verdadeiros, incluindo a agressão que ela sofreu em sua festa de 30 anos e um outro incidente que a deixou com os olhos roxos. Ele também validou a descrição de Heard de um período de três dias de tortura, com “ataques contínuos e múltiplos”, enquanto o casal estava na Austrália para as filmagens do quinto “Piratas do Caribe”. Agora um “espancador de esposa” oficial, Depp se tornou um pesadelo de relações públicas para o estúdio, que ainda precisa lidar com o fato de a escritora J.K. Rowling, responsável pelas histórias da franquia “Animais Fantásticos”, enfrentar cancelamento nas redes sociais por posições assumidamente transfóbicas. Até o ator Eddie Redmayne, protagonista de “Animais Fantásticos”, perdeu fãs ao defender a escritora. A direção de “Animais Fantásticos 3” está a cargo de David Yates, veterano da franquia “Harry Potter” que assinou os dois longas anteriores.

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    Johnny Depp pode receber US$ 10 milhões para não atuar em Animais Fantásticos 3

    9 de novembro de 2020 /

    Johnny Depp deve receber mais de US$ 10 milhões para não atuar em “Animais Fantásticos 3”. O ator foi forçado pela Warner a se demitir do filme, mas o site The Hollywood Reporter apurou que seu contrato tem uma cláusula de play-or-pay, que garante o pagamento de seu salário integral quer o filme seja feito ou não. O THR ainda afirmou que a decisão de afastar Depp partiu de Toby Emmerich, presidente da Warner Bros., que interviu na produção após o veredito negativo do processo aberto pelo ator contra o jornal The Sun. Depp quis refutar a afirmação de que ele seria um “espancador de esposa”, mas o juiz do caso concordou com o jornal britânico, aceitando 12 dos 14 relatos da ex-esposa do ator, Amber Heard, como verdadeiros, incluindo a agressão que ela sofreu em sua festa de 30 anos e um outro incidente que a deixou com os olhos roxos. Ele também validou a descrição de Heard de um período de três dias de tortura, com “ataques contínuos e múltiplos”, enquanto o casal estava na Austrália para as filmagens do quinto “Piratas do Caribe”. Agora um “espancador de esposa” oficial, Depp se tornou um pesadelo de relações públicas para o estúdio, que ainda precisa lidar com o fato de a escritora J.K. Rowling, responsável pelas histórias da franquia “Animais Fantásticos”, enfrentar cancelamento nas redes sociais por posições assumidamente transfóbicas. Até o ator Eddie Redmayne, protagonista de “Animais Fantásticos”, perdeu fãs ao defender a escritora. Tecnicamente, porém, Depp não foi demitido pela Warner. Em nota publicada nas redes sociais, o ator anunciou que “a Warner Bros. me pediu para renunciar do meu papel como Grindewald em ‘Animais Fantásticos’ e eu respeitei e concordei com o pedido”. Sendo assim, não está claro se seu contrato ainda pode ser validado nestas condições. O ator também disse que pretende recorrer da sentença do julgamento “surreal” no Reino Unido para reverter a decisão que inocentou o jornal e manchou sua biografia. Por sua vez, a Warner informou que está em busca de um novo ator para desempenhar o papel do vilão Gellert Grindelwald, vivido por Depp, e que o lançamento de “Animais Fantásticos 3” foi adiado para 2022. A estreia do longa estava programada para 12 de novembro de 2021. O filme já estava em produção e Depp chegou a gravar uma cena como o vilão. A direção está a cargo de David Yates, veterano da franquia “Harry Potter” que assinou os dois longas anteriores.

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    Warner emite comunicado oficial sobre afastamento de Johnny Depp de Animais Fantásticos 3

    8 de novembro de 2020 /

    Ficou claro que Johnny Depp teria problemas ao perder seu julgamento por difamação em Londres, quando uma sentença judicial deu razão ao jornal The Sun por chamá-lo de “espancador de esposa”, mas ninguém esperava que isso aconteceria tão rápido. Na sexta (6/11), a Warner Bros. afastou o astro de “Animais Fantásticos 3”, afirmando que seu papel como Gellert Grindelwald seria reformulado. Embora a notícia tenha chegado primariamente por meio de uma declaração escrita pelo próprio ator e publicada em seu Instagram, a Warner Bros. emitiu sua própria declaração concisa sobre o assunto. Leia abaixo: “Johnny Depp partirá da franquia ‘Animais Fantásticos’. Agradecemos a Johnny por seu trabalho nos filmes até agora. ‘Animais Fantásticos 3’ está atualmente em produção, e o papel de Gellert Grindelwald será reformulado. O filme vai estrear nos cinemas de todo o mundo no verão de 2022.” A declaração do estúdio e a afirmação do ator de que recebeu o pedido “para renunciar” ao papel de Grindelwald, e que ele respeitou e concordou com as razões, parecem orquestradas para causar a mínima polêmica possível, mas provavelmente a realidade de bastidores tenha sido bem diferente, com a colisão de egos gigantescos e prováveis discussões em tom agitado, diante do fato de que Depp tinha apenas duas escolhas a fazer: demitir-se ou recusar e ser demitido. A situação se tornou um pesadelo de relações públicas para a Warner, que, além de ter Depp em seu filme, ainda precisa lidar com o fato de a escritora J.K. Rowling, responsável pela história, enfrentar cancelamento nas redes sociais por posições assumidamente transfóbicas. Até o ator Eddie Redmayne, protagonista de “Animais Fantásticos”, perdeu fãs ao defender Rowling. Vale lembrar que tudo isso podia ser evitado, mas Rowling bancou a escalação de Depp mesmo depois de evidências apontarem para violência física contra Amber Heard durante o processo de divórcio do casal. “Aceito que há aqueles que não estão satisfeitos com nossa escolha de ator no papel. No entanto, a consciência não é governável por um comitê”, escreveu Rowling sobre o assunto. “Dentro do mundo fictício e fora dele, todos temos que fazer o que acreditamos ser a coisa certa.” Ela concluiu dizendo: “Com base na nossa compreensão das circunstâncias, os cineastas e eu não estamos apenas satisfeitos com o nosso elenco original, mas realmente felizes por ter Johnny como um dos personagens principais do filme.” A Warner também trabalha com Amber Heard na franquia “Aquaman”, e o mundo está atento aos boatos de que sua personagem seria cortada ou teria menor participação na sequência do filme do super-herói. Isto representaria o mesmo tipo de “justiça de estúdio” (leia-se machismo) que levou Kristen Stewart a ser eliminada da sequência de “Branca de Neve e o Caçador”, apesar de ser a protagonista do filme original – para quem não lembra, ela foi flagrada em fotos comprometedoras com o diretor daquele filme, que era casado. A briga entre Depp e Heard ainda está longe de acabar. Com a saída de “Animais Fantásticos”, o ator perdeu a justificativa para adiar a audiência de um segundo processo que ele mesmo abriu contra a ex-esposa. No começo de 2021, Depp deverá comparecer a um tribunal no estado americano da Virgínia, onde está processando Heard por US$ 50 milhões devido a uma coluna assinada por ela no jornal Washington Post, na qual escreveu sobre violência doméstica – sem citar o ex-marido. Depois desta ação, ele enfrentará mais um processo, desta vez na condição de réu, após a atriz contra-atacá-lo com um pedido de US$ 100 milhões na Justiça, por mover uma campanha de difamação que estaria trazendo prejuízos a sua imagem e carreira.

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