“The Good Fight” é renovada para 6ª temporada
A plataforma Paramount+ renovou “The Good Fight” para sua 6ª temporada. Com isso, o spin-off de “The Good Wife”, estrelado por Christine Baranski, fica a uma temporada de igualar a duração da série original, encerrada em 2016 após sete anos de produção. “O mundo provocativo, inteligente e sem contenção de ‘The Good Fight’ permanece relevante como sempre, continuando a atrair novos públicos como uma das nossas séries originais de melhor desempenho”, disse Nicole Clemens, presidente da divisão de séries da Paramount+. “Estamos entusiasmados em continuar o legado duradouro de ‘The Good Fight’ com uma 6ª temporada e mal podemos esperar para ver o que as mentes brilhantes por trás da série, Robert e Michelle King, abordarão em seguida”. Os showrunners Robert e Michelle King assinaram recentemente um novo e rico contrato geral com a produtora CBS Studios, para quem desenvolvem “The Good Fight” e “Evil”, também renovada neste mês. A última temporada de “The Good Fight” se despediu de dois personagens importantes, vividos por Delroy Lindo e Cush Jumbo, e a próxima contará com a chegada de outro integrante fixo no elenco: Mandy Patinkin (de “Homeland”) como o responsável por um tribunal improvisado nos fundos de uma loja de serviços de cópias digitais. “The Good Fight” é disponibilizada no Brasil pela plataforma Amazon Prime Video.
Séries online: “Eu Nunca…” e as melhores maratonas do fim de semana
Os destaques deste fim de semana são comédias, que garantem maratonas divertidas. Há duas novidades, mas o ponto alto é a volta de “Eu Nunca…” com episódios mais engraçados que a 1ª temporada. A série inspirada na juventude de Mindy Kaling (“Project Mindy”) se supera nos novos capítulos ao explorar as situações inadequadas em que a alter-ego da comediante, Devi (Maitreyi Ramakrishnan), se mete ao decidir ter dois namorados simultâneos sem que eles ou sua família tradicional indiana desconfiem. A estreante “Young Rock” também é baseada na juventude de um astro conhecido, ninguém menos que Dwayne “The Rock” Johnson. A atração apresenta três fases diferentes de sua vida, acompanhando a infância em uma família envolvida com o circuito de luta-livre profissional, a puberdade passada entre diversas escolas e o início da maturidade como jogador de futebol americano na Universidade de Miami – décadas antes de ele virar um astro de Hollywood. A relação com o pai lutador e a convivência com veteranos do esporte rendem as melhores piadas. A terceira comédia é uma produção mais elaborada. “Schmigadoon!” acompanha um casal em crise que vai parar, durante uma caminhada na floresta, num lugar mágico em que todos cantam, dançam e agem como se estivessem num musical clássico. O detalhe é que, uma vez que chegam lá, não conseguem mais escapar daquele vilarejo onde a felicidade é uma obrigação. A produção é a primeira série da dupla Cinco Paul e Ken Daurio, roteiristas de “Meu Malvado Favorito” (2010) e “Pets: A Vida Secreta dos Bichos” (2016). Os lançamentos ainda oferecem a 2ª temporada da série medieval espanhola “El Cid”, indicada para quem anda com saudade das batalhas históricas de “Vikings”, a estreia (no domingo) de mais uma série criminal derivada de “Power” e a despedida de duas adaptações de quadrinhos, “Raio Negro” (Black Lightning) e “Van Helsing”, que chegam a seus episódios finais. Confira abaixo a seleção (com os trailers) das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana. Eu Nunca… | EUA | 2ª Temporada (Netflix) Young Rock | EUA | 1ª Temporada (HBO Max) Schmigadoon! | EUA | 1ª Temporada (Apple TV+) El Cid | Espanha | 2ª Temporada (Amazon Prime Video) Power Book III – Raising Kanan | EUA | 1ª Temporada (Starzplay) FBI: Os Mais Procurados | EUA | 2ª Temporada (Globoplay) Biohackers | Alemanha | 2ª Temporada (Netflix) Beastars – O Lobo Bom | Japão | 2ª Temporada (Netflix) Raio Negro | EUA | 4ª Temporada (Netflix) Van Helsing | EUA | 5ª Temporada (Netflix)
Trailer de “Modern Love” junta Kit Harington e Lucy Boynton
A Amazon divulgou fotos e o trailer legendado da 2ª temporada de “Modern Love”, série de antologia que materializa histórias românticas reais. Desta vez, as histórias mostrarão encontros furtuitos, como o de Kit Harington (“Game of Thrones”) e Lucy Boynton (“Bohemian Rhapsody”) num trem, e também testes de amizades, no desafio de evoluírem para algo a mais. O projeto de “Modern Love” é baseado numa coluna homônima do jornal The New York Times, que trata de casos de amor e dilemas de relacionamentos. Cada capítulo conta uma história romântica diferente inspirada por situação relatada na coluna e interpretada por astros famosos de Hollywood num elenco rotativo. A 2ª temporada contará também com Gbenga Akinnagbe (“The Deuce”), Tom Burke (“Mank”), Zoë Chao (“Love Life”), Minnie Driver (“Speechless”), Grace Edwards (“Inside Amy Schumer”), Dominique Fishback (“Judas e o Messias Negro”), Garrett Hedlund (“Estados Unidos vs. Billie Holiday”), Tobias Menzies (“The Crown”), Sophie Okonedo (“A Vida Secreta das Abelhas”), Zane Pais (“Margot e o Casamento”), Anna Paquin (“True Blood”), Isaac Powell (“Indoor Boys”), Marquis Rodriguez (“Olhos que Condenam”) e Lulu Wilson (“A Maldição da Residência Hill”). A produção é do cineasta John Carney (“Sing Street”) e a estreia vai acontecer em 13 de agosto no Prime Video. A few more pics to fill your heart with love. pic.twitter.com/cggglvz1d9 — Prime Video (@PrimeVideo) July 14, 2021
Super-heróis são a grande novidade do Emmy 2021
A tendência mais visível do Emmy 2021, além do aumento de diversidade e inclusão, foi a grande quantidade de indicações obtidas por séries de super-heróis. As produções do gênero surpreenderam com um total de 39 indicações. A surpresa, claro, não tem nenhuma relação com a qualidade das atrações, reverenciadas de forma quase unânime pela crítica – exceto por um comentarista piadista do UOL – , mas pelo preconceito histórico do Emmy em relação à conteúdos de fantasia. É importante lembrar que a primeira adaptação de quadrinhos de super-heróis indicada à prêmios da Academia de Televisão dos EUA foi “Watchmen”. E isto aconteceu no ano passado. Até 2019, o total de indicações obtidas por super-heróis no Emmy era zero. “Arrow”, por exemplo, acabou sem que o impressionante trabalho de seus dublês fosse reconhecido. Em conversa com o site Deadline, Frank Scherma e Maury McIntyre, respectivamente CEO e presidente da Academia, ponderaram que, além de eleitores mais jovens e integrados à indústria televisiva atual, um dos fatores responsáveis pela mudança em relação ao reconhecimento de produções de fantasia foi o fenômeno de “Game of Thrones”. A atração da HBO deixou claro que era para adultos com as primeiras cenas de nudez em sua temporada inaugural. Isto ajudou a estabelecer que conteúdo de fantasia não era só para crianças ou adolescentes, podendo ser apreciado por pessoas com idade para votar no Emmy. Para completar, a chegada da Disney+ trouxe os orçamentos – e os elencos – dos filmes da Marvel para as séries, o que elevou a qualidade técnica das produções. Mas as produções do Marvel Studios, “WandaVision” e “Falcão e o Soldado Invernal”, não foram as únicas reconhecidas. O humor ácido e violento de “The Boys”, atração da Amazon que se manifesta como uma sátira adulta do universo dos super-heróis, também obteve grande aceitação. Ao todo, “WandaVision” teve 23 indicações (uma a menos que “The Crown” e “The Mandalorian”, as mais nomeadas), seguida por “Falcão e o Soldado Invernal” e “The Boys”, ambas com cinco citações cada. A lista de adaptações de quadrinhos do Emmy 2021 também inclui “The Umbrella Academy” (4) e “Lucifer” (1) da Netflix, além de “Patrulha do Destino” (1) da HBO Max.
Amazon descarta série da “Máfia dos Tigres” com Nicolas Cage
A Amazon desistiu de produzir uma minissérie baseada na vida de Joe Exotic, que seria estrelada por Nicolas Cage. Diante da reviravolta, a produtora CBS Television Studios deve levar o projeto para outras plataformas. A decisão da Amazon pode ter levada em conta a ligação do personagem com sua maior rival na guerra dos streamings. A história de Joe Exotic se tornou mundialmente conhecida após ser transformada na série documental “A Máfia dos Tigres” (Tiger King), da Netflix. De todo modo, a trama não é uma adaptação do programa, visto por 34,3 milhões de assinantes americanos em seus dez primeiros dias, segundo informações não auditadas da Netflix, mas em reportagens da revista Texas Monthly sobre como Exotic ganhou seu apelido, construiu um zoológico particular em Oklahoma e alimentou sua rivalidade mortal com Carole Baskin, ativista de direitos de animais. Criada pelo roteirista Dan Lagana (“American Vandal”), a atração teria entre sete e oito episódios, e deveria marcar a estreia de Nicolas Cage numa série. Com o impasse entre Amazon e CBS, agora a NBCUniversal ganhou tempo para preparar sua própria minissérie sobre Joe Exotic, que será o primeiro programa exibido simultaneamente na TV aberta (rede NBC), TV paga (USA Network) e numa plataforma de streaming (Peacock). Esta produção vai trazer Kate McKinnon como Carole Baskin e John Cameron Mitchell (“Hedwig: Rock, Amor e Traição”) como Joe Exotic, mas ainda não tem previsão de estreia.
Irmã de Pedro Dom reclama da série da Amazon: “Cancelem essa porcaria”
Com boa audiência, críticas positivas e já renovada pela Amazon, a série “Dom” não agradou à família de Pedro Machado Lomba Neto (1981-2005), o criminoso conhecido como Pedro Dom, que inspira a atração. Na segunda-feira (12), Erika Grandinetti, irmã de Pedro, criticou a produção de forma dura. “Cancelem essa porcaria”, ela escreveu no Facebook. Segundo ela, a série estrelada por Gabriel Leone não seria autorizada por Nídia Sarmento de Oliveira, mãe do jovem de classe média que virou um dos criminosos mais famosos do Rio de Janeiro. “Me chamo Erika, sou irmã mais velha de Pedro Dom. Infelizmente, meu papel neste exato momento é muito duro, ter de expor publicamente nosso desespero, vida familiar, dores, e impotências. Minha mãe, separada de meu pai, desde sempre disse ‘não’ a esse projeto. Mas sua voz não foi ouvida. Sua história de vida com seu filho, a morte de seu filho se tornou um produto, pronto pra consumo”, ela reclamou pela rede social. Erika afirma que toda a produção é mentirosa e atribui à mãe os atos heroicos que a série registra como méritos de seu pai. Sua maior queixa é justamente a forma como seu pai, Victor Dantas, é interpretado pelo ator Flavio Tolezani como um herói que busca salvar o filho. “Meu pai cuspia no chão de dentro de casa, era violento, quando brigava com a minha mãe ‘enquadrava’ ela como se estivesse falando com um estuprador! Este é o Victor Dantas. Toda intimidação e violência que meu irmão praticou foi aprendida com o pai. Esse pai herói nunca existiu. Meu irmão sempre sentiu dor, mas o pai ensinou que homens não choram”, ela desabafou. Em seu longo texto, ela garante que a realidade de sua família é completamente distinta da imagem materializada na série pelo diretor Breno Silveira: “Na série é uma família margarina. A minha família era uma família disfuncional”. De acordo com a irmã de Pedro, seu pai quis comercializar a vida do próprio filho para ganhar dinheiro, mas ouviu diversas negativas antes de negociar com a produtora responsável pela série. Ela já tinha contado, em outra ocasião, sobre um bate-boca telefônico com os produtores e um processo da família contra a Conspiração Filmes. “A mãe de Dom? Essa sobrevive com uma pensão de aposentada, e conta com ajuda da família pra chegar ao fim do mês. E essa grana toda não passa nem perto do filho dele… Não sabemos, eu e minha mãe, nada sobre o acordo financeiro”, diz, referindo-se também ao sobrinho, atualmente com 16 anos. Após esse desabafo, o diretor Breno Silveira declarou, em comunicado dirigido à equipe, que Érika fez “declarações imprecisas e complicadas” sobre “Dom”, atribuindo sua reação a um racha na própria família. Segundo ele, isto também é abordado no enredo da série, com a diferença de que o Dom da ficção tem apenas uma irmã. Silveira relata que uma das irmãs (Érika) e a mãe sempre foram contra a realização da série, enquanto o pai, Victor Dantas, e outra filha queriam realizar a produção. O cineasta desmente Érika sobre a questão mais polêmica, a financeira, contando que o contrato da produção prevê que os lucros serão destinados ao filho que Dom deixou ainda bebê. O dinheiro jamais iria para Victor, que morreu em 2018 em consequência de um câncer. Ele admite, no entanto, que a trama é narrada a partir do ponto de vista de quem o procurou para relatar tudo, ressaltando que boa parte do roteiro é baseada em um livro que nunca foi contestado pela família de Pedro. “Dom” adapta o livro homônimo de Tony Bellotto, autor de ficções policiais e também guitarrista dos Titãs, que também foi escrito a partir do ponto de vista de Victor Dantas. De acordo com um levantamento da Amazon, a série “Dom” foi a produção internacional original mais vista no mundo entre assinantes do Prime Video, abrangendo em sua audiência mais de 60% de público fora do Brasil. “O público em todo o Brasil e ao redor do mundo nos mostrou que ama ‘Dom'”, disse Malu Miranda, chefe de Conteúdo Original Brasileiro da o Amazon Studios, ao anunciar a renovação da série para a 2ª temporada. Veja abaixo o link para desabafo integral de Érika Grandinetti.
Números do Emmy: HBO Max, “The Crown” e “The Mandalorian” lideram indicações
As séries “The Crown” e “The Mandalorian” lideram em número de indicações a disputa do Emmy Awards 2021, que visa premiar os melhores conteúdos e artistas televisivos/streamers do ano. Ambas tiveram 24 nomeações na premiação da Academia de Televisão dos EUA. As duas produções vão competir entre si pelo Emmy de Melhor Série de Drama, categoria que também inclui “The Handmaid’s Tale” (21 indicações), “Lovecraft Country” (18), “Bridgerton” (12), “Pose” (9), “This Is Us” (6) e “The Boys” (5). Igualmente acirrada está a disputa entre as minisséries, que coloca frente a frente “WandaVision” (23), “O Gambito da Rainha” (18), “Mare of Easttown” (16), “I May Destroy You” (9) e “The Underground Railroad” (7). Já a concorrência a Melhor Série de Comédia abre com grande vantagem de “Ted Lasso”, com 20 indicações, contra “Hacks” (15), “The Flight Attendant” (9), “O Método Kominsky” (5), “Black-ish” (5), “Cobra Kai” (4), “Pen15” (3) e o azarão “Emily em Paris” (2). Este ano, a HBO apresentou todos os seus candidatos como produções da HBO Max, fazendo com que a soma combinada de seus conteúdos de TV paga (94) e streaming (36) superassem os esforços dos concorrentes. Na batalha frontal com a Netflix, a vantagem foi de um título apenas, 130 contra 129, respectivamente. A guerra de números entre a HBO e a Netflix faz parte da História recente do Emmy, chegando a dominar as duas últimas edições. Em 2018, a Netflix superou pela primeira vez a concorrente com 112 indicações contra 108, mas no ano passado a HBO recuperou a coroa com 137 nomeações versus 118. A Netflix protestou contra o favorecimento à HBO Max (via consolidação de TV e streaming) em seu primeiro ano na premiação, mas o comunicado oficial da Academia de Televisão manteve a vantagem do rival. Os organizadores da premiação ainda apresentaram uma tabulação dos números de cada conglomerado, que colocou a Disney à frente de todos os outros, com 146 indicações somadas das plataformas Disney+ (71), Hulu (25), rede ABC (23), canais pagos FX (16), National Geographic (10) e Freeform (1). Mas só o número da Disney+ já seria suficiente para impressionar, comparado ao seu desempenho inaugural no ano passado – quanto somou 19 nomeações. O sucesso da plataforma é puxado pelas séries “The Mandalorian” (24), “WandaVision” (23), “Falcão e o Soldado Invernal” (5) e o telefilme/especial “Hamilton” (12). A Apple TV+ (35) e a Hulu (25) também registraram grande representatividade, puxados, respectivamente, pelos sucessos de “Ted Lasso” (20) e “The Handmaid’s Tale” (21). Em compensação, a Amazon submergiu. Graças a “The Underground Railroad” (7), ainda conseguiu assegurar 18 nomeações, sem entretanto impedir o forte declínio em relação as 30 citações do ano passado. O pior desempenho de streaming ficou para a recém-lançada plataforma Peacock, que obteve apenas duas indicações. Com a supremacia do streaming, a TV convencional vê seu prestígio diminuir ainda mais, ocupando menos vagas que HBO Max e Netflix: 102 somadas por todas as redes no Emmy, bem menos que as 121 do ano passado. O NBC lidera entre os canais abertos, graças ao humorístico “Saturday Night Live” (21), ao reality “The Voice” (7) e à série “This Is Us” (6). Mas é a TV paga, após a “conversão” da programação da HBO em catálogo de streaming, quem mais sofreu o impacto da concorrência online, disputando somente 51 prêmios com os canais FX (16), VH1 (11), Nat Geo (10), Bravo (8) e Showtime (6). Veja a lista realmente completa com todos os indicados aqui. O Emmy Awards 2021 será entregue em uma cerimônia em Los Angeles no dia 19 de setembro, com apresentação do comediante Cedric the Entertainer (da série “The Neighborhood”).
Confira a única lista realmente completa dos indicados ao Emmy 2021
A Academia de Televisão dos EUA divulgou nesta terça (13/7) a lista dos indicados à 73ª edição de sua premiação anual, os Emmy Awards. A cerimônia da entrega dos troféus acontecerá em 19 de setembro, em Los Angeles, com apresentação do comediante Cedric the Entertainer (da série “The Neighborhood”). As indicações refletem o aumento das opções de streaming, com muitas atrações da Disney+, HBO Max, Paramount+, Hulu, Apple TV+ e até Peacock, que diluíram muito o predomínio crescente da Netflix e Amazon, tendência dos últimos anos. Na verdade, com a lista completa é possível perceber que até a referência da Academia mudou, reconhecendo a grande vantagem do conglomerado Disney com 146 indicações somadas das plataformas Disney+ (71), Hulu (25), rede ABC (23), canais pagos FX (16), National Geographic (10) e Freeform (1). Entre as plataformas individuais, a mais lembrada foi a HBO Max com 130 nomeações, seguida de perto pela Netflix, com 129. Mas esses números são polêmicos, porque a HBO soma à sua plataforma 94 produções feitas para a TV paga (a HBO tradicional). A grande maioria dos sites brasileiros publicaram só as principais categorias de indicados, o que não permite avaliar o quadro completo da premiação. Apenas a Pipoca Moderna traz a relação integral. Graças a isso, nossos leitores são os únicos a saber que o cineasta Spike Lee concorre ao Emmy, a recém-falecida Jessica Walter foi reconhecida por sua trabalho como dubladora, o especial de reencontro de “Friends” disputa quatro troféus, as músicas originais de “WandaVision” e “The Boys” emplacaram na categoria de Melhor Canção, os documentários musicais de Billie Eilish, David Byrne, Bee Gees e Tina Turner estão entre os mais citados da premiação, além de conhecer quais são as melhores séries de animação, séries documentais, os diretores e roteiristas indicados, entre muitas e muitas outras categorias. Confira abaixo do vídeo dos anúncios principais a única lista realmente completa dos indicados aos Emmy Awards 2021. Melhor Série – Drama “The Boys” “Bridgerton” “The Crown” “The Handmaid’s Tale” “Lovecraft Country” “The Madalorian” “Pose” “This Is Us” Melhor Série – Comédia “Black-ish” “Cobra Kai” “Emily em Paris” “Hacks” “The Flight Attendant” “O Método Kominsky” “Pen15” “Ted Lasso” Melhor Minissérie “I May Destroy You” “Mare of Easttown” “O Gambito da Rainha” “The Underground Railroad” “WandaVision” Melhor Telefilme “Dolly Parton’s Christmas On The Square” “Oslo” “Robin Roberts Presents: Mahalia” “Sylvie’s Love” “Uncle Frank” Melhor Ator – Série de Drama Jonathan Majors (“Lovecraft Country”) Josh O’Connor (“The Crown”) Regé-Jean Page (“Bridgerton”) Billy Porter (“Pose”) Matthew Rhys (“Perry Mason”) Sterling K. Brown (“This is Us”) Melhor Ator Coadjuvante – Série de Drama Giancarlo Esposito (“The Mandalorian”) O-T Fagbenie (“The Handmaid’s Tale”) John Lithgow (“Perry Mason”) Tobias Menzies (“The Crown”) Max Minghella (“The Handmaid’s Tale”) Chris Sullivan (“This Is Us”) Bradley Whitford (“The Handmaid’s Tale”) Michael K. Williams (“Lovecraft Country”) Melhor Atriz – Série de Drama Uzo Aduba (“In Treatment”) Olivia Colman (“The Crown”) Emma Corrin (“The Crown”) Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) Mj Rodriguez (“Pose”) Jurnee Smollett (“Lovecrafty Country”) Melhor Atriz Coadjuvante – Série de Drama Gillian Anderson, “The Crown” Helena Bonham Carter, “The Crown” Emerald Fennell, “The Crown” Madeline Brewer, “The Handmaid’s Tale” Ann Dowd, “The Handmaid’s Tale” Yvonne Strahovski, “The Handmaid’s Tale” Samira Wiley, “The Handmaid’s Tale” Aunjanue Ellis, “Lovecraft Country” Melhor Ator – Série de Comédia Anthony Anderson (“Black-ish”) Michael Douglas (“O Método Kominsky”) William H. Macy (“Shameless”) Jason Sudeikis (“ted Lasso”) Kenan Thompson (“Kenan”) Melhor Ator Coadjuvante – Série de Comédia Bowen Yang (“Saturday Night Live”) Kenan Thompson (“Saturday Night Live”) Brett Goldstein (“Ted Lasso”) Brendan Hunt (“Ted Lasso”) Nick Mohammed (“Ted Lasso”) Jeremy Swift (“Ted Lasso”) Paul Reiser (“O Método Kominsky”) Carl Clemons-Hopkins (“Hacks”) Melhor Atriz – Série de Comédia Aidy Bryant (“Shrill”) Kaley Cyuoco (“The Flight Attendant”) Allison Janney (“Mom”) Tracee Ellis Ross (“Black-ish”) Jean Smart (“Hacks”) Melhor Atriz Coadjuvante – Série de Comédia Kate McKinnon (“Saturday Night Live”) Cecily Strong (“Saturday Night Live”) Aidy Bryant (“Saturday Night Live”) Rosie Perez (“The Flight Attendant”) Hannah Einbinder (“Hacks”) Hannah Waddingham (“Ted Lasso”) Juno Temple (“Ted Lasso”) Melhor Ator – Minissérie ou Telefilme Lin-Manuel Miranda (“Hamilton”) Leslei Odom, Jr (“Hamilton”) Paul Bettany (“Wandavision”) Hugh Grant (“The Undoing”) Ewan McGregor (“Halston”) Melhor Ator Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme Daveed Diigs (“Hamilton”) Jonathan Groff (“Hamilton”) Anthony Ramos (“Hamilton”) Thomas Brodie-Sangster (“O Gambito da Rainha”) Evan Peters (“Mare of Easttown”) Paapa Essiedu (“I May Destroy You”) Melhor Atriz – Minissérie ou Telefilme Michaela Coel (“I May Destroy You”) Cynthia Erivo (“Genius: Aretha”) Elizabeth Olsen (“WandaVision”) Anya Taylor-Joy (“O Gambito da Rainha”) Kate Winslet (“Mare of Easttown”) Melhor Atriz Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme Jean Smart (“Mare of Easttown”) Julianne Nicholson (“Mare of Easttown”) Kathryn Hahn (“WandaVision”) Phillipa Soo (“Hamilton”) Renee Elise Goldsberry (“Hamilton”) Moses Ingram (“O Gambito da Rainha”) Melhor Ator Convidado – Série de Drama Don Cheadle (“Falcão e o Soldado Invernal”) Charles Dance (“The Crown”) Timothy Olyphant (“The Mandalorian”) Courtney B. Vance (“Lovecraft Country”) Carl Weathers (“The Mandalorian”) Melhor Atriz Convidada – Série de Drama Alexis Bledel (“The Handmaid’s Tale”) Claire Foy (“The Crown”) McKenna Grace (“The Handmaid’s Tale”) Sophie Okonedo (“Ratched”) Phylicia Rashad (“This Is Us”) Melhor Ator Convidado – Série de Comédia Alec Baldwin (“Saturday Night Live”) Dave Chappelle (“Saturday Night Live”) Morgan Freeman (“The Kominsky Method”) Daniel Kaluuya (“Saturday Night Live”) Daniel Levy (“Saturday Night Live”) Melhor Atriz Convidada – Série de Comédia Jane Adams (“Hacks”) Yvette Nicole Brown (“A Black Lady Sketch Show”) Bernadette Peters (“Zoey’s Extraordinary Playlist”) Issa Rae (“A Black Lady Sketch Show”) Maya Rudolph (“Saturday Night Live”) Kristen Wiig (“Saturday Night Live”) Melhor Talk-Show ou Programa de Variedades “Conan” “The Daily Show com Trevor Noah” “Jimmy Kimmel Live” “Last Week Tonight com John Oliver” “The Late Show com Stephen Colbert” Melhor Reality Show de Competição “The Amazing Race” “Nailed It” “RuPaul’s Drag Race” “Top Chef” “The Voice” Melhor Reality Show Estruturado “Antiques Roadshow” “Property Brothers: Forever Home” “Queer Eye” “Running Wild With Bear Grylls” “Shark Tank” Melhor Reality Show sem Estrutura “Becoming” “Below Deck” “Indian Matchmaking” “RuPaul’s Drag Race Untucked” “Selling Sunset” Melhor Série de Esquetes “A Black Lady Sketch Show” “Saturday Night Live” Melhor Especial de Variedades “Bo Burnham: Inside” “David Byrne’s American Utopia” “8:46 – Dave Chappelle” “Friends: The Reunion” “Hamilton” “A West Wing Special to Benefit When We All Vote” Melhor Especial de Variedades ao Vivo “Celebrating America – An Inauguration Night Special” “The 63rd Annual Grammy Awards” “The Oscars” “The Pepsi Super Bowl LV Halftime Show Starring The Weeknd” “Stephen Colbert’s Election Night 2020” Melhor Especial de Variedades com Apresentador “My Next Guest Needs No Introduction with David Letterman” “Oprah with Megan and Harry: A CBS Primetime Special” “Stanley Tucci: Searching For Italy” “United Shades Of America with W. Kamau Bell” “VICE” Melhor Apresentador de Variedades ou Competição Bobby Berk, Karamo Brown, Tan France, Antoni Porowski, Jonathan Van Ness (“Queer Eye”) Nicole Byer (“Nailed It!”) Barbara Corcoran, Mark Cuban, Lori Greiner, Robert Herjavec, Daymond John, Kevin O’Leary (“Shark Tank”) Tom Colicchio, Padma Lakshmi, Gail Simmons (“Top Chef”) RuPaul (“RuPaul’s Drag Race”) Melhor Série Animada “Big Mouth” “Bob’s Burgers” “Genndy Tartakovsky’s Primal” “The Simpsons” “South Park: The Pandemic Special” Melhor Produção Animada em Curtas “Love, Death + Robots” “Maggie Simpson In: The Force Awakens From Its Nap” “Once Upon a Snowman” “Robot Chicken” Melhor Documentário “The Bee Gees: How Can You Mend A Broken Heart” “Boys State” “Framing Britney Spears” “The Social Dilemma” “Tina” Melhor Série Documental “Allen v. Farrow” “American Masters” “City So Real” “Pretend It’s A City” “Secrets Of The Whales” Mérito Excepcional em Documentário “Dick Johnson Is Dead” “76 Days” “Welcome To Chechnya” Melhor Design de Produção – Série Contemporânea “The Flight Attendant” “The Handmaid’s Tale” “Mare Of Easttown” “The Undoing” “Yellowstone” Melhor Design de Produção – Série de Época ou Fantasia “Bridgerton” “The Crown” “Halston” “The Mandalorian” “Perry Mason” “O Gambito da Rainha” Melhor Design de Produção – Série de Meia-Hora “Emily em Paris” “Hacks” “Ted Lasso” “United States of Al” “WandaVision” Melhor Design de Produção – Variedades “Last Week Tonight With John Oliver” “The Late Show With Stephen Colbert” “The Masked Singer” “RuPaul’s Drag Race” “Saturday Night Live” Melhor Design de Produção – Especial de Variedades “Friends: The Reunion” “78th Annual Golden Globe Awards” “The 63rd Annual Grammy Awards” “The Oscars” “Stephen Colbert’s Election Night 2020” Melhor Casting – Série de Comédia “The Flight Attendant” “Hacks” “O Método Kominsky” “Pen15” “Ted Lasso” Melhor Casting – Série de Drama “Bridgerton” “The Crown” “The Handmaid’s Tale” “Lovecraft Country” “The Mandalorian” Melhor Casting – Minissérie “I May Destroy You” “Mare of Easttown” “O Gambito da Rainha” “The Underground Railroad” “WandaVision” Melhor Casting – Reality Show “Queer Eye” “RuPaul’s Drag Race” “Shark Tank” “Top Chef” “The Voice” Melhor Coreografia – Variedades “Christmas In Rockefeller Center” “Dancing With The Stars” – Routines: Argentine Tango “Dancing With The Stars” – Routines: Paso Doble “The Disney Holiday Singalong “Savage X Fenty Show Vol. 2” “World Of Dance” Melhor Coreografia – Série ou Telefilme “Dolly Parton’s Christmas On The Square” “Genius: Aretha” “Lucifer” “Zoey’s Extraordinary Playlist” – Routines: Black Man In A White World / Tightrope “Zoey’s Extraordinary Playlist” – Routines: Hello Dolly / Starships / Let’s Get Loud” Melhor Coreografia – Sitcom “Call Me Kat” “The Conners” “Country Comfort” “Last Man Standing” “The Upshaws” Melhor Fotografia – Série de Meia-Hora “Grown-ish” “Hacks” “Made For Love” “The Mandalorian” “Servant” Melhor Fotografia – Série de Uma Hora “Bridgerton” “The Crown” “Euphoria” “Lovecraft Country” “The Mandalorian” “Perry Mason” “The Umbrella Academy” Melhor Fotografia – Minissérie ou Antologia “Fargo” “Mare Of Easttown” “O Gambito da Rainha” “Small Axe” – Mangrove “The Underground Railroad” Melhor Fotografia – Documentário “City So Real” “David Attenborough: A Life On Our Planet” “Dick Johnson Is Dead” “Rebuilding Paradise” “Secrets Of The Whales” “The Social Dilemma” Melhor Fotografia – Reality Show “The Amazing Race” “Deadliest Catch” “Life Below Zero” “Queer Eye” “RuPaul’s Drag Race” Melhor Comercial “Airpods Pro” — Jump “Alexa’s Body” – Amazon Alexa “Better | Mamba Forever” – Nike “It Already Does That” – Apple Watch Series 6 “You Can’t Stop Us” – Nike “You Love Me” – Beats by Dre Melhor Figurino – Produção de Época “Bridgerton” “The Crown” “Halston” “O Gambito da Rainha” “Ratched” Melhor Figurino – Produção de Fantasia “The Handmaid’s Tale” “Lovecraft Country” “The Mandalorian” “The Umbrella Academy” “WandaVision” Melhor Figurino – Produção Contemporânea “Black-ish” “Euphoria” “Hacks” “I May Destroy You” “Mare Of Easttown” “The Politician” “Pose” Melhor Direção – Série de Comédia James Burrows (“B Positive”) Susanna Fogel (“The Flight Attendant”) Lucia Aniello (“Hacks”) James Widdoes (“Mom”) Zach Braff (“Ted Lasso”) MJ Delaney (“Ted Lasso”) Declan Lowney (“Ted Lasso”) Melhor Direção – Série de Drama Julie Anne Robinson (“Bridgerton”) Benjamin Caron (“The Crown”) Jessica Hobbs (“The Crown”) Liz Garbus (“The Handmaid’s Tale”) Jon Favreau (“The Mandalorian”) Steven Canals (“Pose”) Melhor Direção – Minissérie ou Antologia Thomas Kail (“Hamilton”) Michaela Coel (“I May Destroy You”) Sam Miller (“I May Destroy You”) Craig Zobel (“Mare Of Easttown”) Scott Frank (“O Gambito da Rainha”) Barry Jenkins (“The Underground Railroad”) Matt Shakman (“WandaVision”) Melhor Direção – Variedades Christopher Werner (“Last Week Tonight With John Oliver”) Alexander J. Vietmeier (“Late Night With Seth Meyers”) Jim Hoskinson (“The Late Show With Stephen Colbert”) Paul G. Casey (“Real Time With Bill Maher”) Don Roy King (“Saturday Night Live”) Melhor Direção – Especial de Variedades Bo Burnham (“Bo Burnham: Inside”) Spike Lee (“David Byrne’s American Utopia”) Julia Reichert, Steven Bognar, Dave Chappelle (“8:46 – Dave Chappelle”) Ben Winston (“Friends: The Reunion”) Thomas Schlamme (“A West Wing Special To Benefit When We All Vote”) Melhor Direção – Documentário Kirby Dick, Amy Ziering (“Allen v. Farrow”) Frank Marshall (“The Bee Gees: How Can You Mend A Broken Heart”) Amanda McBaine, Jesse Moss (“Boys State”) Kirsten Johnson (“Dick Johnson Is Dead”) Jeff Orlowski (“The Social Dilemma”) Dan Lindsay, TJ Martin (“Tina”) Melhor Direção – Reality Show Bertram van Munster (“The Amazing Race”) Mark Perez (“Queer Eye”) Nick Murray (“RuPaul’s Drag Race”) Ariel Boles (“Top Chef”) Alan Carter (“The Voice”) Melhor Edição – Série de Drama “The Crown” – Avalanche “The Crown” – Fairytale “The Handmaid’s...
A Vilã: Filme de ação coreano vai virar série americana
O filme de ação sul-coreano “A Vilã” (The Villainess) vai virar série. A Amazon está desenvolvendo a produção em parceria com a produtora Skybound, de Robert Kirkman (de “The Walking Dead” e “Invincible”). A adaptação está a cargo da roteirista-produtora Francisca Hu (“Sleepy Hollow”) e o primeiro episódio será dirigido pelo cineasta responsável pelo filme original, Jung Byung-gil. O longa teve première no Festival de Cannes em 2017, ocasião em que foi aplaudido de pé pelo público. A premissa, porém, é bem conhecida pelos fãs de cinema por lembrar as protagonistas de “Nikita” (francesa), “Black Cat” (chinesa) e até “Viúva Negra” (americana), uma jovem que se rebela após ser treinada para se tornar assassina profissional de uma agência secreta. A série vai acompanhar uma mulher asiática que acredita ter sido adotada por pais brancos numa pequena cidade americana. Entretanto, após uma viagem a Seul resultar num incidente violento, ela descobre que seu passado é muito diferente do que imaginava e a única maneira de descobrir sua verdadeira identidade pode ser vender sua alma para uma organização sombria e corrupta. Os produtores estão atrás de uma nova intérprete para o papel principal, que foi vivido por Kim Ok-bin (“Sede de Sangue”) no cinema. Veja abaixo o trailer legendado do filme original.
“A Guerra do Amanhã” terá continuação
A luta continua. “A Guerra do Amanhã” vai ganhar continuação na Amazon Prime Video. O sinal verde veio após o lançamento do longa se tornar a maior estreia dentre todas as produções da Amazon. A afirmação foi feita pelo astro Chris Pratt durante o fim de semana passado. Aparentemente, o filme teria mesmo superado todas as expectativas. Embora – como muitos outros streamers – a Amazon não forneça números de visualizações, Pratt comemorou no Instagram que o filme quebrou vários recordes em suas primeiras 48 horas e virou “o nº 1 do mundo”, liderando o streaming em vários países, incluindo no Brasil, segundo fontes. Em compensação, foi considerado um amontado de clichês pela crítica internacional e obteve teve apenas 54% de aprovação no Rotten Tomatoes – medíocre. A trama acompanha viajantes do tempo que chegam aos dias atuais para advertir a humanidade sobre uma guerra contra uma espécie alienígena mortal. Eles querem recrutar soldados e civis para serem transportados ao futuro e se alistarem na luta. O personagem de Pratt é um dos voluntários, um professor de ensino médio e pai de família que se dispõe a salvar o mundo para sua filha, o que o faz lutar ao lado dela própria adulta no futuro (Yvonne Strahovski, de “The Handmaid’s Tale”) e também de seu pai distante (JK Simmons, de “Whiplash”). A sequência vai trazer de volta o roteirista Zach Dead, o diretor Chris McKay e grande parte do elenco original.
“The Boys” ganha telejornal da VNN, rede de notícias da Vought International
A Amazon disponibilizou um programa fictício de notícias do universo de “The Boys”. Lançado nas redes sociais da empresa Vought International, que cuida dos direitos dos heróis da série, o telejornal é uma atração da VNN, rede de notícias do conglomerado (uma paródia da CNN da Turner/Warner, mas com teor mais próximo da Fox News). O criador da série, Eric Kripke, comentou que o programa servirá como ponte entre a 2ª e a 3ª temporadas. “Desde o início de ‘The Boys’, acompanhamos o braço de propaganda da Vought – digo, canal de notícias – VNN. Vamos nos aprofundar ainda mais nestes justos e equilibrados patriotas na próxima temporada, então como um teaser estamos introduzido o ‘Seven on 7’, com a grande estrela [jornalística] Cameron Coleman”, ele explicou. “Os episódios são canônicos e darão informações que conectam as lacunas entre a 2ª e a 3ª temporada”, completou. O citado Cameron Coleman é, na verdade, um personagem interpretado pelo ator Matthew Edison, que no vídeo relata as principais notícias dos super-heróis da Vought, desde o rompimento da relação entre o Capitão Pátria (Homelander) e Tempesta (Stormfront), passando pelo hit gravado por Luz-Estrela (Starlight) e até novidades de campanha da congressista Numan e a contratação de Hugh Campbell. O vídeo ainda conta com a participação do ator Jim Beaver (“Supernatural”) como o Secretário de Defesa americano Robert Singer, comentando sobre a entrada de super-heróis nas forças militares. Novos episódios do noticiário da VNN serão lançados todos os dias 7 de cada mês.
Trailer de documentário mostra vida do ator Val Kilmer
A Amazon divulgou o pôster e o trailer do documentário “Val”, que fará sua première mundial no Festival de Cannes, iniciado nesta terça (6/7). O longa revela a história do ator Val Kilmer através de vídeos que ele próprio gravou ao longo de quatro décadas. Para o filme, os editores Leo Scott e Ting Poo se debruçaram sobre milhares de horas de filmes em 16mm e vídeos de diferentes formatos feitos por Val Kilmer, que abrangem mais de 40 anos de sua vida, desde registros caseiros feitos com seus irmãos até os bastidores de seus papéis icônicos em blockbusters como “Top Gun” (1986), “The Doors” (1991), “Tombstone” (1993) e “Batman Eternamente” (1995). Após a exibição nesta quarta (7/7) em Cannes, o documentário terá lançamento limitado nos cinemas norte-americanos em 23 de julho, chegando ao streaming em todo o mundo no dia 6 de agosto.
Dublês denunciam falta de segurança na produção da série de “O Senhor dos Anéis”
Os dublês da série de “O Senhor dos Anéis”, produção bilionária da Amazon Studios, denunciaram condições de trabalho perigosas no set das gravações na Nova Zelândia, após uma profissional sofrer acidente e precisar passar por cirurgia cerebral. Vários depoimentos anônimos foram publicados pelo jornal New Zealand Herald com queixas sobre falta de segurança no trabalho. O problema ganhou grandes proporções após a dublê Dayna Grant ser diagnosticada com um aneurisma cerebral após seu acidente, que não foi reportado pela Amazon às autoridades locais. Um dos acusadores afirmou que Dayna Grant, que tem 20 anos de experiência como dublê, se acidentou após ser obrigada a fazer manobras com as quais não estava confortável. Apesar disso, a produção não pagou suas despesas médicas, pois a condição seria resultado de várias quedas, ao longo da carreira, precipitadas pela mais recente. Ela precisou recorrer ao financiamento coletivo e contou com apoio de Lucy Lawless, a eterna Xena, e outras estrelas com quem trabalhou para angariar os fundos necessários para sua cirurgia – que era de emergência! Mas Grant não foi a única baixa das gravações. O jornal neozelandês denunciou que pelo menos dois outros dublês que trabalharam na produção sofreram acidentes graves, que também não foram reportados às autoridades pela Amazon. Mais dois se afastaram do set por lesões, e teve até um que abandonou a série com a alegação de que precisava preservar sua saúde mental. Os profissionais entrevistados pelo jornal ainda afirmaram que suas queixas não foram levadas a sério pelo supervisor de dublês da produção. Um deles se identificou. Thomas Kiwi sofreu uma lesão no ombro durante as gravações e diz ter sido obrigado a continuar trabalhando por horas, mesmo depois de avisar ao supervisor que os cabos que o seguravam não estavam montados adequadamente. Ele disse que foi o pior set em que já trabalhou. “Foi a produção com mais dinheiro envolvido, mas a forma como eles fazem tudo é muito insegura. Não é nada bom, especialmente com esse orçamento”, reclamou. O orçamento realmente é impressionante. O ministro de Desenvolvimento Econômico e Turismo da Nova Zelândia, Stuart Nash, revelou numa entrevista televisiva que a Amazon vai gastar US$ 465 milhões apenas com a produção da 1ª temporada. Ou seja, só a 1ª temporada será mais cara que a trilogia completa de cinema de “O Senhor dos Anéis”, orçada em US$ 281 milhões. E muito mais cara que o maior orçamento televisivo de todos os tempos, superando “Game of Thrones”, da HBO, que custou cerca de US$ 100 milhões por temporada. Diante da polêmica, a Amazon emitiu um comunicado rechaçando as denúncias. “A Amazon Studios leva extremamente a sério a saúde e o bem estar físico e emocional do nosso elenco e equipe. Como prioridade máxima, a equipe de produção continua colaborando completamente com os padrões de segurança da Nova Zelândia. Qualquer alegação ou denúncia de que as atividades no set são inseguras ou não cumprem os protocolos são completamente falsas”, diz o texto.












