Jeffrey Dean Morgan entra em “The Boys”
O ator Jeffrey Dean Morgan (o Negan de “The Walking Dead”) vai se juntar ao elenco da 4ª temporada “The Boys”. Detalhes sobre seu personagem permanecem em sigilo, mas a participação terá caráter recorrente. Com a participação, Morgan voltará a trabalhar com o criador da série, Eric Kripke, que também desenvolveu “Supernatural”. Na atração de terror da Warner Bros. Television, Morgan interpretou John Winchester, pai dos protagonistas Sam e Dean. Kripke já tinha revelado recentemente conversas com o ator para contar com ele na nova temporada: “Jeffrey Dean Morgan é um superfã da série, então ele e eu estamos conversando. Estamos tentando descobrir algo para a 4ª temporada. Nada finalizado ainda, mas ele e eu estamos conversando e enviando e-mails e vendo que podemos fazer funcionar com sua agenda lotada. Então, fique atento a isso.” A produção dos novos episódios começou nesta semana e também contará com a chegada das atrizes Valorie Curry (“The Folowing” e “The Lost Symbol”) e Susan Heyward (“Powers” e “Orange Is the New Black”) à trama. Elas também não tiveram seus papéis revelados. A 4ª temporada vai se concentrar na influência do Capitão Pátria (Anthony Starr) sobre seu filho Ryan, interpretado por Cameron Crovetti. O jovem ator foi promovido ao elenco fixo da série para os novos episódios, após sua participação impactante no final da temporada passada.
Harry Styles comenta as cenas gays em seu novo filme
O cantor Harry Styles falou sobre as cenas de sexo gay, que filmou com David Dawson (“The Last Kingdom”) para “My Policeman”, em entrevista à revista Rolling Stone. Descrevendo as sequências como “ternas e amorosas”, ele revelou que foi atraído para o filme justamente pelo tema. “É muito absurdo pensar hoje: ‘Ah, naquela época ninguém podia ser gay. Era ilegal’. Eu acho que todo mundo, incluindo eu, tem sua própria jornada para entender a própria sexualidade, para se sentir mais confortável com isso. Esta não é uma história gay sobre dois caras gays, mas uma história sobre amor e tempo perdido”, comentou. Falando especificamente sobre as cenas quentes que o policial Tom (Styles) compartilha com o curador de museu Patrick (Dawson), Styles disse ter se mantido fiel à intenção do diretor Michael Grandage (“O Mestre dos Gênios”). “Muitas cenas de sexo gay em filmes são só dois caras se pegando, e isso tira a ternura do momento. Eu imagino que haverá pessoas assistindo ao filme que estavam vivas durante este tempo, em que era ilegal ser gay, e Michael queria mostrar essa ternura, esse amor, essa sensibilidade”, disse ele. Adaptação do romance homônimo de Bethan Roberts, o filme se passa no final dos anos 1990, quando a chegada do idoso inválido Patrick na casa do casal Marion e Tom desencadeia uma exploração de eventos de 40 anos atrás: a relação apaixonada entre Tom e Patrick na época em que a homossexualidade era ilegal no Reino Unido. Styles e Emma Corrin (“The Crown”) vivem as versões jovens de Tom e Marion, enquanto Dawson interpreta Patrick. Curiosamente, o cantor é o mais experiente dos três em trabalhos de longa-metragem. “My Policeman” será o terceiro longa de Styles, após a estreia em “Dunkirk” (2017) e o ainda inédito “Não Se Preocupe, Querida”, de Olivia Wilde, enquanto Corrin só atuou num filme anterior, “Miss Revolução” (2020), e Dawson é estreante no formato. O elenco ainda inclui Linus Roache (“Homeland”) e Gina McKee (“Os Bórgias”) como as versões mais velhas de Tom e Marion, além de Rupert Everett (“O Casamento do Meu Melhor Amigo”) como o Patrick idoso. A adaptação foi escrita por Ron Nyswaner (“Amor Por Direito”) e a equipe ainda inclui o produtor Greg Berlanti (diretor de “Com Amor, Simon” e criador do “Arrowverso” televisivo) e sua sócia Sarah Schechter. “My Policeman” terá première mundial em setembro, no Festival de Toronto, e será lançado na plataforma Prime Video, da Amazon, em 4 de novembro.
Galadriel reúne Irmandade no trailer da série de “O Senhor dos Anéis”
A Amazon Prime Video divulgou um novo trailer de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder”, que destaca a jornada da jovem Galadriel (Morfydd Clark) para encontrar e combater o mal que ameaça a Terra Média. Para isso, ela forma uma irmandade com elfos, anões e humanos. A prévia também destaca a fotografia deslumbrante da atração, gravada nas mesmas locações dos filmes de Peter Jackson, e efeitos realistas que justificam seu orçamento, o maior de todos os tempos para uma série. Criada por J.D. Payne e Patrick McKay (roteiristas de “Star Trek: Sem Fronteiras”), a superprodução se passa milhares de anos antes da aventura de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da famosa trilogia do escritor britânico J.R.R. Tolkien, e pretende mostrar a forja dos icônicos Anéis do Poder que batizam a atração, além da ascensão do Lorde das Trevas Sauron e a Última Aliança de Elfos e Homens. Por conta disso, “O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder” tem mais de 20 personagens, interpretados por nomes como Peter Mullan (“Westworld”), Benjamin Walker (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”), Cynthia Addai-Robinson (“Spartacus”), Maxim Baldry (“Years and Years”), Markella Kavenagh (“Picnic at Hanging Rock”), Trystan Gravelle (“A Descoberta das Bruxas”), Augustus Prew (“The Morning Show”), Charles Edwards (“The Crown”), Lenny Henry (“The Witcher”), Simon Merrells (“Spartacus”) e Joseph Mawle (“Game of Thrones”), entre outros. A direção dos episódios é assinada por J.A. Bayona (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Wayne Yip (“Doctor Who”) e Charlotte Brändström (“The Witcher”), e a estreia está prevista para 2 de setembro.
“The Boys” começa a gravar 4ª temporada
O elenco e o criador de “The Boys” compartilharam posts nas redes sociais para anunciar o começo dos trabalhos da 4ª temporada da série. O produtor Eric Krypke postou na sua conta do Twitter uma foto da capa do roteiro do primeiro episódio, intitulado “Department of Dirty Tricks” (Departamento dos Truques Sujos, em tradução literal), acompanhado pela legenda “Dia Um”. Jack Quaid, o intérprete de Hughie, celebrou o retorno ao set com uma foto da temporada inaugural da série. “Hoje começamos a trabalhar na 4ª temporada. Esta foto é do primeiro dia em que os The Boys estiveram no set como uma equipe durante a 1ª temporada. Essas pessoas (o resto do elenco + equipe incluída) realmente mudaram minha vida para melhor. Eu me sinto tão sortudo e grato por poder começar essa jornada novamente com pessoas que se tornaram uma família para mim. Mal posso esperar para todos vocês verem o que preparamos. É tempo de temporada 4! Vamos fazer isso!!!!”, escreveu. Anthony Starr, o Capitão Pátria, acrescentou: “Há muito tempo começamos… agora, a quarta temporada. Suco de vaca sagrada! Percorremos um longo caminho e o mundo enlouqueceu no meio disso. (Indiscutivelmente ainda está). Mas aqui estamos. 4. Muito grato por fazer parte deste time e aos fãs pelo apoio. Continuaremos nos esforçando para fazer o melhor show que pudermos para você. Agora, é partir para o trabalho”. A 4ª temporada vai se concentrar na influência do Capitão Pátria sobre seu filho Ryan, interpretado por Cameron Crovetti. O jovem ator foi promovido ao elenco fixo da série nos novos episódios, após sua participação impactante no final da temporada passada. Outras novidades da temporada são as atrizes Valorie Curry (“The Folowing” e “The Lost Symbol”) e Susan Heyward (“Powers” e “Orange Is the New Black”). Valorie Curry interpretará uma personagem chamada Firecracker, enquanto Susan Heyward interpretará Sister Sage. Ambas as personagens tem nomes de heroínas, mas não há maiores detalhes sobre suas participações na trama. Ainda não há previsão para a estreia da 4ª temporada de “The Boys”. Day One#Season4 #TheBoys #TheBoysTV @TheBoysTV @PrimeVideo @SPTV pic.twitter.com/M66rk8tpR1 — Eric Kripke (@therealKripke) August 22, 2022 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Karen Fukuhara (@karenfukuhara) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Antony Starr (@toni.starr) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Karl Urban (@karlurban) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jack Quaid (@jack_quaid) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Antony Starr (@toni.starr)
“Minions 2” e as principais estreias de filmes pra ver em casa
O maior sucesso atual dos cinemas no Brasil já pode ser visto em casa. Ainda em cartaz e no topo das bilheterias nacionais, “Minions 2: A Origem de Gru” é o principal lançamento nas locadoras digitais do pais nesta sexta (19/8). Com opções para todos os gostos, os destaques das plataformas de streaming e VOD incluem também títulos proibidos para crianças. Confira abaixo 10 estreias para aproveitar a queda das temperaturas debaixo das cobertas. | MINIONS 2: A ORIGEM DE GRU | VOD* Grande blockbuster animado do ano, a continuação de “Minions” conta o início da saga de Gru, que desde criança sonhava entrar num time de supervilões. Ao ser ridicularizado, ele decide provar que é criminoso ao roubar os próprios bandidos, o que dá início a uma perseguição e introduz a ajuda atrapalhada dos minions. A direção é Kyle Balda, que assinou os dois últimos filmes da franquia (“Minions” e “Meu Malvado Favorito 3”), e Brad Ableson (animador de “Os Simpsons”), que estreia no estúdio Illumination. Mas mesmo cedendo seu lugar atrás das câmeras, o diretor Pierre Coffin segue fazendo as vozes macarrônicas dos Minions. A propósito, o dublador nacional de Gru é ninguém menos que Leandro Hassum – enquanto Steve Carell (“The Office”) continua como a voz da versão original. | SEM NORTE | VOD* O anime adulto e sombrio segue um menino de nove anos, que é transferido à força com sua família para um campo de prisioneiros políticos na Coreia do Norte. Sua inocência é gradualmente corroída pela dura brutalidade do acampamento, enquanto o resto de sua família tenta manter a decência ao lutar para sobreviver nas piores condições de vida imagináveis. A história reflete o interesse do diretor Eiji Han Shimizu pelo destino de sua família, que estava morando no Japão após a guerra, mas foi atraída por promessas do regime norte-coreano nos anos 1960 e 1970 para voltarem ao país. Na ocasião, mais de 93 mil coreanos atenderam ao chamamento e muitos deles acabaram em campos de prisioneiros políticos, segundo o cineasta. O desenho ganhou uma Menção Especial no Festival de Varsóvia e o prêmio de Melhor Animação no Festival de Nashville. | O HOMEM IDEAL | AMAZON PRIME VIDEO A sci-fi dramática alemã acompanha uma cientista que, para obter fundos de pesquisa, aceita participar de uma experiência e viver durante três semanas com um androide (Dan Stevens, de “Legion”) programado para fazê-la feliz. Só que ela faz isso contrariada, recusando-se a encarar o robô como algo mais que um eletrodoméstico, mesmo que todos os seus amigos se encantem com seu charme. Com 96% de aprovação e mais de 100 críticas positivas no Rotten Tomatoes, o longa de Maria Schrader (“Nada Ortodoxa”) rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Maren Eggert (“Eu Estava em Casa, Mas…”) no Festival de Berlim, venceu o Lola (o Oscar alemão) de Melhor Filme e foi o candidato da Alemanha ao Oscar deste ano. | AS VERDADES | VOD* O novo suspense criminal estrelado por Lázaro Ramos (“O Silêncio da Chuva”) explora o chamado “efeito Rashômon” (de conflitos de versões). Ramos interpreta um policial que investiga o assassinato de um político (ZéCarlos Machado), candidato a prefeito de uma cidadezinha do sertão, que é encontrado atropelado numa região isolada. Mas cada suspeito tem uma versão diferente sobre quem matou, porque morreu e como aconteceu o assassinato. O elenco destaca Bianca Bin (“O Outro Lado do Paraíso”), Drica Moraes (“Sob Pressão”) e Thomás Aquino (“Curral”) como os suspeitos, além de Edvana Carvalho (“Irmãos Freitas”). O roteiro é de Pedro Furtado (“Boa Sorte”) e a direção é assinada por José Eduardo Belmonte (“Alemão 2”), um dos maiores especialistas brasileiros em filmes criminais. | ALINE – A VOZ DO AMOR | VOD* O drama musical francês é inspirado na vida de Céline Dion. Escrito, dirigido e estrelado pela francesa Valerie Lemercier (“50 São os Novos 30”), acompanha “Aline Dieu”, uma cantora fictícia que tem uma vida bastante parecida com a da intérprete da música-tema de “Titanic”. A trama narra a trajetória da artista desde a infância no Canadá, na região do Quebec durante a década de 1960, passa por sua transformação em cantora nos anos 1980 e segue até atingir seu estrelato mundial, enfatizando seu romance e seu casamento com o empresário idoso que a descobriu. Na vida real, Céline se casou com o homem que a descobriu e apostou tudo no seu sucesso, René Angélil, falecido em 2016. Lemercier venceu o César (o Oscar francês) de Melhor Atriz por sua interpretação. | COMO MATAR A BESTA | VOD* O horror gótico da América do Sul, com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, passa-se na fronteira entre Argentina e Brasil, e acompanha a busca de uma jovem (a estreante Tamara Rocca) pelo irmão desaparecido. Ela se hospeda na casa de sua estranha Tia Inés (Ana Brun, de “As Herdeiras”), próxima da floresta onde, de acordo com rumores, uma perigosa besta surgiu uma semana antes – que dizem ser o espírito de um homem mau capaz de tomar a forma de diferentes animais. Longa de estreia da argentina Agustina San Martín, o filme foi bastante elogiado pela narrativa atmosférica e o simbolismo presente em sua história, repleta de ideias abstratas de medo e empoderamento feminino. | IMPETIGORE: HERANÇA MALDITA | VOD* O diretor Joko Anwar (“Gundala: A Ascensão de um Herói”) traz um reforço indonésio à atual onda de terrores asiáticos arrepiantes e viscerais – veja-se “A Médium” e “Marcas da Maldição”. Ele se inspirou em pesadelos e no “Massacre da Serra Elétrica” original para conjurar esta trama sinistra sobre duas amigas com problemas financeiros, que acreditam ter mudado a sorte quando uma delas herda uma propriedade rural. Mas ao viajarem à aldeia distante, logo percebem o perigo que as espera, evidenciado pelo comportamento estranho dos moradores e nos vestígios de rituais na região. Apesar de muito brutal, o filme foi a submissão da Indonésia na categoria de Melhor Filme Internacional do Oscar 2021. | ARMADILHA EXPLOSIVA | VOD* O thriller francês de confinamento gira em torno de um carro estacionado no interior de um estacionamento coberto. Sentada no assento do motorista, a protagonista, vivida por Nora Arnezeder (“Zoo”), percebe a contagem regressiva de uma bomba no painel do veículo. Ela é uma especialista em descarte de bombas, que trabalha para uma ONG com o namorado, mas desta vez qualquer erro pode custar não apenas sua vida, mas de seu filho e a filha do namorado, sentados no banco traseiro. Com apenas 30 minutos para impedir a explosão, ela convoca a equipe com quem trabalha para desativar a armadilha. Roteiro e direção são de Vanya Peirani-Vignes, que assina seu primeiro longa após trabalhar como assistente do mestre Claude Lelouch em cinco filmes. | BABYSITTER | MUBI Uma análise irônica da misoginia casual, o segundo longa de Monia Chokri (“A Mulher do Meu Irmão”) acompanha Cédric, que é suspenso do trabalho depois de viralizar por beijar bêbado uma repórter. Preso em casa com sua esposa exausta e seu bebê, Cédric embarca em uma viagem terapêutica para se libertar da misoginia. Mas aí Amy entra em cena: uma babá misteriosa que virará suas vidas de cabeça para baixo. A comédia também critica o culto da maternidade moderna com uma proposta atrevida, propositalmente filmada em tons pastéis, que lhe dar um ar retrô. Para quem não conhece a diretora de Quebec, Chokri também é estrela de “Amores Imaginários” (2010) e “Lawrence Anyways” (2012), filmes de Xavier Dolan. | 365 DIAS FINAIS | NETFLIX O final da trilogia trash era esperado por muitos fãs, o que diz mais sobre a falta de opções eróticas nas plataformas de streaming do que a respeito das qualidades inexistentes da obra. Baseada nos best-sellers de Blanka Lipińska, a franquia acompanha um romance bastante problemático, com premissa de terror disfarçada por cenas quentes entre o casal Laura (Anna-Maria Sieklucka) e Massimo (Michele Morrone). Originalmente sequestrada pelo mafioso Massimo, ela só é solta após se apaixonar por seu carcereiro no período de um ano. O romance, entretanto, é abalado pela chegada de Nacho, vivido por Simone Susinna no segundo filme. Mas assim como aconteceu com “Cinquenta Tons de Cinza”, a trama erótica perde o ímpeto conforme avança, até virar um melodrama de novela no capítulo final, com Massimo tentando reconquistar a amada – curiosamente sem apelar para a violência que caracterizou o primeiro “encontro” – , enquanto ela fica dividida sobre qual dos dois vai escolher. Nos livros, a decisão da protagonista decepcionou os fãs. “365 Dias Finais” chega menos de quatro meses após o lançamento da segunda parte, “365 Dias: Hoje”. E seu lançamento pode realizar uma façanha histórica, transformando “365 Dias” na primeira trilogia a somar 0% (zero por cento mesmo) de aprovação crítica em todos os capítulos no Rotten Tomatoes. * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.
Vida das cantoras Tegan e Sara vira série. Veja o trailer de “High School”
A plataforma americana Freevee (ex-IMDb TV), que pertence à Amazon, divulgou o trailer de “High School”, série adolescente inspirada pelo livro de memórias das cantoras Tegan e Sara Quin, dos hits “Nineteen”, “Back In Your Head” e “Now I’m All Messed Up”. A prévia mostra a grande amizade das irmãs gêmeas, a descoberta de sua paixão por música e, também, por outras garotas, com direito a vários dramas típicos da adolescência. O elenco destaca as gêmeas Railey e Seazynn Gilliland, que estreiam nas telas, além de Cobie Smulders (a agente Maria Hill dos filmes da Marvel) e Kyle Bornheimer (“História de um Casamento”) como pais das jovens. A adaptação foi produzida pela atriz Clea DuVall (“Heroes”), que dirigiu um clipe das artistas canadenses em 2016 – antes de se consagrar como diretora de “Alguém Avisa?” (2020). DuVall também dirige seis dos oito episódios da 1ª temporada, que vai estrear em 14 de outubro nos EUA. Assim como outras séries do Freevee, “High School” deve chegar ao Brasil pela Prime Video, da Amazon. Veja abaixo o trailer e a capa do livro de Tegan & Sara, lançado originalmente em 2019.
As 10 melhores séries novas pra maratonar no fim de semana
A programação de séries dá um pau na seleção de filmes digitais desta semana, com opções bastante variadas – de drama arrepiante baseado em fatos reais à fantasia sobrenatural, com direito a investigações policiais e boas comédias. Confira as 10 melhores estreias para maratonar. | ABBOTT ELEMENTARY | STAR+ Eleita Melhor Série do ano pela Associação dos Críticos de TV dos EUA (TCA, na sigla em inglês), a produção que traz Tyler James Williams (o Cris de “Todo Mundo Odeia o Chris”) de volta às sitcoms é uma comédia de local de trabalho que usa o truque narrativo do falso documentário de “The Office”. A diferença entre as duas séries é que, em vez de um escritório, o local de trabalho de “Abbott Elementary” é uma escola pública de Ensino Fundamental. Na trama, Tyler James Williams interpreta um professor recém-chegado, que ao começar a trabalhar descobre que o improviso marca o cotidiano da escola. Graças ao recurso documental, os episódios também possibilitam comentários sociais sobre as dificuldades enfrentadas pelos professores idealistas diante da política que dedica poucas verbas para o ensino de crianças pobres. A série foi criada e é estrelada por Quinta Brunson (“A Black Lady Sketch Show”), que vive a principal professora da trama, e o elenco também conta com Janelle James (“Black Monday”), Chris Perfetti (“The Night of”), Lisa Ann Walter (“A Última Noite”) e Sheryl Lee Ralph (“Ray Donovan”). Elogiadíssima pela crítica, a produção tem 98% de aprovação no Rotten Tomatoes e já se encontra renovada. | EU NUNCA… 3 | NETFLIX A série é inspirada na juventude da comediante Mindy Kaling (“Projeto Mindy”) e traz a adolescente Devi (interpretada por Maitreyi Ramakrishnan) como seu alter-ego, mostrando o choque cultural resultante entre o convívio simultâneo com sua família indiana tradicional e seus jovens amigos americanos. A 3ª temporada destaca um novo status social de Devi, após assumir o namoro com Paxton (Darren Barnet), tornando-se popular, invejada e até odiada. Mas ela também acaba influenciada pela opinião de pessoas negativas que não sabem o que ele viu nela, o que coloca o relacionamento em risco. De todo modo, logo surgem novas tentações em sua vida. Já renovada para mais um ano de produção, “Eu Nunca…” vai acabar em sua 4ª temporada, com previsão de lançamento para 2023. | EM NOME DO CÉU | STAR+ A atração que rendeu a Andrew Garfield (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”) a indicação ao Emmy de Melhor Ator em Minissérie é uma trama de true crime (inspirada em um crime real). Garfield interpreta um detetive policial que investiga um duplo homicídio no interior de Utah em 1984, que pode ter conexões com sua igreja, levando-a questionar a sua fé como mórmon. A história se baseia no livro homônimo de Jon Krakauer, que também escreveu o romance que inspirou o filme “Na Natureza Selvagem” (2007). A adaptação é assinada por Dustin Lance Black, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Milk: A Voz da Igualdade” (2008), e a equipe de diretores destaca David Mackenzie, do filme “A Qualquer Custo” (2016). Além de Garfield, o elenco também destaca Daisy Edgar-Jones (“Normal People”), Sam Worthington (“Avatar”), Wyatt Russell (“Falcão e o Soldado Invernal”), Rory Culkin (“Castle Rock”), Christopher Heyerdahl (“Pacificador”), Gil Birmingham (“Yellowstone”), Tyner Rushing (“Lovecraft Country”) e Billy Howle (“Legítimo Rei”). São equipe e elenco de cinema. | CINCO DIAS NO HOSPITAL MEMORIAL | APPLE TV+ Tensa e dramática, a minissérie traz Vera Farmiga (“Gavião Arqueiro”) como uma médica do principal hospital de Nova Orleans em agosto de 2005, quando a cidade sofreu a fúria do Furacão Katrina. A trama é baseada numa reportagem premiada com o troféu Pulitzer (o Oscar do jornalismo), que detalha o clima de terror no hospital Memorial Medical Center, que ficou sem energia por dias. Diante disso, a equipe médica liderada pela respeitada cirurgiã Anna Pou (Farmiga) foi forçada a tomar decisões de vida e morte que os impactaram por anos. A adaptação tem roteiro, produção e direção de John Ridley (vencedor do Oscar pelo roteiro de “12 Anos de Escravidão”) e Carlton Cuse (que já tinha trabalhado com Vera Farmiga na série “Bates Motel”). O elenco também destaca Robert Pine (“Jobs”), Cherry Jones (“24 Horas”), Julie Ann Emery (“Better Call Saul”), Cornelius Smith Jr. (“Scandal”), Adepero Oduye (“O Falcão e o Soldado Invernal”), Molly Hager (“Happyish”), Michael Gaston (“The Leftovers”) e W. Earl Brown (“Preacher”). | LOCKE & KEY 3 | NETFLIX Baseada nos quadrinhos de Joe Hill (o filho de Stephen King) desenhados por Gabriel Rodriguez, a série acompanha uma mãe e seus três filhos, após se mudarem para a antiga casa da família, onde são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a atormentá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Uma das chaves abre um buraco para o inferno, de onde um demônio poderoso escapou para aterrorizar os protagonistas nos episódios finais. A 3ª e última temporada destaca a ameaça deste novo vilão (Kevin Durand, de “The Strain”), mas também inclui a volta de Dodge, após ter sido aparentemente derrotada no segundo ano, e a descoberta de uma nova chave mágica capaz de abrir portas para outras épocas. Desenvolvida por Meredith Averill (criadora de “Star-Crossed”), Aron Eli Coleite (criador de “Daybreak”) e Carlton Cuse (criador de “Bates Motel” e “Jack Ryan”), a série é estrelada por Emilia Jones (do filme vencedor do Oscar 2022 “No Ritmo do Coração”), Connor Jessup (“Falling Skies”) e o menino Jackson Robert Scott (o Georgie de “It: A Coisa”) como os jovens irmãos protagonistas, Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”) no papel da mãe, Aaron Ashmore (“Killjoys”) como um tio da família e Laisla de Oliveira (“The Gifted”), atriz canadense de pais brasileiros, como a forma principal de Dodge. | UMA EQUIPE MUITO ESPECIAL | AMAZON PRIME VIDEO A série baseada no longa homônimo de 1992 recria a época do primeiro campeonato de beisebol feminino, realizado nos anos 1940 nos Estados Unidos, de forma mais realista – e dramática – que o filme original. Para quem não lembra, a comédia da diretora Penny Marshall trazia Geena Davis e Madonna como jogadoras, e Tom Hanks era o técnico da equipe. A nova versão, desenvolvida pelos roteiristas Will Graham (série “Mozart in the Jungle”) e Abbi Jacobson (“Broad City”), não é um remake literal, mas “um olhar moderno” para a história, incluindo abordagens de raça e sexualidade que não entraram no cinema. O elenco da série conta com a própria roteirista Abbi Jacobson, Chanté Adams (“The Photograph”), D’Arcy Carden (“The Good Place”), Gbemisola Ikumelo (“Famalam”), Kelly McCormack (“Agentes Espaciais”), Roberta Colindrez (“Vida) e Priscilla Delgado (“Julieta”). Vale lembrar que a produção da Amazon é, na verdade, a segunda série derivada de “Uma Equipe Muito Especial”. A CBS tentou, sem sucesso, uma primeira abordagem em 1993, logo depois da estreia do filme, com Megan Cavanagh e Tracy Reiner reprisando seus papéis de cinema. Mas sem os integrantes mais famosos do elenco, a série saiu do ar após três episódios devido à baixa audiência. | NÃO FOI MINHA CULPA | STAR+ A série brasileira é uma antologia que retrata a violência doméstica e o feminicídio. Escrita por Juliana Rosenthal (“O Amor no Divã”) e Michelle Ferreira (“Amor sem Medida”), os episódios contam histórias supostamente inspiradas em acontecimentos reais, girando em torno de príncipes encantados que se revelam ogros do mal. O elenco destaca Fernanda Nobre (“Deus Salve o Rei”), Malu Mader (“Turma da Mônica – Lições”), Dalton Vigh (“A Divisão”), Armando Babaioff (“Bom Sucesso”), Aline Dias (“Salve-se Quem Puder”), Karol Lanes (“Minha Mãe é uma Peça”), Ana Paula Secco (“Tropa de Elite”), Gabrielle Joie (“Toda Forma de Amor”), Virgínia Rosa (“Éramos Seis”), Luana Xavier (“A Vida Invisível”), Sandra Corveloni (“O Outro Lado do Paraíso”), Suzy Lopes (“Fim de Festa”), Simone Iliescu (“Leste Oeste”), Cyria Coentro (“Velho Chico”) e Elisa Lucinda (“Manhãs de Setembro”). A relação de coadjuvantes também é grande, com Vinícius de Oliveira (“Segunda Chamada”), Dandara Mariano (“A Força do Querer”), Jennifer Nascimento (“Malhação: Sonhos”), Marat Descartes (“Colônia”) e as irmãs Bianca Comparato (“3%”) e Lorena Comparato (“Impuros”), entre outros. Isto porque são 10 episódios com histórias diferentes. A produção faz parte de um projeto latino da Star+, que também produziu séries sobre a mesma temática na Colômbia e no México. Por isso, o nome completo da série nacional é “Não Foi Minha Culpa: Brasil” – para se diferenciar de “Não Foi Minha Culpa: Colômbia” e “Não Foi Minha Culpa: México” (já disponível na Star+). | INDUSTRY 2 | HBO MAX A série sobre o mercado financeiro segue um grupo de jovens que conseguem empregos cobiçados em um importante banco internacional. Criada pelos novatos novatos Mickey Down e Konrad Kay (“Hoff the Record”), a produção conta com apoio de Lena Dunham (a criadora de “Girls”), que dirigiu o piloto da atração. Apesar de ter muitos personagens, a trama dá destaque para uma jovem afro-americana idealista (Myha’la Herrold, de “Modern Love”), que acredita a carreira no setor financeiro é forma de ser julgada apenas por seus méritos e capacidade de atingir bons resultados – e não pela cor. Ela é uma das personagens de 20 e poucos anos que tentam se estabelecer nesse mercado, onde fortunas são feitas da noite para o dia, e onde as poucas vagas são disputadas por uma geração obcecada por sucesso. Sob pressão, eles disputam espaço em um dos maiores estabelecimentos financeiros de Londres, num trabalho marcado por uma cultura de sexo, drogas e conflitos de ego. O elenco também inclui Marisa Abela (“Cobra”), Harry Lawtey (“Carta ao Rei”), Priyanga Burford (“Avenue 5”), David Jonsson (“Deep State”), Nabhaan Rizwan (“1917”), Conor MacNeill (“A Batalha das Correntes”), Freya Mavor (“The ABC Murders”), Will Tudor (“Humans”) e Ken Leung (“Inumanos”). | LAW & ORDER: CRIME ORGANIZADO | GLOBOPLAY A nova série derivada da longeva franquia do produtor Dick Wolf resgata o personagem Elliot Stabler, vivido por Christopher Meloni, 10 anos depois de sua despedida de “Law & Order: SVU”. A 1ª temporada se concentra na disputa entre Stabler e o mafioso vivido por Dylan McDermott (“American Horror Story”), que o desafia a encontrar provas de seu envolvimento em atividades ilegais. E foi um grande sucesso nos EUA, especialmente por a trama avançar sem estender seus mistérios, revelando rapidamente quem foi o responsável pela morte de Kathy Stabler (Isabel Gillies), a mulher do protagonista, crime que o motivou a se juntar à equipe responsável por combater o crime organizado em Nova York. “Law & Order: Crime Organizado” já exibiu sua 2ª temporada nos EUA e se encontra renovada para seu terceiro ano de produção. | EU SOU GROOT | DISNEY+ A série sobre o personagem de “Guardiões da Galáxias” é formada por cinco curtas-metragens de cinco minutos cada, estrelados pelo herói em sua fase de Baby Groot. Começa com ele aprendendo a andar e segue por diferentes aventuras, com direito a batalha de dança, novos personagens e um momento doce compartilhado com outro colega dos Guardiões. Assim como nos filmes, a voz de Groot é providenciada por Vin Diesel, sob muito tratamento computadorizado, e o cineasta James Gunn assina a produção. Groot também será visto neste ano num especial de Natal dos Guardiões da Galáxia programado para dezembro na Disney+, antes de aparecer em “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, com lançamento marcado para abril de 2023.
Comédia medieval da criadora de “Girls” ganha trailer legendado
A Amazon divulgou o pôster internacional e o trailer legendado de “Catherine Called Birdy”, comédia medieval escrita e dirigida por Lena Dunham, criadora de “Girls”. A atração gira em torno da personagem-título, vivida por Bella Ramsey (a corajosa Lyanna Mormont de “Game of Thrones”), uma jovem aristocrata que recusa a aceitar as convenções de sua época, entre elas se casar com um homem mais velho escolhido pelo pai e se comportar como uma donzela. A trama se passa em 1290, quando a família Rollo deposita todas suas esperanças na jovem Lady Catherine, conhecida como Birdy. Falido e sem esperança para o futuro, Sir Rollo acredita ter como saída o dote de sua filha mais nova, num casamento com um pretendente abastado. Só que Birdy quer muito mais da vida e isso resulta em muitos problemas entre ela e seus pais. Andrew Scott (o padre de “Fleabag”) vive Sir Rollo e o elenco também destaca Billie Piper (“Doctor Who”), Joe Alwyn (“A Última Carta de Amor”), Dean-Charles Chapman (também de “Game of Thrones”) e Ralph Ineson (“A Bruxa”). Adaptado do romance homônimo de Karen Cushman, o feminismo medieval de “Catherine Called Birdy” será exibido em primeira mão no Festival de Toronto, antes de estrear na plataforma Prime Video no dia 7 de outubro.
As 10 melhores séries de julho
Com cada vez mais séries lançadas todas as semanas nos diversos serviços de streaming em operação no Brasil, nem os melhores maratonistas de sofá estão conseguindo acompanhar o ritmo do mercado. Considere essa seleção mensal como um lembrete para reforçar o que pode estar perdendo. Encabeçada pelo inescapável fenômeno “Stranger Things”, a mostra de julho também chama atenção por incluir três produções brasileiras, refletindo o avanço do conteúdo nacional de qualidade no streaming. Confira abaixo o Top 10 com detalhes e trailers de cada destaque. | STRANGER THINGS 4,5 | NETFLIX Depois de quebrar recordes e virar a maior audiência entre todas as séries em inglês da Netflix, “Stranger Things” retornou em 1 de julho para os instantes finais de sua temporada com o aguardado confronto entre Onze (ou Eleven, em inglês) e Vecna – a luta da super-heroína contra o monstro, como a própria Onze (Millie Bobby Brown) sugeriu no começo da história. Com Kate Bush e Metallica na trilha sonora, os episódios finais eletrizaram os fãs com seu mergulho no Mundo Invertido e seu resgate de clássicos do rock – que teve impacto nas paradas de sucesso do mundo real. Não por acaso, as músicas que se destacaram foram ligadas à performances de Joseph Quinn, intérprete de Eddie Munson, e Sadie Sink, a Max, que conquistaram mais atenção e elogios que qualquer um dos protagonistas originais. Em clima de pesadelo, a temporada celebrou uma guinada forte para o terror e apertou pause em pleno gancho apocalíptico, para explodir a ansiedade dos fãs pelo quinto ano e o final definitivo da história. | HARLEY QUINN 3 | HBO MAX A série animada adulta da Arlequina volta ainda mais imprópria, com violência sanguinária, muitos palavrões e uma cena de sexo entre Batman e a Mulher-Gato que fez a diretoria da DC intervir na produção. O que não foi censurado foi o romance entre Harley e Ivy (a Hera Venenosa). Elas aprofundam o namoro assumido na temporada passada, mas o relacionamento enfrenta sua primeira briga diante do plano da vilã esverdeada de transformar Gotham City numa floresta. Harley acaba se aliando aos heróis, o que seus comparsas estranham. Criação de Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey, produtores da subestimada série de comédia da DC “Powerless”, a animação reúne um time de dubladores de peso, com destaque para Kaley Cuoco (a Penny de “Big Bang Theory”) como a anti-heroína do título, Lake Bell (“Bless This Mess”) como a voz de Hera Venenosa, Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e Cara de Barro, Jim Rash (“Community”) como o Charada, Ron Funches (“Doze é Demais”) como Tubarão Rei, Diedrich Bader (“Veep”) como Batman, Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”) como Mulher-Gato e Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) como o Pinguim. | ONLY MURDERS ON THE BUILDING 2 | STAR+ A série de comédia traz Selena Gomez, Steve Martin e Martin Short como três vizinhos obcecados por documentários criminais, que resolvem criar um podcast ao se depararem em seu prédio com um mistério igual aos que amam assistir – o que, por azar, também os transforma nos principais suspeitos do crime. A trama continua na 2ª temporada, quando os três se veem confrontados por uma pessoa misteriosa interessada em incriminá-los e vê-los presos, ao mesmo tempo em que surge um podcast rival e todos no prédio passam a olhá-los com desconfiança. Para completar, a trama ainda passa a contar com novas e variadas participações especiais, incluindo a premiada atriz Shirley MacLaine (vencedora do Oscar por “Laços de Ternura”), a comediante Amy Schumer (“Descompensada”) e a modelo/atriz Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”). Criada por Steve Martin e John Robert Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”), a atração é a primeira série da carreira do veterano comediante de e marca a volta de Selena Gomez ao formato, uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place” – encerrada em 2012 no Disney Channel. | PRETTY LITTLE LIARS: UM NOVO PECADO | HBO MAX Vinte anos atrás, uma morte sem explicações agitou a cidadezinha de Millwood. Agora, nos dias atuais, cinco garotas adolescentes são atormentadas por um agressor desconhecido por culpa de algo que tem a ver com os segredos de suas mães. Parece o começo de uma história de terror dos anos 1980. Mas é a terceira série derivada de “Pretty Little Liars”, que junta as mensagens anônimas da atração original com um ambientação de slasher, bem mais violenta que o clima de intriga teen anterior, onde não falta sequer um serial killer mascarado. Refletindo a tendência dos últimos anos, as novas protagonistas são mais diversificadas. O elenco é encabeçado por Bailee Madison (da série “A Bruxa do Bem”), Chandler Kinney (Riana Murtaugh na série “Máquina Mortífera”/Lethal Weapon), Maia Reficco (estrela da série infantil argentina “Kally’s Mashup”), Zaria Simone (vista em “Black-ish”) e Malia Pyles (de “Baskets” e “Batwoman”), além de Mallory Bechtel (“Hereditário”) no papel de gêmeas malvadinhas da escola. Com personalidades bastante distintas, as personagens envolvem rapidamente o espectador, especialmente a cinéfila, que encaixa inúmeras citações a diretores e filmes em suas frases. Para os fãs da primeira versão, o spin-off é imperdível. Mas dá para se envolver com a intriga, a tensão e o mistério mesmo sem conhecer a outra série, enquanto as garotas tentam descobrir quem é A. Vale lembrar que, apesar do sucesso da primeira atração – que durou sete temporadas, de 2010 a 2017 – , a produtora I. Marlene King nunca conseguiu repetir o desempenho com seus spin-offs, “Ravenswood” (2013) e “The Perfectionists” (2019), ambos cancelados na 1ª temporada. Por isso, “Um Novo Pecado” é o primeiro spin-off sem relação com a equipe original. Em seu lugar está o criador de “Riverdale”, Roberto Aguirre-Sacasa, que produz e assina os roteiros com sua colaboradora de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, Lindsay Calhoon Bring. E os primeiros episódios disponibilizados já deixam claro que a série é melhor escrita e possui um orçamento maior que a primeira “Pretty Little Liars”. | SANTA EVITA | STAR+ A minissérie gira em torno do cadáver da ex-primeira dama argentina Eva Perón, narrando a intrigante história de Evita depois de sua morte por câncer aos 33 anos de idade – que nesta semana completou 70 anos! Adorada pela população argentina, Evita foi embalsamada e velada por milhões de pessoas. Até que a ditadura militar destituiu Perón do poder e decidiu sequestrar o cadáver da ex-primeira dama para que não se convertesse em objeto de culto. Mesmo assim, seu cadáver se multiplicou, por meio de réplicas, e deu origem a um número incrível de incidentes, vividos por militares do Serviço de Inteligência do Exército Argentino. Alguns fatos parecem comédia, mas aconteceram de verdade. A adaptação está a cargo das autoras e atrizes argentinas Marcela Guerty e Pamela Rementería (criadoras de “O Homem da Sua Vida”, que ganhou remake brasileiro na HBO), e traz a atriz uruguaia Natalia Oreiro (de “Infância Clandestina” e ex-Paquita da versão em espanhol do Xou da Xuxa”) no papel-título, acompanhada pelo argentino Darío Grandinetti (“Vermelho Sol”) no papel do ex-presidente Juan Domingo Perón, e o conterrâneo Ernesto Alterio (“Narcos: Mexico”) como o coronel Moori Koenig, que, trabalhando no serviço diplomático na Alemanha, recebe o corpo ao qual deve dar sumiço, apenas para vê-lo ser roubado e reaparecer nos lugares mais inacreditáveis. A série tem direção do argentino Alejandro Maci (criador da versão argentina de “Em Terapia”) e do colombiano Rodrigo García (“Últimos Dias no Deserto”), que é filho do escritor Gabriel García Márquez. Além disso, tem fotografia de Félix Monti (“O Segredo dos Seus Olhos”, “O Quatrilho”), que é o melhor cinematógrafo da Argentina, e produção a cargo da estrela mexicana Salma Hayek (“Frida”). | QUEER AS FOLK | STARZPLAY A produção que retoma o título da série gay clássica chegou no último dia de julho em streaming, acompanhando um novo grupo diversificado de amigos da cena LGBTQIAP+ de Nova Orleans, cujas vidas são transformadas após uma tragédia. A estreia registra um massacre promovido por um atirador homofóbico num clube gay, com direito a mortos e feridos. É impactante. Mas apesar dessa densidade, há muitos momentos leves na produção, que destaca personagens adoráveis e carrega muita ressonância cultural. Esta é a segunda vez que o título da série britânica de 1999, criada por Russel T. Davies (também responsável pelo revival de “Doctor Who”), é usado numa adaptação para o público dos Estados Unidos. Um ano após a estreia da atração original, Ron Cowen e Daniel Lipman fizeram uma versão ambientada em Pittsburgh para o canal pago Showtime, que pegou as histórias passadas na Inglaterra e as expandiu ao longo de cinco temporadas, entre 2000 e 2005. O remake acabou se tornando o primeiro drama da TV americana protagonizado por homens gays, o que ajudou a inaugurar uma nova era de programação, abrindo caminho para inúmeras séries LGBTQIA+. A nova versão foi desenvolvida por Stephen Dunn (“Little America”) e reúne um grande elenco, formado por Jesse James Keitel (“Big Sky”), Johnny Sibilly (“Hacks”), Fin Argus (“Agents of SHIELD”), Devin Way (“Grey’s Anatomy”), Ryan O’Connell (“Special”), Lukas Gage (“The White Lotus”), Chris Renfro (“Two Dollar Therapy”), Armand Fields (“Work in Progress”), Megan Stalter (“Hacks”) e os veteranos Juliette Lewis (“Yellowjackets”), Kim Cattrall (“Sex and the City”) e Ed Begley Jr. (“Young Sheldon”). | PAPER GIRLS | PRIME VIDEO A adaptação dos quadrinhos premiados de Brian K. Vaughan (criador também de “Os Fugitivos”) se passa na manhã seguinte ao Halloween de 1988, quando quatro jornaleiras adolescentes, interpretadas por Riley Lai Nelet (“Altered Carbon”), Sofia Rosinsky (“Fast Layne”), Camryn Jones (“Perpetual Grace, LTD”) e Fina Strazza (“A Mulher Invisível”), fazem um desvio inesperado em sua rota de entrega de jornais, chegando sem querer no futuro – que é 2019 – onde encontram suas versões adultas. Além de serem pegas de surpresa no meio de uma guerra entre facções do futuro, elas passam a ser perseguidas pela polícia do tempo, que as considera criminosas pela viagem ilegal. O aspecto sci-fi da trama é um pouco simplificado, mas a relação das personagens compensa com um aprofundamento rico em complexidade. Produção da Legendary Television em associação com a Plan B, empresa de Brad Pitt, a adaptação é assinada por Stephany Folsom, co-roteirista de “Toy Story 4”, que também produz a atração em parceria com os roteiristas Christopher Cantwell e Christopher C. Rogers (criadores de “Halt and Catch Fire”) e os autores dos quadrinhos. | TURMA DA MÔNICA: A SÉRIE | GLOBOPLAY Continuação dos filmes da “Turma da Mônica”, a série volta a reunir os mesmos atores do cinema: Giulia Benite (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão), além de Milena (Emilly Nayara), que foi introduzida em “Turma da Mônica: Lições” e está sendo considerada a quinta integrante da Turma. Só que os personagens não são mais crianças – com Mônica e Magali descobrindo o batom – , mas, segundo Cebolinha, também não viraram ainda adolescentes. Quem vem para atualizar o mundinho deles é Carminha Frufru (Luiza Gattai, que estreia como atriz após o “The Voice Kids”), uma menina mais ligada nas expectativas da sociedade, que “chega chegando” no bairro do Limoeiro. E junto com ela vem um mistério, com direito à referência de uma cena famosa do terror “Carrie, a Estranha” (1976) – em versão de banho de lama, em vez de sangue. A atração é comandada por Daniel Rezende, que dirigiu “Turma da Mônica: Laços” e “Turma da Mônica: Lições”, e conta ainda com os personagens Madame Frufru, interpretada por Mariana Ximenes (“Uma Loucura de Mulher”), e Feitoso Araújo, o Capitão Feio, encarnado por Fernando Caruso (“Vai que Cola”). | SINTONIA 3 | NETFLIX A série brasileira mais vista da Netflix volta a acompanhar os destinos de três amigos que cresceram juntos na mesma favela, influenciados pelo fascínio do funk, do tráfico de drogas e da fé religiosa. Cada um deles transformou suas experiências em caminhos muito divergentes. Na 3ª temporada, MC Doni (Jottapê) se...
Peter Jackson revela porque não participa da série de “O Senhor dos Anéis”
O cineasta Peter Jackson, responsável pelas trilogias “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit” nos cinemas, revelou porque não está envolvido com a série “Os Anéis do Poder”, da Amazon. Em conversa com o podcast Awards Chatter, da revista e site The Hollywood Reporter, o vencedor de três Oscars contou que chegou a ser sondado pela empresa sobre seu interesse em participar do projeto juntamente com a mulher, Fran Walsh, que produziu os filmes da franquia. “Eu disse que era uma pergunta impossível de ser respondida até que eu lesse um roteiro”, lembrou. “Aí eles disseram: ‘Assim que tivermos os primeiros roteiros, vamos mandá-los para você’. Mas os roteiros nunca chegaram. Essa foi a última vez que eles falaram comigo. E está tudo bem, não tenho do que reclamar”, minimizou o diretor. Mesmo ser estar envolvido, o ator disse que está empolgado para acompanhar a série. “Eu vou assistir. Não sou o tipo de cara que deseja o mal para os outros. Fazer filmes já é difícil o suficiente. Se alguém faz um filme ou uma série boa, é algo a ser celebrado. Agora eu estou ansioso para ver tudo como um espectador neutro”, ressaltou. Questionada sobre o que aconteceu, a Amazon explicou que teve que se distanciar de Jackson para diferenciar a série dos longas. “Quando compramos os direitos dos livros, fomos obrigados a manter a série distinta e separada dos filmes. Temos o maior respeito por Peter Jackson e os filmes de ‘O Senhor dos Anéis’ e estamos felizes que ele está ansioso para ver ‘Os Anéis do Poder’”, disse a empresa em comunicado. Segundo apurou o THR, os showrunners JD Payne e Patrick McKay queriam a participação do cineasta. Entretanto, uma preocupação do departamento legal da Amazon forçou o distanciamento para manter a série separada dos filmes, porque os longas são propriedade da Warner Bros. Além disso, fontes do site dizem que o espólio do autor JRR Tolkien foi contra incluir Jackson na produção. O espólio não teve envolvimento com seus filmes e Christopher Tolkien chegou a criticar a trilogia na imprensa por estar “eviscerando” os livros de seu pai para criar filmes de ação para jovens sem a “beleza e seriedade” dos livros originais. O espólio está envolvidíssimo com a série, e chegou a receber surpreendentes US$ 250 milhões pelos direitos de fazer o programa. A 1ª temporada de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” tem estreia marcada para 2 de setembro no Prime Video.
Estreias: “Sandman”, “Verônica” e as principais séries pra ver em streaming
A aguardada estreia de “Sandman”, adaptação de quadrinhos que fãs esperam ver desde os anos 1980, e duas produções nacionais, “Boa Noite, Verônica 2” e “Rensga Hits!”, são as séries que tendem a mobilizar maiores atenções neste fim de semana. Mas os destaques da programação do streaming ainda incluem animações para adultos e documentários sobre festivais de rock, entre outras opções. Confira abaixo as sugestões para maratonar. | SANDMAN | NETFLIX A adaptação dos famosos quadrinhos criados por Neil Gaiman nos anos 1980 foi um sonho alimentado pelos fãs durante anos. E agora o Sonho ganha carne, osso e interpretação de Tom Sturridge (“Longe Deste Insensato Mundo”). Com episódios baseados nos dois primeiros volumes da coleção em sua 1ª temporada, “Sandman” impressiona por sua capacidade de ser visualmente fiel aos quadrinhos, apesar dos contrastes na apresentação dos personagens, muitos deles escalados com intérpretes de raças e sexos diferentes das páginas originais – incluindo o Lúcifer vivido por Gwendoline Christie (a Brienne de “Game of Thrones”), a Morte interpreta por Kirby Howell-Baptiste (“The Good Place”) e Lucienne (antigamente conhecida como o assistente Lucien) em interpretação de Vivienne Acheampong (“The One”). A história também foi transposta para os dias atuais – em vez dos anos 1980 – , embora comece nos primeiros anos do século 20, quando o eterno conhecido como Sonho é preso pelo ritual de um mago. Ao se libertar após várias décadas, ele dá início a uma jornada para retomar o domínio do reino dos sonhos. Para isso, precisa recuperar três ferramentas que lhe foram roubadas – uma algibeira cheia de areia, um rubi e um elmo – , numa busca que o leva até o inferno. A narrativa é tão rica e ampla que os primeiros episódios parecem filmes diferentes entre si. Com uma mitologia complexa, que inclui a concepção dos irmãos do Sonho – eternos que representam Morte, Destino, Delírio, Desejo, Destruição e Desespero (em inglês, todos os nomes começam com a letra D) – a trama de “Sandman” capturou a imaginação de uma geração e ajudou a lançar o conceito de quadrinhos adultos numa época em que quadrinhos eram sinônimo de super-heróis. A ironia é que a situação não é muito diferente agora, com o lançamento da série num mercado cada vez mais dominado por adaptações de super-heróis. | BOM DIA, VERÔNICA 2 | NETFLIX A 2ª temporada da atração da Netflix troca o tema da violência doméstica, que marcou os episódios iniciais, pela violência sexual, aprofundando o abuso psicológico de homens dominadores. O ponto de partida é uma narrativa que lembra os crimes denunciados contra João de Deus, que já foi um dos médiuns mais famosos do Brasil, antes de ser condenado à prisão. O vilão interpretado por Reynaldo Gianecchini abusa sexualmente de mulheres ao prometer a elas a cura para diferentes mazelas. Dentro de casa, ele também assedia sexualmente a própria filha, vivida por Klara Castanho. Quando a atriz revelou em junho ter sido vítima de um estupro, depois de sofrer exposição de uma gravidez, houve muita preocupação com sua participação na trama. Mas as cenas de assédio à sua personagem não incluem agressões. Os novos episódios também revelam que o personagem de Gianecchini é quem está por trás da perigosa organização criminosa da série, responsável por infiltrar aliados em cargos importantes na polícia e no judiciário. Na trama, a Verônica vivida por Tainá Müller tentará tornar públicos os crimes do vilão e da organização criminosa que ele comanda. Produção da Zola Filmes, a série é baseada no romance policial de mesmo nome de Ilana Casoy e Raphael Montes (autores de “A Menina que Matou os Pais”), lançado originalmente sob o pseudônimo de Andrea Killmore. Os dois também escrevem e produzem a atração, concebida pelo próprio Raphael Montes. | RENSGA HITS | GLOBOPLAY Depois do recorde de audiência em sua “première” na Globo, os primeiros quatro episódios chegam ao streaming. Com clima de novela das sete, a atração escrita por Renata Corrêa (“Silêncio da Chuva”) aborda o universo das mulheres da música sertaneja. A trama acompanha Raíssa (Alice Wegmann, de “Onde Nascem os Fortes”), uma jovem do interior que viaja para a cidade grande com o intuito de se tornar cantora. Ela começa a fazer pequenas apresentações em um restaurante, mas logo descobre que uma de suas composições foi roubada e gravada por outra cantora, Gláucia (Lorena Comparato, de “Impuros”), o que inicia uma rivalidade entre as duas. A produção também destaca em seu elenco Deborah Secco (“Salve-se Quem Puder”), Stella Miranda (“Carnaval”), Guida Vianna (“Valentins”), Jeniffer Dias (“Amor de Mãe”), Sidney Santiago (“Segunda Chamada”), Maurício Destri (visto num clipe recente de Manu Gavassi), Alejandro Claveaux (“Coisa Mais Linda”) e ainda marca a volta de Lúcia Veríssimo às telas, oito anos após “Amor à Vida” (2013). Além disso, há participações da apresentadora Rafa Kalimann e da cantora Naiara Azevedo. | CANDY | STAR+ A minissérie de “true crime” estrelada por Jessica Biel (“The Sinner”) conta a história verídica da dona de casa crente Candy Montgomery, que chocou os EUA em 1980 ao assassinar à machadadas sua vizinha e amiga de igreja Betty Gore. Criada por Robin Veith e Nick Antosca, que trabalharam juntos na premiada minissérie de “true crime” “The Act”, a trama acompanha o julgamento da personagem do título e flashbacks de seu relacionamento com Gore, interpretada por Melanie Lynskey (“Yellowjackets”), enquanto revela o que motivou crime tão bárbaro. | NINGUÉM MANDOU SE METER COM A GENTE | NETFLIX A série teen britânica gira em torno de um trio de cheerleaders em uma escola particular chique, que resolve reviver o clube anti-bullying de seus ex-colegas de classe para combater as injustiças e expor os valentões de sua escola. A produção é derivada de “Get Even”, também disponível na Netflix, apresentando uma história independente com novos personagens, mas com a mesma premissa da atração original de 2020. Ambas foram criadas por Holly Phillips (“Nearly Famous”) e são inspiradas nos livros da franquia “Don’t Get Mad”, de Gretchen McNeil. | PUSHING DAISIES | HBO MAX Pela primeira vez em streaming, a série vencedora de sete Emmys traz sua história completa (22 episódios de duas temporadas) para encantar quem nunca a viu e matar as saudades de quem amou sua narrativa peculiar. Apresentada como um “conto de fadas forense”, com um visual colorido, único e deslumbrante entre 2007 e 2009, “Pushing Daisies” girava em torno do dom especial de Ned (Lee Pace, de “Guardiões da Galáxia”), um confeiteiro que descobre ser capaz de trazer mortos de volta à vida com um simples toque. Porém, ele logo descobre que há consequências para o uso desse dom excepcional. Se ele tocar a pessoa que reviveu pela segunda vez, essa pessoa morre instantaneamente e não pode mais ser ressuscitada. Além disso, se ele deixar um morto reviver por mais de 60 segundos, outra pessoa nas proximidades acaba morrendo em seguida em seu lugar. Com a ajuda de um detetive particular (Chi McBride, de “Havaí Cinco-0”), ele passa a capitalizar esse dom revivendo mortos por alguns segundos para desvendar assassinatos. Até que descobre que Charlotte “Chuck” Charles (Anna Friel, de “Marcella”), a paixão da sua infância, morreu de repente. Ao sucumbir ao impulso de ressuscitá-la, Ned dá início a mais platônica das relações televisivas, pois tocá-la novamente seria fatal. Para piorar, ela se torna sua companheira inseparável, querendo ajudar a desvendar crimes, enquanto se esconde de suas tias, que poderiam morrer de susto ao descobrir que ela foi ressuscitada. Além desses personagens, ainda há outros coadjuvantes esquisitos e maravilhosos, como a garçonete Olive Snook, vivida por Kristin Chenoweth, vencedora do Emmy pelo papel. A repercussão crítica da atração consagrou o showrunner Bryan Fuller, que se tornou um dos roteiristas-produtores mais requisitados da TV americana, vindo a criar posteriormente “Hannibal”, “Star Trek: Discovery” e “Deuses Americanos” (American Gods). Mas muito do tom de “Pushing Daisies” se deve à direção de Barry Sonnenfeld, que comandou os episódios inaugurais com a excentricidade lúdica de seus dois filmes de “A Família Addams”. | HARVEY BIRDMAN: ATTORNEY AT LAW | HBO MAX Bem antes da Mulher-Hulk, outro super-herói marcou época como advogado na televisão. Lançado no ano 2000, “Harvey, o Advogado” (Harvey Birdman: Attorney at Law) se tornou um dos desenhos mais cultuados do Adult Swim por resgatar, em tom de paródia, o protagonista da série animada “Homem-Pássaro”, criada em 1967 por Alex Toth (criador também de “Space Ghost” e “Os Herculóides”). Na atração, o super-herói retorna como um advogado sério em histórias nonsense, defendendo clientes sem tirar a máscara e as asas nas sessões formais de julgamentos. Mas o que mais chama atenção é ver personagens do estúdio Hannah-Barbera, como Peter Potamos, Capitão Caverna, Salsicha e Scooby-Doo, Manda-Chuva, Fred Flintstone, Catatau e o Dr. Benton Quest (o pai de Jonny Quest) como clientes, enquanto Harvey enfrenta os vilões de seus desenhos clássicos como advogados rivais nos tribunais. As quatro temporadas (todas disponíveis) de “Harvey, o Advogado” também destacaram a coadjuvante Birdgirl, personagem obscura (vista num único episódio) do desenho de 1967, que recentemente ganhou série própria, com duas temporadas já lançadas na HBO Max. | BOB’S BURGUER 12 & THE GREAT NORTH 2 | STAR+ Duas vezes vencedora do Emmy de Melhor Série Animada, “Bob’s Burgers” é exibida desde 2011 e acompanha Bob Belcher, sua esposa e três filhos na missão de manter um restaurante e os membros da família unidos. Entre as histórias da 12ª temporada, os fãs da série vão se deparar com uma epidemia em particular, um novo emprego temporário para Bob, que vai dar a eles muita diversão e problemas às crianças, uma visita estranha ao aeroporto e uma mentira que persegue Bob e Linda após muitos anos. Da mesma equipe de “Bob’s Burgers”, também chega a 2ª temporada de “The Great North”. A série acompanha as aventuras dos Tobin, uma família formada por um pai solteiro e quatro filhos que levam uma vida “comum” no distante e gélido Alasca. A atração é uma criação das irmãs Wendy Molyneux e Lizzie Molyneux-Logelin, que se destacaram escrevendo episódios de “Bob’s Burgers”. Elas também atuam como showrunners da atração, que ainda conta, entre seus produtores, com Loren Bouchard, o criador de “Bob’s Burgers”. | ROCK IN RIO: A HISTÓRIA | GLOBOPLAY A série documental conta a história do festival, que já foi muito importante para a cultura jovem, trazendo artistas que nunca tinham vindo antes ao Brasil numa celebração histórica. Com capítulos divididos por edição do evento, o primeiro é disparado o melhor pela importância representada de seu lançamento em 1985, em meio ao processo de abertura política do Brasil e ao surgimento da melhor geração do rock brasileiro. Da noite de metal com Iron Maiden e Ozzy Osbourne ao new wave de B-52’s e Go-Go’s, passando pelo megashow do Queen, foi um retrato marcante de sua época, até hoje lembrado pelas imagens de Freddie Mercury comandando um coro de centenas de milhares em “Love of My Live” e de Cazuza cantando “pro dia nascer feliz” – que virou um hino das Diretas Já. Seu renascimento em 1991 trouxe Guns ‘N Roses e Faith No More, mas também iniciou seu afastamento do rock, abrindo espaço para o pop excepcional de Prince e George Michael, além de ampliar a inclusão de ritmos brasileiros. A partir dos anos 2000, o Rock in Rio se agigantou ainda mais, virou franquia e foi para Lisboa, virando basicamente um parque temático, em vez de evento musical. Longe da inovação da estreia, passou a montar escalações repetitivas, tornando-se um festival de nostalgia. Uma experiência altamente previsível de velhos artistas conhecidos – Iron Maiden vem pela quinta vez em 2022! – , que só deu o que falar nos últimos tempos por demorar a abrir seu palco para o funk brasileiro. | DESASTRE TOTAL: WOODSTOCK 99 | NETFLIX O Festival de Woodstock entrou para História como ponto alto da era hippie, mas seus organizadores perderam uma fortuna...
Estreias: “Predador”, “Lightyear” e os melhores filmes pra ver em casa
As plataformas de streaming disputam a atenção do público com títulos inéditos no cinema e a estreia de “Lightyear”. Por coincidência, a produção da Pixar chega junto do lançamento da nova animação do ex-chefe do estúdio, “Luck”. Mas o lançamento mais surpreendente é uma produção live-action: “Predador: A Caçada”, quinto filme da franquia sci-fi dos anos 1980. Feito para o streaming, é melhor que todos os filmes recentes do monstro alienígena exibidos no cinema e talvez supere até o original, estrelado por Schwarzenegger. Disparada, a maior surpresa da semana. A programação ainda traz a reconstituição dramática do resgate de 12 crianças isoladas numa caverna submersa da Tailândia, que foi notícia em todo o mundo em 2018, além de produções nacionais, ação chinesa e títulos cinéfilos. Confira abaixo as dicas dos 10 principais lançamentos para ver em casa. | O PREDADOR: A CAÇADA | STAR+ O quinto filme da franquia sci-fi “Predador” foi produzido para lançamento exclusivo em streaming, mas é provavelmente o melhor de toda a franquia. Sua abordagem é completamente diferente das anteriores, apresentando um combate entre o caçador alienígena e uma tribo Comanche. A trama se passa 300 anos atrás e destaca uma protagonista feminina, uma guerreira menosprezada por sua tribo por ser mulher, mas que enfrenta ursos e se descreve como especialista em sobrevivência. A personagem tem o melhor desenvolvimento de todos os que já enfrentaram o Predador. A interpretação de Amber Midthunder (a Rosa de “Roswell, New Mexico”) também se destaca no elenco composto apenas por atores nativo-americanos e das nações originárias. A escalação faz da sci-fi um trabalho mais representativo que muitos westerns convencionais. O roteiro foi escrito por Patrick Aison, mais conhecido por séries de ação e espionagem (como “Jack Ryan” e “Treadstone”), e a produção foi rodado totalmente sem alarde em Calgari, no Canadá, com direção de Dan Trachtenberg. “O Predador: A Caçada” é apenas o segundo longa de Trachtenberg, que deu uma sumida após estrear com a ótima sci-fi “Rua Cloverfield, 10” há seis anos. Desde então, ele filmou quatro episódios de séries – “Black Mirror”, “The Boys” e os pilotos da já cancelada “The Lost Symbol” e da vindoura “Waterworld” (baseada no filme homônimo). Mas seu talento foi novamente confirmado com a nova produção, que atingiu mais de 90% de aprovação no Rotten Tomatoes. | LIGHTYEAR | DISNEY+ Em seu filme solo, o famoso personagem de “Toy Story” não é um brinquedo, mas um astronauta de verdade. Na trama, ele embarca numa aventura sci-fi legítima – e bem convencional – com direito a viagem no espaço e no tempo, ao “infinito e além”, que mostra a origem de seu conflito com o vilão Zurg e principalmente o primeiro beijo lésbico da história da Disney – que ocasionou o banimento do filme em países conservadores. Para diferenciar a produção dos filmes de “Toy Story”, o personagem mudou de design e até de voz. Dublador oficial de Buzz Lightyear na franquia dos brinquedos, Tim Allen deu lugar a Chris Evans, o Capitão América do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). No Brasil, também houve mudança, com o apresentador Marcos Mion assumindo a dublagem de Guilherme Briggs. A direção é de Angus MacLane, animador da Pixar que co-dirigiu “Procurando Dory” e também já trabalhou com “Toy Story” – assinou dois curtas da franquia e animou “Toy Story 3”. Apesar de competente e muito bem feito em sua proposta de aventura, o filme não teve um desempenho comercial comparável às produções de “Toy Story”. Muitos acreditam que o público ficou esperando o lançamento na Disney+, após a empresa acostumar seus assinantes com títulos exclusivos da Pixar em streaming durante a pandemia. Pois bem, aí está. | LUCK | APPLE TV+ Depois de guiar a Pixar e a Disney às alturas, e ser dispensado por mau comportamento – e supostamente traumatizar as fadinhas do estúdio – o produtor John Lasseter, criador de “Toy Story”, “Carros” e midas da animação, tenta a volta por cima com o primeiro lançamento de sua nova fase, à frente da recém-criada divisão de animação do estúdio Skydance. Mas sua primeira produção desde “Os Incríveis 2” e “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” (ambos de 2018) foi considerada medíocre pela crítica – 50% de aprovação no Rotten Tomatoes. A combinação de traços da originalidade das obras de Pixar com bichinhos falantes de toda produção Disney tradicional não deu a liga desejada. A trama segue uma mulher chamada Sam Greenfield, a pessoa mais azarada do mundo, que sem querer descobre a desconhecida “Terra da Sorte”, embarcando em uma jornada para conseguir um pouco de sorte. Só que humanos não são bem-vindos no lugar, o que a leva a juntar forças com algumas criaturas mágicas para realizar seu plano, entre elas Bob, um gato preto sortudo, que na dublagem nacional ganhou a voz do humorista Gregório Duvivier (do Porta dos Fundos). Já os dubladores originais são Eva Noblezada (“Rosa Amarela”) como Sam, Jane Fonda (“Grace & Frankie”) como um dragão, Flula Borg (“O Esquadrão Suicida”) como um unicórnio chamado Jeff, Whoopie Goldberg (“Star Trek: Picard”) como Capitão, Lil Rel Howery (“Free Guy”) como Marv e Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) como o gato Bob. A direção é de Peggy Holmes, conhecida por “Tinker Bell: O Segredo das Fadas”, um dos filmes de fadinhas que o produtor tanto gostava. | TREZE VIDAS – O RESGATE | PRIME VIDEO O drama conta a história real do salvamento de 12 jovens jogadores de futebol tailandeses e seu treinador de uma caverna inundada. O incidente aconteceu em 2018 e chamou atenção do planeta inteiro, atraindo mais de 10 mil voluntários, que se uniram a um grupo internacional de especialistas para organizar e executar um dos resgates mais ousados e perigosos de todos os tempos. A trama se concentra na equipe de mergulhadores, os mais habilidosos e experientes do mundo, que foram capazes de navegar pelo labirinto de túneis de cavernas estreitos e inundadas para encontrar os jovens, sem saber se eles tinham sobrevivido à enchente nem quanto tempo tinham de vida. O roteiro é de William Nicholson (indicado ao Oscar por “Gladiador”), a direção de Ron Howard (“Han Solo: Uma História Star Wars”) e o elenco destaca Viggo Mortensen (“Green Book”), Colin Farrell (“Batman”), Joel Edgerton (“Obi-Wan Kenobi”), Tom Bateman (“Morte no Nilo”) e Josh Helman (“Mad Max: Estrada da Fúria”). | NA PRAIA DE CHESIL | PARAMOUNT+ O romance de época estrelado por Saoirse Ronan (“Lady Bird”) em 2017 nunca foi exibido nos cinemas brasileiros, apesar de sua passagem elogiada por festivais. Adaptação do best-seller “Na Praia”, de Ian McEwan, foi a segunda vez que Saoirse filmou um drama baseado na obra do escritor. A anterior foi “Desejo e Reparação” (2007), que rendeu sua primeira indicação ao Oscar, como Atriz Coadjuvante aos 13 anos de idade. A história se passa em 1962 e acompanha Florence (Ronan), uma jovem e talentosa violinista, que sonha com uma carreira profissional e uma vida perfeita ao lado de Edward (Billy Howle, de “Dunkirk”), um jovem estudante de História. Os dois formam um casal lindo, que tiveram um cortejo tradicional e chegam ao casamento virgens. Mas as núpcias não acontecem como um deles esperava, já que a polidez aristocrática de Florence era na verdade um escudo contra sua profunda aversão ao sexo heterossexual convencional. Ela faz uma proposta. Só que ele é um homem de seu tempo. Daquele tempo. E chegado a explosões de fúria. Dirigido por Dominic Cooke (minissérie “The Hollow Crown”), o filme ainda inclui no elenco Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Adrian Scarborough (série “Crashing”), Emily Watson (“Cavalo de Guerra”) e Samuel West (“O Destino de uma Nação”). | BALAS VOANDO | VOD* Também inédito nos cinemas brasileiros, o estilizado thriller chinês de 2012 combina uma encenação de época com muita ação, efeitos, investigação criminal e um mistério supostamente sobrenatural, em torno de uma “bala fantasma”. A trama se passa na Xangai dos anos 1930, em meio a uma série de assassinatos misteriosos numa fábrica de munição. Com um detalhe: todas as vítimas são mortas com balas que desaparecem. Song Donglu (Ching Wan Lau, de “Legião de Heróis”), um detective meticuloso, e seu parceiro Guo Zhui (Nicholas Tse, de “Vírus Letal”), o atirador mais rápido na cidade, iniciam uma investigação sobre os casos misteriosos. O visual caprichado evoca grandes produções de Hollywood, especialmente os filmes de “Sherlock Holmes” de Guy Ritchie, onde o detetive cerebral descarta a explicação sobrenatural para encontrar a base científica por trás de uma suposta maldição do além. Dirigido por Law Chi-Leung (“Prazer de Matar”), o filme foi indicado em 12 categorias da principal premiação de cinema de Hong Kong e fez sucesso suficiente na China para ganhar uma sequência em 2015. | EDUARDO E MONICA | GLOBOPLAY Depois de passar pelo VOD, o casal que ficou conhecido pela música cantada por Renato Russo em 1986 chega ao streaming por assinatura. Na trama, Gabriel Leone (“Dom”) e Alice Braga (“A Rainha do Sul”) vivem um casal tão diferente que jamais poderia dar certo. Ao mesmo tempo em que romantiza as diferenças entre eles, o filme também mostra que a realidade é dura para os românticos incorrigíveis. Premiado como Melhor Filme Internacional no Festival de Edmonton, no Canadá, o romance moderno tem direção de René Sampaio, que já tinha levado outra música da Legião Urbana para o cinema, “Faroeste Caboclo” (2013). Por sinal, o elenco coadjuvante inclui um integrante da adaptação anterior, Fabricio Boliveira – além de Victor Lamoglia (“Socorro! Virei uma Garota”), Otávio Augusto (“Hebe”), Bruna Spinola (“Impuros”) e Ivan Mendes (“Me Chama de Bruna”). | CARRO REI | CLARO TV+, VIVO PLAY, VOD* Vencedor do último festival de Gramado, o filme de Renata Pinheiro combina fantasia e realismo para contar a história de Uno (o novato Luciano Pedro Jr), que tem esse nome em referência ao carro em que nasceu, a caminho da maternidade. O automóvel é considerado como um melhor amigo pelo jovem, e quando uma nova lei proíbe a circulação de carros antigos, Uno busca uma solução com seu tio, um mecânico com ideias mirabolantes, vivido por Matheus Nachtergaele (“Trinta”). Juntos, os dois transformam o antigo automóvel num carro novo, o Carro Rei, tão avançado que interage com humanos, comunicando-se e demonstrando sentimentos, além de fazer seus próprios planos. Além de levar o Kikito de Melhor Filme, “Carro Rei” também foi contemplado em Gramado com as estatuetas de Melhor Trilha Musical (DJ Dolores), Melhor Direção de Arte (Karen Araujo) e Melhor Desenho de Som (Guile Martins), além de render um Prêmio Especial do Júri para Matheus Nachtergaele. | MEMÓRIA | MUBI Vencedor da Palma de Ouro de 2010 com “Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas”, o tailandês Apichatpong Weerasethakul voltou a ser consagrado no Festival de Cannes com este filme, vencedor do Prêmio do Júri do ano passado. “Memória” também marca a estreia em inglês e espanhol do cineasta e foi rodado na Colombia. O filme acompanha Jessica, personagem da inglesa Tilda Swinton (“Doutor Estranho”), que visita sua irmã em Bogotá. Lá, ela lida com ataques de insônia e procura a fonte de sons que lhe parecem sobrenaturais no meio da noite. Durante o dia, faz amizade com uma arqueóloga, que estuda restos humanos descobertos dentro de um túnel em construção, e com um escamador de peixes em uma pequena cidade próxima. Com eles, compartilha memórias e momentos de lirismo característicos das obras do diretor, que retrata a linha tênue entre a vida e a morte – e o cinema e o sonho – com nenhum outro. | MEDO | FILMICCA Representante da Bulgária no Oscar 2022, a comédia absurda de Ivaylo Hristov (“Perdedores”) segue uma viúva (Svetlana Yancheva, de “T2: Trainspotting”) que perdeu o emprego como professora e mora próxima à fronteira com a Turquia, onde refugiados aparecem com frequência. Um dia, ela encontra um refugiado africano, que está tentando chegar à Alemanha. Relutante, ela lhe oferece hospitalidade, até...
Vídeo de bastidores revela jornada de Galadriel na série de “O Senhor dos Anéis”
A Amazon Prime Video divulgou um vídeo legendado de bastidores “O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder”, com depoimentos do elenco e da equipe, que destaca a jornada da jovem Galadriel (Morfydd Clark) para encontrar e combater o mal que ameaça a Terra Média. Para isso, ela forma uma irmandade com elfos, anões e humanos. “O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder” tem mais de 20 personagens, interpretados por nomes como Peter Mullan (“Westworld”), Benjamin Walker (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”), Cynthia Addai-Robinson (“Spartacus”), Maxim Baldry (“Years and Years”), Markella Kavenagh (“Picnic at Hanging Rock”), Trystan Gravelle (“A Descoberta das Bruxas”), Augustus Prew (“The Morning Show”), Charles Edwards (“The Crown”), Lenny Henry (“The Witcher”), Simon Merrells (“Spartacus”) e Joseph Mawle (“Game of Thrones”), entre outros. Criada por J.D. Payne e Patrick McKay (roteiristas de “Star Trek: Sem Fronteiras”), a superprodução se passa milhares de anos antes da aventura de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da famosa trilogia do escritor britânico J.R.R. Tolkien, e pretende mostrar a forja dos icônicos Anéis do Poder que batizam a atração, além da ascensão do Lorde das Trevas Sauron e a Última Aliança de Elfos e Homens. A direção dos episódios é assinada por J.A. Bayona (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Wayne Yip (“Doctor Who”) e Charlotte Brändström (“The Witcher”), e a estreia está prevista para 2 de setembro.












