Café Society: Nova comédia de Woody Allen terá lançamento antecipado no Brasil
A nova comédia dramática de Woody Allen, “Café Society”, teve sua estreia antecipada em dois meses no Brasil. O filme iria estrear no dia 27 de outubro deste ano, mas o lançamento foi adiantado para 25 de agosto. Ainda assim, chegará mais de um mês depois de passar pelos cinemas americanos, em 15 de julho. Filme de abertura do Festival de Cannes 2016, “Café Society” se passa entre os estúdios da era de ouro de Hollywood e a atmosfera boêmia dos cafés nova-iorquinos dos anos 1930. Na trama, Jesse Eisenberg (“Batman vs. Superman”) vai visitar os parentes em Los Angeles, entre eles um tio produtor de cinema (Steve Carell, de “A Grande Aposta”), que vive num mundo de festas frequentadas por celebridades. O elenco também destaca Kristen Stewart (“Acima das Nuvens”) como a assistente do tio produtor, encarregada de ciceronear o jovem turista, e Blake Lively (“A Incrível História de Adaline”) como uma bela fã de jazz que ele encontra ao retornar a Nova York.
Vídeos revelam bastidores de The Last Tycoon e The Interestings, novos pilotos do Amazon
A Sony divulgou os vídeos de bastidores de duas novas séries, “The Last Tycoon” e “The Interestings”, cujos pilotos foram disponibilizados no site da Amazon para avaliação do público. A iniciativa é uma novidade no canal da Sony Pictures no YouTube, que até então abrigava apenas material de filmes. As prévias complementam o material produzido pelo Amazon Studios, que inclui pôsteres e um vídeo oficial de apresentação das atrações, que também podem ser conferidos abaixo. “The Last Tycoon” é uma adaptação de “O Último Magnata”, romance final de F. Scott Fitzgerald (“O Grande Gatsby”), que retrata a Era de Ouro de Hollywood. O livro original foi inspirado na vida do lendário produtor cinematográfico Irving Thalberg, um dos homens mais poderosos do cinema nos anos 1920 e 30, e em sua rivalidade com Louis B. Mayer. (o segundo M da MGM). Mas Fitzgerald morreu antes de completá-lo, aos 44 anos. Os rascunhos foram coletados por seu amigo e crítico literário Edmund Wilson, e publicados com sucesso em 1941. A obra, inclusive, já foi transformada em filme, dirigido por Elia Kazan (“Vidas Amargas”) e estrelada por Robert De Niro (“O Lado Bom da Vida”) em 1976. Matt Bommer (série “American Horror Story: Hotel”) interpreta o protagonista, Monroe Stahr, um produtor prodígio de Hollywood na década 1930, que em sua ascensão se coloca contra seu mentor e atual chefe do estúdio, Pat Brady (Kelsey Grammer, de “Transformers: A Era da Extinção”). O elenco ainda destaca Lily Collins (“Simplesmente Acontece”) como a filha de Brady, cujos sonhos de virar estrelada são manipulados por Stahr, e Rosemarie DeWitt (“Homens, Mulheres e Filhos”) como a esposa de Brady, que também demonstra interesse pelo jovem produtor. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Billy Ray, que assina a direção do piloto – assim como fez em sua mais recente adaptação para o cinema (“Olhos da Justiça”, remake do suspense argentino “O Segredo dos Seus Olhos”). “The Interestings”, por sua vez, é uma adaptação do romance homônimo de Meg Worlitzer (“Esta é Minha Vida”), e acompanha um grupo de amigos por três décadas, intercalando cenas de sua adolescência nos anos 1970, juventude nos 1980 e vida adulta na década de 1990. As passagens temporais são apresentadas fora de ordem, de modo a introduzir um mistério que acompanhará a evolução da história, mas o principal tema da produção é demonstrar como as pessoas mudam ao longo dos anos. A trama começa em 1974, ano em que Richard Nixon deixou a presidência dos EUA, e gira em torno de seis adolescentes criativos, que se conhecem durante um acampamento de verão dedicado às artes. A partir de então, eles se tornam amigos inseparáveis. Ao longo das décadas, muitas coisas mudam na vida de cada um deles e poucos seguiram seus sonhos e conseguiram viver de arte. O elenco inclui Lauren Ambrose (da série “Six Feet Under” e do revival de “Arquivo X”), David Krumholtz (séries “Numb3rs” e “The Good Wife”), Jessica Paré (série “Mad Men”), Matt Barr (série “Sleepy Hollow”), Corey Cott (série “Public Morals”) e Jessica Collins (série “Rubicon”). A atração foi desenvolvida por Lynne Greene e Richard Levine (produtores de “Masters of Sex”), que a produzem ao lado do cineasta Mike Newell (“Harry Potter e o Cálice de Fogo”). Newell também assina a direção do piloto. Os pilotos foram disponibilizados em 17 de junho para serem submetidos à aprovação do público. A crítica, por sua vez, tem preferido “The Interestings”. Seja como for, o mais votado – ou, com sorte, ambos – ganhará sinal verde para produzir novos episódios e virar série.
Amazon encomenda pilotos de Guillermo del Toro, da criadora de Gilmore Girls e do roteirista de Ponte dos Espiões
O serviço de streaming Amazon encomendou cinco novos pilotos com a possibilidade de renderem séries. Tradicionalmente, os pilotos são disponibilizados no site da Amazon para o público avaliar e decidir quais merecerão uma temporada completa. Entre a nova leva, destaca-se uma série de fantasia de Guillermo del Toro, uma comédia de época de Amy Sherman-Palladino (criadora de “Gilmore Girls”) e uma sci-fi de Matt Charman (roteirista de “Ponte dos Espiões”). “Carnival Row” é a versão televisiva de um projeto desenvolvido por Del Toro para o cinema. A trama foi adaptada por Del Toro e Travis Beacham, que trabalharam juntos em “Círculo de Fogo” (2013), além de René Echevarria (criador de “The 4400”). A trama se passa no futuro numa cidade chamada Burgue, que lembra a Londres vitoriana, habitada por humanos e criaturas místicas, onde crimes em série começam a acontecer. Criada e produzida por Sherman-Palladino, “The Marvelous Mrs. Maisel” é uma comédia sobre uma dona de casa da década de 1950 que decide se tornar a primeira mulher comediante stand-up dos EUA. “Strange New Things”, escrita por Matt Charman, é uma adaptação de “O Livro das Estranhas Coisas Novas”, de Michel Faber (escritor de “Sob a Pele”), sobre as viagens espaciais de um missionário que deixa para trás a sua amada esposa para levar a Bíblia para uma terra nova e distante. O piloto terá direção do cineasta Kevin MacDonald (“Mar Negro”) e trilha sonora de Brian Eno. A lista também inclui “The Legend of Master Legend”, a história de um homem comum que se veste de super-herói para combater crimes, desenvolvida por Micah Fitzerman-Blue e Noah Harpster (respectivamente, produtor e ator de “Transparent”), e “Tropicana”, criada por Josh Goldin e Rachel Abramowitz (roteiristas da minissérie “Klondike”), que também se passa nos anos 1950, no clube homônimo da Cuba pré-revolucionária, onde artistas, a máfia e revolucionários se encontram.
Aaron Taylor-Johnson será atirador de elite em thriller do diretor de No Limite do Amanhã
O ator Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) vai estrelar o thriller “The Wall”, dirigido por Doug Liman (“No Limite do Amanhã”). O projeto será o primeiro longa-metragem totalmente produzido pelo serviço de streaming Amazon, seguindo um modelo inaugurado pelo Netflix. O roteiro, escrito por Dwain Worrell (“Operator”), acompanha um atirador (Taylor-Johnson) e seu parceiro que são encurralados durante uma tocaia por outro atirador, um lendário sniper iraquiano. A história foi submetida para a Amazon quando o estúdio decidiu convidar roteiristas aspirantes a submeterem projetos para inaugurar sua divisão de filmes originais. Acabou virando o primeiro roteiro que a Amazon comprou. Liman se envolveu com o projeto em março desse ano, quando ele planejava começar a filme o spin-off de X-Men, “Gambit”, com Channing Tatum, mas o estúdio 20th Century Fox adiou o inicio das filmagens para 2017, abrindo um espaço em sua agenda.
Inédita no Brasil, Transparent é renovada para a 4ª temporada
A 3ª temporada ainda não foi disponibilizada nos EUA, mas o serviço de streaming Amazon já anunciou a renovação da série “Transparent” para sua quarto ano. Produção mais premiada da Amazon, a série surpreendeu ao conquistar cinco Emmys em 2015, incluindo Melhor Ator (Jeffrey Tambor) e Direção (para a criadora Jill Soloway). A série, que não é exibida no Brasil, conta a história de um professor universitário de meia-idade e pai de três filhos, interpretado por Tambor, que assume sua transexualidade e inicia a transição para o gênero feminino. Tambor e Jill Soloway já venceram diversos outros prêmios pela produção, como os troféus dos sindicatos dos Atores, Diretores e Produtores de Hollywood. A previsão é que a 4ª temporada estreie em 2017.
Cannes: Woody Allen traz glamour à abertura do festival
O Festival de Cannes não poderia ter escolhido um filme mais glamouroso para abrir sua 69ª edição. “Café Society” tem a leveza de “Meia-Noite em Paris”, que abriu o evento em 2011. E exibe algumas das imagens mais belas da carreira do diretor Woody Allen, cortesia do veterano cinematógrafo Vittorio Storaro (“O Último Imperador”) e da fotogenia da estrela Kristen Stewart (“Acima das Nuvens”), dois ícones cinematográficos completamente distintos e com quem ele nunca tinha trabalhado antes. Comédia romântica de época, na linha do recente “Magia ao Luar” (2014), “Café Society” traz Jesse Eisenberg (“Batman vs. Superman”) como alterego de Allen. O cineasta já tinha dirigido o ator em “Para Roma, com Amor” (2012) e aproveita o reencontro para projetar no jovem a nostalgia por sua própria juventude, evocando paixões numa Hollywood glamourosa e numa Nova York igualmente retratada sob as luzes da estilização, durante a década de 1930. “Sempre me achei um cara romântico, embora essa opinião não seja necessariamente compartilhada pelas mulheres com quem convivi ao longo da minha vida”, brincou Allen, com seu célebre humor autodepreciativo, durante a entrevista coletiva com a imprensa internacional. “Cresci assistindo a filmes de Hollywood, que tiveram influência sobre mim, e é assim que me vejo. Tendo a ser romântico quando tento fazer filmes de amor. ‘Match Point’, por exemplo, não foi um filme romântico. Quando faço um filme de amor, ele tende a ser como ‘Café Society’, porque é um reflexo da minha formação”, explicou. No filme, Jesse Eisenberg vive Bobby, um jovem judeu de Nova York que, entendiado com os rumos de sua vida, vai tentar um recomeço em Los Angeles, com a ajuda do tio Phil (Steve Carell, de “A Grande Aposta”), poderoso agente de talentos de Hollywood. Mas, ao se apaixonar pela bela Vonnie (Kristen), secretária do tio, parte o coração e decide voltar para a Costa Leste. A experiência com as celebridades continua com seu envolvimento num nightclub frequentado por ricos e famosos, referência ao Café Society do título, que é administrado por seu irmão mafioso (Corey Stoll, de “Homem-Formiga”). Neste novo cenário, ele também conhece a paixão, ao encontrar Veronica (Blake Lively, de “A Incrível História de Adaline”). Entretanto, o romantismo de Woody Allen não é exatamente edulcorado. Ao final, há uma reviravolta melancólica. “Em filmes, tendemos a ver a vida como algo divertido. Mesmo quando vemos marido traindo a mulher, ou cônjuges mantendo relacionamentos misteriosos. Mas, analisando seriamente, tudo isso é muito triste, porque vemos pessoas sendo traídas, tendo casos, destruindo famílias e relacionamentos. Filmes adotam uma perspectiva cômica da crueldade da vida”, ele comentou, a respeito da trama de “Café Society”. “Dá vertigem, porque é como acontece na vida: você sempre pergunta se tomou as decisões corretas”, comentou Kristen Stewart, presente – e platinada! – à entrevista, a respeito da história escrita por Allen. Apesar do tom nostálgico nas lembranças da velha Hollywood e da romantização boêmia de Nova York, a recriação de época de “Café Society” contou com a incorporação de tecnologia de ponta. Pela primeira vez, e com excelentes resultados, Woody Allen trabalhou com câmeras digitais. “Para mim não mudou nada. Tenho ali a câmera e o elenco que precisa ser iluminado. O processo, para mim, é o mesmo que tenho feito com película. O digital oferece mais opções quando o filme está pronto. Mas não comprometi o meu modo de filmar por causa desse detalhe”, ele ponderou. A facilidade que a tecnologia propicia ao trabalho de pós-produção, entretanto, é vital para um cineasta que mantém um ritmo intenso, lançando um filme por ano desde 1982, apesar da idade avançada. “Eu mesmo não acredito que cheguei aos 80 anos!”, comentou Allen, divertindo a imprensa, antes de retomar seu humor mórbido, que continua desconcertante. “Minha mãe morreu com quase 100 anos, meu pai passou disso. Mas um dia, tenho certeza, acordarei pela manhã e terei um derrame, e vou parar em uma cadeira de rodas. Aí as pessoas vão apontar para mim na rua e dizer: ‘Lembra dele? Costumava fazer filmes. Agora ela faz isso (treme a mão, simulando um descontrole motor)’”. Woody Allen já lançou 14 filmes em Cannes, sempre fora de competição, porque não concorda que filmes possam ser comparados e que o trabalho de um cineasta deva ser considerado melhor que o de outro. “Café Society” será distribuído nos EUA com exclusividade pelo Amazon Studios, que pretende realizar um lançamento limitado nos cinemas em julho, antes de disponibilizá-lo na internet. No Brasil, a estreia está marcada apenas para 27 de outubro.
Woody Allen revela como conheceu Miley Cyrus, estrela de sua primeira série
O diretor Woody Allen (“Blue Jasmine”) deu uma longa entrevista para a revista The Hollywood Reporter, em que falou da vida, seus filmes e seus novos projetos. Ao longo da conversa, ele contou como conheceu Miley Cyrus (“Lola”), estrela de sua primeira série, produzida para o serviço de streaming Amazon, tecendo elogios para o trabalho da jovem estrela. “Eu notei há anos que os meus filhos estavam assistindo ‘Hannah Montana’. E eu falei: ‘Quem é essa garota? Ela é tão boa de entrega. Você sabe, ela encaixa as falas tão bem. A série é meio boba, mas ela é muito boa no que ela faz.’ E então ela emergiu como cantora, e alguém me mostrou um vídeo dela no ‘Saturday Night Live’, e eu disse, ‘Isso confirma o que eu sempre pensei sobre ela: Ela é muito boa, uma garota bastante talentosa.’ Ela queria dar um tempo, mas aceitou [fazer a série] porque o papel a interessou”, contou o diretor, que ainda disse só tê-la conhecido pessoalmente durante as gravações. Com poucos detalhes divulgados, a produção será uma minissérie de comédia com seis episódios de meia-hora, ambientados nos anos 1960. Além de Miley Cyrus, o elenco inclui a atriz Elaine May (“Trapaceiros”) e o próprio Woody Allen. Segundo diretor, trata-se de uma trama fechada, uma minissérie sem possibilidade de continuação. “A história é finita. Não é o tipo de coisa que poderia continuar a ser perpetuada”, ele revelou. Allen também adiantou que a série já está em processo de edição final, mas ainda não tem título definido nem previsão de lançamento. Sua próxima estreia será o filme “Café Society”, estrelado por Jesse Eisenberg (“Batman vs. Superman”) e Kristen Stewart (“Acima das Núvens”), que vai abrir o Festival de Cannes 2016 em 11 de maio. Após a première mundial em Cannes, o filme terá seu lançamento comercial em 15 de julho nos EUA, com distribuição também pela Amazon. O lançamento no Brasil, porém, está marcado apenas para 27 de outubro.
John Krasinski vai estrelar série do agente secreto Jack Ryan
O ator John Krasinski vai voltar a estrelar uma série, três anos após o final de “The Office”. Ele interpretará a nova versão do agente secreto Jack Ryan, que já rendeu cinco filmes, numa atração desenvolvida pelo roteirista-produtor Carlton Cuse (“Lost”, “Bates Motel”) para o serviço de streaming Amazon. A informação é do site Deadline. A série não será uma adaptação literal dos livros de Clancy, como foram os primeiros filmes, mas uma nova versão contemporânea do personagem, utilizando os romances como fonte. Embora não seja um recruta iniciante como no longa mais recente, “Operação Sombra – Jack Ryan” (2014), ele vai aparecer como um analista da CIA, cujo trabalho brilhante acaba levando-o para sua primeira missão de campo, em pleno Oriente Médio. O projeto foi uma iniciativa da Paramount, estúdio responsável pelos filmes, que buscou Michael Bay para monetizar seu catálogo de propriedades. Cuse, que é fã assumido do personagem, entrou a bordo a convite de Bay. Nos romances, Ryan começou como um corretor de investimentos da bolsa de valores, antes de assumir uma posição na Academia Naval dos EUA e posteriormente ingressar na CIA, subindo na carreira até virar diretor-adjunto e, eventualmente, tornar-se Presidente da Estados Unidos. Ao contrário de outros heróis literários, que se tornaram bastante identificados com seus intérpretes de cinema, Jack Ryan já foi vivido por quatro atores diferentes em cinco filmes. O único a repetir o papel foi Harrison Ford nos anos 1990. A história do agente Jack Ryan no cinema começou em 1990 com o longa “Caçada ao Outubro Vermelho”, que tinha Alec Baldwin no papel principal. Depois vieram “Jogos Patríoticos” (1992) e “Perigo Real e Imediato” (1994) com Harrison Ford como protagonista. A franquia tentou um primeiro reboot com Ben Affleck em “A Soma de Todos os Medos” (2002) e uma nova tentativa de recomeço com Chris Pine em “Operação Sombra – Jack Ryan” (2014), o que acabou rendendo um rejuvenescimento contínuo do personagem, que viveu suas aventuras praticamente em ordem decrescente. Essas mudanças constantes acabam por facilitar a reintrodução do personagem na série, pois a franquia não conseguiu fixar um ator no papel. Segundo o Deadline, Krasinski foi a principal escolha de Cuse para viver Jack Ryan desde que o projeto começou a ser desenvolvido. A série também marcará um reencontro entre Krasinski e Bay, que o dirigiu no thriller de ação militar “13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”. O roteiro do piloto já está pronto, escrito por Cuse em parceria com Graham Roland (“Lost”, “Fringe”), e as gravações devem começar em breve. A série de “Jack Ryan”, por sinal, seguirá um modelo diferente do mais utilizado até o momento pela Amazon. Assim como fez com Woody Allen, o serviço de streaming encomendou a série sem ver o piloto, baseando-se apenas nos nomes envolvidos. Isto sinaliza uma nova tendência do Amazon, que até então condicionava a produção de uma série à aprovação de seu piloto pelo público, via disponibilização gratuita na internet.
Café Society: Veja o primeiro trailer do novo filme de Woody Allen
A distribuidora Mars Films divulgou o primeiro trailer de “Café Society”, novo filme de Woody Allen, para o mercado francês, antecipando sua première mundial como filme de abertura do Festival de Cannes 2016. A prévia apresenta a ambientação na Hollywood dos anos 1930, o tom de comédia e a função do personagem de Jesse Eisenberg (“Batman vs. Superman”) como condutor da narrativa. Ele interpreta um jovem que vai visitar os parentes em Los Angeles, entre eles um tio produtor de cinema (Steve Carell, de “A Grande Aposta”), que vive num mundo de festas frequentadas por celebridades. O elenco também destaca Kristen Stewart (“Acima das Nuvens”) como a assistente do tio, encarregada de ciceronear o jovem turista, e Blake Lively (“A Incrível História de Adaline”) como uma bela fã de jazz que ele encontra ao voltar a Nova York. “Café Society” vai estrear nos cinemas franceses junto do Festival de Cannes, em 11 de maio, mas ainda levará alguns meses para chegar a outros países. Ele será distribuído nos EUA com exclusividade pelo Amazon Studios, que pretende realizar um lançamento limitado nos cinemas em julho, antes de disponibilizá-lo na internet. O Amazon também disponibilizou o primeiro pôster da produção, que pode ser conferido logo abaixo. No Brasil, a estreia está marcada apenas para 27 de outubro.
Michelle Williams e Julianne Moore vão estrelar o próximo filme do diretor de Carol
As atrizes Michelle Williams (“Sete Dias com Marilyn”) e Julianne Moore (“Para Sempre Alice”) podem estrelar o próximo filme de Todd Haynes (“Carol”). Intitulado “Wonderstruck”, o filme adapta o livro infantil homônimo de Brian Selznick (autor de “A Invenção de Hugo Cabret”), sobre duas crianças surdas, Ben e Rose, cujas histórias são separadas por 50 anos. Rose foge de casa em 1927, rumo a Nova York para conhecer Lillian Mayhew, estrela de cinema que idolatra. Jack também escapa para Nova York, mas em 1977, em busca de seu pai. Em determinado momento, porém, suas vidas se cruzam de maneira inesperada. Julianne Moore está confirmada no elenco, mas seu papel não foi anunciado. Segundo o site da revista Variety, Williams está negociando para interpretar a mãe de Ben. “Wonderstruck” está sendo produzido pelo serviço de streaming Amazon e ainda não tem previsão de estreia.
Músicas de Bob Dylan vão inspirar série dramática
O serviço de streaming Amazon prepara uma série inspirada nos personagens das canções de Bob Dylan, informou o site da revista Variety. A série, que ainda está em fase inicial de desenvolvimento, deve levar o título de “Time Out of Mind”, o nome de um disco de Dylan, lançado em 1997. O projeto está sendo desenvolvido pelo cineasta australiano Josh Wakely, que obteve os direitos das canções de Dylan para poder usá-las na televisão, e terá produção da divisão televisiva do estúdio Lionsgate. Embora ainda não existam muitos detalhes concretos da possível série, a Variety afirmou que o plano é que dois personagens ou histórias surgidos do catálogos de composições de Dylan cruzem seus caminhos de alguma maneira. Josh Wakely, por sinal, já trabalha em outra série que tem o rock como premissa para sua produção. Ele também desenvolveu “Beat Bugs”, uma produção infantil baseada nas canções dos Beatles, que estreará em agosto na plataforma de conteúdos digitais Netflix. Já a Amazon tem outros projetos musicais no horizonte, como a criação de uma série inspirada na trajetória do grupo de rock psicodélico Grateful Dead.
Caitlyn Jenner vai participar da 3ª temporada de Transparent
A premiada série sobre transexualidade “Transparent” terá a participação de Caitlyn Jenner em sua 3ª temporada. Caitlyn, que até junho de 2015 era conhecida como Bruce, atleta que conquistou a medalha de ouro no decatlo nas Olimpíadas de 1976, é também “padrasto” das irmãs Kardashian e pai da modelo Kendall Jenner. Ela também apareceu em alguns reality shows americanos, como “Keeping up with the Kardashians”, que fez a fama da socialite Kim Kardashian, além de “I am Cait”, que mostra sua transição de Bruce para Caitlyn. A participação de Caitlyn em “Transparent” foi confirmada pela criadora do programa, a roteirista e diretora Jill Solloway, durante a cerimônia do GLAAD Awards, realizada no último sábado (2/4). O prêmio homenageia produções que promovem a diversidade sexual e de gênero. Segundo a rede americana ABC, a participação de Caitlyn na série seria “a realização de um sonho” para Jill, que se inspirou na história do próprio pai para criar “Transparent”. “Somos parte de uma mesma comunidade. Muitas mulheres trans que trabalham na nossa série também participaram do programa dela, ‘I am Cait’. Então, há muitas interseções. Muitas amizades”, disse a produtora. A série, que não é exibida no Brasil, conta a história de um professor universitário de meia-idade e pai de três filhos, interpretado por Jeffrey Tambor, que assume sua transexualidade e inicia a transição para o gênero feminino. Tambor e Jill Soloway já venceram diversos prêmios pela produção, como o Emmy (Melhor Ator, Direção e Roteiro de Série de Comédia), Globo de Ouro (Melhor Ator de Série de Comédia), além de troféus dos sindicatos dos Atores, Diretores e Produtores de Hollywood. As gravações da próxima temporada começam na próxima semana e devem ser disponibilizados no serviço de streaming da Amazon no final de 2016.
Diretor de No Limite do Amanhã fará o primeiro filme da Amazon
O cineasta Doug Liman (“Sr. e Sra. Smith”, “No Limite do Amanhã”) vai dirigir o suspense psicológico “The Wall”, produzido pela Amazon Studios. O projeto será o primeiro longa-metragem realizado para o serviço de streaming Amazon, seguindo um modelo inaugurado pelo Netflix, informou o site The Hollywood Reporter. O roteiro, escrito por Dwain Worrell, acompanha um atirador e seu parceiro que são encurralados durante uma tocaia por outro atirador, um lendário sniper. A história foi submetida para a Amazon quando o estúdio decidiu convidar roteiristas aspirantes a submeterem projetos para inaugurar sua divisão de filmes originais. Acabou virando o primeiro roteiro que a Amazon comprou. Descrita como uma produção de pequena escala, “The Wall” deve ser filmado em poucas semanas, entre o final de abril e o início de junho, deixando Liman livre rapidamente para se focar em seu próximo projeto grandioso, a adaptação dos quadrinhos do mutante Gambi, que está atualmente sendo reescrita pelo sócio do astro Channing Tatum, o roteirista Reid Carolin (“Magic Mike”).











