Lara Croft enfrenta Maria Madalena nas estreias de cinema da semana
Não há muitas estreias amplas na semana, apesar do circuito receber 12 lançamentos. Nada menos que cinco produções da lista são documentários. Há mais três filmes europeus, além de uma animação japonesa agendada para um único dia de exibição. Assim, é natural que o frequentador dos shoppings só note três novidades – e uma delas com algum esforço. Clique nos títulos abaixo para ver os trailers de toda a programação. “Tomb Raider” tem a maior distribuição, em 600 telas, numa aposta no reconhecimento da “marca” entre o público. Mas não escapa da sina das adaptações de games em Hollywood. Já faz 25 anos que os grandes estúdios insistem em transformar jogos eletrônicos em filmes dispendiosos. E o resultado tem sido sempre o mesmo: produções cheia de saltos, corridas, lutas e obstáculos, que tentam evocar o ritmo frenético dos games. Mas, sem interatividade, não passam do “modo demonstração”, sem conseguir replicar a emoção que o gamer sente ao jogar. Pois o longa da heroína Lara Croft é o típico filme de videogame, com muitas corridas e saltos, e já taxado de medíocre pela crítica americana, com 50% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. A nota só não é pior porque as considerações negativas foram equilibradas com elogios à atriz sueca Alicia Vikander. Após vencer o Oscar por “A Garota Dinamarquesa” (2015), ela mostrou versatilidade e potência física para convencer como heroína de ação. Entretanto, houve quem reclamasse do tamanho dos seus seios – menores que o da Lara Croft dos primeiros games. A piada de ter uma modelo siliconada de revista masculina no papel principal, poderia ajudar o filme a assumir-se como trash total, em vez de tentar disfarçar-se de entretenimento empoderador com uma atriz talentosa no papel de um pixel. Outra adaptação de “marca” famosa e “heroína” conhecida, “Maria Madalena” decepciona por motivos diferentes. Maior produção sobre o Novo Testamento desde “A Paixão de Cristo” (2004), de Mel Gibson, o filme tem elenco grandioso, com destaque para Rooney Mara (“Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”) no papel-título e Joaquin Phoenix (“Vício Inerente”) como Jesus, e toma grande cuidado ao abordar os dogmas cristãos, mesmo quando se desvia dos textos oficiais em busca de uma abordagem politicamente correta. Na prática, o filme transforma a personagem icônica, considerada prostituta na tradição evangélica, em feminista e principal seguidora de Jesus Cristo. O resultado, porém, não é o “Evangelho de Maria Madalena” (manuscrito encontrado junto com outros textos do cristianismo primitivo em escavações do Egito e só publicado em 1955), mas a atualização dos ensinamentos cristãos que a própria Igreja Católica tem pregado sob o Papa Francisco. A visão do passado é sempre filtrada pelo presente, e isto resulta em anacronismos que diferem entre as décadas. Se Jesus Cristo era loiro de olhos azuis em “A Maior História de Todos os Tempos” (1965), agora Pedro, supostamente o primeiro Papa, é negro (vivido por Chiwetel Ejiofor). Isto reflete a visão “de inclusão” do filme, seu maior pecado para os tradicionalistas, mas, assim como em “Lion” (2016), o filme anterior – e igualmente inclusivo – do diretor Garth Davis, o “politicamente correto” chega até ao meio do caminho, retrocedendo quando se espera que ouse maiores avanços. A violência e o aramaico de “A Paixão de Cristo” foram muito mais subversivos. “12 Heróis” é um filme de guerra estrelado por Chris Hemsworth (“Thor: Ragnarok”) e Michael Shannon (“A Forma da Guerra”), com direito a patriotismo banal, mas também cenas de ação intensas. A trama é inspirada na história real da primeira equipe militar dos Estados Unidos enviada ao Afeganistão após o ataque de 11 de setembro de 2001: 12 soldados americanos que têm que aprender a montar a cavalo para avançar pelas montanhas, apenas para descobrir que suas montarias os tornam alvos melhores para tiros de tanques. Como típica produção patriota de guerra, não há nuances ou a menor profundidade em sua história, o que lhe rendeu cotação medíocre de 54% no Rotten Tomatoes. Cinema europeu premiado O circuito limitado destaca três produções europeias premiadas, que fizeram suas pré-estreias mundiais no Festival de Cannes 2017. Por coincidência, a opção mais acessível também aborda terrorismo e muçulmanos, mas conta um lado dessa história que Hollywood ignora vergonhosamente, no tremular nacionalista de bandeiras. Um dos longas mais aplaudidos de Cannes, “Em Pedaços” ilumina a face do terrorismo que tem olhos azuis e ataca muçulmanos. A produção alemã acompanha o desespero e a impotência de uma mulher, após seu marido e filho serem vítimas de um atentado à bomba. Loira ariana, ela era casada com um turco, o que fez sua família virar alvo de grupos de ódio. Depois do período de luto e espera por justiça, ela decide agir contra os neonazistas, transformando seu drama pessoal num thriller de vingança. Quem precisa de remake de “Desejo de Matar” quando se tem um filme desses? Dirigido pelo alemão Fatih Akin (“Soul Kitchen”), filho de turcos, o longa venceu o Globo de Ouro de Melhor Filme em Língua Estrangeira e rendeu o prêmio de Melhor Atriz em Cannes para Diane Kruger (“Bastardos Inglórios”). Acabou ignorado pelo Oscar, mas agradou a crítica americana, com 73% no Rotten Tomatoes. O ódio contra estrangeiros e uma noção de nacionalismo bandeiroso também alimenta a trama de “Western”, outra produção alemã exibida em Cannes e premiada no circuito dos festivais. Escrito e dirigido por Valeska Grisebach, que foi consultora de roteiro do sucesso “Toni Erdmann” (2016), acompanha, com abordagem semidocumental, um grupo de trabalhadores alemães, contratados para obras numa região rural da Bulgária. Sem entender a língua e vivendo choque cultural constante, eles se indispõem com os moradores locais, expondo preconceitos e a mentalidade hooligan das classes baixas. Tem impressionantes 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Amante por um Dia” evoca a nouvelle vague em seu foco em relacionamentos modernos, slogans e filmagem em preto e branco. A trama acompanha uma jovem que volta para casa, após terminar um namoro, e encontra o pai se relacionando com uma mulher da sua idade. Os três passam a conviver sem crises, mas – como o pai é professor de Filosofia, tudo é pretexto para – muitas conversas. Dirigido pelo veterano Philippe Garrel (“Um Verão Escaldante”) e estrelado por sua filha, Esther Garrel (“Me Chame pelo Seu Nome”), foi igualmente exibido e premiado em Cannes, na mostra da Quinzena dos Realizadores. Registros do Brasil brasileiro A programação se completa com cinco documentários, sobre os mais diferentes assuntos nacionais, da pesquisa histórica a discussões atuais. Curiosamente, nenhum deles opta pela hagiografia, que costuma marcar o segmento. O que não significa que faltem personagens marcantes. “A Luta do Século” é o mais consagrado. Venceu o Festival do Rio, na categoria de Melhor Documentário, ao registrar a rivalidade de mais de 20 anos entre os boxeadores Luciano Todo Duro e Reginaldo Holyfield, ídolos do esporte no Nordeste na década de 1990. Em seu auge, eles fizeram seis combates, com três vitórias para cada lado. E para desempatar, os dois ex-atletas, já com mais de 50 anos de idade, resolveram se enfrentar uma última vez. O resultado é uma vitória cinematográfica com grande força emotiva – e o melhor trabalho do diretor Sergio Machado desde sua estreia, em “Cidade Baixa” (2005). “Imagens do Estado Novo – 1937-45” traz outro cineasta renomado, Eduardo Escorel, que na obra demonstra sua habilidade com a edição de imagens. Montador de inúmeros clássicos do cinema nacional – “Terra em Transe” (1967), “Macunaíma” (1969), “São Bernardo” (1972), “Joanna Francesa” (1973), “Eles Não Usam Black-Tie” (1981), etc – , Escorel resgata a história da primeira ditadura assumida do Brasil, o Estado Novo de Getúlio Vargas, com imagens de arquivo, que mostram o carnaval do país que convivia com bandeiras nazistas e ataques à imprensa. Um documento importante para quem não tem memória, como a maioria dos “trabalhistas” brasileiros. Já os diretores de “Híbridos – Os Espíritos do Brasil” são franceses. Vincent Moon e Priscilla Telmon fazem um registro de diferentes cultos religiosos do país, do candomblé à missa evangélica, mostrando a força da fé nacional. O trabalho é belíssimo, graças à opção por colocar a câmera entre os fiéis para mergulhar nos transes e emergir com imagens potentes. Não há entrevistas, mas o registro é tão sublime que passa toda a experiência necessária. Apenas no final, cada religião representada é identificada, evidenciando como se aproximam, o que é a base do decantado sincretismo brasileiro. “O Silêncio da Noite É que Tem Sido Testemunha das Minhas Amarguras” oferece o oposto. É um filme que não cala, feito para destacar palavras e rimas, no registro de uma tradição quase extinta, que sobrevive na fronteira de Pernambuco com a Paraíba. O documentário de Petrônio Lorena (“O Gigantesco Imã”) registra a tradição repentista do sertão, por meio de histórias poéticas e da cantoria de seus entrevistados, em meio à beleza de um Brasil profundo e pouco explorado. “Rio do Medo” aborda a violência do Rio de Janeiro sob a perspectiva dos Policias Militares. Mais convencional da seleção, é feito de entrevistas como um trabalho televisivo, em que PMs de diferentes gerações relatam suas experiências dentro da corporação, marcadas pela violência, corrução e desconfiança do povo. O filme terá exibição única no Estação Net Rio na terça, dia 20 de março. Programação extra Para completar, o Cinemark também exibe a animação japonesa “Fireworks: Luzes no Céu” num única dia, igualmente em 20 de março. A fantasia adolescente segue uma premissa de efeito borboleta, ao inserir um artefato misterioso, capaz de reescrever a história, nas mãos de uma garota que quer salvar seu relacionamento com o menino de seus sonhos. Mas quanto mais ela zera o passado, mais distante fica seu final feliz. Um dos diretores, Nobuyuki Takeuchi, foi um dos principais animadores do Studio Ghibli, trabalhando com o mestre Hayao Miyazaki em inúmeros filmes – inclusive no vencedor do Oscar “A Viagem de Chihiro” (2001).
YouTuber chama Alicia Vikander de “cadela de seios lisos” que não podia ser Lara Croft, revelando lado sexista da internet
Um YouTuber com número considerável de seguidores foi à internet mostrar seu orgulho de ser sexista de baixo nível. TJ Kirk, também conhecido como Amazing Atheist Guy, que tem mais de um milhão de inscritos no seu canal do YouTube, mandou no Twitter: “Será que eu tenho que ser o idiota que vai dizer que os seios de Alicia Vikander são muito pequenos para eu vê-la como Lara Croft? Eu tenho que ser esse cara? Eu tenho que ser aquele que diz essa p*? Eu acho que sim. Desculpe”, ele escreveu. E imediatamente sentiu a ira da internet. “Equivocado” e “ignorante” foram os adjetivos mais leves disparados. Mas a maioria concordou que ele tem razão. TJ Kirk é mesmo, como disse, um “idiota”. Afinal, ele respondeu a quem perdeu tempo tentando argumentar com esta pérola: “Escalar uma cadela de peitos lisos como Lara Croft é como me escalar como Ron Jeremy”, disse, referindo-se a um astro pornô dos anos 1980, conhecido por seu grande instrumento de trabalho. Já a “cadela de peitos lisos” deve ser Alicia Vikander… O mesmo tipo de comentário já havia sido feito contra Gal Gadot, quando ela foi escalada como “Mulher-Maravilha”. Alguns até tentaram argumentar, de forma educada. “Quando ‘Tomb Raider’ foi lançado em 1996 [para console e PC], os seios de Lara Croft eram triangulares. Paremos de agir como se o tamanho / forma dos peitos de uma mulher definem sua capacidade de interpretar Lara Croft. Realmente não importa se você ‘vê’ Alicia Vikander como Lara Croft … ela é, lide com isso”, escreveu um usuário, sem saber com quem lidava. Outro apontou que a versão de Vikander é relacionada ao reboot do game, lançado em 2013, com uma abordagem menos sexista, que destacava mais as habilidades da personagem que o tamanho de seus seios. O que só aumentou sua raiva. A verdade é que, quando houve o lançamento do jogo original, os desenvolvedores optaram por proporções exageradas porque a computação gráfica ainda engatinhava e os consoles de 32 bits não mostravam os personagens com clareza. Para demonstrar que se tratava de uma mulher, os designers colocaram seios e quadris grandes na heroína. Conforme a qualidade dos gráficos foi melhorando, os designers foram explorando mais as curvas da personagem, apelando para o público masculino, que era a maioria dos consumidores da época. Quando Angelina Jolie foi escalada como Lara Croft em 2001, ela precisou usar um sutiã acolchoado para aumentar seus seios. Mas na sequência de 2003 nem sequer apareceu de shortinhos, já reclamando da imagem sexista da personagem. Desde então, o mercado mudou, o mundo também, e “Tomb Raider” precisou ser relançado em 2013 para se livrar do estigma sexista, com uma heroína mais atlética e de seios pequenos. Mesmo assim, parece que parte do público dos games prefere a versão sexista. A ironia final é que o corpo magro e atlético de Alicia Vikander foi considerado o elemento mais convincente do filme, com a capacidade física da atriz ganhando os únicos elogios da crítica, que achou “Tomb Raider” medíocre como todas as outras adaptações de videogame. Já TJ Kirk continuou ofendendo e dizendo palavrões num vídeo sobre o tema em seu canal, que o YouTube não viu problemas em publicar sem censura. Veja abaixo. Do I have to be the asshole who says her tits are too small for me to see her as Lara Croft? Do I have to be that guy? Do I have to be the one who fucking says it? I guess I do. Sorry. pic.twitter.com/5CsXwYFjBb — Amazing Atheist Guy (@amazingatheist) March 10, 2018 Casting a flat-chested bitch as Lara Croft is life casting me as Ron Jeremy. It doesn't work for obvious reasons. — Amazing Atheist Guy (@amazingatheist) March 11, 2018
Tomb Raider não empolga a crítica internacional
O novo filme da franquia “Tomb Raider”, que estreia nesta quinta (15/3) no Brasil, não empolgou os críticos dos Estados Unidos e do Reino Unido. Registrando 51% de aprovação na média apurada pelo site Rotten Tomatoes, foi considerado medíocre, apesar de elogios reservados à forma física da atriz sueca Alicia Vikander, mais que apta para o papel de Lara Croft. O principal alvo das reclamações foi o roteiro, considerado simplório, de autoria de Geneva Robertson-Dworet, roteirista que vinha sendo incensada como genial, embora ainda não tivesse sido avaliada pela crítica. “Tomb Raider” é seu primeiro roteiro filmado, mas desde que entregou seu texto para a Warner, um boca-a-boca de bastidores a tornou responsável pelas histórias de diversos projetos de blockbusters, entre eles “Sherlock Holmes 3”, “Silver & Black” (o filme da Sabre de Preta e Gata Negra), “Dungeons & Dragons” e “Capitã Marvel”. Confira abaixo alguns comentários da imprensa norte-americana e britânica. “A abundância atual de heroínas de ação não dilui a satisfação básica de se assistir Alicia Vikander de derrubar suas inibições de garota boazinha para abraçar seu destino como Lara Croft, mesmo que isso signifique balançar, pular, pisar e socar uma linha de montagem previsível de Hollywood” – Los Angeles Times. “Enredo e desenvolvimento de personagens caem no abismo em cenas de ação tão alucinadas que fariam Indiana Jones hesitar. Vikander se mostra treinada para as cenas físicas e esculpiu seu corpo de forma convincente para viver a protagonista, mas o filme, em contraste, é totalmente flácido e preguiçoso. Algumas cenas são tão impossíveis que ultrapassam os limites da suspensão da crença. E não são sutis em seu desejo de plantar sequências. Entretanto, pode ter queimado a largada com tanto exagero descuidado” – USA Today. “Este resgate de ‘Tomb Raider’ é tão pouco aconselhável quanto o recente veículo de Tom Cruise, ‘A Múmia’. Nenhum dos dois traz nada de novo para franquias que teria sido melhor deixar em paz por mais alguns anos. Vikander é bastante impressionante como Lara Croft para banir as memórias de Angelina Jolie (e talvez para justificar novas sequências), mas o filme em si é completamente convencional” – Independent “Alicia Vikander convence como a personagem de ação vivida duas vezes por Angelina Jolie, mas a história genérica e os coadjuvantes caricatos parecem vir de um seriado de aventuras de baixo orçamento dos anos 1930” – The Hollywood Reporter. O filme marca a estreia em Hollywood do diretor norueguês Roar Uthaug (“Presos no Gelo”) e seu elenco também inclui Dominic West (série “The Affair”), Walton Goggins (“Os Oito Odiados”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Kristin Scott Thomas (“O Destino de uma Nação”) e Daniel Wu (série “Into the Badlands”).
Alicia Vikander é Lara Croft em dez cenas de ação de Tomb Raider: A Origem
A Warner divulgou nada menos que dez cenas de “Tomb Raider: A Origem”, todas com Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”) no papel da heroína de ação Lara Croft. Algumas das sequências evocam o game homônimo com grandes desafios físicos, em que a atriz precisa demonstrar seus dotes atléticos. Além de Vikander, o elenco inclui Dominic West (série “The Affair”), Walton Goggins (“Os Oito Odiados”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Kristin Scott Thomas (“O Destino de uma Nação”) e Daniel Wu (série “Into the Badlands”). O filme tem roteiro esboçado pela estreante Geneva Robertson-Dworet (do vindouro filme da “Capitã Marvel”) e finalizado por Evan Daugherty (“Divergente”). A direção é do norueguês Roar Uthaug (“Presos no Gelo”), que fará sua estreia em Hollywood, e o lançamento está marcado para quinta-feira (15/3) no Brasil.
Alicia Vikander vai estrelar thriller de ação do diretor de Passageiros
A atriz sueca Alicia Vikander, vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “A Garota Dinamarquesa” (2015), será a protagonista do novo filme do norueguês Morten Tyldum (“Passageiros”). Trata-se do thriller de ação “The Marsh King’s Daughter”, adaptação do livro homônimo de Karen Dionne – inédito no Brasil, mas lançado em Portugal como “A Filha do Pântano”. A trama acompanha uma mulher que arrisca tudo para encontrar seu pai perigoso, que moldou seu passado e ameaça roubar seu futuro. O papel exige a agilidade atlética que a atriz demonstrará em seu próximo filme, “Tomb Raider”, já que, em “The Marsh King’s Daughter”, sua personagem, Helena Petterier, usa suas habilidades de caça e rastreamento para encontrar seu pai, apenas para perceber que a fuga dele da prisão faz parte de um elaborado plano para sequestrá-la e as suas duas jovens filhas. “Tomb Raider” estreia em 15 de março no Brasil e “The Marsh King’s Daughter” ainda não tem previsão de lançamento.
Alicia Vikander é Lara Croft em dois novos pôsteres de Tomb Raider
A Warner divulgou dois novos pôsteres de “Tomb Raider”, que trazem Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”) toda machucada como a heroína de ação Lara Croft. Além de Vikander no papel que catapultou Angelina Jolie ao estrelado, o elenco inclui Dominic West (série “The Affair”), Walton Goggins (“Os Oito Odiados”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”) e Daniel Wu (série “Into the Badlands”). O filme tem roteiro esboçado pela estreante Geneva Robertson-Dworet (do vindouro filme da “Capitã Marvel”) e finalizado por Evan Daugherty (“Divergente”). A direção é do norueguês Roar Uthaug (“Presos no Gelo”), que fará sua estreia em Hollywood, e o lançamento está marcado para 15 março no Brasil.
Lara Croft diz que não é super-heroína nos comerciais de Tomb Raider
A Warner divulgou dois comerciais de “Tomb Raider”. Ainda sem legendas, eles destacam a forma impressionante com que Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”) realiza as cenas de ação de Lara Croft, entre muitos saltos, brigas, tiros e corridas contra obstáculos, enfrentando homens e a natureza com destreza formidável. Ironicamente, sua personagem diz que não é super-heroína. Além de Vikander como Lara Croft, papel que catapultou Angelina Jolie ao estrelado, o elenco inclui Dominic West (série “The Affair”), Walton Goggins (“Os Oito Odiados”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”) e Daniel Wu (série “Into the Badlands”). O filme tem roteiro esboçado pela estreante Geneva Robertson-Dworet (do vindouro filme da “Capitã Marvel”) e finalizado por Evan Daugherty (“Divergente”). A direção é do norueguês Roar Uthaug (“Presos no Gelo”), que fará sua estreia em Hollywood, e o lançamento está marcado para 15 março no Brasil.
Submersão: Trailer legendado mostra romance trágico de Alicia Vikander e James McAvoy
A California Filmes divulgou o trailer legendado de “Submersão” (Submergence), novo filme do alemão Wim Wenders (“Paris, Texas”). A produção é um melodrama romântico, em que a sueca Alicia Vikander (“Tomb Raider”) e o inglês James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”) se apaixonam e são separados por seus trabalhos arriscados, que flertam com tragédias. Na trama, enquanto não estão namorando, o casal central aparece arriscando a vida em missões perigosas. Ele viaja à Somália para libertar prisioneiros de jihadistas, enquanto ela explora as profundezas do oceano num mini-submersível. Diante de situações de morte iminente, resta aos dois as lembranças de um encontro na véspera de Natal ocorrido em uma praia. O filme tem roteiro de Erin Dignam (“O Lenço Amarelo”) e é baseado no romance homônimo escrito por J.M Ledgard. A estreia está marcada para 12 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Além do trailer brasileiro, também foram divulgados pôsteres internacionais da produção. Confira abaixo
Tomb Raider: Alice Vikander é destaque em novas fotos e trailer legendado
A Warner divulgou novas fotos e a versão legendada do segundo trailer de “Tomb Raider”. As imagens tinham sido divulgadas anteriormente, com o logo da revista Total Film. Assim como as imagens, a prévia (disponibilizada um dia antes sem legendas) destaca Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”). E é impressionante a forma com que ela realiza as cenas de ação, em meio a saltos, brigas, tiros e corridas contra obstáculos, numa luta contra homens e a natureza em que se mostra formidável. Nem parece que a pequena atriz sueca faz sua estreia no gênero. Além de Vikander como Lara Croft, papel que catapultou Angelina Jolie ao estrelado no início dos anos 2000, o elenco do reboot inclui Dominic West (série “The Affair”), Walton Goggins (“Os Oito Odiados”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”) e Daniel Wu (série “Into the Badlands”). O filme tem roteiro esboçado pela estreante Geneva Robertson-Dworet (do vindouro filme da “Capitã Marvel”) e finalizado por Evan Daugherty (“Divergente”). A direção é do norueguês Roar Uthaug (“Presos no Gelo”), que fará sua estreia em Hollywood, e o lançamento está marcado para 15 março no Brasil.
Alicia Vikander impressiona nas cenas de ação do novo trailer de Tomb Raider
A Warner divulgou o segundo trailer de “Tomb Raider”. Ainda sem legendas, a prévia destaca a forma impressionante com que Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”) realiza as cenas de ação, em meio a saltos, brigas, tiros e corridas contra obstáculos, numa luta contra homens e a natureza em que se mostra formidável. Nem parece que a pequena atriz sueca faz sua estreia no gênero. Além de Vikander como Lara Croft, papel que catapultou Angelina Jolie ao estrelado, o elenco inclui Dominic West (série “The Affair”), Walton Goggins (“Os Oito Odiados”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”) e Daniel Wu (série “Into the Badlands”). O filme tem roteiro esboçado pela estreante Geneva Robertson-Dworet (do vindouro filme da “Capitã Marvel”) e finalizado por Evan Daugherty (“Divergente”). A direção é do norueguês Roar Uthaug (“Presos no Gelo”), que fará sua estreia em Hollywood, e o lançamento está marcado para 15 março no Brasil.
Alice Vikander é Lara Croft em oito novas fotos oficiais de Tomb Raider
A Warner divulgou oito novas fotos oficiais de “Tomb Raider”, reboot cinematográfico da franquia de games, que traz Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”) como Lara Croft. Uma das fotos tinha sido antecipada anteriormente com logo da revista Empire. Além de Vikander, o elenco inclui Daniel Wu (série “Into the Badlands”), Dominic West (série “The Affair”), Walton Goggins (“Os Oito Odiados”) e Hannah John-Kamen (série “Killjoys”). O longa, que vai se chamar “Tomb Raider: A Origem” no Brasil, é baseado no reboot do próprio jogo, lançado em 2013, e teve seu roteiro esboçado pela estreante Geneva Robertson-Dworet (do vindouro filme da “Capitã Marvel”) e finalizado por Evan Daugherty (“Divergente”). A direção é do norueguês Roar Uthaug (“Presos no Gelo”), que faz sua estreia em Hollywood. O lançamento nos cinemas brasileiros está marcados para 15 março, um dia antes dos Estados Unidos. Clique nas imagens abaixo para ampliá-las.
Alicia Vikander e Eva Green são irmãs em trailer de drama com temática polêmica
A Svensk Filmindustri divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Euphoria”, que traz a atriz sueca Alicia Vikander (“Jason Bourne”) e a francesa Eva Green (série “Penny Dreadful”) como irmãs. A prévia mostra as duas chegando numa comunidade reclusa para realizar algo polêmico. O filme aborda a questão da eutanásia e coloca as duas irmãs em conflito pela decisão de como lidar com o tumor terminal de uma delas. O elenco também inclui os ingleses Charles Dance (série “Game of Thrones”), Charlotte Rampling (“45 Anos”), Adrian Lester (minissérie “London Spy”) e Mark Stanley (também de “Game of Thrones”). “Euphoria” é o terceiro longa da cineasta sueca Lisa Langseth, e todos eles foram estrelados por Vikander. Exibido no Festival de Toronto, o filme estreia em 2 de fevereiro na Suécia e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Alicia Vikander é Lara Croft em novas fotos de Tomb Raider
A revista Total Film divulgou novas fotos de “Tomb Raider”, reboot cinematográfico da franquia de games, que traz Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”) como Lara Croft. As fotos incluem logo da publicação e acompanham uma reportagem de capa sobre o filme. O longa, que vai se chamar “Tomb Raider: A Origem” no Brasil, é baseado no reboot do próprio jogo, lançado em 2013, e teve seu roteiro esboçado pela estreante Geneva Robertson-Dworet (do vindouro filme da “Capitã Marvel”) e finalizado por Evan Daugherty (“Divergente”). A direção é do norueguês Roar Uthaug (“Presos no Gelo”), que faz sua estreia em Hollywood. O lançamento nos cinemas brasileiros está marcados para 15 março, um dia antes dos Estados Unidos. Clique nas imagens abaixo para ampliá-las.










