PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Atriz de “O Chamado” e “Lilo & Stitch” morreu por complicações da Aids

    29 de junho de 2026 /

    Instituto Médico Legal de Los Angeles divulgou o laudo sobre a morte de Daveigh Chase, que teve uma carreira de sucesso na infância

    Leia mais
  • Filme

    Novo filme de Karim Aïnouz terá Rachel Zegler e Adrien Brody

    7 de maio de 2026 /

    Atores premiados por "Amor, Sublime Amor" e "O Brutalista" serão filha e pai num cruzeiro gay durante a crise da AIDS

    Leia mais
  • Etc

    Charlize Theron critica políticas de imigração de Trump: “Destruiu a vida de famílias, não de criminosos”

    29 de junho de 2025 /

    Atriz sul-africana faz discurso contundente em evento beneficente em Los Angeles para denunciar retrocessos sociais nos EUA e no mundo

    Leia mais
  • Série

    Minissérie brasileira mostra rede clandestina que salvou pacientes com Aids nos anos 1980

    9 de fevereiro de 2025 /

    "Máscaras de Oxigênio (Não) Cairão Automaticamente" aborda a crise do AZT e representará o Brasil no Berlinale Series Market

    Leia mais
  • Música

    Mãe de Cazuza desmente suposta enfermeira sobre conversão evangélica do cantor

    2 de dezembro de 2024 /

    Lucinha Araújo negou que seu filho pediu para a funcionária ler versículos para se "arrepender dos pecados"

    Leia mais
  • Música

    Madonna leva 1,6 milhão de fãs à Copacabana e aumenta audiência da Globo

    5 de maio de 2024 /

    Com um show repleto de liberdade sexual e homenagens, Madonna e convidados celebraram diversidade e música no Rio de Janeiro

    Leia mais
  • Série

    HBO Max começa a gravar série sobre luta contra Aids no Brasil

    29 de novembro de 2023 /

    A HBO Max divulgou a primeira imagem de “Máscaras de Oxigênio (Não) Cairão Automaticamente”, nova série brasileira (de título pouco comercial) da plataforma. A imagem reúne os três protagonistas, Ícaro Silva (“Cara e Coragem”), Bruna Linzmeyer (“Pantanal”) e Johnny Massaro (“Verdades Secretas”), caracterizados como seus personagens, e marca o começo da produção. Inspirada em histórias reais, a produção se passa durante a epidemia de Aids no Brasil nos anos 1980 e 1990 e vai refletir, além das dificuldades de tratamento da doença, o enorme preconceito relacionado ao diagnóstico e à comunidade LGBTQIAP+. Ao estilo do premiado filme americano “Clube de Compra Dallas” (2013), a produção vai mostrar a iniciativa de trabalhadores de empresas aéreas, que passaram a contrabandear o AZT, um medicamento ilegal no país na época, que era a única solução conhecida para enfrentar o vírus HIV. Massaro interpreta Fernando, um comissário de bordo que traz os remédios não autorizados no país para ajudar as vítimas da doença. Bruna também interpreta uma comissária de bordo, colega de Fernando. Já Ícaro dará vida a Raul, que trabalha numa boate que acolhe os doentes. O trabalho de pesquisa da série teve a contribuição da médica infectologista Márcia Rachid, autora do livro “Manual de HIV/Aids”. A direção é de Carol Minêm (“O Rei da TV”) com direção geral do cineasta Marcelo Gomes (“Joaquim”). Os roteiros são de Leonardo Moreira (“45 do Segundo Tempo”) e Patricia Corso (“Dissonantes”). A estreia está prevista para 2024.

    Leia mais
  • Série

    Astro de “Bridgerton” vive romance gay intenso em trailer de minissérie

    1 de junho de 2023 /

    O canal americano Showtime divulgou o trailer da minissérie “Fellow Travellers”, em que o ator Jonathan Bailey, conhecido pelo papel de Lord Anthony em “Bridgerton”, aparece vivendo um intenso romance de época com o ator Matt Bomer (“Crimes do Colarinho Branco”). Criada pelo roteirista e diretor Ron Nyswaner (“Homeland”), a trama acompanha o carismático Hawkins Fuller (Matt Bomer), um homem que desfruta de uma carreira financeiramente recompensadora nos bastidores da política. Acostumado a evitar envolvimentos emocionais, Fuller vê sua vida mudar quando conhece Tim Laughlin (Jonathan Bailey), um jovem cheio de idealismo e fé religiosa. Os dois embarcam em um romance intenso em um momento crucial da história americana, quando Joseph McCarthy e Roy Cohn iniciam sua caça a comunistas e homossexuais, colocando o país em um dos períodos mais obscuros do século 20. Com oito episódios, “Fellow Travellers” é baseada na obra homônima de Thomas Mallon, que combina sua história de amor com clima thriller político, ao acompanhar quatro décadas da História dos EUA. Ao longo da narrativa, Hawk e Tim se cruzam nos protestos da Guerra do Vietnã nos anos 1960, no hedonismo da era das discotecas dos anos 1970 e na crise da AIDS nos anos 1980, enquanto enfrentam obstáculos do mundo externo e neles mesmos. Em entrevista a Vanity Fair, Bailey comentou que se emocionou com a paixão da série para retratar o romance entre dois homens. “Minha resposta sempre foi: ‘Bem, adoraria fazer uma grande história de amor gay’, mas minha experiência na verdade era de que eu nunca tinha realmente visto essas histórias”, disse. “Ou se eu tinha visto, não tinha visto atores como eu e Matt interpretando esses papéis”. Vale ressaltar que ambos Bailey e Bomer são homossexuais. Além de atuar, Bomer também atua como produtor executivo. A direção dos dois primeiros episódios é de Daniel Minahan (“O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story”) e o elenco ainda conta com Jelani Alladin (“Tick, Tick… Boom!”), Allison Williams (“M3GAN”) e Noah J. Ricketts (“Deuses Americanos”). O lançamento vai acontecer no outono nos EUA (nossa primavera), mas ainda não há previsão de lançamento no Brasil – onde deve chegar pela Paramount+.

    Leia mais
  • Etc

    Sharon Stone revela que luta contra a Aids custou sua carreira de atriz

    6 de dezembro de 2022 /

    A atriz Sharon Stone (de “Instinto Selvagem”) revelou que o ativismo contra a Aids afetou sua carreira na década de 1990. Ela ficou afastada de qualquer produção cinematográfica durante oito anos por seu envolvimento na causa social. Ela fez a declaração nesta terça (6/12) durante participação no Red Sea Film Festival, na Arábia Saudita, lembrando o que aconteceu após aceitar o convite dos executivos da AmfAR (Fundação de Pesquisa da Aids) para substituir Elizabeth Taylor (de “Os Flintstones”) no posto de presidente honorária em 1995. “Tive que ocupar um lugar muito grande como o de Elizabeth Taylor. Eu tinha muitas responsabilidades como substituta na AmfAR. Quando me procuraram, pensei: ‘[será que] eu estou à altura de substituir a Elizabeth?’” No entanto, a empresária Cindy Berger alertou a artista sobre os riscos de assumir o cargo na fundação. “Ela me disse que eu destruiria minha carreira”, descreveu Sharon. Em meados da década de 1990, a Aids ainda era um tabu entre a população, que Sharon queria ajudar a superar, mas ela não tinha ideia do que enfrentaria ao aceitar o desafio. “Não se podia falar sobre a Aids. Então, eu disse à Cindy: ‘Você vai me matar, mas eu vou fazer isso’”, disse Sharon. “Eu não tinha ideia da resistência, da crueldade, do ódio e da opressão que enfrentaríamos. Foi assim por 25 anos, até que tivéssemos remédios contra a Aids sendo anunciados na TV como temos anúncios de refrigerante.” Por falar sobre a importância da proteção durante o sexo, humanizar pessoas portadoras do vírus HIV e revelar tratamentos, Sharon Stone teria enfrentado ódio e preconceito. “Isso destruiu a minha carreira. Não trabalhei por oito anos. Disseram-me que se eu falasse sobre camisinha novamente, qualquer verba seria removida. Fui ameaçada várias vezes, minha vida foi ameaçada e decidi que tinha que continuar mesmo assim.” Apesar das ameaças criminosas e de todas as dificuldades enfrentadas, a atriz não se arrepende de ter aceito a presidência da fundação. “Agora, 37 milhões de pessoas vivem com HIV [o vírus da doença] de forma saudável”, orgulhou-se. No Brasil, o atendimento médico e o tratamento da Aids são gratuitos e disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os preservativos também são oferecidos pelo programa, proteja-se! Além disso, os postos de saúde oferecem testes rápidos que permitem o diagnóstico de doenças infecciosas (como o HIV, sífilis ou hepatites B e C) em até 30 minutos.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Documentário vai apresentar música inédita de Cazuza

    3 de julho de 2022 /

    O documentário “Cazuza: Boas Novas”, atualmente em desenvolvimento, vai apresentar uma canção inédita de Cazuza, que ele nunca gravou. A música se chama “Dúvidas” e faz parte do acervo de registros raros reunidos para a produção, que vai revisitar os últimos dois anos do cantor, desde o diagnóstico da Aids até a morte. O longa vai se concentrar no lado humano e na urgência de criação que acometeu o artista ao saber da doença. Produtor musical de Cazuza, o diretor Nilo Romero reuniu várias imagens pouco vistas — do cantor cuspindo na bandeira nacional durante um show no Rio de Janeiro à performance no casamento do músico George Israel — entremeadas com depoimentos de quem conviveu com ele em sua fase terminal. Entre os entrevistados, estão Gilberto Gil, Leo Jaime, Frejat, Flavio Colker, Arthur Dapieve e Ney Matogrosso, além de Lucinha Araújo, mãe do cantor. A filmagem é realizada pela produtora 5e60 e será exibida no Canal Curta no início de 2023.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Billy Porter revela ser soropositivo como seu personagem de “Pose”

    19 de maio de 2021 /

    Vida e arte voltam a se refletir. O ator Billy Porter revelou publicamente um “segredo” que escondeu por 14 anos. Assim como seu personagem Pray Tell, na série “Pose”, ele é portador do vírus do HIV. O status de soropositivo, descoberto em 2007, permaneceu em segredo para todos fora de seu círculo mais íntimo, inclusive a equipe da série, até recentemente. “Eu sou parte da geração que deveria se cuidar melhor, mas aconteceu comigo de qualquer forma. Foi o pior ano da minha vida”, contou o ator num artigo de capa da revista The Hollywood Reporter nesta quarta (19/5). Em seu relato, Billy Porter contou que foi diagnosticado com diabetes em fevereiro de 2007, declarou falência em março, e recebeu a notícia de que era soropositivo em junho. “A vergonha que eu senti naquela época, adicionada à vergonha que já tinha acumulado em toda a minha vida [pela homofobia] me silenciou, e eu tenho vivido envergonhado e em silêncio por 14 anos. Ser soropositivo, no lugar de onde eu vim, crescendo dentro da igreja pentecostal em uma família muito religiosa, era a punição de Deus”, disse Porter. A declaração revela outras coincidências com a série. No último episódio exibido na TV americana, após ser diagnosticado com apenas seis meses de vida, Pray Tell resolve se despedir da família, revelando ter crescido na igreja e ter mãe e tias profundamente religiosas. Porter diz que pesou na sua decisão de manter o contágio pelo vírus HIV em segredo o medo sobre como isso afetaria sua carreira. “Eu não sabia se seria capaz de atuar se as pessoas erradas descobrissem. Seria uma outra forma de as pessoas discriminarem contra mim, em uma profissão já bastante discriminatória. Então tentei pensar nisso o mínimo possível, bloquei tudo. Mas a quarentena me ensinou muita coisa”, disse. “Agora, não é mais só sobre mim. Chegou o momento de amadurecer e seguir adiante, porque a vergonha pode ser algo destrutivo – se você não lida com ela, a vergonha pode destruir tudo em seu caminho”, disse o ator sobre mudança de perspectiva conquistada com o casamento. O ator sugeriu que vencer um Emmy por “Pose” em 2019 lhe deu mais segurança profissional. Além disso, um ano antes da estreia da série, ele se tornou um homem casado, reforçando sua segurança pessoal. “Isso não poderia ter acontecido em um momento melhor. Todos os sonhos que eu já tive estão se realizando ao mesmo tempo”, afirmou, dizendo que encerrar o segredo o fez “sentir o coração mais leve”. “Como uma pessoa negra, especialmente um homem negro neste planeta, você precisa ser perfeito se não quiser ser morto. Mas olhe para mim: eu sou uma estatística, mas também a transcendi. Ser HIV positivo, hoje em dia, é isso. Eu vou morrer por algum outro motivo antes de morrer de AIDS. A minha contagem de glóbulos brancos [células que cuidam da imunidade do corpo] é duas vezes maior do que a sua, por causa da medicação que eu tomo”, apontou sobre como as expectativas mudaram desde os anos 1990, época retratada em “Pose”, e que hoje é bastante normal viver com HIV. “Tenho certeza que isso vai me seguir por aí. Tenho certeza que vão me introduzir como: ‘O ator HIV positivo, blá blá blá’. Okay. Tudo bem. Não é a única coisa que eu sou. Sou muito mais do que meu diagnóstico. Se você não quiser trabalhar comigo por causa do meu status, então você não merece trabalhar comigo”, conclui. E depois do episódio de “Pose” exibido nos EUA no último domingo, em que ele canta como uma anjo, chora como um mártir e abala uma comunidade inteira com sua presença, quem não gostaria de contar com o enorme talento de Billy Porter em qualquer trabalho? Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Billy Porter (@theebillyporter) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Billy Porter (@theebillyporter)

    Leia mais
  • Filme

    Rachel Weisz vai estrelar cinebiografia de Elizabeth Taylor centrada em ativismo contra a Aids

    28 de outubro de 2019 /

    A atriz Rachel Weisz (“A Favorita”) vai viver uma das maiores lendas de Hollywood em seu próximo filme, ninguém menos que Elizabeth Taylor em “A Special Relationship”. A produção cinebiográfica será focada no ativismo de Taylor em prol das vítimas de HIV/AIDS, nos anos 1980. Na época, a atriz tinha como assistente pessoal o jovem gay Roger Wall, com quem formou um estreito laço de amizade e que a ajudou a se informar sobre a epidemia do HIV. A morte de Rock Hudson, com quem ela contracenou em “Assim Caminha a Humanidade”, vítima de Aids em 1985, também foi um momento chave para transformar a estrela na face mais conhecida do movimento de conscientização contra a Aids. Neste papel, ela apostou sua reputação para enfrentar diretamente o então presidente Ronald Reagan, responsável por travar a formulação de políticas de contenção da doença e investimentos para seu tratamento por puro e assumido preconceito – porque a doença afetava desproporcionalmente a comunidade LGBTQIA+. Barbara Berkowitz e Tim Mendelson, que administram o legado de Elizabeth Taylor, aprovaram a produção do longa-metragem, que está sendo escrito pelo roteirista inglês Simon Beaufoy, vencedor do Oscar por “Quem Quer Ser um Milionário” (2008). “A Special Relationship” ainda não tem data de estreia definida.

    Leia mais
  • Filme

    Carta para Além dos Muros é antídoto para descaso do governo com a saúde brasileira

    8 de outubro de 2019 /

    A narrativa do HIV/AIDS no cinema é repetidas vezes marcada pelo melodrama. Há uma dor e um luto naturais, causado pelo medo e pelo horror de quem viveu a epidemia de perto. Por isso mesmo, filmes de diferentes épocas captam essa angústia de um vírus que dizimou uma geração. “Meu Querido Companheiro” (Norman René, 1989), “Filadélfia” (Jonathan Demme, 1993) e “The Normal Heart” (Ryan Murphy, 2014), por exemplo, eram filmes para chorar, do tipo que encaravam o vírus pela ótica da perda. O francês “120 Batimentos por Minuto” (Robin Campillo, 2018) já opta por um novo olhar: o da luta. Reconstruindo a história do grupo ativista Act Up, o filme traz luz sobre os personagens que lutaram por tratamento digno e por pesquisas na área. É sobre essa mesma ótica que chega agora aos cinemas brasileiros o documentário “Carta para Além dos Muros”, de André Canto. O longa-metragem cita e relembra personagens pontuais que morreram por causa do HIV/AIDS, porém a perspectiva de Canto é muito mais de captar as histórias em torno do espectro e do estigma carregado pelo HIV. Em cerca de uma hora e meia, vemos um retrospecto de toda a luta de ativistas, ONGs e médicos pelo tratamento digno e pelo respeito aos pacientes, bem como as lutas pelo tratamento pleno da doença no SUS e as disparidades de acesso a essas informações. “Carta para Além dos Muros” se utiliza de personalidades diversas, como o médico Dráuzio Varella, o cineasta Jean-Claude Bernardet, o jornalista João Silvério Trevisan e ativistas como Lucinha Araújo (mãe de Cazuza) e Gabriel Estrela, todos a favor de um diálogo aberto e sem firulas sobre o tema. De formato clássico, o documentário de André Canto é bastante didático em seus discursos e isso não é um defeito em nosso cenário atual. Em 2019, o governo Bolsonaro diminuiu o status do departamento de combate ao HIV do Ministério da Saúde, transformando-o apenas em uma pasta do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Além disso, o governo deletou as redes sociais desse mesmo departamento, apagando da internet inúmeros materiais informativos e de prevenção. Nesse cenário, as campanhas de prevenção seguem cada vez mais diminutas e as tensões religiosas têm tornado a educação sexual um campo minado. Em contrapartida, dados do Ministério da Saúde divulgados no ano passado mostram que de 2007 a 2017, subiu de 3 para 7 o número de casos de HIV por 100 mil habitantes entre jovens do sexo masculino de 15 a 19 anos. Segundo dados da ONU, o Brasil registrou 53 mil novos casos de HIV só em 2018! Esses novos casos atingem uma população jovem: homens gays, homens e mulheres trans, mulheres negras e uma população que é sempre marginalizada pelos meios de informação e pelo atendimento de saúde. Num novo cenário, em que temos no Brasil um tratamento de referência mundial para o HIV, bem como novos meios de prevenção, como a PEP e a PrEP, é surreal pensar que uma grande parcela da população, por exemplo, não sabe nem mesmo a diferença entre HIV e AIDS. “Carta para Além dos Muros”, nesse cenário, é um alento de informação e conhecimento, tudo sem apelar para o terrorismo ou o alarde. Precisamos urgentemente falar sobre o HIV, mas não com o medo de uma epidemia letal, mas sim com as informações necessárias para compreendermos uma doença crônica com tratamento contínuo, assim como compreendemos outras doenças crônicas como o Diabetes e a hipertensão. As gerações que não enfrentaram o pânico do HIV não devem viver mais com esse imaginário monstruoso: é preciso desmistificar preconceitos e expandir horizontes. O estigma não pode mais ser um véu que obscurece essa discussão. A recomendação é que se assista “Carta para Além dos Muros” no cinema e que se faça esse filme circular por mais e mais lugares. Este é o tipo de documentário necessário, que deve ser visto pela comunidade LGBT, mas também por jovens negros de periferia, homens heterossexuais, mães e pais de jovens, professores, profissionais de saúde, entre outros. Vejam e falem sobre isso!

    Leia mais
 Mais Pipoca
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie