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  • Filme

    The Space Between Us: Trailer disfarça romance juvenil de doença como sci-fi

    28 de maio de 2016 /

    E se “Perdido em Marte” fosse um melodrama romântico adolescente de doença? O primeiro trailer de “The Space Between Us”, divulgada pela STX Entertainment, junto com duas fotos e o pôster, responde a essa excruciante questão existencial, ao acompanhar como o primeiro bebê nascido no espaço se torna o único adolescente de Marte, que se apaixona por uma jovem da Terra, com quem se correspondia do espaço. Claro que isso cobra um preço alto em sua saúde – mas não devido à atmosfera repleta de bactérias e poluentes, que matou os alienígenas de “Guerra dos Mundos”, e sequer afeta o rapaz que nunca a respirou. A culpa, neste caso, não é das estrelas, mas de outro título de filme: Gravidade. E, claro, da tendência mórbida tão em voga dos romances juvenis de doença. Ainda sem título em português, o filme traz Asa Butterfield (“Ender’s Game”) como protagonista, Britt Robertson (“Tomorrowland”) como o interesse romântico, além de Carla Gugino (série “Wayward Pines”) e Gary Oldman (“Mentes Criminosas”) como os adultos benevolentes. O roteiro é assinado por Allan Loeb (“Esposa de Mentirinha”) e a direção é de Peter Chelsom (“Hannah Montana – O Filme”), mais acostumados a trabalhar com comédias e sem nenhuma experiência no gênero da ficção científica. A estreia está marcada para 8 de setembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.

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  • Série

    Dead of Summer: Série de terror dos criadores de Once Upon a Time ganha primeiro trailer

    24 de maio de 2016 /

    O canal pago americano FreeForm (ex-ABC Family) divulgou uma coleção de pôsteres e o primeiro trailer de “Dead of Summer”, série de terror dos criadores de “Once Upon a Time”, passada em um acampamento de férias de verão no final dos anos 1980. Desenvolvida por Adam Horowitz e Edward Kitsis, a dupla de “Once Upon a Time”, em parceria com o roteirista Ian B. Goldberg, que também trabalhou na série das fábulas, a série evoca o clima da franquia “Sexta-Feira 13” e similares, como “Acampamento Sinistro” (1983) e “Chamas da Morte” (1981). A história acontece em Camp Clearwater, um acampamento de férias de verão do meio-oeste americano, onde jovens dos anos 1980 vão experimentar seus primeiros amores, seus primeiros beijos – e também suas primeiras mortes, graças a um antigo e sombrio mito da região. O elenco inclui Elizabeth Mitchell (séries “Lost”, “Revolution”), Elizabeth Lail (série “Once Upon a Time”), Zelda Williams (série “Teen Wolf”), Mark Indelicato (série “Ugly Betty”), Alberto Frezza (“Resgate Impossível”), Eli Goree (série “The 100”), Ronen Rubenstein (série “Orange Is the New Black”), Paulina Singer (“Gotham”) e Amber Coney (série “Class”). A 1ª temporada foi aprovada sem precisar passar por fase de piloto, apenas pela força de seu roteiro. A estreia está marcada para 28 de junho nos EUA.

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  • Série

    Série teen Faking It é cancelada pela MTV

    13 de maio de 2016 /

    O canal americano MTV anunciou o cancelamento da série “Faking It”, que termina em sua 3ª temporada. O episódio final do programa irá ao ar na próxima terça-feira (17/5) nos EUA. A série girava em torno de duas amigas, Karma (Katie Stevens, do reality show “American Idol”) e Amy (Rita Volk, da série “Major Crimes”), que querem a todo custo se tornarem populares na escola, e descobrem que podem conseguir isso fingindo ser um casal lésbico. Até que são forçadas a bancar sua farsa, com direito a beijos na frente de todos os amigos. Os problemas começam quando uma delas percebe que é realmente lésbica. “Minha esperança é que ‘Faking It’ seja a primeira série do que chamo de era pós-gay na televisão”, disse o criador da série Carter Covington ao site The Hollywood Reporter. “Nós sempre tentamos abordar a narrativa a partir de um ponto que vai além das histórias de pessoas assumindo a homossexualidade, e realmente exploramos as vidas de todos os nossos personagens, independentemente de sua sexualidade”. “Faking It”, entretanto, jamais agradou à comunidade LGBT por utilizar-se de diversos estereótipos e tratar a homossexualidade de forma fútil. A série tampouco agradou ao público em geral, sendo cancelada por causa da baixa audiência – a última temporada foi vista por menos de 500 mil pessoas por episódio (em todas as plataformas).

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  • Série

    Série Riverdale vai juntar a Turma do Archie e Josie e as Gatinhas

    13 de maio de 2016 /

    A rede americana CW vai aumentar ainda mais sua cota de adaptações de quadrinhos com a produção da série “Riverdale”, baseada nos gibis e desenhos animados da “Turma do Archie” e “Josie e as Gatinhas”. A atração teve sua 1ª temporada encomendada, com produção de Greg Berlanti, responsável por “Arrow”, “The Flash” e “Legends of Tomorrow”, que já fazem sucesso na emissora, além de “Supergirl”, cuja 2ª temporada também será exibida na CW. “Riverdale” é uma criação de Roberto Aguirre-Sacasa (roteirista das séries “Glee”, “Supergirl” e do remake de “Carrie, a Estranha”), que tem realizado uma verdadeira revolução como diretor criativo da Archie Comics, graças à introdução de temas de terror e tramas adultas, que tornaram a editora das histórias do Archie uma das mais faladas da atualidade. Aparentemente, a série vai refletir essa abordagem. E isto chegou a ser considerado um problema logo de cara. O projeto foi originalmente desenvolvido para a rede Fox, que, entretanto, considerou o roteiro sombrio demais. A CW comemorou, trouxe a produção para seu teto e já está marcando a estreia. “A abordagem sombria é consequência de ter Roberto e Greg, e se eles colocam algo na cabeça, você tem que aproveitar e lhes dar corda”, disse Mark Pedowitz, presidente da CW, defendendo o tom da série para a revista The Hollywood Reporter. O título “Riverdale” se refere à cidade fictícia de Riverdale e à escola frequentada por Archie, Betty, Veronica, Reggie, Moleza e demais personagens da “Turma do Archie”, a Riverdale High School. Uma cultuada banda punk americana também adotou o nome de The Riverdales em homenagem ao universo juvenil dos gibis. Criados por Vic Bloom e Bob Montana, os quadrinhos dos Archies são publicados desde 1941 nos EUA, acompanhando o cotidiano do estudante Archie Andrews e seus amigos do colegial. Eles se tornaram conhecidos no Brasil pela série animada dos anos 1960 “A Turma do Archie”, que também fez sucesso no rádio, quando a música “Sugar, Sugar”, tocada pela banda The Archies, supostamente formada pelos personagens, saiu da animação para se tornar um fenômeno pop internacional. A produção ainda ganhou um spin-off que se tornou ainda mais popular que a turma original: a feiticeira adolescente “Sabrina”. A ideia original de Aguirre-Sacasa era incluir outros personagens famosos da Archie Comics, como a própria Sabrina e Josie e as Gatinhas, uma banda feminina que também teve um desenho animado popular em 1970. Mas, na divulgação inicial de personagens da 1ª temporada, Sabrina não foi confirmada. Embora Sabrina já tenha ganhado uma série popular com atores reais (em que foi vivida por Melissa Joan Hart), entre 1996 e 2003, será a primeira vez que Archie Andrews e Josie e as Gatinhas ganharão carne e osso. O elenco jovem que dará vida aos personagens clássicos, por sinal, é bastante promissor, com destaque para o neozelandês K.J. Apa (série “Shortland Street”) como Archie, Cole Sprouse (série “Zack & Cody: Gêmeos em Ação”) como Moleza, Ross Butler (série “Agente KC”) como Reggie, Lili Reinhart (“Os Reis do Verão”) como Betty e a estreante Camila Mendes, filha de brasileiros, como Veronica. Já Josie e as Gatinhas serão três atrizes negras, numa alteração racial da banda animada, que tinha apenas uma integrante negra. A Ashleigh Murray (série “Younger”) será a ex-ruiva Josie, Asha Bromfield (série “Slasher”) será a ex-loira burra Melody (lá se vão dezenas de piadas) e a estreante Irie Hayleau viverá Valery, a primeira protagonista negra da animação televisiva americana. Além destes, a produção também terá Luke Perry (série “Barrados no Baile”) como o pai de Archie e Mädchen Amick (série “Twin Peaks”) como a mãe de Betty. E muitos outros. São, ao todo, 26 personagens confirmados. Apesar do forte apelo nostálgico, a série vai se passar nos dias atuais, explorando o clima surrealista da vida na cidade pequena que lhe dá nome, com direito à toda escuridão e estranheza que borbulha sob a fachada saudável de um típico subúrbio americano. A expectativa é grande. Mesmo antes da estreia, a série já tem um site e uma página de fãs brasileiros no Facebook. Mas ainda não há previsão para a exibição dos primeiros episódios.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Patty Duke (1946 – 2016)

    30 de março de 2016 /

    A atriz Patty Duke, que venceu o Oscar e teve uma série com seu nome antes de se tornar adulta, morreu na terça-feira (29/3), após sofrer complicações de uma infecção causada por uma perfuração no intestino. Ela tinha 69 anos. Patty nasceu Anna Marie Duke em Nova York, em 1946, e interpretou diversas nova-iorquinas ao longo de sua trajetória, que iniciou muito cedo. Ela ganhou o pseudônimo Patty ainda criança, aparecendo com este nome em seus primeiros trabalhos de 1954, aos oito anos de idade, quando começou a fazer pequenas participações em filmes, telenovelas e diversos teleteatros. A mudança foi exigência de seus empresários, que achavam “Anne Marie” pouco artístico. Os empresários, o casal John and Ethel Ross, não cuidavam apenas de sua carreira. O pai de Patty era um taxista alcoólatra e sua mãe sofria de depressão. Quando a menina tinha seis anos, a mãe teve um surto e expulsou seu pai de casa. Aos oito, a entregou aos cuidados do casal Ross, que passou a cuidar dela, mas não necessariamente de forma amorosa, transformando-a numa máquina de ganhar dinheiro. Forjaram currículo, mentiram sua idade e, quando ela se provava difícil de lidar, a viciaram em álcool. Tudo isto está em sua autobiografia. A criança tinha um talento evidente, que já se manifestava aos 12 anos, quando passou a se destacar em produções de diferentes gêneros, como o drama “A Deusa” (1958), a sci-fi “Quarta Dimensão” (1959) e a comédia “Feliz Aniversário” (1959). No mesmo período, ela fez sua estreia na Broadway, estrelando a peça “The Miracle Worker”, na qual deu vida a Helen Keller, uma garota cega, surda e muda. A peça fez enorme sucesso e ficou em cartaz por dois anos. O papel de Helen Keller acabou sendo, de forma precoce, o ponto alto de sua carreira. Em 1962, aos 16 anos, ela foi escalada para revivê-lo em “O Milagre de Anne Sullivan”, drama dirigido por Arthur Penn, no qual sua personagem precisava de ajuda constante da incansável professora Anne Sullivan (Anne Bancroft, que também atuou na peça). Por seu desempenho, Patty venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante e se tornou, na época, a pessoa mais jovem a conquistar um prêmio da Academia. O Oscar a deixou tão famosa que ela ganhou uma série com seu próprio nome, “The Patty Duke Show”. O título foi escolhido antes que a rede ABC soubesse qual seria trama. A ideia era criar uma atração para a estrelinha ascendente, o que quer que fosse. O fato é que, até então, não existiam programas estrelados por garotas da idade de Patty na televisão. Assim, para decidir sobre o que seria a série, o produtor-roteirista Sidney Sheldon (também criador de “Jeannie É um Gênio”) levou a jovem para passar uma semana com sua família. Na curta convivência, Sheldon reparou que Patty tinha dois lados distintos (mais tarde, ela seria diagnosticada com bipolaridade), o que lhe deu a ideia de criar uma trama sobre duas adolescentes idênticas. Na série, Patty vivia uma nova-iorquina moderna, que passa a conviver com sua prima idêntica (também interpretada pela atriz), vinda da Europa. Embora fossem iguais fisicamente, as duas não podiam ter gostos mais diferentes. E a confusão que suas semelhanças causavam alimentava a maioria das piadas do programa. “The Patty Duke Show” durou três temporadas, entre 1963 e 1966, e marcou época, inaugurando um filão que atualmente responde por boa parte da programação de canais pagos como Nickelodeon, Disney Channel e Freeform (ex-ABC Family): as séries de meninas. Fez tanto sucesso que Patty recebeu indicações ao Emmy, ao Globo de Ouro e também se lançou como cantora. Mas quando completou 18 anos, ela rompeu com os empresários exploradores e quis renegociar seu contrato, fazendo exigências que levaram um impasse e ao fim inesperado da atração, mesmo com boa audiência. Apesar de gravada em preto e branco, “The Patty Duke Show” continuou no ar em reprises ao longo das décadas, chegando a experimentar uma redescoberta em 1988, quando passou a integrar a programação do canal Nickeledeon. As reprises mantiveram a popularidade da produção, a ponto de gerar um telefilme de reencontro, 33 anos após seu cancelamento. Exibido em 1999, o telefilme mostrava as primas casadas, com filhos e até netos. Com o fim de sua série, Patty decidiu priorizar sua carreira cinematográfica. Ela já tinha estrelado seu primeiro filme como protagonista, a comédia adolescente “Uma Lourinha Adorável” (1965), como uma moleca andrógina, dividida entre a vontade de ser um menino, para ter mais liberdade e fazer esportes, e a primeira paixão colegial. Mas seu primeiro longa após “The Patty Duke Show” acabou seguindo na direção oposta, numa escolha arriscada, com o objetivo de mostrá-la adulta. Patty escandalizou ao decidir estrelar “O Vale das Bonecas” (1967). Na adaptação do romance trash de Jacqueline Susann, ela interpretava uma jovem estrela da Broadway que se viciava em drogas, fazia sexo casual, destruía lares e precisava ser internada para reabilitação. O filme era um dramalhão tão grande que virou cult, ao ser considerado um dos piores melodramas já feitos. Para reafirmar que era uma jovem moderna, ela também estrelou “Uma Garota Avançada” (1969), no qual se rebelava contra os planos de casamento de sua família, abandonando o lar para abraçar o estilo de vida boêmio do Greenwich Village, em Nova York. Mas os papéis de adulta não lhe renderam o mesmo sucesso da adolescência. Durante os anos 1970, ela se viu alternando participações em diversas atrações televisivas, como “Galeria do Terror”, “O Sexto Sentido”, “Havaí 5-0”, “Os Novos Centuriões”, “Police Woman” e “São Francisco Urgente”, com filmes B, como o terror “Sob a Sombra da Outra” (1972) e o desastre sci-fi “O Enxame” (1978). Em 1979, ela voltou à trama que a consagrou, estrelando uma versão televisiva de “O Milagre de Anne Sullivan”, desta vez no papel da professora, comprovando como o tempo tinha passado. Patty havia se tornado adulta demais até em sua vida pessoal, passando por três casamentos frustrados e um relacionamento polêmico com Desi Arnaz Jr., filho de Lucille Ball e Desi Arnaz, quando já tinha 24 anos e ele ainda era menor de idade. O escândalo quase destruiu sua carreira quando ela engravidou em 1971, e as revistas de fofoca especulavam que o pai podia ser o ator de 17 anos. Mas ela rapidamente se casou com John Astins (o Gomez da série “Família Addams”), registrando a criança como filho dele. O jovem cresceu para se tornar um hobbit, Sean Astin, astro da trilogia “O Senhor dos Anéis”. Patti ainda teve outro filho com John Astins, mas o casamento terminou em divórcio em 1983. Após esse período tumultuado, a atriz tentou retomar a carreira televisiva, estrelando quatro séries de curta duração. A que foi mais longe teve uma temporada completa de 22 episódios: a sitcom “It Takes Two”, na qual interpretou a mãe de dois futuros astros televisivos, os jovens Anthony Edwards (o Dr. Mark Greene de “Plantão Médico/E.R.”) e Helen Hunt (a Jamie Buchman de “Louco por Você/Mad About You”). As outras séries foram “Hail To The Chief”, em 1985, na qual interpretou a primeira mulher presidente dos EUA (durou 7 episódios), “Karen’s Song”, em 1987, como uma mãe divorciada (a filha era Teri Hatcher, de “Desperate Housewives”) que se envolve com um homem muito mais jovem (em 13 capítulos), e, por fim, o drama “Amazing Grace”, em 1995, como uma ex-alcoóltra que se torna pastora de uma igreja (5 episódios). Entre 1985 e 1988, ela foi eleita presidente do Sindicato dos Atores dos EUA (SAG, na sigla em inglês), chegando a comandar uma greve que conseguiu melhorar salários e condições de trabalho para os dubladores de animações. O período coincidiu com o ressurgimento das comédias adolescentes no cinema americano, o que lhe rendeu seu último papel de destaque no filme “Willy/Milly” (1986), como a mãe de uma moleca que, por meio de mágica, virava hermafrodita – uma versão extrema da ideia de “Uma Lourinha Adorável” (1965). Em 1987, ela publicou sua autobiografia, tornando-se a primeira celebridade a se assumir bipolar (ou maníaca-depressiva, como ainda se chamava a condição na época). A experiência a inspirou a virar ativista por melhores condições de saúde mental nos EUA, defendendo tratamentos de distúrbios de personalidade. Após contar sua história em livro, Patty estrelou “Call Me Anna” (1990), uma telebiografia de sua própria vida, intitulada com seu nome de bastimo. Ela ainda apareceu nas comédias “Por Trás Daquele Beijo” (1992), “Nos Palcos da Vida” (2005) e no filme religioso “A História de Oseias” (2012), estrelado por seu filho Sean Astin, além de diversos telefilmes – entre eles, “Luta Pela Vida” (1987), como mulher de Jerry Lewis. Nos últimos anos, experimentou uma fase de redescoberta, recebendo uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood e convites para participar de várias séries, como “Glee” e “Drop Dead Diva”. Ela também se tornou uma das poucas atrizes a aparecer nas duas versões de “Havaí 5-0”, ao estrelar um episódio do remake. A melhor participação, porém, ficou reservada para seu último papel, num episódio de “Liv e Maddie” exibido em 2015 no Disney Channel. Na ocasião, ela interpretou duas personagens idênticas, evocando “The Patty Duke Show”: a avó e a tia-avó gêmeas da protagonista Liv (Dove Cameron). Uma bela homenagem para sua despedida das telas. “Eu te amo, mãe”, resumiu Sean Astins, ao informar aos fãs sobre a morte de Patty. “Que atriz!”, lembrou o apresentador Larry King. “Obrigado, Patty, por tudo que nos deu”, manifestou-se a própria Academia.

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  • Série

    Switched at Birth vai acabar na 5ª temporada

    13 de março de 2016 /

    A 5ª temporada de “Switched at Birth” será a última da série. A notícia foi confirmada pela criadora da série, Lizzy Weiss, por meio de seu Twitter, em que agradeceu aos fãs. “Esta temporada de ‘Switched at Birth’ será a última. Estamos encerrando nosso programa depois de incríveis 103 episódios com orgulho, amor e gratidão”, declarou Weiss. A temporada final, que deve estrear em abril no canal pago americano Freeform, terá 10 episódios, incluindo o 100º da série e um episódio final especial com 90 minutos de duração. A série acompanha duas adolescentes (Katie Leclerc e Vanessa Marano) que descobrem que foram trocadas no hospital durante seu nascimento. A partir da descoberta, as famílias de ambas decidem conviver mais de perto, para que as meninas possam se entrosar com seus parentes biológicos, ao mesmo tempo em que permanecem com as famílias que as criaram. O elenco reúne algumas caras conhecidas do cinema e da TV, como Lea Thompson (“De Volta para o Futuro”), D.W. Moffett (série “Friday Night Lights”), Marlee Matlin (série “The L Word”), Lucas Grabeel (“High School Musical”) e Constance Marie (série “George Lopez”).

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  • Filme

    Disney anuncia produção de High School Musical 4

    2 de março de 2016 /

    O Disney Channel anunciou que está procurando atores para o filme “High School Musical 4”, uma continuação da franquia “High School Musical”, que recentemente celebrou seu aniversário de 10 anos com uma reunião do elenco original. Estão previstos diversos testes pelos Estados Unidos, que definirão os novos alunos da East High School. O último filme da franquia original, “High School Musical 3: Ano da Formatura”, foi lançado nos cinemas em 2008 e se despediu dos atores Zac Efron, Vanessa Hudgens e Ashley Tisdale, entre outros. Mas a continuação está sendo escrita pelo mesmo roteirista dos filmes anteriores, Peter Barsocchini, desta vez em parceria com Dan Berendsen (“Baby Daddy”), visando exibição na TV, como os dois primeiros títulos da série. A direção, porém, não estará mais a cargo de Kenny Ortega, que se tornou muito requisitado desde então. Jeffrey Hornaday, que trabalhou em “Teen Beach Movie” (2013), dirigirá e fará as coreografias de “High School Musical 4”. Ainda não há previsão de estreia da produção.

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  • Série

    Awkward: A vida adulta reserva mudanças no trailer da volta da série

    22 de fevereiro de 2016 /

    O canal americano MTV divulgou o trailer da parte final da 5ª e última temporada da série “Awkward”. A prévia revela que o mundo colorido e socialmente acanhado do Ensino Médio será substituído por uma versão Patricinha da vida adulta, acompanhando a transição dos personagens para a maturidade. Felizmente, Jenna Hamilton (Ashley Rickards, da série “One Tree Hill”) permanece a mesma inepta de sempre, com roupas que não combinam com suas amizades caretas e que, numa piada do vídeo, induzem até a um equívoco sobre sua sexualidade. A torcida é para que a série não traia sua protagonista, afinal as esquisitas do colegial crescem para virar as garotas estilosas da faculdade. Mais bem-sucedida sitcom da MTV, “Awkward” perdeu sua showrunner Lauren Iungerich (que também é a criadora da atração) no final da 3ª temporada. Os atuais showrunners são Mike Chessler e Chris Alberghini, que serão responsáveis por encerrar a história. Em hiato desde novembro, “Awkward” retorna em 15 de março nos EUA com seus últimos episódios.

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  • Série

    Faking It: Sitcom adolescente vira novelinha no trailer da 3ª temporada

    22 de fevereiro de 2016 /

    A MTV divulgou o trailer da 3ª temporada de “Faking It”, série que costumava girar em torno de duas garotas que decidem se fingir de namoradas para conquistar popularidade na escola. Quem vê a nova prévia jamais poderia imaginar isso, já que as duas agora nem amigas são mais. Além disso, as briguinhas e romances tímidos lembram mais uma novelinha adolescente, estilo “Malhação”, que uma sitcom de tema ousado. Criada por Carter Covington, roteirista de “Greek” que também desenvolveu a série baseada no filme “10 Coisas que Eu Odeio em Você” (cancelada na 1ª temporada), “Faking It” é estrelada por Katie Stevens (reality show “American Idol”), Rita Volk (série “Major Crimes”) e Gregg Sulkin (série “Os Feiticeiros de Waverly Place”), e retorna à televisão dos Estados Unidos no dia 15 de março.

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    Filmes da Letônia e do Chile são os primeiros premiados em Berlim

    20 de fevereiro de 2016 /

    As produções “Mellow Mud”, da Letônia, e “Las Plantas”, do Chile, foram os primeiros filmes premiados do Festival de Berlim em 2016. Exibidos na seção Generations, dedicada a obras com temáticas adolescentes, o longa da Letônia venceu o Cristal de Ouro, como Melhor Filme da mostra, na eleição do Júri da Juventude. A Menção Especial coube ao chileno, que também levou o prêmio máximo entregue por um segundo grupo de eleitores, o Júri Internacional. Justificando a escolha, os votantes declararam-se impressionados com a força das imagens, “poderosas e expressivas, a despeito de poucos diálogos e interpretações discretas”. “Mellow Mud” conta a história de uma jovem que vive com o irmão caçula e a avó. Quando esta falece, no entanto, eles a enterram no quintal para fingir que nada aconteceu. O objetivo é evitar um centro de acolhimento para menores – mas a decisão os obriga a um rápido processo de amadurecimento. Tanto o diretor, Renārs Vimba, quanto a atriz principal, Elina Vaska, tiveram a sua formação na Academia de Cultura da Letônia. Trata-se do primeiro filme da cineasta e também do estúdio Tasse, mas uma de suas fundadoras já produziu outro filme vencedor do mesmo prêmio nesta seção da Berlinale em 2013, “Mother I Love You”. Vimba, por sinal, já trabalha no seu segundo filme, “Sanctus”. “Las Plantas”, por sua vez, confirma o vigor do cinema chileno ao contar o processo de despertar sexual de uma adolescente, por meio da história de Violetta. É a ela que cabe a tarefa de cuidar de um irmão em estado vegetativo – ao mesmo tempo que à noite conversa com homens na internet. O filme foi dirigido por Roberto Doveris, que também estreia em longa-metragem. Ambos os filmes foram considerados hits em Berlim, com a crítica internacional destacando como souberam encontrar o delicado equilíbrio entre sensibilidade e choque. Vencedores da mostra Generations, do Festival de Berlim 2016 Distinções do Júri da Juventude Urso de Cristal de Melhor Filme “Mellow Mud”, de Renars Vimba (Letônia) Menção Especial “Las Plantas”, de Roberto Doveris (Chile) Urso de Cristal para Melhor Curta-Metragem “Balcony”, de Toby Fell-Holden (Inglaterra) Menção Especial para Curta-Metragemm “The Body is a Lonely Place”, de Ida Lindgren. Distinções do Júri Internacional Grande Prêmio “Las Plantas”, de Roberto Doveris (Chile) Menção Especial “Zhaleika”, de Eliza Petkova (Alemanha) Grande Prêmio de Melhor Curta-metragem “A Night in Tokoriki”, de Roxana Stroe (Roménia) Menção Especial para Curta-metragem “The Body Is a Lonely Place”, de Ida Lindgren (Suécia).

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    O Escaravelho do Diabo: Adaptação do clássico de mistério juvenil ganha primeiro trailer

    19 de fevereiro de 2016 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster e o primeiro trailer de “O Escaravelho do Diabo”, adaptação do clássico da literatura de mistério juvenil. A prévia resume a trama, mostrando como o cotidiano de um menino (Thiago Rosseti) é afetado pelo assassinato de seu irmão mais velho. Enquanto a polícia permanece sem suspeitos, a criança junta as peças do quebra-cabeças, a partir do terrível inseto do título, que as vítimas de um serial killer obcecado por ruivos recebem antes de morrer. O vídeo também revela algumas opções curiosas da produção, alternando de forma radical o tom de algumas cenas, que vão da comédia infantil (a paixonite do protagonista) ao terror adulto (a tatuagem à “Dragão Vermelho” do assassino). A confusão pode ser resultado de uma iniciativa tomada durante a adaptação. No icônico livro de Lúcia Machado de Almeida, best-seller da coleção Vaga-Lume nos anos 1970, o protagonista é um jovem adulto, mas o diretor Carlo Milani (novela “Além do Horizonte”), que faz sua estreia no cinema, optou por transformá-lo em um pré-adolescente de 13 anos. Além do estreante Thiago Rosseti, o elenco inclui Marcos Caruso (“O Diário de Tati”), Jonas Bloch (“O Outro Lado do Paraíso”), Lourenço Mutarelli (“Que Horas Ela Volta?”), Celso Frateschi (minissérie “José do Egito”), Selma Egrei (“Hoje Eu Quero Voltar Sonho”) e a menina Bruna Cavalieri. “O Escaravelho do Diabo” tem estreia prevista para o dia 14 de abril.

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  • Série

    Atrizes de Once Upon a Time vão se reencontrar em série de terror

    19 de fevereiro de 2016 /

    Duas atrizes que participaram da fase “Frozen” de “Once Upon a Time”, Elizabeth Mitchell (mais lembrada por “Lost”) e Elizabeth Lail, vão estrelar a nova série dos roteiristas-produtores Adam Horowitz e Edward Kitsis, não por acaso criadores de “Once Upon a Time”. Trata-se de uma produção de terror, “Dead of Summer”, passada em um acampamento de férias de verão no final dos anos 1980. A sinopse serviria para um filme da franquia “Sexta-Feira 13” ou similares, como “Acampamento Sinistro” (1983) e “Chamas da Morte” (1981). A trama se desenvolve em Camp Clearwater, um acampamento de férias de verão do meio-oeste americano, onde jovens dos anos 1980 vão experimentar seus primeiros amores, seus primeiros beijos – e também suas primeiras mortes, graças a um antigo e sombrio mito da região. Elizabeth Mitchell, a Rainha do Gelo de “Once Upon a Time”, vai viver Deb, a nova proprietária de Camp Clearwater. Ex-frequentadora do lugar, ela quer trazer de volta a magia do acampamento de verão que ela amava, mas parece valorizar o seu controle sobre o campo por um motivo muito mais obscuro. Já Elizabeth Lail, a princesa Anna de “Once Upon a Time”, será Amy, um conselheira inteligente recém-chegada no camping, que se esforça para se enturmar com a equipe, e se torna a primeira a descobrir as pistas de que algo perturbador está acontecendo em Camp Clearwater. O elenco também vai inclui Zelda Williams (série “Teen Wolf”), Mark Indelicato (série “Ugly Betty”), Alberto Frezza (“Resgate Impossível”), Eli Goree (série “The 100”), Ronen Rubenstein (série “Orange Is the New Black”) e Paulina Singer (“Gotham”) A 1ª temporada foi aprovada sem precisar passar por fase de piloto, apenas pela força de seu roteiro. Mesmo assim, ainda não há previsão de lançamento.

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  • Série

    Riverdale: Turma do Archie pode virar série com atores reais

    1 de fevereiro de 2016 /

    O canal CW encomendou o piloto de uma série baseada nos quadrinhos e desenhos animados da “Turma do Archie”. A produção está a cargo de Greg Berlanti, que com os sucessos de “Arrow” e “The Flash” vem se especializando em adaptações televisivas de quadrinhos. O piloto foi escrito por Roberto Aguirre-Sacasa (roteirista da série “Glee” e do remake de “Carrie, a Estranha”), que tem realizado uma verdadeira revolução como diretor criativo da Archie Comics, tornando a editora das histórias do Archie uma das mais faladas da atualidade, graças à introdução de temas de terror e tramas adultas. Aparentemente, a série vai refletir essa abordagem. E isto chegou a ser considerado um problema logo de cara. Intitulado “Riverdale”, o projeto foi originalmente desenvolvido para a rede Fox, que, entretanto, considerou o roteiro sombrio demais. A CW comemorou. “A abordagem sombria é consequência de ter Roberto e Greg, e se eles colocam algo na cabeça, você tem que aproveitar e lhes dar corda”, disse Mark Pedowitz, presidente da CW, defendendo a abordagem para o site The Hollywood Reporter. “É por isso que topamos ir para as sombras com eles”. O título “Riverdale” se refere à cidade fictícia e à escola frequentada por Archie, Betty, Veronica, Reggie, Moleza e demais personagens da “Turma do Archie”, a Riverdale High School. Uma cultuada banda punk americana também adotou o nome de The Riverdales em homenagem à criação de Vic Bloom e Bob Montana. Os quadrinhos dos Archies são publicados desde 1941 nos EUA, acompanhando o cotidiano do estudante Archie Andrews e seus amigos do colegial. Eles se tornaram conhecidos no Brasil pela série animada dos anos 1960 “A Turma do Archie”, que também fez sucesso no rádio, quando a música “Sugar, Sugar”, tocada pela banda The Archies, supostamente formada pelos personagens, saiu da animação para se tornar um fenômeno pop internacional. A produção ainda ganhou um spin-off que acabou se tornando ainda mais popular que a turma original, sobre a feiticeira adolescente “Sabrina”. A ideia de Aguirre-Sacasa é incluir outros personagens famosos da Archie Comics, como a própria Sabrina e Josie e as Gatinhas, uma banda feminina que também teve um desenho animado popular em 1970. A trama, porém, não terá elementos de nostalgia, pois vai se passar no presente, explorando o clima surrealista da vida na cidade pequena que lhe dá nome, com direito à toda escuridão e estranheza que borbulha sob a fachada saudável de Riverdale. A escalação do elenco deve começar nas próximas semanas, e será curioso ver quem viverá o popular estudante Archie Andrews, a garota do lado Betty Cooper e a socialite rica Veronica Lodge, além de todo o elenco de apoio da franquia, inclusive o personagem gay Kevin Keller, recentemente criado nos quadrinhos. Entretanto, a 1ª temporada só será encomendada se o piloto agradar.

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