Marvel define protagonistas de sua nova série de super-heróis
A Marvel anunciou os protagonistas de sua nova série de super-heróis: Olivia Holt e Aubrey Joseph viverão Manto e Adaga numa atração desenvolvida para o canal pago americano Freeform. Olivia Holt é mais conhecida do público adolescente, graças a seus protagonismo em séries do Disney Channel, como “Os Guerreiros Wasabi” e “Não Fui Eu”. Já Joseph esteve recentemente na minissérie “The Night Of”, no HBO. Eles vão trabalhar com o roteirista Joe Pokaski (criador da série “Underground” e roteirista de “Demolidor”) e a diretora Gina Prince-Bythewood (criadora de “Shots Fire” e diretora-roteirista de “Nos Bastidores da Fama”), que finalmente estão tirando o projeto do papel. A adaptação dos quadrinhos dos anos 1980 é um dos projetos mais antigos do Marvel Studios. A primeira notícia das negociações entre o estúdio e a ABC Family, nome anterior do canal hoje chamado de Freeform, data de 2010. Intitulada em inglês “Cloak & Dagger”, a série vai girar em torno de Tandy Bowen, a Adaga, e Tyrone “Ty” Johnson, o Manto, dois jovens que, após fugirem de casa, são capturados por traficantes e viram cobaias na experiência de uma nova droga, desenvolvendo superpoderes – sim, Luc Besson tirou essa ideia dos quadrinhos criados por Bill Mantlo e Ed Hannigan em 1982. O rapaz passa a controlar a escuridão, enquanto a garota ganha poderes relacionados à luz. Os dois tem temperamentos e histórias de vida conflitantes, mas descobrem que seus poderes funcionam melhor quando lutam juntos, e decidem superar as diferenças e possíveis sentimentos afetivos para enfrentar o crime com a identidade de Manto e Adaga. Com a definição dos protagonistas, as gravações não devem demorar. A estreia, entretanto, ainda não foi agendada.
Ben Stiller vai produzir comédia sobre pênis decepado para a Netflix
O ator Ben Stiller vai produzir uma comédia para a Netflix. Trata-se de “The Eggplant Emoji”, a história de um rapaz que, acidentalmente, decepa seu pênis durante uma viagem de acampamento e corre contra o tempo para, com a ajuda de seus amigos, chegar num hospital para reimplantá-lo antes que seja tarde mais. Stiller tem experiência com essa situação, quase chegando neste extremo na comédia “Quem Vai Ficar com Mary” (1998). Segundo o site The Hollywood Reporter, a Netflix superou a oferta de outras cinco empresas pelo filme, que está sendo escrito pela dupla Kevin Burrows e Matt Mider, criadores da série animada “Gentlemen Lobsters”. A ideia é que a comédia seja uma produção para maiores ao estilo de “Superbad – É Hoje”, que catapultou as carreiras dos jovens Jonah Hill, Michael Cera, Christopher Mintz-Plasse e Emma Stone. Uma curiosidade sobre o título da produção: na internet, o emoji da berinjela é geralmente associado a conteúdo sexual – e é inclusive banido do Instagram. Não há previsão para o começo das filmagens nem para a estreia da produção.
13 Reasons Why: Série teen produzida por Selena Gomez ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro teaser da série “13 Reasons Why”, produzida pela cantora Selena Gomez (“Spring Breakers”) e o cineasta Tom McCarthy (“Spotlight – Segredos Revelados”). Baseada no livro “Os Treze Porquês”, de Jay Asher, a trama gira em torno do adolescente Clay, que recebe um pacote com várias fitas cassetes gravadas por Hannah Baker, menina por quem ele era apaixonado e que cometeu suicídio recentemente. Nelas, a jovem lista os 13 motivos que a levaram a interromper sua vida. Ele é um deles e precisa passar a mensagem para os demais envolvidos. O protagonista é vivido por Dylan Minnette (“Goosebumps: Monstros e Arrepios”) e a suicida é interpretada pela novata australiana Katherine Langford. O elenco jovem ainda inclui Alisha Boe (“Atividade Paranormal 4”), Justin Prentice (série “Awkward.”), Devin Druid (“Mais Forte que Bombas”), Miles Heizer (série “Parenthood”), Christian Navarro (série “Vinyl”), Ross Butler (“Teen Beach 2”) e o brasileiro Henry Zaga (série “Teen Wolf”). Entre os adultos, o destaque fica com Kate Walsh (a Drª. Addison Montgomery de “Grey’s Anatomy” e “Private Practice”) como a mãe de Hannah, e Derek Luke (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) como Mr. Porter, o orientador da estudante. Desenvolvida pelo dramaturgo Brian Yorkey, vencedor do Pulitzer pela peça “Next to Normal”, a série seria originalmente estrelada por Selena Gomez, no papel de Hannah. Mas os problemas de saúde e carreira musical da estrela pop impossibilitaram a negociação. Mesmo assim, ela decidiu se envolver na produção da série ao lado de Yorkey e McCarthy. O diretor do filme vencedor do Oscar 2016, por sinal, assina os dois primeiros capítulos da atração. Com 13 episódios – um para cada “porquê” – , a série estreia em 31 de março.
Crítica americana detona filme brasileiro no Festival de Sundance
Os críticos americanos não se empolgaram com “Não Devore Meu Coração”, primeiro filme solo de Felipe Bragança (codiretor de “A Alegria”). Exibido no Festival de Sundance com o título em inglês “Don’t Swallow My Heart, Alligator Girl!”, o longa teve alguns pontos destacados, mas a avaliação das duas principais críticas publicadas até agora é de que se trata de um trabalho amador. A resenha menos destrutiva, publicada no site Screen Daily, considerou o filme “desigual”: “Há flashes de inspiração e momentos memoráveis suficientes para garantir a atenção no circuito dos festivais, mas há também uma sensação persistente de que Bragança abocanhou mais do que poderia mastigar”. A pior avaliação veio da revista Variety, que, para ilustrar o amadorismo da produção, chega a mencionar uma cena dramática de funeral, “que não deveria produzir risadas”. Embora tenha havido menções positivas para a direção de fotografia de Glauco Firpo (“Castanha”) e a atuação Cauã Reymond (“Alemão”), estes elementos são citados como antítese. Por exemplo: “O contraste entre o popular ator brasileiro Reymond (também co-produtor), mastigando suas frases com a formação de um profissional, e os artistas amadores claramente inseguros de como dizer diálogos pouco naturais, destrói qualquer ilusão de coesão”. A lista de defeitos citados segue, arrasadora, da “edição sem brilho” à inserção “inelegante” de trechos musicais. A conclusão do crítico, que se chama Jay Weissberg, é similar à do Screen Daily, ainda que mais ácida. “Após algumas exibições em festivais, ‘Não Devore Meu Coração’ será, de fato, deglutido”. A crítica da Variety foi reproduzida no Yahoo! e em dezenas de outros sites.
Não Devore Meu Coração: Filme com Cauã Reymond ganha teaser americano
“Não Devore Meu Coração”, primeiro filme solo de Felipe Bragança (codiretor de “A Alegria”), teve um teaser divulgado. As legendas em inglês refletem a origem americana do material. Selecionado para o Festival de Sundance, o filme tem como título em inglês “Don’t Swallow My Heart, Alligator Girl!” (“Não Engula Meu Coração, Garota Crocodilo!”, em tradução literal) e busca distribuição nos EUA. A prévia destaca a fotografia, que foi elogiada pela crítica americana, e mostra apenas de passagem seu ator mais conhecido, Cauã Reymond (“Alemão”). Todos os demais pontos do filme tiveram avaliação negativa nas primeiras resenhas americanas. A trama gira em torno de Joca (o estreante Eduardo Macedo), adolescente de 13 anos, irmão do personagem de Reymond, que se apaixona por uma garota paraguaia. Ao tentar conquistá-la, ele descobre as consequências da Guerra do Paraguai e percebe os paralelos entre as disputas da gangue de motociclistas do irmão e os jovens descendentes de índios guaranis. O elenco também inclui Cláudia Assunção (“Hoje”), Leopoldo Pacheco (novela “Velho Chico”) e o cantor Ney Matogrosso (“Luz nas Trevas: A Volta do Bandido da Luz Vermelha”). O filme ainda não tem previsão de estreia comercial.
Riverdale: Moleza será um personagem sombrio na série da Turma do Archie
Esqueça o Moleza que só pensa em comer e dormir nos quadrinhos e desenhos animados clássicos da Turma do Archie. A versão de carne e osso da série “Riverdale”, interpretada por Cole Sprouse (série “Zack & Cody: Gêmeos em Ação”) é sombria. Um vídeo de bastidores da atração, divulgado pela rede CW, traz um depoimento do ator sobre o personagem, apresentado como um escritor aspirante, detetive amador, bebedor de cafés e com a ironia seca de um anti-herói de filme noir, o que não o torna o mais simpático da turma. Para os saudosos do design original do personagem, vale observar como sua coroa cafona foi espertamente transformada num gorro moderno de lã. Quinta adaptação de quadrinhos produzida por Greg Berlanti (de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”), a série é uma criação de Roberto Aguirre-Sacasa (roteirista das séries “Glee”, “Supergirl” e do remake de “Carrie, a Estranha”), que é também diretor criativo da Archie Comics. Ele tem realizado uma verdadeira revolução na editora, graças à introdução de temas de terror e tramas adultas, que serão refletidas na série. O elenco também inclui o neozelandês K.J. Apa (série “Shortland Street”) como Archie, Ross Butler (série “Agente KC”) como Reggie, Lili Reinhart (“Os Reis do Verão”) como Betty e a estreante Camila Mendes, filha de brasileiros, como Veronica. Além disso, a série incluirá a banda Josie e as Gatinhas (da mesma editora), formada por três artistas negras, numa alteração racial do desenho animado, que tinha apenas uma integrante negra. Ashleigh Murray (série “Younger”) será a ex-ruiva Josie, Asha Bromfield (série “Slasher”) será a ex-loira burra Melody (lá se vão dezenas de piadas) e a estreante Irie Hayleau viverá Valery, que foi originalmente a primeira protagonista negra de uma animação televisiva americana. A expectativa é grande e a estreia está marcada para 26 de janeiro nos EUA. Já no Brasil, os episódios serão disponibilizados pela Netflix.
Novo trailer de Riverdale sugere clima de Twin Peaks adolescente
A rede americana CW divulgou um novo trailer de “Riverdale”, que mostrará os personagens dos quadrinhos da “Turma do Archie” em carne e osso. A prévia aprofunda o clima de mistério criminal de cidadezinha interiorana e chega a evocar “Twin Peaks” com a cena de um cadáver jovem no rio. Muitos se esquecem, mas os primeiros suspeitos e principais interessados na solução do assassinato de “Twin Peaks” também eram adolescentes. Quinta adaptação de quadrinhos produzida por Greg Berlanti (de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”), a série é uma criação de Roberto Aguirre-Sacasa (roteirista das séries “Glee”, “Supergirl” e do remake de “Carrie, a Estranha”), que é também diretor criativo da Archie Comics. Ele tem realizado uma verdadeira revolução na editora, graças à introdução de temas de terror e tramas adultas, que serão refletidas na série. O título se refere à cidade fictícia de Riverdale e à escola frequentada por Archie, Betty, Veronica, Reggie, Moleza e demais personagens da “Turma do Archie”, a Riverdale High School. Criados por Vic Bloom e Bob Montana, os personagens originais são publicados em quadrinhos desde 1941 nos EUA, mas se tornaram conhecidos no Brasil pela série animada dos anos 1960 “A Turma do Archie”, que também fez sucesso no rádio, quando a música “Sugar, Sugar”, tocada pela banda The Archies, supostamente formada pelos personagens, saiu da animação para se tornar um fenômeno pop internacional. A produção ainda ganhou um spin-off que se tornou ainda mais popular que a turma original: a feiticeira adolescente “Sabrina”. E o universo dos personagens nos quadrinhos ainda incluem “Josie e as Gatinhas”, mais conhecidas por seu desenho animado dos anos 1970. Todos estes personagens, menos Sabrina, estarão na série. O elenco jinclui o neozelandês K.J. Apa (série “Shortland Street”) como Archie, Cole Sprouse (série “Zack & Cody: Gêmeos em Ação”) como Moleza, Ross Butler (série “Agente KC”) como Reggie, Lili Reinhart (“Os Reis do Verão”) como Betty e a estreante Camila Mendes, filha de brasileiros, como Veronica. Já as integrantes da banda Josie e as Gatinhas são interpretadas por três atrizes negras, numa alteração racial do desenho animado, que tinha apenas uma integrante negra. Ashleigh Murray (série “Younger”) será a ex-ruiva Josie, Asha Bromfield (série “Slasher”) será a ex-loira burra Melody (lá se vão dezenas de piadas) e a estreante Irie Hayleau viverá Valery, que foi originalmente a primeira protagonista negra de uma animação televisiva americana. Além destes, a produção também terá Luke Perry (série “Barrados no Baile”) como o pai de Archie e Mädchen Amick (por acaso, da série “Twin Peaks”) como a mãe de Betty. A expectativa é grande e a estreia está marcada para 26 de janeiro nos EUA. Já no Brasil, os episódios serão disponibilizados pela Netflix.
Trailer de iBoy traz adolescente com poderes de celular (!) e Maisie Williams em perigo
A Netflix divulgou o trailer de “iBoy”, que parece uma espécie de versão juvenil e masculina de “Lucy”, o filme da super Scarlett Johanson. Ainda sem legendas, a prévia mostra como um rapaz, que sobrevive a uma tentativa de assassinato, sai da cirurgia cerebral com poderes de celular (sério). Por coincidência, tudo é precipitado pela garota em perigo que ele gosta, chamada justamente de Lucy. Produção inglesa, o filme adapta o livro homônimo, escrito por Kevin Brooks, sobre um adolescente londrino, que, ao ser assaltado por uma gangue de rua, acaba com fragmentos de um celular em seu cérebro. Ele descobre que ganhou a capacidade de acessar dispositivos eletrônicos e assim adquirir segredos digitais – e, possivelmente, usá-los para conseguir sua vingança. Bill Milner, que já foi mutante no cinema, como o jovem Magneto de “X-Men: Primeira Classe” (2012), vive o iBoy do título, enquanto Maisie Williams, intérprete de Arya na série “Game of Thrones”, é seu crush Lucy. O elenco ainda inclui Miranda Richardson (a Rita Skeeter da franquia “Harry Potter”) e Rory Kinnear (o monstro de Frankenstein na série “Penny Dreadful”). A adaptação foi escrita por Joe Barton (roteirista da série “Humans”) e dirigida por Adam Randall (“Level Up”) para um lançamento em 27 de janeiro.
Séries The Fosters e Beyond são renovadas
O canal pago Freeform anunciou a renovação das séries “The Fosters” e “Beyond”, respectivamente para suas 5ª e 2ª temporadas. Criada por Brad Bredeweg e Peter Paige (autores da minissérie “Tut”), “The Fosters” é uma série de família moderna, que gira em torno de um casal lésbico e seus filhos biológicos e adotados. A produção, que é um dos maiores sucessos do Freeform, é assistida por 1,6 milhões de telespectadores ao vivo e, com a renovação, vai atingir a marca de 100 episódios. Exibida no Brasil pelo canal Sony, “The Fosters” tem as duas primeiras temporadas também disponíveis na Netflix. Já “Beyond” estreou há apenas uma semana, em 2 de janeiro, mas todos os episódios de sua temporada inaugural foram disponibilizados online via o aplicativo do canal. A iniciativa foi um experimento para ver como o público assistiria a atração. E o resultado impressionou aos executivos do canal. 14 milhões de pessoas viram a série em maratonas de, no máximo, dois dias, mostrando como ela podia ser viciante. Apesar disso, a audiência televisiva marcou 1,5 milhões de telespectadores na estreia. Criada por Adam Nussdorf (série “Tron: Uprising”), a série gira em torno de um rapaz (Burkely Duffield, da série “House of Anubis”) que acorda de um coma, após 12 anos, e descobre que tem superpoderes, mas não faz ideia de como controlá-los nem porque outras pessoas parecem saber mais sobre isso que ele. Todos os indícios apontam para uma conspiração.
Riverdale ganha novo trailer e fotos de personagens
A rede americana CW divulgou as fotos dos personagens e um novo trailer de “Riverdale”, que mostrará os personagens dos quadrinhos da “Turma do Archie” em carne e osso. A prévia aprofunda o clima de mistério criminal adolescente, que parece mais “Pretty Little Liars” que a famosa série animada dos Archies nos anos 1960. Quinta adaptação de quadrinhos produzida por Greg Berlanti (de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”), a série é uma criação de Roberto Aguirre-Sacasa (roteirista das séries “Glee”, “Supergirl” e do remake de “Carrie, a Estranha”), que é também diretor criativo da Archie Comics. Ele tem realizado uma verdadeira revolução na editora, graças à introdução de temas de terror e tramas adultas, que serão refletidas na série. O título se refere à cidade fictícia de Riverdale e à escola frequentada por Archie, Betty, Veronica, Reggie, Moleza e demais personagens da “Turma do Archie”, a Riverdale High School. Criados por Vic Bloom e Bob Montana, os personagens originais são publicados em quadrinhos desde 1941 nos EUA, mas se tornaram conhecidos no Brasil pela série animada dos anos 1960 “A Turma do Archie”, que também fez sucesso no rádio, quando a música “Sugar, Sugar”, tocada pela banda The Archies, supostamente formada pelos personagens, saiu da animação para se tornar um fenômeno pop internacional. A produção ainda ganhou um spin-off que se tornou ainda mais popular que a turma original: a feiticeira adolescente “Sabrina”. E o universo dos personagens nos quadrinhos ainda incluem “Josie e as Gatinhas”, mais conhecidas por seu desenho animado dos anos 1970. O elenco jovem que dará vida aos personagens clássicos inclui o neozelandês K.J. Apa (série “Shortland Street”) como Archie, Cole Sprouse (série “Zack & Cody: Gêmeos em Ação”) como Moleza, Ross Butler (série “Agente KC”) como Reggie, Lili Reinhart (“Os Reis do Verão”) como Betty e a estreante Camila Mendes, filha de brasileiros, como Veronica. Curiosamente, o intérprete de Reggie não aparece entre as fotos de personagens. Mas é possível ver Josie. As integrantes da banda Josie e as Gatinhas são interpretadas por três atrizes negras, numa alteração racial do desenho animado, que tinha apenas uma integrante negra. Ashleigh Murray (série “Younger”) será a ex-ruiva Josie, Asha Bromfield (série “Slasher”) será a ex-loira burra Melody (lá se vão dezenas de piadas) e a estreante Irie Hayleau viverá Valery, que foi originalmente a primeira protagonista negra de uma animação televisiva americana. Além destes, a produção também terá Luke Perry (série “Barrados no Baile”) como o pai de Archie e Mädchen Amick (série “Twin Peaks”) como a mãe de Betty. Ambos também podem ser vistos abaixo, entre outros. São, ao todo, 26 personagens confirmados. A expectativa é grande e a estreia está marcada para 26 de janeiro nos EUA.
Sing Street é bela homenagem ao rock dos anos 1980 do diretor de Apenas uma Vez
É sinal dos tempos que um filme de tão bom nível quanto “Sing Street – Música e Sonho” (2016), que não foi produzido para streaming, vá parar direto na Netflix e similares, longe da tela grande, mesmo concorrendo ao Globo de Ouro de Melhor Filme de Comédia ou Musical e tendo chances de indicação ao Oscar. Trata-se de mais uma deliciosa obra de John Carney, o sujeito que adora musicais e que já juntou o seu amor pelas melodias e pelos relacionamentos nos lindões “Apenas uma Vez” (2007) e “Mesmo se Nada Der Certo” (2013). “Sing Street – Música e Sonho” segue a mesma linha, num retorno à Irlanda de “Apenas uma Vez”, mas com personagens mais jovens e em uma outra época, a década de 1980, destacando o que ela tem de atraente, inocente e saudosista. Trata-se basicamente da história de um rapaz que resolve montar uma banda de rock por causa de uma garota. E o filme conta essa história com uma simplicidade e uma beleza impressionantes. Como a moça, Raphina, é especialmente linda e sonhadora (Lucy Boynton, que estará no remake de “Assassinato no Expresso do Oriente”), é muito fácil para o espectador se colocar no lugar do jovem Conor (Ferdia Walsh-Peelo, que estará na 5ª temporada de “Vikings”). O processo da composição musical, como nos filmes anteriores de Carney, se mostra até mais interessante do que o próprio resultado, até porque as canções refletem o espírito de bandas influentes do período, a partir dos discos que o irmão mais velho (vivido por Jack Reynor, de “Transformer: A Era da Extinção”) apresenta ao roqueiro aspirante. Assim, se no começo sua banda segue uma linha próxima do Duran Duran, depois, quando ele conhece The Cure, a banda vai modificando o som e a imagem, até chegar ao ponto de ter um estilo próprio, ainda que bastante ligado ao espírito daquela época. Como os anos 1980 foram também a década dos videoclipes, a linguagem do gênero faz parte da identidade da banda e do filme, resultando em cenas muito divertidas. Para começar, a desculpa de Connor para atrair Raphina é que ela seja a modelo de um clipe. E para continuar a vê-la, ele segue produzindo clipes caseiros, realizados amadoramente para cada uma de suas canções. As músicas vão surgindo a partir de sentimentos e situações que acontecem na vida de Conor e mesmo na de Raphina, uma garota que sonha em ir embora para Londres e ter uma vida melhor. O que torna “Sing Street” especial é o modo como ele permite ao espectador adentrar esse mundo de sonho, abrindo um leque de possibilidades infinitas diante de obstáculos igualmente grandiosos, para mostrar que é possível realizar algo que tantos querem e muitos não conseguem por um motivo ou outro: fundar uma banda, conquistar a garota dos sonhos e ir embora com ela. A cena final é tão inacreditavelmente bela que a gente custa a acreditar. “Sing Street” corre atrás de seu sonho e deixa o público sem querer acordar.
Riverdale, a série da Turma do Archie, chegará no Brasil em janeiro pela Netflix
A série “Riverdale”, baseada nos quadrinhos da Archie Comics, será disponibilizada no Brasil pela Netflix. Assim, os episódios da série devem chegar ao serviço de streaming um dia após sua exibição original nos EUA, repetindo o que já acontece com “Scream” e “Shadowhunters”, produções televisivas americanas distribuídas pela Netflix em todo o mundo. Quinta adaptação de quadrinhos produzida por Greg Berlanti (de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”), a série é uma criação de Roberto Aguirre-Sacasa (roteirista das séries “Glee”, “Supergirl” e do remake de “Carrie, a Estranha”), que é também diretor criativo da Archie Comics. Ele tem realizado uma verdadeira revolução na editora, graças à introdução de temas de terror e tramas adultas, que serão refletidas na série. As prévias já divulgadas, por sinal, evocam um clima de mistério criminal adolescente, que parece mais “Pretty Little Liars” que a famosa série animada dos Archies nos anos 1960. O título da atração se refere à cidade fictícia de Riverdale e à escola frequentada por Archie, Betty, Veronica, Reggie, Moleza e demais personagens da “Turma do Archie”, a Riverdale High School. Criados por Vic Bloom e Bob Montana, os personagens originais são publicados em quadrinhos desde 1941 nos EUA, mas se tornaram conhecidos no Brasil pela série animada dos anos 1960 “A Turma do Archie”, que também fez sucesso no rádio, quando a música “Sugar, Sugar”, tocada pela banda The Archies, supostamente formada pelos personagens, saiu da animação para se tornar um fenômeno pop internacional. A produção ainda ganhou um spin-off que se tornou ainda mais popular que a turma original: a feiticeira adolescente “Sabrina”. E o universo dos personagens nos quadrinhos ainda incluem “Josie e as Gatinhas”, mais conhecidas por seu desenho animado dos anos 1970. O elenco jovem que dará vida aos personagens clássicos inclui o neozelandês K.J. Apa (série “Shortland Street”) como Archie, Cole Sprouse (série “Zack & Cody: Gêmeos em Ação”) como Moleza, Ross Butler (série “Agente KC”) como Reggie, Lili Reinhart (“Os Reis do Verão”) como Betty e a estreante Camila Mendes, filha de brasileiros, como Veronica. Josie e as Gatinhas também estão na trama, interpretadas por três atrizes negras, numa alteração racial da banda animada, que tinha apenas uma integrante negra. Ashleigh Murray (série “Younger”) será a ex-ruiva Josie, Asha Bromfield (série “Slasher”) será a ex-loira burra Melody (lá se vão dezenas de piadas) e a estreante Irie Hayleau viverá Valery, que foi originalmente a primeira protagonista negra de uma animação televisiva americana. Além destes, a produção também terá Luke Perry (série “Barrados no Baile”) como o pai de Archie e Mädchen Amick (série “Twin Peaks”) como a mãe de Betty. E muitos outros. São, ao todo, 26 personagens confirmados. A expectativa é grande e a estreia está marcada para 26 de janeiro nos EUA.
Riverdale: Série da Turma do Archie ganha novo trailer sombrio
A rede americana CW divulgou um novo trailer de “Riverdale”, série anunciada em fevereiro, que mostrará os personagens dos quadrinhos da “Turma do Archie” em carne e osso. A prévia evoca um clima de mistério criminal adolescente, que parece mais “Pretty Little Liars” que a famosa série animada dos Archies nos anos 1960. Quinta adaptação de quadrinhos produzida por Greg Berlanti (de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”), a série é uma criação de Roberto Aguirre-Sacasa (roteirista das séries “Glee”, “Supergirl” e do remake de “Carrie, a Estranha”), que é também diretor criativo da Archie Comics. Ele tem realizado uma verdadeira revolução na editora, graças à introdução de temas de terror e tramas adultas, que serão refletidas na série. O título se refere à cidade fictícia de Riverdale e à escola frequentada por Archie, Betty, Veronica, Reggie, Moleza e demais personagens da “Turma do Archie”, a Riverdale High School. Criados por Vic Bloom e Bob Montana, os personagens originais são publicados em quadrinhos desde 1941 nos EUA, mas se tornaram conhecidos no Brasil pela série animada dos anos 1960 “A Turma do Archie”, que também fez sucesso no rádio, quando a música “Sugar, Sugar”, tocada pela banda The Archies, supostamente formada pelos personagens, saiu da animação para se tornar um fenômeno pop internacional. A produção ainda ganhou um spin-off que se tornou ainda mais popular que a turma original: a feiticeira adolescente “Sabrina”. E o universo dos personagens nos quadrinhos ainda incluem “Josie e as Gatinhas”, mais conhecidas por seu desenho animado dos anos 1970. O elenco jovem que dará vida aos personagens clássicos inclui o neozelandês K.J. Apa (série “Shortland Street”) como Archie, Cole Sprouse (série “Zack & Cody: Gêmeos em Ação”) como Moleza, Ross Butler (série “Agente KC”) como Reggie, Lili Reinhart (“Os Reis do Verão”) como Betty e a estreante Camila Mendes, filha de brasileiros, como Veronica. Josie e as Gatinhas também estão na trama, interpretadas por três atrizes negras, numa alteração racial da banda animada, que tinha apenas uma integrante negra. Ashleigh Murray (série “Younger”) será a ex-ruiva Josie, Asha Bromfield (série “Slasher”) será a ex-loira burra Melody (lá se vão dezenas de piadas) e a estreante Irie Hayleau viverá Valery, que foi originalmente a primeira protagonista negra de uma animação televisiva americana. Além destes, a produção também terá Luke Perry (série “Barrados no Baile”) como o pai de Archie e Mädchen Amick (série “Twin Peaks”) como a mãe de Betty. E muitos outros. São, ao todo, 26 personagens confirmados. A expectativa é grande e a estreia está marcada para 26 de janeiro nos EUA.










