Versão americana de Death Note ganha dois novos pôsteres
A Netflix divulgou dois novos cartazes da versão live-action americana do mangá “Death Note”. As artes destacam os personagens Light e L, interpretados respectivamente por Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”) e Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”). Vale lembrar que o primeiro pôster divulgado trazia Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) como o espírito Ryuk. O elenco também inclui Margaret Qualley (“Dois Caras Legais”), Shea Whigham (série “Agente Carter”), Paul Nakauchi (“O Grande Ataque”) e Masi Oka (série “Heroes”). O mangá original foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão, sendo que o mais recente será exibido no Brasil em 2 de agosto. A Warner Bros. tentava desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos, até que desistiu, permitindo à Netflix assumir a produção. O roteiro é de Jeremy Slater (criador da série “The Exorcist”) e a direção é de Adam Wingard (da continuação da “Bruxa de Blair”). A estreia está marcada para 25 de agosto.
Trailer da versão americana de Death Note tem clima de filme de terror
A Netflix divulgou sete fotos e o primeiro trailer legendado da versão americana do mangá “Death Note”. A prévia traz cenas impactantes e ressalta um clima assumido de terror, mas também evoca a iconografia original japonesa. Curiosamente, até agora pouco se reclamou do “embranquecimento” desta produção, ao contrário das ressalvas feitas em relação à adaptação hollywoodiana de “Ghost in the Shell”. O filme traz Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), no papel do protagonista Light Turner (o nome foi ocidentalizado para o público americano), Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”) como o misterioso L e Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) como o espírito Ryuk. O elenco também conta com Margaret Qualley (“Dois Caras Legais”), Shea Whigham (série “Agente Carter”), Paul Nakauchi (“O Grande Ataque”) e Masi Oka (série “Heroes”). O mangá original foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão, sendo que o mais recente será exibido no Brasil em 2 de agosto. A Warner Bros. tentava desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos, até que desistiu, permitindo à Netflix assumir a produção. O roteiro é de Jeremy Slater (“Quarteto Fantástico”) e a direção é de Adam Wingard (da continuação da “Bruxa de Blair”). A estreia está marcada para 25 de agosto.
Adaptação americana de Death Note ganha pôster sombrio
A Netflix divulgou um pôster sombrio para a versão americana de “Death Note”. A arte ressalta um clima assumido de terror, mas também evoca a iconografia original japonesa. Curiosamente, até agora pouco se reclamou do “embranquecimento” desta produção, ao contrário das ressalvas feitas em relação à adaptação hollywoodiana de “Ghost in the Shell”. O filme traz Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), no papel do protagonista Light Turner (o nome foi ocidentalizado para o público americano), Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”) como o misterioso L e Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) como o espírito Ryuk. O elenco também conta com Margaret Qualley (“Dois Caras Legais”), Shea Whigham (série “Agente Carter”), Paul Nakauchi (“O Grande Ataque”) e Masi Oka (série “Heroes”). A versão americana tem roteiro de Jeremy Slater (“Quarteto Fantástico”) e direção de Adam Wingard (da continuação da “Bruxa de Blair”). A estreia foi marcada para 25 de agosto. Vale lembrar que o mangá original criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão, sendo que o mais recente será exibido no Brasil em 2 de agosto.
Diretor de Bruxa de Blair vai filmar confronto de Godzilla e King Kong
O estúdio Legendary anunciou a contratação de Adam Wingard como diretor de “Godzilla vs Kong”, que como o título diz vai colocar frente a frente Godzilla e King Kong. O cineasta é conhecido por realizar filmes de terror de baixo orçamento, tendo se notabilizado por “Você É o Próximo” (2011) e “Bruxa de Blair” (2016), o primeiro no bom e o segundo no mau sentido. A produção será o quarto filme do universo compartilhado dos dois monstros a chegar aos cinemas e está sendo escrita por um verdadeiro time de roteiristas, ao estilo das séries de TV. Sob o comando de Terry Rossio (“Piratas do Caribe”, “O Cavaleiro Solitário”), os roteiristas do projeto são Patrick McKay e JD Payne (“Star Trek – Sem Fronteiras”), Lindsey Beer (do vindouro “Dungeons & Dragons”), TS Nowlin (da franquia “Maze Runner”) e J. Michael Straczynski (“Guerra Mundial Z” e série “Sense8”). Além de criar a história de “Godzilla vs Kong”, a ideia é a aproveitar o crossover das duas franquias para estabelecer os próximos filmes de um universo compartilhado de monstros gigantes. “Kong – A Ilha da Caveira” já fazia referencia a “Godzilla” (2014). O próximo lançamento será “Godzilla: King of Monsters”, atualmente em produção e previsto para março de 2019. Já “Godzilla vs Kong” chegará aos cinemas apenas em maio de 2020.
Adaptação americana do mangá Death Note ganha teaser com clima de terror
A Netflix divulgou o primeiro teaser e a primeira foto oficial (acima) da versão americana do mangá “Death Note”. A prévia (abaixo) traz cenas impactantes e ressalta um clima assumido de terror, mas também evoca a iconografia original japonesa. Curiosamente, até agora pouco se reclamou do “embranquecimento” desta produção, ao contrário das ressalvas feitas em relação à adaptação hollywoodiana de “Ghost in the Shell”. Caso os dois filmes sejam bem-sucedidos, podem precipitar uma onda de adaptações americanas dos quadrinhos orientais. O filme traz Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), no papel do protagonista Light Turner (o nome foi ocidentalizado para o público americano), Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”) como o misterioso L e Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) como o espírito Ryuk. O elenco também conta com Margaret Qualley (“Dois Caras Legais”), Shea Whigham (série “Agente Carter”), Paul Nakauchi (“O Grande Ataque”) e Masi Oka (série “Heroes”). O mangá original foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão, sendo que o mais recente estreou em outubro. A Warner Bros. tentava desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos, até que desistiu, permitindo ao Netflix assumir a produção. O roteiro é de Jeremy Slater (“Quarteto Fantástico”) e a direção é de Adam Wingard (da continuação da “Bruxa de Blair”). A estreia foi marcada para 25 de agosto.
Masi Oka entra na versão americana de Death Note
A produção da versão americana de “Death Note”, que adapta o célebre mangá e anime para a Netflix, teve mais um nome de seu elenco confirmado: Masi Oka. O ator, que ficou conhecido por interpretar o personagem Hiro na série “Heroes”, é um dos produtores da série. Em entrevista para a revista Entertainment Weekly, ele revelou que decidiu também passar para a frente das câmeras. “Sou muito sortudo em ter a oportunidade de trabalhar nos bastidores da televisão. Recentemente terminei a produção de ‘Death Note’, e vou atuar na série também”, revelou. Até o momento não existem informações sobre quem Oka irá interpretar. O filme será estrelado por Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), no papel do protagonista Light Turner (o nome foi ocidentalizado para o público americano), Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”) como o misterioso L e Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) como o espírito Ryuk. O elenco também conta com Margaret Qualley (“Dois Caras Legais”), Shea Whigham (série “Agente Carter”) e Paul Nakauchi (“O Grande Ataque”). Curiosamente, ao contrário do que aconteceu com a ocidentalização dos personagens de “Ghost in the Shell”, até agora nenhum protesto surgiu nas redes sociais contra a escalação de atores americanos nos papeis originais japoneses de “Death Note”. O mangá original foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão, sendo que o mais recente estreou em outubro. A Warner Bros. tentava desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos, até que desistiu, permitindo ao Netflix assumir a produção. O roteiro é de Jeremy Slater (“Quarteto Fantástico”) e a direção é de Adam Wingard (da continuação da “Bruxa de Blair”). Ainda não há previsão de estreia.
Bruxa de Blair volta à floresta com novas tecnologias, mas sem o mesmo impacto
Muitas vezes temos em tão alta estima a lembrança de ver no cinema certos filmes que até dá medo rever e constatar que eles envelheceram mal ou não eram tão bons quanto lembrávamos. Não que seja o caso de “A Bruxa de Blair” (1999), de Daniel Myrick e Eduardo Sánchez, mas é certamente um filme mais lembrado pelo impacto de seu momento do que por qualquer constatação de que se trata realmente de uma grande obra. O trabalho de Myrick e Sánchez trouxe a moda dos filmes found footage, que chegou a ser posteriormente experimentado por cineastas tão distintos quanto George A. Romero, Brian De Palma e M. Night Shyamalan, além de render a lucrativa franquia “Atividade Paranormal (2007-2015). De 1999 pra cá, muita coisa rolou e o uso da câmera na mão e a brincadeira de se ter encontrado filmagens supostamente verídicas já cansou um bocado, embora de vez em quando ainda possamos nos surpreender com algo de novo. E é neste momento de cansaço do estilo que surge o novo “Bruxa de Blair”, uma continuação do original – ou do segundo e pouco lembrado filme de 2000. Na trama, um dos papeis pertence ao irmão mais novo de Heather (Heather Donahue), personagem do primeiro filme e desaparecida na floresta por 15 anos. A intenção do rapaz é encontrar pistas da irmã, indo parar, junto com uma documentarista e turma de amigos, no mesmo local em Maryland. Entre as novidades tecnológicas estão o uso de câmeras de última geração. Há minicams com GPS grudadas no ouvido de cada um, uma câmera instalada em um drone, para dar uma dimensão de onde eles estão e evitarem se perder, uma webcam de vigilância, além de uma câmera convencional levada na mão por uma das moças. É câmera que não acaba mais, diminuindo bastante aquela velha pergunta que sempre fazem neste tipo de filme: por que os personagens não largam a câmera nunca, mesmo passando por momentos de altíssima aflição e perigo? Infelizmente, o filme de Adam Wingard (do ótimo “Você É o Próximo”) não oferece muito mais ao espectador, mesmo aqueles que compram com boa vontade a proposta de retornar a esse universo e encarar tudo de maneira descompromissada, como se assistisse a uma continuação qualquer de um filme de terror – e não do terror que estabeleceu as regras para esse estilo. Com a falta de ideias novas, acaba ficando óbvia a intenção puramente comercial e picareta de explorar a marca que já representou um fenômeno de bilheteria, sem dispor de nada diferente para oferecer, nem mesmo a capacidade de criar uma história tensa e envolvente.
Death Note: Diretor promete violência e nudez na adaptação americana do mangá
O diretor Adam Wingard, que está em cartaz nos cinemas com o terror “Bruxa de Blair”, já está trabalhando em seu próximo filme, a adaptação do mangá e anime “Death Note”. E em entrevista para o site Collider, ele deixou claro que pretende extrapolar no uso da violência gráfica. Como o filme está sendo produzido pela Netflix, tecnicamente não estará sujeito a um sistema de classificação indicativa como nos cinemas. E, para Wingard, isto significa que não há limites. “Podemos fazer o que quisermos. Isso é o mais legal, porque é um filme de anime. Estamos trazendo um desenho à vida. E o grande negócio sobre anime é sua vocação para temas adultos”, ele adiantou. “Lembro-me de ver nas locadoras o vídeo de Akira com um selo estampado que não era para crianças. Isso sempre me impactou. Então, estou fazendo minha primeira adaptação de anime, e é importante ter estes temas adultos. Então, haverá nudez, palavrões, e uma tonelada de violência”, completa. O filme será estrelado por Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), no papel do protagonista Light Turner, Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”) como o misterioso L e Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) como o espírito Ryuk. O elenco também conta com Margaret Qualley (“Dois Caras Legais”), Shea Whigham (série “Agente Carter”) e Paul Nakauchi (“O Grande Ataque”), que também é americano, mas o único ator do elenco com feições orientais. Curiosamente, ao contrário do que aconteceu com a ocidentalização dos personagens de “Ghost in the Shell”, até agora nenhum movimento de protesto tem se manifestado contra a escalação de atores americanos nos papeis originais japoneses de “Death Note”. O mangá original foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de três filmes live action no Japão. Por sinal, um quarto longa já vai estrear em outubro. A Warner Bros. tentava desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos, até que desistiu, permitindo ao Netflix assumir a produção. O roteiro é de Jeremy Slater (“Quarteto Fantástico”) e ainda não há previsão de estreia.
Bruxa de Blair: Sequência do terror clássico ganha novas fotos e comerciais bem tensos
A Lionsgate e a Entertainment One divulgaram novas fotos e quatro comerciais da continuação de “A Bruxa de Blair” (1999) para os mercados americano e britânico. Cheios de gritos, correrias e câmeras tremidas, as prévias simulam uma situação de tensão extrema, e apresentam o filme como “a sequência mais assustadora de todos os tempos”. Intitulada simplesmente “Bruxa de Blair”, sem o artigo feminino, a sequência foi filmada em sigilo e teve seu trailer exibido de surpresa na recente San Diego Comic-Con. O primeiro filme, feito com uma estética “amadora” por Daniel Myrick e Eduardo Sánchez, causou frisson por ser apresentado como registro realista dos últimos dias de três jovens perdidos em uma floresta onde, segundo uma lenda, habitava uma diabólica bruxa. O sucesso da produção marcou época, e embora não tenha sido o primeiro longa de vídeos encontrados – a honra cabe a “Canibal Holocausto” (1980) – , inspirou uma febre de filmes com câmeras amadoras e imagens desfocadas. A continuação acompanha uma nova equipe de documentaristas, liderada pela personagem de Callie Hernandez (“Los Feliz, 90027”), que pretende recriar os passos dos jovens que sumiram em 1999. Para isso, é importante a participação do personagem de James Allen McCune (série “Shameless”), cuja irmã (a personagem de Heather Donahue no primeiro filme) é uma das desaparecidas. Eles rumam para a floresta em busca de pistas, acompanhados de Valorie Curry (série “The Following”) e Wes Robinson (“Até a Morte”). Como a tecnologia evoluiu muito em 15 anos, as mostram mostram que, por mais que os integrantes do elenco corram com câmeras nas mãos, as imagens não perdem o foco ou a iluminação. Por conta disso, os sustos incluem efeitos visuais e sugerem grande profissionalismo para transmitir o pavor, mas sem perder de vista a estética do falso documentário, abandonada na primeira sequência oficial, “Bruxa de Blair 2 – O Livro das Sombras”, de 2000. Com direção de Adam Wingard (“Você É o Próximo”), um dos melhores cineastas da nova geração do terror, o longa estreia em 15 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Bruxa de Blair: Fotos e teaser dão sequência ao terror do falso documentário
A Lionsgate divulgou quatro fotos e um novo teaser da continuação de “A Bruxa de Blair” (1999), que resume a trama e apresenta um link para uma “experiência em 360 graus” (um site com um vídeo de realidade virtual, que na verdade lembra um antiquado game de estilo “adventure”). A prévia é mais interessante, pela narração de Callie Hernandez (“Los Feliz, 90027”) resumir a trama. Ela se apresenta como uma documentarista interessada em acompanhar o personagem de James Allen McCune (série “Shameless”), cuja irmã (a personagem de Heather Donahue no primeiro filme) sumiu na floresta da lenda da Bruxa de Blair. Eles embarcam na mesma jornada em busca de pistas sobre o desaparecimento da jovem, acompanhados de Valorie Curry (série “The Following”) e Wes Robinson (“Até a Morte”). Intitulada simplesmente “Bruxa de Blair”, sem o artigo feminino, a sequência foi filmada em sigilo e teve seu trailer exibido de surpresa na recente San Diego Comic-Con. A prévia sugere um filme bastante tenso e assustador, remetendo à trama original ao se passar na mesma floresta, em busca dos lugares onde os documentaristas amadores dos anos 1990 foram vistos pela última vez. O filme “amador” de Daniel Myrick e Eduardo Sánchez causou frisson por ser apresentado como registro realista dos últimos dias de três jovens perdidos em uma floresta onde, segundo uma lenda, habitava uma diabólica bruxa. O sucesso da produção marcou época, e embora não tenha sido o primeiro longa de vídeos encontrados – a honra cabe a “Canibal Holocausto” (1980) – , inspirou uma febre de filmes com câmeras amadoras e imagens tremidas. A tecnologia evoluiu muito desde então, e o trailer da sequência mostra que, por mais que os integrantes do elenco corram com câmeras nas mãos, as imagens não perdem o foco ou a iluminação. Por conta disso, os sustos incluem efeitos visuais e sugerem grande profissionalismo para transmitir o pavor, mas sem perder de vista a estética do falso documentário, abandonada na primeira sequência oficial, “Bruxa de Blair 2 – O Livro das Sombras”, de 2000. Com direção de Adam Wingard (“Você É o Próximo”), um dos melhores cineastas da nova geração do terror, o longa estreia em 15 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Bruxa de Blair: Continuação do terror clássico ganha trailer dublado
A Paris Filmes divulgou o trailer dublado da continuação de “A Bruxa de Blair” (1999). O curioso é que, com as vozes brasileiras, o terror soa como um desenho animado para crianças. Intitulada simplesmente “Bruxa de Blair”, sem o artigo feminino, a sequência foi filmada em sigilo e teve seu trailer exibido de surpresa na recente San Diego Comic-Con. A prévia sugere um filme bastante tenso e assustador, remetendo à trama original ao se passar na mesma floresta, em busca dos lugares onde os documentaristas amadores dos anos 1990 foram vistos pela última vez. O filme “amador” de Daniel Myrick e Eduardo Sánchez causou frisson por ser apresentado como registro realista dos últimos dias de três jovens perdidos em uma floresta onde, segundo uma lenda, habitava uma diabólica bruxa. O sucesso da produção marcou época, e embora não tenha sido o primeiro longa de vídeos encontrados – a honra cabe a “Canibal Holocausto” (1980) – , inspirou uma febre de filmes com câmeras amadoras e imagens tremidas. A tecnologia evoluiu muito desde então, e o trailer da sequência mostra que, por mais que os integrantes do elenco corram com câmeras nas mãos, as imagens não perdem o foco ou a iluminação. Por conta disso, os sustos incluem efeitos visuais e sugerem grande profissionalismo para transmitir o pavor, mas sem perder de vista a estética do falso documentário, abandonada na primeira sequência oficial, “Bruxa de Blair 2 – O Livro das Sombras”, de 2000. Com direção de Adam Wingard (“Você É o Próximo”), um dos melhores cineastas da nova geração do terror, o longa gira em torno de James, o personagem de James Allen McCune (série “Shameless”), que vive o irmão de Heather, a personagem de Heather Donahue no primeiro filme. Ele embarca na mesma jornada em busca de pistas sobre o desaparecimento da irmã, acompanhado de Valorie Curry (série “The Following”), Wes Robinson (“Até a Morte”) e Callie Hernandez (“Los Feliz, 90027”). A estreia está marcada para 15 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Death Note: Willem Dafoe será o espírito da morte na adaptação do mangá
O ator Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) entrou no elenco da adaptação americana do mangá “Death Note”. Segundo informação do site Mashable, ele dará voz a um dos personagens principais da trama: Ryuk (ou Ryūku), o Shinigami (um espirito da morte) que deixa seu “caderno da morte” cair na terra. Na história, o sinistro e poderoso objeto vai parar nas mãos do estudante Light Yagamii (Nat Wolff, de “A Culpa É das Estrelas”), que usa o artefato para matar bandidos, mas chama a atenção do incansável detetive conhecido apenas como L. Pela informação, aparentemente Ryuk será criado por computação gráfica, como nos filmes com atores já lançados no Japão. Curiosamente, ao contrário do que aconteceu com a ocidentalização dos personagens de “Ghost in the Shell”, até agora nenhum movimento de protesto tem se manifestado contra a escalação de atores americanos nos papeis originais japoneses. “Death Note” foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de três filmes live action no Japão. Por sinal, um quarto longa já vai estrear em outubro. A Warner Bros. tentava desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos, até que desistiu, permitindo ao Netflix assumir a produção. O roteiro é de Jeremy Slater (“Quarteto Fantástico”) e a direção de Adam Wingard (“Você É o Próximo”).
Sequência da Bruxa de Blair foi filmada em segredo e já tem trailer
Um dos filmes independentes de maior bilheteria da história, “A Bruxa de Blair” (1999) terá uma inesperada continuação, que foi rodada em completo sigilo. O trailer foi a grande surpresa do estúdio Lionsgate durante a San Diego Comic-Con, e sugere um filme bastante tenso e assustador, remetendo à trama original ao se passar na mesma floresta, em busca dos lugares onde os documentaristas amadores dos anos 1990 foram vistos pela última vez. O filme “amador” de Daniel Myrick e Eduardo Sánchez causou frisson por ser apresentado como registro realista dos últimos dias de três jovens perdidos em uma floresta onde, segundo uma lenda, habitava uma diabólica bruxa. O sucesso da produção marcou época, e embora não tenha sido o primeiro longa de vídeos encontrados – a honra cabe a “Canibal Holocausto” (1980) – , inspirou uma febre de filmes com câmeras amadoras e imagens tremidas. A tecnologia evoluiu muito desde então, e o trailer da sequência mostra que, por mais que os integrantes do elenco corram com câmeras nas mãos, as imagens não perdem o foco ou a iluminação. Por conta disso, os sustos incluem efeitos visuais e sugerem grande profissionalismo para transmitir o pavor, mas sem perder de vista a estética do falso documentário, abandonada na primeira sequência oficial, “Bruxa de Blair 2 – O Livro das Sombras”, de 2000. A direção é de Adam Wingard (“Você É o Próximo”), um dos melhores cineastas da nova geração do terror, que rodou o filme em completo segredo entre maio e junho em Vancouver no Canadá. Intitulado simplesmente “Blair Witch” (Bruxa de Blair), o filme gira em torno de James, o personagem de James Allen McCune (série “Shameless”), que vive o irmão de Heather, a personagem de Heather Donahue no primeiro filme. Ele embarca na mesma jornada em busca de pistas sobre o desaparecimento da irmã, acompanhado de Valorie Curry (série “The Following”), Wes Robinson (“Até a Morte”) e Callie Hernandez (“Los Feliz, 90027”). A estreia está marcada para 16 de setembro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.












