Sequência da Bruxa de Blair foi filmada em segredo e já tem trailer
Um dos filmes independentes de maior bilheteria da história, “A Bruxa de Blair” (1999) terá uma inesperada continuação, que foi rodada em completo sigilo. O trailer foi a grande surpresa do estúdio Lionsgate durante a San Diego Comic-Con, e sugere um filme bastante tenso e assustador, remetendo à trama original ao se passar na mesma floresta, em busca dos lugares onde os documentaristas amadores dos anos 1990 foram vistos pela última vez. O filme “amador” de Daniel Myrick e Eduardo Sánchez causou frisson por ser apresentado como registro realista dos últimos dias de três jovens perdidos em uma floresta onde, segundo uma lenda, habitava uma diabólica bruxa. O sucesso da produção marcou época, e embora não tenha sido o primeiro longa de vídeos encontrados – a honra cabe a “Canibal Holocausto” (1980) – , inspirou uma febre de filmes com câmeras amadoras e imagens tremidas. A tecnologia evoluiu muito desde então, e o trailer da sequência mostra que, por mais que os integrantes do elenco corram com câmeras nas mãos, as imagens não perdem o foco ou a iluminação. Por conta disso, os sustos incluem efeitos visuais e sugerem grande profissionalismo para transmitir o pavor, mas sem perder de vista a estética do falso documentário, abandonada na primeira sequência oficial, “Bruxa de Blair 2 – O Livro das Sombras”, de 2000. A direção é de Adam Wingard (“Você É o Próximo”), um dos melhores cineastas da nova geração do terror, que rodou o filme em completo segredo entre maio e junho em Vancouver no Canadá. Intitulado simplesmente “Blair Witch” (Bruxa de Blair), o filme gira em torno de James, o personagem de James Allen McCune (série “Shameless”), que vive o irmão de Heather, a personagem de Heather Donahue no primeiro filme. Ele embarca na mesma jornada em busca de pistas sobre o desaparecimento da irmã, acompanhado de Valorie Curry (série “The Following”), Wes Robinson (“Até a Morte”) e Callie Hernandez (“Los Feliz, 90027”). A estreia está marcada para 16 de setembro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Netflix assume a produção do filme baseado no mangá Death Note
O serviço de streaming Netflix assumiu a produção do filme americano baseado no mangá “Death Note”. A produção estava sendo desenvolvida pela Warner Bros., que acabou desistindo do projeto num realinhamento de seu calendário – a prioridade agora são as franquias da DC Comics, Lego e derivados de “Harry Potter”. Segundo o site The Wrap, a Warner liberou os produtores para negociarem o projeto e vários estúdios se interessaram. Não foram divulgados detalhes do acordo com o Netflix, mas a adaptação deve manter o formato que já estava em desenvolvimento, levando às telas os três primeiros volumes da obra em quadrinhos, com roteiro de Jeremy Slater (do controverso “Quarteto Fantástico”), direção de Adam Wingard (“Você É o Próximo”) e com Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”) no papel principal. “Death Note” foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e conta a história do estudante Light Yagami, que encontra um caderno assombrado, capaz de matar qualquer um que tenha o seu nome escrito nele. Logo, o garoto começa a usar o caderno para matar criminosos, chamando a atenção da polícia. O mangá foi lançado em 12 volumes e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de três filmes live action no Japão. A Warner Bros. tentava desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos. Ainda não há data de estreia prevista para a versão ocidental, mas, segundo o produtor Roy Lee, as filmagens começarão ainda em 2016.
Adaptação americana do mangá Death Note será para adultos
O sucesso nas bilheterias de “Deadpool” tem inspirado os produtores de Hollywood a perder o medo da classificação “R” (para maiores de 17 anos nos EUA). E já há outra adaptação de quadrinhos considerando seguir esse caminho. Em entrevista ao site Collider, o produtor Roy Lee afirmou que a adaptação americana do mangá “Death Note” está sendo planejada para uma censura elevada. “Definitivamente será um filme para adultos, não existe uma maneira de fazermos ele sem ter a classificação R. Será uma das primeiras adaptações realistas de mangá, e traremos todos aqueles elementos fantásticos”, ele afirmou. “Death Note” foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e conta a história do estudante Light Yagami, que encontra um caderno assombrado, capaz de matar qualquer um que tenha o seu nome escrito nele. Logo, o garoto começa a usar o caderno para matar criminosos, chamando a atenção da polícia. O mangá foi lançado em 12 volumes e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de três filmes live action no Japão. A Warner Bros. tenta desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos. A produção já tem roteiro, escrito por Jeremy Slater (do controverso “Quarteto Fantástico”), e será dirigida por Adam Wingard (“Você É o Próximo”), trazendo Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”) no papel principal. Ainda não há data de estreia prevista para a versão ocidental, mas, segundo Roy Lee, as filmagens começarão ainda em 2016.

