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    Vice traz Christian Bale irreconhecível como político que dominou os EUA

    10 de fevereiro de 2019 /

    Após os ataques terroristas sofridos pelos Estados Unidos, em 11 de setembro de 2001, o país entrou em estado de guerra. Mas guerra contra quem? Pesquisas indicavam que grande parte da população só entendia a guerra contra algum país. Era preciso nomear o inimigo. Simples. O vice-presidente Dick Cheney teria decidido eleger o Iraque de Saddam Hussein para invadir, criando a mentira das armas de destruição químicas que lá existiriam. Uma escolha fácil de ser aprovada pelo presidente George W. Bush, ainda mais com a cobiça por tanto petróleo. Ninguém se importando com a democracia, muito menos com o respeito aos princípios de não-intervenção, nem com as vidas humanas aí envolvidas. Essa história é uma das muitas sequências de “Vice”, escrito e dirigido por Adam McKay (vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “A Grande Aposta”). Por meio dela, pode-se sentir por onde andará o filme que pretendeu fazer uma cinebiografia de um político abominável, poderoso e controverso, como Dick Cheney. O tom é satírico, irônico, às vezes dramático, às vezes cômico. Mas, na verdade, trágico, porque o que estava envolvido na política norte-americana e mundial daquele período não era outra coisa, senão a cobiça. E não mudou nada, diga-se de passagem. Sabemos muito bem da importância que pode ter um vice-presidente na história da República. É só lembrar de João Goulart, José Sarney, Itamar Franco, Michel Temer. E Dick Cheney jamais se queixaria de ser um vice decorativo. Ele negociou sua entrada na chapa de Bush, desde o primeiro momento, garantindo amplos poderes. E, segundo o filme, dominou o governo e o presidente, deixando um legado lamentável. O filme de McKay lembra os seus dias de fracasso e alcoolismo, antes de encontrar seu caminho na política. O que foi feito de forma fortuita e pragmática, nem de leve sustentado por eventuais bandeiras ideológicas do Partido Republicano. Não lhe faltaram mestres nessa cultura do cinismo e do interesse próprio. Mas, muitas vezes, os alunos superam seus mestres. Christian Bale está muito bem, quase irreconhecível, como Dick Cheney, em diferentes épocas da vida do personagem. Já levou o Globo de Ouro como Melhor Ator (de Comédia ou Musical) e está cotado para o Oscar 2019. O filme tem, no total, 8 indicações.

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    Alfonso Cuarón vence o prêmio do Sindicato dos Diretores dos EUA por Roma

    3 de fevereiro de 2019 /

    O cineasta Alfonso Cuarón foi o grande vencedor da premiação do Sindicado dos Diretores dos Estados Unidos (DGA, na sigla em inglês). Ele venceu o DGA Awards 2019 por “Roma”, em cerimônia realizada na noite de sábado (2/2) em Los Angeles. Cuarón derrotou Bradley Cooper (“Assim Nasce Uma Estrela”), Spike Lee (“BlacKkKlansman”), Adam McKay (“Vice”) e Peter Farrelly (“Green Book”) como Melhor Diretor de cinema do ano passado. O prêmio reforça ainda mais o favoritismo do mexicano para vencer o Oscar 2019, cuja cerimônia acontece no dia 24 de fevereiro. Mas vale observar que a premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas tem uma relação diferente de candidatos, já que inclui cineastas estrangeiros que não são vinculados ao sindicato americano. São eles o grego Yorgos Lanthimos (por “A Favorita”) e o polonês Pawel Pawlikowski (por “Guerra Fria”), que ocupam as vagas de Bradley Cooper e Peter Farrelly no Oscar. Foi o segundo troféu do DGA conquistado por Cuarón, que já tinha sido consagrado como melhor diretor por “Gravidade” há cinco anos. Na ocasião, ele também venceu o Oscar da categoria. Se a vitória de Cuarón era esperada, a premiação da categoria de Diretor Estreante registrou uma surpresa. O cineasta Bo Burnham venceu pelo filme indie “Oitava Série”, superando Bradley Cooper, que concorria até na categoria principal por “Nasce uma estrela”. Uma outra curiosidade é que Adam McKay, o diretor de “Vice” derrotado por Cuarón no prêmio de cinema, foi premiado por sua direção na série dramática “Succession” na HBO. Confira abaixo a lista completa dos vencedores aos prêmios de TV e cinema, menos programas de variedades e outras áreas não cobertas pela Pipoca Moderna. Melhor Direção em Cinema Alfonso Cuarón (“Roma”) Melhor Estreia na Direção Bo Burnham (“Oitava Série”) Melhor Direção em Documentário Tim Wardle – “Three Identical Strangers” Melhor Direção em Série de Drama Adam McKay – “Succession: Celebration” Melhor Direção em Série de Comédia Bill Hader – “Barry: Chapter One: Make Your Mark” Melhor Direção em Série Limitada, Especial ou Telefilme Ben Stiller – “Escape at Dannemora”

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    BAFTA 2019: A Favorita e Bradley Cooper lideram indicações ao “Oscar britânico”

    9 de janeiro de 2019 /

    A Academia Britânica das Artes do Cinema e Televisão (BAFTA, na sigla em inglês) divulgou nesta quarta-feira (9/1), os indicados à sua premiação cinematográfica anual. A lista do BAFTA Awards 2019, considerado o “Oscar britânico”, abriu com grande vantagem para “A Favorita”, comédia de época dirigida por Yorgos Lanthimos, que conquistou 12 indicações, incluindo Melhor Filme, Direção, Roteiro Original, Fotografia e Atriz (Olivia Colman). “Roma”, “Bohemian Rhapsody”, “O Primeiro Homem” e “Nasce uma Estrela” aparecem empatados em seguida, com sete indicações cada. “Vice” teve seis, “Green Book” e “Guerra Fria” empataram em quatro e, para completar, “Poderia Me Perdoar?” e “Stan & Ollie” foram lembrados em três categorias cada. Por outro lado, “Pantera Negra” só foi citado por seus efeitos visuais, além de ajudar a incluir a atriz Letitia Wright entre as candidatas ao voto de Estrelas em Ascensão. Já o destaque individual da premiação pertence a Bradley Cooper, que concorre a quatro prêmios por “Nasce uma Estrela”, nas categorias de Melhor Filme (como produtor), Direção, Roteiro Adaptado e Ator. A lista de estrelas indicadas a prêmios ainda inclui Lady Gaga, Viola Davis, Melissa McCarthy, Rami Malek e Christian Bale. A cerimônia acontece em 10 de fevereiro, em Londres. Confira abaixo a lista completa dos indicados. Melhor Filme “Infiltrado na Klan” “A Favorita” “Green Book: O Guia” “Roma” “Nasce uma Estrela” Melhor Filme Britânico “Beast” “Bohemian Rhapsody” “A Favorita” “McQueen” “Stan & Ollie” “Você Nunca Esteve Realmente Aqui” Melhor Filme de Língua Não-Inglesa “Capernaum” “Guerra Fria” “Dogman” “Roma” “Assunto de Família” Melhor Documentário “Free Solo” “McQueen” “RBG” “They Shall Not Grow Old” “Three Identical Strangers” Melhor Animação “Os Incríveis 2” “Ilha de Cachorros” “Homem-Aranha no Aranhaverso” Melhor Direção Spike Lee (“Infiltrado na Klan”) Pawel Pawlikowski (“Guerra Fria”) Yorgos Lanthimos (“A Favorita”) Alfonso Cuarón (“Roma”) Bradley Cooper (“Nasce Uma Estrela”) Melhor Roteiro Original Janusz Glowacki e PaweI Pawlikowski (“Guerra Fria”) Deborah Davis e Tony McNamara (“A Favorita”) Brian Currie, Peter Farrelly e Nick Vallelonga (“Green Book: O Guia”) Alfonso Cuarón (“Roma”) Adam McKay (“Vice”) Melhor Roteiro Adaptado Spike Lee, David Rabinowitz, Charlie Wachtel e Kevin Willmott (“Infiltrado na Klan”) Nicole Holofcener e Jeff Whitty (“Poderia Me Perdoar?”) Josh Singer (“O Primeiro Homem”) Barry Jenkins (“Se a Rua Beale Falasse”) Bradley Cooper, Will Fetters e Eric Roth (“Nasce uma Estrela”) Melhor Atriz Glenn Close (“A Esposa”) Lady Gaga (“Nasce uma Estrela”) Melissa Mccarthy (“Poderia Me Perdoar?”) Olivia Colman (“A Favorita”) Viola Davis (“Viúvas”) Melhor Ator Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”) Christian Bale (“Vice”) Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”) Steve Coogan (“Stan & Ollie”) Viggo Mortensen (“Green Book: O Guia”) Melhor Atriz Coadjuvante Amy Adams (“Vice”) Claire Foy (“O Primeiro Homem”) Emma Stone (“A Favorita”) Margot Robbie (“Duas Rainhas”) Rachel Weisz (“A Favorita”) Melhor Ator Coadjuvante Adam Driver (“Infiltrado na Klan”) Mahershala Ali (“Green Book: O Guia”) Richard E. Grant (“Poderia Me Perdoar?”) Sam Rockwell (“Vice”) Timothée Chalamet (“Querido Menino”) Melhor Estreia de Roteirista, Diretor ou Produtor “Apostasy” – Daniel Kokotajlo (Roteirista e Diretor) “Beast” – Michael Pearce, Roteirista e Diretor) e Lauren Dark (Produtor) “A Cambodian Sping” – Chris Kelly (Diretora, Produtora e Roteirista) “Pili” – Leanne Welham (Diretora, Roteirista) e Sophie Harman (Produtora) “Ray and Liz” – Richard Billingham (Diretor e Produtor) e Jacqui Davies (Produtora) Melhor Trilha Sonora “Infiltrado na Klan” “Se a Rua Beale Falasse” “Ilha dos Cachorros” “O Retorno de Mary Poppins” “Nasce Uma Estrela” Melhor Fotografia “Bohemian Rhapsody” “Guerra Fria” “A Favorita” “O Primeiro Homem” “Roma” Melhor Montagem “Bohemian Rhapsody” “A Favorita” “O Primeiro Homem” “Roma” “Vice” Melhor Direção de Arte “Animais Fantásticos e Onde Habitam” “A Favorita” “O Primeiro Homem” “O Retorno de Mary Poppins” “Roma” Melhor Figurino “The Ballad of Buster Scruggs” “Bohemian Rhapsody” “A Favorita” “O Retorno de Mary Poppins” “Duas Rainhas” Melhor Cabelo e Maquiagem “Bohemian Rhapsody” “A Favorita” “Duas Rainhas” “Stan & Ollie” “Vice” Melhor Som “Bohemian Rhapsody” “O Primeiro Homem” “Missão Impossível – Efeito Fallout” “Um Lugar Silencioso” “Nasce Uma Estrela” Melhores Efeitos Visuais “Vingadores – Guerra Infinita” “Pantera Negra” “Animais Fantásticos – Os Crimes de Grindelwald” “O Primeiro Homem” “Jogador Nº1” Melhor Curta-Metragem Animado Britânico “I’m Ok” “Marfa” “Roughhouse” Melhor Curta Britânico “73 Cows” “Bachelor, 38” “The Blue Door” “The Field” “Wale” Estrela em Ascenção Barry Keoghan Cynthia Erivo Jessie Buckley Lakeith Stanfield Letitia Wright

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    Bradley Cooper, Spike Lee e Alfonso Cuarón vão disputar troféu do Sindicato dos Diretores

    8 de janeiro de 2019 /

    O Sindicato dos Diretores dos Estados Unidos (DGA, na sigla em inglês) revelou nesta terça-feira (8/1) a segunda parte de sua lista de indicados à sua premiação anual, o DGA Awards. Após revelar os diretores de séries que concorriam aos prêmios, agora foi a vez da seleção de cinema. A lista vai do diretor de primeira viagem Bradley Cooper (“Nasce Uma Estrela”) ao veterano Spike Lee (“Infiltrado na Klan”), além do favorito Alfonso Cuarón (“Roma”), Adam McKay (“Vice”) e Peter Farrelly (“Green Book: O Guia”). Apesar de sua longa carreira, com clássicos como “Faça a Coisa Certa” (1989) e “Malcolm X” (1992) no currículo, é a primeira vez que Spike Lee é reconhecido por seus colegas diretores com uma indicação ao prêmio do sindicato. O mesmo também vale para Peter Farrelly, que dividiu com o irmão Bobby a direção de comédias clássicas, como “Débi e Lóide” (1994) e “Quem Vai Ficar com Mary?” (1998). Da lista, apenas Alfonso Cuarón já venceu o DGA Awards. Sua conquista anterior foi por “Gravidade” (2014). Mas Adam McKay já disputou o prêmio por “A Grande Aposta” (2015), e este ano concorre duplamente. Além de ter sido selecionado para o troféu de cinema por “Vice”, está concorrendo com a direção do piloto da série “Succession”, da HBO. Por ser novato, Bradley Cooper é outro cineasta com presença dupla na premiação. Ele também aparece na categoria de Melhor Estreia na Direção, ao lado de Bo Burnham (“Oitava Série”), Carlos López Estrada (“Ponto Cego”), Matthew Hieneman (“A Private War”) e Boots Riley (“Sorry to Bother You”). E obviamente é favorito ao troféu. Os vencedores serão anunciados em cerimônia marcada para o dia 2 de fevereiro. Confira abaixo a lista completa dos indicados aos prêmios de TV e cinema, menos programas de variedades e outras áreas não cobertas pela Pipoca Moderna. Melhor Direção em Cinema Bradley Cooper (“Nasce Uma Estrela”) Spike Lee (“Infiltrado na Klan”) Alfonso Cuarón (“Roma”) Adam McKay (“Vice”) Peter Farrelly (“Green Book: O Guia”) Melhor Estreia na Direção Bradley Cooper (“Nasce Uma Estrela”) Bo Burnham (“Oitava Série”) Carlos López Estrada (“Ponto Cego”) Matthew Hieneman (“A Private War”) Boots Riley (“Sorry to Bother You”) Melhor Direção em Documentário Morgan Neville – “Won’t You Be My Neighbor” Ramell Ross – “Hale County This Morning, This Evening” Elizabeth Chai Vasarhelyi & Jimmy Chin – “Free Solo” Tim Wardle – “Three Identical Strangers” Betsy West & Julie Cohen – “RBG” Melhor Direção em Série de Drama Jason Bateman – “Ozark: Reparations” Lesli Linka Glatter – “Homeland: Paean to the People” Chris Long – “The Americans: Start” Adam McKay – “Succession: Celebration” Dana Reid – “The Handmaid’s Tale: Holly” Melhor Direção em Série de Comédia Donald Glover – “Atlanta: FUBU” Bill Hader – “Barry: Chapter One: Make Your Mark” Hiro Murai – “Atlanta: Teddy Perkins” Daniel Palladino – “The Marvelous Mrs. Maisel: We’re Going to the Catskills!” Amy Sherman-Palladino – “The Marvelous Mrs. Maisel: All Alone” Melhor Direção em Série Limitada, Especial ou Telefilme Cary Joji Fukunaga – “Maniac” David Leveaux e Alex Rudzinski – “Jesus Chris Superstar Live in Concert” Barry Levinson – “Paterno” Ben Stiller – “Escape at Dannemora” Jean-Marc Vallée – “Sharp Objects”

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    Jennifer Lawrence cria empresa produtora para seus filmes

    30 de outubro de 2018 /

    Seguindo a deixa das colegas Reese Witherspoon (“Big Little Liars”) e Margot Robbie (“Eu, Tonya”), a atriz Jennifer Lawrence (“X-Men: Apocalipse”) resolveu fundar a sua própria companhia de produção, chamada Excellent Cadaver, ao lado da parceria de negócios Justine Polsky. E a empresa já fechou com a distribuidora Makeready, que apóia projetos de cinema e TV independentes, para realizar seus primeiros projetos. Além disso, a iniciativa renderá créditos de produção para Lawrence em seus próximos filmes, entre eles “Burial Rites”, do diretor Luca Guadagnino (“Me Chame pelo Seu Nome”), e “Bad Blood”, de Adam McKay (“A Grande Aposta”). Os dois filmes são baseadas em histórias reais. “Burial Rites” adapta o livro homônimo de Hannah Kent sobre Agnes Magnusdottir, a última mulher a ser executada publicamente na Islândia, em 1830. Ela foi sentenciada por matar dois homens e incendiar suas casas. Já “Bad Blood” traz Lawrence como Elizabeth Holmes, empresária do setor médico que enganou o mundo por anos ao dizer que sua companhia, a Theranos, havia desenvolvido uma forma revolucionária de testar sangue, mesmo em minúsculas quantidades. Quando a farsa foi descoberta, ela perdeu uma fortuna que já se acumulava em US$ 9 bilhões. Outros projetos da atriz incluem “Zelda”, cinebiografia da escritora Zelda Fitzgerald, a ser dirigida por Ron Howard (“Han Solo: Uma História Star Wars”), e “Project Delirium”, filme sobre as experiências do governo americano com armas químicas e o seus efeitos em oficiais das forças armadas, que ela própria pretende dirigir, fazendo sua estreia na função. Sem créditos de produção, ela também aparecerá em “X-Men: Fênix Negra”, reprisando o papel de Mística. Este, por sinal, é o único dos projetos de Lawrence com estreia prevista: para junho de 2019.

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    Christian Bale manda avisar ao Oscar que seu filme Vice ganhou o primeiro trailer

    3 de outubro de 2018 /

    A Annapurna divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Vice”, o filme em que Christian Bale faz sua transformação mais radical. Com visual envelhecido, careca, muito acima do peso e de óculos, ele interpreta o personagem do título, Dick Cheney, vice-presidente dos Estados Unidos durante o governo de George W. Bush entre 2001 e 2009. Bale já tinha aparecido careca e barrigudo em “Trapaça” (2013), além de esquelético em “O Operário” (2004) e “O Sobrevivente” (2006). Mas nunca ficou tão diferente quanto neste filme. Sua performance não lembra em nada o ator que interpretou Batman. Nem mesmo nas cenas de flashback, que mostram Channing mais jovem. A maquiagem, claro, ajuda, mas a dedicação e a forma como ele desaparece no papel envia um sinal de alerta para a Academia. Christian Bale chegou para disputar o Oscar com “Vice”. E não chegou sozinho. Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”) talvez fosse a última pessoa que se imaginaria como George W. Bush no cinema. Mas após ver a prévia de “Vice” é impossível tirar sua performance da mente. O ator transcende a diferença física para incorporar o ex-presidente nos maneirismos, na fala, numa encarnação tão perfeita que se torna difícil separar o intérprete do papel. “Vice” irá acompanhar Cheney durante os governos republicanos de Richard Nixon, Gerald Ford e George W. Bush, e como ele administrou a política externa americana depois dos ataques de 11 de setembro de 2001. O filme tem roteiro e direção de Adam McKay, que dirigiu Bale no premiado “A Grande Aposta” (2015), e o elenco da produção ainda inclui outros atores transformados, como Steve Carell (outro de “A Grande Aposta”), Amy Adams (parceira de Bale em “Trapaça”), Bill Pullman (“The Sinner”), Alison Pill (“Zoom”), Jesse Plemons (“Black Mirror”), Lily Rabe (“American Horror Story”), Cailee Spaeny (“Círculo de Fogo: A Revolta”), Eddie Marsan (“7 Dias em Entebbe”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Tyler Perry (“Garota Exemplar”), Bill Camp (“Operação Red Sparrow”), Justin Kirk (“Kidding”) e LisaGay Hamilton (“The First”). A estreia está marcada para 21 de dezembro nos Estados Unidos, a tempo de disputar uma vaga na temporada de premiações. Já a previsão de lançamento no Brasil é para 40 dias depois, em 31 de janeiro.

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    Christian Bale aparece velho, careca, gordo e irreconhecível no primeiro teaser de seu novo filme

    2 de outubro de 2018 /

    O ator Christian Bale voltou a surpreender o público com sua mais nova transformação física, no primeiro teaser de “Vice”. Com visual envelhecido, careca, muito acima do peso e de óculos, ele interpreta o personagem do título, Dick Cheney, vice-presidente dos Estados Unidos durante o governo de George W. Bush entre 2001 e 2009. Nem parece o mesmo ator que viveu Batman. Embora seja conhecido por se transformar fisicamente, Bale vinha evitando ganhar peso. Chegou a abandonar o projeto de um filme sobre Enzo Ferrari, após conselhos médicos, porque teria que engordar. No começo do século, quando ainda era jovem, ele apareceu esquelético num par de filmes brilhantes, “O Operário” (2004) e “O Sobrevivente” (2006). Seu papel mais encorpado, até o momento, era o do golpista careca e barrigudo de “Trapaça” (2013) A frase às suas costas no teaser avisa: “Alguns vices são mais perigosos que outros”, num trocadilho com a palavra vice, que em inglês significa também vício. O Brasil sabe muito bem disso. Não só em relação a quem está atualmente no comando do país, mas quem assumiu no lugar de Tancredo Neves e quem pode assumir caso o líder das pesquisas seja eleito em 2018 – bata na madeira três vezes. “Vice” irá acompanhar Cheney durante os governos republicanos de Richard Nixon, Gerald Ford e George W. Bush, e como ele administrou a política externa americana depois dos ataques de 11 de setembro de 2001. O filme tem roteiro e direção de Adam McKay, que dirigiu Bale no premiado “A Grande Aposta” (2015), e foi quem liberou o teaser abaixo, um dia antes do lançamento do trailer oficial. O elenco da produção ainda inclui Steve Carell (outro de “A Grande Aposta”), Amy Adams (parceira de Bale em “Trapaça”), Bill Pullman (“The Sinner”), Alison Pill (“Zoom”), Jesse Plemons (“Black Mirror”), Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”), Lily Rabe (“American Horror Story”), Cailee Spaeny (“Círculo de Fogo: A Revolta”), Eddie Marsan (“7 Dias em Entebbe”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Tyler Perry (“Garota Exemplar”), Bill Camp (“Operação Red Sparrow”), Justin Kirk (“Kidding”) e LisaGay Hamilton (“The First”). A estreia está marcada para 21 de dezembro nos Estados Unidos, a tempo de disputar uma vaga na temporada de premiações. Já a previsão de lançamento no Brasil é para 40 dias depois, em 31 de janeiro. Excited to announce the VICE trailer is coming tomorrow morning – a snapshot into Dick Cheney’s wild, quiet and shadowy power. pic.twitter.com/ZDqlvFQPIS — Adam McKay (@GhostPanther) 2 de outubro de 2018

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    Jennifer Lopez vai viver “Robin Hood stripper” no cinema

    6 de agosto de 2018 /

    Jennifer Lopez vai estrelar o drama “Hustlers”, num papel que o site The Hollywood Reporter chamou de “Robin Hood stripper”. O filme contará a história real de um grupo de strippers de Nova York que armou um esquema para roubar os seus clientes, a maioria deles executivos de Wall Street, o centro financeiro do mercado norte-americano, durante a crise financeira do começo dos anos 2000. Lopez será a líder do bando de ladras sensuais. Roteiro e direção estão a cargo de Lorene Scafaria (“A Intrometida”), que vai adaptar a reportagem sobre o crime publicada pelo “New York” magazine. Lopez também deve produzir o filme, ao lado de Will Ferrell e Adam McKay, dupla que fez “O Âncora” e é sócia em duas empresas de produção. A distribuição é da Annapurna. Mas ainda não há previsão de estreia.

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    Christina Applegate vai estrelar série de comédia produzida por Will Ferrell para a Netflix

    11 de julho de 2018 /

    Christina Applegate vai voltar a estrelar uma série, após seis anos fazendo só filmes. Ela será a protagonista de “Dead To Me”, produzida pelo comediante Will Ferrell e o diretor Adam McKay para a Netflix. Trata-se de um reencontro entre os três. A atriz já contracenou com Ferrell e foi dirigida por McKay nos dois filmes da franquia “O Âncora”. Projetada nos anos 1980 como adolescente na cultuadíssima sitcom “Um Amor de Família” (1987-1997), ela não protagonizava uma série desde “Up All Night” (2011-2012). Em “Dead To Me”, a atriz será uma viúva, que lida com a morte do marido em um acidente de carro, e faz amizade com uma mulher de espírito livre e com um segredo chocante. A série é uma criação de Liz Feldman, criadora de “One Big Happy” e roteirista de “2 Broke Girls”, e é descrita como uma espécie de versão cômica de “Big Little Lies”. As filmagens dos dez episódios da 1ª temporada vão começar no segundo semestre em Los Angeles.

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    HBO renova Succession para a 2ª temporada após dois episódios

    11 de junho de 2018 /

    O canal pago HBO anunciou a renovação da série “Succession”, após a exibição de seu segundo episódio na televisão. Produzida e dirigida pelo cineasta Adam McKay, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “A Grande Aposta” (2015), a série acompanha uma família americana rica e influente, dona de um grande conglomerado de mídia, que também é poderosamente disfuncional. Escrita pelo inglês Jesse Armstrong (criador de “Fresh Meat” e escritor de comédias politizadas como “Conversa Truncada” e “Quatro Leões”), a atração destaca Brian Cox (“Churchill”) no papel de um magnata que resolve reconsiderar os planos de aposentadoria. Ao fazer isso, humilha o filho mais preparado (Jeremy Strong, de “Detroit em Rebelião”), que se via pronto para assumir seu lugar na empresa, alimentando uma rivalidade com seus irmãos ambiciosos – vividos por Sarah Snook (“O Predestinado”), Kieran Culkin (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”) e Alan Ruck (série “The Exorcist”). Adam McKay dirigiu o primeiro episódio, assistido por 582 mil telespectadores ao vivo nos Estados Unidos, enquanto o segundo foi assinado por Mark Mylod, responsável por seis capítulos de “Game of Thrones”. A produção é da Gary Sanchez Productions, empresa criada por McKay em parceria com o comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”). A 1ª temporada tem 10 episódios e previsão de encerramento em 5 de agosto.

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    Série de comédia LA to Vegas é cancelada ao final da 1ª temporada

    22 de maio de 2018 /

    A rede Fox cancelou a série de comédia “LA to Vegas” após apenas uma temporada. A notícia do cancelamento foi compartilhada pelo ator Amir Talai via Twitter. “Eu amo vocês, fãs de ‘LA to Vegas’. É por isso que me parte o coração dizer que nossa série não vai voltar”, ele escreveu, acrescentando que não tinha uma explicação oficial, mas que isso pouco importava, porque já estava decidido. “LA to Vegas” tinha uma média de 2,3 milhões de telespectadores e marcava 0,7 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Criada por Lon Zimmet (produtor-roteirista de “Unbreakable Kimmy Schmidt”), a série acompanha a tripulação e os passageiros de um voo comercial de ida e volta entre Los Angeles e Las Vegas. O elenco destacava Dylan McDermott (série “American Horror Story”) como o Capitão Dave, Amir Talai (“O Círculo”) como o copiloto, e Kim Matula (série “UnReal”) e Nathan Lee Graham (“Zoolander 2”) como comissários de bordo. O último episódio foi ao ar em 1 de maio nos Estados Unidos. I love you so much #LAtoVegas fans. That's why it breaks my heart to tell you that our show is not coming back. I don't have an explanation for you, but it doesn't actually matter. It's done. I'm gonna miss our #LAtoVegas family so much, and that includes you. pic.twitter.com/vO3sFSiTmi — Amir Talai (@AmirTalai) May 22, 2018

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    Gilliam Jacobs viaja a Ibiza em trailer legendado de comédia da Netflix

    1 de maio de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster, duas fotos e o trailer legendado de “Ibiza: Tudo pelo DJ”. A prévia tem os ingredientes típicos de uma “Viagem das Garotas”, com direito às inevitáveis baladas noturnas, mesmo que tudo tenha começado como uma viagem de negócios. Quando Gilliam Jacobs (série “Community”) revela para as melhores amigas que vai para uma reunião de trabalho em Barcelona, elas fazem questão de pegar carona na suposta diversão, e acabam desviando o passeio para Ibiza, após a protagonista se apaixonar por um DJ (Richard Madden, o príncipe encantado de “Cinderela”). O vídeo segue previsível como uma comédia romântica descartável até as duas cenas finais, cujos momentos de escatologia colocam a história no clima da “Viagem das Garotas”, grande sucesso do cinema americano do ano passado – que saiu direto em streaming no Brasil, como esta produção. O filme foi escrito por Lauryn Kahn e dirigido por Alex Richanbach, curta-metragistas que trabalharam como assistentes na comédia “Quase Irmãos” (2008), do diretor Adam McKay, que, por sinal, assina a produção de “Ibiza” com seu sócio, o ator Will Ferrell. O elenco também inclui Vanessa Bayer (humorístico “Saturday Night Live”), Michaela Watkins (série “Casual”) e o espanhol Jordi Mollà (“Riddick 3”). A estreia está marcada para 25 de maio na plataforma de streaming.

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    Succession: Série dramática do diretor de A Grande Aposta ganha novo trailer

    27 de abril de 2018 /

    O canal pago HBO divulgou um novo trailer da série “Succession”, produzida e dirigida pelo cineasta Adam McKay, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “A Grande Aposta” (2015). Apesar da grande ambição demonstrada pelo projeto, em equipe, orçamento e elenco, a prévia não diferencia muito a atração de uma “Empire” no mundo dos negócios financeiros. Escrita pelo inglês Jesse Armstrong (criador de “Fresh Meat” e escritor de comédias politizadas como “Conversa Truncada” e “Quatro Leões”), a trama é descrita como um “drama familiar que acompanha uma família americana dona de um grande conglomerado de mídia, que não é apenas rica e poderosa, mas também poderosamente disfuncional”. O elenco destaca Brian Cox (“Churchill”) no papel de um magnata que resolve reconsiderar os planos de aposentadoria. Ao fazer isso, humilha o filho mais preparado (Jeremy Strong, de “Detroit em Rebelião”), que se via pronto para assumir seu lugar na empresa, alimentando uma rivalidade com seus irmãos ambiciosos – vividos por Sarah Snook (“O Predestinado”), Kieran Culkin (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”) e Alan Ruck (série “The Exorcist”). McKay dirige o primeiro episódio e divide a produção dos demais com seu parceiro na Gary Sanchez Productions, o comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”). “Succession” tem previsão de estreia para junho.

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