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    Mais atores detonam “racismo” de Lea Michele nas redes sociais

    4 de junho de 2020 /

    Apesar de seu pedido de desculpas, as acusações de racismo contra Lea Michele continuam a surgir no Twitter e no Instagram de atores que trabalharam com a atriz. E agora não apenas em “Glee”, mas também em “The Mayor”, “Scream Queens” e até na montagem de “Spring Awakening” na Broadway. O fato é que o termo “racista” começou a ser empregado com mais clareza. Tudo começou quando a intérprete de Rachel Berry tuitou sobre a morte de George Floyd e incluiu a hashtag #BlackLivesMatter. Samantha Ware, que teve papel recorrente na 6ª temporada de “Glee” como Jane Hayward, rapidamente ironizou a declaração com um “LMAO” e revelou que Michele ameaçou “defecar” na peruca afro que ela usava enquanto estava no programa. “Lembra quando você fez da minha primeira série de televisão um inferno?!?! Porque eu nunca esquecerei”, escreveu Ware, usando apenas letras maiúsculas. “Acredito que você disse a todos que, se tivesse a oportunidade, defecaria na minha peruca! Entre outras microagressões traumáticas que me fizeram questionar uma carreira em Hollywood”, completou. O comentário se multiplicou em retuítes e o ator Dabier, que apareceu em apenas um episódio da série, deu outro testemunho sobre o suposto racismo de Michele. “Garota você não me deixava sentar na mesa com outros membros do elenco porque ‘eu não pertencia lá'”, ele escreveu. A polêmica ainda rendeu gifs de dois outros integrantes negros do elenco. Alex Newell, que interpretou Wade “Unique” Adams, e uma das principais atrizes de “Glee”, Amber Riley, intérprete de Mercedes Jones, publicaram gifs irônicos, que sugeriam saber de podres desse confronto. Depois de perder um contrato de publicidade de uma empresa alimentícia devido à polêmica, ela publicou um mea-culpa no Instagram, assumindo ter agido “de modos que machucaram outras pessoas” e jurando se tornar “uma pessoa melhor no futuro”. “Todos podemos crescer e mudar e eu definitivamente usei os últimos meses para refletir sobre os meus próprios defeitos”, ponderou, lembrando que tem feito esforço para melhorar porque vai se “tornar mãe em alguns meses”. Isso não impediu novos comentários de ex-colegas nas redes sociais. Depois de seu gif, Amber Riley apoiou os comentários de Ware e disse que outros atores e atrizes negros contaram histórias semelhantes sobre Michele, durante uma conversa com uma jornalista da revista Essence no Instagram. Heather Morris, a Brittany de “Glee”, foi clara, taxando-a de racista. “Acredito que Lea devia ser enquadrada por tratar os outros de forma desrespeitosa por tanto tempo. E sim, também depende de nós, porque permitir que isso continue por muito tempo sem se manifestar é outra coisa que precisamos mudar e estamos aprendendo isso junto com o resto da sociedade. Mas, no momento atual, está implícito que ela é racista e, embora eu não possa comentar suas crenças, acho que estamos assumindo, e você sabe o que acontece quando todos assumimos”, ela escreveu no Twitter. Yvette Nicole Brown, estrela de “Community” que estrelou “The Mayor” com Michele, respondeu ao tuíte original de Ware, escrevendo: “Senti todas essas letras maiúsculas”. Ela acrescentou: “Toda pessoa em um conjunto é importante. Toda pessoa em um set merece respeito. E é responsabilidade de todas as séries regularmente fazer com que todas as pessoas que visitam sua casa se sintam bem-vindas. Essa atitude de desprezo é o que há de errado em Hollywood e no mundo”. Gerard Canonico, da peça da Broadway “Spring Awakening”, comentou as desculpas de Michele no Instagram de forma dura. “Você não passou de um pesadelo para mim e para os colegas de elenco. Você nos fez sentir como se não pertencêssemos lá. Durante anos, tentei ser legal com você sem sucesso. Você devia pedir desculpas de verdade em vez de colocar a culpa em como os outros te ‘percebem'”. Abigail Breslin, que trabalhou com a atriz em “Scream Queens”, curtiu um tuíte que dizia “Nem todos devem concordar que tem alguma coisa estranha com Lea Michele… Mas onde vocês estavam na época que eu dizia isso, há anos??? Pensei que era a única.” Até Melissa Benoist, a “Supergirl”, que entrou em “Glee” na 4ª temporada, curtiu o tuite original de Ware. Ela também curtiu os tuítes com os gifs de Newell e Riley, demonstrando saber algo e expressando seu apoio.

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    Lea Michele pede desculpas a ex-colegas de Glee e jura que será “uma pessoa melhor”

    3 de junho de 2020 /

    Após dois dias de repercussão negativa, a atriz Lea Michele finalmente se manifestou a respeito das acusações de ex-colegas de “Glee” sobre seu comportamento nos bastidores da produção. Tudo começou quando a intérprete de Rachel Berry tuitou sobre a morte de George Floyd e incluiu a hashtag #BlackLivesMatter. Samantha Ware, que teve papel recorrente na 6ª temporada de “Glee” como Jane Hayward, rapidamente ironizou a declaração com um “LMAO” e revelou que Michele ameaçou “defecar” na peruca afro que ela usava enquanto estava no programa. “Lembra quando você fez da minha primeira série de televisão um inferno?!?! Porque eu nunca esquecerei”, escreveu Ware, usando apenas letras maiúsculas. “Acredito que você disse a todos que, se tivesse a oportunidade, defecaria na minha peruca! Entre outras microagressões traumáticas que me fizeram questionar uma carreira em Hollywood”, completou. O comentário se multiplicou em retuítes e o ator Dabier, que apareceu em apenas um episódio da série, deu outro testemunho sobre o suposto racismo de Michele. “Garota você não me deixava sentar na mesa com outros membros do elenco porque ‘eu não pertencia lá'”, ele escreveu. A polêmica ainda rendeu gifs de dois outros integrantes negros do elenco. Alex Newell, que interpretou Wade “Unique” Adams, e uma das principais atrizes de “Glee”, Amber Riley, intérprete de Mercedes Jones, publicaram imagens que sugeriam saber de podres desse confronto. Enquanto se manteve em silêncio, Lea Michele perdeu um contrato de publicidade. “O HelloFresh não tolera racismo nem discriminação de qualquer tipo. Estamos descontentes e desapontados ao saber das recentes alegações relativas a Lea Michele”, postou a empresa no Twitter, respondendo a um seguidor que questionou os serviços da atriz na terça-feira (2/6). “Levamos isso muito a sério e encerramos nossa parceria com Lea Michele, com efeito imediato.” Agora, ela publicou um mea-culpa no Instagram, assumindo ter agido “de modos que machucaram outras pessoas” e, depois de ouvir com atenção todas as críticas, jura que vai “ser uma pessoa melhor no futuro”, começando com um pedido de desculpas. “Todos podemos crescer e mudar e eu definitivamente usei os últimos meses para refletir sobre os meus próprios defeitos”, ponderou, lembrando que tem feito esforço para melhorar porque vai se “tornar mãe em alguns meses”. Leia o texto na íntegra: “Uma das lições mais importantes das últimas semanas é que todos nós precisamos de um tempo para ouvir e entender as perspectivas das outras pessoas, e perceber o papel que nós tivemos, para ajudar a tratar as injustiças que elas encararam. Quando eu tuitei no outro dia, era para ser um apoio aos nossos amigos, vizinhos e comunidades não-caucasianas durante este momento difícil, mas as respostas que eu tive também me fizeram focar especificamente no meu próprio comportamento com colegas de elenco, e como ele foi percebido por eles. Apesar de não lembrar das declarações específicas, e eu nunca julguei pessoas por seu histórico ou cor de pele, este não é o ponto. O que importa é que eu claramente agi de modos que machucaram outras pessoas. Se foi minha posição privilegiada e perspectiva que colaboraram para que eu fosse percebida como insensível ou inapropriada em certos momentos, ou se foi só minha imaturidade e o fato de eu ser desnecessariamente difícil, eu peço desculpas pelo meu comportamento e qualquer dor que eu possa ter causado. Todos podemos crescer e mudar e eu definitivamente usei os últimos meses para refletir sobre os meus próprios defeitos. Eu vou me tornar uma mãe em alguns meses e sei que eu preciso continuar a melhorar e assumir responsabilidade por minhas ações para que eu possa ser um modelo para meu filho e passar lições e erros para que ele possa aprender. Eu ouvi as críticas, estou aprendendo, e apesar de estar arrependida, eu vou ser uma pessoa melhor no futuro por causa desta experiência.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lea Michele (@leamichele) em 3 de Jun, 2020 às 4:03 PDT

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    Lea Michele perde contrato publicitário após denúncias de racismo de ex-colegas de Glee

    3 de junho de 2020 /

    A empresa HelloFresh, que fabrica kit de refeições, dispensou os serviços de Lea Michele como garota-propaganda depois que sua ex-colega de “Glee”, Samantha Ware, disse que ela tornou sua vida um “inferno” durante as gravações. A declaração foi seguida por outras manifestações de atores negros da série, sugerindo racismo da parte da atriz. “O HelloFresh não tolera racismo nem discriminação de qualquer tipo. Estamos descontentes e desapontados ao saber das recentes alegações relativas a Lea Michele”, postou a empresa no Twitter, respondendo a um seguidor que questionou os serviços da atriz na terça-feira (2/6). “Levamos isso muito a sério e encerramos nossa parceria com Lea Michele, com efeito imediato.” Desde o começo da polêmica, nem a atriz nem seus representantes atenderam pedidos para comentarem as acusações. Tudo começou quando a intérprete de Rachel Berry tuitou sobre a morte de George Floyd e incluiu a hashtag #BlackLivesMatter. Ware, que teve papel recorrente na 6ª temporada de “Glee” como Jane Hayward, rapidamente ironizou a declaração com um “LMAO” e revelou que Michele ameaçou “defecar” na peruca afro que ela usava enquanto estava no programa. “Lembra quando você fez da minha primeira série de televisão um inferno?!?! Porque eu nunca esquecerei”, escreveu Ware, usando apenas letras maiúsculas. “Acredito que você disse a todos que, se tivesse a oportunidade, defecaria na minha peruca! Entre outras microagressões traumáticas que me fizeram questionar uma carreira em Hollywood”, completou. O comentário teve ampla repercussão e o ator Dabier, que apareceu em apenas um episódio da série, deu outro testemunho sobre o suposto racismo de Michele. “Garota você não me deixava sentar na mesa com outros membros do elenco porque ‘eu não pertencia lá'”, ele escreveu. A polêmica ainda rendeu gifs de dois outros integrantes negros do elenco. Alex Newell, que interpretou Wade “Unique” Adams, e uma das principais atrizes de “Glee”, Amber Riley, intérprete de Mercedes Jones, publicaram imagens que sugeriam saber de podres desse confronto.

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    Mais atores negros de Glee sugerem que Lea Michele tinha atitudes preconceituosas

    2 de junho de 2020 /

    Depois que Samantha Marie Ware revelou ter sido maltratada por Lea Michele nos bastidores de “Glee”, outros atores negros da série se manifestaram, sugerindo que a estrela tinha atitudes preconceituosas. Tudo começou quando Lea Michele tuitou sobre a morte de George Floyd e incluiu a hashtag #BlackLivesMatter. Ware, que teve papel recorrente na 6ª temporada de “Glee”, rapidamente ironizou a declaração com um “LMAO” e revelou que Michele ameaçou “defecar” na peruca afro que ela usava enquanto estava no programa. “Lembra quando você fez da minha primeira série de televisão um inferno?!?! Porque eu nunca esquecerei”, escreveu Ware, usando apenas letras maiúsculas. “Acredito que você disse a todos que, se tivesse a oportunidade, defecaria na minha peruca! Entre outras microagressões traumáticas que me fizeram questionar uma carreira em Hollywood”, completou. O comentário da atriz teve ampla repercussão e o ator Dabier, que apareceu em apenas um episódio da série, deu outro testemunho sobre o suposto racismo de Michele. “Garota você não me deixava sentar na mesa com outros membros do elenco porque ‘eu não pertencia lá'”, ele escreveu. A polêmica ainda rendeu gifs de dois outros integrantes negros do elenco. Alex Newell, que interpretou Wade “Unique” Adams, e uma das principais atrizes de “Glee”, Amber Riley, intérprete de Mercedes Jones, publicaram imagens que sugeriam estímulo ao confronto. Veja abaixo. Até o momento, Michele não respondeu aos comentários no Twitter. LMAO REMEMBER WHEN YOU MADE MY FIRST TELEVISON GIG A LIVING HELL?!?! CAUSE ILL NEVER FORGET. I BELIEVE YOU TOLD EVERYONE THAT IF TOU HAD THE OPPORTUNITY YOU WOULD “SHIT IN MY WIG!” AMONGST OTHER TRAUMATIC MICROAGRESSIONS THAT MADE ME QUESTION A CAREER IN HOLLYWOOD… https://t.co/RkcaMBmtDA — SAMEYAAAAAA (@Sammie_Ware) June 2, 2020 GIRL YOU WOULDNT LET ME SIT AT THE TABLE WITH THE OTHER CAST MEMBERS CAUSE “I DIDNT BELONG THERE” FUCK YOU LEA https://t.co/s4NoLdtqRs — Dabier (@OfficialDabier) June 2, 2020 https://t.co/80ohlWM4Yd pic.twitter.com/tcfQyhgiGP — Alex Newell (@thealexnewell) June 2, 2020 pic.twitter.com/mgq6Vtcmgm — Amber Patrice Riley (@MsAmberPRiley) June 2, 2020

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    Atriz de Glee acusa Lea Michele de atormentá-la durante gravações da série

    2 de junho de 2020 /

    A atriz Samantha Marie Ware acusou sua ex-colega Lea Michele de tê-la atormentado durante as gravações de “Glee”, tornando sua estreia na TV um “inferno” devido a “microagressões traumáticas”. Ware ligou a declaração ao racismo, ao comentar um tuíte de Michele com a hashtag #BlackLivesMatter. Michele tuitou sobre a morte de George Floyd, sufocado por policiais brancos, durante o fim de semana. E Ware replicou ao post, ironizando a declaração (“LMAO”) e revelando que a estrela de “Glee” ameaçou “defecar” na peruca afro, que ela usava enquanto estava no programa. “Lembra quando você fez da minha primeira série de televisão um inferno?!?! Porque eu nunca esquecerei”, escreveu Ware, usando apenas letras maiúsculas. “Acredito que você disse a todos que, se tivesse a oportunidade, defecaria na minha peruca! Entre outras microagressões traumáticas que me fizeram questionar uma carreira em Hollywood”, completou. Ware participou de 11 episódios da 6ª temporada de “Glee”, no papel recorrente de Jane Hayward. Depois da estreia na série, ela seguiu carreira, estrelando “Margot vs. Lily” no YouTube e “Dilema” (What/If) na Netflix, e acaba de entrar em “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) da DC Universe/HBO Max. Já Michele protagonizou todas as seis temporadas de “Glee” e depois fez “Scream Queens” na rede Fox e “The Mayor” na ABC. Os representantes de Ware e Michele não retornaram imediatamente pedidos de comentários da imprensa sobre as declarações. LMAO REMEMBER WHEN YOU MADE MY FIRST TELEVISON GIG A LIVING HELL?!?! CAUSE ILL NEVER FORGET. I BELIEVE YOU TOLD EVERYONE THAT IF TOU HAD THE OPPORTUNITY YOU WOULD “SHIT IN MY WIG!” AMONGST OTHER TRAUMATIC MICROAGRESSIONS THAT MADE ME QUESTION A CAREER IN HOLLYWOOD… https://t.co/RkcaMBmtDA — SAMEYAAAAAA (@Sammie_Ware) June 2, 2020

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  • Etc

    Cuba Gooding Jr. já é acusado de assédio por 21 mulheres

    10 de dezembro de 2019 /

    O ator Cuba Gooding Jr. foi acusado de assédio sexual por mais sete mulheres nesta semana. Recentemente, ele compareceu ao tribunal para responder por outras 14 acusações da mesma categoria. Ao todo, 21 mulheres já o denunciaram por assédio. De acordo com o site Page Six, um dos novos casos de assédio sexual teria ocorrido em 2009 durante o Festival de Cinema de Sundance. De acordo com a cópia do depoimento obtido pelo site, uma das vítimas acusa o ator de apalpá-la e beijá-la à força enquanto eles participavam do festival em Park City (EUA), rasgando suas calças e só parando quando ela mordeu seu rosto para escapar. O advogado do artista afirmou a inocência de seu cliente em todos os casos. “Infelizmente, as pessoas saem fazendo falsas acusações contra Cuba, como muitas vezes acontece quando uma celebridade é acusada pela Promotoria em um Fórum Público. As alegações espúrias e inexpressivas oferecidas pelo Ministério Público são tão antigas e desatualizadas, sem detalhes e impedem que o Réu se defenda contra elas”. “Portanto, demonstra que o motivo do Ministério Público em apresentar essas alegações inflamatórias não tem valor probatório, mas [foram feitas] meramente para obter uma vantagem contra o réu e influenciar o júri contra o réu”, concluiu, relacionando as denúncias com a segunda sessão do julgamento do ator pela primeira denúncia, que está marcada para o dia 22 de janeiro. O processo original teve início com a acusação de uma mulher que teria sido apalpada por Gooding em um bar em Manhattan, e foi adiado após os promotores revelarem ter novas acusações contra ele em conexão com outros incidentes. Desde então, as denúncias se multiplicaram. Vencedor do Oscar por sua performance em “Jerry Maguire: A Grande Virada” (1996) e indicado ao Emmy por interpretar O.J. Simpson na 1ª temporada de “American Crime Story” (em 2016), Gooding acabou de filmar “Life in a Year”, drama indie em que contracena com Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) e Jaden Smith (“Depois da Terra”).

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    Julgamento de Cuba Gooding Jr. por assédio é adiado para inclusão de novas acusações

    10 de outubro de 2019 /

    O julgamento do ator Cuba Gooding Jr., acusado de apalpar uma mulher em um bar em Manhattan, foi adiado após os promotores revelarem ter apresentado novas acusações contra ele em conexão com outro incidente. O ator de 51 anos deveria ir a julgamento pelas acusações originais nesta quinta-feira (10/10), mas as acusações adicionais significam que o julgamento será adiado. Uma nova data ainda não foi definida, mas ele deverá comparecer na terça-feira (15/10) à corte de Manhattan para se manifestar sobre as novas acusações, que ainda não são públicas. O advogado de Gooding, Mark Heller, disse que o adiamento se deve à falta de sustentabilidade da acusação. Para ele, o vídeo do bar onde seu cliente foi acusado de apalpar uma mulher “mostra claramente que não houve apalpação ou crime”. “Claramente, o promotor não estava preparado para ir a julgamento neste caso”, ponderou. Heller revelou que ainda não tinha detalhes sobre as novas acusações. “Duvido que seja algo crível”, acrescentou. Gooding foi acusado por importunação e assédio sexual em junho, depois que uma mulher não identificada disse que havia sido tocada nos seios por ele em um bar. O ator refuta a alegação. Vencedor do Oscar por sua performance em “Jerry Maguire: A Grande Virada” (1996) e indicado ao Emmy por interpretar O.J. Simpson na 1ª temporada de “American Crime Story” (em 2016), Gooding acabou de filmar “Life in a Year”, drama indie em que contracena com Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) e Jaden Smith (“Depois da Terra”).

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  • Série

    Enterro musical da série Transparent ganha novo trailer

    27 de julho de 2019 /

    A Amazon divulgou um novo poster e trailer do final da série “Transparent”, que vai acabar com um episódio especial, o primeiro e único sem o protagonista Jeffrey Tambor, demitido após denúncias de assédio sexual. O destino de seu personagem, um pai de família que inicia a transição de gênero na Terceira Idade, assumindo a identidade social de Maura Pfefferman, é revelado logo no começo do vídeo. “Maura morreu”, revela Davina (Alexandra Billings) num telefonema para Shelly (Judith Light), a esposa do falecido. E qual a reação da viúva – e de todo o elenco da produção? Cantar e dançar. E fazer o enterro – em mais de um sentido. A criadora da série, Jill Soloway, decidiu encerrar “Transparent” com um episódio musical em vez de produzir uma 5ª temporada completa – ou uma versão encurtada dela. Tambor foi demitido em fevereiro do ano passado, após uma investigação interna, que apurou denúncia de uma ex-assistente pessoal, Van Barnes, feita em uma publicação no seu perfil privado do Facebook, na qual relatava comportamento inadequado por parte do ator. Logo em seguida, a colega de elenco Trace Lysette acusou o ator de ter feito comentários sexuais e tentado abusar dela em ocasiões diferentes. Ambas são transexuais. Após a primeira acusação, o ator de 73 anos, que venceu dois prêmios Emmy de Melhor Ator de Série de Comédia por “Transparent”, chegou a vir a público negar “de maneira contundente e veemente” qualquer tipo de comportamento inadequado. Mas, diante da segunda denúncia, disse que sua permanência na série tinha se tornado insustentável. “Por conta da atmosfera politizada que parece ter afetado nosso set, eu não vejo como posso voltar a ‘Transparent'”, ele chegou a desabafar, em comunicado. Ao ser informado por mensagem de texto que tinha sido demitido, ele ainda se declarou “profundamente desapontado” pelas acusações “injustas”. E logo depois foi arranjar confusão no set de “Arrested Development”, que também chegou ao fim na Netflix. Jeffrey Tambor venceu dois Emmys e um Globo de Ouro como Melhor Ator em Série de Comédia por “Transparent”. Mas o zeitgeist cultural evoluiu muito desde então. Após a série pioneira, mais produções passaram a incluir personagens transexuais em suas tramas, e todos elas são, ao contrário de Tambor, interpretadas por atores transexuais. Há atualmente um entendimento de que heterossexuais não devem viver personagens trans – o que levou até Scarlett Johanssen a abandonar um papel no cinema, num filme sobre uma gângster transexual que, sem ela, como queriam politicamente corretos, não será mais feito. O final musical da série “Transparent” será disponibilizado em 27 de setembro no serviço Prime Video da Amazon.

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    Cuba Gooding Jr. volta a ser acusado de abuso sexual uma semana após queixa criminal

    17 de junho de 2019 /

    O ator americano Cuba Gooding Jr. recebeu uma segunda acusação de abuso sexual, uma semana após o registro do primeiro caso. Mas, diferente da denúncia anterior, o abuso teria acontecido há muitos anos e foi registrado como desabafo e não como queixa-crime. A nova acusação partiu da apresentadora e comediante Claudia Oshry, que afirmou ter sido abusada pelo ator quando tinha 16 anos. Oshry relatou o incidente em seu podcast, The Morning Toast. “Quando eu estava no ensino médio, quando eu tinha só 16 anos, Cuba Gooding Jr. colocou o dedo dele na minha bunda, e eu fiquei furiosa. Eu me senti… não sei nem qual é a palavra certa. E isso se tornou parte de quem eu sou, parte da minha história”. A apresentadora ainda disse ter recebido outras denúncias contra o ator. “Pelo menos uma vez a cada show que faço vem alguém me dizer ‘meu Deus, eu estava na balada e isso aconteceu comigo’ ou ‘ a mesma coisa aconteceu com a minha amiga’. Não é a primeira vez que escuto isso”. Ao site E! News, o advogado do ator, Mark Heller, negou as acusações. “Cuba diz que esse incidente nunca ocorreu e que ele tampouco se lembra dessa pessoa”. Na última quinta (13/6), Gooding Jr. apresentou-se à polícia voluntariamente para responder à acusação anterior. Ele chegou a ser algemado, mas foi liberado sem pagar fiança. O caso aconteceu no domingo (9/6), em um bar em Nova York, onde uma mulher afirma ter sido apalpada pelo ator. Ela ligou para o número da emergência pouco depois. Um vídeo da câmera de segurança do bar capturou o momento. Veja aqui. Vencedor do Oscar por sua performance em “Jerry Maguire: A Grande Virada” (1996) e indicado ao Emmy por interpretar O.J. Simpson na 1ª temporada de “American Crime Story” (em 2016), Gooding acabou de filmar “Life in a Year”, drama indie em que contracena com Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) e Jaden Smith (“Depois da Terra”).

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    Vídeo mostra Cuba Gooding Jr. apalpando mulher que o acusa de assédio

    13 de junho de 2019 /

    O site TMZ teve acesso ao vídeo de segurança do bar em que o ator Cuba Gooding Jr. foi acusado de assédio sexual. O vídeo flagra o ator apalpando a coxa e o seio da mulher que fez a acusação. O caso aconteceu no domingo (9/6), em uma festa em Nova York. Pelas imagens, é possível ver a mulher sentando ao lado do ator e de sua namorada. A namorada de Gooding fica o tempo inteiro entre eles e não é possível ouvir as conversas. Mas, após alguns segundos, Cuba coloca a mão na coxa esquerda dela e depois parece apalpar seu seio. A suposta vítima coloca a seguir a mão dela junto com a do ator e o que acontece neste momento é aberto a interpretações: ou ela afasta a mão de Cuba ou ele a puxa para dar um beijo. Logo em seguida, várias outras pessoas se aproximam e o ator interage com todos, inclusive os homens, de forma efusiva. A mulher que denunciou Gooding deixou o bar após o suposto incidente, ligando para o número da emergência pouco depois. O ator foi detido nesta quinta (13/6) por importunação e abuso sexual de terceiro grau, e chegou a ser algemado para ser conduzido à delegacia (foto acima). Vencedor do Oscar por sua performance em “Jerry Maguire: A Grande Virada” (1996) e indicado ao Emmy por interpretar O.J. Simpson na 1ª temporada de “American Crime Story” (em 2016), Gooding acabou de filmar “Life in a Year”, drama indie em que contracena com Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) e Jaden Smith (“Depois da Terra”).

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    Cuba Gooding Jr. vai se entregar à polícia após sofrer acusação de assédio sexual

    12 de junho de 2019 /

    O ator Cuba Gooding Jr. pretende se entregar à polícia de Nova York nesta quarta (12/5) para ser interrogado a respeito de uma acusação de assédio sexual que circula desde domingo (9/6). Vencedor do Oscar por sua performance em “Jerry Maguire: A Grande Virada” (1996) e indicado ao Emmy por interpretar O.J. Simpson na 1ª temporada de “American Crime Story” (em 2016), o ator foi denunciado por uma mulher de 29 anos cuja identidade a polícia está mantendo em segredo. A acusadora alega que Gooding apalpou os seus seios sem permissão durante um evento no Magic Hour Rooftop Bar & Lounge, na região de Manhattan, em Nova York. Segundo o site TMZ, ele já pediu que o vídeo de segurança do local, onde supostamente ocorreu o assédio, seja visto pelos investigadores do caso. “Existe uma gravação que mostra exatamente o que aconteceu”, garantiu em entrevista para o site. “Eu acredito no sistema de justiça e deixarei o processo falar por si mesmo”. A mulher que denunciou Gooding deixou o bar após o suposto incidente, ligando para o número da emergência pouco depois. A Divisão de Vítimas Especiais da polícia de Nova York está realizando a investigação, e tentando obter as fitas de segurança mencionadas pelo ator. Gooding acabou de filmar “Life in a Year”, drama indie em que contracena com Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) e Jaden Smith (“Depois da Terra”).

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    Trailer do final de Transparent mata Jeffrey Tambor e comemora com música e dança

    8 de junho de 2019 /

    A Amazon divulgou o pôster e o primeiro teaser do final da série “Transparent”, que vai acabar com um episódio especial, o primeiro e único sem o protagonista Jeffrey Tambor, demitido após denúncias de assédio sexual. O destino de seu personagem, um pai de família que inicia a transição de gênero na Terceira Idade, assumindo a identidade social de Maura Pfefferman, é revelado logo no começo do vídeo. “Maura morreu”, revela Davina (Alexandra Billings) num telefonema para Shelly (Judith Light), a esposa do falecido. E qual a reação da viúva – e de todo o elenco da produção? Cantar e dançar. Depois do choque, é claro. A criadora da série, Jill Soloway, decidiu encerrar “Transparent” com um episódio musical em vez de produzir uma 5ª temporada completa – ou uma versão encurtada dela. Tambor foi demitido em fevereiro do ano passado, após uma investigação interna, que apurou denúncia de uma ex-assistente pessoal, Van Barnes, feita em uma publicação no seu perfil privado do Facebook, na qual relatava comportamento inadequado por parte do ator. Logo em seguida, a colega de elenco Trace Lysette acusou o ator de ter feito comentários sexuais e tentado abusar dela em ocasiões diferentes. Ambas são transexuais. Após a primeira acusação, o ator de 73 anos, que venceu dois prêmios Emmy de Melhor Ator de Série de Comédia por “Transparent”, chegou a vir a público negar “de maneira contundente e veemente” qualquer tipo de comportamento inadequado. Mas, diante da segunda denúncia, disse que sua permanência na série tinha se tornado insustentável. “Por conta da atmosfera politizada que parece ter afetado nosso set, eu não vejo como posso voltar a ‘Transparent'”, ele chegou a desabafar, em comunicado. Ao ser informado por mensagem de texto que tinha sido demitido, ele ainda se declarou “profundamente desapontado” pelas acusações “injustas”. E logo depois foi arranjar confusão no set de “Arrested Development”, que também chegou ao fim na Netflix. Jeffrey Tambor venceu dois Emmys e um Globo de Ouro como Melhor Ator em Série de Comédia por “Transparent”. Mas o zeitgeist cultural evoluiu muito desde então. Após a série pioneira, mais produções passaram a incluir personagens transexuais em suas tramas, e todos elas são, ao contrário de Tambor, interpretadas por atores transexuais. Há atualmente um entendimento de que heterossexuais não devem viver personagens trans – o que levou até Scarlett Johanssen a abandonar um papel no cinema, num filme sobre uma gângster transexual que, sem ela, como queriam politicamente corretos, não será mais feito. O final musical da série “Transparent” será disponibilizado na temporada do outono norte-americano (entre setembro e novembro) no serviço Prime Video da Amazon.

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    Justiça francesa arquiva acusação de estupro contra o diretor Luc Besson

    25 de fevereiro de 2019 /

    A promotoria de Paris arquivou nesta segunda-feira (25/2), após nove meses de investigação, o processo que acusava o cineasta Luc Besson de estupro. De acordo com a instituição, as investigações “não permitiram caracterizar a infração denunciada em todos os seus elementos constitutivos”. O protocolo oficial revelou o nome da acusadora. Besson foi denunciado por Sand Van Roy, uma atriz e modelo belgo-holandesa de 30 anos, que figurou em seu filme mais recente, “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” (2017). Ela também participou do já filmado “Anna”, próximo lançamento do diretor, que não tem previsão de estreia devido ao escândalo. Van Roy acusou o produtor e cineasta francês de estupro em maio passado, afirmando à polícia ter se sentido obrigada a manter relações íntimas com ele por causa da carreira. Em julho, a atriz protocolou uma segunda denúncia por estupro por atos anteriores. No total, ela denunciou quatro estupros. A investigação começou a revelar detalhes incongruentes, como o fato de ela ter um relacionamento de dois anos com Besson e mesmo assim acusar o diretor de tê-la drogado para estuprá-la, dois dias antes de fazer a primeira denúncia. Exames de sangue realizados a pedido da polícia não encontraram evidências toxicológicas no organismo da atriz que corroborassem sua alegação. Besson comemorou a decisão da Justiça. “O senhor Luc Besson ressalta sua satisfação da decisão do procurador da República de arquivar as acusações da senhora Sand Van Roy, às quais sempre desmentiu formalmente”, informou seu advogado em um breve comunicado. Após a denúncia de Sand Van Roy, outras mulheres acusaram o diretor de gestos inoportunos e abusos sexuais, numa reportagem do site Mediapart. Na sexta-feira, o mesmo site publicou o testemunho da nona acusadora, uma atriz que vive nos Estados Unidos. Nenhuma delas se identificou ou deu entrada em processo criminal. Mas a mais recente acusadora chegou a escrever ao procurador da República para investigar melhor as alegações de Van Roy, porque seu próprio caso, ocorrido em 2002, já era considerado prescrito pelas leis francesas.

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