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    Ministério Público denuncia ex de Titi Müller por violência psicológica

    9 de março de 2023 /

    O Ministério Público denunciou na quarta-feira (8/3) Tomás Bertoni, músico e o ex-marido de Titi Müller, por violência psicológica contra a apresentadora. O órgão pede uma indenização de R$ 100 mil por danos morais para a apresentadora, usando como base os artigos da Lei Maria da Penha. Segundo o MP, o músico causou dano emocional à esposa no período em que estiveram juntos. O órgão ainda aponta que o caso é qualificado como crime no artigo 147-B do Código Penal, podendo resultar numa prisão de 6 meses a 2 anos. O documento, protocolado pelo promotor Agripino dos Santos Pinto, também aponta “controle de ações, comportamentos, crenças e decisões”, além de “constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, chantagem, ridicularização, causando prejuízo à sua saúde psicológica e autodeterminação”. A denúncia do MP pode beneficiar Titi Müller em outra frente, pois ela está proibida de mencionar Tomás e sua família nas redes sociais. Ela poderá usar o processo para rever a decisão judicial e a multa. Segundo a advogada Halyne Marques, que representa Titi, o Ministério Público diz ser “a favor da retirada da tarja de segredo de Justiça”. Na tarde desta quinta-feira (9/3), a defesa do músico emitiu uma nota à imprensa. “A defesa recebe a denúncia com surpresa. Tomás Bertoni jamais praticou violência de qualquer natureza contra Titi Müller. O crime de violência psicológica tem natureza material. Ou seja, a acusação depende de reconhecimento do resultado por laudo pericial, conforme o Ministério Público reconheceu em janeiro desse ano. Sem o laudo, a denúncia é inepta”, alegou. Ainda em nota, a equipe diz que a denúncia foi emitida por um profissional novo no caso. “A denúncia foi subitamente oferecida por um Promotor de Justiça que assumiu o caso recentemente, apesar de não terem sido cumpridas as diligências determinadas pela Promotora anterior”, acrescentou a defesa, que aguarda uma analisa feita pelo juízo competente. “Em caso de recebimento, apresentará todas as provas nos autos e promoverá as medidas jurídicas cabíveis e necessárias à demonstração da verdade. No momento, a principal preocupação é preservar o filho menor [do casal] de qualquer exposição indevida.”

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    Klara Castanho emociona no “Altas Horas”: “Forçada a falar o pior que aconteceu na minha vida”

    5 de março de 2023 /

    Klara Castanho chorou durante o programa “Altas Horas” exibido na noite de sábado (4/3) pela Globo, ao desabafar sobre o caso de estupro e exposição de sua gravidez que ocorreram no ano passado. Foi a primeira vez que a atriz de 22 anos falou sobre o assunto em um programa de TV. Consciente de que era o tema sobre o qual o público tinha mais curiosidade, ela abriu o programa de Serginho Groisman com o assunto. “Sei que é um assunto latente. Por ser a minha primeira vez publicamente, é o que as pessoas querem saber”. “Eu nunca imaginei que eu teria que falar e lidar com isso fora do grupo das pessoas que foram involuntariamente incluídas, minha família. Recebi muito acolhimento, as pessoas foram muito gentis. Tenho uma rede de apoio maravilhosa”, ela contou. O caso veio à tona em 24 de maio do ano passado, quando Matheus Baldi escreveu em suas redes sociais que Klara tinha dado à luz uma criança. A pedido da própria atriz, esse post foi apagado. Mas aí o colunista Leo Dias revelou saber de uma informação “inacreditável” sobre uma atriz, ao participar do programa “The Noite” de 16 de junho. Ele afirmou que a “conta” dela iria chegar, pois o caso “envolve vidas” e “carma”, e teria sido maldade. Pegando carona no tema, Antonia Fontenelle resolver dar mais detalhes, revelando que “uma atriz global de 21 anos teria engravidado e doado a criança para adoção”. “Ela não quis olhar para o rosto da criança”, afirmou a YouTuber, que classificou a história como “monstruosa” e crime. “Parir uma criança e não querer ver e mandar desovar para o acaso é crime, sim, só acha bonitinho essa história de adoção quem nunca foi em um abrigo, ademais quando se trata de uma criança negra. O nome disso é abandono de incapaz”, declarou. Tudo isso levou Klara Castanho a fazer um post nas suas redes sociais explicando que havia sofrido uma violência sexual, mas não reportou o ocorrido à polícia por sentir “vergonha e culpa”. Acreditava que se fingisse que nada aconteceu, “talvez esquecesse”. A descoberta da gravidez veio ao passar mal. Porém, o médico que a atendeu não se solidarizou com sua dor, mesmo sabendo da história. Ela afirmou que seria incapaz de criar um filho fruto de estupro, então optou pela doação do bebê e fez todos os procedimentos legais. Entretanto, quando teve a criança, ela diz ter sido ameaçada por uma enfermeira, que quis levar o caso a público por meio da imprensa. Foi assim que a gravidez acabou vazando. Desde então, ela procurou se manter afastada da mídia. “Foi um período de recolhimento voluntário, depois de tudo o que aconteceu no ano passado”, disse ela. “Depois de tudo o que aconteceu cheguei ao meu limite do que podia e conseguia falar. Eu fui forçada a falar a pior coisa que aconteceu na minha vida. Tive a sorte de ter acolhimento de pessoas maravilhosas”. A artista ressaltou a importância do acompanhamento psicológico e disse que seu caso “mostrou que a internet deixou de ser terra de ninguém” após a identificação de diversos ataques que sofreu de supostos anônimos, induzidos ao pior pelos colunistas e youtubers. “Viver na época das redes sociais é terrível. As pessoas pensam que podem tudo só porque está atrás de uma tela preta. A falta de compaixão é cada vez mais explícita. Minha história foi contada de uma forma torta, mas ainda bem tive a minha voz. Muitas pessoas leram uma manchete e não queriam entender o que estava acontecendo”, desabafou. Ela acrescentou que, hoje, “algumas pessoas não entendem, mas respeitam a minha decisão”. E explicou: “Eu fiz o que eu podia, como eu podia. O que meu psicológico pode aguentar”, isto é, dar o filho nascido de um estupro para doação. Agora, ela espera Justiça. “Denunciei todos os crimes aos quais fui submetida”, afirmou sobre o estupro, o vazamento de sua gravidez e as calúnias levantadas na mídia. “Depois que vim a público, de novo, de forma forçada, eu denunciei todos os crimes aos quais fui submetida. Todos, sem nenhuma exceção”. Klara disse ainda que “o que me resta neste momento, e ainda bem, é confiar na Justiça. E eu confio muito. Não só na Justiça, mas numa Justiça maior”, completou. As declarações de Klara Castanho emocionaram o público e as convidadas do programa. Realizado em homenagem ao Dia das Mulheres, o “Altas Horas” também contou com participações da apresentadora Sandra Annenberg, a ex-BBB Tina Calamba, a ministra e liderança indígena Sandra Guajajara e as cantoras Roberta Miranda e Maria Rita. Todas se mostraram abaladas com o relato e abraçaram a atriz. O nome de Klara Castanho entrou na madrugada de domingo (5/3) entre os tópicos mais comentados do Twitter. E a imagem do abraço que Sandra Annenberg deu na atriz, ao final de seu relato, viralizou. Que forte e impactante o depoimento da Klara Castanho no #AltasHoras. Tudo o que ela passou foi de uma perversidade assustadora. Merece tudo o que há de melhor nessa vida e acolhimento sempre. A emoção de todos do programa representa todo o público. pic.twitter.com/8UvdHaJTi7 — Sérgio Santos (@ZAMENZA) March 5, 2023 que forte o depoimento da klara castanho no altas horas… merece toda luz do mundo 🤍 #altashoras pic.twitter.com/j7ADZSVnNx — paiva (@paiva) March 5, 2023 Sempre IMPORTANTE relembrar e não deixar cair no esquecimento que as pessoas que EXPUSERAM e AMEAÇARAM a Klara Castanho foram Léo Dias, Matheus Baldi e Antônia Fontinelle. 3 pessoas REPUGNANTES que julgaram uma jovem vítima de abuso sexual para o Brasil inteiro! #altashoras pic.twitter.com/SdOYIe8cwt — Yan (@yankisner) March 5, 2023 O depoimento fortíssimo de Klara Castanho no Altas Horas quebra a gente, e o “Eu fui forçada a trazer a público a coisa mais difícil da minha vida.“ dói porque o Léo Dias NUNCA pagou por isso da maneira correta. — Chico Borges (@FranckBorges_) March 5, 2023 Emocionante depoimento da Klara Castanho no #AltasHoras. O fato de muita gente descredibilizar, fazer piadinha ou até mesmo colocar a culpa na vítima, faz com que muitas mulheres que passam por essa violência, deixem de denunciar abusadores. Que a justiça seja feita! — Gustavo Veloso 🇧🇷🦑 (@g_vgouvea) March 5, 2023 "Viver na época das redes sociais é terrível. As pessoas pensam que elas podem tudo só porque está atrás de uma tela preta." – Klara Castanho. Infelizmente, essa é a nossa realidade. Triste demais! #altashoras #klaracastanho pic.twitter.com/01ZpiswBkP — Diego Cabral ✨ (@diih_cabral) March 5, 2023 Klara Castanho, obrigado por compartilhar toda sua força através das suas palavras e, principalmente, através de suas lágrimas. Que inspire muitas mulheres a denunciar todo esse sistema machista, que ainda julga e condena as mulheres vítimas de abusos 🥹🙏Altas horas pic.twitter.com/zf1aul47Bl — TF (@tranquilonorio) March 5, 2023 Klara Castanho agradeceu a oportunidade de estar no #AltasHoras com o @oserginho e foi abraçada pela Sandra Annenberg pic.twitter.com/njbTXjhQUg — Tiago Pereira (@tjpc33) March 5, 2023 Me emocionei demais vendo o desabafo da Klara Castanho. Me emocionei ainda mais vendo a Sandra Annenberg abraçando-a. Sinta-se abraçada por mim também- @KlaraCastanho 🤗 #altashoraspic.twitter.com/kp3VnNkqDF — 𝗥𝗶𝗰𝗸⁴⁵  (@rickelmenott) March 5, 2023 Eu me arrepiei com esse abraço da Sandra Annenberg na Klara Castanho após ela iniciar o programa com um discurso extremamente forte sobre o que ela passou e como ela foi forçada a contar sobre algo tão pessoal e íntimo. Altas Horas emocionante! pic.twitter.com/YFfbJkHSyg — DIGUINHO (@diguinhogalvao) March 5, 2023 Mano! A fala de Klara Castanho e depois o abraço espontâneo e maternal da Sandra Annenberg 😭😭 #AltasHoras pic.twitter.com/pVibC59uIj — Carlos Rocha 🛹 (@CarlosRocha_) March 5, 2023 Que este abraço de Sandra Anneberg na Klara Castanho, represente o abraço de todos nós à todas as mulheres que sofrem ou sofreram a mesma violência. #AltasHoras pic.twitter.com/g68zdpiMaG — *❦🎼𝒟ã 🎹❦*❣🎶🐧🫶🏼 (@poenistar) March 5, 2023

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    Klara Castanho fala de estupro e gravidez no “Altas Horas”: “Denunciei todos os crimes”

    3 de março de 2023 /

    A atriz Klara Castanho (“Bom Dia, Verônica”) falou finalmente em público sobre a violência sexual que ela sofreu, e que resultou em uma gravidez indesejada, durante sua participação no programa “Altas Horas”, que vai ao ar na noite deste sábado (4/3). A informação foi revelada com antecedência pelo jornal O Globo. “Denunciei todos os crimes aos quais fui submetida”, afirmou a atriz sobre o estupro, o vazamento de sua gravidez e as calúnias levantadas por colunistas de fofoca e Youtubers. “Depois que vim a público, de novo, de forma forçada, eu denunciei todos os crimes aos quais fui submetida. Todos, sem nenhuma exceção”. A gravação do programa aconteceu oito meses após a atriz ter a sua vida exposta publicamente. O caso veio à tona em 24 de maio do ano passado, quando Matheus Baldi escreveu em suas redes sociais que Klara tinha dado à luz uma criança. A pedido da própria atriz, esse post foi apagado. Mas aí o colunista Leo Dias revelou saber de uma informação “inacreditável” sobre uma atriz, ao participar do programa “The Noite” de 16 de junho. Ele afirmou que a “conta” dela iria chegar, pois o caso “envolve vidas” e “carma”, e teria sido maldade. Pegando carona no tema, Antonia Fontenelle resolver dar mais detalhes, revelando que “uma atriz global de 21 anos teria engravidado e doado a criança para adoção”. “Ela não quis olhar para o rosto da criança”, afirmou a YouTuber, que classificou a história como “monstruosa” e crime. “Parir uma criança e não querer ver e mandar desovar para o acaso é crime, sim, só acha bonitinho essa história de adoção quem nunca foi em um abrigo, ademais quando se trata de uma criança negra. O nome disso é abandono de incapaz”, declarou. Tudo isso levou Klara Castanho a fazer um post nas suas redes sociais explicando que havia sofrido uma violência sexual, mas não reportou o ocorrido à polícia por sentir “vergonha e culpa”. Acreditava que se fingisse que nada aconteceu, “talvez esquecesse”. A descoberta da gravidez veio ao passar mal. Porém, o médico que a atendeu não se solidarizou com sua dor, mesmo sabendo da história. Ela afirmou que seria incapaz de criar um filho fruto de estupro, então optou pela doação do bebê e fez todos os procedimentos legais. Entretanto, quando teve a criança, ela diz ter sido ameaçada por uma enfermeira, que quis levar o caso a público por meio da imprensa. Foi assim que o caso acabou vazando. Desde então, ela procurou se manter afastada da mídia. “Foi um período de recolhimento voluntário, depois de tudo o que aconteceu no ano passado”, disse ela. A atriz disse ainda que “o que me resta neste momento, e ainda bem, é confiar na Justiça. E eu confio muito. Não só na Justiça, mas numa Justiça maior”, completou.

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    Jena Malone foi abusada no set de “Jogos Vorazes”

    1 de março de 2023 /

    A atriz Jena Malone (“Antebellum”) revelou que foi agredida sexualmente por alguém com quem trabalhou na franquia “Jogos Vorazes”. A revelação foi feita por meio de uma postagem no seu Instagram. A postagem foi acompanhada por um foto de 2014, em que a atriz aparece em um campo no interior da França. Porém, a beleza da imagem é contraposta com o conteúdo da legenda, em que Malone narra o ocorrido, sem entrar em muitos detalhes. “Estávamos filmando em uma bela propriedade em um campo na França e pedi ao motorista que me deixasse neste campo para que eu pudesse chorar e capturar este momento”, escreveu ela. “Embora este tempo em Paris tenha sido extremamente difícil para mim, eu estava passando por uma separação difícil e também fui sexualmente agredida por alguém com quem trabalhei, eu estava tão cheia de gratidão por este projeto, as pessoas com quem me aproximei e este incrível papel que eu interpretei”, continuou ela. Malone interpretou Johanna Mason, uma personagem introduzida no segundo filme da franquia, “Jogos Vorazes: Em Chamas” (2013), e que permaneceu na trama até seu desfecho em “Jogos Vorazes: A Esperança – O Final” (2015). Ela é uma ex-campeã da competição dos “Jogos Vorazes” que acaba auxiliando a rebelião liderada por Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence). A atriz disse ainda que equilibrar sua gratidão por ter participado de “Jogos Vorazes” com a dificuldade de lidar com o trauma tem sido uma “mistura turbulenta de emoções que estou apenas agora aprendendo a lidar”. “Eu gostaria que isso não estivesse ligado a um evento tão traumático para mim, mas aí está a selvageria real da vida, eu acho. Como equilibrar o caos com a beleza”, disse ela. Malone revela que aprendeu a “fazer as pazes com a pessoa que a violou” e a “fazer as pazes comigo mesma”, mas que falar sobre seu tempo em “Jogos Vorazes” tem sido “difícil… sem sentir a nitidez deste momento no tempo, mas estou pronta para superá-lo e recuperar a alegria e o sucesso que senti”. Ao final, ela compartilhou seu amor e apoio por outros sobreviventes de agressão sexual. “Muito amor a vocês, sobreviventes”, escreveu ela. “O processo é tão lento e não linear. Quero dizer que estou aqui para quem precisa conversar ou desabafar ou abrir espaços não comunicados dentro de si mesmos. Por favor, me mandem uma mensagem se precisarem de um espaço seguro para serem ouvidos”. Jena Malone será vista a seguir no filme “Rebel Moon”, nova produção do cineasta Zack Snyder, com quem ela já tinha trabalhado em “Sucker Punch: Mundo Surreal” (2011) e “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016). O filme estreia em dezembro na Netflix. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jena Malone (@jenamalone)

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    Suposta vítima de Marilyn Manson diz ter sido manipulada por Evan Rachel Wood

    24 de fevereiro de 2023 /

    A modelo Ashley Morgan Smithline retirou as acusações de abuso sexual que havia feito contra o cantor Marilyn Manson. O processo já havia sido arquivado pela justiça americana, após Smithline não cumprir uma determinação judicial no prazo devido. Porém, novas evidências obtidas pelo site The Hollywood Reporter apontam que a modelo não queria abrir o processo contra o cantor e afirma ter sido “manipulada” pela atriz Evan Rachel Wood (“Westworld”), ex-namorada de Manson, e por outras pessoas a acusá-lo de abuso. “Sucumbi à pressão de Evan Rachel Wood e seus associados para fazer acusações de estupro e agressão contra [Manson] que não eram verdadeiras”, disse ela numa declaração feita em 19 de fevereiro ao Tribunal Superior de Los Angeles e obtida pelo Hollywood Reporter. A declaração faz parte de um processo movido por Manson contra Wood e Illma Gore, apresentado um mês após o arquivamento do processo de Smithline. Na sua fala, a modelo afirmou que teve uma “breve relação sexual consensual com Brian Warner”, verdadeiro nome de Marilyn Manson, em novembro de 2010. Mas dez anos depois disso, Smithline disse ter sido contatada para participar de um grupo de mulheres que alegavam ter sofrido abuso sexual de Manson. E isso incluiu “muitas conversas” com Wood. “Eu nunca tive a intenção de apresentar acusações criminais contra o Sr. Warner e não tenho a intenção agora de apresentar acusações criminais, já que o Sr. Warner nunca me agrediu ou abusou de mim”, afirmou Smithline. “Olhando para trás, sinto que fui manipulada pela Sra. Wood, pela Sra. Gore, pela Sra. [Esmé] Bianco e pelo Sr. Ellwanger para espalhar publicamente acusações falsas de abuso contra o Sr. Warner”. Gore e Bianco estão envolvidas em processos contra o cantor, alegando que foram abusadas sexualmente por ele. Manson negou todas as acusações. O escritório do procurador distrital de Los Angeles ainda está considerando se irá apresentar acusações criminais contra Manson por supostos crimes sexuais que ocorreram entre 2009 e 2011. Como o prazo de prescrição para estupro na Califórnia é de 10 anos, já pode ser tarde demais para apresentar um acusação criminal nesses casos.

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    R. Kelly é condenado a mais 20 anos de prisão por abuso de menor

    23 de fevereiro de 2023 /

    O cantor romântico americano R. Kelly foi condenado, nesta quinta-feira (23/2), a 20 anos de prisão por pornografia e abuso sexual de menor. Ele foi considerado culpado por uma Corte Federal de Chicago por produzir três vídeos dele mesmo em que aparece abusando sexualmente da afilhada de 14 anos, aumentando ainda mais sua pena criminal, em sua carreira repleta de escândalos. O júri condenou Kelly por seis das 13 acusações feitas contra ele, absolvendo-o da acusação de tentar obstruir uma investigação anterior sobre o abuso da afilhada e de duas outras acusações de aliciamento de menores para atividade sexual. Kelly chegou a ser absolvido da acusação de produzir imagens de abuso sexual da afilhada num julgamento anterior, realizado em 2008, quando alguns jurados disseram ter sido influenciados pela falta de depoimento da jovem. Na ocasião, ela negou ao júri ser a pessoa na fita que aparecia sendo abusada e humilhada por Kelly. No entanto, ela mudou o depoimento no novo julgamento, identificando-se como a menor de idade molestada nos vídeos, cujos trechos foram mostrados ao júri. “Nenhuma quantidade de terapia vai me tornar normal”, disse a mulher, identificada como Jane, em comunicado, lido por seu advogado, Christopher Brown. Considerado o “rei do R&B”, o cantor, que fez muito sucesso na década de 1990, já chegou a ser considerado motivo de orgulho pela cidade da Chicago. Tudo isso mudou quando surgiram dezenas de acusações de abuso, que acabaram reunidas numa série documental do canal Lifetime: “Surviving R. Kelly”, em 2019. Por conta das acusações, o artista já tinha sido condenado em junho do ano passado a 30 anos de prisão por uma Corte Federal do Brooklyn. O júri o considerou culpado de liderar por décadas uma rede de tráfico e abuso sexual. “A única maneira de garantir que ele não reincidirá é impor uma sentença que o mantenha na prisão pelo resto de sua vida”, disse Jeannice Williams Appenteng, uma das promotoras de Chicago. As advogadas de Kelly pretendem recorrer da sentença.

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    Criador de “Rick and Morty” apresentava comportamento abusivo há anos

    7 de fevereiro de 2023 /

    O roteirista e dublador Justin Roiland, um dos criadores da série “Rick and Morty”, que foi acusado de violência doméstica pela ex-namorada, apresentava um comportamento abusivo nas séries em que ele trabalhou há anos. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, Roiland costumava assediar as roteiristas das séries que ele criou, além de atrapalhar o trabalho das outras pessoas. Seu comportamento era tão errático que, em certo momento, Roiland teria trazido uma estrela pornô para a sala dos roteiristas de “Rick and Morty”, apenas com o intuito de exibí-la para os roteiristas. Ele também teria falado abertamente sobre fazer sexo a três com os colegas de trabalho e se envolveu em pelo menos um caso de suposto assédio sexual com uma das roteiristas da série. O caso chegou a ser investigado pelo Cartoon Network, dono do Adult Swim (que exibe “Rick and Morty” nos EUA), mas não ficou claro se algo foi feito a respeito disso. Os colegas de Roiland que falaram com o site, e que preferiram não se identificar, também disseram que ele “não teve presença criativa significativa em nenhuma das séries que levam seu nome”. Segundo relatos, Roiland faltava a reuniões, cancelava os compromissos em cima da hora, deixava as pessoas esperando ou chegava bêbado no trabalho. Sua ausência é tão notável que diversos funcionários das séries que levavam o seu nome, como “Rick & Morty”, “Koala Man” e “Solar Opposites”, disseram que nunca o conheceram pessoalmente, e nem virtualmente. Supostamente, Roiland também não tinha uma boa relação com o co-criador de “Rick & Morty”, Dan Harmon. A reportagem aponta que os dois já não se falavam mais, e nos poucos casos em que a comunicação era necessária, Harmon exigia a intervenção de um mediador profissional. Como ele apresentava um comportamento descrito como “ranzinza, petulante, pouco comunicativo e rabugento”, vários roteiristas disseram que o trabalho na série rendia mais “quando Roiland não estava na sala”. Isso se concretizou na 3ª temporada de “Rick & Morty”, quando Roiland “simplesmente parou de aparecer” no escritório, trabalhando apenas como dublador (ele fazia a voz dos dois personagens principais). O caso de violência que veio à tona recentemente aconteceu em 2020, quando Roiland teria sido preso e liberto após pagar uma fiança de US$ 50 mil. Na mesma época, uma ordem de proteção teria sido emitida afirmando que ele não poderia assediar, ameaçar ou perseguir a ex-namorada, e que deveria manter sempre a distância mínima de 30 metros entre os dois. Até o momento, Justin Roiland não se manifestou a respeito das acusações. Seu caso será julgado no final de abril.

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    Ator de “Dança com Lobos” é preso sob acusação de abuso sexual de meninas indígenas

    1 de fevereiro de 2023 /

    O ator indígena Nathan Lee Chasing His Horse, conhecido pela sua participação no filme “Dança com Lobos” (1990), foi preso em Nevada sob a acusação de abuso sexual. Segundo informações da Associated Press, o ex-ator se tornou líder de uma seita e é acusado de abusar de “meninas indígenas durante um período de duas décadas”. As autoridades teriam recebido uma denúncia em outubro de 2022 de que ele seria o líder de uma seita chamada The Circle (O Círculo em tradução literal). Depois de meses de investigação, Nathan foi levado sob custódia quando oficiais da SWAT invadiram a casa que ele divide com suas cinco esposas. O mandado de busca também aponta que haviam alegações de crimes sexuais contra ele que datavam do início dos anos 2000, em estados como Montana, Dakota do Sul e Nevada. As autoridades já identificaram seis das suas supostas vítimas, sendo que algumas delas tinham apenas 13 anos. O documento judicial também afirma que Nathan foi banido da Reserva Fort Peck, em Montana, em 2015, após ter sido acusado de tráfico humano. Além estrelar “Dança com Lobos”, Nathan Lee Chasing His Horse também fez participações nas séries “Elo Perdido” (1993) e “Into the West” (2005), e nos telefilmes “DreamKeeper” (2003) e “Enterrem Meu Coração na Curva do Rio” (2007).

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    Marilyn Manson enfrenta novo processo por agressão sexual contra menor

    30 de janeiro de 2023 /

    O cantor Marilyn Manson está enfrentado um novo processo de agressão sexual. Segundo a revista Rolling Stone, o novo caso é relativo à agressão sexual cometida por Manson contra uma menina menor de idade na década de 1990. A ação foi movido no tribunal de Long Island, em Nova York, por uma autora anônima identificada apenas como “Jane Doe”. No processo, ela nomeia Manson (cujo verdadeiro nome é Brian Warner) e suas antigas gravadoras, a Interscope e a Nothing Records, como réus. Conforme relatado pela Rolling Stone, o processo “inclui acusações de agressão sexual e imposição intencional de sofrimento emocional contra Warner, e negligência e imposição intencional de sofrimento emocional, entre outras acusações, contra as gravadoras”. A vítima teria conhecido o cantor após um show em Dallas, em 1995, quando ele convidou-a e outra garota para entrarem no seu ônibus de turnê. Na ocasião, ele teria perguntado especificamente as suas idades, notas escolares, endereços residenciais e números de telefone. Jane Doe tinha 16 anos na época, sendo que a idade de consentimento no estado do Texas é de 17 anos. “Dentro do ônibus da turnê, o réu Warner realizou vários atos de conduta sexual criminosa contra a autora, que era virgem na época, incluindo, entre outros, cópula forçada e penetração vaginal”, afirma o processo. “Um dos membros da banda assistiu ao réu Warner agredir sexualmente a autora.” O processo afirma ainda que “a autora estava com dor, assustada, chateada, humilhada e confusa. Depois que ele terminou, o réu Warner riu dela… Então, o réu Warner exigiu que a autora ‘saisse do meu ônibus’ e ameaçou a autora que, se ela contasse a alguém, ele mataria ela e a sua família”. O abuso, porém, não teria se encerrado ali. Ao longo dos anos seguintes, o cantor teria influenciado a vítima a entrar numa espiral de abuso de drogas. O processo também aponta que Manson controlava quem a vítima poderia ver, com quem ela poderia interagir, além de tê-la convencido a fazer sexo com “outros membros da banda ou seu assistente ao mesmo tempo”. Ele também exibia um “comportamento hostil e verbalmente abusivo”, o que incluía o uso de calúnias raciais e outras ofensas, como chamá-la de gorda. O processo alega que as gravadoras “estavam bem cientes da obsessão do réu Warner com violência sexual e agressão sexual de menores”. Segundo o que foi apontado pelos advogados da vítima, a Interscope e a Nothing Records nunca tiveram “um sistema ou procedimento razoável para investigar, supervisionar ou monitorar sua equipe e/ou agentes, incluindo o réu Warner, para evitar aliciamento pré-sexual e assédio sexual, abuso sexual e agressão a fãs, incluindo menores e mulheres”. “Os réus Interscope e Nothing Records estavam cientes da prática do réu Warner de agredir sexualmente menores e ajudaram e encorajaram tal comportamento”, continua o processo. “Como resultado do abuso e agressão sexual de Brian Warner, permitido e encorajado pelos réus Interscope e Nothing Records, a autora sofreu grave sofrimento emocional, físico e psicológico, incluindo vergonha e culpa, perda econômica, capacidade econômica e perda emocional.” Jeff Anderson, um advogado conhecido por sua luta contra o abuso sexual dentro da Igreja Católica, é um dos advogados do caso. Ele disse à Rolling Stone que “este processo desta sobrevivente é um passo gigantesco para jogar luz numa indústria que esconde perigos à vista de todos. É hora de encarar a música. Novas leis dão aos sobreviventes tempo para tomar medidas reais por justiça e proteção”. “Novas leis poderosas em Nova York e na Califórnia dão aos sobreviventes adultos a chance de tomar medidas legais contra predadores e aqueles que os protegem e lucram com eles”, continuou o advogado. “Somos gratos aos sobreviventes e a tantos outros que agora se alinham conosco para expor os predadores e aqueles da indústria da música que permitiram, promoveram e lucraram com sua violência contra os vulneráveis”. Recentemente, Marilyn Manson fechou um acordo com a atriz Esmé Bianco (conhecida pelo papel de Ros em “Game of Thrones) para encerrar o processo de abuso e agressão sexual que ela havia aberto contra ele. Além de Bianco, várias outras mulheres fizeram acusações similares contra o cantor, incluindo a sua ex-noiva, a atriz Evan Rachel Wood (“Westworld”).

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    Marilyn Manson faz acordo com atriz de “Game of Thrones” que o acusou de abuso

    25 de janeiro de 2023 /

    O cantor Marilyn Manson fez um acordo judicial com a atriz Esmé Bianco (conhecida pelo papel de Ros em “Game of Thrones) para encerrar o processo de abuso e agressão sexual que ela havia aberto contra ele. “A senhora Bianco concordou em resolver suas reivindicações contra Brian Warner e Marilyn Manson Records, Inc.”, declarou o advogado Howard E. King ao site Deadline, em nome de Manson (cujo nome real é Brian Warner) e da sua gravadora. O advogado de Bianco também divulgou uma declaração semelhante na terça-feira (24/1), afirmando que sua cliente queria “seguir em frente com sua vida e carreira”. Detalhes sobre o acordo não foram divulgados. Bianco falou inicialmente sobre sua experiência com Manson ao New York Magazine em fevereiro de 2021, contando até ter sido esfaqueada, mas a ação criminal aberta por ela detalhava de forma ainda mais explícita a denúncia da suposta violência do cantor. A queixa, apresentada no dia 30 de abril de 2021 no Tribunal Distrital da Califórnia, também denunciava o empresário do artista, Tony Ciulla, por tráfico humano, ao trazê-la de Londres para Los Angeles sob o pretexto de contratá-la para um videoclipe que nunca foi lançado e um filme que nunca foi feito. De acordo com a atriz, ela foi contatada em 2009 sobre a possibilidade de estrelar um clipe. Mas quando Bianco chegou à casa do artista em Los Angeles (EUA), só quem a aguardava era o próprio Manson com uma câmera. Garantindo que tudo seria usado no vídeo, o roqueiro a fez ficar só de lingerie, ameaçou estuprá-la e agredi-la, a amarrou em um oratório antigo que ele tinha em um quarto de sua casa, passando a chicoteá-la e eletrocutá-la. O clipe em questão nunca foi lançado, mas Bianco disse que Manson utilizou “drogas, ameaças e violência” para mantê-la sob o seu controle por anos depois das “gravações”, prometendo papel em seu projeto cinematográfico “Phantasmagoria”, com novas cenas degradantes e que também nunca foi lançado, e alimentando expectativas numa lavagem cerebral que a fez morar com ele em 2011. Nesta época, segundo a atriz, Manson a obrigava a ficar dias sem dormir, a xingava quando ela reclamava do tratamento que recebia e a estuprava frequente e violentamente. Em uma ocasião, o roqueiro teria cortado Bianco com uma faca e postado as imagens das feridas nas redes sociais, sem a permissão dela. Vários meses após o processo de Bianco, os detetives do Condado de Los Angeles invadiram a casa de Manson em uma investigação relacionada a abuso sexual e acusações de agressão contra o cantor. As descobertas dessa busca e uma investigação mais ampla foram entregues ao escritório da promotoria em 2022. Desde então, nenhuma acusação foi feita, apesar do número significativo de reclamações de outras mulheres, incluindo a ex-noiva de Manson, a atriz Evan Rachel Wood (“Westworld”).

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    Kevin Spacey se declara inocente de novas acusações de abuso sexual

    13 de janeiro de 2023 /

    O ator Kevin Spacey (“House of Cards”) se declarou inocente de sete acusações de agressões sexuais levantadas contra ele no Reino Unido. As acusações foram apresentadas por um único reclamante e os incidentes teriam ocorrido entre 2001 e 2004. Eles abrangem três acusações de agressão indecente, três de agressão sexual e uma de atividade sexual sem consentimento. O julgamento foi marcado para 6 de junho de 2023, mesma data em que o ator já enfrentaria julgamento por outras acusações de abuso sexual. Os casos serão reunidos no mesmo processo. As denúncias anteriores foram feitas por três homens diferentes e são relativas à época em que Spacey morava em Londres e atuava como diretor artístico do teatro Old Vic. Spacey também se declarou inocente dessas acusações. O advogado de Spacey, Patrick Gibbs, concordou verbalmente em juntar os casos, o que significa que todas as acusações serão tratados em um único julgamento, que deve durar cerca de quatro semanas. A defesa ainda pode pedir julgamentos separados, mas tem prazo até 24 de março para fazê-lo. No total, Spacey enfrenta 12 acusações, todas relacionadas ao período em que viveu em Londres. Ele compareceu anteriormente a uma audiência em 16 de dezembro para confirmar seu nome, data de nascimento e endereço, e conseguiu convencer o juiz a permanecer em liberdade até o julgamento. Em outubro do ano passado, um júri de Nova York inocentou Spacey de um processo civil de US$ 40 milhões, concluindo que ele não molestou o ator Anthony Rapp (“Star Trek: Discovery”) quando o denunciante era adolescente. Apesar de ter sido inocentado nesse caso, o ator foi acusado por mais de 20 homens de má conduta sexual, um volume tão expressivo que acabou com sua carreira. Desde a acusação inicial de Rapp em 2017, ele foi retirado da série “House of Cards” (uma vez que os integrantes da equipe fizeram suas próprias denúncias contra ele) e também perdeu o papel no filme “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017), tendo sido substituído por Christopher Plummer depois que o filme já estava pronto – as refilmagens ocorrem de forma acelerada para o longa não perder sua data de estreia. Spacey também já foi condenado a pagar US$ 31 milhões de indenização à produtora MCR pelo cancelamento da série “House of Cards”, após o juiz do caso considerar que seu comportamento foi responsável pela decisão da Netflix de encerrar a série premiada. Mas outras acusações feitas contra ele acabaram não indo adiante por diferentes motivos. Dois acusadores que o processaram morreram antes de seus casos chegarem nos tribunais. O escritor norueguês Ari Behn, ex-marido da princesa da Noruega, cometeu suicídio no Natal de 2019, três meses após um massagista que acusava o ator falecer subitamente. Para completar, Spacey teve outro processo, movido por um rapaz que tinha 18 anos na época do assédio, retirado abruptamente na véspera de ir a julgamento. Graças à falta de condenação, ele conseguiu voltar a atuar em um filme italiano, “L’Uomo che Disegnò Diò”, dirigido e estrelado pelo astro Franco Nero. Ele também interpretou um vilão no filme de baixo orçamento “Peter Five Eight” e dublou um personagem no filme britânico “Control”. Além disso, Spacey vai ministrar uma masterclass no Museu Nacional de Cinema da Itália, em Turim, onde também receberá um prêmio pelo conjunto de sua obra. O evento vai acontecer na próxima segunda-feira (16/1).

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    Ator de “That ’70s Show” vai enfrentar novo julgamento por estupro

    11 de janeiro de 2023 /

    O ator Danny Masterson (“That ’70s Show”) vai enfrentar um segundo julgamento por estupro após o júri do seu julgamento anterior não conseguir chegar a uma conclusão. A informação sobre o novo julgamento foi anunciada pelos promotores do caso na terça-feira (10/1). “Nosso escritório decidiu julgar novamente este caso”, disse o procurador distrital Reinhold Mueller ao tribunal. Masterson é acusado de estuprar à força três mulheres em sua casa em Hollywood Hills, entre 2001 a 2003. Seu primeiro julgamento aconteceu em novembro. Embora não tenham conseguido chegar a um veredicto, os jurados inclinaram-se para a absolvição, com votos de 10-2, 8-4 e 7-5 nas três acusações. O advogado de defesa, Philip Cohen, argumentou que era improvável que qualquer júri votasse unanimemente para condenar o ator. Ele disse que o primeiro júri examinou minuciosamente as evidências e que nenhuma nova evidência provavelmente mudaria o resultado. “Não é que as coisas que Mueller considera importantes ou significativas foram ignoradas”, disse Cohen. “É que as coisas foram discutidas e não consideradas importantes para a tomada de decisões por alguns dos jurados.” Apesar dos apelos da defesa, a juíza Charlaine Olmedo negou o pedido para arquivar o caso e marcou a data de 29 de março para a seleção do júri para o novo julgamento. “Parece que há muitas outras testemunhas que a promotoria poderia escolher convocar ou diferentes argumentos que poderia apresentar”, argumentou Olmedo. “Um resultado diferente em um novo julgamento é pelo menos uma possibilidade.” Duas das mulheres que testemunharam no julgamento – identificadas como Jane Doe 2 e Jane Doe 3 – emitiram uma declaração dizendo que estavam felizes com a realização de outro julgamento. “Estamos satisfeitos que Danny Masterson não tenha permissão para simplesmente escapar da responsabilidade criminal”, disseram elas, que foram acompanhadas na declaração por uma terceira mulher que não testemunhou, assim como pelo marido de Jane Doe 3. “Apesar dos anos de sofrimento de intimidação e assédio, estamos totalmente comprometidos em participar do próximo julgamento criminal na medida solicitada pelos promotores e novamente testemunhar sobre o comportamento depravado do Sr. Masterson”. O julgamento de Masterson chamou atenção para a Igreja da Cientologia, que foi acusada de tentar encobrir as acusações do ator. Os promotores alegaram que o sucesso de Masterson deu a ele um alto status dentro da igreja e que ele se sentia “no direito” de fazer sexo com as mulheres independentemente do consentimento delas. Cada uma das mulheres que depôs no julgamento falou sobre as agressões e as duras consequências que enfrentaram por terem trazido o caso a público. Essas mulheres disseram que temem ser excomungadas da igreja por terem ido à polícia. O escritório da promotoria inicialmente se recusou a abrir um processo contra o ator em 2004, depois que a primeiro acusadora apresentou uma queixa à polícia de Los Angeles. No final de 2016, as três acusadoras se encontraram e o denunciaram coletivamente. Os promotores acabaram apresentando as acusações três anos depois, sob a lei de crimes sexuais da Califórnia, que acarreta uma sentença máxima de 15 anos a prisão perpétua para cada acusação. Todas as três mulheres testemunharam que os ensinamentos da igreja tornavam difícil para elas conceituarem as agressões que sofriam como sendo “estupros”. Duas delas disseram ainda que falaram com as autoridades da igreja e foram desencorajados a irem à polícia. O advogado de Masterson argumentou que a Cientologia era irrelevante para o caso e procurou minimizar qualquer menção da Igreja. Em seu argumento final, ele disse que a palavra “Cientologia” foi mencionada mais de 700 vezes ao longo do julgamento. O advogado concentrou sua defesa nas discrepâncias entre os vários relatos que as mulheres deram aos investigadores e argumentou que as alegações estavam repletas de “invenções”. Na conclusão do primeiro julgamento, Philip Cohen questionou a credibilidade das mulheres, afirmando que este era um fator-chave na contagem dos votos a favor da absolvição. Agora, ele reforça que o testemunho deu origem a “uma série de novas questões” e que novas investigações sobre as mulheres serão feitas por sua equipe.

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    Acusação de abuso sexual contra Marilyn Manson é arquivada pela Justiça americana

    5 de janeiro de 2023 /

    Um processo de abuso sexual contra Marilyn Manson foi arquivado pela Justiça americana por falta de representação legal. A decisão foi tomada após Ashley Morgan Smithline não cumprir uma determinação judicial no prazo devido. Ela perdeu o advogado no começo de outubro e tinha um prazo até o dia 5 de dezembro para substitui-lo, o que não ocorreu. “O tribunal, portanto, extingue esta ação sem prejuízo, por omissão do autor em processar a ação”, diz o texto da decisão judicial. A modelo e ex-namorada de Manson acusou o cantor de abuso sexual, estupro, violência, ameaça de morte e tortura física e psicológica, acrescentando que ele cortou seu ombro, a parte interna do braço e o estômago com uma faca, deixando cicatrizes. Em entrevista à revista People no ano passado, ela dizia querer que o artista fosse “responsabilizado de uma vez por todas”. Apesar desse arquivamento, Manson ainda enfrenta dois processos de agressão sexual: da atriz Esmé Bianco (de “Game of Thrones”), que acusa Manson de estupro e de tentar matá-la, e de uma vítima anônima, que afirma ter sido estuprada brutalmente na residência do cantor em 2011. Um quarto processo movido em maio de 2021 pela ex-assistente de Manson, Ashley Walters, foi indeferido por ter ultrapassado o limite de prescrição, mas ela entrou com uma apelação na Justiça. Em sua denúncia, Walters alegou que Manson a sujeitou a mais de um ano de “exploração sexual, manipulação e abuso psicológico” depois de atrai-la com a promessa de uma colaboração profissional. Marilyn Manson, cujo nome verdadeiro é Brian Hugh Warner, também entrou com seu próprio processo de difamação na Justiça, acusando sua ex-namorada Evan Rachel Wood (atriz de “Westworld”) de fabricar acusações contra ele e, de acordo com a ação, “recrutar, coordenar e pressionar mulheres ligadas a Warner a fazer falsas acusações de abuso contra ele”. Primeira a denunciar Manson em suas redes sociais, Wood disse que já esperava o processo ao se pronunciar publicamente sobre os abusos e disse que não estava “com medo” de enfrentá-lo no tribunal. “Isso é o que praticamente todo sobrevivente que tenta expor alguém em uma posição de poder sofre, e isso faz parte da retaliação que mantém os sobreviventes quietos. É por isso que as pessoas não querem se apresentar. Isso era esperado”, afirmou durante participação no programa televisivo americano “The View”. “Estou muito confiante de que tenho a verdade do meu lado e que a verdade virá à tona.”

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