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    Diretor de Super Size Me denuncia-se por assédio sexual

    14 de dezembro de 2017 /

    Após dezenas de vítimas denunciarem a prática disseminada de assédio sexual em Hollywood, um perpetrador resolveu se auto-incriminar. “Eu sou parte do problema”, reconheceu o cineasta Morgan Spurlock, vencedor do Oscar pelo documentário “Super Size Me” (2004), ao admitir no Twitter que foi acusado de estupro na universidade e, já como profissional, assediou uma assistente de trabalho. O famoso documentarista americano relatou na rede social que não foi denunciado pelos crimes, mas que resolveu revelar seu histórico abusivo ao assistir “heróis e mais heróis” caírem e se motivar a ser uma pessoa melhor. Spurlock destacou que, diante das revelações de assédio, não se questionava quem seria o próximo, mas sim quando o movimento chegaria até ele. Na série de denúncias que derrubaram, entre outros, o produtor Harvey Weinstein e o ator Kevin Spacey, o cineasta viu que não era apenas um inocente observador das notícias. “Eu sou parte do problema. Na minha vida, houve vários momentos que se assemelham ao que vemos nas notícias. Quando estava na universidade, uma garota com que fiquei por uma noite me acusou de estupro. Não houve queixas ou investigações, mas ela escreveu sobre isso em um trabalho de classe e colocou o meu nome”, recordou o diretor. Ele confrontou a vítima por acreditar que a relação sexual tinha sido consentida. Os dois estavam bêbados, e a mulher precisou explicar que negou repetidas vezes o ato e sofreu com a insistência do documentarista. Anos mais tarde, ele fechou um acordo para uma acusação de assédio a uma funcionária não ir à frente. “Foi só verbal, mas foi tão ruim quanto”, reconheceu o americano, que dava apelidos eróticos para a colega de trabalho. Morgan Spurlock confessou que pagou pelo silêncio e “para continuar a ser quem eu era” sem que os outros soubessem. O cineasta também revelou aos seguidores que traiu todas as mulheres e namoradas com que se relacionou e que sofreu abuso sexual quando era criança e adolescente. Ele também assumiu seu alcoolismo. Desde os 13 anos, ele não consegue ficar sóbrio por mais de uma semana. No entanto, para ele, “nenhum desses fatores importa se você faz outra pessoa se sentir menos pessoa”. Aos seguidores, ele garantiu que já procurou ajuda. “Ao reconhecer e abrir publicamente o que fiz nesta situação terrível, eu espero empoderar a mudança em mim mesmo. Nós todos devemos achar a coragem para admitir nossas falhas. Mais do que qualquer coisa, espero reconstruir a confiança e o respeito daqueles que mais amo. Não sei se mereço, mas vou trabalhar todos os dias para reconquistar. Eu farei melhor. Eu serei melhor. Acredito que todos podemos ser melhores”, frisou. Spurlock recentemente dirigiu uma continuação de seu documentário mais premiado, “Super Size Me 2: Holy Chicken!”, exibido no Festival de Toronto e ainda sem estreia comercial definida. Ele também produz um filme sobre a história da MTV e outro sobre a evolução da Inteligência Artificial, previstos para 2018.

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    Premiação do Sindicato dos Atores será apresentada apenas por atrizes após escândalos de Hollywood

    13 de dezembro de 2017 /

    A premiação do Sindicato dos Atores dos Estados Unidos, o SAG Awards, será apresentado apenas por mulheres em 2018. Todas as 13 categorias da premiação, que tiveram seus indicados revelados nesta quarta-feira (13/12), terão seus vencedores anunciados por atrizes de Hollywood. A principal apresentadora do evento será Kristen Bell (série “Good Place”). A produtora executiva do SAG, Kathy Connell, afirmou que a decisão é política e visa celebrar o empoderamento feminino como uma resposta ao delicado momento enfrentado pelas mulheres em meio às denúncias sucessivas de assédio sexual na indústria do entretenimento. “Começando com a marcha das mulheres em janeiro, 2018 será o ano da mulher. Esta é uma homenagem em prol da união para as mulheres que foram muito corajosas ao denunciarem os crimes que enfrentaram”. declarou. A decisão não significa que os homens não terão vez na cerimônia: os atores, claro, subirão ao palco para receberem e agradecerem a seus prêmios. A cerimônia de premiação do SAG Awards 2018 acontece no dia 21 de janeiro, em Los Angeles, com transmissão ao vivo pelo canal pago TNT no Brasil.

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    Salma Hayek revela assédio, chantagem e ameaça de morte de Harvey Weinstein

    13 de dezembro de 2017 /

    A atriz Salma Hayek fez revelações chocantes em um texto escrito para o jornal The New York Times sobre os assédios e traumas que sofreu com o produtor Harvey Weinstein. Segundo a atriz mexicana, Weinstein a perseguiu por anos e tentou convencê-la a tomar um banho com ele e até fazer sexo oral. Após as recusas, ele passou a tratá-la com raiva e a ameaçou de morte. E só teria escapado de ser estuprada por sua amizade com Quentin Tarantino e Robert Rodriguez, responsáveis pelos maiores sucessos do produtor. “Sabendo o que sei agora, eu me pergunto se não foi a minha amizade com eles e George Clooney que me salvou de ser estuprada”, ela reflete no texto. Salma conta que seu inferno começou no ano de 2002, quando estrelou “Frida”. Na época, o estúdio Miramax, de Weinstein, era considerado sinônimo de qualidade e garantia de premiações. Logo, ela lutou para tentar levar seu filme para a produtora. O acordo inicial previa que Weinstein pagasse os direitos do trabalho já desenvolvido por ela. Como produtora, ela receberia um crédito, mas não teria pagamento, “o que não era raro para uma produtora mulher nos anos 1990”. Ele também havia pedido a assinatura de um contrato em que ela se comprometeria a fazer diversos outros filmes com a Miramax, “o que eu pensei que concretizaria meu status como atriz principal”. “Eu não ligava para o dinheiro, estava tão animada em trabalhar com ele e a empresa. Na minha ingenuidade, pensei que fosse meu sonho se tornando realidade. Ele havia validado os últimos 14 anos da minha vida e dado uma chance para mim — uma ninguém. Ele disse sim. Mal sabia eu que logo seria minha vez de dizer não”, contou. “Não para abrir-lhe as portas a qualquer hora da noite, hotel atrás de hotel, locação atrás de locação, onde ele aparecia inesperadamente, incluindo em um local em que eu estava fazendo um filme que ele não estava envolvido. Não para tomar um banho com ele. Não para deixá-lo me ver tomando banho. Não para deixá-lo me dar uma massagem. Não para deixar um amigo nu dele me dar a massagem. Não para deixá-lo fazer sexo oral em mim. Não para me deixar nua com outra mulher. Não, não, não, não, não”, desabafou. Em seguida, ela conta que começou a despertar a fúria de Weinstein, que prometia se vingar e atrapalhar sua vida: “Em um ataque de fúria, ele disse: ‘Eu vou te matar, não pense que não posso’”. “Em seus olhos, eu não era uma artista. Eu não era sequer uma pessoa. Eu era uma coisa: não uma ninguém, mas um corpo”, prosseguiu. Weinstein chegou a ameaçar não lançar “Frida”, pelo qual ela tanto tinha se empenhado. E ela finalmente disse sim para uma condição. Salma aceitou fazer uma cena de sexo com outra mulher para o filme, para que Weistein não impedisse sua distribuição. Descrevendo o dia da filmagem da cena, a atriz disse ter ficado perturbada. “Não por ficar nua com outra mulher, mas porque precisava estar nua com outra mulher por Harvey Weinstein”. “Frida” acabou sendo uma das produções mais premiadas da Miramax, vencendo dois Oscars e rendendo uma indicação a Salma Hayek por seu papel em 2003. E Weinstein quase não lançou o filme por capricho. Ao concluir seu relato, a atriz ressaltou a importância das denúncias feitas por outras pessoas que sofreram com assédios do produtor: “Quando tantas mulheres se apresentaram para descrever o que Harvey tinha feito a elas, eu tive que confrontar minha covardia e aceitar que minha história, por mais importante que fosse para mim, não era nada senão uma gota em um oceano de tristeza e confusão.”

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    Filme inédito de Louis C.K. vaza na internet após ter estreia cancelada durante escândalo sexual

    13 de dezembro de 2017 /

    O filme inédito “I Love You, Daddy”, que teve sua estreia cancelada devido ao envolvimento de Louis C.K. num dos escândalos sexuais que abalam Hollywood, vazou na internet. Na segunda-feira (11/12), uma versão de 1,5gb do filme apareceu no site Pirate Bay, de acordo com a revista Variety. A cópia foi feita pelo famoso grupo de pirataria Hive-CM8, que há pelo menos três anos comemora o Natal divulgando cópias piratas de filmes inéditos e/ou indicados a premiações importantes. A versão que apareceu na internet pertence a um dos críticos que votam na temporada de prêmios. Cópias em DVD do filme foram enviadas para avaliação no mesmo dia em que o jornal The New York Times publicou as denúncias de abusos sexuais do diretor, roteirista e protagonista do longa-metragem, data que também foi véspera da sua première nos cinemas. A repercussão negativa da reportagem fez com que a produtora Orchard cancelasse a estreia e desistisse do lançamento, amargando o prejuízo dos US$ 5 milhões gastos na aquisição do longa no Festival de Tribeca. Por azar, há alguns dias o comediante contatou a distribuidora para comprar de volta seu filme. Mas, antes que o negócio pudesse ser feito, os piratas jogaram o trabalho no mar virtual. Em texto distribuído junto com a versão pirata, o Hive-CM8 disse que estava compartilhando o filme porque o seu lançamento era incerto. “Pensamos que seria um desperdício deixar um ótimo filme de Louis C.K. sem ser visto”, dizem os piratas. Ironicamente, a trama de “I Love You, Daddy” lida com assédio em Hollywood. Rodado em preto e branco, o filme acompanha a relação de um roteirista (papel de CK) e sua filha adolescente (Chloe Moretz) em meio ao ambiente hedonista de Hollywood, destacando em particular um cineasta de passado controvertido, que gosta de atrizes bem jovens – para preocupação do pai-protagonista.

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    Novo site denuncia se filmes e séries têm integrantes acusados de assédio sexual

    13 de dezembro de 2017 /

    A lista negra dos acusados de assédio sexual em Hollywood ganhou mais uma ferramenta de denúncia. Um novo site, chamado Rotten Apples (numa referência ao agregador de resenhas Rotten Tomatoes), foi criado para ajudar a localizar as “maçãs podres” dos filmes e programas de TV, baseado nas denúncias divulgadas nos últimos meses. O funcionamento é simples. Basta incluir o título da produção no campo de pesquisa, e um banco de dados informa se nela há “rotten apples” (pessoas denunciadas por abuso). O site cita nominalmente os envolvidos, com um link para notícias sobre as acusações de assédio de cada indivíduo. Os filmes do produtor Harvey Weinstein, dos diretores James Toback e Brett Ratner e do ator Kevin Spacey estão entre as maçãs mais podres, mas há falhas na lista, que ainda não inclui alguns alvos de denúncias. Por exemplo: a animação “Hercules” não entrega o ator James Woods. Mas o site permite que o internauta entre em contato e sugira mudanças e correções, o que já causou a inclusão dos produtores Andrew Kreisberg na pesquisa por “Supergirl” e Chris Savino na série animada “Loud House”, originalmente ausentes da listagem.

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    Polícia de Los Angeles investiga nova acusação de abuso sexual de Polanski nos anos 1970

    13 de dezembro de 2017 /

    A polícia de Los Angeles abriu uma nova investigação contra o cineasta Roman Polanski, acusado de abusar sexualmente de uma garota em 1975, quando ela tinha apenas 10 anos, segundo a agência Associated Press. Oficiais ouvidos pela agência afirmam que, apesar de o crime já ter prescrito, a polícia pode usar evidências para ajudar em outros casos. A vítima em questão, a artista Marianne Barnard, procurou a polícia em outubro, afirmando que o diretor a molestou durante uma sessão de fotos mais de quatro décadas atrás, ao lhe pedir que posasse usando apenas um casaco de pele em uma praia de Los Angeles. O advogado de Polanski, Harland Braun, afirmou ter contratado um investigador para conversar com os pais de Marianne. “Acredito que uma investigação competente da polícia de Los Angeles vai provar que a história toda é falsa”, disse. Polanski é considerado foragido da justiça americana desde 1978, quando ele fugiu para a França em meio a um julgamento por abuso sexual de uma garota de 13 anos. A vítima, Samantha Geimer, pediu ao juiz que encerrasse o caso em junho deste ano, afirmando que não queria que sua família sofresse mais por causa da situação, mas teve o pedido negado. Recentemente, mais três mulheres acusaram o diretor de estupro nos anos 1970, quando eram menores.

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    Ator acusado de assédio comemora indicação ao Globo de Ouro

    11 de dezembro de 2017 /

    Acusado de “comportamento inadequado” e afastado da Academia Australiana de Cinema e TV, o ator Geoffrey Rush (“O Discurso do Rei”) recebeu uma indicação ao Globo de Ouro 2018 por sua atuação na série limitada “Genius”, em que interpretou Albert Einstein. Em uma comemoração discreta, ele afirmou acreditar na “complexidade da humanidade”. A íntegra de seu comunicado diz: “Esta é uma boa notícia para Albert Einstein. Eu acredito na ciência. Eu também acredito na complexidade da humanidade. Tenho a honra de estar na companhia de candidatos nomeados que, com sua arte, se esforçaram para definir a multiplicidade de dimensões na experiência masculina”. Rush pediu licença do cargo de presidente da Academia Australiana após ser envolvido em alegações de assédio durante uma montagem teatral da peça “Rei Lear”, de Shakespeare. O ator de 66 anos negou as acusações, que vieram à público no final de novembro, quando a Companhia de Teatro de Sydney informou ter recebido queixas contra seu comportamento. Vencedor do Oscar em 1997 por seu papel em “Shine — Brilhante” e indicado outras três vezes – a última por “O Discurso do Rei” (2010) – , o ator está processando o jornal australiano The Daily Telegraph por publicar a notícia. Em comunicado anterior, Rush afirmou desconhecer os detalhes das acusações contra ele. “Desde o momento em que soube dos rumores de denúncia, falei imediatamente com a direção da Companhia de Teatro de Sydney pedindo um esclarecimento dos detalhes do comunicado. Eles se negaram a me dar detalhes”. A academia australiana também emitiu uma nota confirmando a decisão de Geoffrey Rush de “se afastar de forma voluntária”, na qual diz apoiar “um procedimento que respeite tanto o direito à presunção de inocência e a um processo justo, como também à boa gestão da direção nestas circunstâncias”. Rush vai disputar o Globo de Ouro com Robert De Niro (por “O Mago das Mentiras”), Jude Law (“The Young Pope”), Kyle MacLachlan (“Twin Peaks”) e Ewan McGregor (“Fargo”). Já Jeffrey Tambor e Kevin Spacey, que também foram objeto de denúncias recentes, não foram indicados por suas atuações em “Transparent” e “House of Cards”, respectivamente, apesar de ambos terem vencido Globos de Ouro por suas interpretações nas duas séries há dois anos.

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    Indicação de Christopher Plummer, substituindo Kevin Spacey, é maior surpresa do Globo de Ouro

    11 de dezembro de 2017 /

    A maior surpresa da lista de indicados do Globo de Ouro 2018 não foi o terror “Corra!” ser indicado como Melhor Comédia/Musical, mas a inclusão de Christopher Plummer na disputa do troféu de Melhor Ator Coadjuvante. Isto porque o astro veterano filmou sua participação em “Todo o Dinheiro do Mundo” em poucos dias e apenas após a produção voltar para refilmagens. Ele entrou no filme de última hora para substituir o ator Kevin Spacey, envolvido num escândalo sexual. A solução dispendiosa envolveu não apenas mais um salário, mas também refilmagens extensas. E o diretor Ridley Scott só conseguiu o aval da Sony ao prometer que entregaria a nova versão do filme, sem Spacey, no prazo da estreia oficial: 22 de dezembro nos Estados Unidos. A grande ironia é que Plummer tinha sido a escolha original do diretor para o papel, mas a Sony pressionou por Spacey, um ator mais “atual”. A Associação de Imprensa Estrangeira em Hollywood foi a primeira entidade organizadora de prêmios de cinema a assistir a versão final do filme com o novo ator. Ao falar sobre o papel, Plummer defendeu seu trabalho: “Não é uma substituição”. “De um jeito curioso, tudo recomeçou do zero e, por causa disso, é naturalmente diferente”, disse o astro de 87 anos. Plummer ainda comentou as denúncias de assédio sexual contra Spacey. “Toda a situação é muito triste, porque ele é um cara muito talentoso. As circunstâncias são tristes”. “Todo o Dinheiro do Mundo” ainda concorre ao Globo de Ouro em mais duas categorias: Melhor Atriz, com Michelle Williams, e Melhor Direção, com Ridley Scott. O fato de Scott aparecer na lista é outro dado de arrepiar, já que o diretor filmou “Todo o Dinheiro do Mundo” a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque queria chegar aos cinemas antes da estreia de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta: a minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”), que estreia em janeiro no canal pago FX. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Plummer), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. O elenco também destaca as participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. A estreia no Brasil está marcada para 25 de janeiro.

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    HBO divulga vídeo com cenas inéditas de Sharp Objects e da 2ª temporada de Westworld

    9 de dezembro de 2017 /

    A HBO divulgou um vídeo promocional das próximas atrações que exibirá em 2018. E o destaque são as primeiras imagens da minissérie “Sharp Objects”, do telefilme “Paterno” e trechos inéditos da 2ª temporada de “Westworld”. Veja abaixo. “Sharp Objects” é a adaptação do romance “Objetos Cortantes”, primeiro livro escrito por Gillian Flynn (que já teve dois best-sellers filmados, “Garota Exemplar” e “Lugares Escuros”) e será estrelada por Amy Adams (a Lois Lane de “Batman vs. Superman”), escrita por Marti Noxon (série “Unreal”) e com todos os seus capítulos dirigidos pelo cineasta Jean-Marc Vallee (que fez o mesmo com “Big Little Lies”). Publicado em 2006, o livro acompanha uma jornalista (papel de Adams) que, depois de passar um tempo numa instituição psiquiátrica, precisa voltar à sua cidade natal para cobrir um caso de assassinato envolvendo duas meninas pré-adolescentes. Lá, a protagonista é forçada a conviver novamente com a sua mãe, uma mulher neurótica e hipocondríaca que ela mal conhece. “Paterno” traz Al Pacino (“O Poderoso Chefão”) como Joe Paterno, ex-treinador de futebol da Universidade Penn State envolvido num escândalo sexual. Depois de se tornar o treinador mais vitorioso da história do futebol universitário, ele foi acusado de ter ignorado as acusações de abuso sexual contra seu assistente Jerry Sandusky. O filme é dirigido pelo veterano Barry Levinson (“Rain Man”). Já os trechos de “Westworld” mostram a cavalgada assassina de Dolores (Evan Rachel Wood) e Teddy (James Marsden), com narração do Homem de Preto (Ed Harris). Nenhuma dessas atrações teve a data de estreia divulgada.

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    Mais uma mulher acusa Dustin Hoffman de abuso sexual

    9 de dezembro de 2017 /

    Outra mulher acusou o ator Dustin Hoffman de assédio sexual. A denúncia foi feita na sexta (8/12), num artigo publicado pelo site da revista The Hollywood Reporter. O astro veterano, estrela de “A Primeira Noite de um Homem” (1968), “Tootsie” (1982), “Rain Man” (1988) e muitos outros filmes, já havia sido acusado de tocar mulheres de forma imprópria. Agora, foi a vez da atriz Kathryn Rossetter (“Sem Medo de Viver”) declarar ter sido apalpada várias vezes por Hoffman entre 1983 e 1985, quando os dois atuaram juntos numa montagem teatral “A Morte do Caixeiro Viajante”. No texto, ela afirma que o ator “abusa de seu poder e é um porco com as mulheres”. O longo relato revela que Hoffman a ajudou a obter seu primeiro papel na Broadway, mas se aproveitou disso para transformar a conquista em uma “experiência horrível e desmoralizadora”. Durante uma apresentação em Chicago, na qual ela vestia lingerie e cinta-liga — como exige seu papel —, Hoffman resolveu “improvisar”, introduzindo sua mão nas partes íntimas da atriz. Os toques se repetiram de forma “cada vez mais agressiva”, em “quase todas as apresentações” e umas “seis a oito vezes por semana”. “Noite após noite, voltava para casa chorando”, ela contou. “Por que o homem que havia se esforçado para que eu conquistasse o papel, que o havia valorizado e, definitivamente, lançou minha carreira, que me beneficiou com seus conhecimentos de ator, também podia abusar sexualmente de seu poder? Era minha culpa?”, questionou. Hoffman também lhe teria pedido, reiteradamente, que massageasse seus pés no camarim, insistindo para que ela fosse “cada vez mais alto” em suas pernas – o que ela teria se negado a fazer. Kathryn explicou que não podia protestar, porque seu camarim ficava muito perto do palco, e o ajudante do ator montava guarda na frente da porta. A atriz afirma que se propôs a denunciar a conduta de Hoffman a um sindicato de atores de teatro, mas que “profissionais respeitados” a convenceram a recuar, “já que punha seu trabalho em risco”. Em meio às revelações do caso Weinstein, no final de outubro, a assistente de produção Anna Graham Hunter acusou o ator de ter apalpado suas nádegas e de ter-lhe feito propostas sexuais em 1985, quando tinha apenas 17 anos. Por coincidência, isto aconteceu nos bastidores da adaptação cinematográfica da mesma peça, “A Morte de um Caixeiro-Viajante”. Na ocasião, Hoffman divulgou uma breve nota, defendendo-se das acusações. “Tenho um grande respeito pelas mulheres e me sinto terrível que qualquer coisa que tenha feito as tenha colocado em uma situação desconfortável. Sinto muito. Não é um reflexo de quem eu sou”, completou. Depois disso, ele envolveu num bate-boca com o apresentador de TV John Oliver, que trouxe o assunto à tona durante um debate com o ator. Hoffman ainda não comentou as novas acusações. O trabalho mais recente do ator é o filme “Os Meyerowitz: Família Não se Escolhe”, da Netflix, que foi exibido no Festival de Cannes 2017.

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    Thogun Teixeira é afastado de minissérie da Globo após denúncia de estupro

    8 de dezembro de 2017 /

    Thogun Teixeira foi afastado das gravações da minissérie “Ilha de Ferro”, prevista para estrear em 2018 na Globo, após ser acusado de estupro durante a produção de um filme, em novembro. “O ator Thogun Teixeira não participará mais da minissérie ‘Ilha de Ferro’”, informou a assessoria da emissora, em comunicado ao UOL. Procurado, o advogado de Thogun, Humberto Adami, informou que seu cliente ainda não foi comunicado oficialmente pela emissora sobre o afastamento. “Ele deve ter um contato em breve e estamos aguardando. Ele tirou um período [de pausa das gravações], até porque é inconcebível ele permanecer com a rotina normal quando se tem uma acusação desse tipo. É um verdadeiro desastre”, afirmou. Ele foi acusado de estupro e tentativa de estupro por uma camareira e uma assistente de figurino ao final nas filmagens do longa “A Volta”, dirigido por Ronaldo Uzeda. Os nomes das vítimas estão sendo mantidos em sigilo. A denúncia foi feita em 28 de novembro e está sendo investigada pela Delegacia da Mulher de Sorocaba, no interior de São Paulo, onde a agressão teria acontecido. Ronaldo Uzeda informou que a participação do ator no filme, que estreia em 2018, foi cortada. Thogun teria papel importante em “Ilha de Ferro”, que se passa em uma plataforma de petróleo. O ator, que chegou a gravar algumas cenas, viveria Fiapo, o melhor amigo de Dante, papel do protagonista Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”). O personagem agora deverá ser interpretado por Jonathan Azevedo, que viveu o Sabiá em “A Força do Querer”. Azevedo já estava no elenco, mas em um papel menor.

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    Bryan Singer é acusado por estupro de menor

    8 de dezembro de 2017 /

    Três dias após ser demitido das filmagens de “Bohemian Rhapsody”, filme sobre a banda Queen, o diretor Bryan Singer foi acusado de estuprar um jovem de 17 anos em um iate em 2003. Segundo Cesar Sanchez-Guzman, que denunciou e está processando Singer, o diretor o teria forçado a fazer sexo e comprado seu silêncio em troca de um papel em um filme. A ação judicial, protocolada junto à corte de Seattle, ainda declara que o iate em que estavam Singer e Guzman era de Lester Waters, um investidor descrito como “anfitrião de festas para jovens gays na cidade”. Em um comunicado, um representante do diretor disse que ele “nega categoricamente as acusações e irá se defender até que esse processo chegue ao fim”. Coincidentemente, o advogado de Cesar Sanchez-Guzman é Jeffrey Herman, o mesmo que representou Michael Egan em 2014, em um processo contra Singer, o produtor de TV Garth Ancier e o executivo da Disney David Neuman. Na ocasião, Egan também acusou Singer de estuprá-lo quando ele era menor, o que teria acontecido no Havaí. Mas a acusação tinha muitas inconsistências e ruiu quando o diretor conseguiu provar que, na data alegada, estava no Canadá filmando “X-Men”. Além disso, Jeff Herman, advogado de Egan e agora de Sanchez-Guzman, já teve sua carteira da Ordem dos Advogados suspensa pela Suprema Corte do Estado da Flórida por agir de forma desonesta no exercício da profissão e tomar atitudes prejudiciais a um cliente. Por conta do primeiro escândalo, Singer chegou a ser afastado da divulgação de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”. Mas quando as acusações ruíram, ele voltou à franquia para dirigir “X-Men: Apocalipse”. A boa vontade da Fox, porém, acabou após seu sumiço em plenas filmagens de “Bohemian Rhapsody”. O diretor alega que precisou se afastar para lidar com problemas de saúde de seus pais, e que o estúdio não teve sensibilidade para lhe dar alguns dias de folga. A convergência do sumiço, da demissão e da nova acusação deve alimentar teorias diferentes sobre a razão do afastamento de Singer.

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    Filha de Woody Allen questiona porque o pai foi poupado dos escândalos de Hollywood

    8 de dezembro de 2017 /

    Dylan Farrow, filha do cineasta Woody Allen, assinou uma coluna no jornal Los Angeles Times, criticando Hollywood e a mídia por minimizarem e não darem importância para as alegações de agressão sexual que ela fez contra o pai no começo dos anos 1990. Publicado na quinta (7/12), o artigo intitulado “Por que a revolução #MeToo poupou Woody Allen?” questiona por que figuras proeminentes da indústria — o ex-magnata Harvey Weinstein, o executivo da Amazon Roy Price, o ator Kevin Spacey e outros — foram “expulsas de Hollywood” após as revelação de casos de assédio e violência sexual, enquanto seu pai continua a ter um acordo de distribuição multimilionário com a Amazon, vários atores disponíveis para seus filmes e ninguém parece se sentir incomodado. “Estamos no meio de uma revolução. São acusações contra chefes e executivos de estúdio, jornalistas… As mulheres estão expondo a verdade e os homens estão perdendo seus empregos, mas essa revolução tem sido seletiva”, escreveu Farrow. Ela acusou o próprio pai de tê-la atacado sexualmente quando ela tinha sete anos de idade. Em seu texto, ela afirmou que os detalhes do incidente, a batalha de custódia familiar e o “padrão de comportamento inadequado” do diretor não foram revelados adequadamente ao público. “É um feito da equipe de relações públicas de Allen e de seus advogados que poucos conheçam esses fatos. Isso também diz respeito às forças que historicamente têm protegido homens como Allen: o dinheiro e o poder usados para transformar o simples em algo complicado, a fim de modelar a história”. Farrow continua: “Nesta névoa deliberadamente criada, atores top concordam em aparecer nos filmes de Allen e os jornalistas tendem a evitar o assunto”. Ela observa: “Embora a cultura pareça estar se transformando rapidamente, minhas alegações aparentemente ainda são muito complicadas, muito difíceis e também ‘perigosas’ demais para se enfrentar… É difícil negar a verdade, mas é fácil ignorá-la. Parte o meu coração quando vejo mulheres e homens que eu admiro aceitando trabalhar com Allen. O sistema funcionou para Harvey Weinstein há décadas. Mas ainda trabalha e funciona para Woody Allen”. A denúncia de Dylan foi trazida à tona durante a separação do diretor e, após a opinião pública se voltar contra Allen, sua equipe legal virou o jogo, deixando mal sua ex, Mia Farrow, acusada de mentir e ensaiar os próprios filhos para se vingar do ex. Mas o juiz do caso não se deixou convencer e não permitiu que Allen tivesse custódia da menina. Na ocasião, ele tinha começado um relacionamento com outra filha de Farrow, Soon-Yi Previn, adotada durante o casamento anterior da mulher, o que alimentou rumores. Allen está até hoje casado como Soon-Yi. Dylan é irmã de Ronan Farrow, que desempenhou um papel importante na revelação dos escândalos de Weinstein, ao publicar uma reportagem na revista The New Yorker que reuniu os primeiros testemunhos de estupros sofridos por vítimas do produtor. Há dois anos, Ronan também questionou a impunidade de Allen num artigo publicado na época da participação do diretor no Festival de Cannes. Na ocasião, ele cobrou o silêncio da imprensa, que o paparicou no evento. Diante disso, Allen chegou a comentar que temia uma “caça às bruxas” após o estouro do escândalo de Weinstein. “Você não vai querer entrar numa atmosfera de caça às bruxas, uma atmosfera de Salem, onde qualquer cara que pisca para um garota em seu escritório de repente tem que ligar para seu advogado para se defender”, declarou. “Isso também não é certo. Mas claro, eu espero que tudo isso transforme em benefício para as pessoas ao invés de apenas uma história trágica”.

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