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  • Etc,  Série

    Fabricante de remédio retruca Roseanne Barr: racismo não é efeito colateral

    30 de maio de 2018 /

    Após a comediante Roseanne Barr afirmar que o tuíte racista que custou o cancelamento de sua série foi influenciado por Ambien, um remédio para dormir, os fabricantes das pílulas protestaram. A empresa Sanofi, que fabrica o Ambien, tuítou uma resposta na manhã de quarta-feira (30/5). “Embora todos os tratamentos farmacêuticos tenham efeitos colaterais, o racismo não é um efeito colateral conhecido de qualquer medicamento da Sanofi”. Veja abaixo. O canal ABC cancelou a sitcom “Roseanne”, que já havia sido renovada para uma nova temporada, após a repercussão de um tuíte racista da comediante sobre Valerie Jarrett, que foi assessora do ex-presidente americano Barack Obama. Na terça-feira (29/5), Roseanne Barr comentou um tuíte sobre Valerie Jarrett: “Irmandade Muçulmana e ‘Planeta dos Macacos’ tiveram um filho = vj”. Advogada e ativista, Jarrett é negra e nasceu no Irã, embora seja filha de pais americanos. O tuíte foi considerado duplamente preconceituoso, ao comparar quem nasce no Irã com um radical e uma mulher negra a um macaco. Chamada de racista, ela ainda disse que “muçulmanos não são uma raça”, antes de se defender dizendo que era uma piada. No final, ela apagou tudo e postou um pedido de desculpas pela “piada de mau gosto”. Apesar de ter dito que deixaria a rede social, após o cancelamento ela voltou a tuitar e pediu para que as pessoas “não sintam pena” dela e afirmou que estava usando pílulas para dormir na ocasião da polêmica. “Não sintam pena de mim. Eu só queria me desculpar com as centenas de pessoas, e maravilhosos roteiristas (todos liberais) e talentosos atores que perderam seus empregos no meu programa por causa do meu estúpido tuíte”, ela escreveu. “Eu fiz algo indefensável, então não me defendam. Eram 2h da manhã, eu estava tuitando sob efeito de Ambien (remédio para dormir), era o (feriadão de) Memorial Day e eu fui longe demais. Eu cometi um erro, eu gostaria de não ter cometido… Não me defendam”, continuou. As repercussões negativas do tuíte racista continuam corroendo o legado da comediante. Após o cancelamento do revival de “Roseanne”, o Hulu removeu todos episódios antigos da série de seu serviço de streaming. E três canais de TV paga, Paramount Network, TV Land e CMT, que pertencem à Viacom, também deixarão de exibir a série a partir desta quarta-feira (30/5). People of all races, religions and nationalities work at Sanofi every day to improve the lives of people around the world. While all pharmaceutical treatments have side effects, racism is not a known side effect of any Sanofi medication. — Sanofi US (@SanofiUS) May 30, 2018

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  • Etc,  Série

    Roseanne Barr culpa remédio por tuíte racista e pede para que “não sintam pena” dela

    30 de maio de 2018 /

    A atriz Roseanne Barr, protagonista, criadora e produtora de “Roseanne”, voltou ao Twitter após publicar o comentário racista que resultou no cancelamento de sua série. Apesar de ter dito que deixaria a rede social, ele pediu para que as pessoas “não sintam pena” dela, lamentou a demissão dos liberais que trabalhavam na série e afirmou que estava usando pílulas para dormir na ocasião da polêmica. Mas logo apagou estes novos tuítes. “Não sintam pena de mim. Eu só queria me desculpar com as centenas de pessoas, e maravilhosos roteiristas (todos liberais) e talentosos atores que perderam seus empregos no meu programa por causa do meu estúpido tuíte”, ela escreveu. “Eu fiz algo indefensável, então não me defendam. Eram 2h da manhã, eu estava tuitando sob efeito de Ambien (remédio para dormir), era o (feriadão de) Memorial Day e eu fui longe demais. Eu cometi um erro, eu gostaria de não ter cometido… Não me defendam”, continuou. O canal ABC cancelou a sitcom “Roseanne”, que já havia sido renovada para uma nova temporada, após a repercussão de um tuíte racista da comediante sobre Valerie Jarrett, que foi assessora do ex-presidente americano Barack Obama. Na terça-feira (29/5), Roseanne Barr comentou um tuíte sobre Valerie Jarrett: “Irmandade Muçulmana e ‘Planeta dos Macacos’ tiveram um filho = vj”. Advogada e ativista, Jarrett é negra e nasceu no Irã, embora seja filha de pais americanos. O tuíte foi considerado duplamente preconceituoso, ao considerar quem nasce no Irã um radical e ao comparar uma mulher negra com um macaco. Chamada de racista, ela ainda disse que “muçulmanos não são uma raça”, antes de se defender dizendo que era uma piada. No final, ela apagou tudo e postou um pedido de desculpas pela “piada de mau gosto”. Depois da avalanche de protestos contra Roseanne Barr, a presidente da rede ABC decidiu cancelar “Roseanne”, a série mais vista da TV americana em 2018, e contou com o apoio do CEO da Disney. O cancelamento foi bastante comemorado, inclusive entre atores e produtores famosos da ABC. Mas agora outro perfil de público surgiu em defesa da atriz, sugerindo boicotes à ABC. Seus seguidores passaram a usar a hashtag “eu apoio Roseanne”. “Gente não comecem a boicotar a ABC. Eu não sou uma censora e eles têm o direito de fazer o que quiserem. Está tudo bem”, disse ela, que completou. “Sem querer dar desculpas para meu tuíte, mas eu já fiz muita coisa estranha enquanto estava sob efeito de Ambien às 2h da manhã.” Em seguida, acrescentou: “Estou cansada de ser atacada e mais vilipendiada que outros comediantes que fizeram pior”. Apesar deste discurso, as repercussões negativas do tuíte racista continuam corroendo o legado da comediante. Após o cancelamento do revival de “Roseanne”, o Hulu removeu todos episódios antigos da série de seu serviço de streaming. E três canais de TV paga, Paramount Network, TV Land e CMT, que pertencem à Viacom, também deixarão de exibir a série a partir desta quarta-feira (30/5).

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  • Série

    Cancelamento de Roseanne é comemorado por atores e produtores da rede ABC

    29 de maio de 2018 /

    O cancelamento da série “Roseanne” foi aplaudido por produtores e atores da ABC, que elogiaram a decisão da presidente da rede, Channing Dungey, ao anunciar a decisão de tirar do ar sua série de maior audiência para enviar uma mensagem clara contra a proliferação do racismo. A série foi cancelada nesta terça (29/5), horas depois de sua protagonista, produtora e criadora Roseanne Barr publicar um tuíte racista, atacando gratuitamente uma ex-funcionária de Barack Obama com alusões à Irmandade Muçulmana e aos filmes da franquia “Planeta dos Macacos”. “A irmandade muçulmana e o planeta dos macacos tiveram um bebê = vj”, escreveu Barr, que é eleitora e defensora apaixonada de Donald Trump, usando as iniciais de Valerie Jarrett, ao comentar um tuíte que acusava a assessora de ajudar a encobrir supostos delitos cometidos pelo governo Obama. Ao ver a repercussão, ela ainda tentou se defender dizendo que muçulmanos não eram uma raça. Depois, disse que tinha sido uma piada. Ao final, pediu desculpas e afirmou que estava deixando o Twitter. A esta altura, porém, uma campanha espontânea para o cancelamento de sua série já tinha tomado conta da rede social. Uma das produtoras da série, a comediante Wanda Sykes, adiantou-se e disse que não voltaria a trabalhar na atração. Os próprios integrantes do elenco e o showrunner usaram o Twitter para lamentar e repudiar o comentário, que comparava Jarrett a um macaco. Diante do quadro, Channing Dungey assumiu a responsabilidade de cancelar “Roseanne”, série de maior audiência da TV americana em 2018. “A publicação de Roseanne no Twitter é detestável, repugnante e inconsistente com os nossos valores, e decidimos cancelar sua série”, afirmou a presidente da ABC, em declaração oficial. Imediatamente começaram a pipocar as mensagens de apoio à decisão, inclusive com algumas comemorações de colegas de trabalho de Roseanne Barr. Atores e produtores da própria ABC figuraram entre os mais enfáticos, entre eles até integrantes do elenco de “Roseanne”. “Quando eu liguei para o meu agente para dizer que eu não queria mais trabalhar em ‘Roseanne’, soube que a série tinha sido cancelada. Me senti muito empoderada por Wanda Sykes, Channing Dungey e todos da ABC que se ergueram a favor da moral e contra o abuso de poder. Bullies nunca vencerão” – Emma Kenney, atriz de “Roseanne”. As I called my manager to quit working on Roseanne, I was told it was cancelled. I feel so empowered by @iamwandasykes , Channing Dungey and anyone at ABC standing up for morals and abuse of power. Bullies will NEVER win. — Emma Kenney (@EmmaRoseKenney) May 29, 2018 “Eu me sinto arrasado, não pelo fim de ‘Roseanne’, mas por todos aqueles que colocaram seus corações e almas em nossos trabalhos, e o público que nos acolheu em suas casas… As palavras de uma pessoa não representam todos os envolvidos. Eu condeno veementemente aquelas declarações. Elas são repreensíveis e intoleráveis, contradizendo minhas crenças e perspectivas sobre a vida e a sociedade. Eu sempre vivi e ensinei meus filhos a serem inclusivos. Acredito que nosso programa se esforçou para abraçar diferentes origens e opiniões, através de um diálogo aberto. Embora eu vá sentir falta da minha família na ABC, acredito que ficar de fundo, em silêncio, é endossar e permitir declarações que eu acho verdadeiramente ofensivas. Meu personagem foi criado para representar a natureza inclusiva dos meus pontos de vista. Representar porções da sociedade que são sempre marginalizadas. Neste momento, é importante ser claro. Temos que enfrentar o preconceito, o ódio, a intolerância e a ignorância para tornar a sociedade um lugar melhor para todos” – Michael Fishman, ator de “Roseanne”. pic.twitter.com/rLKGEHvl4f — Michael Fishman (@ReelMFishman) May 29, 2018 “A parte mais terrível disto tudo é que as pessoas talentosas e inocentes que trabalhavam naquela série agora vão sofrer por causa disso. Mas, honestamente, ela teve o que merecia. Como eu conto a minha criança de 4 anos, você faz uma escolha com suas ações. Roseanne fez uma escolha. Uma escolha racista. A ABC fez uma escolha. Uma escolha humana” – Shonda Rhimes, criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”. The terrible part is all of the talented innocent people who worked on that show now suffer because of this. #notjustice — shonda rhimes (@shondarhimes) May 29, 2018 But honestly she got what she deserved. As I tell my 4 year old, one makes a choice with one’s actions. Roseanne made a choice. A racist one. ABC made a choice. A human one. — shonda rhimes (@shondarhimes) May 29, 2018 “Obrigada, Channing Dungey!” – Viola Davis, estrela de “How to Get Away with Murder”. Thank you Channing Dungey!https://t.co/VIlKTF9y7Z — Viola Davis (@violadavis) May 29, 2018 “Obrigada, Channing. Obrigada, rede ABC” – Bellamy Young, atriz de “Scandal”. Thank you, Channing. Thank you @ABCNetwork. ❤️❤️❤️ https://t.co/jvA7l71HJS — Bellamy Young (@BellamyYoung) May 29, 2018 “Nunca tive tanto orgulho de trabalhar para a rede ABC. Obrigada, Channing Dungey por seu meu pequeno pedaço de esperança para nosso país hoje” – Krista Vernoff, showrunner de “Grey’s Anatomy”. I have never been more proud to work for @ABCNetwork THANK YOU Channing Dungey for being my one little slice of hope for our country today. — Krista Vernoff (@KristaVernoff) May 29, 2018 “Roseanne, você partiu meu coração. Você é uma desculpa esfarrapada de ser humano. Como é estranho que você, como comediante, possa se esquecer o significado de uma “piada” e de um comentário pessoal. Sua maldade é estarrecedora e irá lhe render um ingresso para uma vida triste, solitária e infeliz” – Rita Moreno, da série “One Day at a Time”. @therealroseanne, you break my heart — You are a sorry excuse for a human being. How odd that you, as a comedienne, have forgotten then meaning of a "joke" and a personal comment. Your meanness is staggering and will earn you a ticket to a sad, lonely and sorry life. — Rita Moreno (@TheRitaMoreno) May 29, 2018 “Tchau-tchau” – Kenya Barris, criador de “Black-ish”.

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  • Série

    Série Roseanne é cancelada após tuíte racista da protagonista

    29 de maio de 2018 /

    A rede americana ABC cancelou a sitcom “Roseanne”, a série de maior audiência dos Estados Unidos em 2018. Revival da atração homônima dos anos 1990, “Roseanne” já havia sido renovada para uma nova temporada, mas a ABC decidiu retirar a encomenda de episódios após a protagonista, produtora e criadora da atração Roseanne Barr publicar um tuíte racista sobre Valerie Jarrett, mulher que foi assessora do ex-presidente americano Barack Obama. “A publicação de Roseanne no Twitter é detestável, repugnante e inconsistente com os nossos valores, e decidimos cancelar sua série”, afirmou a presidente da ABC, Channing Dungney, em declaração oficial. O cancelamento da série se deu da forma mais fortuita possível, porque Roseanne Barr, eleitora e defensora apaixonada de Donald Trump, resolveu atacar gratuitamente nesta terça-feira (29/5) a ex-funcionária de Obama, em um tuíte (posteriormente excluído) que faz alusões à Irmandade Muçulmana e aos filmes da franquia “Planeta dos Macacos”. “A irmandade muçulmana e o planeta dos macacos tiveram um bebê = vj”, escreveu Barr, usando as iniciais de Valerie Jarrett, ao comentar um tuíte que acusava a assessora de ajudar a encobrir supostos delitos cometidos pelo governo Obama. Ao ver a repercussão, ela ainda tentou se defender dizendo que muçulmanos não eram uma raça. Depois, disse que tinha sido uma piada. Ao final, pediu desculpas e afirmou que estava deixando o Twitter. “Peço desculpas a Valerie Jarrett e a todos os americanos. Sinto muito por fazer uma piada de mau gosto sobre sua política e sua aparência. Eu deveria saber melhor. Perdoe-me. Minha piada foi de mau gosto”, escreveu. Recusando-se a aceitar o pedido de desculpas, várias celebridades e políticos criticaram Barr pelo comentário e exigiram ações da rede ABC. Em meio à repercussão, a comediante Wanda Sykes, que é produtora do revival de “Roseanne”, disse que não voltaria a trabalhar com Barr na 2ª temporada do revival. “Não voltarei a ‘Roseanne’ na ABC”, escreveu ela. E até Sara Gilbert, que interpreta uma filha de Roseanne na série, condenou a atriz. “Os comentários recentes de Roseanne sobre Valerie Jarrett, e muito mais, são abomináveis ​​e não refletem as crenças de nosso elenco e equipe ou de qualquer um associado ao nosso programa. Estou decepcionada com suas ações, para dizer o mínimo”, escreveu ela. O showrunner de “Roseanne”, Bruce Helford, também resolveu se pronunciar “em nome de todos os roteiristas e produtores que trabalharam duro para criar uma série incrível”. “Eu fiquei pessoalmente horrorizado e entristecido pelos comentários que não refletem, de forma alguma, os valores das pessoas que trabalharam para fazer dessa série icônica o que ela é”. A decisão do canal não tardou. Mas, mesmo diante do clamor público, a ação surpreendeu o mercado. Afinal, na onda de revivais da TV americana, a comédia de Roseanne Barr era disparada a mais bem-sucedida. Seu episódio de estreia foi visto por nada menos que 18,44 milhões de espectadores ao vivo e cada episódio chegava a juntar 21,6 milhões em todas as plataformas por semana (mais do que “The Big Bang Theory”, o vice-líder de audiência). O detalhe é que o cancelamento foi defendido até pelo CEO da Disney, Bob Iger, que é o poderoso chefão do conglomerado, no qual se inclui a ABC. “Só havia uma coisa a se fazer aqui, e era fazer a coisa certa”, ele tuitou. Vale lembrar que a ABC tem uma programação de comédias focada em famílias modernas, que enfrentam preconceitos e transmitem mensagens de superação. A família de “Roseanne” era a única da rede a representar valores conservadores. A mesma ABC já tinha cancelado, no ano passado, “Last Man Standing”, outra sitcom de grande audiência e trama conservadora, por destoar do restante de sua programação – a premissa da série era uma defesa do machismo. O fim de “Roseanne” deixa a ABC com um buraco em sua programação, que precisará ser coberto após o anúncio das atrações de sua próxima temporada para o mercado. O cancelamento da série, porém, não foi o único revés sofrido pela atriz. Ela ainda foi dispensada por sua agência, a ICM Partners.

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  • Etc,  Série

    Comentário racista de Roseanne Barr incendeia Twitter e gera campanha por cancelamento de sua série

    29 de maio de 2018 /

    A comediante Roseanne Barr, estrela da série de comédia “Roseanne”, que teve o revival mais bem-sucedido da TV americana em 2018, resolveu abandonar o Twitter após um comentário racista provocar revolta até em colegas de trabalho, gerando pedidos para a rede ABC cancelar a série. Roseanne Barr atacou gratuitamente nesta terça-feira (29/5) a assessora do ex-presidente Obama, Valerie Jarrett, em um tuíte (posteriormente excluído) que faz alusões à Irmandade Muçulmana e aos filmes da franquia “Planeta dos Macacos”. “A irmandade muçulmana e o planeta dos macacos tiveram um bebê = vj”, escreveu Barr, usando as iniciais de Jarrett, ao comentar um tuíte que acusava a assessora de ajudar a encobrir os supostos delitos cometidos pelo governo Obama. Quando usuários apontaram que o tuíte parecia racista, Barr, que é eleitora e defensora apaixonada do presidente Trump, respondeu: “Muçulmanos não são uma raça”. Ao ver a polêmica se alastrar ainda mais, ela ainda escreveu que seu tuíte foi “uma piada”. Como ninguém achou graça, ela se viu pressionada a se desculpar e assim fez. “Peço desculpas a Valerie Jarrett e a todos os americanos. Sinto muito por fazer uma piada de mau gosto sobre sua política e sua aparência. Eu deveria saber melhor. Perdoe-me. Minha piada foi de mau gosto”. Em seguida, ela afirmou que estava deixando o Twitter. Recusando-se a aceitar o pedido de desculpas, várias celebridades e políticos criticaram Barr pelo comentário e exigiram ações da rede ABC. “A comparação feita por Roseanne Barr da ex-assessora de Obama, Valerie Jarrett, com um macaco é racista e indesculpável. A ABC deve agir agora!”, tuitou o Reverendo Al Sharpton. “Estou repugnada por Valerie Jarret ter que ouvir uma ‘piada’ racista e intolerante às suas custas e estou enojado que qualquer pessoa negra ou muçulmana tenha que continuar submetida a essa doença em 2018”, tuitou a atriz Patricia Arquette. “Ei ABC, Roseanne Barr comparou Valerie Jarrett a um macaco. Não há desculpas que ela possa fazer que justifique a ABC fechar os olhos para esse fanatismo para exibir mais um segundo que seja de seu programa. Mesmo na Era de Trump, há linhas que nunca podem ser cruzadas. Esta é uma”, tuitou o jornalista Joe Scarborough. “#FireRoseanne (demita Roseanne) e f*da-se sua nostalgia. Vai trabalhar em ‘Mad About You’, se você é tão nostálgico”, escreveu o ator Billy Eichner, puxando uma hashtag viral. A comediante Wanda Sykes, que é produtora do revival de “Roseanne”, disse nesta terça-feira que não voltará para a 2ª temporada do revival após o tuíte de Barr. “Não voltarei a ‘Roseanne’ na ABC”, escreveu ela. E até Sara Gilbert, que interpreta uma filha de Roseanne na série, condenou a atriz. “Os comentários recentes de Roseanne sobre Valerie Jarrett, e muito mais, são abomináveis ​​e não refletem as crenças de nosso elenco e equipe ou de qualquer um associado ao nosso programa. Estou decepcionada com suas ações, para dizer o mínimo”, escreveu ela. Quando os seguidores de Gilbert perguntaram se ela pretendia abandonar a série por conta da controvérsia, ela respondeu: “Isso é incrivelmente triste e difícil para todos nós, pois criamos um programa em que acreditamos, do qual nos orgulhamos e que o público ama – acredito que isso possa ser separado das opiniões e palavras de um membro do elenco”, ela respondeu via Twitter. Em poucos minutos, “Roseanne” se tornou o principal trend topic mundial do dia no Twitter. Os representantes da ABC ainda não se manifestaram sobre a campanha que pede o cancelamento da série.

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  • Série

    Schooled: Spin-off de The Goldbergs ganha primeiras imagens

    16 de maio de 2018 /

    A rede americana ABC divulgou duas imagens de “Schooled”, spin-off de “The Goldbergs” passado nos anos 1990. As imagens destacam os professores da William Penn Academy, vividos Tim Meadows, Bryan Callen e AJ Michalka, todos vistos em “The Goldbergs”. O spin-off chegou a ser rejeitado pela ABC e seu piloto incorporado como um episódio comum de “The Goldbergs”, em que os personagens imaginavam o futuro (a série original se passa nos anos 1980). Mas o capítulo agradou ao público, que pediu mais e acabou atendido. O próprio Adam F. Goldberg, cujas memórias de infância servem de base para a série original, desenvolveu a nova atração em parceria com o produtor de “The Goldbergs” Marc Firek. “Schooled” tem estreia prevista para a midseason, no começo de 2019 nos Estados Unidos.

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  • Série

    Whiskey Cavalier: Nova série de Lauren Cohan ganha primeiro trailer

    16 de maio de 2018 /

    A rede americana ABC divulgou quatro imagens e o primeiro trailer de “Whiskey Cavalier”, série de espionagem estrelada por Lauren Cohan (a Maggie de “The Walking Dead”) e Scott Foley (o Jake de “Scandal”). A prévia é repleta de ação e também divertidíssima, explorando a química eletrizante do casal. Os dois encarnam uma espécie de Sr. e Sra. Smith, rivais de diferentes agências do governo, lutando entre si para resolver o mesmo caso. Na trama, o trabalho da dupla inspira a formação de uma equipe multi-agências, que junta os dois agentes para lidar com ameaças contra o mundo, mas a maior ameaça que precisarão enfrentar é a dificuldade de lidar um com o outro. A comédia de ação foi criada por Dave Hemingson – que não tinha nenhum piloto aprovado desde “Kitchen Confidential” em 2005, cancelada na 1ª temporada. E além do casal protagonista, tem um ótimo elenco de apoio, com destaque para Tyler James Williams (o Chris de “Todo Mundo Odeia o Chris”, que por sinal trabalhou com Cohan em “The Walking Dead”), Ana Ortiz (das séries “Ugly Betty” e “Devious Maids”) e Vir Das (“Goa Goa Gone”). A aprovação de “Whiskey Cavalier” significa que Lauren Cohan terá menos tempo para gravar “The Walking Dead”, o que deve diminuir sua participação na produção dos zumbis. “Whiskey Cavalier” tem estreia prevista para a midseason, no começo de 2019, nos Estados Unidos.

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    The Fix: Robin Tunney vive promotora em trailer de série inspirada no julgamento de O.J. Simpson

    16 de maio de 2018 /

    A rede americana ABC divulgou cinco imagens e o trailer de “The Fix”, nova série jurídica estrelada por Robin Tunney (da série “The Mentalist”). A prévia lembra o julgamento de O.J. Simpson, acompanhando um astro negro que é acusado de homicídio duplo em Los Angeles e, em meio à atenção midiática do processo criminal, recebe o veredito de “não culpado”. Mas há uma reviravolta. Ao perder o caso, a promotora Maya Travis (Tunney) considera sua carreira arruinada e resolve se afastar. Mas, oito anos depois, a mesma celebridade se torna o principal suspeito de outro assassinato, o que faz com que a procuradoria a procure para convencê-la a assumir o caso, com uma segunda chance de fazer justiça. Vale observar que estre os criadores da série está Marcia Clark, promotora encarregada do caso de O.J. Simpson (vivida por Sarah Paulson em “American Crime Story”), que desenvolveu “The Fix” com Sarah Fain e Elizabeth Craft (criadoras de “Women’s Murder Club”). Além de Robin Tunney, o elenco destaca Adewale Akinnuoye-Agbaje (séries “Lost” e “Ten Days in the Valley”) como o astro suspeito, além de Robin Givens (“Riverdale”), Adam Rayner (“Tyrant”), Merrin Dungey (“Big Little Lies”), Breckin Meyer (“Designated Survivor”), Marc Blucas (“Underground”) e Mouzam Makkar (“The Exorcist”). A série tem estreia prevista para a midseason, no começo de 2019, nos Estados Unidos.

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  • Série

    Grand Hotel: Série novelesca de Eva Longoria ganha imagens e trailer

    16 de maio de 2018 /

    A rede americana ABC divulgou cinco imagens e o primeiro trailer de “Grand Hotel”, série novelesca produzida pela atriz Eva Longoria (de “Desperate Housewives”). Ela já produziu “Telenovela” e “Devious Maids”, sempre inspirada por novelas latinas, e a nova atração não é diferente. Criada por Brian Tanen (produtor-roteirista de “Devious Maids”), a série é adaptação de uma produção espanhola e destaca em seu elenco o astro mexicano Demián Bichir (série “The Bridge”) como o dono de um luxuoso hotel em Miami Beach. A locação em Miami ajuda a latinizar a trama, já que o local é repleto de imigrantes, além de permitir muitas cenas calientes de descamisados. Mas essa encenação também lembra a temporada inaugural de “Jane the Virgin”. O microcosmo do hotel ainda serve de palco para conflitos de classe entre funcionários e proprietários, o indefectível romance entre a filha do dono e um empregado, segredos de família, ligações perigosas e escândalos, como boa telenovela. Além de Bichir como o patriarca milionário, com segredos e dívidas, o elenco destaca Roselyn Sanchez (série “Devious Maids”), Chris Warren (série “The Fosters”), Wendy Raquel Robinson (série “The Game”), Shalim Ortiz (série “Heroes”), Denyse Tontz (também de “The Fosters”), Bryan Craig (novela “General Hospital”), Lincoln Younes (série “Home and Away”) e Justina Adorno (série “Seven Seconds”). A série tem estreia prevista para a midseason, no começo de 2019, nos Estados Unidos.

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    A Million Little Things: Protagonistas de Grimm e Psych se juntam em imagens e trailer de série depressiva

    16 de maio de 2018 /

    A rede ABC divulgou sete imagens e o trailer de “A Million Little Things”, produção dramática que junta os protagonistas de “Grimm” e “Psych” numa trama tão depressiva que sua premissa é um suicídio. A prévia mostra que o suicídio de um amigo aproxima os sobreviventes. E como se isso não fosse triste o suficiente, um dos três amigos que sobrram também é suicida e outro tem câncer. Em vez de pipoca, a produção parece pedir um balde de anti-depressivos. A série foi criada pelo roteirista-produtor DJ Nash, que após fracassar com comédias – “Growing Up Fisher” (2014) e “Truth Be Told” (2016) foram canceladas na 1ª temporada e o piloto de “Losing It” não foi aprovado no ano passado – , decidiu se arriscar numa narrativa dramática. A sinopse afirma que a série compartilha o tom do filme clássico “O Reencontro” (1983). A trama gira em torno de um grupo de amigos que, por diferentes razões, estão se sentindo presos em suas vidas. Quando um deles morre inesperadamente, percebem que precisavam mudar tudo e finalmente começar a viver. O bom elenco inclui James Roday (da série “Psych”), David Giuntoli (o “Grimm”), Romany Malco (séries “Weeds” e “Blunt Talk”), Allison Miller (“Terra Nova” e “Incorporated”), Christina Marie Moses (“The Originals”), Stephanie Szostak (“Satisfaction”), Christina Ochoa (de “Blood Drive” e também “Valor”), Anne Son (“My Generation”), Lizzy Greene (“Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”) e Ron Livingston (“Search Party”) como o amigo suicida. O cineasta James Griffiths (“Ritmo Cubano”) assina o primeiro episódio, que estreia na temporada de outono, entre setembro e novembro, nos Estados Unidos.

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  • Série

    The Rookie: Nova série estrelada por Nathan Fillion ganha trailer e imagens

    16 de maio de 2018 /

    A rede ABC divulgou sete imagens e o trailer de “The Rookie”, série que traz o ator Nathan Fillion de volta à emissora americana, após oito temporadas de “Castle” (2009-2016). A prévia revela uma diferença de tom de no novo trabalho, que não segue a fórmula de processo policial com leve toque do humor. Ao contrário, a trama se leva muito a sério, com direito a bullying contra o protagonista, chamado de “crise ambulante de meia idade” por seu superior. Por outro lado, o vídeo também aponta um romance nascente entre colegas. Na nova série, Fillion interpreta John Nolan, o novato mais velho da Delegacia de Polícia de Los Angeles. Numa idade em que outros atingem o auge das carreiras, ele resolveu recomeçar sua vida, deixando para trás a pequena cidade em que vivia para realizar seu sonho de ser um policial em Los Angeles. Agora, cercado por novatos de 20 anos, Nolan deve lidar com um mundo imprevisível, perigoso, mas também divertido, ao virar um policial novato com 48 anos. “The Rookie” é uma criação de Alexi Hawley, que foi roteirista-produtor, justamente, de “Castle”. E o elenco da atração também inclui Melissa O’Neil (série “Dark Matter”), Afton Williamson (série “The Night Of”), Richard T. Jones (série “Santa Clarita Diet”), Eric Winter (série “Secrets and Lies”), Titus Makin Jr. (série “The Path”), Alyssa Diaz (série “Zoo”) e Mercedes Mason (série “Fear the Walking Dead”). A série tem previsão de estreia para a temporada de outono, entre setembro e novembro, nos Estados Unidos.

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  • Filme,  Série

    Single Parents: Nova série de comédia da criadora de New Girl ganha imagens e trailer

    15 de maio de 2018 /

    A rede americana ABC divulgou cinco imagens e o primeiro trailer de “Single Parents”, nova série de comédia sobre famílias estrelada por Leighton Meester (a Blair de “Gossip Girl”). Criada pela dupla Elizabeth Meriwether e J.J. Philbin, respectivamente criadora e roteirista de “New Girl”, a série acompanha um grupo de pais solteiros que passam a conviver devido à escola dos filhos pequenos. Como pais solteiros, eles buscam se envolver o mínimo possível nas atividades escolares, até que surge um novo pai, superligado na filha. A série começa quando o grupo conhece o tal superpai, Will (Taran Killam, do humorístico “Saturday Night Live”), um cara de 30 e poucos anos que está tão focado em criar sua filha que perdeu de vista quem ele é como homem. Quando os outros pais solteiros percebem o quanto Will se afundou no papel de pai em tempo integral, eles se unem para tirá-lo do buraco e fazê-lo perceber que ser um ótimo pai não significa sacrificar tudo que envolve sua própria identidade. Leighton Meester vive a protagonista feminina, uma das poucas mulheres do grupo, que ainda destaca um deslocado Brad Garrett (da série “Everybody Loves Raymond”), bem mais velho que os demais e finalmente estrelando uma sitcom que não inclui auditório e claque. Os pai e a mãe que completam o grupo são Jake Choi (“Wolves”) e Kimrie Lewis (série “Scandal”). A série tem estreia prevista para a temporada de outono, entre setembro e novembro, nos Estados Unidos.

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  • Série

    The Kids Are Alright: Série de comédia nostálgica com ator de The Walking Dead ganha primeiro trailer

    15 de maio de 2018 /

    A rede americana ABC divulgou quatro imagens e o primeiro trailer de “The Kids Are Alright”, sitcom passado nos anos 1970, que acompanha uma família numerosa, chefiada por Michael Cudlitz (da série “The Walking Dead”). A prévia explora a recriação de época e estabelece o universo conservador da família protagonista, que tem sua história narrada pelo filho do meio, como um longo flashback. A narrativa é reminiscente de “Anos Incríveis”, primeira sitcom de nostalgia narrada por uma criança (passada nos anos 1960). Mas o que era novidade há 30 anos agora virou lugar-comum, o que torna “The Kids Are Alright” similar a “The Goldbergs” (passada nos anos 1980), que vai ganhar um spin-off, “Schooled” (passado nos anos 1990), e “Young Sheldon” (também nos 1990). O maior diferencial é a trama acompanhar uma família católica irlandesa, como “The Real O’Neals” (cancelada nos dias atuais). Inspirada pela infância do criador da série, Tim Doyle (veterano roteirista-produtor de “Família Dinossauros”, “Roseanne” e “Last Man Standing”), “The Kids Are Alright” acompanha uma família tradicional católica irlandesa, os Clearys, enquanto eles passam por pequenas e grandes mudanças durante uma das décadas mais turbulentas da América. Diz a sinopse oficial: “Em um bairro de classe trabalhadora nos arredores de Los Angeles, Mike (Cudlitz) e Peggy (Mary McCormack, da série “In Plain Sight”) criam oito meninos barulhentos que vivem seus dias com pouca supervisão. O lar vira de cabeça para baixo quando o filho mais velho Lawrence volta para casa e anuncia que está deixando o seminário para sair e ‘salvar o mundo’. Os tempos estão mudando e essa família nunca mais será a mesma”. O elenco também inclui os jovens Sam Straley (visto em “Chicago P.D.”), Caleb Foote (série “American Horror Story”), Sawyer Barth (série “Public Morals”), Christopher Paul Richards (série “Billions”), Jack Gore (também de “Billions”), Andy Walken (“A Mulher Mais Odiada dos Estados Unidos”) e Santino Barnard (“The Matter of Life”), que vivem sete dos irmãos Cleary. O oitavo é um bebê. A série tem estreia prevista para a temporada de outono, entre setembro e novembro, nos Estados Unidos.

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