For the People, nova série de Shonda Rhimes, é renovada para a 2ª temporada
A rede ABC anunciou a renovação de “For the People”, a mais nova série da produtora Shonda Rhimes, responsável por “Grey’s Anatomy”, “Scandal” e “How to Get Away With Murder”. Apesar disso, a série vem demonstrando um desempenho abaixo do esperado, com uma audiência baixíssima. O episódio mais recente, exibido na terça (8/5), registrou 2 milhões de telespectadores e 0,5 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. A série é o segundo drama jurídico da Shondaland, mas se diferencia de “How to Get Away With Murder” por mostrar não uma, mas duas equipes rivais de advogados iniciantes, que trabalham sob supervisão de veteranos na promotoria e na defensoria pública. Ou seja, como “Raising the Bar”, exibida há dez anos no canal pago TNT. Vale lembrar que a ABC quase rejeitou a série, que para ser aprovada precisou ter seu piloto refilmado com mudanças no elenco. A atriz principal, Britt Robertson (das séries “Under the Dome” e “Girlboss”), foi acrescentada em cima da hora, em substituição a Britne Oldford (série “Hunter”). Por isso, a ABC não pôde aproveitar imagens do piloto gravado para iniciar a divulgação, o que prejudicou o marketing da série. Mesmo assim, os primeiros materiais (vídeos, fotos, cartazes) traziam a atriz dispensada. A série foi criada por Paul William Davies (roteirista de “Scandal”) e se passa nos tribunais de Nova York, mas também acompanha as vidas pessoais de seus jovens personagens. Os demais atores são Jasmin Savoy Brown (série “Leftovers”), Ben Rappaport (“Mr. Robot”), Susannah Flood (“Chicago Fire”), Wesam Keesh (“Awkward.”), Regé-Jean Page (minissérie “Raízes/Roots”), Ben Shenkman (“Royal Pains”), Hope Davis (“Wayward Pines”), Vondie Curtis-Hall (“Demolidor”) e Anna Deavere Smith (“Nurse Jackie”). A 1ª temporada, com apenas 10 episódios, encerra-se em 22 de maio.
Cancelamentos de Inhumans e Ten Days in the Valley são oficializados
A rede ABC oficializou os cancelamentos das séries “Inhumans” e “Ten Days in the Valley”. Ambas já eram tratadas como canceladas em decorrência de baixas audiências, críticas negativas e falta de novidades sobre seus futuros, apesar das temporadas inaugurais terem ido ao ar no ano passado. Baseada nos quadrinhos dos Inumanos, “Inhumans” foi o primeiro grande fracasso da Marvel, encerrada com público de 1,9 milhão e 0,4 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Alardeada como uma superprodução, a primeira série a estrear no cinema com projeção grandiosa no circuito Imax, tornou-se uma frustração de tamanho colossal, com a escalação de um diretor especialista em continuações de filmes trash para o projeto. Não por acaso, foi considerada a pior atração televisiva de 2017, com apenas 10% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Com isso, a Marvel queimou a franquia, que a certa altura esteve cotada para chegar aos cinemas com Vin Diesel no papel principal – como o herói mudo Raio Negro. Por sua vez, “Ten Days in the Valley” foi a primeira série virtualmente cancelada da temporada passada. Devido à falta de interesse do público, o programa passou a ser exibido com episódios duplos aos sábados, dia em que tradicionalmente não há séries na TV aberta americana. e durante o período de fim de ano, quando as demais séries estavam em pausa. A audiência, que já era baixa, chegou a 1,3 milhão e 0,2 ponto. Criada por Tassie Cameron (que criou a bem-sucedida série canadense “Rookie Blue”), a série misturava suspense e trama novelesca, e marcava a volta de Kyra Sedgwick à TV após cinco anos. A atriz, que estrelou a série policial “The Closer” por sete temporadas, vivia uma mãe solteira e produtora de televisão, que passa por um divórcio turbulento. Quando sua filha desaparece, seu mundo – e a controversa série policial que ela produz – implode.
The Crossing, Deception, Kevin (Probably) Saves the World e Alex, Inc são canceladas na 1ª temporada
A rede ABC cancelou quatro séries recém-lançadas. Os dramas “The Crossing” e “Deception” e as comédias “Kevin (Probably) Saves the World” e “Alex, Inc” não voltarão para uma 2ª temporada. Ainda em exibição, “The Crossing” e “Deception” até tiveram boas estreias, entre as melhores da ABC em três anos. A primeira abriu 5,4 milhões de telespectadores ao vivo e 1,0 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes) no começo de abril, mas a trama repleta de clichês do gênero sci-fi não segurou o público, que caiu para 3,6 milhões e 0,5 ponto. Criada por Dan Dworkin e Jay Beattie (da série “Scream”), “The Crossing” trazia Steve Zahn (série “Treme”) como o xerife de uma cidadezinha que tem que lidar com a chegada de refugiados em sua praia. De forma misteriosa, eles aparecem sem barco e dizendo fugir de uma guerra devastadora. O detalhe é que a guerra só vai acontecer no futuro. Para completar, alguns deles começam a demonstrar superpoderes. “Deception” tinha mais público, mas experimentou uma queda maior, de 5,9 milhões de telespectadores ao vivo e 1,2 ponto na demo para 3,9 milhões e 0,7 ponto. A trama girava em torno de um mágico famoso, chamado Cameron Black, que decide ajudar o FBI a resolver um mistério e logo passa a solucionar um caso por semana, usando os truques e segredos de sua profissão como guia para a resolução de crimes impossíveis. Criada por Chris Fedak (criador de “Chuck”), a ideia remete a “Truque de Mestre” (2013), além de evocar a interação volátil entre um leigo presunçoso e uma policial/agente federal sexy, que é o lugar-comum de “The Mentalist” (2008-2015), “Castle” (2009–2016), “Limitless” (2015–2016), “Rosewood” (2015-2017), “Lucifer” (2015-) e inúmeras outras séries de procedimento. O mágico é vivido por Jack Cutmore-Scott (“Kingsman: Serviço Secreto”) e a agente sexy por Ilfenesh Hadera (“Baywatch”). Já as comédias nunca flertaram com a possibilidade de renovação. Estrelada por Jason Ritter (série “Parenthood”), “Kevin (Probably) Saves the World” começou com 4,2 milhões telespectadores e 1 ponto, desabando episódio a episódio, até terminar em março com 2,5 milhões e 0,7 – a pior audiência dentre as séries de comédia do canal. Na trama, Kevin era um divorciado fracassado que passa a ser assediado por uma mulher que só ele vê. Dizendo ser do céu, ela afirma que ele foi escolhido para salvar o mundo. Mas, para cumprir seu destino, precisará melhorar de atitude e de vida. Curiosamente, a premissa foi concebida por Tara Butters e Michele Fazekas, que já tinham produzido uma narrativa inversa, sobre um cara comum aliciado pelo diabo na divertida – e cultuada – série “Reaper” (2007–2009). Por fim, “Alex, Inc” estreou em março com 4,6 milhões de telespectadores e 1,12 ponto, mas seu episódio mais recente foi visto por 3 milhões e registrou 0,7 na demo. A série marcou a volta de Zach Braff à televisão, sete anos após o final de “Scrubs”. E era basicamente uma extensão das ideias de “Lições em Família” (2014), a comédia indie em que o diretor-roteirista-ator interpretava um sonhador em crise, forçado a reexaminar sua vida e carreira, tendo mulher e filhos para sustentar. Apesar dessa semelhança, não foi o ator quem criou a premissa, mas o roteirista Matt Tarses (criador de “Mad Love”). Os dois tinham trabalho juntos em “Scrubs”.
Rede ABC renova cinco séries de comédia
A rede ABC anunciou a renovação de cinco séries de comédia sobre famílias modernas: “Black-ish”, “Fresh Off the Boat”, “Speechless”, “American Housewife” e “Splitting Up Together”. Elas se juntam a “Modern Family”, que chegará à sua 10ª e possivelmente última temporada no canal. O quarteto renovado tem famílias de várias configurações, inclusive de pais separados, caso de “Splitting Up Together”, a caçula da turma. Lançada em março deste ano, a série marca a volta de Jenna Fischer aos sitcoms, após marcar época como a recepcionista Pam, de “The Office”. Na trama, ela e o marido (Oliver Hudson, de “Rules of Engagement”) resolvem se separar, mas sem se separar de verdade, já que também decidem continuar a morar juntos, para acomodar suas finanças e a criação dos filhos. Após seis episódios, a atração desenvolvida por Emily Kapnek (criadora de “Suburgatory”) foi aprovada com uma média de 4,4 milhões de telespectadores e 1,3 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Já “Speechless” e “American Housewife” vão chegar aos seus terceiros anos, após desempenhos similares – respectivamente: 4,3 milhões e 1,1 ponto, e 4,5 milhões e 1,2 ponto. Criada por Scott Silveri (criador de “Joey”, “Perfect Couples” e “Go On”), “Speachless” tem o diferencial de lidar com a família de um adolescente cadeirante. A atração é estrelada por Minnie Driver (“Dou-lhes Um Ano”) como Maya, uma mãe apaixonada por seu marido e os três filhos pré-adolescentes, um deles com necessidades especiais. O elenco também inclui Cedric Yarbrough (“Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor”) como o cuidador do menino, cuja presença na trama evoca imediatamente o filme francês “Intocáveis” (2011). “American Housewife” é uma criação de Sarah Dunn (roteirista da clássica “Spin City”) e gira em torno da mãe vivida por Katy Mixon (série “Mike & Molly”). Sua personagem é Katie, que também é mãe de três crianças complicadas e sofre com seu temperamento forte, enquanto tenta criar sua família normal de classe média em uma cidade rica, repleta de esposas perfeitas e filhos ideais. Única série sobre família asiática na TV americana – e a primeira com protagonistas asiáticos da TV aberta desde 1994 – , “Fresh off the Boat” vai chegar a sua 5ª temporada com a menor audiência da turma – 3,8 milhões de telespectadores e 1 ponto na demo. Criada por Nahnatchka Khan (série “Apartment 23”), a trama é inspirada no livro de memórias do chef Eddie Huang e investe no tom nostálgico, ao estilo de “Todo Mundo Odeia o Cris”, “Os Goldbergs” e “Anos Incríveis”. Passada nos anos 1990, conta como a família taiwanesa do menino Eddie se adapta ao choque cultural de morar em Orlando, na Flórida. O elenco é encabeçado por Randall Park (que estará em “Homem Formiga e a Vespa”) e Constance Wu (que estará em “Podres de Ricos”), e a produção conta com o cineasta Jake Kasdan (do fenômeno “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”). “Black-ish” também chega na 5ª temporada, mas em meio a muitas tensões nos bastidores. Seu criador, Kenya Barris (autor dos roteiros de “Viagem das Garotas” e do novo “Shaft”), estaria ensaiando trocar a TV pelo streaming, após ter se desentendido publicamente com o canal. No mês passado, a ABC vetou a exibição de um episódio politicamente temático do “Black-ish”, citando “diferenças criativas” com Barris. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem ABC nem eu estávamos felizes com a direção do episódio e concordamos em não colocá-lo no ar”, Barris disse na época. Além disso, a rede não tem apostado em novas criações do roteirista, tendo recusado “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que implodiu após o ator desistir do projeto. Assistida por 4,2 milhões de telespectadores ao vivo, com 1,1 ponto na demo, “Black-ish” já foi mais popular, mas, em compensação, rende frutos para o ABC Studios, como o spin-off “Grown-ish”, exibido no canal pago Freeform – do mesmo conglomerado. A série tem seis indicações ao Emmy e Tracee Ellis Ross venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz, por sua performance como a mãe sofredora da família Johnson.
How to Get Away With Murder terá 5ª temporada
A rede ABC anunciou a renovação da série “How to Get Away With Murder”, estrelada por Viola Davis (vencedora do Oscar por “Um Limite entre Nós”), para sua 5ª temporada. A série tinha encerrado sua 4ª temporada em março com uma média de 3,6 milhões telespectadores e 0,9 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. A trama dos novos episódios irá abordar o mistério introduzido na season finale, quando um estudante chamado Gabriel Maddox deu a entender, em sua chegada, que é filho de um personagem do elenco central. “How to Get Away With Murder” é exibida no Brasil pelo canal pago Sony
Limpa de séries: Quantico, Designated Survivor, Taken e The Brave são canceladas
As redes americanas ABC e NBC promoveram uma limpa em suas séries de ação. Cada canal cancelou um par de séries do gênero. Os cortes mais sentidos aconteceram na ABC, responsável por tirar do ar duas atrações anteriormente badaladas, que se perderam pelo caminho ao passar por reinvenções. Mais longeva das séries, “Quantico” vai acabar em sua 3ª temporada. A decisão foi tomada após a exibição de apenas três episódios do atual arco narrativo, que confirmaram o desgaste, com 2,2 milhões de telespectadores e 0,5 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Vale lembrar que “Quantico” teve 4,3 milhões de telespectadores e 1,24 pontos na temporada inaugural. Contribuíram para esta queda três anos com elencos e missões diferentes, sem falar que a trama já não tinha nada a ver com o título da produção – o centro de treinamento de agentes do FBI de Quantico só apareceu nos primeiros episódios. O fim de “Designated Survivor” acontece com a conclusão da 2ª temporada, após atingir seu pior público: 3,2 milhões na quarta-passada (9/5). A série, que traz Keifer Sutherland (“24 Horas”) como presidente dos EUA, caiu de 5,8 milhões de telespectadores em seu primeiro ano para uma média 3,9 milhões e 0,72 ponto. Os produtores tentaram reverter a tendência com mudanças no elenco – entraram Kim Raver (também de “24 Horas”) e até Michael J. Fox (o eterno Marty McFly de “De Volta ao Futuro”). Mas não teve jeito. A trama criada por David Guggenheim, roteirista do filme de ação “Protegendo o Inimigo” (2011), despede-se do público na próxima quarta (16/5). Na NBC, os cortes causaram menos abalo por atingirem “Taken”, que nunca decolou, e a estreante “Valor”. Inspirada na franquia “Busca Frenética”, “Taken” era uma espécie de prólogo dos filmes estrelados por Liam Neeson, mas com muita liberdade criativa. Apesar de acompanhar a juventude do agente Bryan Mills, a trama era ambientada nos dias atuais e não nos anos 1970, como seria o caso se a idade do ator original fosse levada em conta. A atração já era considerada virtualmente cancelada, ao voltar irreconhecível após intervenção do canal, que reagiu à aprovação de apenas 32% de seu primeiro ano no site Rotten Tomatoes. Ela só chegou na 2ª temporada devido ao interesse internacional. Por se basear numa franquia conhecida, atraiu interesse de muitos mercados estrangeiros, tornando-se lucrativa para o estúdio NBCUniversal, parceiro da EuropaCorp (estúdio do filme) na produção. Mas o público do canal não aprovou as mudanças a rodo. Diante de uma sintonia de 2,7 milhões ao vivo e 0,4 ponto na demo, a NBC optou por tirar a série do ar após a exibição de 11 episódios de sua 2ª temporada. Os capítulos que restam serão despejados nos sábados, dia em que não há outras séries no ar, durante o verão americano. Já o cancelamento de “The Brave” reflete a saturação do gênero das séries de ação militar na atual safra da TV aberta dos Estados Unidos. Após o sucesso de “Six” na TV paga, as redes americanas lançaram nada menos que três atrações similares, centradas em missões perigosas realizadas por equipes de elite das forças armadas do país. “The Brave” é a segunda cancelada, após “Valor” na rede CW. Em compensação, “SEAL Team” foi renovada na rede CBS. Criada por Dean Georgaris (roteirista de “Lara Croft: Tomb Raider – A Origem da Vida”), “The Brave” destacava em seu elenco Mike Vogel (série “Under the Dome”) e Anne Heche (série “Aftermath”), e tinha o maior público entre todas as séries canceladas desta leva: 4,6 milhões ao vivo e 0,9 ponto. O último episódio foi exibido em janeiro. No Brasil, “Quantico” e “The Brave” são exibidas pelo canal pago AXN, “Designated Survivor” pela Netflix e “Taken” pela Amazon Prime.
The Rookie: Nova série estrelada por Nathan Fillion ganha primeiro comercial
A rede ABC divulgou a primeira foto oficial do protagonista e o primeiro comercial de “The Rookie”, série que traz o ator Nathan Fillion de volta à emissora americana, após oito temporadas de “Castle” (2009-2016). A prévia não reflete a expectativa por uma nova trama de processo policial com leve toque do humor. Ao contrário, assumem um tom sério, com direito a bullying contra o protagonista, chamado de “crise ambulante de meia idade” por seu superior. Na nova série, Fillion vai interpretar John Nolan, o novato mais velho da Delegacia de Polícia de Los Angeles. Numa idade em que outros atingem o auge das carreiras, ele resolveu recomeçar sua vida, deixando para trás a pequena cidade em que vivia para realizar seu sonho de ser um policial em Los Angeles. Agora, cercado por novatos de 20 anos, Nolan deve lidar com um mundo imprevisível, perigoso, mas também divertido, ao virar um policial novato com 48 anos. O elenco da atração também inclui Melissa O’Neil (série “Dark Matter”), Afton Williamson (série “The Night Of”), Richard T. Jones (série “Santa Clarita Diet”), Eric Winter (série “Secrets and Lies”), Titus Makin Jr. (série “The Path”), Alyssa Diaz (série “Zoo”) e Mercedes Mason (série “Fear the Walking Dead”). A série é uma criação de Alexi Hawley, que foi roteirista-produtor, justamente, de “Castle”. Ainda não há previsão de estreia, embora ela seja esperada para a temporada de outono (entre setembro e novembro) nos Estados Unidos.
Tim Allen revela negociações para volta da série Last Man Standing
Um ano depois de ser cancelada pela rede ABC, “Last Man Standing” pode ser resgatada pela Fox. A novidade foi sugerida pelo astro Tim Allen, estrela da série, em mensagem a seus seguidores nas redes sociais. O revival ainda estaria em fase inicial de planejamento, mas Allen está otimista, ao falar que uma nova temporada “pode se tornar uma realidade”. Veja abaixo. A volta da série pela Fox é estimulada por dois fatores. Trata-se de uma produção da casa, mais especificamente da 20th Century Fox Television, o que facilita o acordo. O outro detalhe determinante foi o enorme sucesso do revival de “Roseanne”, sitcom que compartilha o mesmo viés político conservador de “Last Man Standing”. Muitos críticos comentaram que a ABC cometeu um erro estratégico ao cancelar a série de Tim Allen, porque ela tinha boa audiência na demografia dos eleitores de Donald Trump como poucas outras séries exibidas nos Estados Unidos. Afinal, os produtores de TV tendem a priorizar uma agenda progressista, evitando ao máximo ideais reacionários, como as preocupações machistas do personagem de Allen em sua sitcom. Na série, Allen sofria por ser o único homem numa família repleta de mulheres – esposa e três filhas – e se sentia extremamente incomodado pelo crescente empoderamento feminino do mundo atual. Para se ter noção do respaldo do público, “Last Man Standing” tinha uma das audiências mais consistentes da ABC. A 6ª temporada, encerrada em março de 2017, foi vista em média por 6,4 milhões de telespectadores, contra 6,7 milhões da temporada anterior. E o detalhe: com a desvantagem de ser exibida às sextas, dia de pior público da TV americana. Ao mesmo tempo, a progressista “Modern Family” da mesma ABC foi assistida por 5,7 milhões de telespectadores na atual temporada, em franco declínio – perde uma média de 1 milhão de telespectadores a cada ano. Mas enquanto “Modern Family” venceu prêmios e rende discussão, pouca gente repercutiu a persistência de Tim Allen em contar as mesmas piadas conservadoras, semana após semana. De forma significativa, “Last Man Standing” nem sequer tem avaliação no site Rotten Tomatoes, porque a crítica simplesmente não se interessou por ela. Só o povão que elegeu Trump gostava. Não por acaso, Allen chegou até a se fantasiar de Trump num episódio. Os proprietários atuais da Fox tem o mesmo perfil conservador da série, a ponto de o canal Fox News ser quase porta-voz de Trump. O problema para este projeto supostamente sob medida é que a Disney, tradicionalmente mais liberal (e dona da ABC), comprou o estúdio Fox, que detém os direitos de produção de “Last Man Standing”. Ainda não há previsão para a troca de comando, que depende de aprovação do governo (de Trump), mas essa pode ser uma pedra no caminho da produção, embora o próprio Tim Allen seja bastante querido pela Disney – ele é o dublador de Buzz Lightyear nos desenhos de “Toy Story”. They heard all your voices people!! LMS just might be a reality. Keep it up. Who wants more #LastManStanding ? — Tim Allen (@ofctimallen) May 3, 2018
Ellen Pompeo insinua que final da produção de Grey’s Anatomy está próximo
Uma das séries mais longevas ainda no ar, “Grey’s Anatomy” pode se encerrar em breve, afirmou a estrela da atração, Ellen Pompeo. “Há um fim e ele está se aproximando”, disse a atriz em entrevista à revista Us Weekly, acrescentando que a decisão sobre quando encerrar a produção, atualmente renovada para a 15ª temporada, será tomada em conjunto por ela e pela criadora da série, Shonda Rhimes. Além de estrelar “Grey’s Anatomy”, Ellen Pompeo se tornou produtora da série. Sua personagem, Meredith Grey, é quem batiza a atração. Na entrevista, a atriz afirmou ter uma ideia de como a série irá acabar, afirmando que pretende se afastar da TV para se dedicar mais aos seus três filhos. “Eu quero estar mais envolvida na vida dos meus filhos conforme eles crescem. Eles precisam mais de mim, e esse mundo é um lugar muito louco”. Por conta disso, ela afirma que pretende se dedicar mais ao trabalho de produção, que demanda menos tempo e compromissos, e diminuir aos poucos o trabalho como atriz. “Eu amo produzir. É um problema depois do outro, é uma aula de resolução de problemas. Atuação é algo para garotas jovens. Você tem que viajar, ficar longe. Você tem que ficar lá e trabalhar de noite, na chuva. Não estou dizendo que nunca mais vou fazer. Se surgir uma oportunidade incrível, é claro que vou fazer”. No fim de 2017, a atriz renegociou seu contrato com “Grey’s Anatomy”, passando a receber US$ 20 milhões por temporada. Com isso, ela se tornou uma das atrizes mais bem pagas da TV americana. Entretanto, o novo acordo é válido apenas por mais duas temporadas – a vindoura 15ª e uma final, a 16ª, que ainda não foi confirmada, mas deve ir ao ar em 2019. Caso decida cumprir apenas este contrato e a produtora Shonda Rhimes não insistir em continuar a série sem sua protagonista, “Grey’s Anatomy” exibirá seus últimos episódios daqui a dois anos, em maio de 2020.
Atriz da série clássica Mulher Biônica será mãe de protagonista de Grey’s Anatomy
A atriz Lindsay Wagner, que marcou época como a personagem-título de “A Mulher Biônica” nos anos 1970, foi escalada como mãe de um dos protagonistas da série “Grey’s Anatomy”. Ela viverá Helen Karev, mãe do Dr. Alex Karev (Justin Chamber), no episódio intitulado “Fight For Your Mind”, que irá ao ar em 3 de maio nos Estados Unidos. Após 14 anos, a única vez que a mãe de Karev apareceu foi durante um flackback do começo da atual temporada, em que apareceu em sua juventude. Lindsay Wagner encarnará a personagem após Alex viajar com Jo (Camilla Luddington) para Iowa em busca de sua mãe, de quem não ouve notícias há muito tempo. Vale lembrar que Karev teve uma infância e adolescência traumática, em parte pelos problemas psicológicos de sua mãe, então não será um reencontro fácil. “Grey’s Anatomy” é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.
Geena Davis vai voltar a Grey’s Anatomy
A atriz Geena Davis (“Thelma e Louise”) vai voltar a aparecer na série “Grey’s Anatomy“. Após ter um arco importante no 11º ano do drama médico, ela retomará o papel da Drª. Nicole Herman na reta final da atual temporada. A personagem irá aparecer no penúltimo episódio, que vai ao ar em 10 de maio nos Estados Unidos, para avisar Arizona (Jessica Capshaw) sobre o surgimento de uma grande oportunidade. Tudo indica que este será o caminho da saída de Arizona da série. A atriz Jessica Capshaw e sua colega Sarah Drew (intérprete de April) não voltarão na 15ª temporada, recentemente confirmada. Intitulado “Cold As Ice”, o episódio de Geena Davis também mostrará algum dos médicos do Grey Sloan Memorial Hospital ferido gravemente, fazendo todo o time refletir sobre o que é realmente importante em suas vidas. Espere muito drama e lágrimas. No Brasil, “Grey’s Anatomy” é exibida no canal pago Sony.
Grey’s Anatomy é renovada para a 15ª temporada
A rede ABC anunciou a renovação de “Grey’s Anatomy” para sua 15ª temporada. Com isso, a série criada por Shonda Rhimes passa a igualar “ER/Plantão Médico” como a mais longeva série de temática médica da TV americana. A renovação já era esperada, após a atriz Ellen Pompeo assinar contrato milionário para mais duas temporadas em janeiro. “‘Grey’s Anatomy’ possui um lugar especial no meu coração, e milhões de espectadores se sentem da mesma forma. Graças à feroz lealdade dos fãs que têm acompanhado esta jornada desde o início, e da nova geração que continua a descobrir a alegria e o drama do Grey Sloan Memorial, a série segue mais forte do que nunca”, destacou em comunicado a presidente de entretenimento da ABC, Channing Dungey. A série encerra sua 14ª temporada em 17 de maio, quando se despedirá de duas atrizes de seu elenco fixo, Jessica Capshaw (Arizona) e Sarah Drew (April). No Brasil, “Grey’s Anatomy” é exibida no canal pago Sony.
Título do final de temporada de Agents of SHIELD sinaliza conclusão da série
A rede americana ABC divulgou o titulo do último episódio da 5ª temporada de “Agents of SHIELD” e ele não é muito promissor para os fãs da série. Segundo a emissora, a season finale é intitulada “The End” (O Fim). Embora em alta criativa, a série vem sofrendo com poucos telespectadores. E, após ser relegada às noites de sexta-feira na TV americana (que tem a pior audiência da semana), corre risco de ser cancelada. O mais recente episódio exibido registrou a pior audiência da série, com 1,8 milhão de telespectadores ao vivo e apenas 0,45 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, que interessa aos anunciantes). Apesar disso, o ator Clark Gregg voltará a interpretar seu personagem, o agente Coulson, num filme da Marvel, “Capitã Marvel”, o que poderia ser visto como um incentivo para manter a série no ar. “The End” vai ao ar no dia 18 de maio nos Estados Unidos. A série “Agents of SHIELD” é exibida pelo canal pago Sony no Brasil.












