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  • Filme

    Morre Chuck Russell, diretor de “O Máskara”, aos 74 anos

    24 de julho de 2026 /

    Cineasta também comandou "A Hora do Pesadelo 3" e lançou Cameron Diaz e Dwayne Johnson no cinema

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  • Etc,  Filme

    Art LaFleur (1943–2021)

    20 de novembro de 2021 /

    O ator Art LaFleur, mais conhecido por interpretar o astro do beisebol Babe Ruth em “Se Brincar o Bicho Morde” (1993), morreu na quarta-feira (17/11) aos 78 anos, após uma batalha de uma década contra a doença de Parkinson. Ele iniciou sua longa trajetória tardiamente. Tinha mais de 30 anos de idade quando se destacou na premiada minissérie baseada no filme “A um Passo da Eternidade” (From Here to Eternity), que rendeu o Globo de Ouro para a veterana Natalie Wood e também deslanchou a carreira de Kim Basinger em 1979. LaFleur ainda participou de dezenas de séries populares, como “As Panteras”, “M*A*S*H”, “Lou Grant”, “O Incrível Hulk”, “Esquadrão Classe A”, “Chumbo Grosso”, “Contos da Cripta”, “S.O.S. Malibu”, “Maré Alta”, “Plantão Médico”, “Malcolm”, “JAG”, “House”, etc. Mas sempre em apenas um capítulo, como convidado especial. Por outro lado, conquistou papéis memoráveis no cinema, indo de fã de beisebol em “Sonhando com a Fama” (1982), de Herbert Ross, ao papel de outro jogador clássico do esporte, Chick Gandil, no cultuado “Campo dos Sonhos” (1989), de Phil Alden Robinson. Também foi um agente da CIA na comédia “O Homem do Sapato Vermelho” (1985), um militar em guerra contra alienígenas em “Patrulheiros do Espaço” (1985), o chefe da polícia em “Stallone: Cobra” (1986), uma vítima de “A Bolha Assassina” (1988), parceiro de Mel Gibson e Robert Downey Jr. em “Air America: Loucos pelo Perigo” (1990), sem esquecer o papel de Fada do Dente em “Meu Papai é Noel 3” (2006), entre vários outros créditos de sua vasta filmografia.

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  • Filme,  Música

    Ralph Carmichael (1927–2021)

    20 de outubro de 2021 /

    Ralph Carmichael, um prolífico compositor e arranjador de músicas e trilhas, morreu na segunda-feira (18/10) em Camarillo, Califórnia, aos 94 anos. A causa da morte não foi informada. Carmichael iniciou sua longa carreira no início dos anos 1950, quando sua banda escolar apareceu na TV local de Los Angeles. Pouco depois, ele começou a compor músicas incidentais para séries como “I Love Lucy”, “December Bride” e “Bonanza”, entre outras, passando rapidamente a criar trilhas para filmes B e a exercer o cargo de diretor musical de especiais de TV com cantores como Roy Rogers, Bing Crosby, Barbara McNair, Julie London e Anita Bryant. Entre suas trilhas de cinema, destaca-se “A Bolha Assassina”, sci-fi barata de 1958 que lançou a carreira cinematográfica do ator Steve McQueen, e que contou com participação de Burt Bacharah na faixa de abertura. Já na TV, o destaque foi a música-tema de “Minha Mãe, o Carro” (1965). Carmichael compôs a divertida melodia que acompanhava a descrição da premissa da série, sobre a reencarnação da mãe do protagonista (Jerry Van Dyke) como um carro. Ele também se destacou na música popular americana, como arranjador, maestro, pianista e produtor de discos de Nat King Cole, Frankie Laine, Rosemary Clooney, Bing Crosby e Roger Williams. Entre os nove álbuns que gravou com Cole, encontra-se o clássico “The Magic of Christmas”, de 1960, que se tornou um dos discos de Natal mais tocados de todos os tempos. O compositor fundou sua própria gravadora em 1968, especializando-se em lançar artistas cristãos, como Andrae Crouch, os Continental Singers, Cliff Richard e seu próprio grupo de estúdio, The Young People. Creditado por escrever mais de 300 canções gospel, Carmichael também assinou a trilha do filme religioso “A Cruz e a Navalha” (1970), em que o cantor Pat Boone vivia um padre em luta contra jovens delinquentes. Ele ainda serviu por vários anos como presidente da Associação da Música Gospel dos EUA, ocasião em que chegou a ser conhecido como o “Pai da Música Cristã Contemporânea”. Mas o rótulo não foi seu único reconhecimento. Carmichael entrou para o Hall of Fame da Música Evangélica em 1985 e um ano depois publicou uma autobiografia em que falava de sua fé, batizada com o nome de uma de suas gravações de gospel mais famosas, “He’s Everything to Me”. Em 1994, ele recebeu o Grammy gospel, o Dove Award, por seu disco “Strike Up the Band”, e ainda foi homenageado no Hall of Fame dos Difusores Religiosos em 2001. Lembre abaixo a música-tema de “Minha Mãe, o Carro”.

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  • Filme

    Halle Berry é absorvida pelo novo remake de A Bolha Assassina

    30 de maio de 2017 /

    O clássico sci-fi “A Bolha Assassina” vai ganhar uma terceira versão estrelada pela atriz Halle Berry (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), segundo o site da produtora oficial, Swen Group. Em sua descrição, o projeto é apresentado como uma reimaginação e não um remake. E a sinopse realmente é diferente. Diz o texto da produtora: “Quando um grupo de mineiros descobre algo escondido debaixo da terra, eles involuntariamente desencadeiam uma criatura hedionda além da imaginação. Agora, os moradores da cidade devem enfrentá-la, antes que ela destrua tudo.” Para quem não lembra, a história clássica começava com a queda de um meteoro, que trazia em seu interior a bolha gelatinosa e gosmenta do título. Pequena de início, ela gruda no braço do primeiro curioso que a encontra, mas logo passa a absorver outras pessoas, crescendo a cada refeição, até se tornar do tamanho de um Godzilla. O projeto da nova versão é antigo. Para se ter noção, Rob Zombie (“Rejeitados pelo Diabo”) chegou a cogitar sua direção em 2009, antes do diretor Simon West (“Os Mercenários 2”) ser anunciado em 2015. West ainda estaria à frente da produção. A ideia é lançar o filme em 2018 para coincidir com os 60 anos do longa original, que chegou aos cinemas em 1958 com o jovem Steve McQueen (“Bullit”) no papel principal. A data também marca os 30 anos da estreia do primeiro remake, lançado em 1988 com roteiro de ninguém menos que Frank Darabont (criador de “The Walking Dead”). Se a tradição for mantida, pode-se aguardar uma quarta versão para 2048!

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