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Filme, Série

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11 de outubro de 2026
  • Série

    Diretor de Homem-Formiga desenvolve projeto de série de comédia

    20 de dezembro de 2018 /

    O cineasta Peyton Reed (“Homem-Formiga e a Vespa”) está desenvolvendo uma nova série para a rede CBS, intitulada “The Unicorn”. Criada por Bill Martin e Mike Schiff (que anteriormente criaram “Grounded for Life”), a série de comédia gira em torno de um viúvo e suas duas filhas. Tentando superar o pior ano de sua vida, ele percebe que não está preparado para criar duas filhas sozinho e muito menos voltar a ser solteiro. Peyton Reed vai produzir a série, após experimentar a função em “The Goodwin Games”, cancelada após sete episódios em 2013. O projeto ainda está em fase de roteiro e precisará receber aprovação para gravar piloto antes de, se avaliado positivamente, virar série.

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  • Série

    Star Trek: Discovery ganha vídeo de bastidores da 2ª temporada

    20 de dezembro de 2018 /

    A plataforma CBS All Access divulgou um vídeo de bastidores da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que destaca a introdução do Capitão Pike. A prévia traz depoimentos do elenco e produtores, cenas inédias e uma narração de Sonequa Martin-Green, que repete a famosa frase da abertura da série original dos anos 1960: “Espaço, a fronteira final…” Por sinal, Christopher Pike é um personagem clássico de “Star Trek” – foi o capitão da Enterprise no primeiro piloto da série, antes de James Kirk, e sua história foi integrada na cronologia oficial em 1966. Ele é interpretado por Anson Mount (o Raio Negro na série dos Inumanos) e vem acompanhado de outra personagem da sua Enterprise, a primeira oficial conhecida como Número 1, que é vivida por Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”). No piloto original de 1964, Pike comandava a Enterprise, a Número 1 era seu primeiro oficial e Spock já fazia parte da tripulação. Os novos episódios vão começar justamente com o encontro entre as naves Discovery e Enterprise (versão 1964), conforme o gancho deixado no final do último capítulo do ano inaugural. Para completar, haverá a introdução de Spock, que será interpretado por Ethan Peck (série “10 Coisas que Eu Odeio em Você”), neto do grande ator Gregory Peck, vencedor do Oscar por “O Sol É para Todos” (1962). A 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” estreia em 17 de janeiro. No Brasil, ela é disponibilizada semanalmente pela Netflix, com um dia de diferença em relação à exibição americana.

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  • Etc,  Série

    Stranger Things: Will presenteia Xuxa por ajudar em seu resgate no Mundo Invertido

    20 de dezembro de 2018 /

    O ator Noah Schnapp apareceu em um vídeo de Natal da Netflix, divulgado nesta quinta-feira (20/12), para dar um presente para a Xuxa. No vídeo, ele lembrou que Xuxa participou da divulgação de “Stranger Things” no Brasil em 2016, num comercial em que a brasileira “voltava” aos anos 1980, como apresentadora de programa infantil. A campanha mostrava Xuxa lendo uma carta de Joyce Byers desesperada com o desaparecimento do filho Will. Pois Noah agradeceu, dizendo que “nunca vai se esquecer” da ajuda de Xuxa na luta de Joyce para encontrá-lo. Ele aproveitou para contar que Will, o seu personagem na série, foi salvo e está bem – ao menos, ele acha que Will está “tipo” bem – e prometeu um presente pelo apoio: um dos walkie-talkies usados pela turma de “Stranger Things”, para que possam manter contato. Noah esteve recentemente em São Paulo, participando da CCXP 2018 (Comic-Con Experience) com os colegas Caleb McLaughlin (o Lucas) e Sadie Sink (a Max). Além desses dois, Gaten Matarazzo (Dustin) e Millie Bobby Brown (Eleven) podem ser vistos ao fundo no vídeo, trocando presentes e abraços. A 3ª temporada de “Stranger Things” estreia em 2019 em data ainda não divulgada.

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  • Série

    Pôsteres de The Walking Dead destacam a nova vilã Alpha e os Sussurradores

    20 de dezembro de 2018 /

    O canal pago AMC divulgou três novas artes de “The Walking Dead” centradas nos Sussurradores, os vilões que ganharão ainda mais destaque na segunda metade da 9ª temporada. Uma das imagens oferece um bom close em Alpha (Samantha Morton, de “Minority Report”), a líder do bando, vestindo uma máscara de pele de zumbi. Os Sussurradores têm este nome pela forma como sobrevivem ao apocalipse zumbi. Trajando peles de zumbis, caminham em meio aos infectados e comunicam-se apenas por sussurros, conduzindo hordas de mortos-vivos em ataques contra comunidades para ficar com os espólios. Além da líder, o grupo destaca o segundo em comando Beta (Ryan Hurst, de “Sons of Anarchy”) e Lydia (Cassady McClincy, de “Castle Rock”), a filha adolescente de Alpha. Ainda sem título, o próximo episódio de “The Walking Dead” vai ao ar apenas em 10 de fevereiro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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  • Filme,  Série

    Skate Kitchen: Drama indie de garotas skatistas vai virar série na HBO

    19 de dezembro de 2018 /

    O aclamado drama indie “Skate Kitchen”, de Crystal Moselle, vai virar série de comédia na HBO. Inédito no Brasil, o filme ganhou prêmios no circuito dos festivais e foi lançado em agosto nos EUA, com 89% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Sua trama gira em torno de uma skatista iniciante que forma um vínculo com outras garotas skatistas, enquanto tenta conquistar seu espaço num ambiente que é dominado pelos homens e pela falta de compreensão. A própria cineasta está escrevendo a adaptação em parceria com Lesley Arfin, co-criadora da série “Love”, e irá dirigir os episódios. Ainda não está definido se a série também vai se chamar “Skate Kitchen”. E não há previsão de estreia. Confira abaixo um trailer do filme original.

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  • Filme,  Série

    Roteirista de Millennium: A Garota na Teia de Aranha vai escrever o filme de Battlestar Galactica

    19 de dezembro de 2018 /

    A versão cinematográfica da série “Battlestar Galactica” contratou um novo roteirista. Jay Basu (“Millennium: A Garota na Teia de Aranha”) vai reescrever o primeiro roteiro encomendado pela Universal, que foi desenvolvido por Lisa Joy (criadora de “Westworld”). O novo desenvolvimento parece indicar que houve mudanças na prioridade do projeto, que será dirigido por Francis Lawrence (“Jogos Vorazes: A Esperança”), após se arrastar pelo estúdio Universal desde 2009. Infelizmente, atinge essa etapa após a morte do criador da atração, Glen A. Larson (1937–2014), e de seu astro original, Richard Hatch (1945–2017). Quando foi originalmente anunciado, o filme seria uma adaptação da série clássica de 1978 – ou seja, ignoraria o cultuado remake de 2003 – e a direção estaria a cargo de Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”), mas essa abordagem acabou engavetada após os fãs da nova versão protestarem. Desde então, o estúdio descartou o roteiro de John Orloff (“A Lenda dos Guardiões”) e, em 2014, contratou Jack Paglen para escrever uma nova trama. Plagen escreveu o bisonho “Transcendence: A Revolução” (2014) e foi um dos responsáveis pela decepção de “Alien: Covenant”, a continuação de “Prometheus” (2012). Após passar mais alguns anos esquecido num arquivo, a Universal voltou a lembrar do projeto ao contratar Lisa Joy e decidir começar tudo do zero, sem explicar se filme continuaria focado na trama original, criada por Glen A. Larson, ou se adaptaria o remake de Ronald D. Moore, que mudou o sexo de vários personagens em 2003, além de ter alterado a origem dos vilões Cylons, que deixaram de ser alienígenas para virar robôs rebelados capazes inclusive de parecer humanos. Ou seja, enquanto a primeira versão tinha sua gênese associada ao sucesso de “Guerra nas Estrelas” (1977), a mais recente sofreu influência de “O Exterminador do Futuro” (1984). O projeto tem produção de Michael de Luca (“Cinquenta Tons de Cinza”) e Scott Stuber (“Ted 2”), e ainda não possui cronograma para o início de suas filmagens ou previsão de estreia.

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  • Série

    Van Helsing é renovada para sua 4ª temporada

    18 de dezembro de 2018 /

    O canal pago americano Syfy renovou “Van Helsing” para a 4ª temporada. A série pós-apocalíptica de vampiros está atualmente na reta final de seu terceiro ano, que se encerra no dia 28 de dezembro, e voltará em mais 13 episódios no fim de 2019 na TV americana. A renovação não aborda o status da atriz Missy Peregrym, que ao final das gravações da 3ª temporada passou a estrelar a nova série “FBI”. A única mudança revelada na produção foi a promoção do roteirista Jonathan Walker como novo showrunner da série. Ele assina os dois episódios finais da temporada, ainda inéditos, e substitui o criador Neil LaBute (“Morte no Funeral”), na função. LaBute, por sua vez, assinou os piores episódios deste ano. “A 4ª temporada irá aprofundar a tradição icônica dos vampiros e seus objetivos para este mundo. Novos vilões surgirão, assim como heróis inesperados se juntando à luta. Temos uma fantástica construção planejada para esta temporada e estou muito feliz de compartilhá-la com nossos fãs dedicados”, disse Walker, em comunicado. A série é baseada nos quadrinhos homônimos e segue Vanessa van Helsing (Kelly Overton, da série “True Blood”), sua irmã Scarlett Harker (Missy Peregrym) e aliados, que lutam alternadamente para acabar com vampiros ou escapar do extermínio, num mundo em que a humanidade se tornou uma espécie em risco de extinção. O elenco também inclui Jonathan Scarfe (série “Perception”), Christopher Heyerdahl (série “Hell on Wheels”), Trezzo Mahoro (série “The Magicians”), Rukiya Bernard (“O Segredo da Cabana”), Vincent Gale (série “Bates Motel”), Aleks Paunovic (série “iZombie”), Paul Johansson (série “One Tree Hill”) e Jennifer Cheon (série “The Drive”).

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  • Filme,  Série

    Clássico de Kurosawa, Rashomon vai virar série contemporânea

    18 de dezembro de 2018 /

    Um dos filmes mais venerados do mestre Akira Kurosawa, “Rashomon”, vai virar série. A divisão televisiva da Amblin, produtora de Steven Spielberg, comprou os direitos do filme de 1950 com a intenção de adaptá-lo como thriller contemporâneo. “Rashomon” marcou época por inaugurar um novo estilo de narrativa cinematográfica, em que um mesmo evento é apresentado sob diferentes pontos de vista. A ideia da Amblin é criar uma série de antologia em que cada temporada se foque na comparação de diferentes versões de um mesmo acontecimento, pelos olhares de diversos personagens. No filme de Kurosawa, o evento em questão era o assassinato de um samurai e o estupro de sua noiva. O incidente é lembrado a partir das perspectivas de diferentes testemunhas, desde a noiva e um ladrão até fantasma do samurai assassinado. Estrelado por Toshiro Mifune, o filme ganhou um Oscar honorário em 1952, quando ainda não havia a categoria específica para Filmes em Língua Estrangeira na premiação. “Nós sentimos essa abordagem narrativa e a forma como explora a verdade e a realidade é especialmente oportuna no mundo de hoje”, disse Mark Canton (“Rota de Fuga”), encarregado da produção.

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  • Etc,  Série

    Ator de Um Maluco no Pedaço processa Fortnite por plágio de sua dança na série

    18 de dezembro de 2018 /

    O ator Alfonso Ribeiro está processando as empresas Epic Games e Take Two Interactive, criadoras dos jogos “Fortnite” e “NBA 2K”, respectivamente, por plágio. Segundo o ator, os criadores dos video games incluíram a dança de Carlton Banks, seu personagem na série dos anos 1990 “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air”), sem pedir permissão ou lhe dar crédito. A dança foi ao ar na sitcom pela primeira vez em 1991, e fez tanto sucesso que o ator a repetiu até no programa “Dancing With The Stars” (o “Dança dos Famosos” americano). Embora ainda esteja no processo de adquirir os direitos autorais da coreografia, Ribeiro quer que ambas as empresas retirem os movimentos dos jogos. “É amplamente reconhecido que a imagem e propriedade intelectual do Sr. Ribeiro foram infringidos pela Epic Games no video game mais popular do mundo atualmente, o Fortnite”, disse David L. Hecht, advogado do caso, à revista Variety. Não é a primeira vez que a Epic Games se envolve em polêmicas deste tipo. O rapper 2 Milly também processou a empresa pelo uso da dança The Milly Rock em um dos jogos.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Penny Marshall (1943 – 2018)

    18 de dezembro de 2018 /

    A atriz e cineasta Penny Marshall, que ficou conhecida pela série clássica “Laverne & Shirley” e por ter dirigido comédias de sucesso como “Quero Ser Grande” e “Uma Equipe Muito Especial”, morreu aos 75 anos de idade por complicações de diabetes, após ter sobrevivido ao câncer de cérebro e pulmão em 2009. Seu nome completo era Carole Penny Marshall, em homenagem à atriz Carole Lombard. Ela nasceu em 15 de outubro de 1943 no Bronx, em Nova York, e era a irmã mais nova do cineasta Garry Marshall (1934–2016). Penny já era divorciada quando resolveu viajar para Los Angeles em busca de ajuda do irmão, na época roteirista de séries, para tentar a carreira de atriz. Quando sua mãe descobriu, pediu que ela mudasse de nome para não envergonhar a família. Garry não deixou. No final dos anos 1960, Penny começou a aparecer em comerciais, um deles ao lado da deslumbrante Farrah Fawcett (“As Panteras”), interpretando sua colega de quarto normal. Seu irmão conseguiu incluí-la como figurante na comédia “Lua de Mel com Papai” (1968) e no romance “Sede de Pecar” (1970), primeiros longas que ele escreveu. E, a partir daí, a jovem emendou participações em séries. Ela chegou a fazer teste para viver a esposa de Rob Reiner na série “Tudo em Família”, mas não conseguiu o papel. Ironicamente, acabou aprovada na vida real, casando-se com o ator logo depois. Os dois ficaram casados até 1979 – por coincidência, mesmo ano em que “Tudo em Família” acabou. Novamente com ajuda do irmão, Penny conseguiu seu primeiro papel fixo na série “The Odd Couple”, adaptação do filme “Um Estranho Casal” (1968) desenvolvida por Garry. Ela viveu a secretária volúvel de Oscar (Jack Klugman), Myrna Turner, entre a 2ª e a 5ª temporadas da atração. Quando a série acabou em 1975, Penny foi convidada pelo irmão a participar de um episódio da 3ª temporada de “Happy Days”, fenômeno de audiência que o roteirista tinha criado no ano anterior. Era para ser uma simples aparição. Virou uma carreira. A atriz foi escalada como Laverne DeFazio, que vai a um encontro duplo com Fonzie (Henry Winkley) e Richie (Ron Howard), acompanhada por sua amiga Shirley Feeney (Cindy Williams). Intitulado “A Date with Fonzie”, o episódio acabou registrando uma das maiores audiências da série e rendeu elogios rasgados para a dupla feminina, que roubou a cena dos atores principais. A repercussão positiva rendeu mais participações. E o inesperado: um spin-off focado em Laverne e Shirley. A série “Laverne & Shirley” foi a primeira sobre mulheres trabalhadoras normais. Elas não eram mães de família nem tinham carreiras glamourosas. Eram operárias, que engarrafavam cervejas e dividiam um apartamento de subsolo para pagar as contas. A atração superou a sintonia de “Happy Days”, tornando-se a série de maior audiência da TV americana entre 1977 e 1979. Ao todo, durou oito temporadas até 1983, além de ter rendido seus próprios derivados – os desenhos animados “Laverne & Shirley in the Army” e “Mork & Mindy/Laverne & Shirley/Fonz Hour”. O sucesso também permitiu a Penny negociar nova função na atração, fazendo sua estreia como diretora. Ela comandou quatro episódios, e quando a série acabou resolveu testar essa nova habilidade nos cinemas. Sua estreia como cineasta aconteceu com a comédia “Salve-me Quem Puder” (1986), estrelada por Whoopy Goldberg. Mas foi o filme seguinte, “Quero Ser Grande” (1988), em que uma criança virava Tom Hanks, que a fez ser levada a sério como diretora. “Quero Ser Grande” virou um das comédias mais bem-sucedidas dos anos 1980 e o primeiro filme dirigido por uma mulher a arrecadar mais de US$ 100 milhões nos Estados Unidos. Seu terceiro trabalho como cineasta, o drama “Tempo de Despertar” (1990), estrelado por Robin Williams e Robert DeNiro, foi o segundo longa dirigido por uma mulher a receber indicação ao Oscar de Melhor Filme. Ela voltou a trabalhar com Tom Hanks em “Uma Equipe Muito Especial” (1992), uma das primeiras comédias feministas de sucesso, sobre a formação da liga feminina de beisebol nos EUA. No elenco, estavam Geena Davis, Madonna e Rosie O’Donnell. A grande bilheteria inspirou a criação de uma série, que entretanto durou só uma temporada no ano seguinte. Apesar desse começo avassalador, ela só dirigiu mais três longas na carreira, “Um Novo Homem” (1994), com Danny DeVito, “Um Anjo em Minha Vida” (1996), com Whitney Houston, e “Os Garotos da Minha Vida” (2001), com Drew Barrymore. Depois disso, dirigiu produções televisivas, dublou animações e fez participações em séries. Seu papel favorito acabou sendo o dela mesma, uma diretora de cinema chamada Penny Marshall, que encarnou em episódios de “Bones” e “Entourage” e nos filmes “O Nome do Jogo” (1995) e “Noite de Ano Novo” (2011), este último dirigido por seu irmão. Seu último trabalho foi uma participação especial no remake de “The Odd Couple” em 2016, numa homenagem à primeira personagem marcante de sua carreira.

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  • Série

    Netflix anuncia renovação confusa de O Mundo Sombrio de Sabrina

    18 de dezembro de 2018 /

    A Netflix anunciou nesta terça-feira (18/12) a renovação da série “O Mundo Sombrio de Sabrina” para mais uma – não se sabe qual – temporada. Vamos por partes. A divulgação de “Sabrina” está seguindo o formato adotado em “La Casa de Papel”. Lembrem-se que a plataforma dividiu a 1ª parte da série espanhola em duas partes e, em vez de anunciar a 2ª temporada, noticiou a produção da Parte 3. O mesmo está acontecendo com a série da bruxinha dos quadrinhos. Após os 10 episódios anunciados como 1ª temporada, que foram seguidos por um especial de Natal, a Netflix lançou o trailer da “Parte 2”. E agora revelou ter renovado a série para as Partes 3 e 4. Confuso? Muito. Não está claro se são duas temporadas dividida em duas partes (prática comum na TV, que rende o termo “midseason”) ou se são quatro temporadas de 10 a 8 episódios cada. Isso faz diferença? Na hora do planejamento narrativo e da renovação para novos capítulos faz. Quando chegar a hora de decidir a continuação da série, serão anunciadas as partes 5 e 6 juntas? E se essa nomenclatura de “partes”, em vez de temporadas, for adotada para mais séries? Estaria a Netflix tentando estabelecer um novo padrão para o formato de produção de séries? Se há perguntas é porque há dúvidas. E a clareza sempre é preferível para se relaxar e aproveitar melhor qualquer produto. Os detalhes dessa renovação particionada revelam que as Partes 3 e 4 terão menos episódios, oito cada. Isto provavelmente pode significar que foi feita uma provisão para mais um ou dois especiais de Sabrina no fim do próximo ano. Baseada na personagem de quadrinhos criada nos anos 1960 na editora Archie Comics, a série acompanha a bruxinha Sabrina, que continua adolescente como na época de sua atração anterior, “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira” (1996–2003), mas, além de problemas românticos e provas da escola, tem agora que lidar com rituais satânicos, criaturas das trevas e tramas de terror. O clima gótico reflete os quadrinhos atuais da personagem, numa abordagem introduzida pelo roteirista Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics. O próprio autor das HQs criou a série, em parceria com o ubíquo produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger – o trio que lançou “Riverdale” com sucesso na TV americana. Além de Kiernan Shipka (“Mad Men”) no papel da bruxinha, o elenco inclui Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”), Lucy Davis (a Etta Candy de “Mulher-Maravilha”), Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”), Ross Lynch (série “Austin & Ally”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”), Michelle Gomez (série “Doctor Who”), Tati Gabrielle (série “The 100”) e Bronson Pinchot (“Amor à Queima-Roupa”). As novas partes ainda não tem data de estreia, mas a Parte 2, com 10 episódios, chega ao streaming em 5 de abril. O trailer já pode ser assistido aqui.

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  • Série

    Menino do clássico E.T. será super-herói em nova série da DC Comics

    18 de dezembro de 2018 /

    O elenco da série “Stargirl” segue escalando os intérpretes da Sociedade da Justiça da América. E o mais novo contratado é ninguém menos que Henry Thomas, até hoje lembrado como o protagonista mirim do clássico “E.T. – O Extraterrestre” (1982). O ator, que vem experimentando fase de renascimento de sua carreira na era do streaming, recentemente estrelou a série de terror “The Haunting of Hill House”, na Netflix. Ele vai viver o Doutor Meia-Noite (Doctor Mid-Nite), um dos super-heróis da SJA. Como a maioria dos integrantes do primeiro grupo de super-heróis dos quadrinhos, o personagem já teve diferentes encarnações. Foram três no total. A versão da série é a original, introduzida em 1941, quando o brilhante cirurgião Charles McNider adquiriu habilidades especiais após sobreviver a um atentado que o cegou. Ele consegue enxergar no escuro e usa bombas que causam blackouts para vencer batalhas em condições adversas. Uma das maiores curiosidades do personagem é que ele adotou uma coruja como ajudante. Sua história é das mais trágicas da SJA, incluindo o assassinato de sua namorada e sua própria morte no evento conhecido como “Zero Hora” – publicado em 1994. O personagem já apareceu ao lado de outros integrantes da SJA dos anos 1940 em três episódios da série “Legends of Tomorrow”, interpretado por Kwesi Ameyaw, um ator negro. Doutor Meia-Noite é branco nos quadrinhos. “Stargirl” está sendo desenvolvida por Geoff Johns, um dos criadores da série “The Flash” e que também criou a própria Stargirl nos quadrinhos em 1999, inspirado em sua irmã, morta num acidente aéreo três anos antes. A super-heroína do título, por sua vez, será vivida por Brec Bassinger (“The Goldbergs”). Na trama, Courtney é uma jovem adolescente que, ao descobrir os seus poderes, tenta juntar um grupo de super-heróis e salvar o mundo de uma ameaça que vem direto do passado. O elenco também inclui Joel McHale (“Community”) como Starman e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, além de Yvette Monreal (de “Matador” e do vindouro “Rambo 5”) e Christopher James Baker (“True Detective” e “Ozark”) em papéis não divulgados. Prevista para agosto, “Stargirl” será lançada no serviço de streaming DC Universe após as novas séries da “Patrulha do Destino” e do “Monstro do Pântano”.

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  • Série

    Kingdom: Série sul-coreana de zumbis medievais ganha trailer legendado da Netflix

    18 de dezembro de 2018 /

    A Netflix divulgou seis novas fotos e o trailer legendado de “Kingdom”, uma série de terror medieval sul-coreana. O visual da prévia chega a lembrar o gênero wuxia, originário da China, que mistura fantasia e espadachins. Mas a trama é mais terror e menos artes marciais. Criada por Kim Eun-hee, roteirista-produtor da série “Signal – uma espécie de “Frequency” sul-coreana – , a produção se passa durante a dinastia Joseon e traz Ju Ji-hoon (de “O Traidor”) como um príncipe herdeiro que vê seu reino dominado por um surto de zumbis. A praga se espalha logo após o rei recém-falecido se levantar. E caba ao príncipe enfrentar essa nova espécie de inimigos canibais para salvar seu reino. O elenco também inclui Bae Doona (“Sense8”), Ryu Seung-ryong (“A Guerra das Flechas”) e Kim Sang-ho (“Fabricated City”). A 1ª temporada com seis episódios é dirigida pelo aclamado cineasta coreano Kim Seong-hun, responsável pela excepcional combinação de crime e humor negro de “Um Dia Difícil” (2014) e pelo drama de sobrevivência “The Tunnel” (2016). E deve ter agradado muito, pois, antes mesmo da estreia, a série foi renovada para sua 2ª temporada. “Kingdom” chega ao streaming em 25 de janeiro.

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