Emmy copia Oscar e não terá apresentador em 2019
A rede Fox anunciou que a cerimônia de premiação do Emmy 2019 não terá um apresentador fixo, a exemplo do que aconteceu com o Oscar neste ano. Será a quarta vez na História do Emmy que a premiação dos melhores trabalhos da televisão será realizada dessa forma. A última vez que a cerimônia foi realizada sem um apresentador fixo foi em 2003. No caso do Oscar, a decisão aconteceu após a desistência de Kevin Hart – escolhido como apresentador, ele se envolveu numa polêmica. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pediu que o ator se desculpasse por tuítes insensíveis, mas Hart se recusou e decidiu não apresentar o evento. Com isso, o evento foi mais rápido, com vários artistas de Hollywood se revezando, e registrou até mesmo um pequeno aumento na audiência, que vinha caindo nos últimos anos. Durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), Charlie Collier, presidente da Fox, confirmou que o sucesso do Oscar neste formato fez o canal “prestar atenção”. O produtor Don Mischer completou dizendo que já fez outras cerimônias do Emmy sem apresentador e o resultado foi positivo: “Pode ser muito melhor fazer sem um apresentador, já que isso funcionou antes e nos permite ser mais imprevisíveis”.
Nickelodeon vai produzir nova série animada do Garfield
A Viacom adquiriu os direitos das tirinhas de Garfield, de Jim Davis, para lançar uma nova série animada do famoso felino, que será transmitida pelo canal pago infantil Nickelodeon. A produção marcará a volta do gato às séries animadas, uma década após “O Show do Garfield”, que estreou em 2009. Além da produção da série, o contrato permite o licenciamento de produtos e criação de experiências físicas. Esse acordo marca mais um passo rumo ao nosso objetivo de nos tornarmos a primeira opção em conteúdo infantil. Estamos muito felizes em ter Garfield como parte do nosso portfólio e mais felizes ainda em apresentá-lo para novas as gerações”, disse Brian Robbins, presidente da Nickelodeon. A previsão de estreia da nova série de “Garfield” é para 2020.
Alicia Silverstone entra na série do Clube das Babás
A Netflix anunciou os primeiros nomes do elenco de “Clube das Babás”, série que adapta os livros escritos por Ann M. Martin. “Quentinha de Stoneybrook: Alicia Silverstone foi escalada como a mãe de Kristy em Clube das Babás! Se junta ao elenco também Mark Feuerstein como o primeiro e único Watson Brewer. Levantem as mãos, quem ainda tem sua coleção de livros do CDB?”, a plataforma postou no Twitter. Alicia Silverstone (a eterna Cher de “As Patricinhas de Beverly Hills”) viverá Elizabeth Thomas-Brewer, mãe da protagonista Kristy Thomas, e Mark Feuerstein (“Do que as Mulheres Gostam”) será Watson Brewer, interesse romântico de Elizabeth. O serviço de streaming celebrou a novidade em seu Twitter oficial, confira abaixo: A 1ª temporada da série terá 10 episódios e acompanhará um grupo de cinco melhores amigas da cidade de Stoneybrook que trabalham como babás. A adaptação está a cargo de Rachel Shukert (roteirista de “Supergirl”) e a cineasta Lucia Aniello (“A Noite É Delas”) dirigirá os episódios. Ainda não há previsão para a estreia. Hot from Stoneybrook: @AliciaSilv has been cast as Kristy’s mom in The Baby-Sitters Club! Also joining the cast is @markfeuerstein as the one and only Watson Brewer. Show of hands, who still has their BSC book collection? ?♀️ #BabySittersClub pic.twitter.com/1VdtjIEmBY — Netflix Family (@netflixfamily) 6 de agosto de 2019
Minissérie sobre os Mamonas Assassinas define elenco e marca data de gravações
A já “lendária” minissérie sobre os Mamonas Assassinas vai finalmente sair do papel. Além de ter escalado o elenco protagonista, a produção marcou o começo das gravações para setembro. O ator Ruy Brissac, que já atuou como o vocalista Dinho na versão teatral “O Musical Mamonas”, foi escalado como o protagonista, enquanto Alberto Hinoto, sobrinho do guitarrista Bento, interpretará o músico. Andrey Lopes será o tecladista Júlio Rasec e Júlio Oliveira atuará como o baterista Sérgio Reoli. O único nome não revelado foi o do ator que interpretará o baixista Samuel Reoli. Léo Miranda, conhecido pela novela “Jesus”, foi escolhido para comandar a minissérie, que é uma parceria entre a Record e a Total Filmes. Criada por Carlos Lombardi, a atração terá cinco capítulos, que depois serão reeditados em formato de filme. Curiosamente, isto é o contrário do que costuma acontecer com as coproduções da Globo Filmes – onde a ordem é: primeiro cinema, depois minissérie. Ainda não detalhes oficiais sobre a abordagem da produção, mas a trama não deve escapar do registro da meteórica carreira da banda de Garulhos, que surgiu com o nome Utopia fazendo covers de Legião Urbana, Titãs e Rush, e estourou como Mamonas Assassinas, com letras escrachadas e paródias que iam do metal ao pagode. No auge da carreira, em 1996, todos os integrantes morreram num acidente aéreo fatal. Vale lembrar que a minissérie foi anunciada há três anos, mas acabou paralisada devido a desentendimentos entre o autor Carlos Lombardi e os familiares da banda sobre como a história seria contada, além da demora na liberação da verba da Ancine, que não aconteceu dentro do cronograma traçado. A Record esperou os problemas se desenrolarem, financeira e criativamente, para viabilizar a produção.
Snowfall é renovada para sua 4ª temporada
O canal pago FX renovou a série dramática “Snowfall”, que conta a origem da explosão do consumo de crack, para sua 4ª temporada. O anúncio foi feito durante a participação do presidente do canal, John Landgraf, no evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). “Snowfall” foi criada por dois cineastas: Eric Amadio (“Acompanhados”) e John Singleton (“+Velozes +Furiosos”), que infelizmente faleceu em abril passado aos 51 anos, devido a um derrame. Passada em Los Angeles no começo dos anos 1980, a trama conta como os traficantes passaram da cocaína para o crack, traçando um paralelo com a política da guerra às drogas e o escândalo Irã-Contras, que revelou como os EUA se associaram aos cartéis de drogas para financiar uma revolução no Irã. Contada por meio de tramas paralelas, a série segue numerosos personagens em curso de violenta colisão, destacando Franklin Saint (Damson Idris), jovem traficante de rua em uma busca de poder e dinheiro, Gustavo “El Oso” Zapata (Sergio Peris-Mencheta), um lutador mexicano metido numa luta de poder dentro de uma família do crime, Teddy McDonald (Carter Hudson), um funcionário da CIA envolvido na operação Irã-Contras, e Lucia Villanueva (Emily Rios), a filha de um poderoso chefão do crime mexicano. O FX está atualmente exibindo a 3ª temporada da atração, que só vai se encerrar em 11 de setembro.
American Crime Story vai abordar escândalo sexual que ameaçou Bill Clinton com Impeachment
A premiada série “American Crime Story” definiu o tema de sua 3ª temporada. O canal pago americano FX confirmou que o tema da atração em 2020 será o escândalo Monica Lewinsky. Para quem não lembra (já se passou tanto tempo assim?), Lewinsky era a estagiária cuja intimidade com Bill Clinton quase acabou em Impeachment – um escândalo que abalou o casamento da ex-rival de Trump nas últimas eleições, Hillary Clinton. O tema foi anunciado em 2017, mas ninguém mais tinha falado no assunto até esta terça (6/8), quando o presidente do FX, John Landgraf, oficializou o projeto e divulgou os primeiros nomes do elenco, durante sua participação no evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Intitulada “Impeachment: American Crime Story”, a temporada “vai explorar as mulheres que se viram apanhados no escândalo e guerra política que lançou uma longa sombra sobre a presidência de Clinton”, descreveu Landgraf. A trama é baseada em “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”, best-seller de 2000 escrito por Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. A adaptação foi feita por Sarah Burgess (“Compliance”) e será estrelada por Beanie Feldstein (“Fora de Série”) no papel de Monia Lewinsky, Annaleigh Ashford (“The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story”) como Paula Jones, que processou Clinton por assédio, e Sarah Paulson (“The People v. O.J. Simpson: American Crime Story”) como Linda Tripp, responsável por gravar secretamente as conversas de Lewinsky com Bill Clinton. O timing do lançamento dessa produção, porém, é complexo. “Impeachment: American Crime Story” irá ao ar em setembro, semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em que Trump vai enfrentar um candidato do partido de Clinton. No evento da TCA, Landgraf afirmou não considerar que a série possa prejudicar os Democratas na eleição. Vale lembrar que a Fox, proprietária da FX quando o projeto começou a ser fomentado, era assumidamente Republicana, mas a Disney, atual dona da emissora, pende para o Partido Democrata.
Atriz de The Marvelous Mrs. Maisel entra em Fear the Walking Dead
A atriz Holly Curran, que interpreta Penny Pann em “The Marvelous Mrs. Maisel”, entrou no elenco de “Fear the Walking Dead”. Ela terá um papel recorrente na segunda metade da 5ª temporada, mas a identidade de sua personagem não foi revelada. Os próximos capítulos vão continuar enfatizando o bom samaritanismo defendido por Morgan (Lennie James), que mal chegou e já praticamente assumiu a liderança do grupo. Neste sentido, a série virou uma espécie de anti-“The Walking Dead” – especialmente na fase dos Salvadores. A série encerrou a primeira metade da 5ª temporada em 21 de julho nos EUA, e voltará, após pequena pausa, a exibir os oito episódios finais a partir do próximo domingo (11/8). Já renovada para a 6ª temporada, “Fear the Walking Dead” também é exibida no Brasil pelo canal AMC, com atraso de duas semanas em relação aos Estados Unidos.
O Doutrinador: Série do super-herói nacional ganha primeiro trailer
O canal pago Space divulgou o trailer da série do super-herói nacional “O Doutrinador”, estrelada por Kiko Pissolato (“Os Dez Mandamentos”). A prévia sugere uma versão estendida do filme homônimo, baseado em quadrinhos sobre um vigilante que combate a corrupção no Brasil. A atração vai estrear no dia 1º de setembro, um domingo, às 21h, quase um ano após a exibição do filme. Enquanto o longa foi lançado no clima das eleições do ano passado, a série chegará à TV após as reportagens da chamada “Vaja Jato”, que consiste na publicação de mensagens privadas dos promotores da Lava Jato, obtidos por hacker confesso com o objetivo de atingir o juiz Sergio Moro e o promotor Deltan Dallagnol. Por coincidência, a trama fictícia também tem um hacker. A ligação de “O Doutrinador” com fatos reais tem sido uma constante em sua trajetória. O personagem foi concebido em 2008 pelo artista Luciano Costa, que deixou os quadrinhos na gaveta até 2013, quando resolveu publicar as primeiras páginas em seu Facebook. Três meses depois, explodiram as manifestações de protesto no país e o Doutrinador virou cult, ao encarnar, ainda que de forma extrema, a indignação com o panorama político e a revolta contra “tudo o que está aí”. Luciano Costa assumiu ter se inspirado nos quadrinhos do Batman de Frank Miller. Mas o personagem está mais para o Zorro, o mascarado perseguido pela justiça por enfrentar os governantes corruptos do pueblo de Los Angeles. No Brasil polarizado do século 21, acabou dividindo opiniões. Há quem o considere fascista e outros que o enxerguem como manifestação da anarquia. Agente da polícia federal, o protagonista virou justiceiro por não aguentar mais tanta impunidade. Revoltado com o sistema e com sede de vingança por uma tragédia pessoal, ele não mede esforços para eliminar políticos, donos de empreiteiras, dirigentes do futebol e até líderes religiosos, matando corruptos de todos os matizes. Apesar disso, o filme dirigido por Gustavo Bonafé (de “Legalize Já!”, cinebiografia da banda Planet Hemp) foi lançado sem causar a repercussão esperada em novembro passado. A versão televisiva terá 7 episódios de 45 minutos cada.
Barry Coe (1934 – 2019)
O ator Barry Coe, que ensaiou virar galã de Hollywood nos anos 1960, morreu no dia 16 de julho aos 84 anos. Sua morte foi noticiada pela família apenas nesta terça (6/8). Ele estava lutando contra a Síndrome Mielodisplásica, que atinge a medula óssea, e morreu em casa, em Idaho nos EUA. Coe começou a carreira em meados dos anos 1950, como figurante em “Casa de Bambu” (1955), filme noir de Samuel Fuller, e chegou a ter papéis creditados em grandes clássicos do cinema, como a sci-fi “No Limiar do Espaço” (1956), o melodrama “A Caldeira do Diabo” (1957), o western “Estigma da Crueldade” (1958) e o romântico “Ama-me com Ternura” (1956), primeiro longa estrelado por Elvis Presley. Sua promoção a coadjuvante se deu na comédia “Recrutas e Enxutas” (1959), de Raoul Walsh, quando seu nome finalmente apareceu com destaque num pôster. Ele ainda interpretou um príncipe árabe em “O Mago de Bagdad” (1960) e um dos principais guerreiros gregos da versão original de “Os 300 de Esparta” (1962), antes de migrar para a TV. Na telinha, Coe estrelou “Follow the Sun”, como um jornalista do Havaí, ao longo de 30 episódios exibidos entre 1961 e 1962, e fez várias participações em séries clássicas, como “Bonanza”, “Viagem ao Fundo Mundo”, “Missão Impossível” e “Mary Tyler Moore”. Segundo boatos, Coe deveria ter sido integrado ao elenco de “Bonanza” no papel de Clay, um meio-irmão de Little Joe, personagem de Michael Landon. Mas Landon teria ficado com ciúmes do novato e exigido sua dispensa na base do “ou ele ou eu”. Por conta disso, sua participação na série western foi reduzida a um único episódio. O ator também apareceu no clássico sci-fi “Viagem Fantástica” (1966), em alguns terrores baratos e na cinebiografia “MacArthur, O General Rebelde” (1977), antes de encerrar sua carreira com “Tubarão 2” (1978).
Disney+ (Disney Plus) terá novas produções baseadas em Esqueceram de Mim e Uma Noite no Museu
O CEO da Disney e homem mais poderoso de Hollywood, Bob Iger, revelou numa recente reunião de investidores que franquias clássicas da Fox serão aproveitadas para a criação de novas produções do Disney+ (Disney Plus) (pronuncia-se Disney Plus), a plataforma de streaming da empresa. Ele citou nominalmente os exemplos das comédias juvenis “Esqueceram de Mim” e “Uma Noite no Museu”. Além destes, outros títulos infantis do estúdio que vão ganhar novas versões são “Doze É Demais” e “Diário de um Banana”. Iger não aprofundou a abordagem, mudando de assunto sem explicar se esses projetos renderão séries ou novos filmes exclusivos para o streaming. O Disney+ (Disney Plus) será disponibilizado em 12 de novembro nos EUA, mas deve emplacar suas principais novidades só a partir de 2020.
Carnival Row ganha novo trailer com fadas e monstros
A Amazon divulgou um novo trailer de “Carnival Row”, série que vai reunir Orlando Bloom (“O Senhor dos Anéis”) e Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) numa história de fadas e serial killer monstruoso. A prévia é repleta de efeitos visuais e chega após o anúncio da renovação antecipada da produção, que só estreia no dia 30 de agosto. Criada por Travis Beacham (roteirista de “Círculo de Fogo”) e René Echevarria (que também criou “The 4400”), “Carnival Row” se passa numa cidade chamada Burgue, que lembra a Londres vitoriana. A diferença é que é habitada por humanos e criaturas místicas. Essas criaturas fugiram de suas terras destruídas por uma guerra em busca de refúgio entre a humanidade. Mas, como acontece com os imigrantes no mundo real, sua chegada faz nascer guetos e tensões. E logo uma série de assassinatos começa a abalar a frágil paz da cidade. Delevigne interpreta a fada Vignette Stonemoss, que enfrenta preconceitos e precisa lidar com segredos que tentou deixar para trás, enquanto Bloom vive um inspetor de polícia chamado Rycroft Philostrate, que descobre o surgimento de um serial killer de fadas. O elenco também conta com os atores Jared Harris (“Chernobyl”), Indira Varma (“Game of Thrones”), David Gyasi (“Interestelar”), Karla Crome (“Misfits”) e Tamzin Merchant (“Salem”). Curiosamente, “Carnival Row” foi concebido como um filme, que deveria ter sido dirigido por Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”). O roteiro original de Travis Beacham chegou a figurar na Black List de 2015, mas Del Toro não conseguiu financiamento para rodar o longa. Echevarria fez a adaptação para o novo formato e contou com outro cineasta, Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”), na direção do piloto.
Elenco de Barrados no Baile recria a abertura clássica dos anos 1990 na nova série BH90210
A Fox divulgou a abertura de “BH90210”, série derivada de “Barrados no Baile” (Beverly Hills, 90210), que mostra o reencontro do elenco original de um dos maiores sucessos televisivos dos anos 1990. O vídeo é uma recriação da abertura da série original, com direito até a cover da música-tema. Compare abaixo. A produção será uma minissérie de seis episódios que, como mostra a prévia, tratará seu tema com nostalgia, mas também com metalinguagem. Na verdade, os astros não interpretarão seus personagens, mas versões de si mesmos. A trama vai acompanhar um reencontro entre Jason Priestley (Brandon), Jennie Garth (Kelly), Ian Ziering (Steve), Gabrielle Carteris (Andrea), Brian Austin Green (David), Tori Spelling (Donna) e Shannen Doherty (Brenda), quando um deles sugere um revival de “Barrados no Baile”. A história vai acompanhar o processo para tirar o projeto do papel, que promete, segundo os produtores, ser mais dramático que a ficção. Por sinal, os sete atores são creditados como produtores da atração, ao lado de Chris Alberghini e Mike Chessler, que trabalharam como roteiristas-produtores do reboot de 2008 “90210” e voltarão como showrunners. Criada por Darren Star e produzida por Aaron Spelling, a série original durou uma década, de 1990 a 2000, e ajudou a definir parte dos anos 1990. Seu elenco histórico também incluía o ator Luke Perry, “>recém-falecido, que deverá ganhar uma homenagem da produção. A estreia de “BH90210” vai acontecer nesta quarta (7/8) nos Estados Unidos.
Atlanta é renovada para a 4ª temporada antes de produzir seu terceiro ano
O canal norte-americano FX anunciou a renovação antecipada de “Atlanta” para sua 4ª temporada. Detalhe: a série ainda nem começou a gravar seu terceiro ano, que só vai entrar em produção em março de 2020. Por conta disso, as duas temporadas serão produzidas simultaneamente. Vale lembrar que este não será o primeiro hiato da série. A 1ª temporada estreou em setembro de 2016, enquanto a 2ª começou a ser exibida apenas em março de 2018. O problema é que Danny Glover, criador, estrela e faz-tudo da produção, tornou-se ocupadíssimo com filmes, músicas e outros projetos. Mas não só ele. Seus colegas de elenco, Brian Tyree Henry, LaKeith Stanfield e Zazie Beetz também estouraram nesse meio tempo e estão em vários blockbusters de Hollywood – como “Brinquedo Assassino”, “Corra!” e “Deadpool 2”, respectivamente. “Uma das coisas que se tornou uma realidade da televisão de hoje é que você tem que esperar”, comentou Eric Schrier, presidente da FX Entertainment. Eu gostaria de manter uma programação que voltasse sempre todo ano, mas às vezes é preciso decidir se é melhor ter estabilidade ou qualidade, e estamos optando pela qualidade”. “O que mais podemos dizer sobre ‘Atlanta’, que ganhou tantos prêmios e se tornou uma das melhores séries no ar atualmente?”, acrescentou. “Este grupo de colaboradores e elenco criaram uma das histórias mais originais e inovadoras desta geração, e estamos orgulhosos de ser parceiros deles nesta empreitada”. “Atlanta” aborda a vida de amigos que trabalha para melhorar suas vidas na cidade norte-americana do título. Glover vive Earn, que tenta ajudar o primo, Alfred ‘Paper Boi’ Miles (Brian Tyree Henry), a decolar sua carreira de rapper. A lista de personagens ainda inclui Darius (Lakeith Stanfield), braço direito de Alfred, e Van (Zazie Beetz), melhor amiga e mãe do filho de Earn. Em suas duas primeiras temporadas, a série venceu cinco Emmys e dois Globos de Ouro.








