Traição: Astro de “Demolidor” vive espião em trailer tenso
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Traição”, minissérie de espionagem estrelada por Charlie Cox (“Demolidor”). A trama gira em torno da ascensão suspeita do personagem de Cox à chefia do MI6, serviço secreto britânico, com a ajuda mortal de uma espiã russa vivida por Olga Kurylenko (“Viúva Negra”). Investigado pela CIA e pressionado pelo inimigo, ele precisa provar que não é um agente duplo, ao mesmo tempo em que vê a segurança de sua família em risco. Sem ter a quem recorrer, ele descobre o maior problema em ser um espião: não saber em quem confiar. Desenvolvido por Matt Charman, roteirista indicado ao Oscar pelo filme “Ponte dos Espiões” (2015), a atração ainda traz no elenco Oona Chaplin (“Game of Thrones”), Ciarán Hinds (“Belfast”), Tracy Ifeachor (“Treadstone”) e Beau Gadsdon (“The Crown”). A estreia está marcada para 26 de dezembro.
Olhar Indiscreto: Série com Débora Nascimento ganha trailer quente
A Netflix divulgou o trailer quente de “Olhar Indiscreto”, uma nova série brasileira de suspense, protagonizada por Débora Nascimento (“Pacificado”) e Emanuelle Araújo (“Samantha!”). O título entrega a inspiração em “Janela Indiscreta”, mas a prévia com cenas tensas – e de outro tipo de tensão – sugere mais Brian De Palma (“Dublê de Corpo”) que Hitchcock. Seguindo a linha de suspense sensual, a produção traz Débora Nascimento como Miranda, uma voyeur incontrolável e hacker extremamente habilidosa. Ela gosta de espiar pela janela a vida de Cléo (Emanuelle Araújo), uma prostituta de luxo e moradora do prédio em frente. Quando Cléo bate à sua porta e pede para Miranda cuidar de seu cachorro enquanto faz uma viagem, a vida da hacker muda para sempre e ela conhece o homem dos seus sonhos. Ao mesmo tempo, ela se envolve com outro, iniciando um triângulo perigoso, que a leva a um mundo de fetiches e também de crimes, onde nada é exatamente o que parece. Os personagens masculinos são vividos por Nikolas Antunes (“A Vida Invisível”) e o português Ângelo Rodrigues (“Golpe de Sorte”). Escrita por Marcela Citterio (“Heidi, Bem-Vinda à Casa”) e com direção de Fabrizia Pinto (“Menino Maluquinho 2: A Aventura”) e Letícia Veiga (“Bem Me Quer”), “Olhar Indiscreto” estreia em 1 de janeiro.
Teaser revela data da 2ª temporada de “Yellowjackets”
O canal pago americano Showtime divulgou um vídeo para anunciar a data de estreia da 2ª temporada de “Yellowjackets”, série que tem 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A produção estrelada por Christina Ricci (“Wandinha”), Juliette Lewis (“Segredos e Mentiras”), Melanie Lynskey (“Mrs. America”) e Tawny Cypress (“The Blacklist”) voltará em 24 de março nos EUA. A série chamou atenção do público e da crítica por ter como ponto de partida uma história similar a de “Sobreviventes dos Andes” (1976), sobre o acidente real de um avião com um time uruguaio de rúgbi que apelou para o canibalismo para não morrer de fome no meio da neve das montanhas chilenas. Em “Yellowjackets”, o acidente acontece com jogadoras adolescentes de futebol, que sobrevivem a uma queda de avião apenas para se verem perdidas em montanhas geladas, famintas e ameaçadas por lobos. Escrita por Ashley Lyle e Bart Nickerson (que trabalharam juntos em “The Originals” e “Narcos”), a trama se desdobra em dois tempos diferentes. Além de mostrar o período do acidente, também lida com as mentiras que elas contaram após serem resgatadas, reencontrando as personagens já adultas, 25 anos depois, quando são interpretadas pelas atrizes famosas, em busca de um ajuste de contas pelo que aconteceu no passado. Para a 2ª temporada, já foram confirmados alguns reforços importantes no elenco, com as entradas de Elijah Wood (o Frodo de “O Senhor dos Anéis”) no papel de um detetive amador, Simone Kessell (“Obi-Wan Kenoby”) como a versão adulta de Lottie – personagem de Courtney Eaton nos flashbacks da trama – e Lauren Ambrose (“Servent”) como a versão adulta de Van – que é vivida por Liv Hewson em sua fase adolescente. No Brasil, “Yellowjackets” é disponibilizada pela plataforma Paramount+.
Mrs. Davis: Nova série do criador de “Watchmen” ganha fotos e data de estreia
A plataforma americana de streaming Peacock divulgou a data de estreia e as primeiras fotos de “Mrs. Davis”, nova série de Damon Lindelof (criador de “The Leftovers” e “Watchmen”). Os quatro primeiros episódios chegarão em 20 de abril, com os demais disponibilizados semanalmente. As imagens destacam a atriz Betty Gilpin (“A Caçada”) no papel de Simone, uma freira que precisa lutar contra uma poderosa Inteligência Artificial conhecida como “Sra. Davis”. Para isso, ela vai contar com a ajuda de um rebelde (interpretado por Jake McDorman, de “Os Eleitos”) que tem uma vingança pessoal contra o algoritmo. Desenvolvida por Lindelof em parceria com Tara Hernandez (“The Big Band Theory”), “Mrs. Davis” vai falar sobre o duelo entre fé e tecnologia no mundo moderno, adotando um tom satírico e sombrio para retratar um universo em que praticamente todas as decisões do dia a dia serão feitas por meio de algoritmos. O elenco ainda conta com David Arquette (“Pânico”), Elizabeth Marvel (“Homeland”), Andy McQueen (“Coroner”), Ben Chaplin (“Mad Dogs”), Margo Martindale (“Your Honor”), Katja Herbers (“Evil: Contatos Sobrenaturais”), Chris Diamantopoulo (“Silicon Valley”), Ashley Romans (“NOS4A2”), Tom Wlaschiha (“Stranger Things”) e Mathilde Ollivier (“1899”). Como a Peacock só funciona na América do Norte, “Mrs. Davis” ainda não tem previsão de estreia no Brasil.
Teaser anuncia data de estreia da série musical “Daisy Jones & The Six”
A Prime Video, da Amazon, divulgou um teaser de “Daisy Jones & The Six” para anunciar a data de estreia da atração, que foi marcada para 3 de março em streaming. Adaptação do romance de mesmo nome da escritora Taylor Jenkins Reid – também lançado no Brasil com o título em inglês – , a série vai apresentar os altos e baixos de uma renomada banda de rock dos anos 1970, liderada pela personagem do título. Daisy Jones é descrita como uma garota que nasceu em uma família privilegiada e abandona os pais para seguir a carreira como cantora, começando a participar da cena musical roqueira de Los Angeles. O papel principal é desempenhado pela atriz Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), que é nada menos que neta de Elvis Presley. E, por sinal, já viveu uma roqueira dos anos 1970 no cinema. Em “The Runaways”, de 2010, ela interpretou a cantora Marie Currie, irmã de Cherie Currie (Dakota Fanning). “Daisy Jones & The Six” foi criada pela dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber, roteiristas dos sucessos “A Culpa é das Estrelas” (2014) e “Artista do Desastre” (2017), e terá episódios dirigidos pela cineasta neozelandesa Niki Caro (do filme “Mulan” e da série “Anne with an E”). A produção foi realizada pela empresa Hello Sunshine, de Reese Witherspoon (“The Morning Show”), e o elenco também inclui a atriz e modelo Suki Waterhouse (“Miss Revolução”), a também modelo e atriz Camila Morrone (do remake de “Valley Girl”), Josh Whitehouse (que igualmente estrelou “Valley Girl”), o astro Sam Claflin (“Enola Holmes”), o novato Will Harrison (visto em “Madam Secretary”), Nabiyah Be (“Pantera Negra”) e Sebastian Chacon (“Penny Dreadful: City of Angels”).
Série “The White Lotus” quebra recorde de audiência
O episódio mais recente de “The White Lotus” se tornou o mais visto da série de comédia da HBO nos Estados Unidos. Exibido no último domingo (4/12), o episódio intitulado “Abductions” foi assistido por mais de 2,8 milhões de telespectadores ao vivo no país. Esse número é calculado a partir de uma combinação da medição feita pela empresa Nielsen, que calcula a audiência do canal pago HBO, com os dados disponibilizados pela Warner Bros. Discovery a respeito das visualizações na plataforma de streaming HBO Max. Com isso, a série teve um aumento de audiência de 22% em relação aos 2,3 milhões de telespectadores da semana passada, que era o recorde anterior. Vale apontar que os números completos da 2ª temporada de “The White Lotus” são bem maiores. Combinando todas as plataformas e o período de uma semana de exibição, a série atinge uma média de 9,5 milhões de espectadores. Segundo a Warner Bros. Discovery, esse desempenho é quase 60% maior do que a média da 1ª temporada. Em parte, o segredo do crescimento da audiência se deve à estrutura narrativa do roteirista Mike White, que fisgou a curiosidade do público com o fim do episódio anterior, encerrado com (spoiler!) uma cena de sexo entre Quentin (Tom Hollander) e seu suposto sobrinho Jack (Leo Woodall). Ou seja, o público estava curioso para descobrir como essa história iria se desenrolar à medida que a atração se encaminha para o final da sua 2ª temporada – o último episódio será exibido no próximo domingo (11/12). E como “Abductions” dobrou a aposta, indicando que Quentin prepara um golpe em Tanya (Jennifer Coolidge), o final da temporada deve atingir audiência ainda maior. Desde que começou a ser exibida em 30 de outubro, a 2ª temporada de “The White Lotus” lidera informalmente o ranking de conteúdo mais assistido da HBO Max. Mas a plataforma não revela os números específicos do streaming. Criada por Mike White (“Escola do Rock”), “The White Lotus” acompanha a rotina de funcionários e hóspedes de um hotel de luxo durante a temporada de verão. Na 2ª temporada, a trama se passa na ilha da Sicília, na Itália.
Jenna Ortega ganha 10 milhões de seguidores com “Wandinha”
Desde que “Wandinha” estreou em 23 de novembro, a atriz Jenna Ortega, que protagoniza a série, ganhou 10 milhões de seguidores novos no Instagram. O estouro de popularidade pôde ser sentido pela jovem californiana de 20 anos no fim de semana na CCXP, em São Paulo, quando foi aclamada pelo público – e comentou que os brasileiros “encostam demais” e “são felizes demais” para o gosto da antissocial Wandinha. Descendente de mexicanos e porto-riquenhos, Jenna já era bem conhecida do público antes da série da Netflix. Ela iniciou a carreira ainda criança, quando participou dos sucessos de bilheteria “Sobrenatural: Capítulo 2” (2013) e “Homem de Ferro 3” (2013), e teve seu primeiro encontro com a fama aos 14 anos de idade, ao protagonizar a série “A Irmã do Meio”, no Disney Channel, por três temporadas – entre 2016 e 2018. Jenna ainda viveu a versão jovem da protagonista de “Jane the Virgin” por 30 capítulos da série, mas então se rebelou e se recusou a seguir a carreira de menina boazinha da Disney. De repente, começou a fazer suspenses sombrios e filmes de terror. A guinada aconteceu em 2019, quando viveu Ellie Alves na 2ª temporada do suspense “Você”. No ano seguinte, tornou-se a protagonista feminina de seu primeiro terror: “A Babá: Rainha da Morte”, na Netflix. Neste ano, ela apareceu em nada menos que quatro produções sangrentas: o quinto filme da franquia “Pânico”, que lhe rendeu o prêmio de Melhor Performance Assustadora do MTV Movie Awards, “Terror no Estúdio 666”, com a banda Foo Fighters, o elogiadíssimo “X – A Marca da Morte” e o terrir “American Carnage”, ainda inédito no Brasil Não por acaso, ela revelou recentemente que temia ter fugido do rótulo de atriz da Disney apenas para ficar marcada como rainha do terror. Só que essa transformação a fez cair nas graças do público. A multiplicação de fãs, que chegou a 22,5 milhões de seguidores no Instagram, escancara o sucesso vertiginoso da atriz, que conseguiu tornar Wandinha ainda mais adorada que já era antes da série da Netflix.
“Wandinha” já é 3ª série em inglês mais vista da Netflix em todos os tempos
A série “Wandinha” continua superando expectativas. Durante a sua segunda semana de exibição, a atração acumulou incríveis 411 milhões de horas assistidas na Netflix. Desde que estreou em 23 de novembro, “Wandinha” já rendeu um total de 752 milhões de horas de streaming, tornando-se a 3ª série falada em inglês mais vista da plataforma. Atualmente, o 1º lugar das séries faladas em inglês pertence à 4ª temporada de “Stranger Things”, que teve 1,35 bilhão de horas visualizadas em seus primeiros 28 dias, seguido por “Dahmer: Um Canibal Americano”, com 856,2 milhões de horas no mesmo período. O fato de a Netflix só considerar os primeiros 28 dias é importante, visto que “Dahmer: Um Canibal Americano” acabou de ultrapassar a marca de 1 bilhão de horas. Porém, para o ranking oficializado pela Netflix, “Wandinha” só precisa ser vista por um pouco mais de 100 milhões de horas para superar a série de Ryan Murphy. E isto deve acontecer ainda nesta semana – embora o resultado só se torne público na terça que vem (13/12). “Wandinha” também tem grandes chances de chegar ao topo, visto que, em suas primeiras duas semanas, teve uma audiência maior que “Stranger Things 4” no mesmo período (621,8 milhões de horas) e já atingiu 55% do total de horas assistidas pela série líder em seus primeiros 28 dias. O sucesso de “Wandinha” é ainda mais gritante quando comparado à audiência de “1899”, que ficou em 2º lugar no Top 10 Semanal com 44,6 milhões de horas assistidas. Fechando o Top 5 estão “Amigas para Sempre” (com 29 milhões de horas assistidas), a 5ª temporada de “The Crown” (27 milhões de horas) e “Cena do Crime – O Campo da Morte do Texas” (23 milhões de horas). Entre as séries internacionais, ou seja, aquelas não faladas em inglês, o destaque ficou com o drama colombiano “Canto para Não Chorar: Arelys Henao”, que acumulou 28 milhões de horas assistidas. Confira abaixo o Top 10 semanal das séries faladas em inglês na Netflix. 1. “Wandinha” 2. “1899” 3. “Amigas para Sempre” 4. “The Crown 5” 5. “Cena do Crime – O Campo da Morte do Texas” 6. “Disque Amiga para Matar 3” 7. “Manifest 4” 8. “Sangue e Água 3” 9. “Manifest 1” 10. “Little Angel”
“Abbott Elementary” lidera indicações televisivas do Critics Choice Awards
A associação dos críticos norte-americanos de TV divulgou nesta terça (6/12) os indicados ao prêmio Critics Choice Awards Television 2022, com destaque para a série de comédia “Abbott Elementary”, do canal americano ABC, que liderou a lista com seis nomeações. “Better Call Saul” ficou logo atrás, com cinco indicações. Outros destaques foram para “Gaslit”, “Reservation Dogs” e “The Good Fight”, que empataram com quatro indicações cada. Disponibilizada no Brasil pela Star+, “Abbott Elementary” foi indicada a Melhor Série de Comédia além de ter recebido várias indicações nas categorias de atuação. Outros indicados a Melhor Série de Comédia foram “Barry”, “O Urso”, “Better Things”, “Ghosts”, “Hacks”, “Reboot” e “Reservation Dogs”. Já “Better Call Saul”, distribuída pela Netflix no Brasil, foi indicada a Melhor Série Dramática e disputa o prêmio com “Andor”, “Mal de Família”, “The Crown”, “Euphoria”, “The Good Fight”, “A Casa do Dragão”, “Ruptura” e “Yellowstone”. “Ao embarcarmos na realização do 28º Critics Choice Awards, estamos impressionados com a riqueza de séries notáveis que foram consideradas para as indicações deste ano”, disse Ed Martin, co-presidente da divisão televisiva do Critics Choice Association, em comunicado. “Claramente, a indústria se recuperou bastante. Estamos ansiosos para homenagear as melhores séries e programas do ano na próxima cerimônia de premiação”. O Critics Choice Awards também vai premiar os melhores do cinema, mas o indicados das produções cinematográficas só serão anunciados na próxima quarta (14/12). A entrega dos prêmios de cinema e televisão acontecerá conjuntamente em 15 de janeiro, no Fairmont Century Plaza na cidade de Los Angeles. Confira abaixo a lista dos indicados. Melhor Série – Drama “Andor” “Mal de Família” “Better Call Saul” “The Crown” “Euphoria” “The Good Fight” “A Casa do Dragão” “Ruptura” “Yellowstone” Melhor Ator em Série – Drama Jeff Bridges – “The Old Man” Sterling K. Brown – “This Is Us” Diego Luna – “Andor” Bob Odenkirk – “Better Call Saul” Adam Scott – “Ruptura” Antony Starr – “The Boys” Melhor Atriz em Série – Drama Christine Baranski – “The Good Fight” Sharon Horgan – “Mal de Família” Laura Linney – “Ozark” Mandy Moore – “This Is Us” Kelly Reilly – “Yellowstone” Zendaya – “Euphoria” Melhor Ator Coadjuvante em Série – Drama Andre Braugher – “The Good Fight” Ismael Cruz Córdova – “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” Michael Emerson – “Evil” Giancarlo Esposito – “Better Call Saul” John Lithgow – “The Old Man” Matt Smith – “A Casa do Dragão” Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Drama Milly Alcock – “A Casa do Dragão” Carol Burnett – “Better Call Saul” Jennifer Coolidge – “The White Lotus” Julia Garner – “Ozark” Audra McDonald – “The Good Fight” Rhea Seehorn – “Better Call Saul” Melhor Série – Comédia “Abbott Elementary” “Barry” “O Urso” “Better Things” “Ghosts” “Hacks” “Reboot” “Reservation Dogs” Melhor Ator em Série – Comédia Matt Berry – “What We Do in the Shadows” Bill Hader – “Barry” Keegan-Michael Key – “Reboot” Steve Martin – “Only Murders in the Building” Jeremy Allen White – “O Urso” D’Pharaoh Woon-A-Tai – “Reservation Dogs” Melhor atriz em Série – Comédia Christina Applegate – “Disque Amiga para Matar” Quinta Brunson – “Abbott Elementary” Kaley Cuoco – “The Flight Attendant” Renée Elise Goldsberry – “Girls5eva” Devery Jacobs – “Reservation Dogs” Jean Smart – “Hacks” Melhor Ator Coadjuvante em Série – Comédia Brandon Scott Jones – “Ghosts” Leslie Jordan – “Call Me Kat” James Marsden – “Disque Amiga para Matar” Chris Perfetti – “Abbott Elementary” Tyler James Williams – “Abbott Elementary” Henry Winkler – “Barry” Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Comédia Paulina Alexis – “Reservation Dogs” Ayo Edebiri – “O Urso” Marcia Gay Harden – “Uncoupled” Janelle James – “Abbott Elementary” Annie Potts – “Young Sheldon” Sheryl Lee Ralph – “Abbott Elementary” Melhor Minissérie “The Dropout” “Gaslit” “The Girl from Plainville” “The Offer” “Pam & Tommy” “Station Eleven” “This Is Going to Hurt” “Em Nome do Céu” Melhor Telefilme “Fresh” “O Predador: A Caçada” “Ray Donovan: The Movie” “The Survivor” “Three Months” “Weird: The Al Yankovic Story” Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme Ben Foster – “The Survivor” Andrew Garfield – “Em Nome do Céu” Samuel L. Jackson – “Os Últimos Dias de Ptolemy Grey” Daniel Radcliffe – “Weird: The Al Yankovic Story” Sebastian Stan – “Pam & Tommy” Ben Whishaw – “This is Going to Hurt” Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme Julia Garner – “Inventando Anna” Lily James – “Pam & Tommy” Amber Midthunder – “O Predador: A Caçada” Julia Roberts – “Gaslit” Michelle Pfeiffer – “The First Lady” Amanda Seyfried – “The Dropout” Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Murray Bartlett – “Welcome to Chippendales” Domhnall Gleeson – “The Patient” Matthew Goode – “The Offer” Paul Walter Hauser – “Black Bird” Ray Liotta – “Black Bird” Shea Whigham – “Gaslit” Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Claire Danes – “A Nova Vida de Toby” Dominique Fishback – “Os Últimos Dias de Ptolemy Grey” Betty Gilpin – “Gaslit” Melanie Lynskey – “Candy” Niecy Nash-Betts – “Dahmer: Um Canibal Americano” Juno Temple – “The Offer” Melhor Série em Língua Estrangeira “1899” “Borgen” “Uma Advogada Extraordinária” “Garcia!” “The Kingdom Exodus” “Kleo” “A Amiga Genial” “Pachinko” “Tehran” Melhor Série Animada “Bluey” “Bob’s Burgers” “Primal” “Arlequina” “Star Trek: Lower Decks” “Undone” Melhor Talk Show “The Amber Ruffin Show” “Full Frontal with Samantha Bee” “The Kelly Clarkson Show” “Last Week Tonight with John Oliver” “Late Night with Seth Meyers” “Watch What Happens Live with Andy Cohen” Melhor Especial de Comédia “Fortune Feimster: Good Fortune” “Jerrod Carmichael: Rothaniel” “Joel Kim Booster: Psychosexual” “Nikki Glaser – Impecavelmente Obscena” “Norm Macdonald: Nothing Special” “Would It Kill You to Laugh? Starring Kate Berlant & John Early”
Taylor Kitsch vai estrelar série western do roteirista de “O Regresso”
O ator Taylor Kitsch (“A Lista Terminal”) vai estrelar a nova série western “American Primeval”, desenvolvida para a Netflix pelo roteirista Mark L. Smith (“O Regresso”) e o cineasta Peter Berg (“O Grande Herói”) A atração é descrita como uma exploração do nascimento do Velho Oeste americano e vai mostrar as violentas colisões de culturas, religiões e comunidades que resultam das lutas e mortes de homens e mulheres pelo controle deste novo mundo – e por uma terra que acreditam ser destinada a eles. Kitsch vai interpretar Isaac, um homem traumatizado lutando para superar seus demônios e encontrar uma razão para viver neste mundo novo e brutal. “American Primeval” foi criada por Berg e Smith em parceria com o produtor Eric Newman (“Bem-Vindos à Vizinhança”). A série terá seis episódios, todos dirigidos por Berg. “Agradecemos muito a Netflix por confiar em nós para darmos um grande passo com ‘American Primeval'”, disse o diretor em comunicado. “Mal vejo a hora de levar os espectadores na mais dinâmica, intensa e frenética narrativa de sobrevivência humana. Estamos adentrando o ventre da besta.” “American Primeval” ainda não tem previsão de estreia. Vale apontar que Peter Berg e Taylor Kitsch já também trabalharam juntos na série “Friday Night Lights” (2006-2011) e no filme “O Grande Herói” (2013), e mais recentemente na série “Painkiller”, que estreia no ano que vem.
“Dahmer: Um Canibal Americano” ultrapassa 1 bilhão de horas assistidas
A série “Dahmer: Um Canibal Americano”, criada por Ryan Murphy e Ian Brennan (parceiros desde “Glee”), ultrapassou a incrível marca de 1 bilhão de horas assistidas em seus primeiros 60 dias de exibição na Netflix. Essa é apenas a terceira vez que uma atração da Netflix consegue esse feito. As outras duas séries que também quebraram a barreira do 1 bilhão foram os sucessos “Round 6” e a 4ª temporada de “Stranger Things”. Para contextualizar, “Stranger Things” teve 1,35 bilhão de horas visualizadas em seu primeiro mês, enquanto “Round 6” atingiu 1,65 bilhão. Ainda que “Dahmer: Um Canibal Americano” tenha ficado atrás desses outros sucessos, seus números não são menos impressionantes. A série passou sete semanas em 1º lugar no Top 10 da plataforma de streaming em 92 países, e atualmente é a segunda série em inglês mais popular da Netflix de todos os tempos. Não por acaso, a atração foi renovada para mais duas temporadas. Porém, a série vai adotar o formato de antologia, com cada temporada contando a história de um assassino diferente – algo similar ao que Murphy fez em outras atrações, como “American Crime Story” e “Feud”. “Dahmer: Um Canibal Americano” mostra como Jeffrey Dahmer (Evan Peters, de “American Horror Story”), um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da polícia e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. Apesar do sucesso, a atração também gerou protestos de parentes das vítimas, que reclamam da exploração da história. A produção também não agradou à crítica, sendo considerada medíocre pela média das resenhas compiladas no agregador Rotten Tomatoes – 59% de aprovação.
Trailer do documentário “Harry e Meghan” vai direto nas polêmicas da família real
A Netflix divulgou o pôster e o trailer da série documental “Harry & Meghan”, que promete mostrar detalhes da intimidade do príncipe Harry e sua esposa Meghan Markle. A prévia não perde tempo e vai direto nas polêmicas que envolveram o rompimento do casal com a realeza britânica, com direito a acusações de racismo. “Ninguém sabe toda a verdade. Nós sabemos”, afirma Harry no vídeo. Segundo a Netflix, o público “nunca viu a história de Meghan e Harry contada assim”. Vale ressaltar que, em outubro, a gigante do streaming quase interrompeu o projeto e, antes disso, o diretor original se demitiu. O documentário conta com depoimentos de amigos e familiares do casal, bem como imagens de arquivos pessoais. A visão de historiadores também estará presente na produção. “Harry & Meghan” é dirigido por Liz Garbus (de “Love, Marilyn”) e terá seis capítulos, que serão disponibilizados em duas partes: em 8 e 15 de dezembro.
Al Strobel, ator de “Twin Peaks”, morre aos 83 anos
O ator Al Strobel, conhecido por seu papel na série “Twin Peaks”, morreu na sexta-feira (2/12). Ele tinha 83 anos e a causa da mote não foi divulgada. A informação foi confirmada pela produtora Sabrina Sutherland, que trabalhou em “Twin Peaks”, e escreveu em seu perfil no Facebook: “Através da escuridão do passado, futuro e muita tristeza, dizemos adeus a Al Strobel. Ele é um ser humano insubstituível e sempre será uma parte importante da nossa família ‘Twin Peaks'”. O ator perdeu seu braço esquerdo num acidente de carro quando tinha 17 anos e o fato de ter apenas um braço foi incorporado de forma marcante na série dos anos 1990. Presente desde o piloto de 1989, o personagem de Strobel, Philip Gerard, removeu o braço na trama para impedir que um ser sinistro possuísse seu corpo. Ele apareceu em 10 episódios da série original e participou de um momento marcante no programa, quando recitava um poema em que dizia “fire walk with me” (traduzido em português como “o fogo anda comigo”). A expressão batizou o filme derivado da série, “Twin Peaks: Fire Walk With Me”, de 1992, mas a referência perdeu o sentido na “tradução” brasileira, que ficou “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer”. Strobel também participou do revival da série, “Twin Peaks: O Retorno”, aparecendo em nove episódios de 2017. Fora a atração criada pelo cineasta David Lynch e o roteirista Mark Frost, ele ainda atuou em cinco filmes independentes, dos quais três eram terrores baratos. Nas redes sociais, o ator recebeu homenagem de Mark Frost, co-criador de “Twin Peaks”, que lembrou: ” Que cavalheiro caloroso e maravilhoso ele era”.












