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Série

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Série

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9 de agosto de 2026
  • Série

    Estreia de Arquivo X foi vista ao vivo por 50 milhões em todo o mundo

    2 de fevereiro de 2016 /

    A Fox divulgou a audiência internacional do revival de “Arquivo X”. O levantamento acompanhou a sintonia do episódio de estreia em 80 países diferentes e o resultado estabeleceu um novo recorde para um lançamento mundial da televisão. O primeiro capítulo foi visto ao vivo por nada menos que 50 milhões de telespectadores em todo o mundo. Na América Latina, os dois primeiros episódios foram exibidos simultaneamente, atingindo uma média de 68% da audiência da TV paga, superior à audiência do campeão de audiência do canal, a série “The Walking Dead”. Durante a transmissão, a Fox liderou a audiência na Argentina e México, incluindo as televisões abertas. Além disso, representou o pico de público da temporada (iniciada em setembro) no Canadá e a maior audiência da história do canal na Polônia. Trata-se mesmo de um fenômeno. Infelizmente, de curta duração, uma vez que a minissérie de seis episódios já se encontra pela metade.

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  • Série

    House of Cards: Foto revela participação do ator de RoboCop na série

    2 de fevereiro de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou a primeira foto oficial da 4ª temporada de “House of Cards”. E, para surpresa geral, a imagem mostra Kevin Spacey, intérprete do presidente Frank Underwood, conversando com Joel Kinnaman (“RoboCop”). A participação do ator não tinha sido divulgada previamente, nem o Netflix revelou qual será o seu papel. Clique na foto para ampliá-la. O quarto ano de House of Cards estreia mundialmente na Netflix em 4 de março. A série já foi renovada para sua 5ª temporada.

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  • Série

    The Collection: Série vai abordar os bastidores da moda dos anos 1940

    1 de fevereiro de 2016 /

    O serviço de streaming Amazon anunciou o início das gravações da série “The Collection”, série passada nos bastidores da alta costura parisiense dos anos 1940. Coproduzida em parceria com a BBC Worldwide e a France Télévision, “The Collection” vai acompanhar a vida de dois irmãos, responsáveis pela grife fictícia Sabine, na Paris do pós-guerra. Paul Sabine (Richard Coyle, da série “Crossbones”) é um jovem romântico que sonha em ressuscitar o glamour de Paris. Mas é seu irmão Claude (Tom Riley, de “Da Vinci’s Demons”) o verdadeiro gênio por trás da marca Sabine. Os dois são filhos de Yvette (Frances de la Tour, da série “Vicious”), uma mulher manipuladora que usa os filhos para conquistar seus objetivos. Outras mulheres na vida dos irmãos são Helen (Mamie Gummer, de “Emily Owens”, a esposa americana de Paul, e Nina (Jenna Thiam, de “Les Revenants”), filha de uma costureira que se torna o rosto da marca. “The Collection” foi criada por Oliver Goldstick, produtor-roteirista da série “Pretty Little Liars” e terá oito episódios em sua 1ª temporada. As gravações estão acontecendo no País de Gales e na França, e devem se estender até maio. Ainda sem estreia prevista, a produção se junta à encomenda do piloto de “Model Woman”, sobre uma agência de modelos nos anos 1970, entre as primeiras incursões ao mundo da moda pelo universo das séries.

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  • Série

    Terror e Sci-fi marcam novos projetos da rede americana CW

    1 de fevereiro de 2016 /

    Além de “Riverdale” e “No Tomorrow”, a rede americana CW encomendou mais quatro pilotos de séries novas, todos de temática fantasiosa e centrados em protagonistas femininas. Entre as novas opções, destaca-se uma versão do filme “Alta Frequência” (2000). Desenvolvido por Jeremy Carver (criador da série “Being Human”), “Frequency” vai acompanhar uma policial que entra em contato, pelo rádio, com seu pai falecido. Policial veterano, ele a ajuda a resolver um caso, mas isso cria um efeito borboleta no presente. O filme original (imagem acima) contava a história de um policial (Jim Caviezel, da série “Person of Interest”) que consegue se comunicar com o pai (Dennis Quaid, de “A Qualquer Preço”), um bombeiro falecido há 30 anos, por meio de um rádio amador. Conforme o pai o ajuda a desvendar um mistério, o policial tenta salvar a vida dele no passado. Também lidando com o sobrenatural, “Transylvania” vai se passar em 1880 e acompanhar a busca de uma mulher por seu pai desaparecido, que a leva de Nova York até a Transilvânia, na Romênia, onde se junta a um detetive descreditado da Scotland Yard para testemunhar o nascimento dos monstros e vilões mais famosos da história. Criação de Hugh Sterbakov (série “Frango Robô”), o projeto tem produção da equipe de “Zoo”, Jeff Pinkner, Josh Appelbaum, Andre Nemec e Scott Rosenberg. Há um terceiro projeto sobrenatural, ainda sem título, desenvolvido por Kevin Williamson (criador das séries “The Vampire Diaries” e “The Following”). A trama gira em torno de uma jovem, que começa a experimentar fenômenos paranormais e busca ajuda de um parapsicólogo. Trata-se do terceiro piloto de Williamson na temporada, após as encomendas do thriller de espionagem “Recon” na Fox e a sci-fi de viagem no tempo “Time After Time” na ABC. O diretor David Nutter (dos episódios mais falados de “Game of Thrones”) vai comandar o novo piloto, com a intensão de manter sua fama de sempre aprovar os projetos que assina – desde “Space: Above and Beyond”, em 1995! Outro projeto sem título vai combinar mistério e sci-fi. Criado por Doris Egan (roteirista-produtora de “Dark Angel”, “Tru Calling”, “Torchwood” e “Black Sails”), a trama acompanha a chegada de uma equipe de exploradores na primeira colônia humana de Marte, apenas para encontrar o acampamento vazio. Liderados por uma mulher, cujo marido está entre os desaparecidos, eles precisam se adaptar à surpresa, mudando sua missão para investigar e sobreviver ao que quer que tenha acontecido. O piloto está sem título porque, originalmente, deveria se chamar “Colony”, mas outra série com este nome tomou a sua frente e já entrou no ar. Caso alguma dessas séries seja aprovada, o CW terá que encontrar espaço em sua programação, substituindo as atrações que lutam com audiências baixas. No ano passado, o canal chamou a atenção por ter sido o que menos fez cancelamentos na temporada – apenas dois: “Hart of Dixie” e a estreante “The Messengers” – , mas já em novembro anunciou que a renovação de “Beauty and the Beast” seria para sua última temporada. Atualmente, as séries de menor audiência do CW incluem as duas mais premiadas, as comédias “Crazy Ex-Girlfriend” (média de 878 mil telespectadores) e “Jane the Virgin” (1 milhão), além de “The Originals” (985 mil), o drama de época “Reign” (1 milhão) e – surpresa! – “The Vampire Diaries” (1,2 milhão). Recentemente, Mark Pedowitz, presidente do CW, disse que só cancelaria “The Vampire Diaries” se os intérpretes dos irmãos Salvatore, Paul Wesley e Ian Somerhalder, lhe pedissem.

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  • Série

    No Tomorrow: Versão americana de Como Aproveitar o Fim do Mundo tem piloto encomendado

    1 de fevereiro de 2016 /

    A minissérie brasileira “Como Aproveitar o Fim do Mundo” deu mais um passo para ganhar versão americana. A rede americana CW aprovou o roteiro e encomendou a produção do piloto da atração, que recebeu o nome de “No Tomorrow”. Escrita por Corinne Brinkerhoff e produzida por Ben Silverman (que juntos produzem “Jane the Virgin”, adaptação bem-sucedida de uma novela venezuelana), o piloto da comédia vai acompanhar a gerente de um grande depósito de vendas que passou a vida inteira evitando riscos, até se apaixonar por um homem aventureiro. Ela descobre que ele vive intensamente por acreditar que o apocalipse é iminente, e é convencida a embarcar numa jornada para realizar todos os seus desejos antes que o mundo acabe. A série brasileira era estrelada por Alinne Moraes e Danton Mello, e tinha como história central a ideia de que, segundo uma profecia maia, o mundo acabaria em 21 de dezembro de 2012. Durou oito episódios e foi cancelada na véspera da data em que o planeta “acabaria”, mas mesmo assim conseguiu ser indicada ao Emmy Internacional em 2013, chamando atenção dos produtores americanos. Relatos anteriores da imprensa americana viam dificuldades na adaptação, porque a Globo insistia em créditos de coprodução, o que estaria emperrando as negociações. Mas este é o único piloto de comédia encomendado pelo CW para a próxima temporada, gênero que, se não tem atraído público, vem rendendo reconhecimento crítico ao canal, graças aos prêmios conquistados pela própria “Jane the Virgin” e, mais recentemente, “Crazy Ex-Girlfriend”. Caso “No Tomorrow” tenha seu piloto aprovado e vire série, será a segunda aprovação da temporada para um projeto de Brinkerhoff, que já emplacou “American Gothic”, sobre os filhos de um serial killer, no calendário de verão da rede CBS.

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    Riverdale: Turma do Archie pode virar série com atores reais

    1 de fevereiro de 2016 /

    O canal CW encomendou o piloto de uma série baseada nos quadrinhos e desenhos animados da “Turma do Archie”. A produção está a cargo de Greg Berlanti, que com os sucessos de “Arrow” e “The Flash” vem se especializando em adaptações televisivas de quadrinhos. O piloto foi escrito por Roberto Aguirre-Sacasa (roteirista da série “Glee” e do remake de “Carrie, a Estranha”), que tem realizado uma verdadeira revolução como diretor criativo da Archie Comics, tornando a editora das histórias do Archie uma das mais faladas da atualidade, graças à introdução de temas de terror e tramas adultas. Aparentemente, a série vai refletir essa abordagem. E isto chegou a ser considerado um problema logo de cara. Intitulado “Riverdale”, o projeto foi originalmente desenvolvido para a rede Fox, que, entretanto, considerou o roteiro sombrio demais. A CW comemorou. “A abordagem sombria é consequência de ter Roberto e Greg, e se eles colocam algo na cabeça, você tem que aproveitar e lhes dar corda”, disse Mark Pedowitz, presidente da CW, defendendo a abordagem para o site The Hollywood Reporter. “É por isso que topamos ir para as sombras com eles”. O título “Riverdale” se refere à cidade fictícia e à escola frequentada por Archie, Betty, Veronica, Reggie, Moleza e demais personagens da “Turma do Archie”, a Riverdale High School. Uma cultuada banda punk americana também adotou o nome de The Riverdales em homenagem à criação de Vic Bloom e Bob Montana. Os quadrinhos dos Archies são publicados desde 1941 nos EUA, acompanhando o cotidiano do estudante Archie Andrews e seus amigos do colegial. Eles se tornaram conhecidos no Brasil pela série animada dos anos 1960 “A Turma do Archie”, que também fez sucesso no rádio, quando a música “Sugar, Sugar”, tocada pela banda The Archies, supostamente formada pelos personagens, saiu da animação para se tornar um fenômeno pop internacional. A produção ainda ganhou um spin-off que acabou se tornando ainda mais popular que a turma original, sobre a feiticeira adolescente “Sabrina”. A ideia de Aguirre-Sacasa é incluir outros personagens famosos da Archie Comics, como a própria Sabrina e Josie e as Gatinhas, uma banda feminina que também teve um desenho animado popular em 1970. A trama, porém, não terá elementos de nostalgia, pois vai se passar no presente, explorando o clima surrealista da vida na cidade pequena que lhe dá nome, com direito à toda escuridão e estranheza que borbulha sob a fachada saudável de Riverdale. A escalação do elenco deve começar nas próximas semanas, e será curioso ver quem viverá o popular estudante Archie Andrews, a garota do lado Betty Cooper e a socialite rica Veronica Lodge, além de todo o elenco de apoio da franquia, inclusive o personagem gay Kevin Keller, recentemente criado nos quadrinhos. Entretanto, a 1ª temporada só será encomendada se o piloto agradar.

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    Premiação do Sindicato dos Atores consagra a diversidade que falta ao Oscar

    31 de janeiro de 2016 /

    O Sindicato dos Atores dos EUA (SAG, na sigla em inglês) entregou seus prêmios anuais na noite de sábado, em Los Angeles. E além de sacramentar Leonardo DiCaprio e Brie Larson como os Melhores Atores do ano, respectivamente por “O Regresso” e o “Quarto de Jack”, alimentou a polêmica em torno da falta de diversidade do Oscar com o reconhecimento a Idris Elba como Melhor Ator Coadjuvante por “Beasts of No Nation”. Nem Elba nem qualquer outro ator negro foram indicados ao Oscar. E isto fará com que, apenas pela segunda vez nesta década, os quatro vencedores individuais do SAG Awards não sejam repetidos na premiação da Academia. A única diferença anterior tinha sido na mesma categoria de Elba, quando Tommy Lee Jones (“Lincoln”) perdeu o Oscar para Christoph Waltz (“Django Livre”) em 2013. A vitória nos SAG Awards dá amplo favoritismo a Leonardo DiCaprio na disputa da estatueta da Academia, após sair de mãos vazias em quatro ocasiões anteriores. E também repara a desatenção cometida contra Brie Larson, que já devia ter sido indicada por “Temporário 12” (2013), filmaço que teve como pecado ser uma produção indie, sem dinheiro para campanha de premiação. Ela não é uma revelação inesperada. A sueca Alicia Vikander completou o quarteto premiado, como Melhor Coadjuvante por sua papel em “A Garota Dinamarquesa”. A premiação do Sindicato também chamou atenção para a grande diferença de diversidade entre o cinema e a televisão dos EUA. Se há falta de bons papéis para atores negros em Hollywood, o mesmo não pode ser dito da TV. A maioria esmagadora dos premiados nas categorias televisivas do SAG Awards foram negros. Inclusive o próprio Idris Elba, que recebeu um segundo prêmio na noite, como Melhor Ator de Telefilme ou Minissérie pela produção britânica “Luther”. Além dele, também foram premiadas Queen Latifah (“Bessie”), Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”) e Viola Davies (“How to Get Away with Murder”), enquanto apenas dois atores brancos, Jeffrey Tambor (“Transparent”) e Kevin Spacey (“House of Cards”), tiveram seus desempenhos comemorados. Ao contrário do Emmy, o SAG Awards não considera “Orange Is the New Black” dramático, o que lhe permitiu vencer o prêmio de Melhor Elenco em Série de Comédia. E a conquista é outro gol a favor da diversidade, pois não há nenhum elenco mais diversificado que o desta produção do Netflix. As produções do serviço de streaming, por sinal, foram as grandes vencedoras da noite, faturando nada menos que quatro troféus, mais que qualquer outro “canal” ou estúdio. O prêmio de Melhor Elenco de Série de Drama ficou com “Downton Abbey”, que exibiu sua última temporada, enquanto “Game of Thrones” e “Mad Max: Estrada da Fúria” confirmaram seu favoritismo nas categorias de dublês. Considerado o principal prêmio do Sindicato, o troféu de Melhor Elenco de Cinema ficou com “Spotlight: Segredos Revelados”, drama jornalístico estrelado por Michael Keaton, Liev Schreiber, Rachel McAdams e Mark Rufallo, entre outros. Geralmente, o vencedor desta categoria sai como favorito ao Oscar de Melhor Filme. No ano passado, o vencedor foi “Birdman”, que também conquistou o Oscar, mas nem sempre isso se confirma, como ressaltam as vitórias sindicais de “Trapaça” (2013) e “Histórias Cruzadas” (2011), para ficar em exemplos recentes. Vencedores do SAG Awards 2016 CINEMA Melhor Ator Leonardo DiCaprio, “O regresso” Melhor Atriz Brie Larson, “O quarto de Jack” Melhor Ator coadjuvante Idris Elba, “Beasts of No Nation” Melhor Atriz coadjuvante Alicia Vikander, “A garota dinamarquesa” Melhor Elenco “Spotlight: segredos revelados” Melhor Equipe de dublês “Mad Max — Estrada da fúria” TELEVISÃO Melhor Ator em série de comédia Jeffrey Tambor, “Transparent” Melhor Atriz em série de Comédia Uzo Aduba, “Orange is the New Black” Melhor Elenco de série de Comédia “Orange is the New Black” Melhor Ator em Telefilme ou minissérie Idris Elba, “Luther” Melhor Atriz em Telefilme ou minissérie Queen Latifah, “Bessie” Melhor Elenco de série dramática “Downton Abbey” Melhor Ator em série dramática Kevin Spacey, “House of Cards” Melhor Atriz em série dramática Viola Davis, “How to Get Away With Murder” Melhor Equipe de dublês “Game of Thrones”

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    Jada Pinkett Smith vai voltar à série Gotham

    30 de janeiro de 2016 /

    A atriz Jada Pinkett Smith vai voltar a aparecer em “Gotham”. Segundo apurou o site da revista Variety, ela terá participação importante na metade final da 2ª temporada, embora o contexto de seu retorno esteja sendo mantido em segredo. Sua personagem, a mafiosa Fish Mooney, foi vista pela última vez caindo para a morte aparente nas águas do porto de Gotham, mas, como o showrunner Bruno Heller lembrou, ao comentar este desfecho no ano passado, “ninguém morre para sempre no universo DC”. Para confirmar essas palavras, a atual temporada incluiu um laboratório secreto, conhecido como Indian Hill, que conduz testes em criminosos e aparentemente é capaz de trazer os mortos à vida. A instalação é comandada pelo vilão Professor Hugo Strange, o psiquiatra que nos quadrinhos tenta enlouquecer Bruce Wayne e acaba descobrindo a identidade secreta do Batman. O personagem será interpretado BD Wong (“Jurassic World”) na série. “Gotham” encerra seu hiato de fim de ano em 29 de fevereiro, quando retoma a exibição de episódios inéditos de sua 2ª temporada na rede americana Fox.

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    Queen of the South: Série estrelada por Alice Braga ganha primeiro trailer

    30 de janeiro de 2016 /

    O canal pago americano USA divulgou o primeiro trailer de “Queen of the South”, série de tráfico estrelado pela brasileira Alice Braga. Ela interpreta a rainha do título, Tereza Mendoza, cujo namorado é morto no México numa transação de drogas que deu errado. Buscando refúgio nos EUA, ela se une a um amigo para derrubar o traficante responsável pela morte do seu namorado, mas acaba aprendendo tanto sobre o funcionamento do tráfico que fica numa posição de liderar o cartel. A atração é um remake da novela colombiana “La Reina Del Sur”, desenvolvida pelos roteiristas M.A. Fortin e Joshua John Miller, ambos do divertido e premiado “Terror nos Bastidores” – Melhor Roteiro do Festival de Stiges – , lançado direto em DVD no Brasil. O elenco também inclui Peter Gadiot (série “Once Upon a Time in Wonderland”), Joaquim de Almeida (“O Duelo”), Justina Machado (série “Six Feet Under”), Hemky Madera (série “Weeds”) e James Martinez (série “Breaking Bad”). “Queen of the South” vai estrear entre abril e junho no canal pago americano USA. Por curiosidade, “La Reina del Sur” ganhou o nome de “A Rainha do Tráfico” no Brasil e já foi exibida pelo canal +Globosat e pelo Netflix.

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    É oficial: Netflix vai reviver a série Gilmore Girls

    30 de janeiro de 2016 /

    O site de streaming Netflix e a Warner Bros. TV confirmaram a produção de um revival da série “Gilmore Girls”. Os boatos sobre o projeto começaram a circular em novembro, mas agora é oficial. Segundo o site The Hollywood Reporter, os dramas de Lorelai e Rory, a jovem mãe e sua filha, ganharão continuação numa minissérie derivada da atração, que reunirá novamente as atrizes Lauren Graham e Alexis Bledel. Além delas, também estão confirmados os retornos de Scott Patterson (Luke), Kelly Bishop (Emily Gilmore), Sean Gunn (Kirk) e Keiko Agena (Lane Kim). A criadora da atração, Amy Sherman-Palladino, será responsável por continuar a história. Ela vai escrever e dirigir todos os novos episódios. Por enquanto, porém, ainda não há definição de quantos capítulos serão produzidos, mas na época em que o boato surgiu falava-se em quatro episódios apenas, de 90 minutos de duração. Cada capítulo seria como um telefilme diferente, passando-se nas quatro estações de um ano – isto é, Inverno, Primavera, Verão e Outono. O projeto pode ter mudado. Com isso, Amy recuperará o controle das personagens que criou. Vale relembrar que ela se afastou de “Gilmore Girls” durante a 7ª e última temporada, devido a uma disputa de contrato com a Warner Bros. Em junho deste ano, durante uma reunião do elenco no Festival ATX, a produtora disse que a série não terminou como ela gostaria. Na ocasião, ela mencionou que adoraria poder concluir a narrativa à sua maneira. Exibida de 2000 a 2007, “Gilmore Girls” acompanhava o cotidiano da mãe solteira Lorelai Victoria Gilmore (Lauren Graham) e sua filha Lorelai “Rory” Leigh Gilmore (Alexis Bledel) na cidadezinha fictícia de Stars Hollow, aproveitando para explorar diversos temas de relacionamentos, como família, amizades, conflitos geracionais e classes sociais. Repleta de personagens bem peculiares, a atração ainda serviu para lançar a carreira de muitos astros, como a comediante Melissa McCarthy (“As Bem Armadas”) e os então adolescentes Jared Padalecki (série “Supernatural”) e Milo Ventimiglia (série “Heroes”). A série foi encerrada em sua 7ª temporada, com a jovem Rory se formando na faculdade. Os novos episódios a mostrarão crescida, nos dias atuais, de forma a poder abordar a morte recente do ator Edward Hermann, que interpretou seu avô na trama. A minissérie também marcará o terceiro revival de atrações clássicas da TV produzido pelo Netflix, após o sucesso da 4ª temporada da série de comédia “Arrested Development” e a vindoura continuação/spin-off de “Três É Demais”, intitulada em inglês “Fuller House”, que estreia em 2016. E acontece quando a nostalgia televisiva experimenta grande sucesso, com o revival de “Arquivo X” reunindo 20 milhões de telespectadores em sua estreia.

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  • Série

    Filha de Meryl Streep vai caçar os hackers da série Mr. Robot

    30 de janeiro de 2016 /

    A atriz Grace Gummer, filha de Meryl Streep, entrou no elenco fixo da 2ª temporada de “Mr. Robot”. Segundo o site The Hollywood Reporter, ela vai interpretar Dominique “Dom” DiPierro, uma jovem agente do FBI que vai caçar os hackers da fsociety, responsáveis pelo ataque contra a Evil Corp. Grummer está se especializando em séries. Ele entrou em “Mr. Robot” após desempenhar papéis fixos em “Newsroom” e “Extant”, além de ter participado de “American Horror Story: Freak Show”. E ainda estará em “Good Girls Revolt”, série da Amazon passada numa revista semanal durante a revolução sexual dos anos 1960. As gravações da 2ª temporada começam em março em Nova York, após a consagração da série nas premiações do Globo de Ouro e Critics Choice Awards.

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    Finding Carter é cancelada e não terá 3ª temporada

    30 de janeiro de 2016 /

    O canal pago americano MTV cancelou a série “Finding Carter”. A informação foi confirmada pelo ator Zac Pullam, que interpreta o personagem Grant, em sua conta oficial no Twitter. “Triste em dizer isso, mas, se vocês ainda não sabem, ‘Finding Carter’ não vai retornar para uma 3ª temporada”, escreveu o ator na rede social. Assim, o último episódio acabou sendo o final da 2ª temporada, exibido em 15 de dezembro. O cancelamento acompanhou a queda da audiência da atração. A série estreou com uma média de 1,14 milhão de telespectadores em seu primeiro ano, mas caiu para 720 mil em 2015. Criada por Emily Silver (série “Bones”) e Terri Minsky (série “Less Than Perfect”), a série girava em torno de uma adolescente que descobre que a mulher com quem ela viveu sua vida inteira não é a sua mãe, mas alguém que a sequestrou quando ela tinha apenas três anos. A personagem-título era vivida por Kathryn Prescott (série “Skins”) e o elenco também destacava Alexis Denisof, um dos atores favoritos de Joss Whedon (participou das séries “Buffy – A Caça-Vampiros”, “Angel” e do filme “Muito Barulho por Nada”) como o pai de Carter, um escritor cujo maior sucesso é um livro sobre o desaparecimento da própria filha.

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    Após três dias, o público da estreia de Arquivo X salta para 20 milhões nos EUA

    29 de janeiro de 2016 /

    Os números do episódio de estreia da minissérie que reviveu “Arquivo X”, considerada a 10ª temporada da série clássica, bateram no teto com a divulgação, pela Nielsen, da performance em outras plataformas. Somando a audiência ao vivo, do site Hulu e dos DVRs (gravadores digitais) durante três dias desde sua exibição original, o público atingiu 20,3 milhões de telespectadores. Esta era a audiência do auge da atração nos anos 1990, quando ainda não havia outras plataformas além da televisão. Em compensação, a oferta de séries também eram muito menor e concentrada nas grandes redes. A maior audiência da existência de “Arquivo X” foram 29 milhões de telespectadores num episódio transmitido em 1997. Nos dias que correm, números como este são cada vez mais raros. Tanto que o público do revival só perde nesta temporada para a estreia da 2ª temporada de “Empire”, exibida em setembro pela mesma rede, a Fox. Para completar, com a soma de todas as plataformas, o índice demográfico, que mede o público de 18 a 49 anos (alvo dos anunciantes), atingiu impressionantes 7,8 pontos. Maior que o da própria “Empire”.

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