Bryan Singer vai dirigir o piloto da série dos X-Men para a Fox
O cineasta Bryan Singer vai dirigir o piloto da nova série dos “X-Men”, que a rede Fox pretende lançar no fim do ano. A informação é do site The Hollywood Reporter. Singer já fazia parte da equipe dos produtores – assim como participa da produção de “Legion”, primeira atração derivada dos quadrinhos de super-heróis mutantes da Marvel. Mas o fato de assumir também a direção significa que o piloto não será barato. Afinal, o diretor está acostumado a transformar os filmes dos “X-Men” em superproduções repletas de efeitos visuais. Este será o terceiro piloto da carreira do cineasta, que anteriormente assinou os episódios iniciais de “House” (2004) e “Battle Creek” (2015). Sua participação já garante que a atração, ainda sem título, seguirá o padrão estético estabelecido nos longa-metragens. Criada por Matt Nix (criador de “Burn Notice”), a série vai girar em torno de uma família que descobre o gene mutante em seus filhos. Forçada a fugir de um governo anti-mutante e dos robôs Sentinelas, os protagonistas acabam se unindo a um grupo clandestino de mutantes, que precisa lutar para sobreviver. Além de Singer e Nix, a produção ainda conta com os executivos dos filmes, Lauren Shuler Donner e Simon Kinberg, mais os responsáveis pelas séries da Marvel, Jeph Loeb e Jim Chory. Por enquanto, a Fox deu sinal verde apenas para a produção do primeiro episódio, que precisará ser aprovado para virar série. Mas tem sido regra que, quanto maior o investimento, menores são as chances de reprovação. Caso tudo corra como previsto, a expectativa é que o programa estreie na próxima temporada de outono, entre setembro e novembro nos EUA.
13 Reasons Why: Série teen produzida por Selena Gomez ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro teaser da série “13 Reasons Why”, produzida pela cantora Selena Gomez (“Spring Breakers”) e o cineasta Tom McCarthy (“Spotlight – Segredos Revelados”). Baseada no livro “Os Treze Porquês”, de Jay Asher, a trama gira em torno do adolescente Clay, que recebe um pacote com várias fitas cassetes gravadas por Hannah Baker, menina por quem ele era apaixonado e que cometeu suicídio recentemente. Nelas, a jovem lista os 13 motivos que a levaram a interromper sua vida. Ele é um deles e precisa passar a mensagem para os demais envolvidos. O protagonista é vivido por Dylan Minnette (“Goosebumps: Monstros e Arrepios”) e a suicida é interpretada pela novata australiana Katherine Langford. O elenco jovem ainda inclui Alisha Boe (“Atividade Paranormal 4”), Justin Prentice (série “Awkward.”), Devin Druid (“Mais Forte que Bombas”), Miles Heizer (série “Parenthood”), Christian Navarro (série “Vinyl”), Ross Butler (“Teen Beach 2”) e o brasileiro Henry Zaga (série “Teen Wolf”). Entre os adultos, o destaque fica com Kate Walsh (a Drª. Addison Montgomery de “Grey’s Anatomy” e “Private Practice”) como a mãe de Hannah, e Derek Luke (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) como Mr. Porter, o orientador da estudante. Desenvolvida pelo dramaturgo Brian Yorkey, vencedor do Pulitzer pela peça “Next to Normal”, a série seria originalmente estrelada por Selena Gomez, no papel de Hannah. Mas os problemas de saúde e carreira musical da estrela pop impossibilitaram a negociação. Mesmo assim, ela decidiu se envolver na produção da série ao lado de Yorkey e McCarthy. O diretor do filme vencedor do Oscar 2016, por sinal, assina os dois primeiros capítulos da atração. Com 13 episódios – um para cada “porquê” – , a série estreia em 31 de março.
Mary Tyler Moore (1936 – 2017)
Morreu a atriz Mary Tyler Moore, estrela da série pioneira que levava seu nome, vencedora de seis prêmios Emmy e indicada a um Oscar de Melhor Atriz por “Gente como a Gente” (1980). Ela faleceu nesta quarta (25/1), aos 80 anos. “Hoje, nosso amada e icônica Mary Tyler Moore faleceu aos 80 anos na companhia de amigos e de seu marido por 33 anos, Dr. S. Robert Levine”, disse sua agente Mara Buxbaum em comunicado. “Uma grande atriz, produtora e apaixonada defensora da Fundação pela Pesquisa da Diabetes Juvenil, Mary vai ser lembrada como uma destemida visionária que transformou o mundo com seu sorriso.” O sorriso marcante da atriz era mencionado na música-tema (“Quem pode ligar o mundo com seu sorriso?”) da série batizada com seu nome. Mas muito antes disso já chamava a atenção na TV. Afinal, sua carreira começou como atriz mirim, em comerciais dos anos 1950. Nascida no Brooklyn, em Nova York, em 1936, Mary se mudou com a família para Los Angeles quando tinha 8 anos. O sonho de infância de virar dançarina acabou se tornando seu primeiro papel, escalada como bailarina em diversas séries e filmes, antes de ter direito às primeiras falas. Ela rodopiou por inúmeras atrações sem chamar atenção, até cair nas graças do produtor Carl Reiner, que lhe deu seu primeiro personagem fixo na série “The Dick Van Dyke Show”. Mary despontou para o estrelato ao interpretar uma dona de casa suburbana, apesar de ter só 25 anos, casada com Dick Van Dyke, 11 anos mais velho que ela. Exibida entre 1961 e 1966, na rede americana CBS, “The Dick Van Dyke Show” também marcou seu primeiro choque com o conservadorismo americano. Afinal, ela aparecia na série de calças capri, em vez de vestidos. Os mais velhos reclamaram. E as calças viraram moda. Sucesso de público, a personagem Laura Petrie lhe rendeu sua primeira indicação ao Emmy em 1963, seguida por duas vitórias na premiação, em 1964 e 1966, que abriram as portas de Hollywood. E foi amor à primeira vista. O famoso sorriso de Mary chegou a roubar as cenas de Julie Andrews na comédia “Positivamente Millie” (1967), seduzir George Peppard em “À Caça de um Clandestino” (1968) e encantar até Elvis Presley em “Ele e as Três Noviças” (1969). A fama atingiu proporções tão grandes que os produtores da rede CBS lhe propuseram um negócio que poucas mulheres poderiam esperar naquela época: sua própria série, com seu nome, com ela própria produzindo, a partir de sua empresa, que ela ainda não tinha. Se o negócio a transformava numa das mulheres mais poderosas da indústria do entretenimento, “The Mary Tyler Moore Show”, que no Brasil foi exibida simplesmente como “Mary Tyler Moore”, também impressionou pela ousadia de sua temática feminista. O título confundia muita gente no Brasil, já que a personagem se chamava Mary Richards. Mas a mensagem não deixava dúvidas: aquela Mary era uma mulher sensacional. Ainda era 1970, e enquanto a maioria das atrizes da TV interpretava donas de casa, Mary era definitivamente solteira e não buscava um marido como objetivo de vida. Ao contrário, sua dedicação era ao trabalho e às amigas, ainda que a descrição da personagem dizia que ela não tinha “sorte no amor”. Primeira mulher independente da TV americana, Mary Richards era uma jornalista recém-chegada na cidade de Minneapolis, que conseguia um emprego numa estação de TV local. Na verdade, era tão incomum ver mulheres trabalhando em redações de telejornais, que Mary foi a primeira profissional feminina do programa fictício da série, e precisou enfrentar muito machismo para ser levada a sério. Sua personagem inclusive cobrava igualdade salarial aos colegas de trabalho do sexo masculino. Mas “Mary Tyler Moore” também mostrava a vida da personagem nas horas de folga, revelando a amizade com a senhoria idiossincrática, a vizinha fashionista e outras mulheres em diferentes estágios de vida, apresentando temas até então inéditos na TV, como – escândalo! – o uso de anticoncepcionais. O programa virou ícone feminista, mas também representou como poucos o zeitgeist da década de 1970. O mais impressionante é que o pioneirismo não espantou o público. Ao contrário, “Mary Tyler Moore” ficou no ar entre 1970 e 1977, rendendo grande audiência e mais prêmios para atriz. Ela concorreu ao Emmy durante todos os anos em que a série foi exibida, vencendo em mais três oportunidades. O sucesso foi tanto, que se desdobrou numa coleção de spin-offs, dedicados à amiga fashionista Rhoda (Valerie Harper), à senhoria Phyllis (Cloris Leachman) e ao editor Lou Grant (Edward Asner). Logo ao final da produção, a atriz despontou no cinema, vivendo uma mãe amargurada pela morte do filho mais velho no drama “Gente como a Gente” (1980), estreia na direção do ator Robert Redford. Pelo papel, foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz. A produção acabou vencendo o Oscar de Melhor Filme e Direção, e não falta, até hoje, quem considere estes prêmios um equívoco provocado pelo carisma de Redford, querido em Hollywood – “Gente como a Gente” e Redford venceram simplesmente a obra-prima “O Touro Indomável” e seu cineasta, Martin Scorsese. Em paralelo à produção, Richie, seu filho do primeiro casamento, morreu devido ao disparo acidental de uma espingarda, aos 24 anos. “Gente como a Gente” virou gente como Mary Tyler Moore. E ela sentiu o baque. Seja por qual motivo, o fato é que, o que parecia um começo promissor para sua carreira cinematográfica, acabou dando em nada. Ela teve apenas outro papel de protagonista no cinema, em “Só Entre Amigas” (1986), de Allan Burns, e pouquíssimos trabalhos de coadjuvante. A atriz também não conseguiu emplacar outra série de sucesso, mesmo usando seu nome (“The Mary Tyler Moore Hour” e “Mary”) como chamariz. Entretanto, sempre que a CBS produzia um especial de reencontro do elenco da “Mary Tyler Moore” original, a audiência disparava. Foram vários, entre eles um especial de aniversário de 20 anos, exibido em 1991, e um telefilme de duas horas, “Mary and Rhoda” (2000), que mostrava o que tinha acontecido com as duas grandes amigas, 30 anos depois. O sucesso desta produção rendeu nova reunião com todo o elenco, dois anos depois. A verdade é que a TV continuou cultivando a idolatria da série por anos a fio, a ponto de realizar um reencontro informal há pouquíssimo tempo, com todo as atrizes originais num episódio do sitcom “Calor em Cleveland” (Hot in Cleveland), exibido em 2013. Além de trabalhar como atriz, Mary experimentou colocar em prática o modo de vida que pregava diante das câmeras. Virou uma empresária bem-sucedida, após a companhia que criou para produzir “Mary Tyler Moore” em 1970, a MTM Enterprises, lançar novos sucessos nos anos 1980, como as séries aclamadas “Bob Newhart Show” e “Hill Street Blues”, além de produzir vários espetáculos na Broadway. O negócio foi vendido em 1988 por US$ 320 milhões, quando ela decidiu se “aposentar”. Com o dinheiro, passou a trabalhar apenas por prazer, fazendo o que realmente tivesse vontade. Com o tempo livre, Mary escreveu duas autobiografias, em que revelou os bastidores de sua tumultuada vida pessoal, reconhecendo ser alcóolatra, além de relatar o perigo que isso representava por sofrer de diabetes. Em 2011, ela foi diagnosticada com um tumor no cérebro, passou por uma cirurgia para a retirada de um meningioma – tumor benigno que se desenvolve nas meninges – , e parecia recuperada. A causa de sua morte não foi informada. Relembre abaixo o episódio piloto de “Mary Tyler Moore” e a versão punk rock de Joan Jett para a música-tema da atração.
Once Upon a Time também terá episódio musical
Depois do anúncio do crossover musical de “The Flash” e “Supergirl”, a série “Once Upon a Time” também prepara o seu episódio musical. De acordo com o site TVLine, a equipe já estaria trabalhando num capítulo especial, com música e coreografia, que deve ir ao ar na segunda metade da 6ª e atual temporada. A ideia de fazer um episódio musical é um desejo antigo dos produtores. O cocriador Edward Kitsis chegou a expressar essa vontade há mais de um ano, na Comic-Con de San Diego de 2015, mas na ocasião confessou que “não sabia nem por onde começar”. Quanto a quem pode ou não cantar, Jennifer Morrison (intérprete de Emma) revelou ao TVLine que praticamente todo o elenco tem experiência em musicais, citando nominalmente Josh Dallas (David/Príncipe Encantado), Ginnifer Goodwin (Mary Margaret/Branca de Neve), Robert Carlyle (Rumple), Lana Parrilla (Regina/Rainha Má) e Colin O’Donoghue (Capitão Gancho). A série presta homenagem aos personagens dos desenhos animados das fábulas da Disney, onde nunca faltaram cantorias. Mas, até o momento, a rede ABC não confirmou os planos para um episódio especial com música e dança. Atualmente em hiato, “Once Upon a Time” retorna em março nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.
Comercial do último episódio de Salem promete o diabo e mostra Marilyn Manson
O canal pago americano WGN America divulgou o comercial do último episódio da série “Salem”, produção de bruxas do século 17, que chega ao final na quarta-feira (25/1), após três temporadas. Em meio a cenas de sangue, trevas, Marilyn Manson e o próprio diabo, o narrador usa “voz de terror” para afirmar que “todo o inferno se liberta” no capítulo final. Manson entrou na série justamente na 3ª temporada, no papel do “barbeiro/cirurgião” da cidade de Salem, chamado Thomas Dinley. Mas seu relacionamento com os produtores é mais antigo, já que canta a música tema da abertura. A série se passa no século 17, na cidade americana que ficou famosa pela execução de mulheres acusadas de bruxaria. Só que na trama, as bruxas são reais. Malvadas no começo da atração, elas se tornam a última esperança da humanidade para deter os planos do diabo, que as traiu. Em vez de trazer o paraíso livre da hipocrisia puritana, conforme o desejo das bruxas, o malvado decide simplesmente espalhar morte e destruição. Criada pelos roteiristas-produtores Adam Simon (“Evocando Espíritos”) e Brannon Braga (“Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato”), “Salem” foi a primeira série original do WGN America. Seu sucesso permitiu ao canal entrar nesse mercado competitivo com a encomenda de novas produções, como “Manhattan”, que durou só duas temporadas, “Underground” e “Outsiders”.
Desventuras em Série é um dos maiores sucesso da Netflix
A Neflix encontrou um novo sucesso com o lançamento de “Desventuras em Série”, a série infantil que adapta a coleção literária conhecida, em inglês, como “Lemony Snicket’s A Series of Unfortunate Events”. Embora a plataforma não divulgue seus dados, outras empresas encontraram formas de medir sua audiência. E, segundo a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, “Desventuras em Série” atraiu em média 3,7 milhões de assinantes americanos por minuto. Em termos de comparação, o resultado é superior à audiência que a mesma empresa registrou para as séries de streaming de super-heróis da Marvel. A 1ª temporada “Luke Cage” teria atingido 3,3 milhões de espectadores por minuto, enquanto a 2ª de “Demolidor” foi vista por 3,2 milhões. Em todo o catálogo da Netflix, apenas três séries teriam mais audiência: a 1ª temporada de “Fuller House” (7,3 milhões), a 4ª de “Orange Is the New Black” (5,8 milhões) e o revival “Gilmore Girls: Um Ano para Recordar” (4,8 milhões). Essa medição considera a média de espectadores ligados a cada minuto nas séries originais da Netflix nos três primeiros dias após a disponibilização das temporadas na plataforma de streaming. Os números não são um indicativo definitivo, mas, como a Netflix não dá maiores pistas do que é sucesso em seu serviço, servem, ao menos, como um parâmetro.
Astro de Vikings vai viver Wyatt Earp em série que ele próprio criou
O ator Travis Fimmel, que estreou as quatro primeiras temporadas da série “Vikings” como Ragnar Lothbrok, vai viver outra figura histórica na televisão. Ele fechou uma nova parceria com o canal History para interpretar Wyatt Earp, que foi um dos mais famosos homens da lei do Velho Oeste americano. “Travis é um ator notável e estamos honrados em continuar nosso relacionamento com ele depois de sua recente interpretação magnética em ‘Vikings’”, disse Arturo Interian, executivo de programação do History, em comunicado. O projeto é do próprio ator, que escreveu o primeiro episódio e vai produzir e estrelar a série. Ainda sem um título nem uma data prevista de produção, o projeto é na verdade uma antologia sobre personagens famosos da história americana, focando em anti-heróis. “Sempre fui fascinado com o que motiva as transgressões das pessoas e o que as leva em jornadas escandalosas de infâmia”, disse Fimmel. “Quero reexaminar histórias que as pessoas acham que conhecem, sem ter aquele olhar romântico de Hollywood e deixar o público decidir por si mesmos se pessoas como Wyatt Earp foram pecadoras ou vítimas de circunstâncias da vida”. O arco dedicado a Wyatt Earp acompanhará sua vida desde seus dias na violenta Dodge City, com destaque para seus complexos relacionamentos com Doc Holliday e Bat Masterson, além da história real por trás do lendário tiroteio no curral OK.
Stephen Colbert vai apresentar a premiação do Emmy 2017
A cerimônia do Emmy Awards 2017 só vai acontecer em setembro, mas a rede CBS se antecipou e já anunciou quem será o apresentador da premiação: Stephen Colbert. A escolha resulta num fato curioso. Colbert será o quarto comediante e apresentador de programa noturno de entrevistas a comandar uma grande premiação norte-americana em 2017. Os outros são Jimmy Fallon, que já fez o Globo de Ouro, Jimmy Kimmel, que apresentará o Oscar e James Corden, selecionado pelo Grammy. “Será o maior público a testemunhar o Emmy, ponto final. Tanto pessoalmente como ao redor do mundo”, declarou Stephen Colbert, ao revelar sua participação, e já fazendo uma piada em referência à primeira mancada do secretário de imprensa da presidência dos Estados Unidos, Sean Spicer. O porta-voz de Trump enfatizou a audiência da posse do novo presidente sem revelar quaisquer números, mas denotando o exagero. O Emmy Awards 2017 vai acontecer em 17 de setembro, um domingo, no Microsoft Theater, em Los Angeles.
Após rebeliões nas prisões, Globo adia indefinidamente a série Carcereiros
A rede Globo decidiu adiar a estreia da série “Carcereiros”. O colunista do UOL Flávio Ricco apurou que a atração, originalmente prevista para estrear na quinta (26/1), não tem mais previsão de lançamento. Ou, pelo menos, “não entrará no 1º semestre deste ano”. Segundo ele, comentários internos passam a certeza que a mudança foi provocada pelo fato de o Brasil estar vivendo a pior crise prisional de sua história, com cenas de terror e morte praticamente toda semana. Gravada no último trimestre de 2016, a série adapta o segundo livro da trilogia carcerária de Drauzio Varella, a mesma que rendeu o filme “Carandiru” (2003), de Hector Babenco. O médico e escritor trabalha atualmente no terceiro livro, “Presidiárias”. As gravações foram realizadas na Penitenciária Feminina de Votorantim e também em São Bernardo do Campo, em local não divulgado. Atualmente em fase final de edição, a história mostra o ponto de vista dos carcereiros que comandam os presídios e o convívio com os presos. O elenco inclui Rodrigo Lombardi (novela “Velho Chico”), Aílton Graça (“Até que a Sorte nos Separe 3”), Matheus Nachtergaele (“Trinta”), Chico Díaz (“Em Nome da Lei”), Giovanna Rispoli (novela “Totalmente Demais”) e o rapper Projota, entre outros. A adaptação foi escrita por Marçal Aquino e Fernando Bonassi (ambos de “Supermax”), e a direção é de José Eduardo Belmonte (“Alemão”) e Fernando Grostein Andrade (“Quebrando o Tabu”).
Vilão do crossover musical de The Flash e Supergirl será vivido por ator de Glee
Vai ter mini-reunião de “Glee” no universo das séries de super-heróis da DC Comics. O ator Darren Criss, intérprete de Blaine em “Glee”, foi escalado para enfrentar Melissa Benoist, que viveu Marley e hoje é Supergirl, e Grant Gustin, o Flash que já foi Sebastian na antiga série musical. Os três vão mostrar seus dotes nos episódios do crossover musical de “The Flash” e “Supergirl”. Blaine, ou melhor, Darren Criss incorporará o vilão Mestre da Música. O personagem apareceu anteriormente num episódio da série animada “Batman: Os Bravos e Destemidos”, dublado por Neil Patrick Harris (série “How I Met Your Mother”), e tem a capacidade de hipnotizar as pessoas para fazê-las cantar e dançar. O crossover vai se chamar “Duet” (dueto) e, além de cantoria do vilão e dos heróis principais, outros integrantes do elenco das séries também tiveram números musicais confirmados. São eles: Jesse L. Martin (Joe West), Victor Garber (Dr. Martin Stein), Carlos Valdes (Cisco), Jeremy Jordan (Winn Schott) e John Barrowman (Malcolm Merlyn). Vale lembrar que Jesse L. Martin já apareceu cantando na própria série “The Flash”, mas ele também tem passagem pela Broadway, como integrante do musical “Rent”. E Garber foi simplesmente o Jesus Cristo cantor do filme “Godspell” (1971). A rede americana CW anunciou que a trama vai começar no episódio de “Supergirl” programado para 20 de março e se estender para o capítulo de “The Flash” da noite seguinte, 21 de março.
Fãs brasileiros recriam a abertura da série dos Power Rangers com cenas dos trailers do novo filme
O canal brasileiro do YouTube General Nerd usou cenas dos trailers do filme dos “Power Rangers” para recriar a abertura clássica da série dos anos 1990, com a dublagem oficial do Brasil. Em algumas partes, deu certo. Em outras, nem tanto. Mas não há como negar o apelo da nostalgia. Veja abaixo se já é hora de morfar.
Criador de Veronica Mars planeja novo revival em forma de minissérie
Rob Thomas, o criador de “Veronica Mars”, está planejando um retorno da série em formato limitado. “Estamos definitivamente próximos de um retorno… E dessa vez não vamos pedir ao público para ajudar”, disse o produtor, referindo-se à bem-sucedida campanha no Kickstarter que rendeu um telefilme da série da clássica. Thomas disse que os detalhes ainda estão sendo alinhados com a atriz Kristen Bell, intérprete da personagem-título e que hoje estrela “The Good Place”, série de comédia da rede NBC. E que, em vez de um novo telefilme, planeja uma minissérie com um novo mistério a ser resolvido pela jovem detetive. Ao TV Line, ele garantiu: “Se eu fosse um apostador, apostaria que vai acontecer. Só não sei quando ainda”. O principal obstáculo é encontrar um cronograma em que seja possível encaixar a agenda dos atores envolvidos e a própria, já que ele está à frente da série “iZombie” e ainda comandará uma nova atração, “Lost Boys”, na rede CW. Mas insiste: “Nós dois queremos fazer”. Na conversa, Thomas deu a entender que o projeto consiste de um revival de seis episódios e estaria encaminhado com a Netflix.
Quadrinhos de Witchblade podem ganhar nova série de TV
Os quadrinhos de “Witchblade” podem ganhar uma nova adaptação televisiva. Segundo o site The Hollywood Reporter, a rede NBC encomendou a produção de um roteiro para um possível piloto da atração. A adaptação está a cargo de Carol Mendelsohn (criadora de três spin-offs da franquia “CSI”) e Caroline Dries (showrunner de “The Vampire Diaries”). Criada por Marc Silvestri em 1995, a publicação da Top Cow Comics gira em torno de uma detetive do departamento de homicídios, chamada Sara Pezzini, que usa uma pulseira capaz de lhe dar visões sobrenaturais e se transformar em vários objetos, desde uma armadura até uma espada. “Witchblade” já virou uma série antes, estrelada por Yancy Butler, com duas temporadas produzidas entre 2001 e 2002 para o canal pago TNT, e até um anime de 24 episódios, desenvolvido por um estúdio japonês em 2006, com uma trama completamente diferente.












