Dragões de Game of Thrones levam série a bater recorde de figurantes em chamas
A produção de “Game of Thrones” bateu um novo e bizarro recorde durante a realização de sua 7ª temporada: a maior quantidade de figurantes incendiados ao mesmo tempo, para uma única sequência da série. “Nós colocamos fogo no maior número de figurantes já registrado”, declarou David Benioff, um dos criadores da série, em entrevista à Entertainment Weekly. “Nosso coordenador de dublês estava realmente empenhado em entrar para o Guinnes Book por isso”. De acordo com Rowley Irlam, profissional responsável pela façanha, a sequência incendiária registrou 73 pessoas em chamas ao mesmo tempo. “Ninguém jamais fez isso com tanta gente, nem num filme completo nem numa série inteira, muito menos em uma sequência. Nós já tínhamos um recorde por ter colocado fogo em 20 pessoas de uma só vez. E quem chegava mais perto desta marca era ‘O Resgate do Soldado Ryan’, que incendiou 13 pessoas na sequência da praia, seguido por ‘Coração Valente’, com 18 parcialmente queimados”, apontou Irlam, que tem no currículo trabalhos em filmes da Marvel e nas franquias de Harry Potter e James Bond. O grande incêndio faz parte do ataque dos dragões de Daenerys (Emilia Clarke), durante a batalha mais grandiosa da produção. “Por causa da natureza das nossas criaturas, tivemos a liberdade de expandir isso”, acrescentou Irlam, referindo-se ao número de figurantes incendiados. Para as cenas, os atores foram vestidos com roupas à prova de chamas, cobertos por um gel resfriador e máscaras. Mas ainda assim se trata de uma gravação de risco, porque é necessário prender a respiração em meio à explosão de chamas, por mais ou menos 30 segundos. “É totalmente diferente de mergulhar na banheira e contar os segundos na sua cabeça. Se alguém esbarra e você respira sem querer, você respira o fogo”, explicou Irlam. Mesmo com todos os cuidados, um dublê teve a mão queimada durante as gravações. O resultado poderá ser visto a partir de 16 de julho, quando a 7ª temporada estreia no canal pago HBO.
Final de Prison Break deixou a Fox na liderança da TV paga brasileira
Os números de audiência de “Prison Break” vão deixar saudades para o canal pago Fox no Brasil. O último episódio, exibido na terça (31/6) passada, mesmo dia da exibição da série nos EUA, liderou a audiência da TV paga brasileira, atingindo um média de 1,15 de audiência no ranking da PlayTV, com 47% mais público que o 2º colocado. Ao longo de sua exibição, a série manteve uma média de 1,1 pontos, o que representa um aumento de 120% na audiência do próprio canal. Além disso, “Prison Break” foi a segunda série mais vista da TV Paga em 2017, perdendo apenas para “The Walking Dead”, que também é exibida pela Fox. O revival foi concebido como uma história completa, mas após os resultados positivos a Fox está incentivando os produtores da atração a conceberem uma nova aventura. “Amamos a temporada”, disse o diretor do canal Gary Newman, revelando desejo de ver como o produtor Paul Scheuring imagina a sequência da história. “Estamos loucos para saber”.
Atriz de Modern Family fará participação em Shadowhunters
A atriz Sarah Hyland (série “Modern Family”) terá uma participação especial na metade final da 2ª temporada de “Shadowhunters”. Segundo o site TVLine, ela irá aparecer em dois episódios, mas seu papel não foi revelado. Fora das câmeras, ela namora o ator Dominic Sherwood, que interpreta o Caçador de Sombras Jace Wayland na série, baseada na franquia literária “Os Instrumentos Mortais”, de Cassandra Clare. A franquia chegou a ter um filme produzido, “Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”, que fracassou em decorrência do saturamento dos filmes de romances sobrenaturais adolescentes. Mas deu certo na TV americana, com produção de Ed Decter (série “The Client List”) e do cineasta McG (“O Exterminador do Futuro – A Salvação”). A trama acompanha Clary Fray (Katherine McNamara), uma jovem que descobre ser descendente dos Caçadores de Sombras, híbridos de anjos com seres humanos, que se dedicam a enfrentar as trevas. A metade final da 2ª temporada começou a ser exibida na segunda-feira (5/6) nos Estados Unidos. No Brasil, a série é disponibilizada pela Netflix.
2ª temporada de Stranger Things terá monstros maiores e mais assustadores
Os irmãos Matt e Ross Duffer, criadores da série “Stranger Things”, disseram que haverá mais monstros na 2ª temporada da série. “Esconder os monstros pode ser mais efetivo do que mostrá-los. Não podemos falar muito sobre eles, mas são legais”, adiantou Matt ao podcast “Remote Controlled”, da revista Variety. Detalhe: eles serão “maiores e mais assustadores”. Já em relação ao retorno de Eleven (Millie Bobby Brown), eles nem tentaram fazer mistério. Afinal, apesar do final do primeiro ano, a atriz já apareceu em diversas fotos da produção, confirmando sua permanência no elenco. “Deixamos o cabelo dela crescer”, contaram os produtores, confirmando seu retorno com novo visual. Em compensação, os fãs de Barb (Shannon Purser) terão que se contentar com a participação da personagem na 1ª temporada. A jovem que se tornou queridinha dos fãs não será ressuscitada.
Série britânica de época Poldark é renovada para a 4ª temporada
A rede britânica BBC renovou “Poldark” para sua 4ª temporada, na véspera da estreia do terceiro ano da série de época estrelada por Aidan Turner (“O Hobbit”). A notícia foi divulgada pelo Twitter oficial da produção. Adaptação da obra de Winston Graham, passada no final do século 18, “Poldark” acompanha um veterano de guerra que, ao voltar dos EUA, onde lutou pelo Reino Unido contra o movimento de independência, precisa reconstruir sua família, suas relações sociais e acaba fazendo novos inimigos. Winston Graham é o mesmo autor de “Marnie, Confissões de uma Ladra”, filmado por Alfred Hitchcock em 1964. Ele contou a história de Ross Poldark em doze romances, publicados entre 1945 e 2002. A mesma BBC já tinha adaptado os primeiros volumes numa série dos anos 1970, que durou apenas duas temporadas. A nova adaptação é mais bem-sucedida, não apenas por ter ultrapassado a primeira versão em número de episódios, mas pelo impacto no Reino Unido. Vistos por mais de 9 milhões de telespectadores, os primeiros episódios da produção tiveram uma repercussão tão grande que até credenciaram Turner a ser cogitado para o papel de próximo James Bond. A 3ª temporada estreia no próximo domingo (11/6) e se passa em 1794, enquanto Poldark deve lidar com uma nova família, um novo amor e novos conflitos, ao mesmo tempo em que a Revolução Francesa lança uma sombra sobre a vida em Cornwall. JUST in case you think you've not had enough good news… We can confirm #Poldark is returning AGAIN for series 4! ??? pic.twitter.com/TccMhCLtXu — Official Poldark (@PoldarkTV) April 8, 2017
Paul Bettany vive o terrorista Unabomber em trailer eletrizante de minissérie
O canal pago Discovery divulgou o trailer de “Manhunt: Unabomber”, minissérie sobre a caçada ao terrorista/serial killer Theodore Kaczynski, mais conhecido como Unabomber, que agiu de 1978 a 1995, enviando cartas-bombas para suas vítimas. A prévia se foca no trabalho da equipe do FBI que tenta descobrir sua verdadeira identidade e localização, enquanto o criminoso mantém sua rotina mortal, isolado do mundo numa cabana no meio do mato. O elenco destaca Paul Bettany (o herói Visão de “Vingadores: Era de Ultron”) como Unabomber, Sam Worthington (“Avatar”) como o agente do FBI Jim ‘Fitz’ Fitzgerald, que liderou a investigação, e Jane Lynch (série “Glee”) como a Secretária de Justiça Janet Reno. Escrita por Nick Schenk, indicado ao Oscar de Melhor Roteiro por “Gran Torino” (2008), a série tem oito episódios dirigidos por Greg Yaitanes (séries “Banshee” e “Quarry”) e estreia marcada para 1 de agosto nos Estados Unidos.
Roger Smith (1932 – 2017)
Morreu Roger Smith, ator que estrelou a primeira série de detetives particulares da TV americana, “77 Sunset Strip”, antes que uma doença neuromuscular encerrasse sua carreira de forma precoce. Ele faleceu no domingo (4/6), aos 84 anos. Roger LeVerne Smith nasceu em 18 de dezembro de 1932, em South Gate, Califórnia, e se destacou tanto nos esportes quantos nas artes durante a adolescência. Ele participou do time de futebol americano de seu colégio, ao mesmo tempo em que foi presidente do clube de atuação, o que lhe garantiu uma bolsa de estudos universitária. Após se formar na Universidade de Arizona, Smith serviu à Marinha e, enquanto estava no Havaí, teve um encontro casual com James Cagney. O lendário ator enxergou potencial no jovem e o incentivou a ir para Hollywood. E foi o que Smith fez. Ele iniciou sua carreira aos 24 anos, com a participação num episódio do teleteatro “The Ford Television Theatre”, em 1956. E tudo passou a acontecer de forma acelerada. No mesmo ano, envolveu-se romanticamente e se casou com a atriz australiana Victoria Shaw (“O Quimono Escarlate”), além de conseguir um papel recorrente na série clássica “Papai Sabe Tudo”. Em 1957, a Columbia Pictures contratou Smith, levando-o ao cinema com o drama juvenil “Vidas Truncadas”. E em curto período ele acumulou uma impressionante filmografia, com destaque para a comédia clássica “A Mulher do Século” (1958), na qual interpretou a versão adulta do órfão que vai viver com sua tia avançada (Rosalind Russell). Smith também teve a oportunidade de trabalhar com James Cagney duas vezes. Os dois viveram pai e filho na cinebiografia do ator Lon Chaney, “O Homem das Mil Caras” (1957), e contracenaram no musical “O Rei da Zona” (1959). Mas a popularidade só surgiu quando os produtores de “77 Sunset Strip” enxergaram no jovem o ingrediente que faltava para lançar a primeira série de detetives particulares da televisão americana. Criada por Roy Huggins, “77 Sunset Strip” começou como um episódio especial de 77 minutos da série “Conflict”. Smith não fez parte deste piloto, mas entrou na reformulação da produção, quando ela recebeu encomenda de temporada. Na série, Smith viveu Jeff Spencer, que fazia par com Stu Bailey (Efrem Zimbalist Jr.) numa agência de detetives localizada no endereço de Los Angeles que lhe dava título. Apesar da Sunset Strip não ter números de dois dígitos, o exterior da agência era real, localizado ao lado do restaurante Dino’s, do cantor Dean Martin. Por sinal, o manobrista do Dino’s também era personagem da série, Kookie (Edd Byrnes). Para completar o clima moderno e vibrante, a produção ainda contava com um tema de abertura jazzístico, de autoria de Mack David e Jerry Livingston (veja a abertura clássica abaixo). “77 Sunset Strip” virou fenômeno de audiência, durando seis temporadas de 1958 a 1964. O estilo descontraído e as falas cheias de tiradinhas dos personagens, que tinham uma clientela sofisticada, era algo que os telespectadores nunca tinham visto antes. E a produtora Warner aproveitou este sucesso para lançar a carreira musical de Smith, que gravou um álbum chamado “Beach Romance” em 1960. Smith também escreveu sete episódios da série, incluindo um de seus mais famosos, “The Silent Caper”, gravado inteiramente sem diálogos. Ele ainda assinou capítulos e fez participações especiais em duas séries desenvolvidas pela Warner no mesmo universo de “77 Sunset Strip”, intituladas “Hawaiian Eye” e “Surfside 6”. Mas não pôde aproveitar a boa fase por muito tempo. Em 1963, um exame descobriu um coágulo de sangue em seu cérebro, que foi corrigido com uma cirurgia, e dois anos depois Smith foi diagnosticado com miastenia gravis, o que lhe causava extrema fraqueza. Mesmo enfrentando a doença, Smith se divorciou da esposa e iniciou um namoro com a atriz Ann-Margret. Os dois se casaram em maio de 1967 em Las Vegas, cidade onde a sex symbol sueca viveu um de seus papéis mais marcantes, “Amor à Toda Velocidade” (Viva Las Vegas, 1964). O ator ainda conseguiu estrelar “Mister Roberts”, série naval baseada no filme homônimo de 1955, assumindo o papel-título, um oficial da Marinha que foi interpretado por Henry Fonda no cinema. A atração durou apenas uma temporada de 30 episódios, entre 1965 e 1966. Depois disso, ele só fez mais duas aparições no cinema em 1968. Seu último trabalho foi numa comédia italiana estrelada pela esposa Ann-Margret, “Criminal Affair”. Forçado a se aposentar de forma precoce, Smith passou a escrever roteiros. Ele assinou as histórias das comédias “Pela Primeira Vez… Sem Pijamas” (1969), estrelada por Jacqueline Bisset, e “C.C. & Cia” (1970), com Ann-Margret. Quando os filmes não fizeram sucesso, passou a produzir especiais televisivos da esposa, realizados ao longo da década de 1970. “Roger teve uma tremenda confiança em mim, muito mais do que eu”, disse sua esposa em uma entrevista de 1985. “Eu posso ser machucada muito facilmente, mas ele não pode. Ele gradualmente me tirou da minha concha”. Com o passar dos anos, Smith fez cada vez menos aparições públicas devido à sua falta de saúde. As poucas vezes em que voltou a aparecer foi para acompanhar a esposa no Globo de Ouro e no Emmy, sempre sendo recebido de forma carinhosa pelos colegas, como um pioneiro importante da história da TV.
Peter Sallis (1921 – 2017)
Morreu o ator britânico Peter Sallis, conhecido por dublar Wallace na franquia de animação “Wallace & Gromit”. Ele faleceu na sexta (2/6), aos 96 anos de idade, num abrigo para artistas idosos. Sallis tem uma longa carreira no teatro britânico, onde chegou ser dirigido por Orson Welles e Peter Brook. Também apareceu em diversos filmes, com destaque para produções de terror da Hammer, como “Maldição de Lobisomem” (1961), “Grite, Grite Outra Vez!” (1970) e “O Sangue de Drácula” (1970). Mas é mais celebrado por seus trabalhos televisivos. Ele faz participações em episódios de séries clássicas como “Os Vingadores”, “Doctor Who” e “The Persuaders!” antes de estrelar “Last of the Summer Wine”, que marcou época na TV britânica. A atração cômica girava em torno de três amigos que se recusavam a aceitar a idade, lembrando das proezas da juventude e vivendo aventuras que idosos não costumavam experimentar. Curiosamente, a produção acabou se provando um fenômeno de longevidade, rendendo 31 temporadas, exibidas entre 1973 e 2010. E o personagem de Sallis, Norman Clegg, foi o único que apareceu em todos os 295 episódios. “Last of the Summer Wine” tornou Sallis muito conhecido no Reino Unido, mas seu reconhecimento internacional só veio com “Wallace & Gromit”. O ator aceitou participar do primeiro curta de Nick Park, então um estudante desconhecido na escola de cinema de Beaconsfield, sem imaginar que voltaria a dar voz ao inventor Wallace em inúmeros outros desenhos. O primeiro curta, “Wallace & Gromit: Um Grande Passeio” (1989), já foi logo indicado ao Oscar, prêmio que acabou sendo conquistado pelo segundo, “Wallace & Gromit: As Calças Erradas” (1993), e bisado pelo terceiro, “Wallace & Gromit: O Fio da Navalha” (1995). A partir daí, vieram videogames e o primeiro longa do personagem, “Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais” (2005), que venceu o Oscar de Melhor Animação. Ele ainda dublou “Wallace & Gromit: Uma Questão de Pão ou Morte” (2008), o quarto e último curta da franquia. Peter Sallis foi “a primeira e única escolha” para dar voz a Wallace, lembrou Nick Park, no site oficial de seu estúdio, Aardman Animations. “Quando olho para trás, vejo que fui abençoado e afortunado por ele ter tido generosidade de espírito para ajudar um pobre estudante de cinema no começo dos anos 1980, quando gravamos pela primeira vez, e nenhum de nós fazia a menor ideia do que ‘Wallace & Gromit’ iria se tornar”, acrescentou Park.
Julia Roberts pode estrelar nova série do criador de Mr. Robot
A atriz Julia Roberts abriu negociações para estrelar a série “Homecoming”, novo projeto desenvolvido por Sam Esmail, criador de “Mr. Robot”. “Homecoming” é baseado num podcast de ficção sobre funcionários de uma agência governamental secreta, que estão desesperados para retornar à vida civil. O original tinha sua história narrada por meio de uma colagem de sessões de terapia, ligações telefônicas e conversas ouvidas à distância, com um elenco de vozes conhecidas, como Catherine Keener (“Corra!”), Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”), David Schwimmer (série “Friends”), Amy Sedaris (série “Unbreakable Kimmy Schmidt”) e David Cross (série “Arrested Development”). O papel cotado para Roberts é o de supervisora militar da instalação secreta, que foi originado por Keener no podcast. Caso entre no projeto, “Homecoming” se tornará a segunda série de Julia Roberts para 2018. Na semana passada, ela fechou outro projeto, a minissérie “Today Will Be Different”, que irá produzir e estrelar no canal pago HBO. “Homecoming” ainda não tem previsão de gravação. O estúdio NBCUniversal pretende fechar um “pacote de talentos” (eufemismo para denominar estrelas e cineastas de Hollywood) antes de oferecer a produção para canais de TV e plataformas de streaming.
2ª temporada de Wynonna Earp revela fotos de personagens e pôster
O canal pago americano SyFy divulgou o pôster e imagens promocionais do elenco da 2ª temporada da série “Wynonna Earp”. “Wynonna Earp” é uma coprodução canadense, criada por Emily Andras (produtor-roteirista de “Lost Girl”) e baseada nos quadrinhos homônimos de Beau Smith, publicados pela editora IDW. A premissa é de um faroeste sobrenatural, que acompanha uma descendente do famoso delegado do Velho Oeste Wyatt Earp em sua missão de caçar demônios, para acabar com uma maldição secular de sua família. A produção é estrelada por Melanie Scrofano (série “Designed Survivor”), Dominique Provost-Chalkley (“Vingadores: Era de Ultron”), Shamier Anderson (série “Shots Fired”), Katherine Barrell (série “Workin’ Moms”), Michael Eklund (série “Bates Motel”) e Tim Rozon (série “Lost Girl”) como o pistoleiro reencarnado Doc Holliday. A 2ª temporada estreia em 9 de junho. Veja também dois trailers da atração aqui.
Sitcom britânica de gamers milionários ganha seis vídeos e 37 fotos
A nova série de comédia britânica “Loaded” ganhou dois trailers, quatro cenas inéditas e 36 fotos. Coprodução entre o canal americano AMC e o Channel 4 britânico, a série é um remake de uma sitcom israelense, originalmente chamada “Mesudarim”, e gira em torno de quatro amigos gamers que inventam um game de aplicativo e ficam milionários. O problema é que os protagonistas, que fizeram tudo de brincadeira e jamais trabalharam na vida, descobrem que a fortuna também originou uma empresa de verdade e agora precisam lidar com negócios e funcionários. No meio deste ambiente de trabalho, excessos da ostentação e um complexo de “culpa de milionários”, “Loaded” pretende demonstrar como a ambição, o ódio do sucesso de outras pessoas e o dinheiro podem testar até mesmo as amizades mais duradouras. A adaptação foi desenvolvida por Jon Brown (“Ritmo Cubano” e série “Misfits”) e o elenco conta com Jim Howick (série “The Aliens”), Samuel Anderson (série “Doctor Who”), Jonny Sweet (série “Babylon”), Nick Helm (série “Uncle”) e Mary McCormack (série “In Plain Sight”). “Loaded” já está no ar no Reino Unido e estreia no dia 17 de julho pelo canal AMC nos Estados Unidos.
Vídeos do final da 2ª temporada de Shadowhunters exploram triângulo romântico
O canal pago americano Freeform divulgou o trailer e uma cena da metade final da 2ª temporada de “Shadowhunters”. A cena revela o instante em que Clary (Katherine McNamara) descobre que Jace (Dominic Sherwood) não é seu irmão e o trailer explora como isso inicia um triângulo amoroso entre a ruiva, Jace e Simon (Alberto Rosende). A série adapta os livros “Os Instrumentos Mortais”, de Cassandra Clare. A franquia não teve sucesso nos cinemas, onde foi interrompida após seu primeiro longa-metragem (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos), durante o saturamento dos filmes de romances sobrenaturais adolescentes. Mas deu certo na TV americana, com produção de Ed Decter (série “The Client List”) e do cineasta McG (“O Exterminador do Futuro – A Salvação”). A trama acompanha Clary Fray (Katherine McNamara), uma jovem que descobre ser descendente dos Caçadores de Sombras, híbridos de anjos com seres humanos, que se dedicam a enfrentar as trevas. A metade final da 2ª temporada começa a ser exibida nesta segunda-feira (5/6) nos Estados Unidos. No Brasil, a série é disponibilizada pela Netflix.
2ª temporada de 13 Reasons Why deve contar o lado B das histórias narradas nas fitas de Hannah
A 2ª temporada de “13 Reasons Why” deve contar o outro lado da história vista na 1ª temporada. A informação foi adiantada pelo showrunner Brian Yorkey, durante um painel de discussão da Netflix, FYSee Space. Segundo ele, ganharão voz os 12 personagens das fitas gravadas por Hannah (Katherine Langford). “Hannah contou a versão dela dos acontecimentos, mas existem pelo menos mais 12 pessoas que têm outras versões desses acontecimentos, e nós ainda não as ouvimos”, disse Yorkey no painel, que foi repercutido pelo site da revista Variety. “Eu não acho que Hannah tenha dito algo que não seja verdade. Ela se apropriou de sua narrativa, que havia sido tirada dela”, ele acrescentou, para deixar claro que esse lado B da história não irá negar o que Hannah sofreu. Segundo a descrição oficial da Netflix, os próximos episódios mostrarão “as consequências da morte de Hannah Baker e o início das complicadas jornadas em direção à cura e recuperação”. Produzida pelo roteirista Brian Yorkey (“Grease Live!”), a cantora Selena Gomez (“Spring Breakers”) e o cineasta Tom McCarthy (“Spotlight – Segredos Revelados”), a série voltará para sua 2ª temporada em 2018, com mais 13 episódios.












