Novos pôsteres de Stranger Things homenageiam as sci-fis O Sobrevivente e Alien
A Neflix divulgou dois novos pôsteres de “Stranger Things”, que prestam homenagens a filmes clássicos. Depois dos cartazes que referenciavam “Conta Comigo” (1986) e “A Hora do Pesadelo” (1984), é a vez da sci-fi distópica “O Sobrevivente” (1987), com o xerife Jim Hopper (David Harbour) no lugar de Arnold Schwarzenegger, e do terror espacial “Alien, o Oitavo Passageiro” (1979). A 2ª temporada de “Stranger Things” estreia em 27 de outubro, no fim de semana que antecede o Halloween.
Site pornô quer produzir 3ª temporada de Sense8
As criadoras de “Sense8” receberam uma proposta inusitada para reviver a série. O vice-presidente do site pornô xHamster, Alex Hawkings, revelou ser fã e se disse disposto a bancar uma 3ª temporada da produção cancelada pela Netflix. Por meio de um comunicado, Hawkings explicou seus planos, visando sensibilizar Lana e Lilly Wachowski. “Não estamos propondo uma paródia pornô ou algo do gênero, mas um verdadeiro revival”, escreveu Hawkins. “Estamos felizes pelo fato de a Netflix ter decidido dar um episódio final à série, mas gostaríamos que vocês considerassem outra opção que não concluir a história — deixar que o xHamster a produza”. A Netflix infirmou que “Sense8” voltará para um especial de duas horas, que deve colocar um ponto final na série em 2018. O executivo admite que a proposta é um tanto quanto “inusitada”, mas argumenta: “Há cinco anos, as pessoas riam da ideia da Netflix em produzir conteúdo original. Nós achamos que é nossa hora (de entrar nesse mercado)”. Hawkins também exalta os ideais pró-LGBT+ do xHamster, e propõe usá-lo como ferramenta para combater as “leis anti-LGBT nos Estados Unidos e no mundo”, e apoiar as aulas de educação sexual nas escolas. A carta termina convidando as irmãs Wachowski para uma reunião. Até o momento, elas não se manifestaram sobre o assunto.
Knightfall: Série sobre os cavaleiros templários ganha novo trailer épico
O canal pago History divulgou artes, fotos e o novo trailer de “Knightfall”, série produzida pelo ator Jeremy Renner (“Os Vingadores”). Assim como “Vikings”, a atração se passa na Idade Média e inclui várias batalhas e escala épica. “Knightfall” foca os misteriosos Cavaleiros Templários, que se dedicaram às Cruzadas e, segundo a lenda, recuperaram nas ruínas de Jerusalém o Santo Graal, o cálice em que Jesus Cristo bebeu o vinho da Última Ceia. Mas o sucesso de suas missões também despertou inveja na própria Igreja e culminou em sua perseguição implacável, que começou na sexta-feira 13 de 1307, razão pela qual a data tem sido lembrada, mais de 700 anos depois, como amaldiçoada. A ordem dos Templários foi formada por cavaleiros das Cruzadas com o propósito original de libertar a Terra Santa e, após a conquista de Jerusalém, proteger os cristãos que faziam peregrinação ao local. Ficaram conhecidos como Templários em decorrência do local em que se estabeleceram (o monte do Templo em Jerusalém, onde existira o Templo de Salomão, e onde se ergue a atual Mesquita de Al-Aqsa). O fervor religioso os tornou poderosíssimos, aumentando seus seguidores e riquezas, por meio de doações de terras e financiamento de suas campanhas. Mas isto causou dívidas e medo entre os países da Europa. Por isso, aproveitando-se de rumores acerca de suas atividades secretas, envolvendo supostas relíquias descobertas na Terra Santa, o rei Filipe IV de França passou a pressionar o papa Clemente V a tomar medidas contra eles. Em 1307, a França passou a perseguir e executar os Templários, apossando-se de suas propriedades, até que, em 1312, o papa Clemente dissolveu a Ordem. De uma hora para outra, todos os templários desapareceram, junto com seus diversos segredos, dando origem a especulações e lendas, que perduram até os dias atuais. Desenvolvida desde março de 2015, a série foi concebida por Renner em parceria com o produtor Don Handfield (do thriller “O Mensageiro”, estrelado pelo ator) e o roteirista Richard Rayner (“Absolutamente Los Angeles”). Além de produzir, Renner fará participações como ator convidado, mas não assumirá papel fixo, devido a seus vários compromissos cinematográficos. O elenco contra com Tom Cullen (série “Downton Abbey”), Pádraic Delaney (“O Homem que Viu o Infinito”), Sarah-Sofie Boussnina (série “Bron/Broen”), Simon Merrels (série “Spartacus”), Olivia Ross (minissérie “War and Peace”), Julian Ovenden (“Amor e Revolução”), Ed Stoppard (“Juventude”), Sabrina Bartlett (série “Da Vinci’s Demons”) e Bobby Schofield (“Mar Negro”). A 1ª temporada terá 10 episódios e a previsão de estreia é para novembro, em dia ainda não confirmado.
Vídeos de bastidores revelam escala épica do episódio passado de Game of Thrones
A HBO divulgou três vídeos de bastidores do complexo episódio “Beyond the Wall” de “Game of Thrones”. Exibido no último domingo (20/8), o capítulo teve 70 minutos de duração e mesmo assim incluiu algumas condensações de tempo que incomodaram os fãs. Por outro lado, os vídeos revelam como as gravações foram épicas, incluindo cenas registradas entre montanhas de neve reais da Islândia e o trabalho de criação do lago congelado como cenário na Irlanda do Norte. Há também destaque para os efeitos visuais, a evolução da história sob o ponto de vista dos roteiristas/criadores da série e como os atores encararam a jornada. Comparado ao “Esquadrão Suicida”, a equipe liderada por Jon Snow ganhou alusão a outros filmes na definição de Paul Kaye, o intérprete de Thoros de Myr: “Sete Homens e um Destino” e “Os Doze Condenados” menos cinco. O próximo episódio marcará o final da temporada. Intitulado “The Dragon and the Wolf” (O Dragão e o Lobo, em tradução literal), será o mais longo da série, com roteiro de David Benioff e D.B. Weiss e direção de Jeremy Podeswa, que também comandou o primeiro episódio deste ano. A exibição vai acontecer no domingo (27/8) no canal pago HBO.
Trailer do último episódio de Game of Thrones junta Jon Snow e Cersei
A HBO divulgou o trailer do último episódio da 7ª temporada de “Game of Thrones”, que mostra o cerco de Porto Real pelo exército e a armada da Daenerys (Emilia Clarke) e o encontro entre Jon Snow (Kit Harington) e Cersei (Lena Headey) para discutir uma aliança contra os Caminhantes Brancos. Também é notável a presença de Tyrion(Peter Dinklage), pela primeira vez diante da irmã que o odeia por matar seu pai. Escrito por David Benioff e D.B. Weiss, o final da temporada tem direção de Jeremy Podeswa, que também comandou o primeiro episódio deste ano. A exibição vai acontecer no domingo (27/8) no canal pago HBO.
Diretor tenta explicar eventos implausíveis do recente episódio de Game of Thrones
Após a exibição do episódio mais implausível de “Game of Thrones”, o longo e gélido “Beyond the Wall”, o diretor Alan Taylor, um veterano da série, tentou justificar alguns dos supostos erros em entrevista a revista Variety. “Estávamos conscientes de que o tempo da ação ficou um pouco nebuloso”, disse Taylor. “Nós conseguimos mostrar a fuga de Gendry, corvos voando certa distância, os dragões voando certa distância. Em termos de experiência emocional, (Jon e companhia) meio que passaram uma noite ilhados. Nós tentamos simular essa ideia colocando um crepúsculo bem ao norte da Muralha”, justificou ele, mencionando a passagem do tempo na cena em que Jon e seu grupo ficaram encurralados por Caminhantes Brancos ao norte da Muralha. “Não revelar exatamente quanto tempo se passou foi a forma que encontramos para dar continuidade à linha do tempo”, completou. A explicação, no entanto, não funcionou para todos, como atestou o próprio diretor. “Teve gente que realmente não percebeu. Muitos fãs estavam mais preocupados em descobrir como um corvo consegue voar tão rápido a perceber sutilezas na história”, retruca. “Existe uma coisa chamada ‘impossibilidade plausível’, algo que você tenta alcançar. É diferente de pedir que o espectador aceite uma ‘possibilidade impossível’. São coisas distintas”. Apesar das explicações, os elementos desajustados não se restringiram apenas ao tempo – a velocidade de Gendry, corvos e dragões – , mas também ao fato de Daenerys, que nunca utilizou todos seus dragões em uma batalha, voar com os três para um local que ela jamais havia ido, correntes que surgem no nada para içar um dragão abatido e mortos-vivos que, após evitarem a água no cerco a Jon Snow, teriam mergulhado para levar as tais correntes ao dragão, sem falar no evento deus ex machina, a chegada súbita e milagrosa de Benji Stark. A 7ª temporada de “Game of Thrones” se encerra no domingo (27/8), com a exibição no canal pago HBO.
Diretor da série dos Inumanos diz que a Marvel queria algo “rápido e barato”
O diretor Roel Reiné revelou porque foi contratado para dirigir os dois primeiros episódios da série “Inumanos”, a primeira coprodução entre uma rede de TV e a rede de cinemas IMAX. Responsável por filmes, ou melhor, vídeos como “Atrás das Linhas Inimigas 4: Missão África”, “O Escorpião Rei 3: Batalha Pela Redenção”, “Busca Explosiva 2”, “Corrida Mortal 2” e “Corrida Mortal 3”, Reiné confessou: “A Marvel queria algo rápido e barato”. “Penso que me escolheram para o trabalho porque pude gravar meus filmes em pouco tempo e com orçamentos pequenos, mas com ação digna de filmes grandes”, ele explicou em entrevista à CNet. “A agenda foi super apertada. Tive tempo de televisão para gravar com câmeras IMAX, 20 dias para dois episódios”, detalhou. “Foi estressante, mas venho do mundo dos filmes de baixo orçamento, então 20 dias para mim é um luxo.” Apesar do baixo orçamento da produção, Reiné afirma que a Marvel esteve em cima de seu trabalho o tempo inteiro. “Sempre tinha um executivo da Marvel perto de mim, só para ter certeza que qualquer coisa que eu fizesse se encaixaria com outros personagens nos demais universos, HQs, séries ou filmes. Eles são bem protetores. São pessoas apaixonadas pelos seus produtores e personagens, que querem fazer a melhor versão de tudo.” Com oito episódios em sua 1ª temporada, “Inhumans” tem estreia marcada para o dia 29 de setembro na ABC, mas os dois capítulos iniciais serão exibidos antes, no dia 31 de agosto, nas salas de cinema IMAX dos Estados Unidos. O canal pago Sony transmitirá a série no Brasil.
Atriz de Invocação do Mal 2 vai estrelar piloto de terror do diretor de Mama
A atriz australiana Frances O’Connor (a mãe de “Invocação do Mal 2”) vai protagonizar o piloto da série de terror “Locke & Key”, baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, filho do escritor Stephen King. A história de casa mal-assombrada será exibida pela plataforma de streaming Hulu e terá seu piloto dirigido por ninguém menos que o argentino Andy Muschietti (“Mama”). O projeto mudou sua configuração desde que foi anunciado. Originalmente, teria direção de Scott Derrickson (“Doutor Estranho”) e roteiro de Carlton Cuse (séries “Bates Motel”, “The Strain” e “Colony”). Mas Derrickson acabou precisando escolher entre esta série e outra, e acabou optando pelo piloto de “Snowpiercer”. Outra mudança é que Cuse será o showrunner, caso a série seja aprovada, mas o piloto terá texto do próprio Joe Hill (“Amaldiçoado”). Por sinal, não é a primeira vez que este projeto tenta virar série. Em 2011, a Fox encomendou uma adaptação a Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”). O elenco incluía Miranda Otto (série “24: Legacy”), Sarah Bolger (série “Into the Badlands”), Jesse McCartney (série “Greek”) e Nick Stahl (“O Exterminador do Futuro 3”) e o piloto foi dirigido pelo cineasta Mark Romanek. Mesmo assim, a série foi recusada. O detalhe é que o piloto acabou vazando e era excelente. O problema parece ter sido o timing: a produtora Fox lançou no mesmo ano “American Horror Story”, também passada numa casa mal-assombrada, no canal pago FX. Depois disso, Roberto Orci chegou a anunciar em seu Twitter os planos de transformar os quadrinhos numa trilogia cinematográfica. Mas, desde então, sua parceria com Alex Kurtzman chegou ao fim, e cada um foi trabalhar em projetos diferentes. “Locke & Key” conta a história de Nina Locke (papel de O’Connor) e seus três filhos adolescentes. Após o brutal assassinato de seu marido, Nina e seus filhos mudam-se para Keyhouse, a antiga casa da família em Massachusetts. No local, eles são assombrados pela entidade do mal chamada Dodge, determinada a mantê-los presos de qualquer jeito até conseguir o que quer. Mas eles descobrem chaves que abrem portas capazes de transformar as pessoas, mudando a idade, a raça e o sexo de cada um que passa por elas. A publicação foi indicada ao prêmio Eisner (o Oscar dos quadrinhos) em duas ocasiões, em 2009 e 2011. Da última vez, rendeu o prêmio de melhor roteirista para Joe Hill. Por enquanto, apenas a produção do piloto está em desenvolvimento. O material precisará ser aprovado pelo Hulu para virar série.
Série live action de Os Jetsons terá piloto produzido pela rede ABC
A rede ABC vai produzir o piloto da série baseada no desenho de “Os Jetsons”. Assim que o projeto foi anunciado, muitos interessados procuram a Warner TV com propostas para sua exibição. O canal da Disney acabou vencendo a disputa. A versão com atores da série animada clássica está sendo desenvolvida por Gary Janetti, roteirista-produtor de outra série animada, “Uma Família da Pesada” (Family Guy), e criador da sitcom britânica “Vicious”. E entre seus produtores está o cineasta Robert Zemeckis (da trilogia “De Volta para o Futuro”). “Os Jetsons” foram criados pelos estúdios Hanna-Barbera como contrapartida para “Os Flintstones”. Enquanto a animação mais antiga mostrava uma família da Idade da Pedra, “Os Jetsons” levou à televisão uma família do futuro, formada pelo patriarca George, sua esposa Jane, os filhos Elroy e Judy, o cachorro Astro e a empregada-robô Rose. Seu cotidiano futurista incluía carros voadores, cidades suspensas, trabalho automatizado e robôs obedientes. Apesar de ter marcado época, a série original, que surgiu em 1962, durou apenas uma temporada com 24 episódios. Mas eles foram tão reprisados que pareciam muitos. E foram suficientes para gerar um culto, que motivou um revival em 1985, quando finalmente uma espécie de 2ª temporada foi lançada, rendendo mais 41 capítulos. Recentemente, a Variety apurou que a Warner cogitava lançar um novo longa animado da família futirista, a cargo do diretor Conrad Vernon, responsável pela animação “Festa da Salsicha” (2016). Mas com a produção da série, não está claro se este projeto continua em pé.
Série Sobrenatural Glitch ganha trailer da 2ª temporada
A Netflix divulgou o trailer e o pôster da 2ª temporada de “Glitch”, uma das melhores séries internacionais de seu acervo. Produção australiana, “Glitch” parte de uma premissa bastante explorada nos últimos tempos – pela série francesa “Les Revenants”, seu remake americano “The Returned” e ainda “Resurrection”, todas já canceladas. Curiosamente, “Glitch” parecia ter sido vítima do mesmo destino, uma vez que sua temporada inaugural foi exibida em 2015. Mas a disponibilização dos episódio na Netflix influenciou a retomada de sua história. Ambientado na pequena cidade de Yoorana, o drama sobrenatural acompanha o policial James Hayes (Patrick Brammall, do filme “A Pequena Morte”) na investigação do caso de sete mortos que voltaram à vida, sem memória nenhuma de quem eram. Todos eles estão ligados de alguma maneira e Hayes reconhece um deles do seu passado. A expectativa é que a 2ª temporada desvende este mistério, conforme o trailer parece propor. Criada por Louise Fox (roteirista de “Broadchurch”) e Tony Ayres (criador de “Nowhere Boys”), a série também traz em seu elenco Genevieve O’Reilly (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Emma Booth (“Deuses do Egito”), Emily Barclay (“A Luz Entre Oceanos”), Ned Dennehy (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”) , Sean Keenan (“Terra Estranha”), Andrew McFarlane (“Conspiração e Poder”), Daniela Farinacci (“Lion”), Hannah Monson (série “The Leftovers”), Aaron L. McGrath (“Jasper Jones”) e John Leary (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). Os seis primeiros episódios estão disponíveis na Netflix e os próximos seis estreiam em 28 de novembro.
Intérprete do Doutor Destino entra na série dos quadrinhos de Fugitivos
O ator Julian McMahon (série “Nip/Tuck”) entrou no elenco de “Runaways”, a série baseada nos quadrinhos de “Fugitivos”, da Marvel, desenvolvida para a plataforma Hulu. Ele interpretará Jonah, personagem importante no contexto da rebelião dos protagonistas. A produção marcará o retorno de McMahon para a Marvel, após ter interpretado o vilão Doutor Destino em dois filmes do Quarteto Fantástico, em 2005 e 2007. Criados por Brian K. Vaughan (que também criou a série “Under the Dome”), os quadrinhos de “Fugitivos” contam a história de seis adolescentes que descobrem que seus pais são, na verdade, membros de uma sociedade secreta de supervilões, conhecida como Orgulho. Perturbados com a descoberta, eles fogem de casa e decidem usar seus poderes para impedir os planos malignos de suas famílias. Originalmente, a Marvel chegou a considerar transformar a história num filme. Em 2010, a produção chegou a ter um roteiro desenvolvido por Vaughan em parceria com Peter Sollet (“Nick e Norah – Uma Noite de Amor e Música”), que também seria responsável pela direção. Mas o projeto nunca saiu do papel. A nova adaptação, agora como série, é assinada por Josh Schwartz e Stephanie Savage, dupla responsável pelos sucessos adolescentes “Gossip Girl” e “The O.C.”. Já os protagonistas jovens serão vividos por Gregg Sulkin (série “Faking It”), Rhenzy Feliz (série “Casual”), Virginia Gardner (“Projeto Almanaque”), Ariela Barer (série “One Day at a Time”), Lyrica Okano (série “The Affair”) e Allegra Acosta (série “100 Things to Do Before High School”). Recentemente, o Hulu tem buscado aumentar sua produção de séries para se posicionar como alternativa ao Netflix, que, por sinal, encontrou bastante sucesso em atrações baseadas nos quadrinhos da Marvel, como “Demolidor” e “Jessica Jones”. A estreia está marcada para 21 de novembro nos Estados Unidos.
Paulo Silvino (1939 – 2017)
Morreu o comediante Paulo Silvino, que lutava contra um câncer no estômago. Ele faleceu em casa, no Rio, na quinta-feira (17/8), aos 78 anos. Segundo a família, Silvino chegou a ser submetido a uma cirurgia no ano passado, mas o câncer se espalhou e a opção da família foi que ele fizesse o tratamento em casa. Paulo Ricardo Campos Silvino nasceu no Rio de Janeiro em 27 de julho de 1939 e cresceu nas coxias do teatro e nos bastidores da rádio. Isso porque seu pai, o comediante Silvério Silvino Neto, conhecido por realizar paródias de figuras públicas no Brasil dos anos 1940 e 1950, levava o menino para acompanhar seu trabalho. “Eu nasci nisso. Com seis, sete anos de idade, frequentava os teatros de revista nos quais o papai participava. Ele contracenava com pessoas que vieram a ser meus colegas depois, como o Costinha, a Dercy Gonçalves.”, disse o ator em entrevista ao Memória Globo. Ele pisou num palco pela primeira vez aos nove anos de idade, quando se atreveu a soprar as falas para um ator de uma peça que o pai participava. Mas em vez de ator, quase virou roqueiro. Tinha aulas de música com a mãe, a pianista e professora Noêmia Campos Silvino. E chegou a formar uma banda na adolescência, com feras como Eumir Deodato (teclados), Durval Ferreira (guitarra) e Fernando Costa (bateria). Depois de uma passagem pelo rádio, se juntou ao elenco da TV Rio, de onde saiu para a recém-fundada TV Globo em 1966, para apresentar o “Canal 0”, programa humorístico que satirizava a programação das emissoras de TV. Participou de programas clássicos do humorismo da Globo, coo “Balança Mas Não Cai” (1968), “Faça Humor, Não Faça Guerra” (1970), “Satiricom” (1973), “Planeta dos Homens” (1976), “Viva o Gordo” (1981) e “Zorra Total” (1999), criando personagens e bordões que marcaram época, como Severino (que analisa “cara e crachá”) e o mulherengo Alceu. Silvino também desenvolveu prolífica carreira cinematográfica, tanto à frente quanto atrás das câmeras. Ele começou ainda na época das chanchadas, em “Sherlock de Araque” (1957), filme estrelado por Carequinha e Costinha, e acabou se envolvendo em produções de Carlos Imperial, como “O Rei da Pilantragem” (1968) e “Um Edifício Chamado 200” (1973). Entre um filme e outro, teve uma peça que escreveu adaptada para as telas, “Ascensão e Queda de um Paquera” (1970). A experiência o inspirou a virar roteirista, e ele passou a assinar pérolas da pornochanchada, como “Com a Cama na Cabeça” (1972), “Café na Cama” (1973), “Um Varão entre as Mulheres” (1974), “O Padre que Queria Pecar” (1975), “A Mulata que Queria Pecar” (1976), “Os Melhores Momentos da Pornochanchada” (1978) e “Assim Era a Pornochanchada” (1978). Nos últimos anos, com o boom das globochanchadas, voltou a aparecer no cinema, tornando mais engraçadas as comédias “Muita Calma Nessa Hora 2” (2014), “Até que a Sorte nos Separe 3: A Falência Final” (2015) e “Gostosas, Lindas e Sexies” (2017). “Ah, como era grande” o seu talento. “O Paulo Silvino era a pessoa que mais me fazia rir”, disse Jô Soares para o G1. “De todos os meus colegas comediantes, era o que mais me fazia rir. Sempre inventava coisas diferentes. O mais ‘tonto’, o mais irreverente. Uma figura maravilhosa, com uma generosidade fantástica”.
Diretor de O Exorcista vai participar do novo especial de Halloween de Os Simpsons
O episódio anual de Halloween (também conhecido como Dia das Bruxas) da série animada “Os Simpsons” vai homenagear o terror “O Exorcista” (1973) com participações especiais do diretor William Friedkin, responsável pelo clássico, e do ator Ben Daniels, que estrela a nova série homônima. Friedkin viverá um médico que tratará a autofagia de Hommer num dos segmentos do 28º especial “Treehouse of Horror”, que tradicionalmente tem formato de antologia. Intitulado “MMM…Homer”, a história mostrará Homer querendo comer a si mesmo quando Marge e as crianças estão fora de casa e a comida acaba. Já Daniels, que interpreta o padre Marcus na série “The Exorcist”, fará uma referência mais direta à trama do terror homenageado. Ele viverá um padre no segmento intitulado “Exor-sis.” A iniciativa tem incentivo sinergético da rede Fox, que começa a exibir a 2ª temporada de “The Exorcist” um mês antes do Halloween, em 29 de setembro.












