Série Will, sobre o jovem Shakespeare, é cancelada no final da 1ª temporada
O canal pago TNT anunciou o cancelamento da série “Will”, drama de época que imaginava a história de um jovem William Shakespeare na cena teatral londrina do século 16. A série foi cancelada ao final da 1ª temporada, por não conseguir atrair o público. “Will” estreou diante de apenas 633 mil espectadores e seus números desabaram para cerca de 300 mil espectadores nas últimas semanas na medição Live + SD (que soma as exibições no mesmo dia da transmissão original). Repleta de cores e vivacidade, a série tinha uma abordagem estilizada, com influência de videoclipes e mais violência que se espera de um drama de época. Ela foi criada por Craig Pearce, roteirista de quatro dos cinco longas do diretor Baz Luhrmann (de “O Grande Gatsby”) e os episódios eram dirigidos pelo cineasta indiano Shekhar Kapur (“Elizabeth”), que também dividiu a produção com Pearce. O elenco era encabeçado pelo estreante britânico Laurie Davidson como o personagem-título, Jamie Campbell Bower (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”) como Christopher Marlowe, escritor rival de Shakespeare, Ewen Bremner (“Mulher-Maravilha”) como Richard Topcliffe, um representante da lei, Colm Meaney (série “Hell on Wheels”) como James Burbage, carpinteiro, produtor e empreendedor que tem o sonho de construir o primeiro teatro de Londres com 3 mil assentos, Mattias Inwood (série “The Shannara Chronicles”) como seu filho e a australiana Olivia DeJonge (“A Visita”) como sua filha rebelde, que testa os limites de sua sociedade ao buscar uma carreira artística no teatro do pai. A produção esteve em desenvolvimento por mais de um ano antes de chegar à TV americana em 10 de julho. O último episódio foi ao ar na segunda (4/9).
Veja as primeiras imagens da volta de Chris Messina à série The Mindy Project
A atriz Mindy Kaling, criadora da série “The Mindy Project”, publicou em seu Instagram as primeiras imagens do retorno de Chris Messina ao programa. Ele vai reprisar seu papel como Danny na temporada final. O personagem teve um grande relacionamento com a protagonista Mindy nos anos iniciais da série. Seu retorno, no entanto, deverá apenas complicar as relações atuais na trama, já que Mindy e Danny estão agora casados com outras pessoas. Confira abaixo as fotos das gravações do reencontro de Danny e Mindy. A derradeira temporada de “The Mindy Project” estreia em 12 de setembro nos Estados Unidos. Annoying each other again. Uma publicação compartilhada por Mindy Kaling (@mindykaling) em Set 5, 2017 às 10:06 PDT ❤️❤️❤️ Uma publicação compartilhada por Mindy Kaling (@mindykaling) em Set 5, 2017 às 6:22 PDT
The Mayor: Nova série de comédia com Lea Michele ganha pôsteres e comerciais
A rede ABC divulgou dois pôsteres e dois comerciais da nova série de comédia “The Mayor”. A prévia gira em torno da eleição de um rapper negro da periferia para a prefeitura – uma ideia parecida à vista no filme “Ali G Indahouse” (2002). Criada por Jeremy Bronson (roteirista de “The Mindy Project”), a série gira em torno de um jovem rapper iniciante que resolve se candidatar a prefeito para tornar seu nome conhecido e conseguir um contrato com uma gravadora. Mas, como mostram os vídeos, ele se sai muito melhor que o esperado e acaba sendo eleito. O elenco destaca Brandon Micheal Hall (série “Search Party”) como o prefeito rapper, Yvette Nicole Brown (série “The Odd Couple”) como sua mãe e Lea Michele (série “Scream Queens”), ex-funcionária do candidato rival, que vira chefe do gabinete do jovem inexperiente. David Spade (“Gente Grande”) também participa como o adversário político. O piloto foi dirigido por James Griffith (série “Episodes”) e a estreia vai acontecer em 3 de outubro nos Estados Unidos.
Kaitlin Olson arranja novas confusões no trailer e no pôster da 2ª temporada de The Mick
A rede americana Fox divulgou o trailer da 2ª temporada de “The Mick”, com direito a muitas caras, bocas e saídas de fininho. Estrelada por Kaitlin Olson (série “It’s Always Sunny in Philadelphia”), a série é uma criação de Chris Henchy (criador de “I’m with Her”) e Marco Pennette (produtor de “Mom”), com produção dos irmãos John e Dave Chernin (produtores-roteiristas de “It’s Always Sunny in Philadelphia”). Na trama, Olson vive uma trambiqueira falida que procura a irmã rica para pedir dinheiro, apenas para testemunhar a prisão dela no rastro de um escândalo financeiro. De olho no dinheiro, ela aceita virar babá de seus três sobrinhos mimados até a situação se resolver, aproveitando ao máximo a vida de luxo na mansão da irmã, enquanto as crianças se machucam e se encrencam de todas as formas possíveis. O elenco ainda inclui Sofia Black-D’Elia (“Projeto Almanaque”), Thomas Barbusca (série “Wet Hot American Summer: First Day of Camp”), Carla Jimenez (“Nacho Libre”), Susan Park (série “Fargo”) e o menino estreante Jack Stanton.
2ª temporada de American Housewife ganha pôster e trailer
A rede americana ABC divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “American Housewife”. A prévia explora a (des)graça do cotidiano da dona de casa que protagoniza a série, especialmente seus conflitos com a filha mais velha, com quem tem enfrentamentos diários. A série é estrelada por Katy Mixon, em sua segunda série de gordinhos seguida, após “Mike & Molly”, cancelada no ano passado, como a protagonista Katie, uma mulher confiante, mãe de três filhos, que cria sua família cheia de defeitos na rica cidade de Westport, Connecticut, um lugar repleto de mães perfeitas e filhos lindos. Ela releva seus mais profundos pensamentos sem qualquer filtro (em voiceover) enquanto leva sua vida como a segunda dona de casa mais gorda em Westport. No elenco, estão também Diedrich Bader (série “The Drew Carey Show”), Johnny Sequoyah (série “Believe”), Daniel DiMaggio (o jovem Kal-El, de “Supergirl”), Julia Butters (série “Transparent”), Jeannette Sousa (“As Strippers Zumbi”), Ali Wong (“Selvagens”) e a atriz da Broadway Carly Hughes em sua estreia na TV. A série foi criada por Sarah Dunn (roteirista de “Spin City” e “Bunheads”) e estreia sua nova temporada em 27 de setembro nos EUA.
Pedro Pascal pode ter encerrado sua participação na série Narcos
A 3ª temporada de “Narcos” pode ter encerrado a participação de Pedro Pascal na série. O final do novo arco ficou marcado pelo desencanto de seu personagem, o agente Javier Peña, que inclusive teve participação maior na trama da Netflix do que no combate real ao Cartel de Cali. Como a 4ª temporada, já garantida, vai se passar no México, onde o verdadeiro Peña não atuou, os produtores podem surpreender e tirar o último protagonista da série, após as saídas de Wagner Moura (Pablo Escobar) e Boyd Holbrook (agente Steve Murphy) na 2ª temporada. Em sua última aparição em cena, o próprio personagem diz ter chegado ao seu limite, após toda a sujeira que descobriu em sua luta contra os traficantes de Cali. “Eu não concluiria [que Peña volta]”, contou o showrunner Eric Newman em entrevista ao site da revista The Hollywood Reporter. “Acho que podemos fazer alguma coisa muito interessante que vai surpreender as pessoas. Acho que vocês podem acreditar que aquelas são as últimas palavras dele.” “Contamos a história de Peña de forma efetiva”, prosseguiu. “Não acho que seja um final particularmente feliz para ele. Mas há uma certa aceitação na futilidade de tudo isso… Perceber que está jogando um jogo viciado sem que ninguém mais proteste é definitivamente uma derrota para ele, e só o que lhe resta é dizer ‘não consigo continuar funcionando assim’… Ele foi colocado em posições em que precisou fazer coisas terríveis e certamente sai dessas experiências bastante destruído.” Em relação aos fatos reais, Peña teve menos envolvimento com a perseguição ao Cartel de Cali que a série mostrou, e nenhuma participação no combate ao tráfico no México, que deve ser mostrado no próximo ano. Mas Newman não confirma nem desmente a ideia de um reboot da série, com um elenco completamente diferente na 4ª temporada. “É algo que está na mesa”, ele disse, sem confirmar.
Três vídeos e novas fotos exploram os conflitos entre os personagens de Fear the Walking Dead
O canal pago AMC divulgou um vídeo de bastidores, uma cena inédita, um comercial legendado e mais três fotos (além das 25 anteriormente divulgadas) da segunda parte da 3ª temporada de “Fear the Walking Dead”. As prévias mostram a divisão política do acampamento em que os protagonistas se abrigaram, que gera conflitos e permite à jovem Alicia finalmente se destacar. Sua intérprete, Alycia Debnam-Carey, é a mais animada no vídeo de bastidores. Além do inevitável confronto com Troy (Daniel Sharman), há também registros do reencontro entre Madison (Kim Dickens) e Victor Strand (Colman Domingo). “Fear the Walking Dead” retorna com a exibição de dois episódios, “Minotaur” e “Diviner”, no domingo (10/9). No Brasil, a série também é exibida pelo AMC.
Suburra: Primeira série italiana da Netflix ganha imagens e trailer legendado repleto de ação
A Netflix divulgou o pôster, 25 fotos e o trailer legendado de “Suburra”, sua primeira série original italiana. A prévia é repleta de ação, mostrando uma aliança no submundo do crime. Na trama, um projeto quer transformar o cais de Roma numa área de cassinos e o território passa a ser disputado entre empresas imobiliárias, a máfia, a Igreja e políticos corruptos. No meio desse jogo de interesses, três jovens de diferentes grupos formam uma aliança contra os demais, visando realizar seus sonhos de enriquecimento e poder. A série é baseada no livro de Giancarlo De Cataldo e Carlo Bonini que já rendeu um filme de mesmo nome, produzido pela própria Netflix e dirigido por Stefano Sollima em 2015. Sollima também comandou a série “Gomorrah” e está à frente de “Soldado”, a continuação de “Sicario” (2015), que marcará sua estreia em Hollywood. Apesar desta relação, a série vai se passar vários anos antes dos eventos vistos no filme, funcionando como um prólogo. Os episódios de “Suburra” foram dirigidos por Michele Placido (“Atirador de Elite”), Andrea Molaioli (“La Ragazza del Lago”) e Giuseppe Capotondi (“A Hora Dupla”), e o elenco conta com Filippo Nigro (“A Janela da Frente”), Francesco Acquaroli (“Pasolini”), Adamo Dionisi (do filme “Suburra”), Alessandro Borghi (também do filme “Suburra”), Eduardo Valdarnini (também de “Pasolini”), Emmanuele Aita (“Le Redoutable”) e Claudia Gerini (“John Wick: Um Novo Dia para Matar”), entre outros. Os dois primeiros episódios foram exibidos no Festival de Veneza e a estreia está marcada para o dia 6 de outubro.
The Gifted: Série derivada dos X-Men será exibida com um dia de diferença no Brasil
A Fox anunciou a data de estreia da série “The Gifted”, derivada do universo dos “X-Men”, no Brasil. Composta por 13 episódios de uma hora, a série irá ocupar todas as noites de terça do canal pago a partir de outubro. A estreia foi programada para as 22h30 do dia 3 de outubro, um dia após o lançamento nos Estados Unidos, com um episódio dirigido pelo cineasta Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”). Singer é um dos produtores da atração, criada por Matt Nix (série “Burn Notice”). A série se passa numa realidade distópica, em que mutantes são caçados pelo governo americano, e gira em torno de uma família em fuga, após seus filhos manifestarem poderes. Perseguidos por uma equipe militarizada, eles encontram refúgio com um grupo de mutantes rebeldes, conhecidos dos quadrinhos dos X-Men. A família é formada por Amy Acker (série “Pessoa de Interesse/Person of Interest”) , Stephen Moyer (série “True Blood”) e os adolescentes Natalie Alyn Lind (série “The Goldbergs”) e Percy Hynes White (série “Between”). Já os super-heróis que os ajudam são Pássaro Trovejante (Blair Redford, da séries “The Lying Game”), Polaris (Emma Dumont, da série “Aquarius”), Blink (Jamie Chung, da série “Gotham”) e Eclipse (Sean Teale, da série “Reign”), único dos quatro que não existe nos quadrinhos. Mostrando que a expectativa da Fox é alta, o segundo episódio da série tem direção de outro cineasta: Len Wiseman (diretor e roteirista de “Anjos da Noite”). Ele também vai produzir a atração.
Rogéria (1943 – 2017)
Morreu a atriz Rogéria, o primeiro travesti a fazer sucesso na TV nacional, que se definia como “o travesti da família brasileira”. Ela vinha lutando contra uma infecção desde julho, sendo internada algumas vezes. Voltou ao hospital nesta segunda (4/9) no Rio de Janeiro, onde veio a falecer poucos horas após a internação, aos 74 anos. Seu nome artístico surgiu em um concurso de fantasias de Carnaval onde se apresentou como Rogério em 1964. Ao final do show, a plateia a ovacionou aos gritos de Rogéria. A partir daí, nunca mais usou o nome de batismo, Astolfo Barroso Pinto, a não ser como piada. E era realmente engraçado que Rogéria fosse Astolfo e ainda tivesse Pinto. Ela não tinha papas na língua. Costumava dizer que a cidade em que nasceu em 1943, Cantagalo, no interior do Rio de Janeiro, tinha sido o lar do maior macho do Brasil, Euclides da Conha, e da “maior bicha do Brasil: eu”. Desde sua infância tinha consciência da homossexualidade e na já adolescência virou transformista, buscando uma carreira de maquiadora, enquanto se descabelava aos gritos no auditório da Rádio Nacional, nos programas estrelados pela cantora Emilinha Borba, de quem era fã incondicional. Antes de se tornar famosa, Rogéria trabalhou como maquiadora na TV Rio. Lá, foi incentivada a ingressar no universo das artes cênicas, encontrando sua verdadeira vocação como atriz. Virou vedete de teatro de revista no notório reduto gay de Copacabana, a Galeria Alaska. Mas não se contentou em virar apenas um ícone LGBT+ do Rio. Chegou, inclusive, a ter carreira internacional. Viajou para Angola, Moçambique e seguiu para a Europa. Em Paris, virou estrela de renome graças a sua temporada na boate Carrousel entre os anos de 1971 e 1973. Ao voltar para o Brasil, emplacou filmes da Boca do Lixo, como “O Sexualista” (1975) e “Gugu, o Bom de Cama” (1979), ao mesmo tempo em que ganhou o Troféu Mambembe, conferido pelo Ministério da Cultura aos destaques teatrais do Rio e São Paulo, pelo espetáculo que fez em 1979 ao lado de Grande Otelo. Logo, começou a aparecer na TV. A princípio, como jurada de programas de calouro do Chacrinha. Seus comentários provocantes repercutiram com enorme sucesso entre o público, e assim ela se perpetuou nos programas de auditório por várias décadas, incluindo os comandados por Gilberto Barros e Luciano Huck. Rogéria também fez pequenas participações em novelas e séries de comédia da Globo, aparecendo em “Tieta”, “Sai de Baixo”, “Desejo de Mulher”, “Duas Caras”, “Babilônia”, “A Grande Família” e “Zorra Total”, além de fazer papéis bissextos no cinema, em filmes de diretores importantes e tão diferentes como Eduardo Coutinho (“O Homem que Comprou o Mundo”, 1968), Julio Bressane (“O Gigante da América”, 1978), José Joffily (“A Maldição do Sanpaku”, 1991) e Carla Camurati (“Copacabana”, 2001). No ano passado, ela lançou uma autobiografia intitulada “Rogéria — Uma Mulher e Mais um Pouco”, que comemorou os 50 anos de sua carreira, e participou do documentário “Divinas Divas, sobre as primeiras transformistas famosas do Brasil. Dirigido por Leandra Leal, o filme venceu o prêmio do público do Festival do Rio e do Festival SXSW, nos Estados Unidos. “Rogéria era uma artista maravilhosa. Era mais fácil trabalhar com ela do que com qualquer pessoa. Era só acender a luz que ela brilhava. Ela se dizia a travesti da família brasileira. Ela levava a família brasileira pra ver seus shows. Era sensacional”, lamentou o cartunista Chico Caruso, em depoimento ao jornal O Globo. “Ela abriu as portas para uma geração, ela desde sempre foi vanguarda, revolucionária e acho que é uma perda muito grande”, disse Leandra Leal. “Ela fazia a diferença, ela tinha voz, talento, força. Ela dizia: ‘Eu não levanto bandeira, eu sou a bandeira’. A maior mensagem que ela deixa é viver de acordo com a sua potência”.
Emanuelle Araújo vai estrelar nova série brasileira da Netflix
A Netflix anunciou nesta segunda-feira (4/9) o início das gravações de sua nova série brasileira: “Samantha!”, uma comédia de sete capítulos idealizada e produzida no país. Criado por Felipe Braga, o projeto foi revelado em fevereiro, mas só agora confirma Emanuelle Araújo (“Bingo – O Rei das Manhãs”) no papel-título. Na trama, Samantha é uma decadente ex-celebridade mirim dos anos 1980, que hoje se apega desesperadamente aos últimos vestígios da fama com planos absurdos para conseguir voltar aos holofotes, enquanto seu marido Dodói (Douglas Silva, o Acerola de “Cidade dos Homens”), um ex-jogador de futebol, volta para casa após uma longa estadia na prisão. Os dois serão pais de Cindy (Sabrina Nonato) e Brandon (Cauã Gonçalves), e, no decorrer da trama, a família irá receber alguns “convidados especiais”, segundo o comunicado da Netflix. A sinopse lembra ligeiramente a vida de uma ex-celebridade mirim real dos anos 1980, que se casou com um rapper que passou sete anos preso no Carandiru. Curiosamente, o nome desta pessoa também começa com S de Simony. Com previsão de estreia para 2018, “Samantha!” tem produção das Losbragas, produtora paulista que junta Felipe Braga e a atriz Alice Braga (série “Queen of the South”). Os dois não são parentes, apesar de compartilharem o mesmo sobrenome, e trabalharam juntos na produção das séries “Latitudes”, exibida no canal de TV paga TNT, e “Neymar Jr: A Vida Fora dos Campos”, ambas em 2014. Além desta atração, a Netflix ainda está investindo numa série sobre a Operação Lava Jato, atualmente em produção pelo cineasta José Padilha, com quem a plataforma já tem relação profissional bem-sucedida por meio da série “Narcos”. O serviço de streaming também produziu seu primeiro filme brasileiro em 2017, “O Matador”, dirigido por Marcelo Galvão (“A Despedida”), que teve première no recente Festival do Gramado.
Cara Delevingne será uma fada em nova série da Amazon
A atriz Cara Delevingne (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”) vai estrelar sua primeira série. Ela entrou no elenco da vindoura “Carnival Row”, produção de fantasia criada por Rene Echevarría (criador também de “The 4400”) para a Amazon. A trama se passa numa cidade chamada Burgue, que lembra a Londres vitoriana. A diferença é que é habitada por humanos e criaturas místicas. Delevigne interpretará justamente uma dessas criaturas, Vignette Stonemoss, uma fada refugiada, que enfrenta preconceitos e precisa lidar com segredos que tentou deixar para trás. Ela vai se juntar ao elenco encabeçado por Orlando Bloom (franquia “Piratas do Caribe”), primeiro nome confirmado na produção. Bloom viverá um inspetor de polícia chamado Rycroft Philostrate, que, ao investigar um assassinato descobre o surgimento de um serial killer de fadas. Além de atuar, Bloom também trabalhará como produtor, ao lado de Echevarría e do roteirista Travis Beacham (“Círculo de Fogo”). Curiosamente, a série é uma adaptação feita por Echevarria de um roteiro não filmado de Beacham, que figurou na Black List de 2005. O roteirista imaginou a história como um filme, que deveria ter sido dirigido por Guillermo Del Toro (também de “Círculo de Fogo”). De Toro não está envolvido na série, que, por sinal, terá seu episódio inaugural dirigido por outro cineasta: Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”). A 1ª temporada terá ao todo oito episódios, que serão disponibilizados pelo serviço de streaming da Amazon.
2ª temporada de Designated Survivor ganha comercial e pôster
A rede americana ABC divulgou o pôster e um comercial da 2ª temporada de “Designated Survivor”. O vídeo relembra brevemente a trama da série, mostra cenas inéditas e ainda e faz um comentário político, ao exaltar que o presidente da ficção tem alto índice de aprovação. A atração é um dínamo de audiência digital. Em sua exibição ao vivo, a 1ª temporada atraiu respeitáveis 5,8 milhões de telespectadores em média, mas quando somadas todas as plataformas o número simplesmente dobra, passando dos 11 milhões. As críticas também são bastante favoráveis, com 85% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e há um consenso de que ela captou o zeitgeist (o espírito de seu tempo) como nenhuma outra, ao antecipar a situação de um presidente inexperiente na Casa Branca. É a segunda vez que uma série estrelada por Kiefer Sutherland se conecta com o público americano ao refletir a realidade contemporânea como um thriller de ação. A primeira vez aconteceu na clássica série “24 Horas”, sobre repressão ao terrorismo, levada ao ar apenas dois meses após a queda das Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York. O título da série, “Designated Survivor”, é um termo técnico utilizado para se referir a um integrante do governo norte-americano, que é levado a um local isolado e seguro, durante reuniões conjuntas do Presidente e outros líderes do país. O objetivo é que, em caso de algum acidente fatal, este “sobrevivente designado” possa assumir o comando do país. Pois, na trama, um atentado terrorista elimina todos os representantes eleitos do pais, cabendo ao sobrevivente, o secretário de desenvolvimento urbano Tom Kirkman (papel de Sutherland), assumir o governo durante o momento de crise e lidar com a situação de emergência. A série foi criada por David Guggenheim, roteirista do ótimo filme de ação “Protegendo o Inimigo” (2011), que divide a produção com Sutherland, Mark Gordon (produtor de “Criminal Minds”, “Grey’s Anatomy” e inúmeros filmes) e Simon Kinberg (produtor-roteirista da franquia “X-Men”). O bom elenco ainda inclui Natasha McElhone (série “Californication”), Maggie Q (série “Nikita” e franquia “Divergente”), Kal Penn (série “House”), Italia Ricci (série “Supergirl”), Adan Canto (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), LaMonica Garrett (série “The Last Ship”) e Tanner Buchanan (série “The Fosters”). A 2ª temporada estreia no dia 27 de setembro nos Estados Unidos. A série é distribuída pela Netflix no Brasil.












