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Série

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  • Série

    Série policial Instinct será primeiro drama da TV aberta americana com protagonista gay

    6 de janeiro de 2018 /

    A rede CBS confirmou que sua nova atração policial “Instinct” será a primeira série de drama da TV aberta americana com um protagonista gay. O trailer divulgado sugere a inclinação sexual do personagem vivido por Alan Cumming (da série “The Good Wife”). Mas coube ao próprio ator, que é gay na vida real, ressaltar a orientação do protagonista durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association). “Foi uma das razões pelas quais eu quis fazer a série”, disse Cumming, que também é produtor executivo do drama. “Por ser o primeiro drama de rede [com um protagonista gay] de TV dos EUA, é uma coisa incrível e uma coisa terrível ao mesmo tempo. Social e politicamente, enquanto as pessoas gays estão sendo perseguidas e nossos direitos sendo removidos, e o presidente tolera a perseguição contra os homossexuais com seu silêncio, tornou-se importante ter um personagem com um casamento saudável com alguém do mesmo sexo na TV. Eu aplaudo todos na CBS por terem a coragem de produzir isso agora, num clima em que talvez não seja o melhor para isto. Mas acho que, justamente por isto, é o momento perfeito para fazê-lo”. “Instinct” é baseado no romance homônimo do escritor James Patterson (autor do livro que inspirou a série “Zoo”) e gira em torno do Dr. Dylan Reinhart, um ex-agente da CIA que se tornou escritor e professor, e que é procurado pela polícia para auxiliar uma investigação, após um serial killer se inspirar num de seus livros para cometer assassinatos. Apesar da distinção LGBT do protagonista, a premissa é bastante convencional: mais uma trama policial alimentada pelo conflito de uma parceria forçada entre um profissional e um amador – fórmula que tem sido requentada desde que Eddie Murphy estreou no cinema há 36 anos com “48 Horas”. Junte-se à receita o elemento literário e o resultado fica ainda mais próximo do óbvio, ou melhor, de “Castle”. Não por acaso, a rede CBS é responsável pelas produções mais convencionais da TV americana. E, ironicamente, vinha sendo criticada pela falta de diversidade entre os personagens de suas séries. Roteiros e produção de “Instinct” estão a cargo do showrunner Michael Rauch (criador de “Beautiful People”), que tomou algumas “liberdades” com o livro de Patterson, trocando o sexo de alguns personagens masculinos – para “subverter a dinâmica tradicional”, em suas palavras, embora na prática isso tenha tornado a série ainda mais parecida com “Castle”. O elenco inclui Bojana Novakovic (série “Satisfaction”), Sharon Leal (série “Supergirl”), Daniel Ings (série “The Crown”), Naveen Andrews (série “Sense8”) e Whoopi Goldberg. A série estréia em 11 de março nos Estados Unidos. Confira o trailer abaixo.

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  • Série

    2ª temporada de Legion terá salto temporal e um novo intérprete do Rei das Sombras

    6 de janeiro de 2018 /

    O criador de “Legion”, Noah Hawley, revelou que a 2ª temporada da série terá salto temporal de um ano, e que o ator Navid Negahban (série “Homeland”) entrou no elenco como novo intérprete do Rei das Sombras, o parasita mental que queria enlouquecer o protagonista David Haller (Dan Stevens). “Não queria entrar no segundo ano com clareza o tempo inteiro, então elaboramos um salto temporal. Podemos deixar as coisas mais turvas agora. É por causa do mistério, das tentativas de entender as coisas, que a série é divertida”, disse Hawley, durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association). Curiosamente, a atriz Aubrey Plaza, intérprete de uma das facetas do vilão na 1ª temporada, também deve continuar na série, já que participou do encontro com a imprensa promovido pela TCA. Sua interpretação de Lenny/Farouk/Demônio dos Olhos Amarelos/Rei das Sombras foi o ponto alto da atração. Originalmente, Lenny era a melhor amiga de David Haller, mas teria morrido no começo da série e virado uma imagem mental para Farouk manipular o protagonista. Como David descobriu o truque do vilão, Farouk passou a assumir sua aparência real (vivido por Saïd Taghmaoui, de “Mulher-Maravilha”). Então, como Lenny vai voltar? A atriz deu uma resposta misteriosa. “Eu estava sendo usada como um receptáculo na 1ª temporada. Lenny quase se tornou como David, onde ela não sabe o que é real ou quem é ela. Para a 2ª temporada, é como se meu poder tivesse sido tirado de mim. Agora temos que cavar mais fundo. Eu realmente não posso responder isso agora”. Adaptação dos quadrinhos da Marvel, a 2ª temporada de “Legion” terá mais dez capítulos inéditos, com estreia prevista para abril.

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  • Série

    Young Sheldon é a primeira série estreante da temporada a garantir renovação

    6 de janeiro de 2018 /

    A rede CBS anunciou a renovação de “Young Sheldon” para a 2ª temporada. O anúncio era esperado, pois a série foi uma das cinco atrações mais assistidas da TV americana em 2017. Mesmo assim, trata-se do primeiro lançamento da temporada 2017-2018 a ter sua continuidade garantida por mais um ano. Spin-off de “The Big Bang Theory” centrado na juventude de Sheldon Cooper (Jim Parsons), a atração já tinha sido a primeira produção estreante da fall season a assegurar o chamada “back 9”, a contratação de mais 9 episódios, além dos 13 encomendados inicialmente, para totalizar os 22 episódios de uma temporada completa da TV aberta. Tudo isso se deve à estreia fenomenal da produção, assistida simplesmente por 17,2 milhões de telespectadores. O número é tão absurdo que não era igualado por uma série de comédia estreante desde a estreia de “2 Broke Girls” em 2011. Trata-se, portanto, do maior lançamento de comédia da TV americana dos últimos seis anos. A série voltou a exibir episódios inéditos na quinta-feira (4/1) passada. E manteve o ímpeto arrasador, com 16,17 milhões de telespectadores e 3,3 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). “Young Sheldon” foi desenvolvida pelo criador e um dos roteiristas principais de “The Big Bang Theory”, respectivamente Chuck Lorre e Steven Molaro, e o piloto dirigido pelo cineasta Jon Favreau (de “Homem de Ferro” e “Mogli, o Menino Lobo”).

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  • Série

    Frank Langella e Catherine Keener entram no elenco da série de comédia de Jim Carrey

    6 de janeiro de 2018 /

    O veterano ator Frank Langella (indicado ao Oscar por “Frost/Nixon”) e a atriz Catherine Keener (“Corra!) entraram no elenco de “Kidding”, nova série de comédia do canal pago Showtime, que será estrelada por Jim Carrey (“Sim, Senhor”). Em “Kidding”, Carrey vai interpretar Jeff, também conhecido como Mr. Pickles, um ícone infantil da TV americana, que representa uma marca bilionária de licenciamentos. Mas sua felicidade vai acabar quando sua família passa por uma crise. Langella será seu mentor e produtor do programa infantil, enquanto Kenner interpretará a criadora dos fantoches do programa. A série foi criada por Dave Holstein, roteirista-produtor de “Weeds” e “I’m Dying Up Here” (por sinal, produzida por Carrey). “Kidding” será a primeira atração televisiva estrelada por Carrey desde o humorístico “In Living Color”, do qual ele participou entre 1990 e 1994. Além disso, marcará um reencontro entre o ator e o diretor de seu filme mais cultuado. O cineasta de “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças” (2004), o francês Michel Gondry, vai dirigir os episódios da série. Por sua vez, Langella ainda deve ser visto na 6ª e última temporada de “The Americans”, na qual interpreta o espião russo Gabriel. O final da série vai ao ar neste ano no canal pago FX. E Kenner é uma das dubladores originais do vindouro “Os Incríveis 2”, com estreia marcada para junho.

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    Próxima temporada de American Horror Story vai se passar no futuro

    6 de janeiro de 2018 /

    O produtor Ryan Murphy revelou as primeiras dicas do que se pode esperar para as próximas temporadas de “American Horror Story”. Durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association), ele revelou que a 8ª temporada da série vai se passar no futuro. “A trama vai se passar no futuro. Ainda é temático, mas ambientado no futuro, o que é algo que nunca fiz, mas acho que as pessoas vão gostar. É diferente do que fizemos antes”, disse o produtor. Além disso, Murphy adiantou que a 9ª temporada deverá ser o prometido crossover entre temporadas anteriores, mais especificamente “Murder House” e “Coven” (as temporadas 1 e 3, respectivamente). A ideia é trazer de volta o elenco das duas temporadas, que lidaram com uma casa mal-assombrada e uma escola de bruxas. Ele afirmou que o crossover só não será realizado neste ano devido à impossibilidade de agenda dos atores. Um detalhe é que parte do elenco (Jessica Lange, Evan Peters, Sarah Paulson, Lily Rabe, Denis O’Hare, Frances Conroy e Taissa Farmiga) apareceu nas duas histórias como personagens diferentes.

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    Liberty Crossing: Nova série de comédia com atriz de Teen Wolf ganha primeiro trailer

    6 de janeiro de 2018 /

    Há mais serviços de streaming que supõe a vã filosofia. Um deles é o go90, lançado em 2015 nos Estados Unidos pelo conglomerado de telecomunicações Verizon e reiniciado no ano passado após a confirmação de que ninguém o assistia – um exagero, já que conta com 2 milhões de assinantes. O reboot do serviço está a cargo de Richard Tom, criador do Hulu (e do Vessel, comprado e fechado pela Verizon), que encomendou novas séries para tentar chamar atenção do público. Uma delas é a comédia “Liberty Crossing”, que ganhou o primeiro trailer. Criada por Daniel Radosh (roteirista do programa de variedades “The Daily Show”) e coproduzida por Mason Novick (produtor de “Juno” e “(500) Dias com Ela”), a série faz comédia com o terrorismo. A trama acompanha analistas de inteligência numa agência de contra-terrorismo, que inventam teorias malucas para superar o tédio da burocracia de escritório. O elenco destaca Shelley Hennig (série “Teen Wolf”) como a jovem chefe da agência, além de Pete Ploszek (também de “Teen Wolf”), Calum Worthy (“American Vandal”), Adam Faison (“Here and Now”), Ashley Argota (“The Fosters”) e Chris Mulkey (“Whiplash – Em Busca da Pefeição”). Com oito episódios dirigidos pelo cineasta indie Todd Berger (“It’s a Disaster”), “Liberty Crossing” já estreia na segunda (8/1) nos Estados Unidos.

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    Mayans FC: Spin-off de Sons of Anarchy ganha primeira foto oficial

    6 de janeiro de 2018 /

    A série “Mayans FC”, spin-off latino da excelente “Sons of Anarchy”, revelou sua primeira foto, que destaca, em primeiro plano, o ator JD Pardo (da série “Revolution”). Anunciado há dois anos, o projeto sofreu para sair do papel: teve seu primeiro piloto descartado pelo canal pago FX, mas conseguiu autorização para rodar um segundo, com a substituição de diversos atores e aprimoramentos na história. Pardo será o protagonista, um candidato a membro do clube de motoqueiros latinos chamado EZ Reyes, que passará por diversos testes até ser considerado um legítimo Mayan. Tentando encontrar sua nova identidade após um longo período na cadeia, Reyes precisará redescobrir a si mesmo e achar um caminho para retornar à glória do passado, uma época em que era considerado o “menino dourado” do MC e da cidade de Santo Padre, na fronteira da Califórnia com o México. Além dele, o elenco inclui Michael Irby (série “Taken”), Sarah Bolger (série “Into the Badlands”), Maurice Compte (série “Power”), Clayton Cardenas (“American Crime”), Edward James Olmos (série “Battlestar Galactica”) e Emilio Rivera, que retoma o papel de Marcus Alvarez, o líder dos Mayans de Oakland em “Sons of Anarchy”. Em “Mayans MC”, a filial de Oakland, comandada por Marcus Alvarez, terá uma relação direta com a divisão fronteiriça, uma vez que os dois líderes – Alvarez e Obispo “Bishop” Losa (Michael Irby), de Santo Padre – são primos. Cronologicamente, a trama será uma continuação de “Sons of Anarchy”, pois se passa após os eventos do final da série original, quando os motoqueiro latinos assumiram o controle do tráfico, num arranjo orquestrado pelo antigo líder dos SoA, Jax Teller (Charlie Hunnam). O desenvolvimento do spin-off foi realizado pelo cineasta indie Elgin James, que tem uma história de vida digna de “Sons of Anarchy” – ele fundou uma gangue em Boston e cumpriu pena na prisão. Sua estreia como cineasta aconteceu com o sensível e elogiado drama indie “Little Birds” (2011), exibido no Festival de Sundance, e seu trabalho mais recente foi o roteiro de “Lowriders” (2017), drama sobre a cultura latina de carros envenenados. Kurt Sutter, que criou “Sons of Anarchy” e escreveu, dirigiu e foi até ator em muitos dos episódios da série, vai produzir “Mayans MC”, além de ter dirigido o piloto rejeitado. A nova versão do episódio inicial foi refeita por Norberto Barba, diretor-produtor de “Grimm”. A 1ª temporada terá 10 episódios e ainda não tem previsão de estreia definida.

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    Ex-atriz mirim de Mad Men será a nova Sabrina, Aprendiz de Feiticeira

    6 de janeiro de 2018 /

    A atriz Kiernan Shipka, que estrelou a série “Mad Men” ainda criança, no papel de Sally Draper (a filha de Don Draper/Jon Hamm), foi selecionada para estrelar a nova série da bruxinha Sabrina. Ela tinha 7 anos quando apareceu na 1ª temporada de “Mad Men” e 15 quando a série acabou em 2015. No ano passado, participou da série “Feud”, como a filha de Bette Davis (Susan Sarandon). A nova série de Sabrina será seu primeiro trabalho como protagonista, e também seu primeiro emprego como maior de idade – ela completou 18 anos em novembro. A personagem é a criação mais popular da Archie Comics, graças ao sucesso de seu desenho animado dos anos 1970 e à sitcom infantil dos anos 1990 “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”, em que foi interpretada por Melissa Joan Hart. Só que a nova versão será bem diferente. Intitulada “Chilling Adventures of Sabrina”, a atração será uma série de terror. O responsável pela produção é Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, que novamente trabalhará com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger (que dirigiu o piloto de “Riverdale”). “Nós somos todos grandes fãs do trabalho de Kiernan e, quando começamos a falar sobre quem seria a nova encarnação da Sabrina, o nome dela estava na lista de desejos de todos”, disse Aguirre-Sacasa em comunicado. “Esta é uma versão mais sombria e macabra de Sabrina, e estamos extremamente animados para que as pessoas vejam Kiernan recriar essa personagem icônica”. O novo projeto reimagina a origem e as aventuras de Sabrina como uma história de horror, ocultismo e, claro, feitiçaria. Na trama, a protagonista luta para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque a CW preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve estrear em 2018.

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    Série The Walking Dead é multada por morte de dublê

    6 de janeiro de 2018 /

    A produtora da série “The Walking Dead” recebeu a multa máxima de US$ 12,6 mil da Administração de Segurança Ocupacional e Saúde do Departamento do Trabalho dos Estados Unidos (OHSA, na sigla em inglês) pela morte do dublê John Bernecker, durante a gravação da série. O dublê de 33 anos morreu em julho de 2017 após cair de uma altura de 7 metros durante uma cena de luta. Por isso, a companhia Stalwart Films recebeu a multa máxima da OHSA por “falhar em fornecer proteção adequada contra perigos de quedas”. “Esta tragédia deveria servir como um alerta para a indústria do entretenimento”, afirmou o administrador regional da OHSA em comunicado. “Toda a indústria precisa se comprometer com práticas de segurança para atores e dublês envolvidos neste tipo de trabalho. A produção da 8ª temporada de “The Walking Dead” foi interrompida depois do acidente e a polícia abriu investigações sobre o ocorrido.

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    Série The Mayor é cancelada antes de terminar 1ª temporada

    6 de janeiro de 2018 /

    A rede ABC cancelou a série de comédia “The Mayor”. A produção não vai mais retornar à TV, após a interrupção de fim de ano, deixando quatro episódios inéditos. Exibida no mesmo horário do fenômento “This Is Us”, a série implodiu. Seu último episódio, exibido em 12 de dezembro, foi visto por apenas 2,8 milhões de telespectadores, marcando 0,8 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). O fracasso de público contrastou com os elogios da crítica. Com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, foi considerada a melhor comédia estreante da temporada. Um de seus comerciais até destacava os elogios. Criada por Jeremy Bronson (roteirista de “The Mindy Project”), a série girava em torno de um jovem rapper iniciante que resolve se candidatar a prefeito para tornar seu nome conhecido e conseguir um contrato com uma gravadora. Mas ele se sai muito melhor que o esperado e acaba sendo eleito. O elenco destacava Brandon Micheal Hall (série “Search Party”) como o prefeito rapper, Yvette Nicole Brown (série “The Odd Couple”) como sua mãe e Lea Michele (série “Scream Queens”) na função de chefe do gabinete do jovem inexperiente. O comediante David Spade (“Gente Grande”) também participou como adversário político.

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    Helena Bonham Carter viverá a Princesa Margaret na 3ª temporada de The Crown

    5 de janeiro de 2018 /

    A atriz Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”) entrou no elenco da 3ª temporada de “The Crown”. Ela viverá a versão mais velha da princesa Margaret, interpretada nas duas primeiras temporadas por Vanessa Kirby. Em entrevista à revista The Hollywood Reporter, Kirby tinha dito que ficaria com ciúmes de quem fosse encarnar a princesa Margaret nos próximos episódios. “Fico animada por quem fizer isso, porque definitivamente conseguiu a melhor parte. Tragam o drama! Eu teria adorado ter feito isso. Eu absolutamente amei fazer todas as linhas ardentes, ficar bêbada e tudo o mais. Mas suponho que tive a sorte de ter duas temporadas, pelas quais posso me dizer agradecida”. Helena Bonham Carter vai se juntar a Olivia Colman (da série “Broadchurch”), que substituirá Claire Foy como a rainha Elizabeth II. Por enquanto, apenas as duas atrizes foram confirmadas nas próximas fases da atração, que devem abranger também a 4ª temporada. Cada temporada da premiada “The Crown”, que venceu o Globo de Ouro de Melhor Série de Drama em 2017, deve seguir uma década diferente da vida da nobreza britânica. Assim, a 3ª temporada será passada na década de 1970, época do Jubileu de Prata do reinado de Elizabeth II, do punk rock e da música “God Save the Queen”, dos Sex Pistols.

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    Última temporada de New Girl vai se passar no “futuro”

    5 de janeiro de 2018 /

    A Fox anunciou que a 7ª e última temporada de “New Girl” terá um salto temporal de três anos, com o objetivo de mostrar aos fãs o que acontece com os amigos da personagem de Zooey Deschanel no “futuro”. Entre as revelações, Jess (Deschanel) e Nick (Jake Johnson) ainda estarão juntos e retornando de uma turnê européia, Schmidt (Max Greenfield) será um dono de casa que cuida da filha Ruth enquanto CeCe (Hannah Simone) se tornará uma mãe trabalhadora, enquanto os agora casados ​​Winston (Lamorne Morris) e Aly (Nasim Pedrad) estarão esperando uma criança. A 7ª temporada também terá várias participações, incluindo os retornos de Damon Wayans Jr., Dermot Mulroney, David Walton, Nelson Franklin, Sam Richardson, Jamie Lee Curtis e Rob Reiner, além de novidades como JB Smoove e Tig Notaro. O final da série começará a ser exibido em 10 de abril, enquanto o último episódio foi programado para 15 de maio.

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    Produtores da Fox revelam ter recebido ligações da Disney sobre futuro de seus programas

    5 de janeiro de 2018 /

    Os criadores de série de terror “American Horror Story” e da animação adulta “Uma Família da Pesada” (Family Guy) revelaram ter recebido ligações do CEO da Disney, Bob Iger, para tranquilizá-los à respeito da aquisição da Fox e os planos da companhia para seus conteúdos. A informação foi compartilhada durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association). Ryan Murphy, produtor de vários sucessos da Fox e da FX, incluindo “American Horror Story”, “American Crime Story”, “Feud” e o recente “9-1-1”, disse ter aproveitado a ligação para questionar Iger sobre como seus produtos se encaixaram na Disney. “As coisas que faço não são especificamente Disney. Estou preocupado com isso. Será que terei que colocar o Mickey Mouse em ‘American Horror Story?'”, ele contou ter perguntado ao novo patrão. Segundo Murphy, Iger respondeu que a Disney comprou a Fox por acreditar em seus produtos, executivos e criadores. O produtor lembrou o sucesso de Iger ao integrar a Pixar e a Marvel “mantendo suas comunidades intactas”. “Quero ver como essa empresa vai ficar antes de decidir para onde ir”, disse Murphy. Já Seth MacFarlane, criador de “Family Guy” e “The Orville”, também disse que Iger o tranquilizou. “Esse tipo de coisa acontece o tempo todo. Não acho que teremos grandes mudanças”, ele afirmou. Presente no evento, o co-presidente da rede Fox e da produtora 20th Century Fox Television, Gary Newman, confirmou que o negócio tem gerado ansiedade entre os produtores da empresa. Ele disse ter se reunido com muitos colegas para assegurá-los que o negócio continuará normalmente durante as avaliações regulatórias, que devem durar de 12 a 18 meses. “Quando os gerentes da Disney falaram conosco, fizeram questão de dizer o quanto admiram nossa marca, o quando admiram nossa programação”, compartilhou Newman. “Nossa expectativa não é que eles estejam comprando a Fox para transformá-la numa empresa para menores. Acho que eles vão encorajar nosso conteúdo”. Séries originalmente exibidas na Fox, porém, pode não continuar na rede, que não foi comprada pela Disney. Já o canal pago FX foi adquirido no negócio. Assim como a parte da Fox no serviço de streaming Hulu. Em entrevistas após a aquisição, Iger deu a entender que usará o Hulu para veicular as produções mais adultas do pacote de conteúdo da Fox. A Disney, que já detinha 30% de ações do serviço, comprou os 30% da Fox e passou a ser majoritária no negócio – originalmente, uma joint venture formada também pela Comcast (do estúdio Universal, que ainda detém 30%) e Warner (10%).

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