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Série

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  • Série

    Trailer e cena do próximo episódio de The Walking Dead traz cenas de guerra

    19 de março de 2018 /

    O canal pago americano AMC divulgou o trailer e uma cena do próximo episódio da série “The Walking Dead”, que finalmente mostra um confronto entre os Salvadores e a resistência dos sobreviventes de Hilltop. Apesar do arco atual ser conhecido nos quadrinhos como “Guerra Total”, poucas batalhas vinham sendo registradas. Isto parece que vai mudar no próximo domingo, após mudanças na trama afastarem a série dos eventos dos quadrinhos – a ponto do ataque dos Salvadores não ser comandado por Negan (Jeffrey Dean Morgan), atualmente “desaparecido”. A cena adiantada, por sua vez, traz a resposta de Maggie (Lauren Cohan), que ameaça matar seus prisioneiros. Intitulado “Do Not Send Us Astray”, o próximo episódio vai ao ar em 25 de março. No Brasil, a série é exibida pelos canais Fox e Fox Premium (sem intervalos).

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  • Série

    Dynasty atinge recorde negativo com pior audiência da TV americana em cinco anos

    18 de março de 2018 /

    O remake da série “Dynasty” registrou recorde negativo histórico na TV americana. O episódio exibido na sexta-feira (16/3) na rede CW atingiu a audiência mítica de 0,10 ponto na apuração da consultoria Nielsen. A última vez que uma série registrou 0,10 nos Estados Unidos foi há cinco anos, com “Cult”, no mesmo canal. Ao todo, 638 mil pessoas assistiram à exibição, mas a maioria ficou fora do recorde da demo (adultos de 18 a 49 anos, mais relevantes para anunciantes). É um contraste brutal em relação à série original, exibida entre 1981 e 1989, que chegou a ser o programa mais assistido de sua época. A continuidade de “Dynasty” é um mistério. A série ganhou sobrevida em novembro, ganhando encomenda de novos episódios, enquanto “Valor” foi cancelada com números melhores – 1 milhão de telespectadores ao vivo por episódio e 0,24 ponto na demo. A diferença entre as duas séries é que “Dynasty” foi negociada com a Netflix, que exibe a produção fora dos Estados Unidos, e especificidades deste contrato podem ter pesado na hora de ponderar um cancelamento súbito. A nova versão do novelão dos anos 1980 foi desenvolvida por Josh Schwartz e Stephanie Savage, que têm experiência em retratar a vida de milionários mimados, como criadores de “Gossip Girl”. Neste projeto, eles estão trabalhando com Sallie Patrick, que escrevia outra série novelesca de ricos malvados, “Revenge”. Mas o remake não agradou, seja pelas muitas mudanças, seja pela história ser muito conhecida. A principal diferença em relação à produção original é que protagonista Cristal Flores era branca, chamava-se Krystle e era vivida pela loira Linda Evans. Agora, tem as curvas da peruana Nathalie Kelley (a vilã Sybil da última temporada de “The Vampire Diaries”), que surge na trama noiva do milionário Blake Carrington. A opção por transformar a madrasta em latina também ressalta os paralelos com as novelas mexicanas de ricaços que a trama evoca. Na nova versão, o patriarca eternizado pelo grisalho John Forsythe é vivido pelo ainda galã Grant Show (série “Devious Maids”), enquanto seus filhos, Fallon e Steven, tem interpretação de Elizabeth Gillies (série “Sex&Drugs&Rock&Roll”) e James Mackay (“A Vingança Está na Moda”), respectivamente. Numa última cartada, a produção ainda adiantou a introdução de Alexis Carrington, cuja chegada na 2ª temporada da série original marcou picos de audiência, graças a um desempenho inesquecível de Joan Collins. A nova versão de Alexis será vivida por Nicollette Sheridan, que ficou conhecida pelo papel da “perua” Eddie Britt na série “Desperate Housewives”. Sua aparição está marcada para a próxima sexta (23/3), provavelmente tarde demais.

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  • Série

    Continuação da minissérie The White Princess é encomendada

    18 de março de 2018 /

    O canal pago americano Starz anunciou a produção de “The Spanish Princess”, a terceira minissérie baseada na franquia literária de Philippa Gregory, conhecida como “The Cousins War” (“Guerra Entre Primos”, no Brasil). Desta vez, o anúncio da produção demorou “apenas” nove meses, bem menos que os quatro anos que separam a minissérie original “The White Queen” (2013) da continuação “The White Princess” (2017). A roteirista Emma Frost voltará a comandar a adaptação, mas não está claro se os integrantes do elenco anterior voltarão. Entre a primeira e a segunda minissérie, todos os atores mudaram, embora muitos personagens se repetissem. A demora na definição – culpa da BBC, que enrolou até desistir de continuar a parceria com o Starz – fez com que a protagonista de “The White Queen” ficasse famosa demais para a televisão. A atriz sueca Rebecca Ferguson, estrela da série original, estourou após participar de “Missão Impossível: Nação Secreta” (2015), e precisou ser substituída por Essie Davis em “The White Princess”. “The Spanish Princess” condensará dois livros de Gregory, lançados no Brasil como “A Princesa Leal” e “A Maldição do Rei”. A princesa espanhola do título é Catarina de Aragão, que se torna a primeira esposa de Henrique VIII. A trama é basicamente o prólogo imediato da série “The Tudors” – e da minissérie “Wolf Hall”, entre outras – , revelando os esforços da adolescente Catarina para virar Rainha da Inglaterra, após a morte precoce de seu primeiro amor, o príncipe herdeiro Arthur, e como ela consegue convencer a corte inglesa de sua virgindade para casar-se com seu cunhado, o próximo monarca na linha de sucessão. Já o segundo livro reflete a parte mais conhecida da história, com a entrada em cena de Anna Bolena e o desejo do rei de se divorciar de Catarina. Sendo proibido pelo Papa, ele decide criar uma nova religião – o anglicanismo, seguido até hoje no Reino Unido. As duas primeiras minisséries renderam grande audiência para o Starz. “The White Queen” atraiu uma média de 4,8 milhões de espectadores por episódio, enquanto “The White Princess” foi visto por 3,8 milhões. Ainda não há previsão para a estreia da nova produção.

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  • Série

    Astro de Limitless será o filho de Murphy Brown no revival da série clássica

    18 de março de 2018 /

    O ator Jake McDorman, protagonista da injustamente cancelada “Limitless”, vai voltar à TV no elenco do revival de uma série clássica. Ele será a principal novidade do resgate de “Murphy Brown”, no papel de filho da personagem-título. Uma das séries mais premiadas da rede CBS, vencedora de 17 prêmios Emmy, “Murphy Brown” voltará à TV após 20 anos, tempo suficiente para o filho da protagonista ter atingido a maturidade. Na retomada da produção, Avery Brown será apresentado como um jornalista que segue os passos de sua mãe e se mostra muito parecido com ela, inclusive no espírito competitivo. A série original, que foi exibida durante dez anos, de 1988 à 1998, acompanhava os bastidores de um telejornal. Murphy Brown era a jornalista celebridade do programa, uma ex-alcoólatra que se tornou mais ranzinza após passar por reabilitação. Assumidamente liberal, ela considerava o governo Bush seu maior inimigo e, quando não reclamava de tudo, tentava lidar com a família e problemas financeiros. Além do filho já adulto, as novidades do revival vão incluir um novo personagem, vivido por Nik Dodani (da série “Atypical”), que terá a responsabilidade de atualizar Murphy e a equipe do telejornal para as mídias sociais do século 21. O revival está a cargo da criadora da atração, Diane English, e a produção contará com todo o original, inclusive a estrela Candice Bergen, vencedora de cinco prêmios Emmy de Melhor Atriz de Série de Comédia pelo papel-título. Segundo o site Deadline, a produção terá 13 episódios e deverá refletir os dias atuais, com a proliferação das notícias falsas (fake news) e o estilo de governança pelo Twitter de Donald Trump, mas ainda não há previsão para a estreia.

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  • Série

    Benedict Cumberbatch dá show de interpretação em cena da minissérie Patrick Melrose

    18 de março de 2018 /

    Se a nova prévia da minissérie “Patrick Melrose”, divulgada pelo canal pago americano Showtime, servir de indicação, Benedict Cumberbatch deve dominar os prêmios de interpretação televisiva deste ano. O ator inglês dá um verdadeiro show de atuação na cena de um minuto e meio, que o mostra, simplesmente, fazendo pedidos e se alimentando num restaurante. Entre um gole e uma garfada, ele dispara comentários irônicos para os garçons, enquanto vozes na sua cabeça levam outra discussão adiante. “Patrick Melrose” é baseada na coleção de romances de Edward St. Aubyn sobre o personagem, um aristocrata que teve uma infância profundamente traumática e que, enquanto luta para superar os danos infligidos por seu pai, precisa decidir se mergulha na vida de playboy escandaloso ou se torna um homem de família. A adaptação transforma cada livro da coleção num episódio diferente, mudando de década a cada capítulo. Serão, ao todo, cinco episódios escritos pelo roteirista David Nicholls (“Um Dia”, “Longe Deste Insensato Mundo”), que chamou Cumberbatch de “o Patrick Melrose perfeito”. Por sinal, o ator já tinha dito, numa entrevista de 2013, que Patrick Melrose era o personagem literário que ele mais gostaria de interpretar. O elenco também inclui Hugo Weaving (“Até o Último Homem”) como o pai de Melrose, Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”) como sua mãe, Anna Madeley (“Na Mira do Chefe”) como sua mulher, Allison Williams (série “Girls”) como uma conhecida, e Blythe Danner (“Entrando numa Fria”) como uma tia rica. A direção é do alemão Edward Berger (série “Deutschland 83”) e a estreia está marcada para 12 de maio.

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  • Série

    Britannia é renovada para a 2ª temporada

    18 de março de 2018 /

    O canal pago britânico Sky Atlantic anunciou a renovação da série “Britannia” para sua 2ª temporada. Produzida em parceria com a Amazon, a série mistura fantasia sobrenatural e batalhas grandiosas, o que lhe rende algumas comparações a “Game of Thrones”. Passada no ano 43 depois de Cristo, a série gira em torno do conflito entre os invasores do império romano e os habitantes da ilha que os romanos chamam de Britannia, liderada por mulheres guerreiras e druidas poderosos. Escrita e criada pelos irmãos roteiristas Jez Butterworth (“007 Contra Spectre” e “No Limite do Amanhã”) e Tom Butterworth (de “A Última Legião”, sobre o mesmo período), a série destaca em seu elenco David Morrissey (o Governador de “The Walking Dead”), Kelly Reilly (a Mary Watson de “Sherlock Holmes”), Mackenzie Crook (o Ragetti dos filmes “Piratas do Caribe”), Eleanor Worthington-Cox (a versão menina da princesa Aurora em “Malévola”) e Ian McDiarmid (o Imperador Palpatine da franquia “Star Wars”). Com dez episódios, “Britannia” estreou em 18 de janeiro no Reino Unido e obteve 72% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A 2ª temporada será gravada entre abril e junho, mas ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Atriz dispensada de Grey’s Anatomy vai estrelar remake de Cagney & Lacey

    18 de março de 2018 /

    A atriz Sarah Drew, que se disse surpresa por sua dispensa de “Grey’s Anatomy”, não ficou muito tempo desempregada. Ela foi contratada para estrelar o piloto do remake de “Cagney & Lacey”, um dos muitos resgates de séries clássicas atualmente em produção nos Estados Unidos. A nova personagem da intérprete de April em “Grey’s Anatomy” será Cagney. Ela contracenará com Michelle Hurd (da série “Blindspot”), escalada como a co-protagonista Lacey no piloto encomendado pela rede CBS. O novo par confirma a tendência de atualização racial que vem marcando os remakes de 2018. A série original, dos anos 1980, era estrelada por duas atrizes brancas, Tyne Daly e Sharon Gless. A nova Lacey será negra. “Cagney & Lacey” está sendo desenvolvido por Bridget Carpenter (criadora da minissérie “11.22.63”) e deve manter a premissa original, que destacava a amizade de duas detetives da polícia, tanto no trabalho quanto em suas vidas pessoais. A temática de empoderamento feminino facilita a atualização da série para os dias atuais. Antes de virar série, a produção precisa ter seu piloto aprovado pelo canal.

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  • Série

    Família Getty prepara processo contra o canal FX pela minissérie Trust

    18 de março de 2018 /

    Ariadne Getty, irmã de John Paul Getty III, prepara um processo contra o canal pago FX e os produtores da série “Trust” pela forma como sua família está sendo retratada na minissérie. De acordo com documentos obtidos pela revista The Hollywood Reporter, o advogado de Ariadne Getty, o já notório Martin Singer (advogado de Stallone e Brett Ratner em casos de abuso sexual), afirma que a série é “uma descrição difamatória, cruel e malvada” da família. “É irônico que você tenha intitulado sua série de televisão com o nome de Trust (confiança, em inglês)”, escreveu Singer. “Os títulos mais apropriados seriam mentira ou desconfiança, uma vez que a história difamatória que conta sobre a situação dos Getty durante o seqüestro é falsa e enganadora”. A série aborda o sequestro de John Paul Getty III, que também foi explorado no filme “Todo o Dinheiro do Mundo” sem maiores controvérsias. A diferença é que a versão da história desenvolvida por um cineasta inglês Danny Boyle e o roteirista Simon Beaufoy, ambos premiados com o Oscar por “Quem Quer Ser um Milionário?” (2008), sugere que tudo começou como um plano do próprio sequestrado para extorquir dinheiro do avô, o magnata do petróleo John Paul Getty. “Vocês estão usando uma versão falsa da tragédia da família Getty para gerar entretenimento e para seus próprios ganhos financeiros”, escreve Singer. “Isso é realmente irônico, uma vez que um dos temas de ‘Trust’ é retratar a família da minha cliente como sendo impulsionada pela ganância”. Ambientada em 1973, a trama aborda o sequestro do jovem John Paul Getty III e o pedido de resgate de milhões de dólares, já vistos no filme de Ridley Scott. Mas, na versão televisiva, o crime teria sido imaginado pela própria vítima, já que o avô, o homem mais rico dos anos 1970, não lhe liberava dinheiro. O que deveria ser um falso rapto acaba ganhando contornos inesperados quando o rapaz acaba sequestrado de verdade e o magnata se recusa a pagar. Para piorar, o pai do jovem, envolvido em drogas, não responde aos telefonemas dos raptores, deixando o problema para a mãe, quebrada financeiramente, tentar resolver. Desesperada, ela tenta fazer de tudo para salvar a vida do filho. Beaufoy escreveu e Boyle assina a direção de todos os 10 episódios da atração, que, como o filme, também conta com um elenco de cinema: Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Hilary Swank (“Logan Lucky – Roubo em Família”), Brendan Fraser (“A Múmia”) e Harris Dickinson (“Ratos de Praia”) – nos papéis que em “Todo o Dinheiro do Mundo” foram vividos por Christopher Plummer (“Toda a Forma de Amor”), Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), Michael Wahlberg (“O Dia do Atentado”) e Charlie Plummer (“O Jantar”). A minissérie estreia no próximo domingo, dia 25 de março, nos Estados Unidos.

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    Will & Grace é renovada para a 3ª temporada de revival

    18 de março de 2018 /

    A rede NBC está realmente entusiasmada com a volta de “Will & Grace”. A série, que tinha sido renovada antes da reestreia, foi renovada pela segunda vez, garantindo a produção da 3ª (ou 11ª) temporada antes mesmo do final dos episódios iniciais do revival. Tem mais. A 2ª (ou 10ª) temporada, que tinha sido anunciada com 13 episódios, teve encomenda de mais cinco capítulos, chegando a um total de 18, mesmo número da 3ª (ou 11ª) recém-encomendada. Tudo isso, enquanto ainda faltam dois episódios inéditos do primeiro ano do revival. A renovação se dá tanto pelo prestígio – a série voltou a ser indicada a prêmios – quanto pela audiência, que tem mantido a média de 5,7 milhões de telespectadores ao vivo por episódio. Trata-se de uma confirmação do sucesso da estratégia atual dos canais norte-americanos, de resgatar séries clássicas para explorar o reconhecimento das marcas. A “Will & Grace” original foi exibida entre 1998 e 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). A trama gira em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. O revival foi escrito pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e dirigidos por James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. O equivalente à 9ª temporada da série começou a ser exibido em 28 de setembro de 2017 nos Estados Unidos e se encerrará no dia 29 de março. Já a 10ª temporada irá ao ar em setembro de 2018, enquanto a 11ª tem previsão de lançamento para o mesmo período em 2019.

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    Once Upon a Time terá a volta de Robin Hood e Peter Pan em seus capítulos finais

    17 de março de 2018 /

    A rede americana ABC anunciou o retorno de diversos atores que marcaram a trajetória de “Once Upon A Time” para a despedida da série, recém-cancelada. A emissora assegurou, para os dois últimos episódios da série, as participações dos atores Tony Amendola (Geppetto), Lee Arenberg (Zangado), Joanna Garcia (Ariel), Robbie Kay (Peter Pan), Sean Maguire (Robin Hood), Victoria Smurfit (Cruella De Vil) e Keegan Tracy (a Fada Azul). Eles se juntarão a Bev Elliott (a Vovó) e Jared Gilmore (o jovem Henry Mills), anteriormente confirmados, além do elenco fixo da atração. O final representará um retorno aos primeiros episódios da série, os produtores revelaram. “Mas isso significa que todos estão voltando? Não, porque eles são pessoas reais com vidas reais e não podemos forçá-las a trabalhar mais. Nós tentamos!”, desabafou Kitsis, prevendo desapontar alguns fãs. Afinal, a maioria espera as voltas de Ginnifer Goodwin e Josh Dallas, intérpretes respectivamente de Branca de Neve e do Príncipe Encantado, que iniciaram um romance real durante as gravações da série. Apesar de faltarem apenas dois meses para a exibição do capítulo final, previsto para 18 de maio, Horowitz e Kitsis seguem trabalhando na história. A série faz parte da programação do canal pago Sony no Brasil e tem suas temporadas anteriores disponíveis na Netflix.

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    Série baseada em O Senhor dos Anéis será a mais cara de todos os tempos

    17 de março de 2018 /

    A série da Amazon baseada em “O Senhor dos Anéis”, será a mais cara de todos os tempos. Documentos revelados pela agência Reuters abordam os custos das produções da plataforma, e os valores relativos à negociação da adaptação da obra de J.R.R. Tolkien são exorbitantes. Apenas pelos direitos de usar os personagens, a Amazon deverá pagar US$ 250 milhões. Com gastos de produção e de comercialização, o custo total está sendo projetado para US$ 500 milhões ou mais. Para efeitos de comparação, a série mais cara da Netflix, “The Crown” teve um orçamento de US$ 130 milhões em sua 1ª temporada. Já a temporada final de seis episódios de “Game of Thrones” custará US$ 90 milhões – US$ 15 milhões por episódio. A Amazon adquiriu os direitos da franquia “O Senhor dos Anéis” após vencer um leilão com outros interessados. Os detalhes de seu projeto para a série ainda são escassos. Mas, segundo o comunicado oficial, a trama será um prólogo, localizando a ação entre os eventos de “O Hobbit” e “A Sociedade do Anel”.

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    Apple anuncia sua primeira série animada com dubladores de Frozen

    17 de março de 2018 /

    A Apple encomendou a primeira série animada de seu futuro serviço de streaming. Batizada de “Central Park”, a série vai contar como uma família de zeladores, que vivem e trabalham no Central Park, acabam se juntando para salvar o parque nova-iorquino e o mundo. E, de quebra, cantar alguns números musicais. A atração foi desenvolvida por Loren Bouchard, o criador de “Bob’s Burgers”, em parceria com Nora Smith (roteirista de “Bob’s Burgers”) e o ator Josh Gad (O LeFou de “A Bela e a Fera”). O próprio Josh Gad será uma das vozes principais, voltando a se reunir com Kristen Bell (série “The Good Place”), com quem fez parceria na dublagem do blockbuster animado “Frozen” – ele é a voz original de Olaf e ela dubla Anna. Além deles, o elenco de vozes famosas inclui Tituss Burgess (série “Unbreakable Kimmy Schmidt”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Daveed Diggs (“Extraordinário”), Leslie Odom Jr. (“Assassinato no Expresso do Oriente”) e Kathryn Hahn (“Perfeita É a Mãe!”). A 1ª temporada terá 26 episódios, divididos em duas levas de 13 capítulos separadas por um hiato de exibição. Assim como todas as atrações encomendadas pela Apple, ainda não há previsão para a estreia de “Central Park”.

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    Crítica americana destrói Krypton, pior série da DC Comics

    17 de março de 2018 /

    A primeira série de super-heróis da DC Comics produzida para a TV paga é também a pior de todas. A crítica americana destruiu “Krypton”, repetindo o destino do planeta que nomeia a produção, que já surgiu explodindo em sua primeira menção nos quadrinhos há 80 anos. A série do canal pago SyFy conseguiu apenas 43% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. Até então, a crítica considerava “Constantine” a pior adaptação da DC Comics. Não por acaso, foi a única atração derivada dos quadrinhos da editora cancelada em sua 1ª temporada. O detalhe é que “Constantine” era “fraca” com aprovação de 72%. No contexto de outra atração atual que referencia Krypton, o abismo é ainda maior. “Supergirl” tem 93% de aprovação. E, anteriormente, “Smallville”, que também foi concebida como prólogo da história de Superman, tinha 90%. O que deu errado? No apanhado de reclamações, é possível listar o baixo orçamento, que faz com que muitas lutas pareçam acontecer no mesmo beco, a falta de talento do elenco, que atua como se estivesse numa peça da escola, e os roteiros fraquíssimos, que não sabem o que fazer com a premissa. É como se a série fosse aprovada pela sinopse e os roteiristas não soubessem como desenvolver o conceito inicial. “Uma perda de tempo”, “mais uma distopia futurista antiquada”, “premissa desperdiçada” e outros lamentos marcaram as avaliações da produção. “Qualquer série que pareça uma paródia já começa mal. Mas se essa série vai além, ao passar a impressão de que seus personagens foram criados sem a menor inspiração”, resumiu a revista The Hollywood Reporter. “Infelizmente, os temores sobre ‘quem ia querer assistir a uma série do Superman sem Superman’ são confirmados à medida que a trama avança”, sentenciou a revista Forbes. “Krypton” não tem nem sequer Jor-El, o pai de Superman. Ela segue o “avô adolescente” do herói. Por isso, falha em sua tentativa de se conectar com a mitologia dos filmes e dos quadrinhos. Por se distanciar muito no passado, impede o aproveitamento de personagens e tramas conhecidas. E o que decidiram fazer os produtores para contornar o problema que eles próprios criaram nessa abordagem? O velho truque do “Exterminador do Futuro”. Para fazer com que personagens contemporâneos dos quadrinhos possam interagir com sua criação, os produtores introduziram viagens no tempo. Assim, Adam Strange aparece como um Rip Hunter de terceira para levar a capa de Superman até seu avô, numa missão para avisar que uma ameaça do futuro pode destruir o planeta… Só faltou dizer “Venha comigo, se quiser viver”. A série foi criada por David S. Goyer (roteirista de “O Homem de Aço”) e Ian Goldberg (criador da série “Dead of Summer”), e destaca Cameron Cuffe (“Florence: Quem É Esta Mulher”?) como o protagonista Seg-El, além de Georgina Campbell (série “Broadchurch”) como Lyta Zod, membro do clã do General Zod. Já Adam Strange será vivido por Shaun Sipos (série “The Vampire Diaries”). Outros atores incluem Ian McElhinney (série “Game of Thrones”), Wallis Day (“Jekyll & Hyde”), Elliot Cowan (série “Da Vinci’s Demons”), Paula Malcomson (“Ray Donovan”), Ann Ogbomo (“Mulher-Maravilha”), Aaron Pierre (“Prime Suspect 1973”) e Blake Ritson (de “Da Vinci’s Demons”) como o vilão Brainiac, o tal exterminador que vem do futuro… A estreia está marcada para quarta (21/3) nos Estados Unidos.

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