Conheça mais sobre o documentário esportivo Minas do Futebol
Em clima de Copa do Mundo, o documentário “Minas do Futebol” consegue explorar um lado diferente do futebol. Lançado em agosto de 2017, é um documentário bem diferente de todo o conteúdo já produzido no Brasil sobre futebol feminino. Nele, o diretor Yugo Hattori aborda a história do time feminino sub-13 do Centro Olímpico, que conseguiu ganhar o título da Copa Moleque Travesso de 2016, uma competição disputada somente por equipes masculinas, incluindo os times de grandes clubes como São Paulo e Corinthians. O que levou esse grupo de jogadoras a participar do torneio masculino foi a falta de uma competição organizada e exclusiva para o futebol feminino nessa faixa etária. A partir de então, a equipe sub-13 do Centro Olímpico venceu inúmeros desafios e o preconceito até chegar na final, contra o time do São Paulo, a qual elas venceram e, consequentemente, entraram para a história da modalidade no Brasil. A ideia que originou o documentário Minas do Futebol Em uma entrevista sobre o Minas do Futebol, Yugo Hattori declarou que a ideia de produzir esse documentário surgiu da vontade de mostrar ao sobrinho de seis anos que o futebol também é um esporte para mulheres. Segundo Yugo, ele chegou a procurar outros materiais que divulgassem o futebol feminino de forma positiva, mas apesar de encontrar conteúdos de qualidade, todos eles possuíam um viés mais negativo, com foco nas dificuldades e adversidades vividas nesse meio. Indo em contrapartida a essa tendência, Yugo Hattori decidiu que gostaria de criar um material que trouxesse esperança e otimismo em relação ao futebol feminino no país. Nesse momento, ele se lembrou da história da equipe sub-13 do Centro Olímpico, a qual ele havia lido meses antes e achado interessante. Logo em seguida, ao contar sobre a sua ideia para os responsáveis pela supervisão do futebol feminino do Centro Olímpico, Yugo teve total apoio para levar o projeto adiante e começar a desenvolver o documentário. No segundo semestre de 2017, após ser editado e finalizado, o Minas do Futebol foi lançado oficialmente no Youtube e em outras mídias sociais, uma escolha do diretor para que o documentário tivesse um alcance maior e mais duradouro. Não por coincidência, o lançamento ocorreu em um momento no qual o futebol feminino e as suas jogadoras tem conquistado mais voz e espaço na mídia. Nós últimos meses, a própria CBF (Confederação Brasileira de Futebol) também vem adotando medidas de incentivo à modalidade, como a exigência de que, para participar da Copa Libertadores a partir de 2019, os clubes precisam manter uma equipe feminina. Impactos positivos do documentário Com o propósito de mostrar uma faceta pouco explorada do futebol feminino, a do sucesso e da realização pessoal, o Minas do Futebol funciona como um ótimo exemplo de como essa modalidade tem o potencial de conquistar objetivos que poderiam parecer inalcançáveis. Para as meninas e jovens adolescentes do Brasil, o documentário funciona como um grande incentivo à essa atividade, pois demonstra que com determinação e esforço, tudo é possível. Ao mostrar a rotina de treinos e a história das jogadoras do sub-13 do Centro Olímpico com um olhar de otimismo e confiança, o documentário conseguiu romper com vários estereótipos enraizados entre os brasileiros acerca do futebol feminino, e ainda chamar a atenção para o futuro do esporte no país.
Trailer legendado do primeiro longa animado do Homem-Aranha é divertidíssimo e surpreendente
A Sony divulgou o pôster e o novo trailer, em versões legendada e dublada, do primeiro longa animado do Homem-Aranha, “Homem-Aranha no Aranhaverso” (“Spider-Man: Into the Spider-Verse”, no original). A prévia tenta explicar que a trama se passa num universo alternativo, que os fãs dos quadrinhos conhecem como o antigo universo Ultimate, onde Peter Parker não é o único Homem-Aranha. Em seguida, passa a destacar a origem de Miles Morales, o Homem-Aranha mais jovem, negro e latino da Marvel, que aprende seus primeiros passos como super-herói com o pior professor possível, o próprio Homem-Aranha, bem mais velho que nas versões recentes do cinema. O tom é divertidíssimo, na mesma pegada de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, ainda que sem a presença do hilário Ganke Lee, o nerd coreano que é o melhor amigo de Miles no colégio, porque ele foi transformado em Ned Leeds no filme citado. Outro detalhe: algumas imagens parecem pintura, lindamente desenhadas, o que é raridade numa obra criada por computação gráfica. O vídeo ainda encerra com uma surpresa totalmente inesperada, mas que justifica o título de “Aranhaverso”: a aparição de Gwen Stacy como Gwen-Aranha. Nos quadrinhos, ela é de outro universo paralelo, onde Peter Parker morreu. Assim, o filme promete apresentar não apenas Miles, mas outra personagem que já foi “Mulher-Aranha” nos quadrinhos. Se isso soa confuso para quem viu Gwen Stacy morrer no filme “O Espetacular Homem-Aranha 2”, saiba que os leitores da Marvel também consideram essa profusão de universos paralelos uma bagunça. Tanto que a editora tentou consertar com sua versão de “Crise nas Infinitas Terras”, chamada “Guerras Secretas”, que apenas serviu para encerrar o universo Ultimate, sem resolver os paradoxos criados pela inclusão de Miles Morales – e Gwen-Aranha – na continuidade dos quadrinhos originais. Afinal, Miles originalmente foi criado pela Marvel para suprir a morte de Peter Parker na linha Ultimate. Seus criadores, Brian Michael Bendis e Sara Pichelli, lançaram-no nos quadrinhos em 2011 dizendo que se inspiraram no presidente Barack Obama e no ator Donald Glover (série “Atlanta”) – que, por sinal, está no filme “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Mas quando a editora decidiu cancelar as publicações desse selo em 2015, Morales acabou incorporado ao universo oficial da Marvel, onde Peter Parker continuava vivo. Desde o ano passado, Morales também faz parte da série animada “Ultimate Homem-Aranha”, dublado por – ele mesmo – Donald Glover. No longa animado, porém, ele é dublado por Shameik Moore (série “The Get Down”). Já Peter Parker tem a voz de Jake Johnson (série “New Girl”), enquanto Gwen Stacy é dublada por Hailee Steinfeld (“Quase 18”). O elenco vocal ainda inclui Lily Tomlin (série “Grace and Frankie”) como a Tia May, Brian Tyree Henry (série “Atlanta”) como Jefferson Davis, o pai de Miles, Mahershala Ali (“Moonlight”) como Aaron Davis/Gatuno, tio de Miles, e Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) como o Rei do Crime. “Homem-Aranha no Aranhaverso” tem roteiro e produção da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Uma Aventura Lego”). A direção está a cargo de Peter Ramsey (“A Origem dos Guardiões”) e Bob Persichetti, que estreia na função – após ser o principal animador de “O Pequeno Príncipe” (2015), “Gato de Botas” (2011), “Monstros vs. Alienígenas” (2009) e “Shrek 2” (2004). A estreia está marcada para 20 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Documentário sobre Henfil vence o Festival Cine PE 2018
O documentário “Henfil”, sobre o cartunista, jornalista e escritor mineiro que marcou os anos 1970 com a criação do Fradim, venceu duplamente o festival Cine PE 2018, escolhido pelo júri oficial e pelo público como o Melhor Filme em longa-metragem da programação do evento, encerrado na noite de terça (5/6). O filme também rendeu troféus de direção e roteiro, ambos de Angela Zoé (“Meu Nome é Jacque”), que resgatou a intimidade de Henfil, morto em 1988, ao ser contaminado com HIV numa transfusão de sangue. A cineasta teve acesso à filmagens em Super 8 do acervo pessoal do célebre cartunista e resgatou seus desenhos críticos ao regime militar, nas charges publicadas no semanário “O Pasquim” em plena ditadura. Mas foi “Os Príncipes”, de Luiz Rosemberg Filho (“Guerra do Paraguay”), que conquistou o maior número de prêmios, recebendo seis Calungas de Prata, o troféu do Cine PE, incluindo os de Melhor Atriz, Ator e Ator Coadjuvante, respectivamente para Patrícia Niedermeier, Igor Cotrim e Tonico Pereira. O falso documentário “Vidas Cinzas”, de Leonardo Martinelli, ganhou o prêmio de melhor curta nacional no Cine PE. Já a mostra competitiva de curtas Pernambucanos premiou “Uma Balada para Rocky Lane”, dirigido por Djalma Galindo. O documentário “Marias”, de Yasmin Dias, e as animações “Insone”, de Débora Pinto e Breno Guerreiro, e “Plantae”, de Guilherme Gehr, receberam Menção Honrosa do júri do festival. Confira abaixo a lista completa de premiados. Vencedores do festival Cine PE 2018 MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS Melhor Filme – “Henfil” Melhor Direção – Angela Zoé (“Henfil”) Melhor Roteiro – Angela Zoé e Gabriela Javier (“Henfil”) Melhor Fotografia – Alisson Prodlik (“Os Príncipes”) Melhor Montagem – João Rodrigues e Indira Rodrigues (“Henfil”) Melhor edição de som – Marcito Vianna (“Os Príncipes”) Melhor Trilha Sonora – Gustavo Jobim (“Os Príncipes”) Melhor Direção de Arte – Letycia Rossi (“Dias Vazios”) Melhor Ator Coadjuvante – Tonico Pereira (“Os Príncipes”) Melhor Atriz Coadjuvante – Carla Ribas (“Dias Vazios”) Melhor Ator – Igor Cotrim (“Os Príncipes”) e Arthur Ávila (“Dias Vazios”) Melhor Atriz – Patrícia Niedermeier (“Os Príncipes”) MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS NACIONAIS Melhor Filme – “Vidas Cinzas” Melhor Direção – Klaus Hastenreiter (“Não Falo com Estranhos”) Melhor Roteiro – Rubens Passaro (“Universo Preto Paralelo”) Melhor Fotografia – Ivanildo Machado (“Sob o Delírio de Agosto) Melhor Montagem – Pedro de Aquino (“Vidas Cinzas”) Melhor Edição de Som – Rafael Vieira (“Abismo”) Melhor Trilha Sonora – Alexsandra Stréliski e Ludovico Einaudi (“Plantae”) Melhor Direção de Arte – Rachel Oleksy (“Teodora Quer Dançar”) Melhor Ator – Jurandir de Oliveira (“Abismo”) Melhor Atriz – Mariana Badan (“Teodora quer Dançar”) Menções Honrosas – “Marias”, “Plantae” e “Insone” MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS PERNAMBUCANOS Melhor Filme – “Uma Balada para Rocky Lane” Melhor Direção – Diego Melo (“Seja Feliz”) Melhor Roteiro – Fabio Ock (“Seja Feliz”) Melhor Fotografia – Henrique Spencer (“Frequências”) Melhor Montagem – Marcos Buccini (“O Consertador de Coisa Miúdas”) Melhor Edição de Som – Adalberto Oliveira (“Frequências”) Melhor Trilha Sonora – Neilton Carvalho (“O Consertador de Coisas Miúdas”) Melhor Direção de Arte – Lia Letícia (“Frequências”) Melhor Ator – Heraldo Carvalho (“Edney”) Melhor Atriz – Roberta Mharciana (“Cara de Rato”) PRÊMIO DA CRÍTICA Melhor Longa-Metragem – “Christabel” Melhor Curta Nacional – “Abismo” Melhor Curta Pernambuco – “Seja Feliz” PRÊMIO CANAL BRASIL Melhor Curta: “Universo Preto Paralelo” (SP)
Freeform surpreende e anuncia cancelamento de Shadowhunters com especial para encerrar a série
O canal americano Freeform anunciou o fim da série “Shadowhunters”, que será encerrada com a exibição de mais dois episódios especiais, projetados para encerrar a trama. A decisão foi tomada após a exibição da primeira metade da 3ª temporada, encerrada na metade de maio. Assim, ainda restam 10 episódios inéditos na agora última temporada, que deveriam ser apresentados a partir de agosto, levando a história até o quinto livro da franquia “Os Instrumentos Mortais” de Cassanda Clare. Mas o Freeform decidiu adiar essa exibição para 2019, visando acompanhar os dois episódios recém-encomendados, que adaptarão o sexto e último romance da coleção, com o objetivo de apresentar numa transposição completa das obras da escritora. “Estamos muito orgulhosos de ‘Shadowhunters’, uma série que abriu novos caminhos nas produções fantásticas e se tornou favorita dos fãs”, disse o canal em um comunicado. “No entanto, junto com nossos parceiros do estúdio Constantin, chegamos à difícil decisão de não renovar o show para uma 4ª temporada. Mas como grandes apoiadores e fãs, a Freeform insistiu e defendeu a filmagem de um final especial de duas partes, que dará aos fãs devotos um final adequado. Os 12 episódios vão ao ar na primavera de 2019. Queremos agradecer aos nossos talentosos criadores, produtores, elenco e equipe junto com nossos colegas da Constantin por seu trabalho duro e dedicação e a Cassie Clare por sua incrível série de livros. Estamos ansiosos para o capítulo final deste drama inovador”, concluiu o texto. A série vinha perdendo público e foi vista na atual temporada por uma média de 398 mil telespectadores ao vivo. Isto representa uma queda de 40% da audiência em relação à temporada anterior, vista por 648 mil. Os números, porém, ainda eram maiores que os de “The Bold Type” e “Famous in Love”, renovadas para novas temporadas. O chefe de programação do canal, Karey Burke, veio a público dizer que a razão do cancelamento foi “puramente econômica” e que os executivos estavam “muito felizes criativamente” com o programa, que inaugurou o canal em 2016, marcando a transformação do antigo ABC Family no atual Freeform. Burke explicou que a decisão de cancelar a série aconteceu quando a Netflix não renovou seu contrato de exibição. Assim, o estúdio alemão Constantin Film, que produz “Shadowhunters”, pediu à Freeform para aumentar seu investimento na produção, que seria o único modo de equilibrar as finanças para continuar a série. “Nós negociamos com eles, mas no final não conseguimos fazer a parte financeira funcionar”, disse Burke, lembrando que a atração era uma das mais caras de sua programação. Entretanto, com a produção dos episódios extras, “Shadowhunters” não deixará seus fãs no vácuo, como aconteceu, por exemplo, com “Beyond” no mesmo canal. Esta consideração não impediu os fãs de ficarem decepcionados, a ponto de ensaiarem uma campanha de resgate, #SaveShadowhunters Os próprios atores da série manifestaram surpresa com a decisão. “Acabamos de descobrir também – e. acredite em mim, estamos tão chocados quanto vocês”, escreveu protagonista Katherine McNamara, intérprete de Clary Fairchild, no Twitter. Apesar disso, ela garantiu que os anjos, como chama os fãs, receberão um final digno para a série que tanto amam. “O amor que esse fandom tem pelo material de origem, a série, os artistas e um pelo outro é uma força a ser considerada como nada que eu tenha visto antes. Não importa o que aconteça daqui, eu lhes prometo isso. Pelo anjo, vamos fazer para vocês o final mais sólido, incrível e mágico que vocês podem imaginar”. Já Dominic Sheerwood, o Jace, preferiu repetir uma frase tão antiga que tem mais de 730 anos. “Todas as coisas boas chegam ao fim”, como escreveu Geoffrey Chaucer nos anos de 1380, sobre o final do romance trágico de Troilus e Cressida. Mas talvez ele acredite estar apenas repetindo o que todo o integrante de série cancelada costuma dizer em sua despedida. De resto, o ator elogiou os fãs. “Foi meu privilégio fazer parte deste mundo. A equipe de ‘Shadowhunters’ tem estado próxima do meu coração há 3 anos. Vocês. Os fãs. Nos fazem felizes, fortes e orgulhosos. Obrigado. Por tudo. Nós dizemos adeus com um coração pesado, mas com nossas cabeças erguidas. Amamos vocês. Para todo o sempre.” Veja as mensagens originais abaixo. Hail and farewell, Angels… ? #Shadowhuntersthefinalhunt @shadowhunterstv pic.twitter.com/ak8XLUxju4 — Katherine McNamara (@Kat_McNamara) June 5, 2018 All good things come to an end. It has been my privelidge to be a part of this world. @ShadowhuntersTV team have been so close to my heart for 3 years. You. The fans. Make us happy and strong and proud. Thank you. For everything. We say goodbye with a heavy heart but our heads… — Dominic Sherwood (@DomSherwood1) June 5, 2018
Jared Leto vai estrelar e produzir filme solo do Coringa
Jared Leto voltará a viver o Coringa em um filme solo do personagem, afirma a revista Variety. Fontes ouvidas pela publicação informaram que o ator negocia estrelar e produzir o primeiro filme do Palhaço do Crime, que deverá estender o universo compartilhado dos personagens de “Esquadrão Suicida”. Além deste filme, que ainda está em estágio embrionário, a Warner também desenvolve um longa focado na Arlequina, vivida por Margot Robbie. A falta de informações oficiais deixam no ar se projeto seria uma adaptação de “Aves de Rapina” (Birds of Prey), que reúne heroínas femininas da DC Comics, ou “Sereias de Gotham” (Gotham City Sirens), sobre as vilãs de Batman. Ambos os projetos tem sido mencionados por fontes das publicações sobre cinema dos Estados Unidos. Paralelamente, a Warner também está desenvolvendo um filme sobre a origem do Coringa, com Joaquin Phoenix no papel do vilão, sob a direção de Todd Phillips (“Se Beber, Não Case”). Quando anunciou o projeto, o estúdio disse que ele não interferiria na continuidade do Coringa de Leto. O estúdio está atualmente em busca de um roteirista para o filme de Leto. Além disso, há conversas sobre um longa do Pistoleiro, estrelado por Will Smith. Vale lembrar que o único projeto confirmado até o momento é a continuação de “Esquadrão Suicida”, que entrará em produção em 2019 com direção de Gavin O’Connor (“O Contador”).
Atriz de Os Últimos Jedi deleta Instagram após ataques racistas de “fãs” de Star Wars
Vítima de bullying virtual intenso desde que apareceu em “Star Wars: Os Últimos Jedi”, a atriz Kelly Marie Tran apagou todas as publicações de seu Instagram. A intérprete de Rose Tico decidiu abandonar as redes sociais após a participação no filme torná-la alvo constante de ataques xenófobos e misóginos. Kelly Marie Tran foi a primeira mulher asiática em um papel de destaque na saga espacial, mas o que seria um marco da inclusão em Hollywood acabou se tornando inspiração para manifestações racistas, com autodenominados fãs de “Star Wars” afirmando que sua personagem precisava morrer, já que era uma “vagabunda burra”. A situação escalou a ponto de hackers reescreverem sua biografia num site dedicado à franquia com ofensas à ascendência vietnamita da atriz. Desconhecida até o lançamento de “Os Últimos Jedi”, a atriz foi convencida pelo elenco a criar uma conta no Instagram. “Pessoal, posso contar um segredo? Eu evitei entrar nas redes sociais por um longo tempo por puro medo. (…) Foi preciso um ano de muito trabalho e de amigos que me apoiaram para eu perceber que não me interessa se as pessoas gostam de mim ou não. Isso não muda minhas metas, meus sonhos e o que eu quero fazer com as oportunidades que me apareceram”, escreveu Kelly em uma publicação de outubro. Nesta terça-feira (5/6), em vez de novas postagens, sua página registra apenas o branco caucasiano da cor de fundo e uma descrição: “Com medo, mas fazendo mesmo assim”. Enquanto isso, Rian Johnson, diretor de “Os Últimos Jedi”, publicou um tuíte em que chama as pessoas que usam as redes sociais para fazer comentários de ódio de “uma minoria”. “Nas redes sociais, uma minoria de pessoas doentes conseguem projetar uma grande sombra no muro, mas nos últimos quatro anos conheci muitos fãs de ‘Star Wars’ de verdade. Nós gostamos e não gostamos das coisas, mas fazemos isso com humor, amor e respeito. Nós somos a vasta maioria, estamos nos divertindo e nos dando bem”, disse. A tal “minoria”, porém, não se dá bem com ninguém. Tran não foi a primeira atriz de “Star Wars” a abandonar mídias sociais devido ao abuso dos “fãs”. Daisy Ridley, que interpreta Rey, deletou sua conta em 2016 após sofrer uma enxurrada de ataques devido a um comentário sobre controle de armamento.
Netflix vai lançar série baseada nos hits da cantora Dolly Parton
A Netflix vai lançar uma série baseada nas canções da veterana estrela da música country Dolly Parton. O projeto será composto por oito episódios, cada um deles inspirado em um hit diferente da cantora. Ainda não tem título, a série terá produção da Warner Bros e da Dixie Pixie Productions, empresa de Dolly Parton. “Sempre contei histórias através da música”, disse Parton em comunicado. “Estou muito feliz por trazer à vida algumas das minhas músicas favoritas na Netflix. Esperamos que o nosso programa inspire e entretenha famílias e pessoas de todas as gerações, e quero agradecer aos bons amigos da Netflix e da Warner Bros. TV pelo incrível apoio.” Este não é o primeiro projeto do gênero realizado com as músicas da cantora. Em 2015 e 2016, a NBC fechou contrato similar para a produção de dois telefilmes natalinos baseados em seus hits. O primeiro, “Coat Of Many Colors”, foi visto por quase 16 milhões de telespectadores ao vivo. Além de servir de inspiração para os roteiristas, a cantora também aparecerá em alguns episódios da série da Netflix, mas não foi detalhado, até o momento, qual será seu papel diante das câmeras. Além da bem-sucedida no mercado musical, Dolly Parton também investiu na carreira de atriz, e teve bastante sucesso em “Como Eliminar Seu Chefe” (1980) ao lado de duas estrelas atuais da Netflix, Jane Fonda e Lily Tomlin, protagonistas da série de comédia “Grace and Frankie”.
Chaves sofre censura ao ser exibido no Multishow
A ida de “Chaves” ao Multishow acabou sendo traumática, considerando-se que qualquer censura é sempre traumática. O canal pago tomou a iniciativa de eliminar um detalhe “inconveniente” de um velho episódio da série mexicana, que teve uma fala redublada para evitar uma piada supostamente homofóbica. No episódio em questão, Chapolin é desprezado por uma personagem, que diz que teria sido melhor “chamar o Batman” do que ele. No SBT, o desbocado Chapolin disparava: “Em primeiro lugar, o Batman não está, porque está em lua de mel com o Robin”. No Multishow, a frase considerada homofóbica foi substituída por: “Em primeiro lugar, o Batman não pôde vir porque furou o pneu do batmóvel.” A troca de uma piada – boba, por sinal – esbarra no conceito do anacronismo. Tenta-se fazer com que um personagem dos anos 1970 tenha a consciência politicamente correta dos dias de hoje. Por conta dessa mentalidade orwelliana – em “1984”, um dos trabalhos da burocracia era reescrever o passado diariamente – , muitos livros de Monteiro Lobato também foram reescritos, com a supressão de termos racistas. Para o Multishow, não se trata de censura, mas de “entender” os limites do humor. Na prática, porém, parece haver confusão entre defender um humor mais ético nos dias de hoje e maquiar produtos históricos para adequá-los às conveniências das narrativas atuais. Um exemplo equivalente, para dar uma dimensão cultural mais ampla da polêmica, seria omitir a designação popular do Largo do Pelourinho, em Salvador, porque o nome remete à escravidão. Apagar registros históricos também pode estimular a ilusão de que os fatos censurados jamais ocorreram. Há uma vasta literatura de extrema direita que tenta provar que o Holocausto nunca existiu, e bem intencionados de esquerda – os politicamente corretos – podem alimentar uma linha de pensamento similar com revisões retroativas de menções preconceituosas. Com base em episódios “retificados”, seria possível acreditar no futuro que “Chaves” nunca produziu nenhuma piada preconceituosa. A posição do canal foi defendida em comunicado assinado pela diretora de programação e conteúdo artístico, Tatiana Costa, que se diz aberta aberta à discussão, ao mesmo tempo em que promete fidelidade ao material original. O discurso não reflete a prática já efetivada de censura. Confira a íntegra do posicionamento da emissora abaixo: “Estamos cientes das críticas e ainda vamos acertar e errar, mas sempre na tentativa de fazer o melhor. É vivo, uma troca, não é uma decisão única. Estamos aqui para discutir juntos, ajustar também com os fãs. Em algumas piadas, realmente existe um cunho homofóbico, mais machista. Nos anos 1970, isso era mais comum, mas hoje, felizmente, estamos em outro momento. Vamos entendendo o limite dentro do humor. A linha é muito tênue e, por isso, uma decisão sempre difícil. Somos uma marca democrática, com a responsabilidade de debater todas essas questões. Temos um poder social muito grande nas mãos. Vamos, sim, ficar de olho nisso, mas entendemos a liberdade artística e o contexto da época do produto e, por isso, vamos buscar ser fiéis à obra idealizada pelo Bolaños.”
Han Solo deve se tornar o primeiro filme de Star Wars a dar prejuízo
“Han Solo: Uma História Star Wars” ultrapassou a marca de US$ 150m (milhões) de arrecadação doméstica na segunda-feira (4/5), após 10 dias de exibição na América do Norte. O detalhe é que este valor era o mínimo projetado pela Disney para seu primeiro fim de semana em cartaz. O baixo faturamento também se estendeu para o mercado internacional. Em todo o mundo, o filme soma US$ 265m. E, para piorar, não há expectativa de reação, já que na próxima semana enfrentará competição de outro lançamento da Disney, “Os Incríveis 2”. Como também possui o maior orçamento da história da franquia – US$ 250 milhões devido a refilmagens causadas pela demissão dos diretores originais da produção – , projeções de analistas ouvidos pelo site The Hollywood Reporter apontam que “Han Solo” será o primeiro dos 11 filmes já lançados do universo “Star Wars” a dar prejuízo. A expectativa atual é que o longa atinja uma bilheteria total próxima dos US$ 400 milhões — número baixo quando comparado com outros filmes da saga que passaram de US$ 1 bilhão sem muitas dificuldades. Caso isso se confirme, “Han Solo” dará pelo menos US$ 50m de prejuízo. “Os números marcam uma nova realidade para a Disney, que nos últimos anos viveu uma realidade mística em que eles nunca erravam”, disse o analista Barton Crockett, da consultoria B. Riley FBR Inc, citado pelo THR em avaliação para investidores. Vale ressaltar que o orçamento de US$ 250 milhões de Han Solo não inclui os custos de marketing e, como se sabe, os estúdios dividem a receita das bilheterias com as redes de cinema e também pagam taxas sobre o valor bruto. Ao ser contratado para viver a versão jovem de Han Solo, Alden Ehrenreich assinou contrato para estrelar mais dois filmes como o personagem, mas, diante do desempenho do primeiro, eles agora podem não sair do papel.
Evangeline Lilly pode ter soltado um spoiler de Homem-Formiga e a Vespa
A atriz Evangeline Lilly pode ter soltado um spoiler de “Homem-Formiga e a Vespa” e confirmado teorias de fãs sobre “Vingadores 4”, ao postar um vídeo sobre assunto completamente diferente em seu Instagram. A intérprete da heroína Vespa publicou o vídeo para comentar a polêmica votação da neutralidade da internet no senado norte-americano. Ela comparou a vitória citando o filme. “Nós vencemos no senado e foi incrível. Agora faremos de novo [no Congresso completo]. Aquele foi Golias, e agora lutaremos contra o Thanos”, disse ela. Embora os trailers de “Homem-Formiga e a Vespa” tenham destacado a vilã Fantasma (vivida por Hannah John-Kamen, da série “Killjoys”), sabe-se que o filme inclui o personagem Dr. Bill Foster, também conhecido como o herói Golias Negro nos quadrinhos. Ele é interpretado pelo ator Laurence Fishburne (“John Wick: Um Novo Dia Para Matar”). Estaria a atriz sugerindo que Fishburne será vilão no filme? A alusão à Thanos, por sua vez, parece enfatizar a importância do Homem-Formiga e da Vespa na luta contra antagonista de “Vingadores: Guerra Infinita”. Fãs acreditam que o universo subatômico, que deverá ser explorado no filme do casal de heróis, fornecerá a chave para derrotar o titã louco – via viagem no tempo – em “Vingadores 4”. Novamente dirigido por Peyton Reed, “Homem-Formiga e a Vespa” estreia nos cinemas brasileiros em 5 de julho. For those of you who are confused – we had to win the senate before we could tackle the house. We DID win the senate and that was INCREDIBLE, now let’s do it all over again. That was Goliath, now we’re facing Thanos. Don’t let them censor and throttle us. Let’s get loud. Let’s win again. #netneutrality #battleforthenet (swipe right). LINK IN BIO! Uma publicação compartilhada por Evangeline Lilly (@evangelinelillyofficial) em 4 de Jun, 2018 às 8:03 PDT
Animação da Família Addams ganha imagem e anuncia vozes de Charlize Theron, Chloe Moretz e Finn Wolfhard
A MGM divulgou a primeira imagem e o elenco de vozes originais do longa animado de “A Família Addams”. E são todos astros famosos. Charlize Theron (“Tully”) foi anunciada como a voz da matriarca da família, Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) será seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) viverão seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dublará o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) dará voz à Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que será dublada por Allison Janney, vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”. A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro de Matt Lieberman, que está escrevendo o novo filme do “Scooby-Doo”, e Pamela Pettler, que anteriormente escreveu duas ótimas animações de temática sobrenatural, “A Noiva Cadáver” (2005) e “A Casa Monstro” (2006). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes. A nova produção será o primeiro longa animado de “A Família Addams”. A estreia está marcada para outubro de 2019.
Justin Bieber vai produzir e dublar animação sobre Cupido
O cantor Justin Bieber vai produzir e dublar um longa animado sobre o cupido, o deus romano do amor. Ele próprio publicou um teaser do projeto em seu Instagram. Veja abaixo. O filme vai seguir a representação de Cupido da mitologia romana, na qual ele é filho de Venus (a deusa do amor e da beleza) com Marte (o deus da guerra), e essa combinação ajuda a explicar porque usa flechas para despertar o amor nas pessoas. “Quando este projeto foi apresentado a Bieber, ele se interessou imediatamente e ficou empolgado em fazer parte dele. Para a nossa sorte, assim como o Cupido, Justin Bieber também entende um pouco sobre o amor”, disse Scooter Braun, empresário do cantor, que também é produtor da série e cofundador do Mythos Studios, responsável pela atração. O estúdio do empresário já trabalhou com Justin Bieber no documentário “Never Say Never”, de 2011. Além de Scooter Braun e Justin Bieber, o projeto também tem produção de David Maisel, que produziu os cinco primeiros filmes de super-heróis da Marvel e a animação “Angry Birds”. Não há maiores detalhes, como nomes de diretor e roteiristas, nem previsão para a estreia da animação #cupidmovie Uma publicação compartilhada por Justin Bieber (@justinbieber) em 5 de Jun, 2018 às 6:55 PDT
Orange Is the New Black: Vídeo revela destino das personagens e data da 6ª temporada
A Netflix divulgou um vídeo nas redes sociais anunciando a 6ª temporada de “Orange is the New Black”. A curta prévia mostra bombas de fumaça no restaurante do presídio de Litchfield, enquanto ônibus se afastam pela janela, transportando as detentas. Um aviso sobre o destino das personagens encerra o vídeo: “Segurança Máxima”. A próxima temporada vai lidar com as consequências da rebelião em Litchfield e a transferência das presidiárias para um nova prisão de segurança máxima. “É um mundo completamente novo”, diz a voz de Piper (Taylor Schilling) na prévia. O vídeo também informa que os novos episódios serão disponibilizados no dia 27 de julho na plataforma de streaming. CHAMANDO TODAS AS DETENTAS. CHAMANDO TODAS AS DETENTAS. pic.twitter.com/mlZ7IkEvNH — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) June 5, 2018












