Kid Flash se despede das séries da DC, mas ator promete voltar sempre que “precisarem”
Muita gente reparou na ausência de Kid Flash no primeiro banner da 4ª temporada de “Legends of Tomorrow”. Agora veio a confirmação. O ator Keiynan Lonsdale não retornará à série, após ter se juntado aos heróis da atração nos últimos episódios. Ele foi às redes sociais se justificar, explicando para os fãs que o afastamento da série foi decisão sua, porque decidiu procurar um novo “caminho” para a carreira. Keiynan recentemente investiu na música, lançando um single. Ele também se assumiu publicamente como bissexual. Ao mesmo tempo, o ator afirmou que isso não significa o fim de Kid Flash nas séries da DC Comics. Ele prometeu manter aparições ocasionais em “The Flash” ou “Legends”, sempre que “precisarem”. Mas não fará mais parte de nenhuma delas por período integral. “Definitivamente não é uma situação de completo adeus ou um ‘até nunca mais’, porque Wally West ainda vai estar por perto quando vocês mais precisarem dele! É só que não será mais período integral”, afirmou. “Eu mudei muito no ano passado (como vocês provavelmente notaram), e por infinitas razões minhas perspectivas sobre a vida e o que eu quero agora são apenas completamente diferentes. Por causa disso, meu coração me disse que era o momento certo para continuar minha jornada por um caminho desconhecido, e eu sou muito grato a ambas as séries por honrarem e respeitarem isso”, acrescentou. “Eu amo o Kid Flash, eu amo a família que eu fiz nas séries e eu estou apaixonado por tudo o que eu aprendi no caminho. Obrigado por acreditarem em mim e torcer por Wally, vocês honestamente me ajudaram a ver que eu de fato merecia interpretá-lo, e isso me tornou um ator mais forte. De qualquer forma, eu espero que vocês fiquem por perto para as próximas aventuras. A única coisa que eu posso prometer é Mágica”, concluiu. Os fãs não demorarão muito para voltar a ver Kid Flash, que participará do capítulo de estreia da 5ª temporada de “The Flash”, quando Wally conhecerá seu novo irmãozinho. Ele provavelmente aparecerá em outros episódios. Enquanto isso, “Legends of Tomorrow” não deve sentir muito sua ausência, uma vez que ele mal chegou e já está saindo – literalmente num flash. Além disso, a série terá dois novos integrantes fixos. Matt Ryan (como Constantine) e Jes Macallan (Ava) vão participar da próxima temporada em tempo integral. Love you all ⚡️❤️ – Keiy x pic.twitter.com/JBdxUaKocA — Keiynan Lonsdale ? (@KeiynanLonsdale) June 6, 2018
Vida de Bob Marley vai virar filme de Hollywood
O cantor Bob Marley vai ganhar um filme biográfico da Paramount Pictures, com produção de seu filho Ziggy Marley. Segundo o site Deadline, a produção se encontra em fase inicial de desenvolvimento e ainda não possui título, diretor ou atores confirmados. O filme vai contar a vida e obra de Marley, principal nome do reggae e responsável a popularizar a música jamaicana em todo o mundo, graças a sucessos internacionais como “No Woman, No Cry”, “Could You Be Loved”, “Get Up, Stand Up” e “Is This Love”. Ele morreu muito jovem, de câncer, aos 36 anos em 1981. Mas uma série de coletâneas e obras relacionadas à sua carreira mantém suas músicas muito tocadas até hoje. De acordo com a revista Forbes, Bob Marley foi a quinta celebridade falecida que mais lucro gerou aos seus herdeiros em 2017. Foram US$ 23 milhões arrecadados em direitos autorais, atrás apenas de Michael Jackson, do golfista Arnold Palmer, do cartunista Charles Schulz e de Elvis Presley. Ziggy Marley também foi produtor dos documentários “Marley” (2012) e “Bob Marley Legend Remixed Documentary” (2013).
Associação do Globo de Ouro diz que assédio sexual sofrido por Brendan Fraser foi “piada”
A Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA), responsável pela premiação do Globo de Ouro, declarou ter investigado as alegações de assédio sexual feitas pelo ator Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia”) contra Philip Berk, ex-presidente da organização, e chegado à conclusão de que nada de grave aconteceu. Teria sido uma “piada” mal-interpretada, segundo comunicado oficial. Um dos atores mais populares dos anos 1990, Brendan Fraser contou originalmente à revista americana GQ, em fevereiro, ter entrado em depressão e ficado sem vontade de continuar a carreira por conta de um assédio sexual que sofreu em 2003, durante um almoço realizado pela HFPA. Uma jornalista do The New York Times já havia revelado na época que Philip Berk, ex-presidente da organização, havia apertado as nádegas do ator durante o evento. Mas, segundo Fraser, Berk foi além: “Sua mão esquerda se aproximou, me agarrou na poupa da minha bunda e um de seus dedos tocou no períneo. E começou a movê-lo”, relembrou o ator. Fraser diz que o gesto o deixou paralisado. “Eu me sentia mal. Eu me senti como uma pequena criança. Senti como se houvesse uma bola na garganta. Eu pensei que ia chorar”. Ele conta que deixou o local imediatamente e cogitou contar o episódio a um policial do lado de fora do local, mas se sentiu humilhado. “[Isso] me fez recolher. Isso me fez sentir recluso.” À época da divulgação da história, a associação prometeu que iria realizar uma investigação interna sobre o caso, apesar de Berk negar a alegação, classificando-a como mentirosa. A investigação chegou à conclusão diferente. O fato teria realmente acontecido. Mas, diante do escândalo, a HFPA procurou o ator para propor um comunicado conjunto que classificaria a questão como uma piada. O ator não aceitou. Mesmo assim, a HFPA emitiu seu comunicado jogando panos quentes na polêmica, sem punir seu ex-presidente. “Apesar de ter sido concluído que o Sr. Berk tocou inapropriadamente o Sr. Fraser, a evidência aponta que o toque era para ser levado como uma piada, não como um avanço sexual”, diz o texto, que ainda acrescenta que “todas as partes consideram o caso concluído”. O ator, entretanto, não se deu por satisfeito. “Eu não entendi a piada”, afirmou ele em nova declaração à GQ, dizendo que se sentiu violado com o toque. “Eu sou o único que sabe onde fui tocado”. Fraser ainda revelou que a HFPA se negou a compartilhar com ele o relatório completo com os resultados da investigação. Citando o sigilo necessário para proteger testemunhas, a associação enviou a ele apenas um resumo das conclusões. Fraser disse se sentir como se estivesse sendo novamente forçado a se calar sobre o caso. “Há um sistema com regras não-escritas. Se você obedecer a ele, você será recompensando. Se não, você não será. Mas, além disso, eu quero encerrar esse episódio da minha vida e da minha carreira e seguir em frente, na esperança de que outros conseguirão o mesmo no futuro”. O ator se pronunciou novamente na esperança de que a HFPA tome atitudes e peça a renúncia de Berk. “Queria dar a eles todas as oportunidades para mudarem isso. Acho que sou o primeiro tijolo do caminho. Talvez alguém coloque outro e o caminho continue. Não sei. Ainda não é tarde demais. Eles ainda podem fazer a coisa certa”. Novamente procurado pela revista, Philip Berk, que dizia que Fraser tinha mentido, agora afirmou não ter recebido nenhuma reprimenda da Associação pela “piada” e que continua membro dela. A HFPA não se pronunciou mais. Vale lembrar que o último Globo de Ouro foi marcado por manifestações do movimento #MeToo, com destaque para o figurino totalmente preto das atrizes que participaram da premiação, em protesto justamente contra assédios como o sofrido por Fraser.
Jamie Foxx revela ter sofrido racismo em seu primeiro musical na faculdade
O ator Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) revelou uma experiência traumática de racismo que sofreu ao tentar seguir sua carreira, quando ainda era um estudante de Música na United States International University, na Califórnia. Durante o seu programa de entrevistas para a internet, “Off Script”, ele contou que foi proibido de subir ao palco durante uma apresentação musical por ser negro, e teve que cantar atrás das cortinas, enquanto os colegas brancos apareciam diante do público. “Me chamaram para participar de um espetáculo, porque precisavam de um tenor”, explicou Foxx, ao receber no programa a comediante Sarah Silverman, sem revelar o nome do musical ou dos estudantes envolvidos na peça. “Eles não me permitiam entrar no palco, mas me deixavam ficar atrás da cortina, porque não havia negros na produção. Então, eu cantava lá atrás, apenas nos momentos da música em que eles precisavam.” Foxx ainda afirmou que essa foi a sua primeira experiência com musicais. Mas ele começou a tocar piano com apenas cinco anos de idade e chegou a trabalhar como pianista e líder do coro da igreja em que frequentava no Texas quando era mais novo. Depois de completar o Ensino Médio, ele ganhou uma bolsa na United States International University, onde estudou música clássica e composição, e experimentou racismo pela primeira vez em sua jornada, que o levou a conquistar um Oscar de Melhor Ator por “Ray” em 2005. Veja abaixo a íntegra do programa com a revelação do astro de Hollywood.
Jogos Sagrados: Trailer legendado repleto de ação apresenta primeira série indiana da Netflix
A Netflix divulgou um novo pôster, 11 fotos e o trailer completo legendado de “Jogos Sagrados” (Sacred Games), sua primeira série indiana. Repleta de ação e tiroteios, a prévia revela que se trata de uma trama policial, onde um “tira” honesto precisa enfrentar sozinho a corrupção e o crime. Baseada no best-seller homônimo de Vikram Chandra, a trama parte de um suicídio para mergulhar numa intrincada rede de crime organizado, corrupção, política e espionagem que movimentam os bastidores da economia indiana. Ambientada em Mumbai, entrelaça diferentes mundos, de Bollywood às favelas, que se embaralham ao longo de uma investigação policial. A ação acompanha Sartaj Singh (Saif Ali Khan, de “Detonando na Índia”), um experiente e cínico policial de Bombaim, que recebe uma dica anônima, que lhe promete a oportunidade de capturar o poderoso Ganesh Gaitonde (Nawazuddin Siddiqui, de “Lion”), chefão da G-Company, a máfia indiana. Mas conforme Sartaj cerca sua presa, fica claro que os dois estão envolvidos num cenário muito maior, que se expande para além de sua cidade. Falada em hindi e inglês, a série foi produzida em parceria com a Phantom Films, uma das mais importantes produtoras indianas, e desenvolvida por seus fundadores, os cineastas Anurag Kashyap (“Gangues de Wasseypur”) e Vikramaditya Motwane (“Udaan”). “Jogos Sagrados” será disponibilizada para os assinantes Netflix do mundo todo em 6 de julho de 2018.
Sharp Objects: Minissérie de suspense estrelada por Amy Adams ganha novo trailer tenso
A HBO divulgou o pôster e um novo trailer da minissérie de suspense “Sharp Objects”, estrelada pela atriz Amy Adams (a Lois Lane de “Liga da Justiça”). E ela não é o único nome famoso na produção, que tem uma equipe de peso. O elenco inclui Patricia Clarkson (da franquia “Maze Runner”), Chris Messina (“The Mindy Project”) e a jovem Sophia Lillis (revelação de “It: A Coisa”) como a versão adolescente da personagem de Amy Adams. Além disso, trata-se de uma adaptação do primeiro livro escrito por Gillian Flynn (a autora de “Garota Exemplar” e “Lugares Escuros”), publicado no Brasil como “Objetos Cortantes”, foi desenvolvida pela produtora-roteirista Marti Noxon (criadora da série “Unreal”) e todos os capítulos são dirigidos pelo cineasta Jean-Marc Vallee (que fez o mesmo com “Big Little Lies”). A trama acompanha uma jornalista (papel de Adams) que, depois de passar um tempo numa instituição psiquiátrica, precisa voltar à sua cidade natal para cobrir um caso de assassinato envolvendo duas meninas pré-adolescentes. Lá, a protagonista é forçada a conviver novamente com a sua mãe, uma mulher neurótica e hipocondríaca que ela mal conhece. A estreia está marcada para 8 de julho.
Versão de Mogli dirigida por Andy Serkis ganha trailer e vídeo de bastidores legendados
A Warner divulgou as versões legendadas do trailer e do vídeo de bastidores de “Mogli – O Livro das Selvas”, a nova versão da clássica história de Mogli, o Menino-Lobo, dirigida por Andy Serkis (o César da trilogia “Planeta dos Macacos”). A prévia revela bichos falantes criados realisticamente por computador, como na recente versão da Disney, mas maior interação com cenários reais e a presenta de outros humanos, além do menino protagonista. No vídeo de bastidores, Serkis descreve sua versão como mais sombria (claro, é da Warner), assegurando que não há canções ou animais dançarinos, e por isso mais próxima de “O Livro da Selva”, o romance original de Rudyard Kipling. Além de dirigir, Serkis dá vida, via captura de movimentos, ao urso Baloo (Balu), que ele afirma ser completamente diferente da versão amigável da Disney. Christian Bale (“Batman: O Cavaleiro das Trevas”) anima a pantera Bagheera (Baguera), Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) é o tigre Shere Khan (Jangal Khan), Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) interpreta a serpente Kaa, Peter Mullan (série “Ozark”) vive o lobo Akela e Naomie Harris (“Moonlight”) é a loba Nisha (Raksha, na adaptação da Disney). O menino Mogli é interpretado por Rohan Chand (“A 100 Passos de um Sonho”) e o elenco humano ainda inclui Freida Pinto (“Planeta dos Macacos: A Origem”) e Matthew Rhys (série “The Americans”). “Mogli – O Livro das Selvas” estreia em 18 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Nasce uma Estrela: Musical com Lady Gaga ganha primeiro trailer legendado
A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado do remake de “Nasce uma Estrela” estrelado por Lady Gaga (série “American Horror Story”) e Bradley Cooper (“Sniper Americano”). A prévia chama atenção por apresentar o ator, de cara, como “o diretor Bradley Cooper”, apesar de sua filmografia anterior como cineasta ser igual à soma do vazio ao vácuo. É o primeiro trabalho do astro atrás das câmeras e ele parece ter realmente se orgulhado do resultado. Além disso, também domina as cenas, aparecendo e até cantando muito mais que a parceira – e isto que se trata de um musical. Cooper vive um astro country que mergulha no alcoolismo, conforme a carreira entra em decadência. Antes de chegar ao fundo do poço, ele descobre e se apaixona por uma jovem cantora, que ajuda a lançar ao estrelato. Mas o sucesso dela logo acaba lhe ofuscando. Este é a quarta vez que esta história é levada às telas e quase teve Beyoncé como protagonista feminina. Seria curioso ver uma guinada hip-hop na trama, especialmente considerando a história da vida real de Beyoncé com o rapper Jay-Z. Mas a configuração final acabou aproximando o trabalho da versão mais recente, filmada em 1976 com Kris Kristofferson e Barbra Streisand como cantores de country rock. De todo modo, vale lembrar que nas versões iniciais, de 1937 e 1954, os bastidores do relacionamento dos protagonistas envolviam a indústria cinematográfica. O roteiro é de Will Fetters, conhecido por adaptações dos livros “Um Homem de Sorte” (2012) e “O Melhor de Mim” (2014), ambos do escritor Nicholas Sparks. E uma das curiosidades que circularam durante a produção é que Lady Gaga queria ser identificada no filme por seu nome real, Stefani Germanotta – ao contrário de quando participou da série “American Horror Story” e inclusive venceu um Globo de Ouro. O vídeo da Warner, porém, a chama de Lady Gaga. A estreia está marcada para 11 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Oscar Isaac caça criminoso de guerra nazista no trailer de Operation Finale
A MGM divulgou quatro fotos e o primeiro trailer de “Operation Finale”, thriller de época que recria a caça a Adolf Eichmann, um principais criminosos nazistas foragidos após o fim da 2ª Guerra Mundial. Descrito por seus produtores como uma mistura de “Argo” (2012) e “Munique” (2005), o filme acompanha um time de espiões israelenses em busca do idealizador do Holocausto, que após a queda do nazismo buscou se esconder na Argentina, onde permaneceu com uma nova identidade durante vários anos até ser descoberto pelo Mossad. Filmado na própria Argentina pelo diretor Chris Weitz (“A Saga Crepúsculo: Lua Nova”), o filme traz Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) como Peter Malkin, o líder da operação de captura, e Ben Kingsley (“Homem de Ferro 2”) como Eichmann. O elenco também inclui a francesa Mélanie Laurent (“Truque de Mestre”), Nick Kroll (série “The League”), Joe Alwyn (“A Longa Caminhada de Billy Lynn”), Haley Lu Richardson (“Fragmentado”), Greta Scacchi (série “The Terror”) e o israelense Lior Raz (“Maria Madalena”). A estreia está marcada para 14 de setembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
The Old Man and the Gun: Último filme da carreira de Robert Redford ganha trailer
A Fox Searchlight divulgou o pôster, duas fotos e o trailer de “The Old Man and the Gun”, último filme estrelado por Robert Redford, que anunciou sua aposentadoria após este papel. O ator de 81 anos considerou a produção perfeita para encerrar sua filmografia, mas continuará ativo no desenvolvimento de projetos do Sundance Institute e do Festival de Sundance, que ele criou nos anos 1970, e eventuais trabalhos de direção. Com direção e roteiro de David Lowery, que dirigiu Redford recentemente em “Meu Amigo, o Dragão” (2016), o longa-metragem conta a história real de Forrest Tucker, famoso assaltante de bancos americanos que fugiu da prisão aos 70 anos de idade e cometeu uma série de assaltos que desafiaram a polícia. O elenco ainda conta com Sissy Spacek (série “Bloodline”), Casey Affleck (“Manchester à Beira-Mar”), Danny Glover (“2012”), Tika Sumpter (“Policial em Apuros”), Elizabeth Moss (série “The Handmaid’s Tale”) e o músico Tom Waits (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”). “The Old Man and the Gun” chega aos cinemas americanos em 28 de setembro e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Leave No Trace: Veja trailer do novo drama indie da diretora de Inverno da Alma com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes
A Bleekler Street divulgou o pôster, 21 fotos e o trailer de “Leave No Trace”, novo drama indie da cineasta Debra Granik, que volta à ficção oito anos após causar frisson com o premiado “Inverno da Alma” – o longa que lançou ao estrelato a então adolescente Jennifer Lawrence. Consistente, Granik fez apenas três filmes de ficção na carreira e todos foram premiadíssimos e extremamente elogiados pela crítica especializada. “Leave No Trace” venceu o Festival de Cinema Independente de Boston e o Heartland Film, nos Estados Unidos, e tem 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Assim como os demais, o longa se passa no interiorzão americano. Um pai e sua filha adolescente vivem uma existência pacífica em um vasto parque urbano em Portland, no Oregon, quando são detidos por invasão pelas autoridades. Eles são colocados num programa de habitação popular, mas não conseguem se adaptar. O ator Ben Foster (“A Qualquer Custo”) vive o pai e Thomasin McKenzie (“O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”) interpreta a filha, e a performance da jovem está sendo comparada ao desempenho que rendeu a Jennifer Lawrence sua primeira indicação ao Oscar. O elenco de apoio ainda inclui Dale Dickey e Isaiah Stone (que participaram de “Inverno da Alma”), Jeff Kober (série “Sons of Anarchy”), Dana Millican e Ayanna Berkshire (ambas da série “Grimm”). A estreia está marcada para 29 de junho nos Estados Unidos, em circuito limitado, e não há previsão de lançamento no Brasil.
Jerry Maren (1920 – 2018)
Morreu o ator Jerry Maren, que era o último “munchkin” ainda vivo do clássico “O Mágico de Oz”, de 1939. A causa da morte é desconhecida, mas ele sofria de demência. Tinha 98 anos e faleceu há uma semana em uma casa de repouso em San Diego, apesar de só agora a notícia vir a público. Nascido em 24 de janeiro de 1920, Maren virou ator ao embarcar num ônibus de Nova York lotado de anões, que tentariam a sorte em Hollywood, no extremo oposto do país. Os produtores da MGM queriam juntar o maior número já visto de anões num único filme. Mas a viagem cansativa acabou compensando, pois ele foi aprovado no teste e acabou imortalizado como um munchkin em “O Mágico do Oz”, um dos maiores clássicos do cinema. Os munchkins eram os anões que Dorothy encontrava ao chegar no reino mágico de Oz. O papel acabou sendo o mais marcante da carreira de Maren, mas ele fez cerca de 70 outros, em filmes como “Os Irmãos Marx no Circo” (1939), “Quando os Homens São Homens” (1945), “Superman e os Homens-Toupeira” (1951), “O Planeta dos Macacos” (1968), “A Casa do Espanto” (1985) e a série “Seinfeld”, nos anos 1990. Em 1990, ele ainda participou de “Sonhos de Oz”, cinebiografia de L. Frank Baum, o escritor que criou “O Mágico de Oz”, voltando a viver um munchkin. E em 2009 foi um dos destaques da festa dos 70 anos de “O Mágico de Oz”, organizada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos.
Netflix renova 13 Reasons Why para sua 3ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série “13 Reasons Why” para sua 3ª temporada, prevista para 2019. O anúncio foi feito com a divulgação de um vídeo, que pode ser visto abaixo. A renovação vem três semanas após a estreia da 2ª temporada, entrada nas consequências do suicídio da estudante Hannah Baker (Katherine Langford) e no julgamento da escola Liberty High, acusada de negligência pelos pais da garota. Produzida pela cantora Selena Gomez (“Spring Breakers”) e o cineasta Tom McCarthy (“Spotlight – Segredos Revelados”), “13 Reasons Why” foi originalmente concebida como uma série limitada pelo roteirista Brian Yorkey, que adaptou o livro “Os Treze Porquês”, de Jay Asher. Mas fez tanto sucesso que inspirou o próprio escritor incentivou os produtores a continuarem a história, após o livro ser inteiramente resumido na temporada inaugural. A série rapidamente se tornou uma das mais populares e controvertidas atrações do serviço de streaming, mas, por outro lado, jamais seria exibida na TV americana. Como parâmetro, basta ver o destino de “Heathers”, uma sátira de humor negro que lida com assassinatos de bullys do colegial, que foi descartada após ter toda sua temporada inaugural produzida. Depois de mostrar suicídio e agressão sexual na 1ª temporada, a série foi além nos episódios mais recentes, ao mostrar um estupro violento e chegar à beira de um massacre na fictícia Liberty High School, evocando eventos que estão atualmente nos noticiários americanos. Isto levou uma das associações conservadoras de maior capacidade de pressão do país, a Parents Television Council, a engajar-se numa campanha para tirar “13 Reasons Why” do ar. Apesar das cenas fortes, os espectadores seguiram assistindo à série. De acordo com dados da Nielsen, o episódio de estreia da 2ª temporada foi visto por 6 milhões de espectadores americanos nos primeiros três dias de seu lançamento. Nesse mesmo período, os 13 episódios da nova temporada foram vistos, em média, por 2,6 milhões de pessoas nos Estados Unidos. O detalhe é que a Nielsen só mede audiência de quem assiste a Netflix pela TV, deixando de fora o consumo das séries por computador e aparelhos móveis. A decisão da Netflix de renovar “13 Reasons Why” reforça a linha de ação da Netflix, que mais uma vez demonstra preferir atender ao público que a grupos de pressão, como já tinha feito anteriormente com a renovação da série brasileira “O Mecanismo”.












