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Série

Netflix confirma duas temporadas de série animada de Crepúsculo

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Reality

Giovanna Gold perde todo o dinheiro em golpe de falso advogado

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7 de novembro de 2026
Série

Yellowjackets mostra resgate e fantasmas do passado no trailer da última temporada

Nova prévia apresenta a readaptação das sobreviventes à vida escolar, com lembranças dos crimes cometidos na floresta e o retorno de um personagem morto

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Série

Criminal ganha teaser com Charlie Hunnam e Emilia Clarke no submundo do crime

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6 de novembro de 2026
Filme

Brad Pitt enfrenta gângsteres em novo trailer da continuação de Era Uma Vez em… Hollywood

Nova prévia revela detalhes da trama policial escrita por Quentin Tarantino e dirigida por David Fincher, que estreia em novembro nos cinemas

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6 de novembro de 2026
  • Etc,  Série

    Canal de reforma de imóveis compra a casa clássica da série A Família Sol-Lá-Si-Dó

    7 de agosto de 2018 /

    A casa da série “A Família Sol-Lá-Si-Dó” (The Brady Bunch) agora é oficialmente de um canal de TV. A propriedade, que não só existe de verdade como estava à venda, foi comprada pelo canal pago americano HGTV, pertencente à Discovery. A empresa passou para trás o ex-Nsync Lance Bass em uma disputa comercial. A aquisição da casa foi anunciada pela CEO da Discovery, David Zaslav, nesta terça-feira (7/8). “Um dos nossos projetos para o HGTV vai ser direcionado aos fãs de ‘A Família Sol-Lá-Si-Dó’”, afirmou o executivo em reunião com investidores. “Estou animado em compartilhar que o HGTV foi o comprador e vai devolver a casa a sua glória dos anos 1970, do jeito que só o HGTV consegue. Mais detalhes serão revelados nos próximos meses, mas vamos usar todos os recursos para contar as histórias desta parte tão amada da história da TV americana”. O HGTV (Home & Garden Television) é responsável por vários programas de renovação de imóveis, como o “Irmãos à Obra”, que no Brasil é exibido pelo Discovery Home & Health. Uma das mais famosas casas da TV americana, a residência da família Brady fica na Califórnia. Com três quartos e três banheiros em um espaço de 230 metros quadrados, ela foi colocada à venda há algumas semanas atrás, pelo valor de US$ 1,88 milhões. Não se sabe, porém, por quanto ela foi comprada. Um dos interessados era o cantor Lance Bass. No último dia 3, ele publicou em seu Twitter que havia conseguido adquirido o imóvel. Dois dias depois, porém, ele lamentou que sua oferta – em suas palavras “bem acima do valor pedido” – havia sido superada pela de um estúdio de Hollywood, que na ocasião ainda não havia sido revelado, e que chegou após o prazo final dado pelo vendedor. “Como posso competir com uma entidade bilionária?”, questionou. “Eu acredito que fui usado para aumentar o preço da casa, quando se sabia bem que esta empresa pretendia fazer uma oferta, e não é uma sensação boa. Me sinto usado, mas principalmente estou magoado e triste com este desfecho altamente questionável. Eu só espero que a casa não seja demolida”. Segundo Bass, após saber da oferta do competidor, ele considerou oferecer mais dinheiro pela casa, mas foi desencorajado pelos agentes imobiliários, que teriam dito a ele que o novo comprador “ia cobrir qualquer oferta com recursos ilimitados”. Criada por Sherwood Schwartz, “A Família Sol-Lá-Si-Dó” era um sitcom que girava em torno de uma família que tinha seis filhos. Na trama, Carol Brady (Florence Henderson, falecida em 2016) era uma mãe solteira – o programa era vago sobre os motivos – com três filhas – , que se casava com Mike Brady (Robert Reed), um arquiteto viúvo que também tinha três filhos. Schwartz (criador também da “Ilha dos Birutas”) teve a ideia desse arranjo familiar ao ler que, já naquela época, a maioria dos casamentos modernos incluía filhos de relações anteriores. Mesmo assim, a produção evitava estabelecer que Carol era uma mulher divorciada, situação que ainda era encarada de forma preconceituosa no período. A sitcom foi exibida na rede ABC entre 26 de setembro de 1969 e 8 de março de 1974, e é citada até hoje como uma das mais influentes de todos os tempos, tendo, inclusive, inspirado inúmeros spin-offs e filmes. Entre as atrações derivadas, teve até uma série animada, “The Brady Kids”, e atrações centradas nas novas gerações dos Brady, como “The Brady Brides”, sobre as filhas, nos anos 1980, e “The Bradys”, com os netos da família, em 1990. Até que a franquia chegou ao cinema em 1995, numa versão satírica, que finalmente trocou o elenco original, mostrando uma família jovem e otimista, saída dos anos 1970, em meio ao cinismo da vida moderna dos anos 1990. A comédia ganhou o mesmo nome da série e também fez muito sucesso, gerando duas continuações – com a intérprete da mãe original, aparecendo como a vovó Brady. Lembre a abertura clássica da série abaixo.

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  • Série

    The Purge: Série derivada de Uma Noite de Crime ganha novo trailer repleto de violência e matança

    7 de agosto de 2018 /

    O canal pago USA Network divulgou o segundo trailer de “The Purge”, série que adapta a franquia cinematográfica lançada no Brasil como “Uma Noite de Crime” e “12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição” (no terceiro longa). A prévia revela diversas histórias paralelas passadas na noite mais violenta do ano. O criador, roteirista e diretor dos filmes, James DeMonaco, contou que a ideia é mostrar “uma coisa que você não consegue fazer nos filmes: explicar a complexidade das nuances que levam alguém a cometer um ato terrível”. Situada em uma América alternativa, governada por um partido político totalitário, a trama seguirá vários personagens que vivem na mesma cidade durante a vigência do “purgatório”. À medida que o relógio gira, cada personagem é forçado a lidar com a violência, enquanto descobrem até onde são capazes de chegar para sobreviver à noite do Purge, em que todo o crime é permitido. O elenco inclui Gabriel Chavarria (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Jessica Garza (série “Six”), Hannah Emily Anderson (“Jogos Mortais: Jigsaw”), Lili Simmons (série “Banshee”), Amanda Warren (“Três Anúncios Para um Crime”), Colin Woodell (série “The Originals”), Lee Tergesen (série “Defiance”), William Baldwin (série “MacGyver”), Fiona Dourif (“A Maldição de Chucky”) e Reed Diamond (série “Designated Survivor”). A 1ª temporada com 10 episódios estreia no dia 4 de setembro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Nick Fury e Maria Hill vão aparecer no próximo filme do Homem-Aranha

    7 de agosto de 2018 /

    O filme “Homem-Aranha: Longe de Casa” (o título errado da Sony no Brasil para “Spider-Man: Far from Home”) vai contar com a participação de dois agentes da SHIELD, Nick Fury e Maria Hill, respectivamente vividos por Samuel L. Jackson e Cobie Smulders. A informação é do site Vulture. Os dois foram vistos pela última vez desaparecendo num estalar de dedos de Thanos, durante os créditos finais de “Vingadores: Guerra Infinita”. Além desse filme, Fury ainda reaparecerá no “flashback” de “Capitão Marvel”, que tem uma trama passada nos anos 1990. Atualmente sendo filmado na Inglaterra, com direção de Jon Watts (responsável pelo filme anterior), “Homem-Aranha: Longe de Casa” também trará de volta Tom Holland no papel principal e confirmou Jake Gyllenhaal na pele do vilão Mystério. A estreia está marcada para julho de 2019.

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  • Etc

    Transexuais de Hollywood divulgam carta-aberta pedindo mais respeito e espaço no cinema e na TV

    7 de agosto de 2018 /

    Grupos de transgêneros, apoiados por mais de 40 empresas de televisão e de produção cinematográfica, divulgaram uma carta-aberta nesta terça-feira (7/8), publicada pelo site da revista Variety, em que pedem a Hollywood para se empenhar mais e contar suas histórias na TV e no cinema. O texto é direcionado aos produtores para que “usem seu poder para melhorar as vidas das pessoas trans, mudando o entendimento que a América tem das pessoas trans”. “Crescemos vendo filmes e programas de TV nos quais somos retratados quase exclusivamente como vítimas trágicas, assassinos psicóticos e estereótipos unidimensionais”, continua a carta, demonstrando como as produções perpetuam preconceitos. “Queremos ajudá-los a contar nossas histórias ricas e diversificadas, e precisamos da sua ajuda para isso.” A carta “Querida Hollywood” foi assinada pelos grupos de defesa de gays, lésbicas e transgêneros GLAAD e Outfest, além do sindicato de atores SAG, as principais agências de atores dos EUA e produtores de peso, como Judd Apatow (dentre outras, da série “Girls”) e Ryan Murphy (dentre outras, da série trans “Pose”). A mobilização sem precedentes acontece na sequência da polêmica envolvendo a escalação de Scarlett Johansson para interpretar um homem trans no filme “Rub & Tug”. A atriz desistiu do papel, após ver a reação de protestos nas redes sociais, dizendo ter percebido que sua escolha foi “insensível”. A carta reconheceu que séries de TV como “Will & Grace”, “Ellen” e filmes como “O Segredo de Brokeback Mountain”, “Milk” e “Moonlight” ajudaram a romper os estereótipos sobre gays e lésbicas nos últimos 15 anos. “Mulheres, pessoas de cor, pessoas com deficiências e diversos grupos de fé deixaram claro que querem mais histórias autênticas sobre suas vidas em filmes e na TV. As pessoas trans sentem o mesmo”, conclui o texto. Além da carta, o GLAAD e o recém-criado 5050by2020, iniciativa do movimento Time’s Up liderada pela produtora Jill Solloway (criadora da série “Transparent”), também desenvolveram um guia de recursos para estúdios de cinema e TV consultarem quando quiserem encontrar escritores e talentos trans. O guia também detalha como criar papéis autênticos e como tornar os ambientes de trabalho seguros e trans-inclusivos. Apesar desse esforço, um estudo do GLAAD revelou que nenhum dos 109 filmes lançados pelos sete maiores estúdios de Hollywood em 2017 incluiu um único personagem transgênero sequer.

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  • Etc

    Gal Gadot compartilha apoio a menino que quis ir com tiara e mochila da Mulher-Maravilha para a escola

    7 de agosto de 2018 /

    A atriz Gal Gadot, intérprete da Mulher-Maravilha nos cinemas, usou o Twitter para manifestar seu apoio a um garoto de 5 anos da Flórida, nos Estados Unidos, que decidiu usar uma mochila da heroína e ir com a tiara da personagem em seu primeiro dia de escola. “Acabei de ler esse artigo sobre a quebra de estereótipos de gênero escrito por Katie Alicea”, disse a atriz, linkando uma matéria do site “Romper” em que a jornalista, mãe do menino, expressava sua preocupação sobre a forma como o seu filho seria tratado na escola. “Esse é um tópico tão importante, e eu acredito tanto nele. Eu espero que Isaac possa usar sua tiara e sua mochila orgulhosamente na escola. #GarotoMaravilha”, conclui Gadot. No artigo, Katie Alicea explica que deixou o filho escolher qualquer modelo de mochila durante as compras para a volta às aulas. “Quando ele escolheu a mochila da Mulher-Maravilha, minha primeira resposta foi: ‘Você tem certeza?’. Ele disse: ‘Sim, olhei para todas elas, e adoro super-heróis. Essa é a minha favorita!'”, escreveu a jornalista. “Eu perguntei se ele tinha certeza não porque a mochila me incomodava, mas porque imaginei que Isaac enfrentaria brincadeiras de mau gosto na escola, e ele precisa fazer amigos”, continua. “A verdade é que, se eu começar a me preocupar com o que o mundo pensa, Isaac também vai, e eu não quero isso”. Gal Gadot vai voltar ao papel da heroína dos quadrinhos em “Mulher-Maravilha 1984”, que tem estreia marcada para outubro de 2019.

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  • Etc

    Ex-ator mirim do clássico Nós Somos Campeões é preso como bêbado na Califórnia

    7 de agosto de 2018 /

    O ex-ator mirim Shaun Weiss, que ficou conhecido por ter interpretado o personagem Goldberg no sucesso infantil da Disney “Nós Somos os Campeões” (The Mighty Ducks), de 1992, foi preso em Oroville, na Califórnia, acusado de estar intoxicado em uma via pública. Hoje com 38 anos, Weiss apareceu irreconhecível em sua foto de registro policial. Compare acima. Segundo o site TMZ, ele foi encontrado bêbado e foi levado à delegacia para ser fichado, mas acabou sendo liberado sem que uma ocorrência fosse registrada. Weiss chegou a aparecer nas duas sequências de “Nós Somos os Campeões”, em 1994 e 1996, mas sua carreira não foi adiante, resumindo-se a figurações em séries de TV.

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  • Filme

    Filme de Arlequina pode ter definido seu vilão

    7 de agosto de 2018 /

    O próximo longa da Arlequina, que não será exatamente um filme solo, ganhou seu vilão. Supostamente, porque a informação vem de fontes de Umberto Gonzales, repórter que se especializou em “furos geeks” e seus desmentidos, e arma sua barraquinha atual no site The Wrap. O escolhido teria sido Máscara Negra, um dos adversários que se destacou nos mais recentes quadrinhos do Batman. Criado por Doug Moench e Tom Mandrake em 1985, o Máscara Negra já foi amigo de Bruce Wayne. Antes de se tornar vilão, Roman Sionis era herdeiro de uma empresa de cosméticos de Gotham. Mas teve o rosto desfigurado por uma nova linha de produtos que pretendia lançar e quase foi à falência após a morte de seus pais. Wayne resgatou o amigo comprando sua empresa, mas ele se tornou amargurado e, usando uma máscara construída da madeira do mausoléu dos pais, assumiu a identidade vilanesca. Sua melhor história foi “Jogos de Guerra”, em que roubou planos do próprio Batman para destruir sua concorrência e se tornar o poderoso chefão do crime de Gotham, buscando matar, no processo, os integrantes da família de vigilantes do herói de Gotham. Pesada, a história de 2004 o mostrou torturando a jovem heroína Spoiler, que chegou a ser considerada morta após este encontro. Até recentemente, a produção da Warner era chamada de “Untitled Harley Quinn Girl Gang Movie” (“filme sem título da gangue feminina da Arlequina”, em tradução livre). E, segundo fontes do site The Hollywood Reporter, o projeto seria uma espécie de versão feminina do “Esquadrão Suicida”. Mas novos detalhes surgiram, como o título “Aves de Rapina”(Birds of Prey, em inglês), grupo originalmente formado por Barbara Gordon (como Oráculo e Batgirl), Caçadora e Canário Negro, mas que também já incluiu Katana (presente em “Esquadrão Suicida”), além de algumas vilãs. Segundo rumores, o time principal de “Aves de Rapina” seria formado por Canário Negro, Caçadora, Renee Montoya, Cassandra Cain e Arlequina. O detalhe é que Cassandra Cain se tornou a segunda Batgirl, após Barbara ficar paraplégica num ataque do Coringa – em “A Piada Mortal”. Já Renee Montoya é uma criação da série animada de Batman, assim como Arlequina. Ao fazer sua transição para os quadrinhos, Montoya chegou a adotar a identidade do super-herói Questão, mas no último reboot voltou a ser a parceira do detetive Harvey Bullock na GCPD (polícia de Gotham). Recentemente, o estúdio confirmou Christina Hodson (“Paixão Obsessiva”) como roteirista e a cineasta indie chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”) como diretora. As filmagens devem iniciar no começo de 2019, mas a data de estreia ainda não foi definida.

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  • Série

    Ruby Rose vai estrelar a série da Batwoman

    7 de agosto de 2018 /

    A atriz australiana Ruby Rose foi anunciada como a intérprete da próxima super-heroína televisiva da DC Comics. Ela vai interpretar Batwoman numa nova série da rede americana CW. O produtor Greg Berlanti, criador e responsável pelo chamado “Arrowverse”, queria uma atriz lésbica para interpretar a personagem, que também é lésbica nos quadrinhos. E Ruby Rose é a mais famosa lésbica assumida do cinema atual. Ex-VJ da MTV Austrália, ela estreou nas séries americanas em 2015 ao participar de uma temporada em “Orange Is the New Black”, de onde saiu para estrelar diversos blockbusters de ação consecutivos, como “Resident Evil 6: O Capítulo Final”, “xXx: Reativado”, “John Wick: Um Novo Dia Para Matar” e “Megatubarão”, que estreia nesta quinta (9/8) nos cinemas. Ela vai encarnar Kate Kane, a Batwoman, num crossover previsto para ir ao ar no final do ano na CW. Nesta história, a nova heroína irá contracenar com os personagens de “Arrow”, “The Flash” e “Supergirl”. E depois, caso a audiência confirme as expectativas, ganhará sua própria série semanal, com lançamento planejado para 2019. Caroline Dries será a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, Ruby Rose será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. A heroína vai chegar à TV após a série “Arrow” fazer uma citação explícita a Gotham City – e Bruce Wayne – num episódio de outubro passado, e após a passagem da policial Maggie Sawyer (vivida por Floriana Lima) em “Supergirl”. Maggie e Kate Kane chegaram a noivar nos quadrinhos. As duas só não casaram porque a DC vetou, o que levou à demissão dos responsáveis pela história do casal em 2013. Avanços e retrocessos. A previsão de exibição do crossover é para dezembro nos Estados Unidos, e a aprovação da série de “Batwoman” vai depender da repercussão da história. No crossover passado, o Arrowverse introduziu o herói gay Ray, vivido por Russell Tovey (da série inglesa “Being Human”). E esse personagem ganhou uma série animada.

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  • Série

    The 100: Final da temporada ganha vídeos, fotos e promessa de que o desfecho mudará tudo na série

    7 de agosto de 2018 /

    A rede CW divulgou as fotos, o trailer dramático, uma cena e um vídeo com comentários do produtor sobre o final da 5ª temporada de “The 100″. E como aconteceu no final do ciclo passado, é um final apocalíptico, com cenas da destruição do último vale habitável da Terra. O criador da série, Jason Rothenberg, adiantou que o desfecho representará uma nova mudança dramática na direção da série, mas que o público não será capaz de adivinhar para onde a 6ª temporada se encaminhará. “Estabelecemos uma situação em que há dois exércitos lutando pela último pedaço de terra em que é possível sobreviver no mundo pós-apocalíptico. Se eles não conseguem descobrir uma maneira de fazer a paz, ou de superar o instinto humano de não fazer a paz, correm o risco de destruir o último vale. O destino do planeta literalmente está em jogo”, explicou Rothenberg, que escreveu e produziu o último episódio, em entrevista ao site TVLine. Além de muita ação, o episódio também apresentará várias reviravoltas emocionais, muitas das quais tomarão os fãs completamente de surpresa, diz Rothenberg. “É seguro dizer que as pessoas não serão capazes de adivinhar para onde a série está indo”, diz ele. “Pela minha leitura muito cuidadosa do Twitter, por mais doloroso que seja, as pessoas não [adivinharam] algumas das grandes coisas emocionais que ainda precisarão ser experimentadas”. Melhor série do canal americano The CW, “The 100” foi renovada logo no começo da exibição de seu quinto ano, graças ao aumento de público em seus primeiros episódios. A média da temporada passada foi de 955 mil telespectadores ao vivo, o que chegou a deixar a produção em risco. Mas os três episódios exibidos em 2018 assinalaram uma média de 1,1 milhão. E, ao final, a média se manteve, em 959 mil telespectadores até o penúltimo episódio.

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  • Filme

    Michael B. Jordan e Sylverster Stallone aparecem nas primeiras fotos da continuação de Creed

    7 de agosto de 2018 /

    A Warner divulgou as primeiras fotos oficiais de “Creed II”, sequência do filme de 2015, que traz Michael B. Jordan em sua luta mais perigosa, com o apoio do personagem mais icônico da carreira de Sylvester Stallone. O drama continua a focar os passos de Adonis (papel de Jordan), filho de Apollo Creed, para seguir a trajetória vitoriosa de seu pai no boxe. Para isso, ele conta com a ajuda de Rocky Balboa, personagem vivido por Sylvester Stallone há 42 anos, desde “Rocky: Um Lutador” (1976). Entretanto, desta vez seu adversário tem uma conexão com a morte de Apollo, o que só vai estimular ainda mais sua vontade de vencer. O roteiro é assinado pelo próprio Stallone em parceria com Cheo Hodari Coker (criador da série “Luke Cage”) e resgata o vilão de “Rocky IV”, Ivan Drago, novamente vivido por Dolph Lundren. A luta de Adonis será contra o filho de Drago, encarnado no longa pelo boxeador romeno Florian Munteanu. O elenco também traz de volta Tessa Thompson como Bianca, a namorada de Adonis. Dirigido por Steven Caple Jr. (“The Land”), “Creed II” tem estreia prevista para novembro nos Estados Unidos, mas só chega em janeiro de 2019 no Brasil.

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  • Filme

    Jason Statham enfrenta Megatubarão em mais de uma dezena de pôsteres internacionais

    7 de agosto de 2018 /

    A Warner Bros. divulgou 11 novos pôsteres internacionais de “Megatubarão”, filme que coloca Jason Statham (“Velozes & Furiosos 7”) contra o maior tubarão do mundo. Além do inglês Staham, o elenco multinacional também destaca a chinesa Li Bingbing (“Transformers: A Era da Extinção”), o neozelandês Cliff Curtis (série “Fear the Walking Dead”), o japonês Masi Oka (série “Heroes”). os australianos Ruby Rose (“Resident Evil 6: O Capítulo Final”) e Robert Taylor (série “Longmire”) e os americanos Rainn Wilson (série “The Office”) e Page Kennedy (série “Weeds”). O filme adapta o primeiro volume de uma franquia literária, iniciada em 1997 por Steve Alten e que já dura sete livros. Mas apesar do título, o protagonista dos livros não é o monstro, mas Jonas Taylor, um paleobiologista que estuda a espécie de tubarão Megalodon (vem daí o nome Meg, do título original em inglês), um dos maiores predadores conhecidos da pré-história. No filme, Taylor é vivido por Statham. O projeto da adaptação existe desde a época do lançamento do primeiro livro, quando a Disney chegou a encomendar um roteiro a Belle Avery e Dean Georgaris (ambos do remake de “Sob o Domínio do Mal”). Na ocasião, a produção não foi adiante porque a Warner lançou “Do Fundo do Mar” (1999). E os trailers deixam claro que as duas produções têm cenas parecidas. A versão atual foi escrita por James Vanderbilt (“O Espetacular Homem-Aranha”) e pelos irmãos Erich e Jon Hoeber (“Battleship”) e tem direção de Jon Turteltaub (“A Lenda do Tesouro Perdido”). A estreia está marcada para esta quinta (9/8) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Última temporada de House of Cards ganha pôster, fotos e data de estreia

    7 de agosto de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster, as primeiras fotos e a data de estreia da 6ª temporada de “House of Cards”, que não contará com a presença de Kevin Spacey, demitido em novembro passado. E a estreia vai ser justamente no aniversário desse acontecimento: no dia 2 de novembro. Os novos episódios vão encerrar a atração, que terá uma temporada final reduzida, com apenas oito capítulos, cinco a menos que nas temporadas anteriores, graças à suspensão das gravações, causada pelas denúncias de assédio contra Spacey. Sem o protagonista original, a série dará mais destaque para a atriz Robin Wright no papel de Claire Underwood, agora como presidente dos Estados Unidos. Kevin Spacey caiu em desgraça após uma denúncia do colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) e de atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando Spacey dirigiu o estabelecimento, definido como ambiente tóxico, graças aos assédios do ator. Isto encorajou pelo menos oito pessoas da produção de “House of Cards”, segundo reportagem do canal de notícias CNN, a revelarem assédio e abuso sexual de Spacey nos bastidores da série premiada da Netflix. Antes das denúncias, dois episódios da 6ª temporada já haviam sido rodados. Os roteiristas precisaram reescrever a trama para acomodar as modificações, que incluem o sumiço do personagem vivido por Spacey, o Presidente Francis Underwood. Ele não reaparecerá na série para mostrar sua saída de cena. A Netflix comunicou ter cancelado todos os acordos com o Kevin Spacey, incluindo o lançamento do longa-metragem “Gore”, que já tinha sido filmado e era estrelado por ele. Ela trabalha com datas. E é 2 de novembro. #HouseOfCards pic.twitter.com/6HoIfOjFHT — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) 7 de agosto de 2018

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  • Filme

    Estreia do novo filme de Johnny Depp é cancelada

    6 de agosto de 2018 /

    “City of Lies”, estrelado por Johnny Depp e baseado na história real por trás da investigação sobre o assassinato do rapper Notorious B.I.G., teve sua estreia cancelada. O filme estava originalmente previsto para chegar aos cinemas em 7 de setembro, data escolhida para coincidir com o 46º aniversário do rapper, assassinado em 1997 em uma emboscada em Los Angeles. A notícia vem menos de um mês depois que o gerente de locação do filme processou Depp, acusando o ator de agressão durante as filmagens. Gregg “Rocky” Brooks alega que o incidente ocorreu no dia 13 de abril de 2017, quando o astro estava filmando fora do Barclay Hotel, em Los Angeles. Segundo a vítima, a produção tinha permissão para trabalhar até às 19h fora do hotel, e 22h dentro do estabelecimento. Trabalhando como gerente de locação, Brooks conseguiu permissão duas vezes para que as filmagens seguissem por mais tempo, já que Depp teve a ideia de dirigir uma versão maior da cena com dois amigos. Quando o relógio bateu 23h, o responsável pelo hotel pediu para que a produção fosse embora. O rapaz chegou ao diretor, Brad Furman, e deu a má notícia, recebendo em troca a resposta: “Por que você não fala isso para o Johnny Depp?”. Brooks afirma que tentou convencer um policial que tomava conta da produção para ajudá-lo a dar a notícia ao ator, mas, antes de conseguir, o próprio Depp se aproximou dele gritando: “Quem é você? Você não tem o direito de me falar o que fazer”. Após explicar a situação, a vítima ouviu do ator: “Eu não importo quem você seja e você não pode me falar o que fazer”. Enquanto gritava, Depp deu um soco em Brooks. “Eu vou te dar US$ 100 mil para me dar um soco na cara agora mesmo!”, gritou o ator antes dos seguranças afastarem os dois. O integrante da equipe afirma que foi demitido três dias depois, por se negar a assinar um contrato que pedia para ele não entrar com um processo contra Depp. Quando a notícia vazou, uma testemunha ouvida pelo site Page Six revelou que o Depp tinha bebido o dia inteiro, resultando num ambiente “tóxico” nas filmagens. Já o diretor Brad Furman afirmou na ocasião que o incidente estava sendo exagerado. “Johnny Depp é um profissional consumado, grande colaborador e um defensor de outros artistas”, disse ele em um comunicado. “Ele sempre trata a equipe e as pessoas ao seu redor com o maior respeito. Filmes podem ser estressantes, e eventos não frequentes costumam ser exagerados. Nós todos amamos histórias — mas não há uma aqui.” Na trama, Depp vive Russell Poole, o detetive da polícia de Los Angeles que, ao investigar o assassinato dos rappers, acaba descobrindo que policiais corruptos estavam envolvidos em ambos os crimes e entra em choque com a polícia da cidade. Parte desta história também já foi mostrada em três filmes, “Notorious B.I.G.: Nenhum Sonho é Grande Demais” (2009), “Straight Outta Compton: A História do NWA” (2015) e All Eyez on Me” (2017). E rendeu uma minissérie completa, “Unsolved: The Murders of Tupac & The Notorious B.I.G.”. Além disso, todas as teorias sobre as mortes dos rappers tiveram que ser revistas com o surgimento de um cúmplice dos crimes, que se apresentou voluntariamente em junho, após ser diagnosticado com câncer terminal.

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