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Filme

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Música

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Música

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15 de outubro de 2026
Série

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15 de outubro de 2026
Etc

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15 de outubro de 2026
  • Filme

    John Boyega vai produzir filmes africanos para a Netflix

    10 de março de 2020 /

    O ator inglês John Boyega, astro da nova trilogia “Star Wars”, firmou uma parceria com a Netflix para desenvolver filmes de língua não-inglesa realizados na África. Pelo contrato, a produtora UpperRoom Productions, fundada por Boyega em 2016, fará projetos de filmes baseados em histórias, literatura, mitologia, personagens e outros elementos de países africanos. Os primeiros três filmes da parceria incluem duas produções da Nigéria e uma do Egito. “A África é rica em histórias e, para a Netflix, essa parceria com John e UpperRoom apresenta uma oportunidade para aumentar nosso investimento no continente, trazendo histórias africanas únicas para nossos membros na África e no mundo”, disse David Kosse, vice-presidente de filmes internacionais da Netflix, em comunicado. Filho de nigerianos, Boyega já produziu um filme no continente, o sul-africano “God Is Good”, realizado por sua produtora UpperRoom, que ainda não chegou aos cinemas, nem tem previsão de estreia. Já a Netflix lançou sua primeira série africada em fevereiro passado, “Queen Sono”, produção de espionagem e ação da África do Sul, que foi bastante elogiada pela crítica internacional – tem 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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  • Filme

    Jungle Cruise: Indiana Jones da Disney ganha novo trailer legendado

    10 de março de 2020 /

    A Disney divulgou o pôster e o segundo trailer legendado de “Jungle Cruise”, estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson (“Velozes e Furiosos 8”) e Emily Blunt (“Um Lugar Silencioso”). A prévia é um passeio temático por várias referências do cinema de aventura. Embora os ingredientes principais possam ser resumidos num mashup das franquias “Indiana Jones” e “Piratas do Caribe”, o vídeo de menos de dois minutos alude também a “Uma Aventura na África” (1951), “A Jóia do Nilo” (1985), “A Múmia” (1999), ao game “Tomb Raider” e até mesmo “Anaconda” (1997). “Jungle Cruise” é inspirado num dos passeios mais antigos da Disneylândia, inaugurado em 1955, onde as pessoas viajam a bordo de um barco pitoresco pelo rio de uma selva povoada por animais e tribos “selvagens”. Já a trama conta com a premissa básica de toda aventura de Indiana Jones, uma busca incansável para encontrar uma “coisa mágica”, perdida em lugar remoto, que pode mudar o mundo, mas que é guardada por “algo sobrenatural” e cobiçada também por inimigos fardados com recursos superiores – como um improvável submarino no Rio Amazonas. O filme foi escrito pela dupla Glenn Ficarra e John Requa (“Golpe Duplo”) em parceria com Michael Green (“Logan”), e tem direção de Jaume Collet-Serra (“O Passageiro”). A estreia está marcada para 23 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Música

    Eminem apanha de Mike Tyson e quebra barreira do som com rap veloz e furioso em clipe surreal

    10 de março de 2020 /

    Eminem lançou um de seus melhores clipes para uma de suas melhores músicas recentes, “Godzilla”, que conta com algumas participações especiais, entre elas a do ex-campeão mundial de boxe Mike Tyson. O vídeo mostra Eminem em furor alcoólico, consumindo muita bebida, vomitando, aprontando e levando um soco de Tyson como resultado. Em clima autodestrutivo e surreal, a música referencia o fato de que ele vira um monstro como Godzilla ao beber. E isso é ilustrado com extrema criatividade visual, com direito a bafo de dragão e ajuda de colegas conhecidos. O médico que cuida de Eminem após a concussão é um doutor famoso, Dr. Dre, o grande rapper, produtor e parceiro das antigas de Em. A faixa ainda conta com a participação póstuma do rapper Juice WRLD. O autor de “Lucid Dreams” morreu de overdose em dezembro aos 21 anos, mas deixou gravada sua participação no refrão e ganha uma grande homenagem de Eminem ao final do vídeo, dirigido por Cole Bennett (aka Lyrical Lemonade), que assinou o clipe do mencionado hit de Juice WRLD. O maior destaque da produção, porém, é o próprio Eminem, que a certa altura quebra a barreira do som ao disparar um rap a mil por hora, num estilo acelerado que ele próprio batizou de “veloz e furioso”. O ritmo impressionante parece ser tão difícil de imitar que ele ainda lançou um desafio para os fãs, dizendo que vai postar vídeos de quem conseguir fazer igual. “Godzilla” faz parte do disco “Music to be Murdered By”, lançado em janeiro.

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  • Música

    Ozzy Osbourne se emociona em clipe que revê sua vida e carreira

    10 de março de 2020 /

    Ozzy Osbourne divulgou o clipe de “Ordinary Man”, sua parceria com Elton John. O vídeo traz uma montagem de imagens com vários momentos da vida e da carreira de Ozzy, da infância aos dias de hoje, com sua mulher e filhos. E mostra o cantor chorando, ao assistir as cenas projetadas numa tela de cinema. O apelo emocional acontece após Ozzy assumir uma série de problemas de saúde, incluindo um diagnóstico de Mal de Parkinson. No mês passado, ele precisou cancelar turnê por causa de um novo tratamento médico. A letra ainda projeta um clima de velório, ao descrever como o cantor de 71 anos “não queria morrer como um homem comum”, também “não queria dizer adeus” e pede para não ser esquecido, “quando as luzes se apagarem”. Apesar de ser ouvido na música, Elton John não aparece no clipe. “Ordinary Man” faz parte do disco de mesmo nome de Ozzy, lançado em fevereiro.

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  • Filme

    The Plataform: Um dos terrores mais premiados do ano ganha trailer perturbador

    10 de março de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer internacional do longa espanhol “The Plataform” (El Hoyo), um dos terrores mais premiados do ano passado. A prévia é instigante, mas também muito perturbadora. A plataforma do título é uma mesa repleta de sobras de banquetes que desce por vários andares de uma enorme prisão em forma de torre. Os presos nos andares superiores podem se fartar, enquanto os localizados mais no fundo passam fome. E tem um detalhe: a distribuição de andares se dá de acordo com o nível social dos encarcerados. No entanto, um dos presos se rebela contra o sistema cruel, tentando fazer uma distribuição igualitária de comida “para que todos tenham o suficiente”. A metáfora da luta de classes e a proposta comunista é óbvia, mas o desenvolvimento mostra algumas peculiaridades desconcertantes. O filme tem roteiro de David Desola e Pedro Rivero e foi dirigido por Galder Gaztelu-Urrutia, trio que trabalhou junto na animação “Psiconautas, As Crianças Esquecidas” (2015). Entre suas diversas conquistas, “The Plataform” venceu os prêmios do júri e do público do Festival de Sitges, o mais famoso festival de filmes fantásticos do mundo, além da mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. A estreia em streaming vai acontecer em 20 de março.

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  • Série

    Vin Diesel diz que O Último Caçador de Bruxas vai ganhar continuação

    10 de março de 2020 /

    Segundo o ator Vin Diesel, a Lionsgate está desenvolvendo uma sequência para “O Último Caçador de Bruxas”. O filme não fez sucesso de bilheterias – custou cerca de US$ 90 milhões e arrecadou apenas US$ 147 milhões mundiais. Mesmo assim, em entrevista ao site Collider o ator afirmou que a produção tem fãs e que um roteiro para uma continuação está sendo desenvolvido. “O fascinante é como os filmes dão um jeito de te encontrar. Talvez seja por eu fazer parte dos Vingadores [como Groot], da Disney, e de Velozes [& Furiosos], e eu tive tantas experiências incríveis, que quando as pessoas me dizem que amam ‘Caçador de Bruxas’, e que elas querem ver eu e Michael Caine em mais um, eu fico ‘Uau’!”. Questionado se voltaria ao personagem, Vin Diesel disse que esteve recentemente em uma reunião com a Lionsgate e que eles tem um roteirista envolvido, já trabalhando ativamente na produção da sequência. Lançado em 2015, “O Último Caçador de Bruxas” trazia Diesel como um guerreiro medieval amaldiçoado com a imortalidade. Ele vaga pelas ruas de uma Nova York atual e se vê obrigado a juntar forças com uma de suas inimigas naturais, uma bruxa interpretada por Rose Leslie (a Ygritte de “Game of Thrones”), para enfrentar uma rainha bruxa maléfica, que planeja soltar uma praga em toda a humanidade. Elijah Wood e Michael Caine também integraram o elenco.

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  • Série

    Estreia de Orange Is the New Black levanta audiência da Band

    9 de março de 2020 /

    A rede Band registrou aumento de 27% de sua audiência com a estreia da série “Orange Is the New Black”, produção premiada da Netflix, na noite de sábado passado (7/3). A emissora exibiu os dois primeiros episódios da série de forma consecutiva, das 23h às 0h40, e marcou 3,2 pontos no Ibope, tirando público dos canais rivais, principalmente da rede Record (que caiu 10% no horário). A atração que mais sofreu com a estreia foi “Chicago Fire”. Normalmente líder de audiência, a série de bombeiros americanos registrou 3,8 pontos, numa queda de 12% em comparação ao sábado anterior, quando teve média de 4,3. “Orange Is the New Black” é a primeira série da Netflix a ter uma temporada completa exibida numa rede de TV do Brasil. E com um detalhe: com a estreia na Band, pulou a janela de exibição na TV paga para chegar diretamente na TV aberta. Criada por Jenji Kohan (série “Weeds”) e baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” mostra o dia a dia de detentas do sistema prisional norte-americano. A série foi lançada em 2013 e acompanhava a jornada de Piper Chapman (Taylor Schilling), como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, até ter a liberdade antecipada por bom comportamento. A história da garota loira da classe média, que se vê num mundo desconhecido e ameaçador, não demorou a ampliar sua perspectiva para destacar as demais presidiárias latinas e negras da trama, numa narrativa plural que rendeu quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (Sindicado dos Atores dos EUA) para seu elenco. A série teve 91 episódios divididos em sete temporadas e encerrou sua história em 2019. Os últimos episódios foram exibidos em julho passado na plataforma de streaming. Por enquanto, apenas a 1ª temporada de “Orange Is the New Black” tem exibição confirmada na Band.

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  • Etc

    Regina Duarte é enquadrada pelo governo Bolsonaro em tempo recorde

    9 de março de 2020 /

    Empossada na quarta-feira (4/9) secretária de Cultura do Brasil, Regina Duarte foi enquadrada pelo governo em tempo recorde, em menos de uma semana no cargo. Nenhum outro ministro recebeu recado de que pode cair em tempo tão breve. Nesta segunda (9/8), ela recebeu uma reprimenda pública do ministro-chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, via Twitter, em resposta a uma entrevista que deu ao programa “Fantástico”, exibida no domingo (8/3) pela Rede Globo. O trecho que incomodou o governo foi a constatação feita por Regina de que passou “os primeiros dias desfazendo intrigas, respondendo a acusações que não são verdadeiras. A gente começou com enormes dificuldades por causa de uma facção que quer ocupar esse lugar. Já tem hashtag #foraregina”. Tudo o que ela disse é verdade. Mas Luiz Eduardo Ramos contestou, em nome do governo, o tom e a escolha de palavras da atriz. “O uso do termo ‘facção’ em entrevista, sem nomear seus supostos integrantes, dá a entender que há divisões inexistentes e inaceitáveis em nosso governo”, ele escreveu. Ramos ainda definiu o que é Cultura, caso a secretária não soubesse, e mandou, educadamente, ela bater continência e seguir o Chefe. Ou, senão… “O Presidente valoriza a cultura, que deve se espelhar na família tradicional e nos princípios cristãos. Nosso governo tem um norte: a vontade da maioria do seu povo. Nisso Regina e Bolsonaro devem estar juntos”, escreveu Ramos. “São seus ministros e secretários que devem se moldar aos princípios publicamente defendidos pelo Presidente da República, não o contrário”, acrescentou, no enquadramento. Além do puxão de orelha público, o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, descreveu que Carlos Bolsonaro, o filho mais radical, “ficou apoplético” com a entrevista ao “Fantástico”. Ele cita como fontes “assessores do Palácio do Planalto”, que teriam ouvido “o incontrolável Carluxo” dizer na manhã desta segunda que “sua missão é tirar Regina do governo”. Carlos “sentiu-se atingido com a fala da atriz”. “Carluxo” já teria sido responsável pela queda de três Ministros do governo do pai. A entrevista de Regina Duarte também foi ironizada por Sérgio Camargo, da Fundação Palmares, descrito por ela como “ativista, mais que um gestor público”. Na entrevista, ela disse que estava “adiando esse problema” para resolver (demitir) quando baixasse a temperatura. E essa foi a deixa para Camargo aumentar a temperatura. “Bom dia a todos, exceto a quem chama apoiadores do Bolsonaro de facção e o negro que não se submete aos seus amigos da esquerda de ‘problema que vai resolver”‘, ele escreveu no Twitter. Aos poucos, Regina Duarte começa a descobrir o que muitos brasileiros sempre souberam. Ao assumir um cargo no governo, ela acreditou que teria carta-branca para fazer o que quisesse na Cultura. Largou o emprego de mais de 50 anos na Globo para atender ao convite do presidente e ser a “salvadora” da Cultura no Brasil, em chamas após o próprio Bolsonaro assumir o cargo. Regina chegou a dizer que considerava Bolsonaro incompreendido. Talvez agora comece a compreendê-lo melhor.

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  • Etc,  Filme

    Filmes do crime de Suzane Von Richthofen terão sessão dupla pelo preço de um ingresso

    9 de março de 2020 /

    A Galeria Distribuidora informou que os cinemas vão cobrar apenas um ingresso para quem quiser assistir a sessão dupla de “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino Que Matou Meus Pais”. Os dois filmes serão lançados no mesmo dia, com sessões consecutivas nas mesmas salas, e podem ser vistos em qualquer ordem. Eles contam narrativas paralelas que exploram a polêmica em torno do assassinato dos pais de Suzanne Von Richthofen, comparando as versões dadas pela jovem e por seu namorado, Daniel Cravinhos. Os dois foram condenados pelo crime. O elenco destaca a atriz Carla Diaz (da novelinha “Rebeldes”) como Suzane e Leonardo Bittencourt (da novelinha “Malhação”) no papel de Daniel, enquanto a família de Suzane é representada por Vera Zimmermann (“Os Dez Mandamentos: O Filme”), Leonardo Medeiros (“O Mecanismo”) e o menino Kauan Ceglio (“Santos Dumont”). O elenco também inclui Allan Souza Lima (“A Cabeça de Gumercindo Saraiva”) como Christian, o irmão e cúmplice de Daniel. Os longas têm direção de Mauricio Eça (“Carrossel: O Filme”) e roteiros escritos por Raphael Montes (“Praça Paris”) em parceria com Ilana Casoy, criminóloga que é considerada a maior especialista em serial killers do Brasil. Ambos vão estrear no dia 2 de abril.

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  • Filme

    Um Lugar Silencioso – Parte II ganha dezenas de fotos inéditas e mais quatro vídeos legendados

    9 de março de 2020 /

    A Paramount divulgou mais 18 fotos, pôsteres internacionais, comerciais legendados e um vídeo inédito dos bastidores de “Um Lugar Silencioso – Parte II”, que destaca o personagem de Cillian Murphy (“Peaky Blinders”). Segundo o diretor John Krasinski, ele é uma espécie de representação do mundo exterior para a família da heroína e, por isso, bastante imprevisível. As prévias também mostram a ligação entre os dois filmes com cenas muito tensas. Entre elas, destaca-se um flashback do primeiro dia da invasão alienígena, que conta com a presença do personagem de John Krasinski, o pai da família da trama, que faleceu no primeiro filme. Assim, ele repete sua participação na frente e atrás das câmeras (como diretor). Mas a maior parte da história vai acompanhar o destino de sua mulher (Emily Blunt) e filhos, que agora incluem um bebê. A ação começa no minuto seguinte ao final do longa original, mostrando a fuga da família ao ataque das criaturas alienígenas, que reagem com força extrema ao menor barulho. Com roteiro e direção de John Krasinski, o filme chegará aos cinemas brasileiros na próxima semana, em 19 de março, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Diretor revela que Os Novos Mutantes nunca passou por refilmagens

    9 de março de 2020 /

    O diretor Josh Boone revelou que “Os Novos Mutantes” nunca passou por refilmagens. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, ele disse que isso nunca aconteceu devido à compra da Fox pela Disney. “Se não tivesse acontecido a fusão, com certeza teríamos feito refilmagens”, contou. Mas com as negociações entre as empresas, a produção foi paralisada. Segundo ele, “quando a fusão foi finalizada e tudo estava pronto, todo o elenco já estava mais velho”, impedindo que até mesmo cenas complementares fossem feitas. A atriz Maisie Williams (a Arya de “Game of Thrones”) recentemente viu a versão final do filme e disse à EW que ele “é exatamente o que tínhamos nos proposto a fazer”. “Fiquei nervosa quando eles falavam sobre refilmagens e novas edições, mas honestamente é o que a gente queria fazer”, completou. Vale lembrar que o principal motivo do enorme atraso nesse lançamento, que deveria ter chegado aos cinemas há dois anos, foi o resultado das sessões de teste, que revelaram que o público esperava um filme de terror, devido ao marketing inicial. Foi a Fox que decidiu refilmar diversas cenas para, como disse a própria Williams na época, “deixar o filme mais assustador”. Segundo rumores, seria uma refilmagem bastante extensa. Mas a agenda do elenco, repleta de astros de séries, provou-se desafiadora. Ao fim, a dificuldade para reunir todos acabou atropelada pela compra da Fox pela Disney. E, aparentemente, a Disney decidiu lançar o filme como estava. Sem as refilmagens. Maisie Williams diz que chegou a ficar aflita com a falta de notícias sobre a produção. “Eu encontrava a imprensa para outra coisa e sempre me perguntavam sobre ‘Os Novos Mutantes’, mas o estúdio só nos respondia: ‘não saberemos nada até sabermos alguma coisa’.” “Por causa da fusão, foi um silêncio que durou cerca de um ano”, acrescentou Boone. Só depois de finalizar o negócio a Disney o procurou para saber se ele pretendia terminar a edição do filme. “Disseram: ‘Você vem terminar o filme?’ E eu respondi que ‘adoraria terminar o filme!’” A produção foi interrompida sem que os efeitos visuais tivessem sido finalizados, sem efeitos sonoros, edição, trilha e vários outros detalhes. “Voltamos e terminamos. Demorou alguns meses, e foi bom poder voltar. Eu e Knate [Lee], meu co-roteirista, passamos um ano sem ver o filme e esse distanciamento fez com que acrescentássemos um monte de coisas aqui e ali [na pós-produção] que não tínhamos pensado ou notado um ano antes.” Entre os detalhes que não apareceriam se o filme fosse lançado na data original, estão o visual mais elaborado das habilidades místicas de Illyana/Magia, notadamente sua espada de energia, bem como Lockheed, o dragão roxo da personagem. Finalmente prestes a estrear, a produção continua a ser marketada como um filme de terror. Mas acabou recebendo a classificação PG-13 (impróprio para menores de 13 anos), que sugere uma aventura juvenil. Mas o clima está lá, garantiu Williams. “É muito … suspense”, descreveu a atriz. “Eu acho que a natureza de um grupo de adolescentes presos em uma instalação, todos com poderes individuais que eles ainda não sabem usar, isso se presta muito bem a suspense e cenas assustadoras. Tudo é feito de uma maneira muito honesta e realmente vem dos personagens e das situações em que estão. Não é um filme de comédia de super-heróis feliz e otimista. Ele é definitivamente muito sombrio”. Além de Maisie Williams como Lupina, o intérpretes dos Novos Mutantes incluem Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”) como Miragem e o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar. O elenco se completa com a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. A estreia no Brasil está marcada para 2 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Perdidos no Espaço é renovada e cancelada pela Netflix

    9 de março de 2020 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Perdidos no Espaço” (Lost in the Space) para sua 3ª temporada. E também seu cancelamento. A próxima será a última temporada. A notícia foi dada com muita cara de pau nas redes sociais. “Eu amo dar boas notícias de galáxias distantes”, disse um post da plataforma sobre o final da série. Uma das melhores atrações da Netflix, “Perdidos no Espaço” deu um salto gigante de qualidade em sua 2ª temporada, lançada em 24 de dezembro, graças a efeitos visuais de dar inveja a blockbusters cinematográficos, elenco inspirado e muita ação, em ritmo intenso de aventura. Infelizmente, a Netflix não tem demonstrado interesse em prolongar muito as histórias de suas produções, em contraste com as atrações que importa da TV, que, ao serem exibidas em streaming, lideram sua audiência – como “Friends”, de 10 temporadas, ou “The Office”, de 9. A série renovada e cancelada é uma releitura moderna da produção homônima, lançada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”). Mas mesmo esta também era uma versão moderna de outro clássico, “A Família Robinson”, história de uma família que naufragava numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. Por coincidência, a série original também durou três temporadas. A diferença é que, como o cancelamento foi anunciado com antecedência, a nova versão deve dar um final para a viagem da família Robinson, algo que a produção dos anos 1960 nunca ofereceu aos fãs. O novo “Perdidos no Espaço” se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi desenvolvido por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), em parceria com Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. A data de estreia dos últimos episódios ainda não foi marcada. Eu amo dar boas notícias de galáxias distantes: Perdidos no Espaço foi renovada pra sua terceira e última temporada. pic.twitter.com/WOpn76n3HP — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) March 9, 2020

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  • Série

    Astro de Timeless viverá Drácula em novo projeto de série

    9 de março de 2020 /

    O ator croata Goran Visnjic, que estrelou a série “Plantão Médico” (E.R.) e recentemente foi o anti-herói de “Timeless”, viverá o vampiro Drácula no piloto da série “The Brides”, em desenvolvimento na rede ABC. Como indica o título, o projeto é mais focado nas três noivas de Drácula e é apresentado como uma “reinvenção contemporânea e sexy” das personagens icônicas com “fortes elementos de horror”. Para quem não sabe, as “noivas” foram criadas por Bram Stoker em seu clássico gótico “Drácula”. Eram originalmente três vampiras que viviam com Drácula em seu castelo na Transilvânia, onde usavam seu charme para seduzir e enfeitiçar os homens, antes de sugá-los, até serem exterminadas por Van Helsing. Além de aparecerem em inúmeros filmes sobre a origem de “Drácula”, elas também já tiveram um filme próprio em 1960, um clássico da Hammer lançado no Brasil como “As Noivas do Vampiro”. O piloto foi encomendado em janeiro passado, mas o projeto na verdade é antigo. A premissa chegou a ser apresentada para a rede americana NBC em 2015, que na época não se interessou. Mas, desde então, o criador da série, Roberto Aguirre-Sacasa, se tornou um dos produtores-roteiristas mais bem-sucedidos da WBTV (Warner Bros. Television), autor de “Riverdale”, “O Mundo Sombrio de Sabrina” e “Katy Keene”. A premissa do projeto é que as três noivas de Drácula não só sobreviveram ao ataque de Van Helsing como vivem na Nova York dos dias atuais. A trama irá mostrar “o que elas fazem para manter a riqueza, o prestígio e o legado de sua família não-tradicional”. Gina Torres (“Suits”) e Katherine Reis (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) já foram escaladas como duas das noivas, Cleo e Lily, a mais velha e a mais nova, respectivamente. O papel da noiva do meio, Renée, ainda não foi preenchido. O elenco também conta com Chris Mason (“Pretty Little Liars: The Perfectionists”), no papel de um magnata que confronta Cleo, e Sophia Tatum (“I Am Not Ok with This”) como uma modelo que cruza o caminho de Renée.

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