Os Novos Mutantes: Comerciais do filme trazem muitas cenas inéditas
A 20th Century Studios (ex-Fox) divulgou dois comerciais de “Os Novos Mutantes” repletos de cenas inéditas. Uma das prévias destaca um combate entre Magia (Anya Taylor-Joy), que aparece com sua espada mágica, e o demoníaco Urso Místico. O visual é bastante fiel aos quadrinhos. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”) como Miragem e o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar. Para completar, o elenco inclui a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. A direção é de Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) e a estreia está marcada para 2 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Pedro Coelho 2 tem estreia adiada pela epidemia de coronavírus
A Sony adiou a estreia de “Pedro Coelho 2: O Fugitivo” por conta da epidemia do coronavírus. Previsto para 3 de abril, agora só chegará aos cinemas norte-americanos em 7 de agosto. A mudança deve afetar o lançamento no Brasil, onde o longa deveria chegar no dia 30 de abril. Este já é o segundo filme adiado devido ao covid-19. “007 – Sem Tempo Para Morrer” também teve sua estreia adiada por conta do surto. A continuação de “Pedro Coelho” (2018) já tinha divulgado trailers e pôsteres para promover a estreia original, e a mudança deve encarecer os custos da produção. Novamente escrito e dirigido por Will Gluck e com o mesmo elenco do longa anterior, o filme acompanha Pedro Coelho (Peter Rabbit no original em inglês) organizando uma fuga dos animais da fazenda para a cidade grande. Com dificuldades para se ajustar à amizade inesperada com o fazendeiro “Severino” (o personagem de Domhnall Gleeson na verdade se chama McGregor em inglês), Pedro/Peter se rebela e convence os demais animais a segui-lo para a cidade, onde planeja assaltar uma feira livre por comida. Claro que dá tudo errado e seus “papais” Severino e Bea (Rose Byrne) precisam intervir para salvar os bichinhos. Os dubladores dos coelhos são os mesmos do primeiro filme, com James Corden no papel-título e nada menos que Margot Robbie, Daisie Ridley e Elizabeth Debicki como coelhinhas. Entre as novidades, há um novo coelho dublado por David Oyelowo (“Selma”).
Harvey Weinstein chegou a desejar morte de Jennifer Aniston em email
De acordo com documentos do julgamento de Harvey Weinstein obtidos pela equipe da revista Variety, o ex-produtor, condenado por abuso sexual e estupro, teria desejado a morte de Jennifer Aniston em 2017. Em 31 de outubro daquele ano, pouco depois do surgimento das primeiras reportagens sobre a rotina de assédio, abusos e até estupros de Weinstein, uma jornalista da revista National Enquirer quis saber o que ele tinha a dizer sobre alegações de que teria apalpado o corpo de Aniston — acusação não confirmada pelos representantes legais da atriz. Sua resposta, em email enviado ao jornal, foi curta: “Jen Aniston deveria ser morta”. Os emails foram obtidos e revisados pela revista Variety nesta terça (11/3), no tribunal de Nova York, nos Estados Unidos. O processo movido contra Weinstein possui mais de mil páginas de documentos.
The Undoing: Nicole Kidman é suspeita de assassinato em trailer de minissérie da HBO
A HBO divulgou um novo trailer legendado da minissérie de suspense “The Undoing”, que volta a reunir a atriz Nicole Kidman e o roteirista-produtor David E. Kelley, após o sucesso de “Big Little Lies”. A prévia mostra Kidman surpreendida por uma investigação criminal em que é a principal suspeita. Com seis episódios, a atração é baseada no livro “You Should Have Known” (2014), de Jean Hanff Korelitz, e gira em torno da personagem de Kidman, Grace Sachs, uma terapeuta de sucesso que está às vésperas de publicar seu primeiro livro. Sua vida perfeita ainda inclui um marido dedicado e um filho que frequenta uma escola particular de elite em Nova York. Entretanto, essa aparente felicidade é abalada por um acontecimento inesperado, que põe em cheque tudo aquilo em que ela acreditava. A atração marca a estreia do ator inglês Hugh Grant em sua primeira minissérie americana, como o marido de Kidman. O elenco também destaca Edgar Ramirez (“A Garota no Trem”), Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Noah Jupe (“Um Lugar Silencioso”), Lily Rabe (“American Horror Story”) e Michael Devine (“Limitless”). A série tem previsão de estreia para 10 de maio.
The Third Day: Jude Law vai parar em ilha sinistra no trailer de série de terror
A HBO divulgou o primeiro trailer de “The Third Day”, minissérie de terror estrelada por Jude Law. A minissérie se passa em uma ilha misteriosa na costa da Grã Bretanha e acompanha Sam (Law), que ao chegar no local descobre o mundo nada comum de seus habitantes. Isolada do Reino Unido, a ilha tem rituais pouco convencionais, e essa experiência faz o protagonista reviver um trauma do passado, colocando-o em conflito com os moradores. Fãs de filmes terror devem perceber que certos detalhes da premissa remetem ao clássico “O Homem de Palha” (1973). “The Third Day” tem, ao todo, seis episódios escritos por Dennis Kelly (criador da série “Utopia”) e dirigidos pelo cineasta Marc Munden (“A Lenda do Tesouro Perdido”). A atração mantém Jude Law na HBO, após o ator britânico estrelar “The Young Pope” e “The New Pope”. Por coincidência, tanto as minisséries papais quanto a nova trama de terror são coproduções do canal americano com o europeu Sky. Além de Law, o elenco de “The Third Day” ainda inclui Naomie Harris (“Moonlight”), Emily Watson (“Chernobyl”), Katherine Waterston (“Animais Fantásticos”) e Freya Allan (“The Witcher”). A estreia está marcada para 11 de maio.
Leandro Hassum faz piada com passaporte paraguaio de Ronaldinho Gaúcho
O comediante Leandro Hassum resolveu fazer piada com o caso dos passaportes falsos de Ronaldinho Gaúcho e de seu irmão Assis. Em sua conta oficial no Instagram, o humorista postou uma foto vestido de mulher, acompanhada por uma manchete que afirma que ele se arrumou para tirar foto para um passaporte paraguaio. “Dá para ver que sou eu, né. Só acordei na Vibe de me arrumar”, acrescentou Hassum na legenda. Ronaldinho e Assis foram detidos na quarta-feira (4/3) por entrarem no Paraguai com documentos falsos. Ambos alegam que não sabiam que os passaportes, que os apresentam como paraguaios naturalizados, eram irregulares. Os dois continuam presos nesta terça (10/3) e sem perspectiva de liberdade. Ver essa foto no Instagram Dá para ver que sou eu né. Só acordei na Vibe de me arrumar. Uma publicação compartilhada por Leandro Hassum (@leandrohassum) em 10 de Mar, 2020 às 5:55 PDT
Cancelamento Cultural: Globo desiste de série sobre crime do goleiro Bruno
A patrulha politicamente correta comemora seu primeiro cancelamento cultural importante no Brasil. A Globo desistiu de produzir uma série sobre o crime do goleiro Bruno, condenado por assassinar Eliza Samúdio, modelo com quem teve um filho, após pressão da escritora de novelas Gloria Perez e da mãe da vítima. A produção estava em fase embrionária, mas deveria ser protagonizada por Vanessa Giácomo (“Divã a 2”), dirigida por Amora Mautner (“Assédio”) e escrita por Lucas Paraizo (“Sob Pressão”). Para este projeto, a emissora chegou a adquirir os direitos do livro “Indefensável – O Goleiro Bruno e a História de Morte de Eliza Samúdio”, lançado em 2014. Após descobrir o projeto da Globo, Gloria Perez usou seu perfil no Twitter para reclamar. “Oi? Só pode ser piada! E de mau gosto!”, ela postou em resposta a uma reportagem sobre a produção. A repercussão negativa ganhou força após a divulgação de que a primeira cena da produção teria cachorros da raça rottweiler devorando o corpo de Eliza, simulando parte do crime. Vale lembrar que Perez também é mãe de uma vítima de feminicídio e reage com extrema sensibilidade ao tema. Mas muitos também esquecem que uma das séries mais premiadas dos últimos tempos abordou uma história real com muitos paralelos em relação ao caso de Bruno. Lançada em 2016, “The People v. OJ Simpson: American Crime Story” contou a história de um atleta famoso dos EUA que teria matado a ex-mulher e, pior do que aconteceu no Brasil, se safado na justiça americana. O canal pago FX jamais cogitou cancelar a produção. O resultado foram 13 prêmios Emmy (o Oscar da televisão), inclusive como Melhor Série Limitada. Mais que isso: lançou outra temporada de “American Crime Story” em 2018, focada em novo assassinato famoso: o do estilista Gianni Versace, enfrentando a ira da poderosa família italiana. “The Assassination of Gianni Versace” voltou a vencer 13 troféus no Emmy, entre eles, novamente, o de Melhor Série Limitada. Nenhuma das duas temporadas glorificou os crimes ou os assassinos. Ao contrário, ajudou a denunciar o machismo, a impunidade gerada pela fama e pelo dinheiro e até a má vontade da polícia em investigar certos casos que, como diria o governo Bolsonaro, são de minorias. Tudo indica que a série sobre o assassinato de Eliza Samúdio faria parte de uma iniciativa da Globoplay para dramatizar crimes brasileiros famosos, que será inaugurado por uma minissérie centrada no assassinato da vereadora Marielle Franco – contra a qual não há registro de protesto da turba politicamente e seletivamente correta. É um filão que sempre fez sucesso na imprensa nacional, mas ainda permanece pouco explorado no audiovisual. “O Assalto ao Trem Pagador” (1962), “O Bandido da Luz Vermelha” (1968), “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” (1977), “O Caso Cláudia” (1979), que inclusive retrata um feminicídio, o recente “O Sequestro do Ônibus 174” (2002) e a própria série “Assédio” (2018), da Globo, são exemplos de produções brasileiras do gênero “true crime”, que na próxima semana receberá mais dois exemplares, “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, sobre o caso de Suzane von Richthofen. Mas talvez o mais importante de todos esses filmes venha a ser o vindouro “Ângela”, de Hugo Prata (“Elis”), que pretende contar a história do assassinato da socialite Ângela Diniz, a “Pantera de Minas”, pelo “playboy” Doca Street em 1976, a história mais famosa de feminicídio do país, que ao usar a tese da “defesa da honra” em seu julgamento deu origem ao movimento “quem ama não mata” e à primeira grande mobilização de mulheres contra a violência doméstica no Brasil. Os politicamente corretos serão contra esse conteúdo?
Corey Feldman acusa Charlie Sheen de estuprar Corey Haim quando este era menor
Corey Feldman, que foi um dos atores mirins mais famosos dos anos 1980 – estrela de “Os Goonies”, “Conta Comigo”, “Garotos Perdidos”, etc – , lançou na noite de segunda (9/3) o documentário “My Truth: The Rape of Two Coreys”, em que ele denuncia os homens que supostamente teriam abusado sexualmente dele e do amigo Corey Haim, seu colega em “Garotos Perdidos” e “Sem Licença para Dirigir”, quando ainda eram menores. O nome do astro Charlie Sheen aparece entre os acusados. Segundo Feldman, Sheen estuprou Haim durante as gravações do filme “A Inocência do Primeiro Amor” (1986), que ambos protagonizaram. No documentário, ele alega que seu amigo, falecido em 2010, lhe contou tudo o que teria acontecido na época. “Isso não foi uma coisa do tipo que aconteceu uma vez. Isso não foi como: ‘Ah, por falar nisso, isso aconteceu’. Ele deu muitos detalhes sobre isso”, alega Feldman no documentário. E, em seguida, cita os detalhes. “Ele me disse: ‘Charlie me curvou entre dois carros, passou óleo nas minhas nádegas e me estuprou em plena luz do dia’. Qualquer pessoa poderia ter passado, qualquer um poderia ter visto.” A ex-mulher de Feldman, Susannah Sprague, reforçou a acusação em seu depoimento. “Ele me contou que foi estuprado no set do filme quando ainda era um garoto”, disse. “Ele me contou que Charlie Sheen foi o responsável”, apontou. Haim tinha 13 anos durante as gravações de “A Inocência do Primeiro Amor” (1986), enquanto Charlie Sheen estava com 19 anos. Procurado pela revista Entertainment Weekly, Sheen negou de forma categórica qualquer envolvimento no caso. Não é a primeira vez que esta história vem à tona. Em 2017, no começo do movimento #MeToo, o ator Dominick Brascia (“Sexta-Feira 13 – Parte 5: Um Novo Começo”) tornou-se o primeiro a contar ter ouvido de Corey Haim que ele e Sheen fizeram sexo durante a filmagem de “A Inocência do Primeiro Amor”. Mas sua versão tinha detalhes diferentes. “Ele me disse que eles fumaram maconha e transaram. Ele disse que eles fizeram sexo anal. Haim me contou que, depois, Sheen ficou muito distante e o rejeitou. Quando Corey quis ficar de novo, Charlie não teve interesse.” Na época, Sheen também negou as alegações e instaurou processos legais por difamação contra o responsável pela declaração, que acabou morrendo em 2018. Judy Haim acredita que Dominick Brascia foi quem, na verdade, abusou de seu filho, e teria lançado essa cortina de fumaça para escapar da acusação. Brascia também é nomeado como suposto molestador de Haim no documentário de Feldman, lançado em Los Angeles na segunda-feira. Em seu documentário, Feldman ainda afirma ter sido, ele próprio, abusado sexualmente por outros três homens quando jovem: o ator Jon Grissom, o dono de boate Alphy Dominick e o empresário de jovens talentos Marty Weiss. “Eu já disse que não fui eu. Eu estou cansado de dizer e de ninguém me ouvir. Eu não vou mais repetir isso”, afirmou Grissom, ao negar as acusações. Feldman, que também era amigo pessoal de Michael Jackson, não nomeou o cantor em seu filme. Com comportamento considerado bizarro, o ator tem se apresentado como vítima de ameaças desde que anunciou o projeto, inclusive alegando ter sobrevivido a uma tentativa de assassinato. A polícia não encontrou evidências do ataque, nem mesmo do ferimento à faca supostamente sofrido pelo ator. Durante a première do documentário, na noite passada, Feldman chegou a interromper a projeção do documentário, acompanhada por amigos pessoais e integrantes da imprensa, para anunciar que o streaming simultâneo da produção estava sendo sabotado. Ele ameaçou até não mostrar o resto do filme – a parte em que nomeava as pessoas citadas acima. Mas, depois da performance, retomou a sessão.
Falcão e o Soldado Invernal tem gravações paralisadas devido ao coronavírus
A Disney paralisou as gravações da série “Falcão e o Soldado Invernal” em Praga, por conta da epidemia de coronavírus. O projeto estava sendo filmando em Atlanta (EUA), onde a Marvel Studios filmou a maioria de seus filmes, mas a Disney transferiu a produção para a capital da República Tcheca na semana passada. Nesta terça (10/3), todo o elenco e a equipe foram instruídos a voltar para Atlanta. A decisão de paralisar as gravações foi tomada depois que o Ministério da Saúde tcheco fechou escolas e impôs outras restrições a eventos e viagens. Também hoje, o Festival Internacional de Cinema de Praga foi cancelado. O estúdio não informou se a série continuará a ser gravada em nova locação, nem se a previsão de estreia para agosto de 2020, na plataforma Disney+ (Disney Plus), será mantida. “Falcão e o Soldado Invernal” aborda o legado do Capitão América e continua a história do filme “Vingadores: Ultimato”, mostrando o que aconteceu após Sam Wilson, o Falcão, receber o escudo de Steve Rogers. Além do Falcão (Anthony Mackie), Buck Barnes (Sebastian Stan), o Soldado Invernal, era outro forte candidato para a vaga de sucessor do Capitão. Mas a série vai introduzir ainda um terceiro postulante, John Walker, o Agente Americano – vivido por Wyatt Russell (“Operação Overlord”), filho dos atores Kurt Russell e Goldie Hawn. A história está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, além dos heróis citados, também traz Emily Van Camp de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retoma a identidade de Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”.
Ex-deputado que chamou artistas de “vagabundos da Lei Rouanet” vira réu em processo por difamação
A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) tornou réu o ex-deputado Wladimir Costa (SD-PA), que agora irá responder à processo por ter chamado de “vagabundos da Lei Rouanet” os atores Glória Pires, Letícia Sabatella, Wagner Moura e Sônia Braga. Celebrizado por ter tatuado “Temer” no braço direito, ele enfrentará uma ação penal na primeira instância do Judiciário, já que não se reelegeu e perdeu o direito ao foro privilegiado. “O parlamentar lançou injúrias, difamação, imputou crime também a integrantes do setor artístico sem que tenha qualquer relação com o exercício do mandato. Foram proferidas palavras para atingir efetivamente a honra dessas pessoas”, disse o ministro Luiz Fux em seu voto. Além de Fux, votaram pelo recebimento da queixa-crime os ministros Marco Aurélio Mello, Luís Roberto Barroso e Rosa Weber. Divergiu, para rejeitar a acusação, Alexandre de Moraes. A decisão cria jurisprudência e serve como punição educativa. Como disse o relator, ministro Luís Roberto Barroso, o “parlamento não é para o livre mercado de ofensas”.
Resgatada do cancelamento, One Day at a Time ironiza a Netflix
O Pop TV antecipou a primeira cena da 4ª temporada de “One Day at a Time”, série que o canal pago americano “salvou” do cancelamento, após ser dispensada pela Netflix. O vídeo mostra logo nos primeiros segundos uma alfinetada na plataforma de streaming, ironizando sua programação após o cancelamento. “E aí, já decidimos o que vamos assistir?”, pergunta a personagem Penelope (Justina Machado) ao entrar na sala onde sua família a espera. “Não. Não tem nada mais de bom na Netflix”, responde o filho Alex (Marcel Ruiz). A piada, entretanto, também vale para a própria Pop TV, que na semana passada cancelou três de suas cinco séries originais – e a quarta acaba em 7 de abril. Antes de terminar, a prévia de um minuto ainda introduz a participação especial de Ray Romano (“Everybody Loves Raymond”), na pele de um pesquisador de censo demográfico. Ao contrário do que acontecia na Netflix, a nova temporada de “One Day at a Time” terá seus episódios disponibilizados semanalmente na TV americana. A estreia está marcada para 24 de março e não há expectativa de transmissão no Brasil. Allow us to reintroduce: The Alvarezs. 😂 Here's your first look at the season premiere of #ODAAT, returning March 24th on @PopTV! pic.twitter.com/LSquYoZOWQ — One Day at a Time (@OneDayAtATime) March 10, 2020
John Boyega vai produzir filmes africanos para a Netflix
O ator inglês John Boyega, astro da nova trilogia “Star Wars”, firmou uma parceria com a Netflix para desenvolver filmes de língua não-inglesa realizados na África. Pelo contrato, a produtora UpperRoom Productions, fundada por Boyega em 2016, fará projetos de filmes baseados em histórias, literatura, mitologia, personagens e outros elementos de países africanos. Os primeiros três filmes da parceria incluem duas produções da Nigéria e uma do Egito. “A África é rica em histórias e, para a Netflix, essa parceria com John e UpperRoom apresenta uma oportunidade para aumentar nosso investimento no continente, trazendo histórias africanas únicas para nossos membros na África e no mundo”, disse David Kosse, vice-presidente de filmes internacionais da Netflix, em comunicado. Filho de nigerianos, Boyega já produziu um filme no continente, o sul-africano “God Is Good”, realizado por sua produtora UpperRoom, que ainda não chegou aos cinemas, nem tem previsão de estreia. Já a Netflix lançou sua primeira série africada em fevereiro passado, “Queen Sono”, produção de espionagem e ação da África do Sul, que foi bastante elogiada pela crítica internacional – tem 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Jungle Cruise: Indiana Jones da Disney ganha novo trailer legendado
A Disney divulgou o pôster e o segundo trailer legendado de “Jungle Cruise”, estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson (“Velozes e Furiosos 8”) e Emily Blunt (“Um Lugar Silencioso”). A prévia é um passeio temático por várias referências do cinema de aventura. Embora os ingredientes principais possam ser resumidos num mashup das franquias “Indiana Jones” e “Piratas do Caribe”, o vídeo de menos de dois minutos alude também a “Uma Aventura na África” (1951), “A Jóia do Nilo” (1985), “A Múmia” (1999), ao game “Tomb Raider” e até mesmo “Anaconda” (1997). “Jungle Cruise” é inspirado num dos passeios mais antigos da Disneylândia, inaugurado em 1955, onde as pessoas viajam a bordo de um barco pitoresco pelo rio de uma selva povoada por animais e tribos “selvagens”. Já a trama conta com a premissa básica de toda aventura de Indiana Jones, uma busca incansável para encontrar uma “coisa mágica”, perdida em lugar remoto, que pode mudar o mundo, mas que é guardada por “algo sobrenatural” e cobiçada também por inimigos fardados com recursos superiores – como um improvável submarino no Rio Amazonas. O filme foi escrito pela dupla Glenn Ficarra e John Requa (“Golpe Duplo”) em parceria com Michael Green (“Logan”), e tem direção de Jaume Collet-Serra (“O Passageiro”). A estreia está marcada para 23 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.












