Criador de House of Cards desenvolve série baseada no jogo de tabuleiro Risk
O roteirista Beau Willimon, criador de “House of Cards”, da Netflix, vai transformar o jogo de tabuleiro “Risk”, da Hasbro, numa série. O projeto é o primeiro resultado da assinatura de um contrato de Willimon com o estúdio eOne, de propriedade da Hasbro, para desenvolver novas atrações. Willimon, que também criou o drama espacial “The First”, da Hulu, escreverá e supervisionará a adaptação do jogo de estratégia, que foi criado pelo cineasta Albert Lamorisse (“A Viagem de Balão”) em 1957 e se tornou um dos jogos de tabuleiro mais populares da história. No Brasil, o equivalente mais parecido se chama “War”. “Risk” se junta a outros projetos da eOne focados no catálogo de propriedades da empresa gigante de brinquedos. Comprado pela Hasbro em 2019 por cerca de US$ 4 bilhões, o estúdio também está trabalhando em adaptações para TV e cinema de “Power Rangers”, “Dungeons and Dragons”, “Monopoly”, “Action Man”, “GI Joe” e “Clue” (jogo conhecido no Brasil como “Detetive”).
Darren Aronofsky troca grandes estúdios pelo cinema independente
O cineasta Darren Aronofsky (de “Noé” e “Cisne Negro”) vai voltar ao cinema independente. Ele fechou com o estúdio A24 para realizar seu próximo filme, “The Whale”, que será estrelado por Brendan Fraser (“Patrulha do Destino”). O filme é uma adaptação da peça de mesmo nome de Samuel D. Hunter. O próprio dramaturgo vai escrever o roteiro. A produção de 2012 foi elogiada pelo New York Times e ganhou vários prêmios – como o Drama Desk Award, o Lucille Lortel Award e um GLAAD Media Award. “Adaptar minha peça em um roteiro foi um verdadeiro trabalho de amor para mim”, disse Hunter. “Esta história é profundamente pessoal e estou muito grato por ter a chance de atingir um público mais amplo. Sou fã de Darren desde que vi “Réquiem para um Sonho”, quando era um calouro na faculdade, escrevendo minhas primeiras peças, e sou muito grato por ele ter trazido seu talento e visão singulares para este filme. ” “The Whale” é o primeiro filme de Aronofsky desde a polarização gerada pelo longa “Mãe!”, produção da Paramount estrelada por Jennifer Lawrence em 2017.
Filme sobre a cantora Billie Holiday ganha primeiro trailer
A plataforma Hulu divulgou o trailer da cinebiografia de Billie Holiday, com cenas de blues, drogas e prisão feminina. Intitulado “The United States Vs. Billie Holiday”, o longa do diretor Lee Daniels (criador da série “Empire”) se concentra no período em que a lendária artista de blues e jazz foi alvo de uma operação de agentes federais com o objetivo de proibi-la de cantar sua famosa música de 1939, “Strange Fruit”, um protesto contra os linchamentos de negros americanos. O longa foi co-escrito por Daniels e Suzan-Lori Parks, primeira mulher afro-americana a receber um Prêmio Pulitzer (por sua peça “Topdog / Underdog”) e responsável pela 3ª temporada de “Genius” (sobre a vida da cantora Aretha Franklin). O elenco destaca a cantora Andra Day (“Marshall: Igualdade e Justiça”) no papel principal e também conta com Trevante Rhodes (“Moonlight”), Garrett Hedlund (“On the Road”), Natasha Lyonne (“Orange Is the New Black”), Rob Morgan (“Stranger Things”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome É Dolemite”), Evan Ross (“Star”) e Tyler James Williams (“Todo Mundo Odeia o Cris”). “The United States Vs. Billie Holiday” é o segundo filme produzido sobre a vida de Billie Holiday. O primeiro, “O Ocaso de uma Estrela” (Lady Sings the Blues), de 1972, rendeu indicação ao Oscar de Melhor Atriz para a cantora Diana Ross. A estreia vai acontecer em streaming em 26 de fevereiro nos EUA, a tempo de integrar a qualificação para o Oscar 2021. Devido à pandemia de coronavírus, os períodos de elegibilidade para longas-metragens concorrerem ao Oscar deste ano foram excepcionalmente estendidos para lançamentos até 28 de fevereiro.
Nicole Kidman e Javier Bardem negociam viver astros de I Love Lucy em filme
Nicole Kidman e Javier Bardem estão em negociações para interpretar Lucille Ball e Desi Arnaz, os astros casados do sitcom clássico “I Love Lucy” (1951-1957), num filme sobre o relacionamento que marcou época na TV americana. Intitulado “Being the Ricardos”, o filme vai se passar durante uma semana de produção de “I Love Lucy”, quando Lucy e Desi enfrentam uma crise que pode encerrar suas carreiras e seu casamento. O cineasta Aaron Sorkin (“Os 7 de Chicago”) assina o roteiro e vai dirigir o longa para a Amazon Studios. Os contratos ainda precisam ser fechados por ambos os atores, mas a produção ainda não tem previsão para começar, já que a pandemia de covid-19 continua a paralisar os planos dos estúdios de cinema.
Criador de Giri/Haji será responsável pela série de Batman na HBO Max
O roteirista britânico Joe Barton, criador da série “Giri/Haji” na Netflix, juntou-se à série derivada do novo longa de “Batman” como showrunner e produtor executivo, substituindo Terence Winter (“Boardwalk Empire”), que se afastou do projeto em novembro, alegando diferenças criativas com o diretor do filme, Matt Reeves. Desenvolvida para a plataforma HBO Max, a produção pretende acompanhar os detetives do DPGC, o departamento de polícia de Gotham City, enfrentando a criminalidade e a corrupção nas ruas da cidade. A ideia é inspirada nos quadrinhos de “Gotham Central”, criado pelos roteiristas Ed Brubaker e Greg Rucka. Ainda sem título definido, a série se passaria durante o “Ano Um” da carreira de Batman. Isto localiza a trama como um prólogo de “Batman”, que Reeves já disse ser ambientado durante o “Ano 2” do personagem-título. Ao anunciar o projeto em agosto passado, o diretor não esclareceu se Batman ou mesmo o Comissário Gordon de seu longa-metragem aparecerão na série, mas observou que a trama seguirá um policial que luta contra a corrupção dentro da GCDP (departamento de polícia de Gotham). Enquanto isso acontece, o mito do Cavaleiro das Trevas começa a crescer, então provavelmente a série fará referências ao herói. Dito isto, não está claro se as estrelas de “Batman”, Robert Pattinson (Batman/Bruce Wayne) e Jeffrey Wright (James Gordon), aparecerão no lançamento da HBO Max.
Rod Perry (1941 – 2020)
O ator Rod Perry, que estrelou a série “SWAT” nos anos 1970, morreu em 17 de dezembro aos 86 anos, anunciou sua família nesta segunda (11/1). Ele se destacou como atleta – estabeleceu o recorde mundial nos 200 metros com barreiras em 1957 – antes de se tornar modelo para a agência Ford e estrear na Broadway como ator em 1968. Um de seus primeiros papéis na tela foi no telefilme “The Autobiography of Miss Jane Pittman” (1974), em que retratou Joe Pittman, um cowboy que tem um casamento breve, mas feliz, com a mulher do título (Cicely Tyson). A estreia no cinema aconteceu no ano seguinte, durante o ciclo da blaxploitation, vivendo o “poderoso chefão” de “A Fúria do Poderoso Chefão” (1974). Ele ainda participou de outro lançamento do gênero, “The Black Gestapo” (1975), antes de ingressar na “SWAT”. Rod Perry interpretou o sargento David “Deacon” Kay ao lado de Steve Forrest e Robert Urich na série policial, produzida por Aaron Spelling e Leonard Goldberg. Apesar de ter durado só 37 episódios entre 1975 e 1976, as reprises transformaram a atração num grande sucesso, que, mais recentemente, inspirou um filme e um revival televisivo. O longa “SWAT” de 2003 também contou com participação de Perry como o pai de seu personagem original, vivido no cinema por LL Cool J (Jay Harrington interpreta o mesmo personagem na versão atual da série). Outros de seus trabalhos televisivos incluem aparições em episódios das séries “Barney Miller”, “Good Times”, “Projeto U.F.O.” e “Babylon 5”.
Marvel vai manter Deadpool para maiores
A Disney não pretende lançar o novo filme de Deadpool para crianças. Em entrevista para o site Collider, o chefão do Marvel Studios, Kevin Feige, anunciou que vai manter o estilo e a classificação para maiores da franquia, que em seu terceiro longa entrará oficialmente no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Com isso, os fãs finalmente poderão ver Deadpool zoar os Vingadores e, se a Sony topar, até o Homem-Aranha. Ryan Reynolds continuará a interpretar o mercenário boca-suja. Mas isto também embute uma má notícia. Como o ator está com a agenda lotada e a Marvel tem vários outros filmes em desenvolvimento, Feige confirmou que “Deadpool 3” ainda vai demorar para chegar aos cinemas. “Será para maiores, e estamos trabalhando no roteiro, com supervisão de Ryan. Não vamos filmar em 2021, […] temos algumas coisas que estão na frente na fila, mas estou animado”, disse Feige ao Collider. Na entrevista, o executivo também exaltou a forma como Ryan Reynolds “dá vida a um personagem diferente de tudo o que temos no MCU”. Este detalhe é que teria garantido a continuidade da franquia, enquanto todos os demais personagens da Marvel que estavam na Fox passarão por reboots para entrar no MCU. Para começar o projeto de “Deadpool 3”, a Marvel Studios já contratou as irmãs roteiristas Wendy Molyneux e Lizzie Molyneux-Logelin, que assinaram vários episódios da série animada adulta “Bob’s Burgers”. Elas ganharam um Emmy por seu trabalho na atração do canal Fox em 2017 e vão escrever a nova história do personagem dos quadrinhos.
Ben Affleck vai dirigir sua primeira fantasia infantil para a Disney
O astro Ben Affleck (“Liga da Justiça”) fechou seu primeiro contrato com a Disney como diretor. Ele vai comandar a adaptação da série de livros de fantasia infantil “Guardiã das Cidades Perdidas” (Keeper of the Lost Cities). Os best-sellers de Shannon Messenger são centrados em Sophie, uma garota de 12 anos com telepatia. Enquanto Sophie desvenda o mistério por trás de seus poderes, ela descobre que não é humana, mas sim de um mundo paralelo, que existe ao lado do nosso. A saga literária já tem oito volumes, com um nono a caminho, e já vendeu mais de 2,5 milhões de exemplares. Além de dirigir, Affleck também está escrevendo a adaptação em parceria com a roteirista Kate Gritmon (assistente de “Game of Thrones”). Não há previsão para o começo da produção ou estreia.
Nova comédia das criadoras de Missão Madrinha de Casamento ganha teaser
A Lionsgate divulgou o pôster e o teaser de “Barb & Star Go to Vista Del Mar”, comédia que volta a reunir a dupla responsável pelos sucesso de “Missão Madrinha de Casamento” (2011), as comediantes Kristen Wiig e Annie Mumolo. A prévia traz as duas discutindo que, se tivessem seu próprio filme, não iriam querer revelar nada no trailer – especialmente seus rostos. O vídeo, ao som de “Holiday”, de Madonna, realmente não revela nenhum de seus rostos, mas apresenta homens sem camisa, estampas havaianas, piruetas, muito protetor solar e um covil do mal. Na trama, elas vivem melhores amigas que embarcam na maior aventura de suas vidas quando decidem deixar sua pequena cidade do meio-oeste pela primeira vez para passar férias na Flórida, mas além de diversão encontram um vilão maligno que planeja matar todos na cidade. Wiig e Mumolo também escreverem o roteiro da comédia, que marca a estreia na direção de Josh Greenbaum, após comandar episódios das séries “New Girl” e “Fresh Off the Boat”. O elenco ainda inclui Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”), Damon Wayans Jr. (“New Girl”) e Wendi McLendon-Covey (“Os Goldbergs”). A estreia vai acontecer em 12 de fevereiro direto em VOD premium (PVOD) nos EUA.
Kevin Hart fecha contrato milionário com a Netflix
A Netflix pagou uma quantia milionária por um contrato com o comediante Kevin Hart (“Jumaji: Bem-Vindo à Selva”), garantindo exclusividade em seus próximos quatro filmes. O contrato (entre US$ 10 milhões e 99 milhões) segue o parâmetro da negociação da plataforma com Adam Sandler e vem na esteira do sucesso do especial de stand-up “Zero F*cks Given”, gravado na casa do comediante durante a pandemia do coronavírus. O especial foi o mais visto de 2020 na Netflix norte-americana. Além dos quatro longas estrelados por Hart, a Netflix também terá prioridade para distribuir os próximos projetos de Hart como produtor. Ele montou sua própria companhia, HartBeat Productions, que procurar outros estúdios se a Netflix rejeitar os projetos. “A parceria com a Netflix é uma oportunidade incrível para a HartBeat e para mim”, disse Hart em um comunicado. “Estou animado para atuar e produzir filmes de ponta com a Netflix. Sou extremamente grato a Ted Sarandos e Scott Stuber, compartilhamos a mesma visão criativa e sempre colocamos o público em primeiro lugar. Este negócio é sobre crescimento e minha equipe HartBeat continua a exceder minhas expectativas com sua capacidade de desenvolver histórias e relacionamentos. Nosso objetivo é tornar o nome HartBeat sinônimo de entretenimento e narrativas de primeira classe.” Diretor de cinema da Netflix, Scott Stuber acrescentou: “A Netflix tem um longo relacionamento com Kevin e tivemos a sorte de fazer parceria com ele várias vezes. Ele é um produtor ativo e tem sido ótimo vê-lo construir uma empresa incrível com HartBeat. São muito poucos os artistas que conseguem atrair públicos de todas as idades e conseguem fazer comédias, dramas e filmes para toda a família.”
Personagem do filme O Poder e a Lei vai ganhar série na Netflix
A Netflix encomendou uma série baseada no livro “The Lincoln Lawyer”, de Michael Connelly (batizado no Brasil como “Advogado de Porta de Cadeia”), que foi adaptado no filme “O Poder e a Lei”, estrelado por Matthew McConaughey em 2011. “O Poder e a Lei” foi o filme que fez McConaughey ser levado à sério, encerrando sua fase de galã de comédias românticas – três anos depois, ele venceu o Oscar (por “Clube de Compra Dallas”). O sucesso chegou a render anúncio da produção de uma continuação, que curiosamente nunca saiu do papel. O projeto da série circulava no mercado desde junho de 2019, quando estava sendo considerado pela rede CBS. Trata-se de uma nova produção de David E. Kelley, o prolífico produtor-roteirista que criou “Big Little Lies”, “The Undoing” e “Big Sky”, entre outras séries. Ele assina a série com o co-roteirista, produtor e showrunner Ted Humphrey (“The Good Wife”). A trama deve acompanhar outros casos defendidos pelo advogado Michael “Mickey” Haller, cujo escritório é o banco traseiro de seu carro da marca Lincoln, em que atende clientes de todos os tipos. Não vai faltar material para adaptação. Michael Connelly escreveu mais cinco livros sobre o advogado do Lincoln, e dois deles são crossovers com outra série literária do mesmo autor, que ironicamente virou série na Amazon: “Bosch”. Isto porque Mickey Haller é meio-irmão do detetive da polícia de Los Angeles Hieronymus “Harry” Bosch. O papel principal já está definido com Manuel Garcia-Rulfo (“Esquadrão 6”) como Mickey Haller, “Estou muito feliz em chamar a Netflix de nossa casa”, disse Connelly, que também vai produzir a adaptação, em um comunicado. “E estou animado para trazer essa história rica e multifacetada, cheia de personagens e mistérios intrigantes, para milhões de telespectadores – fãs novos e antigos – em todo o mundo.”
História dos Sex Pistols vai virar série do diretor de Trainspotting
O diretor Danny Boyle (“Trainspotting”) vai fazer uma minissérie sobre a banda Sex Pistols, responsável pela explosão punk no Reino Unido, para o canal pago americano FX. A série vai contar a história do grupo a partir da obra “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro do guitarrista da banda, Steve Jones. A adaptação foi feita pelo roteirista Craig Pearce (“Moulin Rouge!”), que escreveu os episódios com Frank Cottrell Boyce, roteirista que já abordou o período no filme “A Festa Nunca Termina” (24 Hour Party People, de 2002). “Steve Jones estava no centro da tempestade que abalou o establishment do rock e estamos emocionados em ter Danny e o resto da equipe criativa contando sua história como membro de uma das bandas mais notórias da música”, disse Nick Grad, presidente de conteúdo original do FX. A atração mostrará como Jones fundou a banda com o vocalista Johnny Rotten (John Lydon), o baterista Paul Cook e o baixista Glen Matlock – posteriormente substituído por Sid Vicious por saber tocar bem demais – além da vida em Londres nos anos 1970, especialmente da trupe que fazia ponto na butique Sex, de Vivienne Westwood e Malcolm McLaren. Os Sex Pistols da ficção serão interpretados por Toby Wallace (“The Society”) como Jones, Anson Boon (“Predadores Assassinos”) como Rotten, o estreante Jacob Slater como Cook, Fabien Frankel (“The Serpent”) como Matlock e Louis Partridge (“Enola Holmes”) como Vicious. O elenco ainda inclui Dylan Llewellyn (“Derry Girls”) como Wally Nightingale, que tocou com Jones no início, Sydney Chandler (“Don’t Worry Darling”) como a cantora Chrissie Hynde, Emma Appleton (“The Witcher”) como Nancy Spungen (namorada de Vicious) e Maisie Williams (“Game of Thrones”) no papel da ícone punk Jordan, uma atriz e modelo ligada a Westwood, que acompanhou o surgimento da banda em Londres e se tornou um símbolo da cultura punk pelo seu estilo. As gravações estão previstas para começar em março deste ano.
Atriz Eva Wilma está internada em UTI
A atriz Eva Wilma está internada na UTI do Hospital Vila Nova Star, pertencente à Rede D’Or, na cidade de São Paulo. Ela foi encaminhada à UTI após realizar uma baterias de exames após sentir sintomas de pneumonia. Segundo nota do hospital, foi descartado que ela tivesse sido contaminada com covid-19. O boletim médico explica ainda que o quadro é estável, mas ela está com cateter. “A atriz Eva Wilma permanece internada em leito de UTI no Hospital Vila Nova Star da Rede D’Or. A paciente está em tratamento de uma pneumonia. Encontra-se hemodinamicamente estável e sem febre. O quadro respiratório permanece estável com cateter de O2 de alto fluxo”, diz o texto. O assessor da veterana das novelas da Globo também confirmou que ela está em leito de UTI e em tratamento de pneumonia. Com 87 anos, ela permanece em atividade até hoje. Pioneira das novelas, começou a carreira na extinta TV Tupi, onde se tornou a maior estrela da emissora. Com a falência do canal, ela migrou para a Globo e rapidamente virou protagonista de diversas novelas icônicas, como “Sassaricando” (1987) e “A Indomada” (1997). Recentemente, ela esteve no ar na reprise de “Fina Estampa” (2011), dando vida à tia Íris. Mas o trabalho mais recente da atriz em novelas foi a interpretação da doutora Petra em “O Tempo não Para”, de 2018. No ano passado, ela ainda protagonizou um dos episódios de “Os Experientes”.












