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Filme

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    Chloe: Stalker digital protagoniza trailer de série de suspense

    29 de maio de 2022 /

    A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o trailer legendado de “Chloe”, minissérie de suspense que foi lançada em fevereiro no Reino Unido com muitos elogios, e vai chegar ao streaming mundial em 24 de junho. Coprodução da Amazon com a BBC, “Chloe” acompanha a história de Becky Green, uma stalker digital, obcecada em acompanhar as redes sociais de sua antiga amiga de infância Chloe Fairbourne. A vida encantadora de Chloe, o marido adorável e o círculo de amigos bem-sucedidos estão sempre a um clique de distância, num grande contraste com a própria vida de Becky cuidando da mãe, que foi diagnosticada com demência precoce. Até que Chloe morre de repente, deixando a stalker em crise de abstinência. Inconformada, ela quer continuar seguindo a vida – ou melhor, a morte – de Chloe. Para isso, assume uma nova identidade e se infiltra no cotidiano invejável dos amigos mais próximos da falecida. Só que seu alter-ego, Sasha, se torna mais popular e bem relacionada que a Becky da vida real. Ao mesmo tempo, ela descobre que a vida instagramável de Chloe era completamente diferente do que percebe ao se aproximar de sua rotina. O contraste levanta suspeitas, mas, para descobrir mais, Becky precisa mentir muito, arriscando-se a se perder em seu próprio jogo. Criada por Alice Seabright (roteirista e diretora de “Sex Education”), a minissérie é estrelada por Erin Doherty (a Princesa Anne de “The Crown”) como Becky e Poppy Gilbert (“Fique Comigo”) como Chloe, além de Billy Howle (“Legítimo Rei”), Pippa Bennett-Warner (“Gangs of London”), Jack Farthing (“Poldark”) e Brandon Micheal Hall (“Search Party”). Em seu lançamento na TV britânica, a atração atingiu 88% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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  • Série

    2ª temporada de “Star Wars: The Bad Batch” ganha trailer

    29 de maio de 2022 /

    A Disney+ divulgou o trailer da 2ª temporada da série animada “Star Wars: The Bad Batch”. Continuação de “Star Wars: A Guerra dos Clones” (Star Wars: The Clone Wars), a atração animada gira em torno do chamado “bad batch”, um grupo de clones imperiais que se diferencia por conta de falhas no processo de clonagem, que concederam a cada um deles personalidades e habilidades excepcionais. Após o fim da Guerra dos Clones, o grupo identificado como Força Clone 99 passa a ser considerado perigoso por tomar decisões independentes, em vez de apenas seguir ordens, e se torna foragido após resgatar outro clone defeituoso – uma adolescente e única clone feminina conhecida de Jango Fett. A prévia da 2ª temporada mostra como o grupo encontra um novo propósito ajudando vítimas da opressão do Império. O produtor-roteirista Dave Filoni, criador de “Star Wars: A Guerra dos Clones”, é o responsável pela produção da nova série, que foi desenvolvida pela roteirista Jennifer Corbett (“Star Wars Resistance”) e ainda conta com Brad Rau (“Star Wars Rebels”) como diretor principal. A estreia dos novos episódios está prevista para o outono norte-americano (nossa primavera). Veja abaixo o trailer da 2ª temporada em versões legendada e dublada em português.

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  • Etc

    Acusado de assédio e demitido, Noel Clarke vai processar todo mundo por falta de evidências

    29 de maio de 2022 /

    Acusado de assédio sexual, o ator e produtor britânico Noel Clarke teve prêmios rescindidos e séries canceladas. Mas um ano depois do escândalo, a Polícia Metropolitana de Londres anunciou não ter conseguido confirmar nenhuma das denúncias, encerrando as investigações após atingir o limite de tempo para prosseguir sem resultados por falta de evidências. Um dos mais promissores astros do Reino Unido, Clarke foi a falência e fechou sua produtora por causa de um artigo publicado em maio de 2021 pelo jornal The Guardian, com depoimentos nominais e em off de cerca de 20 mulheres que trabalharam com ele em projetos de cinema e TV nos últimos anos. As alegações incluíam desde toques inadequados até a filmagem secreta de uma atriz nua durante um teste de papel. As denúncias assumidas foram feitas por Gina Powell, que trabalhou para Clarke como produtora por três anos, e a atriz Jahannah James, que apareceu no filme “Brotherhood” (2016), final de uma trilogia aclamada que o ator dirigiu e estrelou. Todas as demais acusações foram em “off”, sem identificação. Clarke sempre negou todas as acusações e a investigação policial não conseguiu provar malícia de sua parte. Neste fim de semana, ele desabafou numa entrevista ao jornal Daily Mail: “Não houve prisão, nenhuma acusação, nenhum julgamento, nenhum veredicto, mas fui criminalizado. Esta é uma forma de macarthismo moderno.” “Se não precisamos mais de polícia, juízes e júris, se precisamos apenas das mídias sociais e de declarações na imprensa, então em que mundo vivemos?”, ele continuou. “Em que ponto as emissoras de TV deste país se tornaram juízes, júris e executores de pessoas? Em que ponto a BAFTA (Academia de TV e Cinema do Reino Unido) decidiu que não seu objetivo não é mais sobre filmes, mas julgar a vida das pessoas? Isso não é apenas sobre mim, é maior, é sobre o direito à Justiça. Sim, as pessoas disseram essas coisas sobre mim, mas se eu disser que você é um burro, isso não faz de você um burro, faz?” Sua menção à BAFTA se deve à retirada de um prêmio em homenagem às suas conquistas notáveis na indústria cinematográfica britânica. Já a parte das emissoras refletem o fato de os canais britânicos ITV e Sky terem rompido suas relações profissionais com o ator, levando ao cancelamento da série policial “Bulletproof” e à interrupção da minissérie “Viewpoint”. Ele agora está processando a BAFTA e o jornal The Guardian por difamação. Ele também está processando a editora de revistas Conde Nast, que publicou um artigo sobre a polêmica na revista GQ. “Vinte anos de trabalho se foram em 24 horas”, disse Clarke ao Daily Mail. “Eu perdi tudo. A empresa que construí do zero, meus programas de TV, meus filmes, meus contratos de livros, o respeito da indústria que eu tinha. No meu coração e na minha cabeça, isso me prejudicou de uma forma que não consigo articular.” Clarke diz que seus processos visam criar uma indústria de cinema e TV mais justa, capaz de ter uma estrutura onde “mulheres e pessoas vulneráveis ​​sejam protegidas, mas também que proteja pessoas de condenações sumárias sem provas”. Ele acrescenta que não vê um caminho fácil para retomar sua carreira depois de ter sido “cancelado” pela BAFTA, emissoras de TV e produtoras. “Nenhum deles quer estar errado. Eles fizeram declarações tão grandes e ousadas. Depois, há o clima atual, em que se alguém questiona a opinião da maioria, ‘Espere um segundo, qual é o contexto?’, a sociedade também se volta contra essa pessoa”.

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  • Etc

    Mark Ruffalo e HBO são processados por incêndio em set de minissérie

    29 de maio de 2022 /

    O ator Mark Ruffalo e a HBO estão sendo processados por um acidente inflamável que aconteceu durante as gravações da minissérie “I Know This Much Is True”. Um incêndio de grandes proporções irrompeu na produção em maio de 2019 e, além de destruir o set de gravações, queimou uma concessionária de carros (e 20 veículos) que estava sendo usada como locação no interior de Nova York. Segundo informações obtidas pelo site americano TMZ, diversas pessoas que moram ao redor do local reclamam de terem sido expostos a toxinas e agente cancerígenos, além de terem suas casas danificadas. Os vizinhos ainda acusam a equipe de produção e a HBO de não limparem o local do incêndio. De acordo com relatos, ainda é possível encontrar detritos derivados do incêndio, derramamento de toxinas e poeira, além de gases tóxicos. Eles alegam que o set de filmagem era um “barril de pólvora” devido ao querosene, óleo de aquecimento e outros materiais inflamáveis presentes durante a produção. Como Mark Ruffalo também atuou como produtor executivo da minissérie, o ator foi incluído no processo, em que os moradores da região pedem milhões de dólares em indenização por danos físicos e emocionais resultantes do incêndio. Ruffalo venceu o Emmy de Melhor Ator em Minissérie por seu desempenho em “I Know This Much Is True”, interpretando dois irmãos gêmeos.

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  • Filme

    “Top Gun: Maverick” vira maior bilheteria de estreia de Tom Cruise

    29 de maio de 2022 /

    Se alguém duvidava, “Top Gun: Maverick” confirmou: Tom Cruise é tão poderoso quanto um super-herói. Só o ator que dispensa dublês consegue fazer frente à Marvel e DC nas filas de cinema deste ano. A bilheteria de “Top Gun: Maverick” registrou o recorde de arrecadação da carreira do astro. Ele nunca tinha atingido mais de US$ 100 milhões num fim de semana inaugural e ao voltar ao papel de Maverick faturou US$ 124 milhões entre sexta e este domingo (29/5) na América do Norte, segundo dados da Comscore. O valor é quase o dobro da principal abertura de Cruise no mercado norte-americano: os US$ 64,9 milhões atingidos por “Guerra dos Mundos” em 2005. Como segunda-feira (30/5) é feriado de Memorial Day nos EUA, o faturamento da produção da Paramount tem a estimativa de passar dos US$ 150 milhões em seus primeiros quatro dias de exibição doméstica. O valor definitivo pode ser outro recorde. O rendimento máximo já atingido num Memorial Day foi de US$ 153 milhões, registrado por “Piratas do Caribe: No Fim do Mundo” em 2007. A continuação de “Top Gun” também voa alto no mercado internacional. Mesmo sem lançamentos na China e na Rússia – afinal, não deixa de ser propaganda do poderio militar dos EUA – , o filme estreou com US$ 124 milhões em 62 mercados. Em 32 países, o desempenho representou a maior estreia de Tom Cruise de todos os tempos, e em 18 foi a maior de uma produção live-action da Paramount. As maiores arrecadações internacionais vieram do Reino Unido (US$ 19,4 milhões), França (US$ 11,7 milhões), Austrália (US$ 10,7 milhões), Japão (US$ 9,7 milhões), Alemanha (US$ 6,5 milhões) e Brasil (US$ 5,3 milhões), todas com recordes para o astro e o estúdio. Rodado com câmeras IMAX, o filme ainda arrecadou US$ 10,4 milhões com o formato no exterior, registrando o maior fim de semana de estreia nesse circuito em 50 mercados. Tudo somado, dá uma arrecadação global de US$ 248 milhões até este domingo. E isto representa a segunda maior abertura live-action da História da Paramount Pictures, atrás apenas de “Transformers: A Era da Extinção” em 2014. O desempenho impressiona especialmente porque, desde o começo da pandemia, apenas filmes de super-heróis vinham conseguindo aberturas desse tamanho. Um detalhe importante é que o público do filme não foi o mesmo dos super-heróis. Não faltaram prognósticos negativos sobre o fato de o “Top Gun” original ser muito antigo para possuir apelo para o público atual. E, de fato, 18% dos ingressos nos EUA foram adquiridos por pessoas com mais de 55 anos. Mais da metade, 55%, por pagantes com mais de 35 anos. E isto significa que o filme foi capaz de atrair uma faixa etária que ainda não tinha ido em peso às salas escuras desde a pandemia. Adultos, quem diria, existem e também podem gerar recordes. O filme chegou às telas cercado de expectativa, após um adiamento de dois anos devido à covid-19 e uma première com muitos aplausos e elogios no Festival de Cannes. A obra do diretor Joseph Kosinski realmente agradou a crítica, atingindo 97% na avaliação registrada pelo Rotten Tomatoes, mas animou ainda mais o público, rendendo um cobiçado A+, a maior nota possível no CinemaScore – pesquisa de qualidade feita na saída dos cinemas dos EUA. Com o estouro supersônico de “Top Gun: Maverick”, “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” caiu para o 2º lugar, após liderar as vendas de ingressos por três fins de semana. Faturou US$ 16,4 milhões entre sexta e domingo para atingir um total de US$ 370 milhões na América do Norte e US$ 873 milhões mundiais – a maior bilheteria de 2022. O Top 3 dos EUA e Canadá completa-se com a estreia da animação “Bob’s Burgers: O Filme”, que abriu com US$ 12,6 milhões no mercado doméstico e, sem previsão de lançamento nos cinemas brasileiros, deve chegar no país em streaming pela Star+.

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  • Filme

    Gostou de “Top Gun: Maverick”? Conheça mais 10 filmes do gênero pra ver em casa

    28 de maio de 2022 /

    Achou os mergulhos dos caças de “Top Gun: Maverick” eletrizantes e quer saber se tem outros filmes com perseguições aéreas e batalhas no ar pra ver em streaming? Selecionamos 10 opções para você se sentir nas nuvens sem sair de casa. A lista tem, claro, o primeiro “Top Gun”, que marcou época ao dar clima de videoclipe para as cenas dos ases indomáveis. Mas o grande destaque é o primeiríssimo filme a vencer o Oscar: “Asas”, em 1927. Sabia que foi “Asas” quem inventou as principais técnicas usadas em “Top Gun: Maverick”? O filme de William A. Wellman foi o primeiro a posicionar a câmera no cockpit para registrar a expressão dos pilotos e o primeiro a filmar suas cenas no ar de verdade, em meio aos aviões. A maioria dos filmes são registros de guerra, e entre os cineastas que assinam as cenas mais bombásticas encontram-se Christopher Nolan, Michael Bay e o rei dos filmes de catástrofe Roland Emmerich. Mas também há um filme de terror passado no interior de um bombardeiro da 2ª Guerra Mundial e um anime impressionante, assinado pelo mestre Mamoru Oshii, diretor de “Ghost in the Shell”. Confira abaixo os 10 títulos recomendados, acompanhados por seus trailers e a indicação de onde assistir. E não esqueça de conferir o bônus “pós-créditos”, com 5 filmes excelentes que infelizmente (ainda) não foram lançados em streaming.     | TOP GUN | 1986 | CLARO TV+, STAR+, TELECINE, VIVO PLAY, VOD*     | MEMPHIS BELLE | 1990 | VOD*     | DUNKIRK | 2017 | GLOBOPLAY, HBO MAX, NETFLIX, VOD*     | ESQUADRÃO RED TAILS | 2012 | DISNEY+     | MISSÃO DE HONRA | 2018 | LOOKE, VOD*     | PEARL HARBOR | 2001 | STAR+     | MIDWAY – BATALHA EM ALTO MAR | 2019 | STAR+     | UMA SOMBRA NA NUVEM | 2020 | TELECINE, VOD*     | ASAS | 1927 | APPLE TV     | THE SKY CRAWLERS: ETERNAMENTE | 2008 | CLARO TV+     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Google Play, Microsoft Store, Loja Prime e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.     BÔNUS: 5 FILMES INÉDITOS EM STREAMING   | CREPÚSCULO DAS ÁGUIAS | 1966 |     | RETORNO À BASE | 2005 |     | OS CAVALEIROS DO AR | 2012 |     | O BARÃO VERMELHO | 2010 |     | THE ETERNAL ZERO | 2013 |  

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  • Etc,  Filme

    Bo Hopkins (1942–2022)

    28 de maio de 2022 /

    O ator Bo Hopkins, que participou de vários clássicos, como “Meu Ódio Será Sua Herança” (1969) e “Loucuras de Verão” (1973), morreu neste sábado (28/5) aos 84 anos na Califórnia, 19 dias após sofrer um ataque cardíaco. William Mauldin Hopkins teve uma infância difícil. Ficou órfão de pai, foi abandonado pela mãe e quase foi parar num reformatório na adolescência, só escapando ao se alistar no exército aos 17 anos. Ele chegou a lutar na guerra da Coreia, antes de descobrir que tinha talento para atuar. Conseguiu uma bolsa para estudar teatro e fez algumas peças no interior dos EUA antes de passar num teste para uma montagem de “Bus Stop” em Nova York, que lhe rendeu seu pseudônimo artístico. Bo era o nome de seu personagem. Rebatizado de Bo Hopkins, contratou uma agente e começou a aparecer em séries – “Gunsmoke”, “O Homem de Virgínia”, “Ratos do Deserto”, “The Andy Griffith Show”, etc. Mas foi outra montagem teatral, uma produção de “Picnic”, que lhe rendeu o convite para participar de seu primeiro sucesso de cinema. A adaptação cinematográfica da obra (“Férias de Amor” no Brasil) foi estrelada por William Holden, que ouviu elogios sobre o trabalho de Hopkins e o indicou para trabalhar a seu lado no filme “Meu Ódio Será Sua Herança”, no papel do pistoleiro Crazy Lee. O ator agradou ao diretor Sam Packinpah, que o escalou em mais dois filmes, como um ladrão de banco traído em “Os Implacáveis” (1972) e como um especialista em armas em “Elite de Assassinos” (1975), recrutado por James Caan para impedir um assassinato. Hopkins se destacou rapidamente ao lado de atores identificados por papéis de durões, como Steve McQueen, Lee Marvin, Burt Reynolds, Richard Widmark e outros. Não por acaso, apareceu principalmente em westerns e filmes de guerra – como “O Ataque dos Mil Aviões” (1969), “A Ponte de Remagen” (1969), “Um Homem Dificil de Matar” (1970), “Guerra de Contrabandistas” (1970), “Assim Nasce um Homem” (1972), “Amor Feito de Ódio” (1973) e “Ambição Acima da Lei” (1975). Também marcou thrillers violentos, incluindo “Sob o Signo da Vingança” (1973), com Burt Reynolds, e seu filme favorito, “Jogos de Azar” (1974), de Robert Mulligan. Na maioria desses filmes viveu vilões, situação solidificada pelo sucesso do papel de Joe Young, o líder da gangue de delinquentes The Pharaohs em “Loucuras de Verão” (American Graffiti), de George Lucas. A produção juvenil foi um enorme sucesso de público, inspirando convenções, discos de sucesso e até rendeu uma continuação, novamente estrelada por Hopkins: “E a Festa Acabou” (1979). Antes de terminar os anos 1970, ele ainda estrelou outro clássico dramático, “O Expresso da Meia-Noite” (1978), de Alan Parker, como o homem misterioso que sela o destino do personagem de Brad Davis, condenado a uma prisão turca. À medida que sua carreira evoluiu, também seguiu para o lado da lei. Depois de lutar contra xerifes, ele colocou a estrela no peito numa dezena de filmes, a partir de “Uma Pequena Cidade do Texas” (1976). Mas as novas produções já não tinham direção de mestres como Peckinpah. E aos poucos ele foi mudando seu foco para a TV. Foram muitos telefilmes e até uma longa participação na série “Dinastia” durante os anos 1980, seguidos por diversos thrillers para o mercado de vídeo nos 1990. Um desses vídeos foi a continuação “Um Drink no Inferno 2: Texas Sangrento” (1999), produzida por Quentin Tarantino. O próprio Tarantino lhe ofereceu o papel, como o xerife que persegue assaltantes até um bar amaldiçoado. Entretanto, ele só voltou ser considerado para um filme digno de prêmios em 2020, no último longa que finalizou: “Era uma Vez um Sonho”, produção da Netflix que disputou o Oscar de Melhor Maquiagem e Atriz (Glenn Close). Curiosamente, o filme foi dirigido por Ron Howard, com quem Hopkins contracenou em seu filme mais popular, “Loucuras de Verão”. “Foi uma grande emoção para ele”, disse sua esposa Sian Hopkins, à revista The Hollywood Reporter.

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  • Filme

    Saiba como elenco de “Top Gun: Maverick” voou no filme

    28 de maio de 2022 /

    Todos que se impressionaram com as cenas de voo de “Top Gun: Maverick”, lançado nos cinemas na quinta-feira (25/5), estão se perguntando a mesma coisa: os atores pilotaram mesmo os caças? A resposta para a pergunta é não, mas eles estavam sim nos jatos supersônicos durante todos os momentos do filme. Pilotos treinados comandaram os jatos, que foram adaptados para incluir espaço extra para os intérpretes. Com a ajuda de câmeras bem colocadas, a impressão era que o elenco estava pilotando. Mas todos os atores tiveram que subir a bordo e passar por todas as manobras vistas no filme para a ilusão funcionar. As cenas não foram criadas em estúdio com efeitos especiais. Tom Cruise, conhecido por fazer pessoalmente todas as cenas de ação de seus filmes, queria que seus colegas Miles Teller, Monica Barbaro, Jay Ellis e Glen Powell aprendessem a suportar os voos. Num dos primeiros vídeos de bastidores liberados pela produção, o astro elogiou a dedicação do elenco. “Você simplesmente não poderia evocar esse tipo de experiência a menos que a registrasse de verdade”, disse Cruise. “Para conseguirmos isso, temos os maiores pilotos de caça do mundo trabalhando conosco. Mas o elenco está lá, sofrendo enjoo e a distorção no rosto. Eles estão puxando 7-8 G’s, que são 1.600 libras de força. É um serviço pesado, que me deixou orgulhoso do trabalho dos atores, por tudo o que fizeram”, revelou. O processo que permitiu aos atores voar em jatos supersônicos foi explicado à revista Variety pelo instrutor e coordenador aéreo Kevin LaRosa Jr., responsável por montar um programa de voo intensivo, que começou com o elenco voando em uma aeronave menor. “Começamos com o Cessna 172 e os conduzimos pelo voo básico. Isso permitiu que eles vissem como era decolar, pousar e saber onde olhar e colocar as mãos”, disse LaRosa, explicando que esses voos iniciais também permitiram que os atores sentissem como era sofrer uma pequena força G – a força da gravidade. Assim como em um programa de treinamento real, uma vez que os atores se acostumaram ​​com isso, eles passaram para o próximo nível e seguiram para um avião acrobático, o Extra 300. “Isso foi semelhante ao que o público em geral veria em um show aéreo em que aviões fazem manobras malucas. Pode puxar até oito forças G. É emocionante”, disse LaRosa Jr. O objetivo era aumentar a tolerância à força G. “Se você não voar nessas condições, posso subir e ficar doente. Mas se voar todos os dias e puxar esses Gs, vai se acostumar com isso e passar bem”, disse o instrutor. “Nós os preparamos para que eles não ficassem doentes”. Em seguida, eles progrediram para o L-39 Albatross. “Isso permitiu que eles experimentassem um jato de treinamento de caça. Quando eles se formaram depois desses treinos finais, tínhamos aviadores”, descreveu LaRosa Jr. Assim, quando os atores foram colocados no F/A-18, “eles estavam confiantes e se sentiam bem”, descreveu LaRose. “Eles já estavam acostumados com essas forças G e então puderam se concentrar em trabalhar com Joseph [Kosinski, o diretor] e Tom para contar essa história incrível. Eles simplesmente não precisavam se preocupar por estarem neste caça de alto desempenho voando por cima de cânions”. Como alguém que dedicou sua vida como coordenador aéreo, voando e ensinando, LaRosa elogiou o talento do elenco. E apontou a atriz Monica Barbaro como a mais impressionante. “Ela absolutamente arrasou e fez um bom trabalho ao se ajustar aos efeitos fisiológicos.” Igualmente impressionante foi Powell, que ficou doente enquanto filmava as cenas do F/A-18. “Ele lidava com o enjoo e voltava ao papel, das coisas mais impressionantes foi ver como alguns do elenco foram capazes de processar isso e se recuperar”, completou o instrutor. Depois dessa experiência, alguns membros do elenco se empolgaram e decidiram realizar o número de voos requeridos para obter sua licença de aviação. Glen Powell, que interpreta Hangman, já conseguiu a dele e pode pilotar aviões à vontade. Tom Cruise, claro, tem sua licença desde 1994. Maverick é capaz de pilotar aqueles jatos sem nenhuma ajuda. Veja abaixo dois vídeos sobre os bastidores dos voos da produção.

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  • Série

    Alexis Bledel anuncia saída de “The Handmaid’s Tale”

    28 de maio de 2022 /

    A atriz Alexis Bledel anunciou sua saída do elenco “The Handmaid’s Tale”. Intérprete de Emily/Ofglen na série premiada desde a 1ª temporada, lançada em 2017, a atriz divulgou um comunicado no fim de semana, sem deixar claro se gravou sua despedida da trama. “Depois de muito pensar, senti que tinha de me afastar de ‘The Handmaid’s Tale’, neste momento”, afirmou Bledel no texto. “Eu serei eternamente grata a Bruce Miller [criador e showrunner] por escrever cenas tão verdadeiras e impactantes para Emily, e à Hulu [que exibe o programa nos EUA], MGM [que produz], o elenco e a equipe, pelo seu apoio”. Durante seus quatro anos em “The Handmaid’s Tale”, Bledel recebeu quatro indicações ao Emmy e conquistou uma vitória por sua atuação na série criada por Bruce Miller, baseada no icônico romance distópico da escritora Margaret Atwood. Na trama, ela deu vida a uma lésbica transformada em escrava sexual para engravidar de homens poderosos da nação fundamentalista de Gilead. Ela conseguiu fugir para o Canadá e, no final da 4ª temporada, juntou-se à protagonista June (Elisabeth Moss) e outras ex-aias para se vingar. A 5ª temporada já foi gravada e Bledel ainda aparece listada como integrante do elenco dos próximos capítulos, que seguem sem previsão de estreia. Além de “The Handmaid’s Tale”, a atriz é conhecida por seu papel como Rory Gilmore na série “Gilmore Girls”, além dos dois filmes de “A Irmandade das Calças Viajantes” e por um arco em “Mad Men”.

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  • TV

    Eslô, Vyni e Larissa fazem campanha de apoio para população de Recife

    28 de maio de 2022 /

    Três integrantes do “BBB 22” resolveram usar a influência conquistada no programa para fazer campanha de arrecadação e dar apoio para a população de Recife, Olinda e região. A capital de Pernambuco está sofrendo com chuvas fortes e só neste sábado (28/5) foram 30 mortos e centenas de desabrigados. A paraibana Eslovênia Marques, que foi criada no interior de Pernambuco, a pernambucana Larissa Tomásia, nascida em Limoeiro, perto de Recife, e o cearense Vyni (Marcos Vinícius) publicaram apelos no Instagram e no Twitter, indicando como ajudar as vítimas e divulgando informações sobre a tragédia. Eslovênia, inclusive, está em Caruaru visitando a família, enquanto Larissa faz planos de ir até Recife ver como ajudar mais. Confira uma parte das postagens abaixo. Meus amores, Recife está enfrentando fortes chuvas que estão deixando muitas famílias desabrigadas e um caos na região. Peço de coração que vocês compartilhem esse tweet para que mais pessoas consigam ajudar. Posso contar com vocês? 🙏🏻 pic.twitter.com/qdC230zdBw — Eslô Marques 🇸🇮 (@eslomarques) May 28, 2022 Importante demais! https://t.co/YpI1aNEfFf — Eslô Marques 🇸🇮 (@eslomarques) May 28, 2022 Peço a ajuda dos demais influencers, quem puder levantar campanha de solidariedade nas suas redes para ajudar ao estado de PE, tenho certeza que estarão fazendo o bem demais ! pic.twitter.com/o35RadQmaU — Larissa Tomásia 🍋 (@larissatomasia) May 28, 2022 São várias pessoas minha gente, que estão perdendo tudo com essa chuva toda! Quando essa situação de alagamento passar vai ficar MUITA gente sem NADA! Então vamos nos unir ?! Vamos ajudar !!!! — Larissa Tomásia 🍋 (@larissatomasia) May 28, 2022 Minha solidariedade e minhas orações ao povo de Recife e de Pernambuco que vem sofrendo as consequências das fortes chuvas. Vamos compartilhar os pontos de apoio, pois toda ajuda será bem vinda!🙏🏼 pic.twitter.com/Bnjnwpq05F — Vyni 💡 (@vyniof) May 28, 2022

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    Filme que satiriza super-ricos vence Festival de Cannes

    28 de maio de 2022 /

    O filme “Triangle of Sadness”, do diretor sueco Ruben Ostlund, foi o vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes 2022. A produção agradou por usar humor ácido para ridicularizar os super-ricos. A trama acompanha modelos, influenciadores e oligarcas num cruzeiro de luxo, que acaba naufragando. E destaca em seu elenco o americano Woody Harrelson (“Venom: Tempo de Carnificina”), o inglês Harris Dickinson (“King’s Man: A Origem”) e a sul-africana Charlbi Dean (“Raio Negro”/Black Lightining). Foi a segunda Palma de Ouro de Ostlund, que em 2017 venceu o festival francês com outra crítica social, “The Square: A Arte da Discórdia”, voltada ao mundo das artes. A premiação deste sábado (28/5) também chamou atenção pelos dois empates alcançados entre os filmes vencedores do Grand Prix e o Prêmio do Júri, tradicionalmente considerados o 2º e o 3º lugar da competição. O drama erótico e político “Stars at Noon”, da francesa Claire Denis (“Minha Terra, África”), e a história de amadurecimento de “To Close”, do diretor belga Lukas Dhont (“Girl”), levaram o Grande Prêmio do Júri, enquanto a jornada de um burro apresentada em “EO”, do polonês Jerzy Skolimowski (“Matança Necessária”), e o retrato do conservadorismo heterossexual de “The Eight Mountains”, do casal belga Charlotte Vandermeersch e Felix Van Groeningen (“Alabama Monroe”), empataram no Prêmio do Júri. O cineasta sul-coreano Park Chan-Wook (“Oldboy”) levou o prêmio de Melhor Direção por “Decision do Leave” e o sueco Tarik Saeh (“Metropia”) ficou com a honraria de Melhor Roteiro por “Boy from Heaven”. Já os troféus de interpretação ficaram com a iraniana Zar Amir Ebrahimi (“Teheran Tabu”), do filme “Holy Spider”, e o veterano sul-coreano Song Kang Ho (o pai de “Parasita”), por “Broker”, novo drama do japonês Hirokazu Koreeda (“Assunto de Família”). Para completar, a Câmera de Ouro, destinada ao melhor trabalho estreante de todo o festival, ficou com as americanas Riley Keough e Gina Gammell por “War Pony”. O filme sobre adolescentes numa reserva indígena dos EUA foi o primeiro longa das duas, mas Riley Keough já tem uma longa carreira como atriz. A neta de Elvis Presley estrelou sucessos como “Magic Mike”, “Mad Max: Estrada da Fúria”, “Docinho da América” e “Zola”. Encabeçado pelo ator francês Vincent Lindon, o júri ainda fez a entrega de um prêmio especial pelos 75 anos do festival, destinado aos irmãos belgas Jean-Pierre e Luc Dardenne, vencedores de duas Palmas de Ouro (por “Rosetta” e “O Filho”) e vários outros troféus do evento francês Para completar, o cinema brasileiro, presente nesta edição de Cannes apenas com a exibição da versão restaurada de “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, acabou contemplado, por meio do projeto de “O Casamento”, de Maíra Bühler, com o fundo Hubert Bals, que ajuda produções cinematográficas a saírem do papel.

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    Players: Série que satiriza e-sports ganha trailer legendado

    28 de maio de 2022 /

    A Paramount+ divulgou o pôster e o trailer legendado de “Players”, uma série de comédia que satiriza o universo competitivo dos jogadores de LoL (League of Legends). Concebida como uma falso documentário, a série acompanha os bastidores de uma equipe de e-sports, que precisa superar o choque de egos entre seu astro veterano e o novato de 17 anos, considerado um prodígio dos jogos. A série é uma criação de Tony Yacenda e Dan Perrault, que usaram a mesma técnica de falso documentário na sátira “American Vandal”, da Netflix. E o elenco inclui vários rostos pouco conhecidos para dar a impressão de que as gravações são factuais, incluindo os novatos Misha Brooks como o veterano Creamcheese e Da’Jour Jones como o prodígio Organizm. Os três primeiros episódios de “Players”, dirigidos por Yacenda, chegam em 17 de junho no catálogo do Paramount+.

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  • Música

    Clipe apresenta nova parceria de Calvin Harris e Dua Lipa

    28 de maio de 2022 /

    O DJ e produtor Calvin Harris repetiu a parceria bem-sucedida com Dua Lipa no lançamento do primeiro clipe de seu novo álbum. Ao estilo nu disco dos hits de Dua Lipa, a música se chama “Potion” e também inclui participação do rapper Young Thug. É para dançar, mas sem o mesmo apelo pulsante da colaboração de cinco anos atrás, “One Kiss”, gravação bombástica de house music que ajudou o álbum “Funk Wav Bounces Vol. 1” a estourar nas paradas de dance music em 2017. “Potion” é o cartão de visitas do sexto álbum do DJ, que vai se chamar “Funk Wav Bounces Vol. 2”.

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