The Walking Dead: Série derivada com Negan e Maggie ganha novo título
A série derivada de “The Walking Dead” focada em Negan (Jeffrey Dean Morgan) e Maggie (Lauren Cohan) tem um novo título. Anunciada como “Isle of the Dead”, a produção será lançada como “The Walking Dead: Dead City”. No mês passado, Morgan chegou a postar uma foto da capa do primeiro roteiro da produção, onde aparecia estampado o título original. A mudança do título não afeta a locação, já que a ilha do título sempre foi uma cidade: a ilha de Manhattan, coração de Nova York, que a nova série vai mostrar pela primeira vez no apocalipse zumbi. Na premissa adiantada pelos produtores, o lugar foi isolado do continente e, até recentemente, vinha se mantendo como um paraíso protegido dos zumbis. Com roteiro de Eli Jorné, responsável por vários capítulos de “The Walking Dead”, a nova produção vai mostrar a improvável dupla formada por Negan e Magge chegando à Manhattan, onde encontra um mundo paralelo e caótico. Além desse projeto, a trama de “The Walking Dead” também vai continuar num spin-off de Daryl (Norman Reedus) passado na Europa. Este projeto deveria incluir também Carol (Melissa McBride), mas a atriz desistiu por as gravações acontecerem no exterior. Ainda sem previsão de estreia, “Dead City” já começou a ser gravado em locações de Nova Jersey, e deve chegar ao canal pago AMC em 2023. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jeffrey Dean Morgan (@jeffreydeanmorgan)
Ator mirim de “Pantanal” promete ajudar mãe do amigo falecido
Em recuperação no hospital, o ator mirim Gustavo Corasini, que deu vida a Tadeu na primeira fase de “Pantanal”, recebeu neste sábado (27/8) a visita da mãe de seu amigo Eduardo Delfino. Gustavo e Eduardo estavam brincando quando foram atropelados por uma vizinha na terça-feira (23/8). O menino de 12 anos prometeu à Márcia Delfino que agora vai ser o irmão dos demais filhos dela e ajudará a realizar um dos dos sonhos do amigo – dar uma casa para a família. Além das fraturas no braço, na perna e na bacia, resultantes do atropelamento, ele ficou muito abatido com a morte do amigo e, inclusive, está recebendo ajuda psicológica por chorar muito. O encontro com a mãe de Eduardo foi revelado pela mãe de Gustavo, Fernanda Corasini, nas redes sociais dele. “Ele está se recuperando bem, hoje recebeu a visita da Márcia, mãe do Eduardo. Foi um encontro muito emocionante para ambos. Ele disse que agora vai ser irmão do Vitor, Gustavo e Fernanda e que irá ajudar a cuidar deles”, escreveu Fernanda. “Disse que vamos conseguir realizar o sonho do Eduardo, que era dar uma casa para a mãe. Falamos sobre isso há poucos dias”, continuou a mãe de Gustavo. “A Márcia pediu para ele comer para ficar bem e ir embora, e ele prometeu que ia comer, mas infelizmente as náuseas ainda não estão deixando ele se alimentar”, emendou. “Só estamos esperando sair resultado de exames de sangue e ele conseguir se alimentar para irmos para casa. Iremos ter o acompanhamento psicológico”, assegurou Fernanda. Gustavo inicialmente voltaria para casa na segunda (30/8), mas será feita uma nova avaliação na data.
João Vicente de Castro vai viver o próprio pai em série sobre O Pasquim
O ator e apresentador João Vicente de Castro (da novela “Espelho da Vida” e do programa “Papo de Segunda”) vai viver o próprio o pai, Tarso de Castro, numa série dramática da Paramount+ sobre a história do jornal O Pasquim. Tarso foi um dos fundadores da famosa publicação de humor, comportamento e política que marcou o Brasil nos anos 1970. João Vicente é um dos produtores do projeto, atualmente em fase de piloto. Se tudo der certo, será sua segunda produção para o streaming, após a série de comédia e suspense “As Seguidoras”, lançada em março. Ele vai trabalhar na produção com a equipe do Porta dos Fundos. A atração terá seis episódios escritos por Murilo Hauser. “Vai ser uma loucura”, disse o ator-produtor ao jornal O Globo. “Ainda não sabemos quando vamos gravar. E estamos fazendo convites para o elenco”. “O Pasquim” foi fundado por Tarso de Castro, Jaguar e Sérgio Cabral em 1969 para enfrentar a ditadura militar com uma revolução comportamental. A publicação, editada até 1991, abordava temas como sexo, drogas, feminismo e trazia muitas tiras de humor, incomodando para valer a dita “moral e os bons costumes” que a ditatura pretendia impor com a força da censura no Brasil. De fato, em função de uma entrevista lendária feita por Tarso, Jaguar e Cabral com Leila Diniz em 1969, foi instaurada a censura prévia aos meios de comunicação no país, a infame Lei de Imprensa, que por um tempo se tornou popularmente conhecida pelo nome da atriz. Em novembro de 1970, a maior parte da redação de O Pasquim foi presa porque o jornal ousou satirizar o célebre quadro da Proclamação da Independência, de Pedro Américo. Mas Millôr Fernandes, que escapou da prisão, manteve o jornal funcionando com colaborações de Chico Buarque, Antônio Callado, Rubem Fonseca, Odete Lara, Glauber Rocha e diversos intelectuais cariocas, vendendo cerca de 100 mil exemplares por semana, mais do que as revistas Veja e Manchete somadas. Ao longo de sua trajetória icônica, O Pasquim também contou com colaborações de Ziraldo, Manoel “Ciribelli” Braga, Miguel Paiva, Prósperi, Luiz Carlos Maciel, Henfil, Paulo Francis, Ivan Lessa, Carlos Leonam, Sérgio Augusto, Ruy Castro, Fausto Wolff, Claudius e Fortuna. Tarso foi editor de 80 edições do jornal e morreu de cirrose hepática em maio de 1991, aos 49 anos. Seis meses depois, O Pasquim fechou.
Roteirista de “Democracia em Vertigem” fará série sobre a Democracia Corintiana
A Democracia Corintiana será tema de uma série da diretora e roteirista Moara Passoni, que ajudou a escrever “Democracia em Vertigem” (2019), de Petra Costa. O movimento nasceu nos anos 1980, quando atletas se juntaram para ter direito a opinar sobre detalhes de seu trabalho e nos rumos do clube paulista, além de defenderem o direito a liberdade expressão sem sofrer censura. Na época, jogador de futebol não costumava ter opinião política. Mas os jogadores Walter Casagrande, Sócrates, Wladimir, Zenon, Adilson, Biro Biro e Zé Maria, entre outros, acabaram se tornando exemplos. Batizado por Juca Kfouri e marketado por Washington Olivetto, que na época trabalhava com o Corinthians, a Democracia Corinthiana foi um período da história do clube no qual decisões importantes como contratações, regras de concentração, direito ao consumo de bebidas alcoólicas em público, liberdade para expressar opiniões políticas e outros, eram decididas através do voto igualitário de seus membros, de modo que o voto do técnico, por exemplo, valia tanto quanto o de um funcionário ou jogador. Isso criou uma espécie de “autogestão” do time, algo completamente revolucionário, que rendeu títulos como o Campeonato Paulista de 1982. Além disso, o Corinthians se tornou o primeiro clube a utilizar a camisa para fazer propaganda de slogans publicitários. Por iniciativa de Washington, o uniforme passou a estampar frases de cunho político, como “Diretas Já” e “Eu quero votar para presidente”. Isso ainda no período da ditadura militar, quando os movimentos sociais começavam a se rearticular para conclamar a volta da democracia. A Democracia começou a minguar em 1984, quando Sócrates foi para a Itália e Casagrande para o São Paulo, e acabou em 1986 quando o então presidente do Corinthians, Waldemar Pires, não conseguiu eleger seu sucessor. A história foi contada no livro “Democracia Corintiana – A Utopia em Jogo”, de Sócrates e Ricardo Gozzi, e já ganhou um documentário, “Ser Campeão é Detalhe – Democracia Corinthiana”, uma produção de média metragem de 2011, que pode ser encontrada no YouTube. A série tem produção da Maria Farinha Filmes e, de acordo com a coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, está sendo negociado com canais e plataformas de streaming.
Bruno Gagliasso compartilha foto misteriosa no Marvel Studios: “Dia de Marvel”
O ator Bruno Gagliasso (“Marighella”) publicou nos Stories de seu Instagram uma foto misteriosa no que parece ser a recepção de uma unidade do Marvel Studios, escrevendo em cima: “Dia de Marvel”. Além do logotipo do estúdio, é possível ver numa mesinha enquadrada na imagem um caderno sobre reciclagem, com texto escrito em inglês. Não há nenhuma informação extra. Desde que saiu da Globo após “O Sétimo Guardião” (2019), Gagliasso tem se dedicado à carreira cinematográfica e à produções de séries internacionais, como “Operação Maré Negra”, renovada para a 2ª temporada na Amazon Prime Video, e a vindoura “Santo”, com estreia marcada para 16 de setembro na Netflix.
Atriz da “Turma da Mônica” entra em sci-fi da Netflix
A jovem atriz Emilly Nayara, que vive a Milena da “Turma da Mônica”, entrou no elenco de “Biônicos”, filme de ficção científica em desenvolvimento para a Netflix. Ela tirou fotos nos bastidores da produção ao lado de Bruno Gagliasso (“Marighella”), um dos protagonistas do longa, mas não postou nas redes sociais. Em vez disso, ela publicou no Instagram uma cópia da coluna de Patricia Kogut, do jornal O Globo, que deu a notícia. O diretor Daniel Rezende, dos filmes e da série da “Turma da Mônica”, comentou a novidade com um “Que amor” no Instagram de Nayara. E foi seguido por Afonso Poyart (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”), que dirige o filme “Biônicos”. “Você é tudo!!! Obrigado pelo talento e entrega”, escreveu Poyart. Segundo a sinopse divulgada pela Netflix, o filme se passa no futuro, “quando o progresso da robótica faz dos atletas paralímpicos as novas estrelas esportivas”. A trama segue uma personagem chamada Maria, que sonha em competir contra a irmã. “Para isso, ela terá que entrar em um mundo de crime e violência”. As duas irmãs serão vividas por Jessica Córes (“Cidade invisível”) e Gabz (“As Seguidoras”). “Biônicos” ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Emilly 🖤💗 (@euemillynayara)
Charlie Sheen vai pagar US$ 120 mil a ex-namorada por expô-la ao vírus do HIV
O ator Charlie Sheen fechou um acordo com uma ex-namorada que o acusa de expô-la ao vírus do HIV. Segundo apuraram os sites TMZ e Radar, o astro acertou nesta semana o pagamento de US$ 120 mil, divididos em parcelas mensais ao longo de um ano, para que ela retire um processo aberto contra ele na Justiça de Los Angeles. Os sites não revelam o nome da ex-namorada, que abriu o processo de forma anônima. Só que já tinham dado grande repercussão para um caso similar há sete anos, nomeando na ocasião a responsável por uma ação legal contra o ex-astro da série “Two and a Half Men”. Logo após Sheen revelar ser portador de HIV em 2015, a ex-estrela pornô Brett Rossi anunciou publicamente que tinha dado entrada no processo contra o ator por abusos, maus tratos e por não ter revelado o vírus durante o relacionamento. Na época, o TMZ publicou que Rossi teria engravidado em março de 2014 e Sheen teria sugerido aborto, revelando que “tinha Aids” e que, por isso, não queria que sua noiva “desse à luz uma criança retardada”. O casal teria tido relações sexuais desprotegida umas cinco vezes antes dos remédios contra HIV serem descobertos por Rossi em um armário. A atriz pornô de 26 anos afirmou à publicação que Sheen começou a pressioná-la a abortar e que aquela não foi a única vez que ele a ameaçou de algo. Ela alegou que houve uma ocasião em que o ator jogou um bloco de cimento em sua cabeça, mas errou a pontaria e acabou quebrando uma porta de vidro. No processo apresentado em um tribunal de Los Angeles, Rossi também argumentou que Sheen havia concordado em pagar US$ 1 milhão e lhe dar 5% de participação na [então nova] série “Anger Management”, mas que depois voltou atrás. Rossi, cujo nome verdadeiro é Scottine Ross, começou seu relacionamento com Sheen quando ele lhe ofereceu US$ 10 mil por uma noite de sexo, mas a transação teria evoluído para uma relação sentimental. Os dois ficaram noivos em fevereiro de 2014 e se separaram em outubro, um mês antes da data prevista para se casarem. O motivo da separação, segundo ela, foi o consumo de drogas e álcool, que deixava Sheen “violento e incontrolável”. “O processo da senhora Ross fala por si só. O senhor Sheen deixou claro em ‘The Today Show’ que não tinha intenção de cumprir o acordo pactuado. Ross deseja que chegue o dia de estar em frente ao juiz e escutar o testemunho de Sheen”, disse David M. Ringue, advogado da atriz, em comunicado. Foi no “Today Show”, programa da rede NBC, que Sheen confirmou que era portador do vírus HIV e que foi chantageado – por pessoas que não identificou – para que sua condição não fosse exposta. Rossi também foi atrás de uma ordem de restrição contra Sheen, mas o juiz não considerou que o ator representava uma ameaça. A última vez que seu nome foi ligado ao caso foi em novembro de 2018, quando o processo original que ela abriu foi descartado. Portanto, pode ser que eles tenham feito um acordo tardio ou outra mulher tenha processado Sheen. Há relatos de que o ator teria feito sexo desprotegido com pelo menos duas mulheres diferentes antes de revelar o contágio por HIV.
Anne Hathaway vai estrelar adaptação de fanfic sobre Harry Styles
Uma fanfic sobre a banda One Direction vai virar filme estrelado por Anne Hathaway (“Convenção das Bruxas”). Trata-se de “The Idea of You”, que Robinne Lee escreveu em 2017 imaginando-se como namorada de Harry Styles. A história segue Solène Marchand, uma proprietária de uma galeria de arte que reluta em levar a filha para conhecer sua boy band favorita. Só que a mãe divorciada não fazia ideia que logo teria uma conexão amorosa com um dos integrantes do grupo, com 19 anos a menos que ela. Aos poucos, uma série de encontros clandestinos rapidamente evolui para um relacionamento apaixonado e genuíno. Além de estrelar, Hathaway também produzirá a adaptação em parceria com a escritora do livro. O roteiro é assinado por Jennifer Westfeldt (“Solteiros com Filhos”) e a direção está à cargo de Michael Showalter (“Os Olhos de Tammy Faye”), com filmagens marcadas para começar já em outubro. Como curiosidade, vale apontar que a fanfic se materializou de certa forma no romance entre Harry Styles e a atriz-diretora Olivia Wilde, que é 10 anos mais velha que o cantor. “The Idea of You” será produzido para lançamento na Prime Video, a plataforma da Amazon, mas ainda não tem previsão de estreia.
Ex-atriz de “Zoey 101” denuncia Nickelodeon por permitir abusos na produção
A ex-atriz mirim americana Alexa Nikolas participou na sexta-feira (26/8) de um protesto em frente à sede do canal infantil Nickelodeon, na Califórnia, denunciando abusos que sofreu enquanto participava da série “Zoey 101”, que durou de 2005, quando ela tinha cerca de 13 anos, até 2008. Em seu protesto, ela citou um dos principais produtores de séries adolescentes do canal, Dan Schneider, criador de “Zoey 101”, “iCarly”, “Brilhante Victória” (Victorious) e “Drake & Josh”, chamando-o de “criador de traumas de infância”. O protesto acontece logo depois do lançamento do livro de memórias de Jennette McCurdy, ex-estrela de “iCarly”, que acusou alguém chamado de “O Criador” de cruzar limites nos bastidores do programa. No livro “I’m Glad My Mom Died”, McCurdy definiu esse executivo como “controlador e assustador”. “Eu não me sentia protegida na Nickelodeon quando criança”, disse Nickolas à imprensa atraída pela manifestação. “Eu não me sentia segura perto de Dan Schneider. Toda vez que ele vinha no set, meu corpo ficava extremamente tenso. Mais tarde, na 2ª temporada, ele e um monte de executivos me fizeram chorar em uma sala sozinha. Eu não acho que nenhuma criança deveria ter que experimentar algo assim, especialmente quando vem de pessoas que deveriam estar cuidando das crianças no set.” A Nickelodeon rompeu seu contrato com Schneider em 2018, após denúncias originarem uma investigação que concluiu que ele era verbalmente abusivo, embora não tenha revelado nenhuma evidência de má conduta sexual. Além das alegações contra Schneider, Nikolas também acusou outros ex-executivos da Nickelodeon de descaso com a situação, incluindo Fred Savage, que era diretor de “Zoey 101” e neste ano foi demitido do reboot de “Anos Incríveis” (The Wonder Years) após uma investigação por conduta inadequada. “Estou exigindo que a Nickelodeon comece a proteger crianças e não predadores”, acrescentou a estrela, que atualmente tem 30 anos. Nikolas faz parte da organização Eat Predators que tem realizado uma série de protestos, denunciando casos de abuso em empresas do ramo do entretenimento na Califórnia. Até a semana passada, o alvo era principalmente gravadoras como Sony e Warner, que apesar de escândalos de artistas como R. Kelly, Marilyn Manson e Diplo, passaram relativamente intocadas pelas denúncias do movimento #MeToo e, por isso, fizeram poucas mudanças para proteger mulheres no ambiente de trabalho.
Ator de “A Bela e A Fera” assume novo namorado
O ator Luke Evans, que deu vida ao personagem Gaston no filme “A Bela e A Fera”, assumiu o namoro com um designer gráfico espanhol, chamado Fran Tomas, durante as férias do casal em Ibiza. Eles foram clicados trocando beijos e carinhos na areia da famosa praia espanhola durante a semana. De acordo com o jornal The Sun, o namoro já é antigo. O casal está junto há quase um ano, desde que os dois se conheceram quando estavam trabalhando na Austrália. Mas só recentemente começaram a compartilhar fotos românticas nas redes sociais. Antes de Tomas, Evans namorava o argentino Rafael Olarra, diretor de arte de uma rede de hotéis de luxo, mas o relacionamento teria acabado no final do ano passado. O ator de 43 anos nunca escondeu sua orientação sexual. Em entrevista à revista Advocate, ele falou sobre o assunto: “Eu não acho que estaria neste ramo se sentisse que meu trabalho dependeria do que sou em minha vida pessoal. Mesmo que meus personagens sejam heterossexuais, todos me conhecem como gay. Nunca tentei esconder nada”, afirmou. Por ironia, em seu trabalho no filme “A Bela e A Fera”, Evans interpretou o vilão galã que quer conquistar a Bela, mas acaba arrancando suspiros é de seu assistente LeFou, vivido por Josh Gad – que na vida real é heterossexual.
Atriz de “Batgirl” faz apelo para que o filme seja exibido
O cancelamento do filme de Batgirl fez a atriz Ivory Aquino, que estava no elenco do longa, compartilhar uma carta aberta a David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery, com um pedido emocionado para que o filme não seja destruído e tenha uma chance de ser visto pelo público. “Por mais que eu tenha tentado me manter forte nas últimas semanas, me pego chorando, por falta de um termo melhor, com o luto. A história de Batgirl refletia o mundo em que vivemos. Para mim, é uma trama de pai e filha muito pessoal, porque perdi meu pai há um ano, antes de ser convidada para esse projeto. Eu esperava que a história falasse a outras pessoas ao redor do mundo, crianças e adultas, que tomam os próprios pais na mais alta estima, e que enxergariam esse laço em ‘Batgirl’”, ela escreveu na carta, publicada em seu Instagram. Ela finaliza o texto pedindo que a Warner reconsidere a decisão de não mostrar o longa. “Agora, mais pessoas sabem do nosso trabalho e estão ansiosas para assistir ao filme. Eu espero que você [Zaslav] leia esta carta. Considere lançar Batgirl. Ela sempre foi uma azarona, e não tem mais aonde ir a não ser para o alto.” No filme, Aquino interpretava Alysia Yeoh, que seria a primeira personagem trans num filme baseado nos quadrinhos da DC Comics. “Batgirl” foi cancelado após a mudança de gestão na Warner. Zaslav cortou todos os filmes que seriam feitos exclusivamente para a HBO Max, mas este trabalho em específico já estava praticamente pronto. Acreditando que ele não tinha apelo para ser lançado no cinema, o CEO ordenou que fosse arquivado. Após a decisão, os diretores do filme, Adil El Arbi e Bilall Fallah (que também trabalharam em “Ms. Marvel”), foram impedidos de continuar trabalhando no longa. Apesar de a sinopse não ter sido revelada, o filme deveria contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar uma identidade secreta e combater o crime. A personagem-título tinha interpretação de Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”), marcando a primeira aparição de uma Batgirl negra e latina em qualquer mídia. E o elenco também contaria com a volta de J.K. Simomns como James Gordon, revivendo sua participação no DCU (Universo Cinematográfico da DC Comics) após “Liga da Justiça”, além de trazer Michael Keaton como Batman, após retomar o papel no vindouro filme do Flash. O roteiro era de Christina Hodson, que não brilhou em “Aves de Rapina” e também assina o vindouro filme do Flash. Segundo o site The Hollywood Reporter, a Warner Bros. está programando uma exibição secreta para o elenco, equipe, representantes e executivos do estúdio, antes de arquivar definitivamente a produção. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ivory Aquino (@msivoryaquino)
Mãe publica foto do ator mirim de “Pantanal” no hospital para celebrar melhora
A mãe do ator mirim Gustavo Corasini, de 12 anos, que viveu Tadeu na primeira fase de “Pantanal”, compartilhou na manhã deste sábado (27/8) a primeira foto do garoto na cama do quarto do hospital, onde está internado após ter sido atropelado por uma vizinha em São Paulo. A imagem mostra o ator deitado de lado na cama da unidade hospitalar, ao som de “Obrigado, Deus”, música da dupla sertaneja Henrique e Juliano. Gustavo tirou a sonda e começou a se alimentar com frutas e a beber água. O progresso no estado de saúde dele foi a motivação do post. Fernanda Corasini ainda acrescentou à imagem: “Obrigado, bom dia”. O menino foi internado na última terça-feira (23/8) após ser atropelado junto com o amigo Eduardo Souza Delfino, de 13 anos, que não resistiu aos ferimentos e morreu. Com fraturas no braço, na perna e na bacia, Gustavo foi submetido a cirurgias e também está fazendo tratamento com psicólogos, pois ficou muito abalado ao saber da morte do melhor amigo. O perfil do ator também divulga uma vaquinha para ajudar a família de Eduardo. Através da arrecadação, eles já conseguiram dinheiro para realizar o funeral do garoto. “Nosso propósito agora é dar conforto para mãe do Eduardo com a compra de uma casa, que era o sonho dele”, diz uma nova mensagem no Instagram. Por meio dos Stories, Fernanda Corasini contou que Gustavo está mais confiante após conseguir voltar a comer sem ajuda. “Logo estaremos 100%”, acrescentou. Gustavo ganhou destaque como Tadeu em “Pantanal”, mas também já atuou nas séries “Carcereiros” (na Globo), “3%” e “O Escolhido” (ambas da Netflix), e na novela “Gênesis” (Record).
Cinzas de Nichelle Nichols serão enviadas ao espaço
As cinzas da atriz americana Nichelle Nichols, que interpretou a tenente Uhura na série clássica “Jornadas nas Estrelas” (Star Trek), serão enviadas ao espaço. Pioneira da representatividade, ela ajudou a quebrar estereótipos raciais e redefinir papéis de Hollywood para atores negros no auge do movimento pelos direitos civis dos EUA, como uma das primeiras mulheres negras a retratar uma personagem empoderada na televisão. Morta no dia 30 de julho, aos 89 anos, Nichols agora vai fazer uma jornada nas estrelas real, com suas cinzas adicionadas a um voo espacial que seguirá em direção à lua. Nessa última viagem, ela será acompanhada por colegas da nave Enterprise, pois o voo também levará os restos mortais de James Doohan, intérprete de Scotty, e o casal Majel Barrett Roddenberry, que interpretou a Enfermeira Chapel, e Gene Roddenberry, criador de “Star Trek”, além do renomado artista de efeitos visuais de ficção científica Douglas Trumbull, cujo trabalho foi apresentado em filmes como “2001: A Odisseia no Espaço” e, sim, “Jornada nas Estrelas: O Filme”. Chamada de Missão Enterprise, a jornada das cinzas será uma “carga secundária” no projeto Artemis da NASA, que retomará a exploração da lua. A data para o lançamento ainda não foi definida, mas a primeira missão não tripulada Artemis está programada para 29 de agosto. Ela será seguida por Artemis 2, um voo que circundará a lua, e depois Artemis 3, o primeiro pouso lunar tripulado em mais de 50 anos.












