Sobrinho de Michael Jackson vai viver cantor no cinema
A cinebiografia de Michael Jackson definiu seu ator principal. O escolhido foi Jaafar Jackson, de 26 anos, que é filho de Jermaine Jackson, um dos irmãos mais velhos de Michael Jackson. O sobrinho do Rei do Pop também tem uma incipiente carreira de cantor, mas nenhuma experiência como ator em seu currículo. Suas participações em sets de gravação consistem de aparições em clipes de parentes e no reality da família, “The Jacksons: Next Generation”. O filme de Michael Jackson, por sinal, tem como produtores executivos a família do astro falecido. “Sinto-me humilde e honrado em dar vida à história do meu tio Michael. Para todos os fãs de todo o mundo, vejo vocês em breve”, Jaafar escreveu em seu Instagram, ao lado de um foto em que aparece fantasiado de Michael Jackson. Intitulado “Michael”, o projeto está a cargo do produtor Graham King, que renovou o interesse pelas cinebiografias musicais com o sucesso de “Bohemian Rhapsody”. O roteiro foi escrito por John Logan, que já foi indicado três vezes ao Oscar – por “Gladiador” (2000), “O Aviador” (2004) e “A Invenção de Hugo Cabret” (2011), e será dirigido por Antoine Fuqua (de “O Protetor”). Falecido em 2009, aos 50 anos, Michael Jackson foi o cantor solo mais popular do mundo, merecendo o título de Rei do Pop, mas sua fama também colocou um holofote sobre seu comportamento excêntrico, que incluíram cirurgias plásticas que o tornaram mais parecido com um homem branco e a obsessão por se cercar de crianças – a ponto de chamar sua propriedade particular de Neverland (a Terra do Nunca, onde as crianças não viravam adultos na história de “Peter Pan”). Essa proximidade rendeu denúncias de abuso de menores contra o cantor. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jaafar Jackson (@jaafarjackson)
Criadores de séries canceladas acusam Warner Bros. Discovery de “ferir diversidade”
Os criadores e showrunners de “Tuca & Bertie”, “Gordita Chronicles” e “Whistleblower”, séries canceladas e excluídas do catálogo da HBO Max, acusaram a Warner Bros. Discovery de “ferir os trabalhadores e a diversidade”, uma vez que a maioria das atrações canceladas eram comandadas por minorias. A acusação foi feita por meio de uma carta aberta, publicada no site do WGA, o Sindicato dos Roteiristas dos EUA. “As baixas desta megafusão incluem inúmeros projetos criados por, apresentando e/ou centrados nas experiências de mulheres e pessoas de cor”, afirma o post, citando vários títulos que foram descartados pela empresa desde que David Zaslav assumiu o posto de CEO. A publicação cita como exemplos notáveis “’Batgirl’, um dos poucos filmes de super-heróis convencionais a apresentar uma atriz principal latina; ‘Full Frontal With Samantha Bee’, um dos poucos programas noturnos apresentados por mulheres; ‘Gordita Chronicles’, uma série sobre uma família de imigrantes dominicanos cuja showrunner era uma mulher latina; ‘Tuca & Bertie’, uma série animada com duas protagonistas dubladas por atrizes não brancas, e ‘Chad’, uma série sobre um adolescente iraniano nos EUA, criada e estrelada pela comediante iraniana-americana Nasim Pedrad”. Claudia Forestieri, criadora de “Gordita Chronicles”, falou na publicação que “eu entrei na televisão para combater os estereótipos negativos do mainstream a respeito das comunidades latinas e contar histórias como ‘Gordita Chronicles’, que apresenta uma jovem dominicana que imigra com sua família para Miami. A showrunner [Brigitte Muñoz-Liebowitz] e eu fizemos tudo ao nosso alcance para preparar a série para o sucesso, e a 1ª temporada foi regada com críticas positivas e fortes números de audiência”, explicou ela. “Mas após a fusão, a HBO Max recebeu um novo mandato de sua liderança da Discovery para cortar custos e ‘Gordita Chronicles’ foi cancelada apenas cinco semanas após a primeira exibição e agora será removida da plataforma. Os executivos do estúdio alegaram que o cancelamento refletia o ‘rebranding’ da HBO – por implicação, se distanciando de séries sobre famílias latinas. Essa fusão forneceu evidências bastante nítidas e imediatas de que a consolidação da indústria não apenas prejudica a diversidade e a inclusão, mas também pode contribuir para o apagamento dos latinos americanos.” Lisa Hanawalt, criadora de “Tuca & Bertie”, também se manifestou, afirmando: “eu originalmente criei ‘Tuca & Bertie’ para a Netflix, mas quando eles a cancelaram depois de apenas uma temporada, brigamos para que a série fosse para a rede Adult Swim da Warner. A série protagonizada por mulheres tinha sido um sucesso cult e uma queridinha da crítica – os executivos da Warner sabiam que precisava de apoio publicitário e tempo para aumentar os espectadores no espaço da animação adulta dominado por homens”, contou ela. Porém, segundo Hanawalt, o problema novamente foi o mesmo. “A fusão ocorreu pouco antes do lançamento da temporada mais recente, e quase todos que trabalhavam na equipe de marketing de ‘Tuca & Bertie’ foram demitidos. Em seguida, vários dos principais executivos do Adult Swim e HBO Max saíram em meio à turbulência. Os projetos de marketing planejados para promover a nova temporada não aconteceram. Então descobrimos que a série havia sido cancelada”, contou ela. “Já é mais difícil para programas centrados em mulheres, e essa fusão nos custou o apoio de que precisávamos para prosperar”. Por fim, Moisés Zamora também contou a sua experiência criando a série “Whistleblower”, “um drama focado em mulheres advogadas e defensoras que lutaram contra uma cultura de assédio sexual e corrupção nas forças armadas dos EUA, alcançando ganhos históricos após o assassinato da soldado mexicana-americana Vanessa Guillén em Fort Hood”. Zamora explicou que “após um processo de licitação com vários canais, vendi o ‘Whistleblower’ para a HBO Max em fevereiro de 2021. Durante o desenvolvimento, só recebemos elogios dos nossos executivos. As protagonistas eram três mulheres BIPOC [abreviação para negras, indígenas ou pessoas de cor], e era uma história que eu estava animado para contar. Apesar de tudo, a série foi cancelada logo após a fusão, antes de entrar em produção. A especulação da imprensa é que a nova empresa está se concentrando mais no que é visto como conteúdo voltado para o ‘americano médio’. Mas comunidades negras, asiáticas e latinas também são ‘americanos médios’”. A carta aberta do WGA denuncia “a série de fusões que nos trouxe até aqui – primeiro a fusão de US$ 85 bilhões da AT&T-Time Warner e depois a fusão de US$ 43 bilhões da WarnerMedia-Discovery”. “Cada uma prometeu criar um concorrente melhor, mas, em vez disso, deixou a entidade fundida sobrecarregada de dívidas e focada em cortar custos para racionalizar essas desastrosas decisões de negócios”, aponta o texto. “No entanto, a mania de fusões da mídia não mostra sinais de desaceleração; a última especulação da indústria é que a Comcast pode tentar adquirir a Warner Bros. Discovery”, continua a postagem. “Sem uma intervenção do governo, esse ciclo de consolidação reativa provavelmente continuará até deixar apenas três ou quatro empresas controlando todo o conteúdo, enquanto os criadores e consumidores de conteúdo pagam o preço por essas fusões dispendiosas”.
Marilyn Manson enfrenta novo processo por agressão sexual contra menor
O cantor Marilyn Manson está enfrentado um novo processo de agressão sexual. Segundo a revista Rolling Stone, o novo caso é relativo à agressão sexual cometida por Manson contra uma menina menor de idade na década de 1990. A ação foi movido no tribunal de Long Island, em Nova York, por uma autora anônima identificada apenas como “Jane Doe”. No processo, ela nomeia Manson (cujo verdadeiro nome é Brian Warner) e suas antigas gravadoras, a Interscope e a Nothing Records, como réus. Conforme relatado pela Rolling Stone, o processo “inclui acusações de agressão sexual e imposição intencional de sofrimento emocional contra Warner, e negligência e imposição intencional de sofrimento emocional, entre outras acusações, contra as gravadoras”. A vítima teria conhecido o cantor após um show em Dallas, em 1995, quando ele convidou-a e outra garota para entrarem no seu ônibus de turnê. Na ocasião, ele teria perguntado especificamente as suas idades, notas escolares, endereços residenciais e números de telefone. Jane Doe tinha 16 anos na época, sendo que a idade de consentimento no estado do Texas é de 17 anos. “Dentro do ônibus da turnê, o réu Warner realizou vários atos de conduta sexual criminosa contra a autora, que era virgem na época, incluindo, entre outros, cópula forçada e penetração vaginal”, afirma o processo. “Um dos membros da banda assistiu ao réu Warner agredir sexualmente a autora.” O processo afirma ainda que “a autora estava com dor, assustada, chateada, humilhada e confusa. Depois que ele terminou, o réu Warner riu dela… Então, o réu Warner exigiu que a autora ‘saisse do meu ônibus’ e ameaçou a autora que, se ela contasse a alguém, ele mataria ela e a sua família”. O abuso, porém, não teria se encerrado ali. Ao longo dos anos seguintes, o cantor teria influenciado a vítima a entrar numa espiral de abuso de drogas. O processo também aponta que Manson controlava quem a vítima poderia ver, com quem ela poderia interagir, além de tê-la convencido a fazer sexo com “outros membros da banda ou seu assistente ao mesmo tempo”. Ele também exibia um “comportamento hostil e verbalmente abusivo”, o que incluía o uso de calúnias raciais e outras ofensas, como chamá-la de gorda. O processo alega que as gravadoras “estavam bem cientes da obsessão do réu Warner com violência sexual e agressão sexual de menores”. Segundo o que foi apontado pelos advogados da vítima, a Interscope e a Nothing Records nunca tiveram “um sistema ou procedimento razoável para investigar, supervisionar ou monitorar sua equipe e/ou agentes, incluindo o réu Warner, para evitar aliciamento pré-sexual e assédio sexual, abuso sexual e agressão a fãs, incluindo menores e mulheres”. “Os réus Interscope e Nothing Records estavam cientes da prática do réu Warner de agredir sexualmente menores e ajudaram e encorajaram tal comportamento”, continua o processo. “Como resultado do abuso e agressão sexual de Brian Warner, permitido e encorajado pelos réus Interscope e Nothing Records, a autora sofreu grave sofrimento emocional, físico e psicológico, incluindo vergonha e culpa, perda econômica, capacidade econômica e perda emocional.” Jeff Anderson, um advogado conhecido por sua luta contra o abuso sexual dentro da Igreja Católica, é um dos advogados do caso. Ele disse à Rolling Stone que “este processo desta sobrevivente é um passo gigantesco para jogar luz numa indústria que esconde perigos à vista de todos. É hora de encarar a música. Novas leis dão aos sobreviventes tempo para tomar medidas reais por justiça e proteção”. “Novas leis poderosas em Nova York e na Califórnia dão aos sobreviventes adultos a chance de tomar medidas legais contra predadores e aqueles que os protegem e lucram com eles”, continuou o advogado. “Somos gratos aos sobreviventes e a tantos outros que agora se alinham conosco para expor os predadores e aqueles da indústria da música que permitiram, promoveram e lucraram com sua violência contra os vulneráveis”. Recentemente, Marilyn Manson fechou um acordo com a atriz Esmé Bianco (conhecida pelo papel de Ros em “Game of Thrones) para encerrar o processo de abuso e agressão sexual que ela havia aberto contra ele. Além de Bianco, várias outras mulheres fizeram acusações similares contra o cantor, incluindo a sua ex-noiva, a atriz Evan Rachel Wood (“Westworld”).
Comentário racista de Gabriel choca Larissa e o público do “BBB 23”
Gabriel Fop segue firme na disputa de pior participante da história do “BBB”. Nesta segunda (30/1), ele chocou Larissa Santos com um comentário racista sobre o cabelo de Bruno “Gaga”. Enquanto estavam na academia do “BBB 23”, o ex-Casa de Vidro passou a mão no cabelo do atendente de farmácia e disse para Larissa: “C#ralho… Passa a mão no cabelo do Bruno, ó. Duro”. Sem jeito, o alagoano respondeu: “É o gel, menino. Fica assim”. “Parece o carpete da grama ali”, continuou Gabriel aos risos. Larissa preferiu não dizer nada e sair de cena. Minutos depois, a professora de educação física contou para Fred sobre o que acabara de presenciar. “O Gabriel falou um negócio pro ‘Gaga’ [Bruno] que eu fiquei [em choque]… Ele falou: ‘Ah, seu cabelo é duro que nem os carpetes aí da rua’”, contou a personal trainer. “Ah, não, velho. Isso é pesado”, respondeu o YouTuber chocado. “Ele [Bruno] ficou sem graça, sabe? Mas eu nem falei nada. Saí”, completou Larissa. Nas redes sociais, a revolta se multiplicou. “Cara sem noção” foi o comentário mais leve. Alguém até lembrou situação parecida que aconteceu no “BBB 21”: “Quero ver o Tadeu dá aquela aula que o Thiago deu quando o Rodolfo fez o que fez com João… Aguardando o Jogo da Discórdia, pois foi nesse dia mesmo que o Thiago falou”. Comentando um movimento bizarro de defesa da permanência de Gabriel no programa, uma internauta profetizou: “Os fãs desse cara vão se arrepender de deixar ele aí. O cara vai se queimar mais e mais. E olha que tá retraído. Se voltar vai só fazer e falar merd*!” Gabriel disputa com Domitila Barros e Cezar Black o paredão desta semana no reality da Globo. Os fãs desse cara vão se arrepender de deixar ele aí. O cara vai se queimar mais e mais. E olha que tá retraído. Se voltar vai só fazer e falar merda! — F… (@Badzon4) January 30, 2023 Quero ver o Tadeu dá aquela aula que o Thiago deu quando o Rodolfo fez oque fez com João… Aguardando o jogo da discórdia Pois foi nesse dia mesmo que o Thiago falou — Debora Rafaela (@DeboraR30056077) January 30, 2023 – Larissa contando que ouviu o GABRIEL FOP falando pro GAGA que o cabelo dele é duro igual a grama da casa do BBB e a GAGA ficou sem graça #BBB23 #ForaGabriel pic.twitter.com/CsGKJUPU7j — Thaylor 🦅🥀 AI PRETO (@lorthay25) January 30, 2023 Militância chata? Ta de sacanagem ne fdp — Thaylor 🦅🥀 AI PRETO (@lorthay25) January 30, 2023 Racismo já foi a gota d'água, né, @boninho expulsa logo esse garoto! #BBB23 — Conta Tudo, Mohamed! 📢 #BBB23 (@eusouomohamed) January 30, 2023 Abuso psicológico e racismo não é entretenimento Gabriel tem que ser EXPULSO — Links da NBA 🏀 (@nbalinksbrasil) January 30, 2023
Phoebe Dynevor deixa “Bridgerton” e não aparecerá na 3ª temporada
A atriz Phoebe Dynevor, protagonista das duas primeiras temporadas de “Bridgerton”, não vai participar da próxima temporada da atração. A informação partiu da própria atriz, em entrevista ao site Variety. “Bem, eu fiz minhas duas temporadas”, disse ela quando questionada sobre seu futuro em “Bridgerton”. “Fiz o que queria com essa personagem e ela teve um ótimo arco. Se eles me chamarem de volta no futuro, quem sabe?” Em outra entrevista, desta vez para o site ScreenRant, Dynevor reforçou que “infelizmente não estou na 3ª temporada. Potencialmente no futuro. Mas a 3ª temporada, estou animada para assistir como espectadora”. Seu contrato previa apenas duas temporadas e agora ela se junta a Regé-Jean Page, intérprete do Duque de Hastings, na vida após a série. Primeiro a abandonar a atração, Page só foi contratado para uma temporada e decidiu não estender o acordo para aparecer em novos capítulos. A nova temporada também trará outra mudança. A nova showrunner, Jess Brownell, decidiu se focar nos personagens Colin (Luke Newton) e Penelope (Nicola Coughlan), pulando o terceiro livro da franquia de Julia Quinn. “Bridgerton” é uma adaptação das obras de Quinn. Depois de adaptar “O Duque e Eu”, o primeiro volume da saga literária, com foco em Daphne Bridgerton (Dynevor), a filha mais velha da família Bridgerton, e “O Visconde que Me Amava”, em que o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes foi Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey), a 3ª temporada vai se focar em “Os Segredos de Colin Bridgerton”, o quarto livro. A mudança faz sentido no contexto da série, já que a relação dos dois teve mais desenvolvimento nas duas primeiras temporadas do que o arco de Benedict (Luke Thompson), foco do terceiro livro, “Um Perfeito Cavaleiro”. Além disso, no último episódio da 2ª temporada, Penelope ouviu Colin dizer que jamais se casaria com ela, gancho clássico de trama romântica. “Como assistimos a esses dois atores em nossas telas desde a 1ª temporada, já estamos investidos neles. Sabemos quem eles são como pessoas”, disse Brownwell à Variety. “Eu sinto que, especialmente na última temporada, há esses momentos de tensão entre eles, em que Colin quase percebe que Penelope sente algo por ele, mas não chega lá. Em vez de deixar essa dinâmica de lado, queríamos empurrá-la para a 3ª temporada. Realmente parecia o momento perfeito para começar.” A 3ª temporada de “Bridgerton” ainda não tem previsão de estreia. Mas o público poderá ver Phoebe Dynevor em outras produções, como no drama “Fair Play”, vendido recentemente para a Netflix pelo valor de US$ 20 milhões, e a comédia “The Threesome”, sobre um casal que decide fazer sexo a três. Nenhum dos dois filmes tem data de lançamento definida.
Julia Roberts e Jennifer Aniston vão trocar de corpos em comédia
As atrizes Julia Roberts (“Ingresso para o Paraíso”) e Jennifer Aniston (“The Morning Show”) vão estrelar uma comédia sobre troca de corpos. De acordo com o site Deadline, o filme está sendo desenvolvido para a plataforma de streaming Amazon Prime Vídeo. O projeto foi disputado por diferentes serviços de streaming antes de ir parar na Prime Video, que já tem experiência de trabalho com Roberts (em “Homecoming”). Um dos fatores que impulsionou a disputa foi o sucesso recente da comédia “Ingresso para o Paraíso” (2022), estrelada por Roberts e George Clooney, que rendeu mais de US$ 160 milhões nas bilheterias mundiais. Apesar disso, não foram divulgados maiores detalhes sobre a trama. O projeto também não tem título nem previsão de estreia. Além de estrelarem, as duas atrizes vão produzir o filme, ao lado de Margot Robbie (“O Esquadrão Suicida”). A direção ficará por conta de Max Barbakow, diretor da ótima comédia “Palm Springs” (2020). Curiosamente, essa não é a única comédia sobre troca de corpos em produção. Outro filme atualmente em desenvolvimento é “Family Leave”, que será estrelado por Jennifer Garner (“De Repente 30”) e Emma Myers (“Wandinha”). Julia Roberts será vista a seguir no drama “Leave the World Behind”, dirigido por Sam Esmail (“Mr. Robot”), que será lançado em dezembro. Já Jennifer Aniston estrela a comédia “Mistério em Paris”, continuação de “Mistério no Mediterrâneo” (2019), que ficará disponível em 31 de março na Netflix.
Bicho-Papão: Novo terror de Stephen King ganha trailer
A 20th Century Studios divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado do terror “Bicho-Papão: O Conto” (The Boogeyman), adaptação de um conto de Stephen King. A prévia destaca a presença do personagem-título, um monstro que se esconde na escuridão e só parece ser visto pelas crianças. O trailer também dá a entender o motivo de a 20th Century ter escolhido lançar esse filme nos cinemas, e não no streaming como havia sido planejado. Com uma ambientação sombria e tensa, e com diversas cenas de susto, é o tipo de obra que parece se beneficiar da imersão da sala de cinema. A trama do filme vai acompanhar uma adolescente e sua irmã mais nova que ainda estão se recuperando da trágica morte da sua mãe. Porém, elas se veem atormentadas por uma presença sádica na casa e lutam para fazer com que seu pai, ainda em luto, também perceba aquela ameaça antes que seja tarde demais. O elenco é formado por Chris Messina (“Eu Me Importo”), Sophie Thatcher (“Yellowjackets”), Vivien Lyra Blair (“Obi-Wan Kenobi”), David Dastmalchian (“O Esquadrão Suicida”), Marin Ireland (“Sneaky Pete”) e Madison Hu (“Bizaardvark”). O roteiro da adaptação foi escrito por Scott Beck e Bryan Woods (roteiristas de “Um Lugar Silencioso”), em parceria com Mark Heyman (“Cisne Negro”), e a direção ficou por conta de Rob Savage (“Cuidado Com Quem Chama”). Vale lembrar que a história já rendeu um curta de 28 minutos em 1982, que também foi lançado num vídeo de 1994 como parte de uma antologia de adaptações dos contos de “Sombras da Noite”. Só que nesta versão não existem adolescentes na trama, apenas um homem calvo de meia-idade, que busca auxílio com um psiquiatra ao se sentir assombrado em sua própria casa. “Bicho-Papão: O Conto” chega aos cinemas brasileiros em 1 de junho, um dia antes da sua estreia nos EUA.
Escritores processam Netflix por plágio em “Depois do Universo”
O casal de autores João e Lidia Ribeiro abriram um processo de plágio contra a Netflix. A dupla está pedindo uma indenização de R$ 70 milhões por conta do filme brasileiro “Depois do Universo”, estrelado pela cantora Giulia Be e por Henrique Zaga (“The Stand”). O processo foi motivado por supostas semelhanças entre o filme, lançado em outubro de 2022, e um dos livro do casal, intitulado “Juilliard – A Arte do Amor”, de 2018. Na trama do filme da Netflix, uma jovem pianista, que está à espera de um transplante de rim, cria uma conexão inesperada com seu médico e, com isso, encontra a coragem de realizar seus sonhos musicais. Já “Juilliard – A Arte do Amor” se passa em uma das maiores escolas de arte do mundo e acompanha Julie, uma jovem que sempre teve o sonho de estudar lá, mas que sofre de uma doença terminal. Ela estava preparada para tudo, exceto viver o único sentimento que ela não não queria, não desejava e não podia, que é amar. Os autores, que assinaram a obra com os pseudônimos J.O. Brook e L.B. Brook, apontaram diversas similaridades entre as duas narrativas, reforçando assim a afirmação de que se trata de plágio. As principais semelhanças são que, em ambos os casos, a protagonista é uma pianista com uma doença terminal que se apaixona por um jovem chamado Gabriel. Mas existem outras similaridades. Nas duas histórias, a protagonista é vista tocando um piano imaginário, Gabriel tem um melhor amigo gay, ele escolhe dar um colar de presente para amada e ainda o fato de que ela descobre uma piora em sua saúde após terminar o namoro. Ao todo, os escritores listaram 70 semelhanças entre as duas obras. Porém, também existem diferenças, como a profissão de Gabriel (um bailarino no livro e um médico no filme) ou a doença da protagonista (leucemia no livro e lúpus no filme). Mas a principal diferença é que o livro a protagonista morre e Gabriel fica vivo, enquanto o desfecho no filme é o oposto. Do valor que foi pedido pelos autores, R$ 50 milhões são correspondentes a danos materiais e R$ 20 milhões são por danos morais. Segundo João, o livro foi inspirado na história da sua mãe e do luto que ele sentiu após a morte dela. “Ver a minha dor sendo usada é um sentimento de violação”, disse João Ribeiro ao Splash. “Depois do Universo” foi co-escrito e dirigido por Diego Freitas (“O Segredo de Davi”). Ele trabalhou no texto com dois roteiristas colaboradores: o estreante Rodrigo Azevedo e o ator João Côrtes (que atuou em “O Segredo de Davi”) Até o momento nem os realizadores e nem a Netflix se manifestaram em relação ao processo.
Trailer de “Mistério em Paris” volta a juntar Adam Sandler e Jennifer Aniston
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Mistério em Paris” (Murder Mystery 2), continuação da comédia “Mistério no Mediterrâneo” (2019), estrelada por Adam Sandler e Jennifer Aniston. A prévia transforma o casal atrapalhado em verdadeiros heróis de ação, envolvidos em tiroteios, perseguições e explosões. A trama se passa quatro anos após o primeiro filme, e acompanha o casal Nick e Audrey Spitz (Sandler e Aniston), que agora são detetives em tempo integral, mas lutam para fazer sua agência decolar. Certo dia, eles são convidados para celebrar o casamento do amigo Maharaja (Adeel Akhtar), em sua ilha particular. Porém, o noivo é sequestrado durante a cerimônia, transformando cada convidado, membro da família e até a própria noiva, em suspeitos. E, durante a investigação, a dupla de detetives se vê envolvida em um mistério que os leva até a capital francesa. O elenco ainda conta com Mark Strong (“Shazam!”), Mélanie Laurent (“Oxigênio”), Jodie Turner-Smith (“Queen & Slim”), John Kani (“Pantera Negra”), Kuhoo Verma (“Plano B”), Enrique Arce (“The Head: Mistério na Antártida”) e Zurin Villanueva (“Detroit em Rebelião”). “Mistério em Paris” foi mais uma vez escrito por James Vanderbilt, mas a direção desta vez ficou a cargo de Jeremy Garelick (“Padrinhos Ltda.”). O filme tem estreia marcada para 31 de março na Netflix.
BBB 23: Gabriel apela para jornada de redenção durante Raio-X
O modelo Gabriel Fop adotou o discurso da jornada de redenção nesta segunda-feira (30/1) durante o Raio-X. No confessionário, o brother enfatizou que é um “grande jogador e que está bastante arrependido de ter sido abusivo com Bruna Griphao. A tentativa desenfreada de aquecer o coração do público aconteceu na manhã seguinte à formação do paredão, onde ficou definido que Gabriel enfrentará a disputa contra Cezar Black e Domitila Barros. “Bom dia, família. Bom dia, Brasil. Ontem eu não tive sorte suficiente para ganhar o Bate e Volta, mas tá tudo certo, tô com a cabeça boa. Queria muito que o Brasil entendesse que as pessoas erram, mas elas não são tachadas disso pra sempre, tá?”, começou. “E que além do meu objetivo principal, que era o prêmio, que era ganhar o ‘BBB’ – porque eu vim pra jogar, sou um grande jogador, acredito que eu mexa no jogo – , agora tenho um objetivo pessoal, que é melhorar como pessoa, melhorar as delicadezas, pensar um pouquinho antes de falar, não brincar com certas coisas.” Por fim, Gabriel Fop declarou que definiu seus novos objetivos no reality. “Então, agora tenho dois objetivos e isso me mantém, isso me faz querer ficar mais tempo no programa, justamente por causa disso, pelo prêmio e pelas mudanças pessoais. [Quero] melhorar minha pessoa, que acredito que eu não seja um cara ruim, não, tá bom?”. A jornada da redenção tem apelo popular, já que faz parte do simbolismo cristão, representado na transformação de Saulo em Paulo, que costuma ser ressaltada em missas (embora essa confusão seja de tradução) para caracterizar a distinção causada pela conversão. Será que o público do “BBB 23” acredita que Gabriel tem vocação para santo? ✔️ Raio X do Fop, 30/01 Gabriel diz que quer uma oportunidade de continuar na casa, que tem dois objetivos: um o prêmio e o outro melhorar como pessoa. Vamos pra cima! 👊🏻#TeamFop • #BBB23 🐈⬛ pic.twitter.com/rDcBENGXLo — Gabriel Tavares 🐈⬛ (@vulgofop) January 30, 2023
Regina Duarte gera revolta ao atacar crianças indígenas: “Cruel”
A atriz Regina Duarte, que vai de mal a pior, decidiu atacar o povo indígena Yanomami no final de semana. Numa postagem absurda, a bolsonarista declarou que as crianças estariam desnutridas devido ao que ela entende como má alimentação. “A infância desamparada dos Yanomamis, uma gente criada à base de mandioca, feijão, verduras e peixes”, disparou Regina, a nova nutróloga do Instagram. O discurso negacionista tem sido espalhado pelos “patriotas”, que desacreditam da crise humanitária vivida nas comunidades indígenas de Roraima. A publicação, que ainda não obteve o selo de fake news, recebeu diversas críticas dos internautas, inclusive de colegas de profissão. “Sua postagem é cruel. Onde será que foi morar a Regina amorosa que conhecíamos? Que postagem é essa?!”, se espantou a atriz Elisa Lucinda (“Vai na Fé”). “Regina, sua atitude é inexplicável! Você é mãe, avó! Respeite a inteligência de quem lê suas postagens e te seguem! Respeite o povo Yanomami!”, implorou o ator Paulo Betti (“Tieta”), que já havia feito críticas recentes à atriz. Ele também cita a jornalista Eliane Brum, que “vive perto dos Yanomamis”. “Pois é, velha demente. Agora eles não podem mais plantar, porque as terras são compulsivamente invadidas, e não podem mais pescar, porque seus rios estão envenenados com os dejetos do garimpo…. Mas é claro que você sabe disso, é só maldade mesmo e falta de caráter”, completou o ator Eddie Coelho (“Carinha de Anjo”). José de Abreu também não deixou passar batido a situação de Regina Duarte. “Quando disse que você não valia nada, me criticaram”, lembrou o ator de “Mar do Sertão”. Não contente com a enxurrada de mensagens refutando seu argumento, a atriz compartilhou no domingo (29/1) outra fake news sobre o assunto. Desta vez, ela traz uma “reportagem” de um suposto deputado venezuelano, que afirma que os Yanomamis desnutridos seriam refugiados que cruzaram a fronteira. Antes, as fake news tinham o objetivo de atacar Lula e o STF. Agora, o foco é livrar Bolsonaro de culpa na investigação de crime de genocídio. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Regina (@reginaduarte)
Perfil de Bruna Griphao puxa mutirão pra tirar Gabriel do “BBB 23”
A atriz Bruna Griphao pode se dizer aliada e amiga de Gabriel Fop no “BBB 23”, mas após o comportamento abusivo do rapaz, seu perfil tem se colocado claramente contra o confinado. Depois de postagens denunciando o relacionamento tóxico de Bruna e Gabriel, a equipe responsável pelas redes sociais da atriz resolveu puxar um mutirão para tirar o vidraceiro do programa. “Prezando pelo jogo individual da Bruna e para protegê-la da forma que conseguimos, neste paredão nós somos Fora Gabriel”, escreveu o perfil oficial da artista. O objetivo é evitar a proximidade dos dois. Apesar de Bruna ter encerrado o breve relacionamento, que mereceu chamada de atenção do apresentador Tadeu Schmidt, ela segue conversando e sendo manipulada por Gabriel no “BBB 23”. Ele continua buscando ficar perto da atriz, fazer carinho e dar beijinhos. O posicionamento da equipe de Bruna dividiu os internautas. “Como esses administradores são bons”, elogiou uma fã. “Sim, administrador, sim. A Bruna vai voltar a brilhar na casa”, comentou a influencer Dora Figueiredo. “Que vergonha, administrador. Essa nem é a vontade da Bruna. Respeitem a vontade dela, vocês estão a representando”, escreveu outra contrária à decisão. “Fora, Domitila. Esqueceram que ela brigou com a Bruna?”, ponderou outra internauta. A equipe de Gabriel Fop puxa um mutirão, nas redes sociais, contra Domitila.
Lumena Aleluia sugere racismo na torcida para Gabriel continuar no “BBB 23”
A influenciadora Lumena Aleluia se indignou com as chances reais de Gabriel Fop continuar no “BBB 23” após cair no paredão. Numa postagem, ela comparou a atual edição com o cancelamento que sofreu no “BBB 21”. “Chocada que as chances do Gabriel continuar no ‘BBB’ são grandes”, declarou a ex-sister, se referindo à “comida de rabo” que o modelo recebeu do apresentador Tadeu Schmidt por apresentar comportamentos abusivos com a sister Bruna Griphao. Em seguida, Lumena acrescentou que em sua edição, “os ‘vilões’ tinham que sair rapidamente” da casa mais vigiada do Brasil. Embora a ex-sister não escancare a situação, o comentário deixa evidente que ela se refere ao racismo. Na época do “BBB 21”, a “cultura do cancelamento” estava em alta e a rejeição da influencer foi levada a sério nas redes sociais. Além de Lumena, o público também disparou ódio contra Karol Conká, Nego Di e Projota. Todos negros. A influenciadora recebeu o apoio de seus seguidores após o pronunciamento. O público faz questão de enfatizar que Gabriel Fop está em busca de redenção por ser branco. “Porque na sua edição os “vilões” eram na maioria mulheres e pretas!!! Queria ver se o Gabriel fosse mulher ou preto, ou mulher preta, ia sair escorraçado e com rejeição máxima, mas como é macho hétero cis e tem um “rostinho bonito” e voz mansa…”, disse um internauta. “Só os vilões pretos [são eliminados com rejeição], Lumãe. Os brancos tem muitas chances pra mostrar que são boas pessoas”, completou outro. chocada que as chances do gabriel continuar no bbb são grandes… na minha edição, os “vilões” tinham que sair rapidamente, né? aiai — Lumena (@LumenaAleluia) January 30, 2023












