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Reality

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  • Série

    Sensacionalista? 5ª temporada de “The Crown” é o oposto: complacente com família real

    10 de novembro de 2022 /

    A 5ª temporada de “The Crown” gerou muitas polêmicas antes da sua estreia na Netflix, que aconteceu na quarta-feira (9/11). Porém, uma vez disponibilizada no serviço de streaming, ficou comprovado que tudo não passou de muito barulho por nada. As acusações foram alimentadas, basicamente, por especulações sem fundamento. No lugar do “sensacionalismo bruto”, conforme a denúncia da atriz Judi Dench, o que o público de fato encontrou foi uma temporada que trata a família real com admiração e respeito. Logo na primeira aparição da Rainha Elizabeth II (com Imelda Staunton no papel, que já pertenceu a Olivia Colman e Claire Foy), é possível notar o tom respeitoso adotado pela atração. A rainha é vista numa consulta com um médico, que a aconselha a não trabalhar tanto. “Correndo o risco de soar como um disco quebrado, quanto menos tempo você passar de pé, melhor”, diz ele. E a Rainha apenas responde: “Risco ocupacional, receio”. Ou seja, a série faz questão de mostrar a Rainha Elizabeth II como alguém que continuava viajando de um extremo ao outro do país para participar de eventos sociais, fazer discursos, apertar as mãos e conversar com as pessoas, sempre sem reclamar de nada, embora ela já tivesse passado da idade de se aposentar. Mais do que isso, o criador da série Peter Morgan faz questão de humanizar a sua personagem, mostrando um lado da sua história que é pouco conhecido do público. É possível notar, por exemplo, a decepção dela com os relacionamentos fracassados dos seus filhos, a tensão com sua mãe nonagenária e a contradição entre ser uma rainha, uma irmã, uma mãe e uma esposa, tudo ao mesmo tempo. Os diálogos também reforçam essa representação heroica dela. Em certo momento, a princesa Margaret, interpretada por Lesley Manville, pergunta a ela: “Quantas vezes Philip fez alguma coisa? Interveio quando você não pôde? Foi forte quando você não pôde ser? Ficou bravo quando você não pôde ficar?”. Ao mesmo tempo, ela lê notícias de jornal que a chamam de “irrelevante” e “velha”. O 4ª episódio da temporada, intitulado “Annus Horribilis”, apresenta uma dramatização de um discurso real que a rainha deu em 1992. Nesse discurso, ela refletiu publicamente sobre o período em que os casamentos dos seus filhos desmoronaram e sobre o incêndio no Castelo de Windsor que causou danos catastróficos. E se isso não fosse suficiente, ela fez o discurso enquanto estava com um resfriado tão forte que quase a deixou sem voz. As críticas anteriores a “The Crown” foram influenciadas pela morte recente da Rainha Elizabeth II e pelo medo em relação à maneira como ela poderia ter sido retratada na série. Parte desse receio foi alimentado pelo fato de que a trama dessa temporada seria centrada num período polêmico da vida da família real, a década de 1990, quando a popularidade do agora Rei Charles (interpretado por Dominic West) estava em baixa depois que seu caso com Camilla Parker Bowles (Olivia Williams) vir à tona, enquanto ainda era casado com a Princesa Diana (Elizabeth Debicki). Porém, até ao abordar esses temas, a série foi respeitosa. Um dos momentos mais constrangedores para Charles envolve as gravações de telefonemas entre ele e Camilla, quando ele diz que queria reencarnar como um absorvente interno para poder viver dentro dela. Nesse caso, a série foca na maneira como as reputações das pessoas envolvidas foram destruídas porque a mídia publicou transcrições desses telefonemas. Não só isso, mas na época o público podia ligar para um determinado número de telefone e escutar as gravações feitas de maneira ilícita. Ou seja, a abordagem feita por “The Crown” é a de que Charles e Camilla eram um casal apaixonado que na época não pôde ficar junto por ter sofrido uma enorme invasão de privacidade. Outro momento da série que foi alvo de críticas foi uma encenação do momento em que Charles tenta persuadir o primeiro ministro John Major (Jonny Lee Miller) de que ele deveria apoiar a abdicação da rainha em favor de sua ascensão imediata ao trono. Nesse caso, o verdadeiro Major descreveu a cena como “um barril de bobagens maliciosas”. Entretanto, a cena serve mais para mostrar o personagem de Charles como um sujeito progressista, que se irrita com as maneiras antiquadas da sua família. Ao longo de toda a temporada, Charles é retratado sob uma luz positiva, como o membro mais realista de toda a realeza. Ele é visto apoiando a decisão do governo de desativar o iate real em vez de gastar o dinheiro dos contribuintes para reformá-lo e também demonstra uma clara paixão pelo meio ambiente e pela medicina alternativa. Em certo momento, o príncipe aparece fazendo um discurso apaixonado para um grupo de jovens antes de se divertir na pista de dança com alguns dançarinos de break. E se isso não fosse suficiente para vender uma imagem positiva do agora Rei, a cena ainda é intercalada com os dizeres: “O príncipe Charles fundou o The Prince’s Trust em 1975 para melhorar a vida de jovens desfavorecidos. Desde então, o Prince’s Trust ajudou um milhão de jovens a atingirem o seu potencial”. Por sinal, o ator Dominic West já trabalhou com o verdadeiro Charles em eventos da instituição de caridade e é um entusiasta desta iniciativa. Igualmente criticada de forma prematura foi a maneira como a série iria representar a figura da Princesa Diana e sua relação com Charles. Mas a série os retrata como duas pessoas muito diferentes que enfrentaram uma pressão global para que seu casamento fosse bem-sucedido. Quando saem de férias com a família, Diana quer fazer compras e ir para a praia, mas Charles está mais interessado em museus e escavações arqueológicas. “Não é extraordinário como a compreensão de duas pessoas sobre diversão pode ser tão completamente diferente?”, Charles pergunta a um amigo, desanimado. Nesse caso, quem sai perdendo é Diana, que acaba sendo vista como desprendida, imprudente e até egoísta. Ela é mostrada como alguém que está afastada do irmão e tem uma relação de dependência com seus filhos pequenos. Ela também é vista como uma pessoa determinada a derrubar a monarquia, embora a Rainha sempre a trate com bondade. “Você é esposa do meu filho mais velho, mãe dos meus netos e um valioso membro sênior desta família”, a rainha diz para ela em certo momento. Assim, de acordo com a série, foi a determinação de Diana em ser uma forasteira dentro da família real – e não a intenção da família real de torná-la uma – que colocou a princesa no caminho trágico que eventualmente levou à sua morte (fato que só vai ser mostrado na 6ª temporada). A série também não mostra nenhuma cena de sexo e não aborda temas mais polêmicos, como a amizade do príncipe Andrew com o pedófilo condenado Jeffrey Epstein e a traficante sexual Ghislaine Maxwell (amizade esta que aconteceu justamente na época em que a 5ª temporada se passa). Neste sentido, a série prova-se o oposto do que vinha sendo acusada: complacente com a família real, suavizando todas as polêmicas que pudessem comprometer a monarquia. Todos os episódios da 5ª temporada de “The Crown” já estão disponíveis na Netflix. Assista ao trailer abaixo.

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  • Filme

    Morena Baccarin vai estrelar sci-fi de ação com Anthony Mackie

    10 de novembro de 2022 /

    A atriz brasileira Morena Baccarin, de “Gotham” e “Deadpool” vai contracenar com Anthony Mackie, intérprete do Falcão e novo Capitão América dos filmes da Marvel, na ficção científica “Elevation”. Escrito por John Glenn, Kenny Ryan e Jacob Roman (roteiristas de “SEAL Team: Soldados de Elite”), o filme vai acompanhar um pai solteiro e duas mulheres que precisam se aventurar fora da segurança das suas casas e enfrentar criaturas monstruosas para salvar a vida de uma criança. O elenco também inclui Maddie Hasson (“Maligno”). A direção está a cargo de George Nolfi, com quem Mackie já trabalhou no filme “O Banqueiro” (2020), e a produção é de Brad Fuller (produtor de “Um Lugar Silencioso”). “Elevation” já começou a ser rodado no estado americano do Colorado, mas só deve estrear em 2024. Mackie atualmente está envolvido em diversos projetos da Marvel, como o quarto filme do “Capitão América”, previsto para 2024, e dois novos filmes dos “Vingadores”. E Baccarin, que gravou recentemente participação na série “Sessão de Terapia” no Brasil, deve integrar o elenco de “Deadpool 3”. Ela também está no thriller de ação “Gun Monkeys”, de Philip Noyce, que foi o último trabalho do ator James Caan, falecido em julho passado, e ainda fará a continuação de “Destruição Final: O Último Refúgio” com Gerard Butler.

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  • Série

    Lily Collins vai estrelar série da Amazon

    10 de novembro de 2022 /

    A atriz Lily Collins (“Emily em Paris”) vai produzir e estrelar a série “The Accomplice”, adaptação do livro de Lisa Lutz desenvolvida para o serviço de streaming Amazon Prime Video. A série vai acompanhar Luna Gray e Owen Mann, dois melhores amigos de faculdade, unidos para sempre por uma morte inexplicável dentro do seu círculo social, cujas vidas são novamente abaladas anos depois, quando a esposa de Owen é brutalmente assassinada. A adaptação está a cargo de Olivia Milch (roteirista de “Oito Mulheres e um Segredo”), que também vai produzir a atração ao lado de Collins. “The Accomplice” ainda não tem previsão de estreia. Lily Collins será vista a seguir na 3ª temporada de “Emily em Paris”, que deve estrear em breve na Netflix. Ela também está envolvida no drama “Halo of Stars” e no suspense “Titan”, ambos sem previsão de estreia.

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  • Etc

    Lucélia Santos assume coordenação de Cultura na transição do governo Lula

    10 de novembro de 2022 /

    A atriz Lucélia Santos entrou na coordenação do núcleo de Cultura na transição de governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Ela vai trabalhar juntamente com o secretário nacional de cultura do Partido dos Trabalhadores Márcio Tavares e o ex-ministro Juca Ferreira para desenvolver a formulação de políticas públicas e definir as diretrizes do setor durante o mandato de Lula. Entre as prioridades do grupo durante a transição estão a revisão de normas e decretos editados durante a gestão de Jair Bolsonaro, a análise da estrutura do setor de Cultura no governo federal e discussões sobre o orçamento destinado à área. Em seu perfil no Twitter, Lucélia Santos celebrou a novidade. “Agora é oficial, fui convidada pra compor a equipe de transição do governo @LulaOficial para a Cultura! Estou muito contente, vamos adiante! Há muito trabalho a fazer”, escreveu ela. A expectativa é que Lula recrie o Ministério da Cultura e revogue várias normas estabelecidas para o setor durante o governo Bolsonaro. Agora é oficial, fui convidada pra compor a equipe de transição do governo @LulaOficial para a Cultura! Estou muito contente, vamos adiante! Há muito trabalho a fazer 🙏 pic.twitter.com/z6rfA0vykS — Lucélia Santos (@luceliaoficial) November 9, 2022

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  • Série

    Filme “Boa Noite e Boa Sorte”, de George Clooney, vai virar série

    10 de novembro de 2022 /

    O filme “Boa Noite e Boa Sorte” (Good Night, and Good Luck, 2005), que rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Diretor para George Clooney, vai virar uma série de TV. O projeto está sendo desenvolvido para o canal pago americano AMC. “Boa Noite e Boa Sorte” narrou a história real da batalha travada entre o jornalista Edward R. Murrow (David Strathairn no filme) e o senador americano Joseph McCarthy, pai do Macarthismo, uma patrulha anticomunista que “caçava” supostos espiões comunistas infiltrados na sociedade americana – violando direitos civis e utilizando-se de métodos ilegais. A série está sendo desenvolvida por Jonathan Glatzer (“Succession”), que também vai produzir e atuar como showrunner da atração. O próprio George Clooney está envolvido no projeto como produtor. “Boa Noite e Boa Sorte” vai passar por um processo diferente de desenvolvimento, chamado de “modelo roteiro-para-série”. Ou seja, serão desenvolvidos os roteiros dos seis episódios planejados para a série, e, caso estes sejam aprovados, a atração vai ganhar sinal verde, sem precisar gravar seu piloto. Recentemente, a AMC aprovou a produção de duas outras séries desenvolvidas nesse modelo, uma adaptação do filme “O Segundo Rosto” (1966) e “The Devil In Silver”, que deve se tornar uma antologia de terror. Caso seja aprovado, “Boa Noite e Boa Sorte” vai se juntar à crescente lista de filmes que serão adaptados para o formato de série. A lista ainda conta com as produções baseadas em “O Dia do Chacal” (1973), “Sexta-Feira 13” (1980), “Scanners: Sua Mente Pode Destruir” (1981), “Kickboxer: O Desafio do Dragão” (1989), “Medo” (1996), “Ou Tudo ou Nada” (1997), “Não me Abandone Jamais” (2010), “Festa da Salsicha” (2016), “Os Parças” (2017), “Magnatas do Crime” (2019) e “O Chef” (2021). Assista abaixo ao trailer do filme “Boa Noite e Boa Sorte”.

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  • Etc,  TV

    Renato Aragão chora ao saber da morte de Roberto Guilherme

    10 de novembro de 2022 /

    Renato Aragão ficou bastante abalado com a morte de Roberto Guilherme, o Sargento Pincel de “Os Trapalhões”. A mulher do humorista, Lilian Aragão, disse que ele está chorando muito com a perda. “Perdeu um amigo maravilhoso. Convivia muito com ele sempre; as famílias sempre juntas”, falou. Guilherme faleceu nesta quinta (10/11), após uma batalha contra o câncer. Aragão o conhecia há quase 60 anos, desde que trabalharam juntos no humorístico “Um Dois, Feijão Com Arroz” (1965), na extinta TV Excelsior. O intérprete de Didi também postou uma homenagem no Instagram e gravou um vídeo, que foi enviado à imprensa. “Roberto Guilherme, o Sargento Pincel, era um amigo maravilhoso”, diz Aragão no vídeo. “Ele era muito diferente daquele tipo que ele fazia de durão. Fora disso [do personagem], era uma amigo maravilhoso. E ele era sargento mesmo. Já havia dado mais de cento e tantos saltos de paraquedas e depois virou ator e ficou alegrando todo mundo. Hoje, eu não sei como falar desse amigo muito doce que perdemos. O céu vai ficar mais alegre”, concluiu. De fato, Roberto Guilherme foi paraquedista – e jogador de futebol – antes de ser descoberto numa peça de teatro amador e virar humorista. Ele participou de vários programas e filmes com Renato Aragão, que estiveram juntos também em produções da Record, da Tupi e da Globo. Guilherme integrou a primeiríssima versão de “Os Trapalhões” na Tupi, em 1975, e manteve a parceria com o amigo até após o final do humorístico na Globo, no programa “Aventuras do Didi” (2010-2013) e no filme “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood”, lançado em 2017. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Renato Aragão (@renatoaragao)

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  • Etc

    Jennifer Aniston desabafa sobre sua luta para engravidar e os boatos que a atormentaram

    10 de novembro de 2022 /

    A atriz Jennifer Aniston (a eterna Rachel de “Friends”) deu uma entrevista sincera à revista Allure, falando sobre sua longa e frustrante luta para engravidar e contra o preconceito que sua falta de filhos alimentava nas colunas de fofoca, gerando mentiras inclusive sobre o fim de seu casamento com Brad Pitt. “Foi uma jornada desafiadora para mim, a jornada de fazer bebês. Todos os anos e anos de especulação”, contou ela. “Foi muito difícil. Eu estava passando por fertilização in vitro, tomando chás chineses… tentei de tudo.” “Passei tantos anos protegendo minha história sobre a fertilização in vitro. Sou tão protetora com essas partes [da vida] porque sinto que há muito pouco que posso guardar para mim”, continuou. Falando sobre o peso das fofocas sobre seus relacionamentos passados, Aniston lamentou ter sido alvo de boatos constantes e muito tristes, especialmente ao fim de seu casamento com Brad Pitt. Ela lembrou que “a razão pela qual meu marido me deixou, pela qual terminamos e nosso casamento acabou, foi porque eu era egoista e não queria dar um filho a ele”. “Isso é absolutamente mentira”, apontou. “O [mundo] cria narrativas que não são verdadeiras, então posso dizer a verdade. Sinto que estou saindo da hibernação. Não tenho nada a esconder”, disse ela. Em 2016, a atriz chegou a escrever um artigo para o site Huffington Post no qual abordou os constantes relatos falsos a respeito de sua suposta gravidez ou falta dela. “Para constar, não estou grávida. O que estou é farta”, protestou ela no artigo. Admitindo que “esse barco já zarpou”, a atriz atualmente com 53 anos diz que não se arrepende de ter feito todas as tentativas de engravidar. “Na verdade, sinto um pouco de alívio agora porque não há mais aquele pensamento: ‘Será que eu posso?’ Não preciso mais pensar nisso.” Aniston explica que seu maior arrependimento é não ter se informado melhor a respeito do assunto. “Eu daria qualquer coisa a alguém que tivesse me dito: ‘Congele seus óvulos. Faça um favor a si mesma’. Você simplesmente não pensa nisso. Então aqui estou eu hoje”, afirmou ela. “Eu diria que no final dos meus 30, 40 anos, eu passei por coisas muito difíceis, e se não fosse por isso, eu nunca teria me tornado quem eu deveria ser”, disse Aniston. “É por isso que eu tenho tanta gratidão por todas essas m*rdas. Caso contrário, eu estaria presa sendo essa pessoa que estava com tanto medo, tão nervosa, tão insegura de quem ela era. E agora, eu não me importo.” Segundo Aniston, a imprensa é cruel com as mulheres da indústria do entretenimento que não têm filhos. Ela conta que, no caso dela, foi criada uma “narrativa de que eu era egoísta” e que “só me importava com a minha carreira”. “E Deus me livre que uma mulher seja bem-sucedida e não tenha filho”, completou ela. No artigo de 2016, ela se posicionou sobre este tópico, escrevendo que “somos completas, com ou sem um companheiro, com ou sem filho”. “Não precisamos ser casadas ou mães para sermos completas. Nós podemos determinar nosso próprio ‘felizes para sempre’ para nós mesmas”, completou. Ela também falou sobre o assunto ao The Hollywood Reporter em dezembro passado, lembrando que “costumava levar tudo para o lado pessoal” naquela época. “É tipo: ‘você não tem ideia do que está acontecendo comigo pessoalmente, medicamente, por que eu não posso… ter filhos?’ Eles não sabem de nada, e foi realmente doloroso e desagradável”, disse ela. Para Aniston, hoje em dia as pessoas comuns nas redes sociais assumiram o papel que antes era dos fofoqueiros profissionais. “O que os tabloides e a mídia fizeram com a vida pessoal das pessoas naquela época, pessoas comuns estão fazendo agora [nas mídias sociais]”, disse ela. “Agora você tem a mídia social. É quase como se a mídia entregasse a espada a qualquer Zé Ninguém sentado atrás de uma tela de computador para ser um troll ou o que quer que sejam chamados, para intimidar as pessoas nas seções de comentários. E eu não sei por que há uma veia tão cruel na sociedade. Muitas vezes me pergunto o que os excita tanto.” Independente de tudo isso, Jennifer Aniston se vê hoje como uma mulher mais plena. “Eu me sinto a melhor versão de mim mesmo hoje, melhor do que já me senti nos meus 20 ou 30 anos, ou nos meus 40 e poucos anos”, disse ela. Ela será vista a seguir na 3ª temporada de “The Morning Show”, que deve estrear em breve no serviço de streaming Apple TV+. Além disso, estrela a comédia “Murder Mystery 2”, continuação de “Mistério no Mediterrâneo” (2019), que vai chegar em 10 de fevereiro na Netflix. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Allure Magazine (@allure)

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  • Série

    Série estrelada por Robert Downey Jr. define elenco internacional

    10 de novembro de 2022 /

    A série “The Sympathizer”, desenvolvida para o canal pago HBO, definiu o elenco internacional que vai atuar ao lado de Robert Downey Jr. (“Vingadores: Ultimato”) na atração. Após uma longa busca por atores vietnamitas ou descendentes nos EUA, Europa, Ásia e Oceania, a escolha recaiu sobre o australiano Hoa Xuande (“Cowboy Bebop”) para o papel principal, além de Fred Nguyen Khan (“District 31”), Toan Le (“Pé Grande”), Vy Le (“MacGyver”) e Alan Trong (“A Guerra do Amanhã”) em outros papéis importantes. “The Sympathizer” adapta o livro satírico homônimo de 2015 do professor vietnamita-americano Viet Thanh Nguyen, consagrado com o Prêmio Pulitzer. A trama gira em torno de um espião norte-vietnamita (comunista), infiltrado junto aos americanos durante a guerra no Vietnã, que acaba virando consultor cultural de uma grande produção de Hollywood sobre o conflito, no estilo de “Platoon” e “Apocalypse Now”. Xuande vai interpretar o protagonista, conhecido apenas como “Capitão”. Seu personagem é meio francês e meio vietnamita, e ele foge do Vietnã durante a queda de Saigon em 1975, indo parar nos EUA, onde se envolve com uma comunidade de exilados do sul da Califórnia e, eventualmente, entra no mundo do cinema. Khan será Bon, o amigo de infância do Capitão que se recusa a revelar as múltiplas identidades do seu amigo. Depois de chegar em Los Angeles, Bon encontra um novo significado para sua vida nos lugares e circunstâncias mais improváveis. Toan Le interpretará o General, o ex-chefe da Polícia Secreta do Vietnã do Sul que agora está obcecado em descobrir traidores dentro da comunidade de refugiados. Ele também tenta liderar uma missão contra-revolucionária em sua terra natal. Vy Le será Lana, a filha do general que é fluente na cultura americana e vietnamita, uma habilidade que o Capitão acha estonteante e que irrita o General. Trong viverá Sonny, um ex-colega de classe idealista do Capitão que agora é editor de um jornal de língua vietnamita em Los Angeles. O personagem é uma espécie de contraponto do Capitão. Downey Jr., por sua vez, deve desempenhar vários papéis na produção, representando elementos diferentes do establishment americano, incluindo um congressista emergente, um agente da CIA e um diretor de cinema de Hollywood, entre outros. O elenco também contará com a atriz canadense Sandra Oh (“Killing Eve”) e vários atores vietnamitas em papéis secundários. Além de atuar, Downey Jr. é um dos produtores, junto com o diretor sul-coreano Park Chan-wook (“Oldboy”), o roteirista Don McKellar (“Ensaio Sobre a Cegueira”) e sua esposa e sócia Susan Downey. Chan-wook e McKellar serão responsáveis ainda por dirigir e escrever a série. “The Sympathizer” já começou a ser gravada, mas ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Anne Hathaway e Salma Hayek vão estrelar comédia de ação do autor de “Trem-Bala”

    10 de novembro de 2022 /

    As atrizes Anne Hathaway (“WeCrashed”) e Salma Hayek (“Os Eternos”) vão estrelar a comédia de ação “Seesaw Monster”, baseada no livro de mesmo nome de Kotaro Isaka (o autor de “Trem-Bala”). “Seesaw Monster” batiza uma coleção de contos de Isaka, então há muitas maneiras pelas quais o livro pode ser adaptado. Mas uma história chama atenção por ser focada em duas mulheres com a idade das atrizes. Na trama, uma mulher questiona o passado misterioso de sua sogra e descobre segredos que colocam em risco sua família. As duas não se dão bem, mas acabam forçadas a trabalhar juntas após o passado da sogra se tornar uma ameaça. A Netflix, que está desenvolvendo o filme, descreve a obra como uma comédia de ação focada na parceria entre as personagens de Hathaway e Hayek. Além de estrelarem, as duas estrelas também vão produzir a obra. A adaptação ficou a cargo de Olivia Milch (roteirista de “Oito Mulheres e um Segredo”) mas, até o momento, nenhum diretor foi contratado para comandar o filme, que ainda não tem previsão de estreia. Além de ter escrito o livro “Maria Beetle”, que deu origem ao filme “Trem-Bala” (2022), Kotaro Isaka também é autor do livro “Three Assassins”, que também já foi adaptado para o cinema, no filme “Grasshopper” (2015). Anne Hathaway tem diversos projetos pela frente, entre eles a comédia dramática “She Came to Me”, co-estrelada por Marisa Tomei (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), sem previsão de estreia. E Salma Hayek será vista a seguir no filme “Magic Mike’s Last Dance”, terceiro filme da franquia “Magic Mike”, que é esperado em 2023 na HBO Max.

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  • Reality,  TV

    Vini Buttel se manifesta após briga na Record TV

    10 de novembro de 2022 /

    O ex-integrante de “A Fazenda 14” Vini Buttel usou o Stories do Instagram para contar sua versão da briga que aconteceu na quarta (9/11) nos estúdios da Record TV, durante gravação para o programa digital “Celeiro da Justiça”, apresentado por Lucas Selfie. Ele mostrou como ficou o seu rosto, se disse chateado e pediu desculpas, embora sustente que a agressão tenha partido do ex-BBB Hadson Nery, conhecido como Hadballa. Também participavam da atração os ex-Fazenda Lucas Santos e Liziane Gutierrez. “E aí, gente. Apareci. Chateado pra caramba com todo o ocorrido, mas eu estou bem. Agradeço todas as mensagens de carinho, dos meus amigos, os fãs preocupados. O sangue que vocês viram foi daqui [apontou para a região da pálpebra], meu narizinho está intacto. tô com esses arranhões, parece que eu briguei com uma jaguatirica”, iniciou. “Queria pedir desculpas a todos vocês, à Record, à minha casinha, ao Lucas Selfie pelo convite ao programa que estava super legal e falar o que, né gente? Essa outra pessoa já tem histórico de ser agressivo, fui descobrir na delegacia que ele tem apenas 22 processos nas costas, então infelizmente eu cruzei o caminho dele e ele cruzou o meu caminho”, afirmou. Segundo ele, Hadson tentou agredir Lucas e ele apenas defendeu o amigo. “Eu tô chateado, eu intervir em uma quase agressão ao Lucas, tava na iminência de ser agredido. A gente estava em um programa de humor, provocação, e ele não aguentou a provocação e aí ele foi em cima do Lucas, alteradíssimo, falando um monte de coisas e eu me coloquei no meio dos dois sim, eu fui defender o meu amigo”, contou. Em seu relato, Vini disse que tudo está gravado, e que as imagens do programa podem comprovar que ele está falando a verdade. “Tudo será comprovado porque estava sendo gravado e aí vocês vão ver. Não teve covardia, nem nada do que estão falando. Provavelmente ele é uma pessoa desequilibrada que está atrás de fama e infelizmente está tendo esse momento. É uma fama tão feia, né? Não queria tá passando por isso, mas infelizmente eu tô aqui”, completou.

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  • Música

    Ex-namoradas de Gal, Lúcia Veríssimo e Marina Lima prestam homenagens à cantora

    10 de novembro de 2022 /

    Duas ex-namoradas famosas de Gal Costa, a atriz Lúcia Veríssimo e a cantora Marina Lima, prestaram homenagens nas redes sociais à artista, que morreu na quarta-feira (9/7), aos 77 anos. Lúcia escreveu “Eternamente”, ao postar uma canção de Gal do mesmo nome. “Só mesmo o tempo/ Vai poder provar/ A eternidade das canções/ A nossa música está no ar/ Emocionando os corações/ Pois tudo que é amor/ Parece com você/ Pense, lembre/ Nunca vou te esquecer”, diz o trecho da música publicado. Gal Costa e Lúcia Veríssimo namoraram no início da década de 1980 e seguiram grandes amigas após o término. Em 2019, elas posaram juntas durante um reencontro em Portugal e voltaram a ser clicadas em 2020, nos bastidores de um show da cantora. Triste com a notícia da morte, Lúcia recebeu mensagens de força e apoio de várias famosas. “Minha querida, lembrei de você o dia todo”, escreveu Elizabeth Savala. Já Marina Lima compartilhou com os seguidores como ela e Gal se conheceram. “Nem sei dimensionar a importância da Gal na minha escolha profissional. Aos 12 anos, recém-chegada dos EUA, quando a vi no programa do Chacrinha, guitarra em punho, cabelos enrolados, diferente de tudo que conhecia daqui, descobri que poderia haver um lugar para mim e a minha musicalidade no Brasil. Meu tio, Romulo Almeida, um baiano apaixonado por tudo da sua terra, então me levou para assistir ao show dela com Tom Zé, no teatro de Bolso no Leblon. E a partir dai, o meu Brasil mudou. Foi um golpe a partida da Gal. Mas o seu legado é imortal”, escreveu. Embora Gal nunca tenha falado abertamente sobre os romances, Marina revelou em 2008 ter perdido a virgindade com Gal Costa aos 17 anos. Na época, a baiana se irritou com a declaração e cortou relações com a ex-namorada, chegando a barrá-la de sua casa em Salvador. Marina voltou a tocar no assunto no ano passado. “Nunca poderia imaginar que a pessoa em questão fosse ficar p*ta. Até por que aprendi muito sobre libertação sexual com aquela geração, com os baianos. Não toco mais nesse assunto, não quis aborrecer ninguém. Foi um susto causar incômodo, fiquei indignada até. Mas cada um sabe da sua vida”, disse a cantora ao jornal O Globo. Apesar dos relacionamentos femininos, Gal Costa era bissexual e também tinha casos masculinos, como com o violonista Marco Pereira nos anos 1990. Ela também quis ter um filho com Milton Nascimento, embora nunca o tenha namorado, porque queria ser mãe. Acabou adotando Gabriel em 2007, que está atualmente com 17 anos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lúcia Veríssimo LV 🏹🎥📷🐆🐎🎞🖋🐱🐶 (@lverissimo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marina Lima (@marinalimax1)

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  • Série,  TV

    Roberto Guilherme, o Sargento Pincel, morre aos 84 anos

    10 de novembro de 2022 /

    O ator Roberto Guilherme, que é conhecido pelo papel do Sargento Pincel em “Os Trapalhões”, morreu nesta quinta-feira (10/11), no Rio de Janeiro, aos 84 anos. Ele lutava contra um câncer há alguns anos e estava internado na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul da capital carioca. Há seis semanas atrás, ele chegou a receber a visita de Dedé Santana, com quem contracenou no programa clássico da Globo. “Muito assunto para colocar em dia. Valeu compadre Dedé Santana pela visita!!”, ele escreveu em sua última postagem do Instagram. Roberto na verdade se chamava Edward e nasceu em Ladário, Corumbá (MT), em 25 de agosto de 1938. O nome artístico foi uma homenagem a Roberto Carlos. Antes de ser ator, ele passou por várias profissões, ainda menor de idade. Aos 11 anos, foi aprendiz de sapateiro. Aos 14, virou jogador de futebol profissional, integrando o time mirim do Vasco da Gama. Aos 18, alistou-se no Exército para seguir carreira, tornando-se paraquedista, mas sem abandonar o futebol. Ele chegou a disputar partidas pela Seleção Brasileira Militar de Futebol ao lado de Pelé. Representando o Brasil, Roberto Guilherme disputou campeonatos nos Estados Unidos, Inglaterra, Panamá, e Colômbia, e foi campeão sul-americano na categoria. Ainda no Exército, ele escreveu uma peça de teatro amador encenada no Olaria Atlético Clube, na Zona Norte do Rio. Mas um dia um ator faltou, e Guilherme acabou o substituindo. Um produtor viu a peça e convidou Roberto Guilherme para trabalhar na TV Rio. Foi o início de sua carreira definitiva. Ele teve o encontro que mudou sua vida quando começou a trabalhar na TV Excelsior e conheceu Renato Aragão, o Didi. Eles contracenaram pela primeira vez no humorístico “Um Dois, Feijão Com Arroz” (1965) e levaram a parceria para o cinema em “Dois na Lona” (1968). Depois, o ator passou a fazer parte do elenco fixo de “Adoráveis Trapalhões”, que tinha como astros principais o comediante Aragão, o lutador galã Ted Boy Marino e os cantores Ivon Cury e Wanderley Cardoso. Com o mesmo elenco, também atuou em “Os Legionários” (1965), onde interpretou pela primeira vez um militar sem nome, que virou o embrião do Sargento Pincel. Na Excelsior, ele ainda atuou no programa de aventuras “002 Contra o Crime” (1965) e na novela infanto-juvenil “A Ilha do Tesouro” (1966). O Sargento Pincel, na verdade, materializou-se fora de “Os Trapalhões”, quando Guilherme foi para a TV Record e estrelou o programa “Quartel do Barulho” (1966). No novo canal, ele voltou a fazer dupla com Renato Aragão no humorístico “Praça da Alegria”. E depois se juntou ao elenco do protótipo de “Os Trapalhões”, batizado de “Os Insociáveis” (1971-1974), que juntou pela primeira vez o trio Didi, Dedé e Mussum, além da cantora Vanusa. No final dos anos 1960, Guilherme se separou dessa turma para ir para a TV Tupi, onde trabalhou com Costinha no programa “Do Que Se Trata” (1969). Esta parceria também foi parar no cinema, na comédia “Costinha e o King Mong” (1977). Mas não demorou para ele se reencontrar com Didi, Dedé e Mussum, que o seguiram rumo à Tupi, onde Zacarias acabou se juntando ao grupo. Essa trupe definitiva se reuniu pela primeira vez em 1975 para materializar um programa novo, chamado “Os Trapalhões”. Guilherme participou desde o início, mas com destaque bem menor que o quarteto central. Só que o programa não fez sucesso e foi cancelado no ano seguinte. Sério. Em 1980, com o colapso da Tupi, Guilherme chegou a fazer teste para interpretar o palhaço Bozo, no SBT. Sem conseguir a vaga, buscou a TV Globo, onde participou de humorísticos como “Viva o Gordo” e “Balança Mais Não Cai”, e reencontrou seus antigos colegas. A Globo tinha lançado a versão mais conhecida de “Os Trapalhões” em 1977. Mas Guilherme só entrou no programa em 1982, quando popularizou de vez o Sargento Pincel, líder de um grupo atrapalhado de recrutas militares. O programa ficou no ar até 1997, perseverando mesmo após as mortes de Zacarias (1934–1990) e Mussum (1941–1994). Roberto Guilherme também participou de oito filmes dos Trapalhões entre 1984 e 2017, incluindo dois longas “solos” de Renato Aragão e um “crossover” com Xuxa, “Xuxa e os Trapalhões em o Mistério de Robin Hood” (1990). Ao final de “Os Trapalhões”, ele seguiu ao lado de Renato Aragão na série “Aventuras do Didi” (2010-2013), que manteve o Sargento Pincel na ativa até 2013. Depois disso, ainda voltou a se juntar a Didi e Dedé em “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood”, último filme do grupo, lançado em 2017. Com o fim da era de Renato Aragão na TV, Guilherme chegou aparecer no humorístico “Zorra” na Globo e em duas produções do Multishow, “Treme Treme” (em 2018) e “Dra. Darci” (2018-2020), ao lado de Tom Cavalcanti. Ao longo da carreira, Roberto Guilherme ficou bastante conhecido pela careca reluzente. Mas ele não era calvo de verdade. A falta de cabelos surgiu em uma esquete de “Os Trapalhões” na Globo, onde Didi e Dedé rasparam sua cabeça completamente com a desculpa de uma aposta. Quando o personagem Sargento Pincel completou 40 anos em 2021, ele lembrou a história da caracterização em entrevista ao jornal Extra. “A máquina [elétrica] estava cega e não cortava, arrancava o meu cabelo. Enquanto o auditório morria de rir, as lágrimas corriam pelo meu rosto, de tanta dor”, comentou. Como o público achou engraçado, ele manteve o corte zero dali em diante. “Sou um cara brincalhão. Moro em Jacarepaguá desde os anos 1960, com muito orgulho. E ando por lá de sandália, bermuda, camiseta e uma bolsinha do lado, tranquilão. Todo mundo é meu amigo, eu sou amigo de todo mundo, acho a vida maravilhosa. Quando perguntam ‘E aí, Pincel, como é que tá?’, digo ‘Tirando tudo que tá errado, para mim tá tudo certo, tá tudo ótimo'”, completou Roberto Guilherme na mesma entrevista.

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  • Filme

    “Pantera Negra 2” estreia em mais de 2 mil telas no Brasil

    10 de novembro de 2022 /

    A esperada continuação de “Pantera Negra” (2018) chega aos cinemas nesta quinta (10/11) com uma distribuição digna de blockbuster. O filme vai ocupar mais de 2,1 mil salas, superando “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” num monopólio raro de se ver no país. Para se ter noção, “Adão Negro” abriu em menos da metade desse circuito no mês passado. Apesar desse domínio, a programação cinematográfica ainda recebe outros sete filmes, cinco deles brasileiros, incluindo os premiados “Paloma” e “A Mãe”. Confira abaixo a lista completa das estreias da semana.   | PANTERA NEGRA: WAKANDA PARA SEMPRE |   A continuação de “Pantera Negra” é um grande tributo ao ator Chadwick Boseman, o intérprete do herói do título, que morreu de câncer em 2020. Os temas do luto e sua superação dominam a narrativa, embora o diretor Ryan Coogler também aproveite para expandir o MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) para novas fronteiras com a ameaça de uma invasão à Wakanda comandada por Namor, o Príncipe Submarino. Seu surgimento também introduz duas novas heroínas: a Pantera Negra e a Coração de Ferro. Apesar disso, o filme perde força sem seu protagonista original. A dificuldade de se desvencilhar dessa ausência prejudica o desenvolvimento da trama, que não repete o impacto do longa anterior. O elenco conta com os retornos de Letitia Wright, Winston Duke, Angela Bassett, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Martin Freeman e Florence Kasumba (mas não Daniel Kaluuya, devido ao conflito com as filmagens de “Não! Não Olhe”), e apresenta Dominique Thorne (“Judas e o Messias Negro”) como Riri Williams, a Coração de Ferro, que terá sua própria série na Disney+ em 2023, além do mexicano Tenoch Huerta (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) no papel de Namor.   | ARMAGEDDON TIME |   O drama semi-autobiográfico, baseado na infância do diretor James Gray (“Ad Astra”), passa-se nos anos 1980 nos EUA, mas reflete muitos fatos que têm sido acompanhados com espanto nos telejornais do Brasil atual. A trama mostra como um menino branco é empurrado para o racismo por sua mãe, escola de elite e colegas, enquanto seu avô tenta ensinar ao jovem que sua família judia também sofreu esse tipo de ataque… de nazistas. O elenco excepcional é formado por Anthony Hopkins (“Meu Pai”) como o avô, Jeremy Strong (“Succession”) e Anne Hathaway (“Convenção das Bruxas”) como os pais, Jessica Chastain (“Os Olhos de Tammy Faye”) como a diretora da escola e o menino Banks Repeta (“O Telefone Preto”) como o jovem protagonista. O filme tem coprodução da RT Features, empresa do produtor brasileiro Rodrigo Teixeira – que também produziu a sci-fi “Ad Astra”, filme anterior de Gray – , e após passar no circuito dos grandes festivais internacionais atingiu 75% de aprovação da crítica no portal Rotten Tomatoes.   | PALOMA |   O novo filme de Marcelo Gomes (“Joaquim”) destaca uma performance consagradora de Kika Sena, que se tornou a primeira artista trans a receber o Troféu Redentor de Melhor Atriz no Festival do Rio. Ela dá vida à personagem-título, uma mulher trans que vive com seu amor e trabalha como agricultora no sertão de Pernambuco. Ela dá duro numa plantação de mamão para guardar dinheiro e realizar um sonho: casar-se na Igreja com o homem que ama, de véu e grinalda. Mas a recusa do padre em aceitar seu pedido a obriga a enfrentar a sociedade rural e sofrer violência, traição, preconceito e injustiça. “Paloma” também venceu o troféu Redentor de Melhor Filme no Festival do Rio deste ano e foi premiado no Festival de Chicago, nos EUA.   | A MÃE |   O drama de Cristiano Burlan (“Mataram o Meu Irmão”) rendeu um novo troféu para a premiada Marcélia Cartaxo (“Pacarrete”), como Melhor Atriz no Festival de Gramado deste ano. Ela vive Maria, migrante nordestina e vendedora ambulante em busca de seu filho, supostamente assassinado por policiais militares durante uma ação na vila onde mora. Numa jornada para descobrir o paradeiro do jovem desaparecido, ela enfrenta diversas adversidades, mas não consegue nenhuma notícia que a ajude a encontrá-lo. Essa tragédia deixa uma ferida profunda na sua personalidade. Burlan também venceu o Kikito de Melhor Direção pelo filme em Gramado, colocando nas telas a discussão cada vez mais necessária sobre a violência policial no país.   | ALDEOTAS |   O ator Gero Camilo (“Manhãs de Setembro”) dirige e estrela a adaptação de sua própria peça sobre dois amigos que se separam aos 17 anos em meio aos conflitos da adolescência turbulenta numa cidade pequena e conservadora do interior do Brasil. Levi, poeta, cansado de sofrer abusos, leva adiante o plano de fugir pra uma cidade grande mais liberal. Mas Elias, oprimido pela violência do seu pai, desiste de partir em cima da hora. Aos 50 anos, Levi (Camilo) volta para reencontrar o amigo (Marat Descartes) no dia de seu funeral onde as memórias dos dois são revividas antes do último adeus. Em cartaz por mais de uma década, e vencedora dos prêmios Shell e Qualidade Brasil, a peça chega ao cinema num formato bastante teatral, com economia cenográfica, dando a Gero Camilo um palco para enquadrar em sua estreia como cineasta.   | CONTRATEMPOS |   O drama francês acompanha uma mulher que luta para criar seus dois filhos sozinha no subúrbio e manter seu emprego em Paris. Quando finalmente consegue uma entrevista para um cargo correspondente às suas aspirações, uma greve geral eclode, paralisando o transporte. Em desespero, ela embarca em uma corrida frenética para chegar a tempo em seu emprego de arrumadeira num hotel, cumprir o horário da entrevista do novo trabalho e ainda atender às necessidades de sua família. Pelo filme, o cineasta Eric Gravel (da série “Versailles”) venceu o troféu de Melhor Diretor e Laure Calamy (“Minhas Férias com Patrick”) de Melhor Atriz na mostra Horizontes do Festival de Veneza deste ano.   | EU, UM OUTRO |   Em seu primeiro longa documental, a diretora Silvia Godinho (“Mostra Tua Cara”) acompanha a jornada de Luca, que nasceu como mulher biológica. Luca deixou sua cidade natal há 12 anos, mas agora finalmente decidiu procurar Ana, seu primeiro amor, que o rapaz não via desde que era uma menina. No meio do caminho, ele cruza o caminho com outros dois homens trans: Raul, um estudante de filosofia que quer ser professor, e Thalles, um segurança que odeia seu trabalho e enfrenta burocracia e preconceito para registrar seu nome masculino. O que todos eles têm em comum é a urgência de viver uma vida que acabou de começar.   | ARTHUR MOREIRA LIMA – UM PIANO PARA TODOS |   Um documentário sobre o mais premiado pianista brasileiro, que além de ter construído uma sólida carreira internacional, tocando com as mais importantes orquestras do planeta, também se dedicou a um gigantesco projeto de democratização da música de concerto: saiu pelo Brasil a bordo de um caminhão-teatro, se apresentando em praça pública por mais de 600 cidades pelo interior de todo o país. A direção é de Marcelo Mazuras.

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