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  • Música

    Clipe de Baco Exu do Blues faz História com prêmio no festival publicitário de Cannes

    18 de junho de 2019 /

    O clipe “Bluesman”, do rapper Baco Exu do Blues, foi premiado nesta terça (18/6) no Festival Cannes Lions, principal premiação da publicidade mundial, na categoria Entertainment for Music (entretenimento para música). O vídeo brasileiro, dirigido por Douglas Bernardt, dividiu o prêmio com “This Is America”, de Childish Gambino, considerado pela crítica internacional o melhor clipe de 2018. A conquista superou “Apeshit”, do casal Beyoncé e Jay-Z , e “Oh Baby”, do grupo LCD Soundsystem, que estavam indicados na categoria. “Bluesman” foi destaque na Pipoca Moderna em seu lançamento, em dezembro passado, e também integrou a lista do site com os Melhores Clipes Brasileiros de 2018, publicada logo em seguida. O mercado publicitário brasileiro está acostumado a vencer categorias do Cannes Lions, mas é a primeira vez que um clipe nacional é premiado no evento. “A primeira coisa que pensei quando soube da notícia foi sobre a importância disso para o rap nacional. Ver o rap brasileiro chegando, disputando com o rap estrangeiro e ganhando espaço entre eles é muito impactante”, disse Baco Exu do Blues sobre a façanha, em comunicado “Além disso, o fato de um filme com um discurso negro, com todo elenco negro e que retrata a fragilidade e a força negra conseguir conquistar um prêmio desse tamanho sendo rap brasileiro é muito doido.” Praticamente um curta-metragem, com mais de 8 minutos de duração, “Bluesman” combina trechos de três músicas de Baco Exu do Blues e subverte expectativas com sua narrativa visual, que parece sugerir mais uma história de “negro correndo da polícia”, ao estilo “Cidade de Deus”, para se revelar a história de um “jovem Basquiat”, de um artista correndo atrás de seu destino. Quem corre é o ator Kelson Succi (da série “1 Contra Todos”), deixando para trás um monte de preconceitos, ao manifestar em sua disparada a mensagem da letra. “Eles querem um preto com arma pra cima /Num clipe na favela gritando cocaína/ Querem que nossa pele seja a pele do crime/ Que Pantera Negra só seja um filme”. Entretanto, o protagonista do clipe é um jovem da classe média, atrasado para uma aula de música. Um jovem estudioso. “Eles têm medo pra c* de um próximo Obama”, segue a letra. O clipe já foi assistido quase 1,5 milhão de vezes no YouTube. Veja mais uma vez abaixo.

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  • Filme,  Música

    Boy George quer ser vivido por Sophie Turner no cinema. E ela topa!

    17 de junho de 2019 /

    O cantor Boy George revelou, em entrevista a uma rádio australiana, que adoraria ver Sophie Turner (a Sansa de “Game of Thrones”) estrelando sua cinebiografia, cujo projeto foi divulgado no final de maio. “Eu li algumas sugestões interessantes”, disse o ex-líder da banda dos anos 1980 Culture Club sobre os candidatos a vivê-lo no cinema. “A mais legal foi Sophie Turner. As pessoas dirão que ela não pode me interpretar porque é mulher. Mas, quando eu tinha 17 anos, queria muito ser como ela”. Ao saber da declaração por meio de um post da revista Vogue, a atriz imediatamente se manifestou no Twitter para dizer que topa. “Eu estou pronta, Boy George!”. Veja abaixo. O filme sobre Boy George é reflexo do sucesso de “Bohemian Rhapsody”, sobre Freddie Mercury e o Queen, e das críticas positivas em torno do lançamento de “Rocketman”, sobre Elton John. Ainda sem título, a cinebiografia está a cargo do roteirista e diretor Sacha Gervasi (“Hitchcock”, “Meu Jantar com Hervé”) e vai cobrir da juventude de George, que vem de uma família de trabalhadores irlandeses, até o seu sucesso com os hits “Karma Chameleon”, “Miss Me Blind” e “Do You Really Want to Hurt Me”, à frente do Culture Club. Conhecido pelo visual andrógino com o qual se apresentava, George se tornou um ícone do movimento LGBTQIA+ no Reino Unido e em todo o mundo. O cantor, que se identificava como bissexual no auge do sucesso do Culture Club, passou a se declarar abertamente gay nos anos 2000. Juntando o sucesso do Culture Club com seus álbuns solo, George vendeu mais de 100 milhões de singles e 50 milhões de álbuns ao redor do mundo. O músico também escreveu duas autobiografias que se tornaram best-sellers, “Take It Like a Man” (1995) e “Straight” (2004). E teve uma carreira como DJ. Dos anos 1980 até recentemente, ele também lutou contra o vício em drogas, especificamente a heroína. Na entrevista para a rádio australiana, George declarou que não teme as possíveis revelações que um filme sobre sua vida e carreira possa trazer. “No nosso negócio, sempre existem tantas especulações”, comentou George. “Aos poucos, os rumores se tornam tão ridículos que você pensa: ‘Eu não ligo. Pelo menos, assim, as pessoas me acham interessante'”. I’m SO down @BoyGeorge https://t.co/6Ci0VDfmtB — Sophie Turner (@SophieT) June 17, 2019

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  • Música

    Novo clipe de Taylor Swift encerra briga com Katy Perry e junta ícones LGBTQIA+ por mais tolerância

    17 de junho de 2019 /

    A cantora Taylor Swift lançou o clipe de “You Need To Calm Down” (você precisa se acalmar), em que critica o assédio online, motivado por machismo, homofobia, raiva ou simples obsessão, pregando mais tolerância entre as pessoas. O vídeo, codirigido pela própria cantora, é colorido e repleto de participações especiais. Diversos ícones LGBTQIA+ dos Estados Unidos fazem participações e poses para a câmera, entre eles os apresentadores Ellen DeGeneres e RuPaul, a atriz Laverne Cox (de “Orange Is The New Black”), o ator Billy Porter (da série “Pose”) e o cantor Adam Lambert. Para completar, Katy Perry aparece para abraçar Taylor e encerrar a briga pública entre as duas, que entram em cena vestidas de batata frita e hambúrguer – supostamente, uma combinação perfeita (para o colesterol alto). A letra que pede menos ódio e mais amor deve virar meme de rede social. Já a propaganda/metáfora de fast food não inspira os mesmos sentimentos positivos. Não há como reclamar de quem virar hater disso. “You Need To Calm Down” é o segundo single do novo álbum de Taylor, “Lover”, que terá 18 faixas e ainda não tem data de lançamento. O primeiro foi “Me!”, lançado em abril com participação de Brendon Urie, da banda Panic! At The Disco.

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  • Filme,  Música

    Spice Girls vão voltar ao cinema como desenho animado

    14 de junho de 2019 /

    A Paramount anunciou o desenvolvimento de um novo filme das Spice Girls, desta vez em formato de animação. O estúdio conta com o envolvimento das cinco integrantes do grupo feminino, inclusive Victoria Beckham, que não participa da nova turnê musical das Spice Girls. “Elas tiveram uma ideia e foram desenvolvendo. Estão muito envolvidas”, explicou a presidente da Paramount Animation, Mireille Soria, em entrevista à revista The Hollywood Reporter. A animação vai trazer os hits conhecidos do grupo, mas também incluirá músicas inéditas – logicamente, será acompanhada por um disco de trilha sonora. O roteiro está a cargo de Karen McCullah e Kirsten Smith, dupla que trabalhou junta na famosa comédia “Legalmente Loira” (2001). Este será o segundo longa-metragem das cantoras inglesas. O anterior foi “O Mundo das Spice Girls”, lançado em 1997, no auge da popularidade do quinteto que popularizou a expressão “girl power” no mundo inteiro. O novo lançamento está previsto para 2020.

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  • Filme,  Música

    Elton John e Taron Egerton cantam juntos em clipe de música de Rocketman

    13 de junho de 2019 /

    O cantor Elton John divulgou em sua página no YouTube o clipe da música “(I’m Gonna) Love Me Again”, que ele canta com o ator Taron Egerton, seu intérprete no filme “Rocketman”. A faixa foi composta especialmente para a trilha do longa-metragem e o clipe é repleto de cenas da cinebiografia, atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros, combinadas com imagens de arquivo do próprio Elton John, além de incluir animações e cenas do cantor e do ator em estúdio, nos bastidores da gravação. Taron Egerton surpreendeu no filme ao cantar as músicas do ídolo pop, em vez de apenas dublá-las como fez Rami Malek em “Bohemian Rhapsody”. A parceria na gravação de “(I’m Gonna) Love Me Again” é um reconhecimento do músico ao esforço e talento do ator. Por sinal, os dois já cantaram várias vezes juntos ao vivo desde que “Rocketman” começou a ser divulgado pela Paramount – inclusive durante a première mundial no Festival de Cannes.

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  • Música,  Série

    Miley Cyrus vira Ashley O em clipe de sua personagem da série Black Mirror

    13 de junho de 2019 /

    A Netflix divulgou o clipe de “On a Roll”, o hit de Ashley O, personagem interpretada por Miley Cyrus em um dos episódios de “Black Mirror”. A musiquinha descartável, por incrível que pareça, é uma versão de “Head Like a Hole”, da banda de rock industrial Nine Inch Nails. O criador de Black Mirror, Charlie Brooker, diz que o líder da banda, Trent Reznor, gostou da nova versão. “Ele quis ver o roteiro do episódio, e eu reescrevi a letra para parecer algo feliz. Ele ficou satisfeito”. O vídeo também parece uma paródia de clipe, com a cantora bastante artificial. Intitulado “Rachel, Jack and Ashley Too”, o episódio da traz Miley como uma popstar manipulada pela tia, que também é sua agente. A 5ª temporada da série de antologia sci-fi foi disponibilizado em 5 de junho em streaming.

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  • Música

    Daniela Mercury celebra Dia dos Namorados com clipe romântico LGBTQIA+

    12 de junho de 2019 /

    A cantora Daniela Mercury lançou o clipe de “Duas Leoas”, música que inclui vocais de sua mulher Malu Verçosa. A canção romântica fala sobre o relacionamento amoroso do casal, formado por duas leoninas – daí o título da canção. “Nós duas, nós nuas, e o nosso amor à toa”, canta Daniela. Para completar, o clipe chega na internet no Dia dos Namorados (12/6). E também é uma celebração do Mês do Orgulho LGBTQIA+, comemorado em junho. O casal dedicou o vídeo, que traz várias cenas de intimidade delas, à comunidade LGBTQIA+ e aos ministros do STF que recentemente votaram por criminalizar a homofobia. O julgamento, por sinal, será retomado nesta semana, a tempo de ser festejado na Parada de Orgulho LGBTQIA+.

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  • Filme,  Música

    Festival Cine-Edit Brasil faz festa de documentários musicais com filmes e shows

    12 de junho de 2019 /

    O Festival Cine-Edit Brasil chega a sua 11ª edição nesta quarta (12/6) em São Paulo, fazendo um panorama abrangente da produção de documentários musicais no país e no mundo. Até 25 de junho, o evento vai exibir, ao todo, 57 filmes em cinco salas – Spcine Olido, CCSP, Cinemateca e Matilha Cultural, com entrada gratuita, e no CineSESC, com ingressos a R$ 12. Também estão programadas sessões especiais do lançamento da série “História Secreta do Pop Brasileiro”, de André Barcinski, sobre músicas da Xuxa, Gretchen e as picaretagens que fizeram sucesso nos anos 1970 e 1980. Sem esquecer de atividades paralelas, como uma Feira de Vinil e muitos shows, que levam o festival a ocupar novos espaços, como a Sala Olido, Sala Adoniran Barbosa (CCSP), Cine Joia, Blue Note São Paulo e Z Largo da Batata. O fato de se tornar um projeto de fôlego, com expansão para mais locais e com shows de alguns dos artistas documentados, demonstra seu fortalecimento, mesmo tão próximo do É Tudo Verdade, o festival de documentários mais proeminente do Brasil – que acontece em abril, sempre lançando muitos filmes musicais. O longa de abertura é “My Generation”, um passeio pela era mod de Londres nos anos 1960, guiado pelo ator Michael Caine, com depoimentos de Paul McCarney, Roger Daltrey, Marianne Faithfull, Lulu e outros. A seleção internacional inclui mais 20 títulos de diversos países, a maioria produções inéditas no Brasil e sem previsão de estreia no circuito comercial, que abordam artistas tão diferentes quanto Joan Jett, Miles Davis, New Order, Ryuichi Sakamoto, Agnostic Front, Elvis Presley, Luther Pendergrass e Suede, além de gravadoras históricas, como Trojan e Blue Note, referências do reggae e do jazz, e até a lendária discoteca Studio 54, de Nova York. A lista nacional é ainda mais eclética, com diversas estreias nacionais. Há obras sobre artistas como Alceu Valença, Arrigo Barnabé, Dorival Caymmi, Arnaldo Antunes, Clementina de Jesus, Edy Star, grupo Rumo, A Grande Trepada, Nação Zumbi e também sobre gravadoras nacionais, como a Deck Discos, e movimentos musicais, do underground indie de “Guitar Days – An Unlikely Story of Brazilian Music”, à história da música eletrônica nacional, em “Eletronica:Mentes”, sem esquecer de “O Barato de Iacanga”, que lembra o lendário Festival de Iacanga, responsável por juntar em 1975 Os Mutantes, Som Nosso de Cada Dia e Jorge Mautner. Entre os curtas, destacam-se registros de artistas femininas, como “Beat É Protesto – O Funk Pela Ótica Feminina” e “Feito por Elas”, sobre bandas de rock femininas do underground paulistano. A programação completa, com todos os títulos, horários e endereços, pode ser conferida no site oficial.

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  • Filme,  Música

    In-Edit protesta contra decreto de liberação de armas em vídeo oficial do festival

    11 de junho de 2019 /

    O vídeo que divulga o In-Edit Brasil, Festival Internacional do Documentário Musical que começa na quarta (12/6) em São Paulo, traz um mensagem embutida contra o Projeto de Decreto n° 9785, de 2019, que facilita a venda de armas de fogo para a população brasileira. A peça traz imagens de quatro músicos que perderam suas vidas após receberem tiros: Sabotage, MC Daleste, Speedfreaks e Evaldo Rosa. Eles aparecem em meio de imagens de munição, com os rostos formados por uma montagem de balas. Sabotage foi morto por quatro tiros, em São Paulo, em janeiro de 2003, aos 29 anos, após provocar uma revolução no rap nacional com seu primeiro álbum solo, “Rap é Compromisso”, além de ter atuado nos filmes “Carandiru” e “O Invasor”. MC Daleste foi morto durante uma apresentação, em Paulínia, em 2013, aos 20 anos. Um dos precursores do funk paulista, ajudou a popularizar o gênero com canções como “Angra dos Reis”, “Água na Boca” e “Mina de Vermelho”. Speedfreaks foi encontrado em um valão, com marcas de tiros, em Niterói, em 2010, aos 36 anos. Considerado um dos pioneiros do hip-hop no Rio de Janeiro, gravou com Black Alien, Planet Hemp, Fernanda Abreu e Marcelo D2, entre outros, e teve canções remixadas por artistas como Afrika Bambaataa e Fat Boy Slim. Evaldo Rosa teve o carro alvejado por mais de 200 tiros, dados por militares do Exército, em frente ao quartel de Guadalupe, no Rio de Janeiro, quando passeava com sua família em abril passado, aos 51 anos. Era cavaquinista no grupo de pagode Remelexo da Cor. Todos eles deixaram um vazio enorme em suas famílias e no mundo artístico. Com esta ação, o In-Edit Brasil pretende convidar a sociedade a refletir melhor sobre o decreto e também se posicionar em pesquisa do Portal e-Cidadania do Senado Federal – este é o link para para dar sua opinião. Veja o vídeo abaixo.

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    Guitar Days: Documentário sobre rock indie brasileiro ganha trailer para estreia no In-Edit

    8 de junho de 2019 /

    Depois de ser exibido na Europa, Ásia, EUA e ser premiado na Espanha em setembro, o documentário “Guitar Days – An Unlikely Story of Brazilian Music” vai finalmente ter sua première no Brasil, na programação do Festival In-Edit. Em antecipação à exibição, a produção ganhou um novo trailer, que pode ser conferido abaixo. O filme o diretor paulistano Caio Augusto Braga traça as linhas do tempo das chamadas “guitar bands” e da construção do rock indie brasileiro cantado em inglês, desde seus primórdios, ali no final dos anos 1980, passando pelo boom nos anos 1990 e seguindo até a atualidade. O diretor colheu depoimentos de personagens centrais do indie rock nacional e gringo para tratar das grandes histórias (e também dos detalhes) de um cenário musical que mudou toda a estética do rock brasileiro. Entre os entrevistados estão músicos das bandas Maria Angélica, Pin Ups, Second Come, Killing Chainsaw, Mickey Junkies e PELVs, os saudosos Kid Vinil e Carlos Miranda, e os internacionais Thurston Moore (Sonic Youth), Mark Gardener (Ride), Stephen Lawrie (The Telescopes), além do jornalista que cunhou o termo “grunge”, Everett True. O festival In-Edit começa sua 11ª edição na quarta-feira (12/6) em São Paulo, e a exibição de “Guitar Days” vai acontecer em três datas, no Cinesesc (15), Cine Olido (18) e Centro Cultural São Paulo (22). Após a exibição do dia 22, haverá o show Guitar Days, com participação das bandas Pin Ups, Wry, Twinpine(s), Sky Down e convidados. Para total transparência: o editor da Pipoca Moderna é um dos entrevistados do filme.

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  • Música

    Madonna lança clipe com Joana d’Arc gay queimada viva por cristãos

    8 de junho de 2019 /

    Madonna divulgou o clipe de “Dark Ballet”, faixa de seu novo álbum, “Madame X”. Realizado pelo diretor de publicidade Emmanuel Adjei, traz o artista performático e rapper Mykki Blanco como Joana d’Arc a caminho da fogueira. A produção é uma metáfora para a perseguição contra a comunidade LGBTQIA+, feita com justificativa religiosa. O disco será lançado em 14 de junho e conta com participação da brasileira Anitta. O álbum anterior de Madonna, “Rebel Heart”, foi lançado em 2015.

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  • Filme,  Música

    O jovem Bob Dylan canta “Hard Rain” em clipe de documentário da Netflix

    7 de junho de 2019 /

    A Netflix divulgou um “clipe” do filme “Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese”, que o título longo revela ser um novo documentário sobre o cantor Bob Dylan dirigido por Martin Scorsese. O vídeo traz Dylan e sua banda tocando a íntegra do clássico “Hard Rain”. A performance dos anos 1970 é inédita em vídeo ou filme e foi totalmente restaurada por Scorsese. “Rolling Thunder Revue” é o segundo documentário do cineasta sobre Dylan, 14 anos após o épico “No Direction Home”, que cobriu a carreira do cantor. Mas a relação entre os dois é muito mais antiga. Scorsese dirigiu em 1978 um dos documentários mais famosos da história do rock, “O Último Concerto de Rock” (The Last Waltz), que registrou a despedida da The Band, a banda que acompanhava os shows de Dylan e que também teve uma importante carreira paralela. O próprio Dylan foi destaque do show de despedida registrado pelo diretor. O novo trabalho do cineasta cobre uma turnê que aconteceu dois anos antes de “O Último Concerto de Rock”. Entretanto, os músicos que acompanham Dylan já não são The Band, mas os que gravaram o disco “Desire”, lançado em janeiro de 1976. A turnê “Rolling Thunder Revue” surgiu da vontade de Dylan de tocar para a “América profunda”, indo a cidades do interior e locais que não costumavam receber grandes shows de rock. Com isso em mente, convidou alguns amigos famosos, artistas tão diferentes quanto as cantoras folks Joan Baez e Joni Mitchel e a punk Patti Smith, sem esquecer do ex-Byrds Roger McGuinn, o ex-Beatle Ringo Starr e o ex-Spiders from Mars Mick Ronson, além do poeta Allen Ginsberg e os atores Sam Shepard, Dennis Hopper e Bette Midler, entre outros, que embarcaram com o cantor numa “caravana musical”. Além de cenas do show, a nova obra de Scorsese combina entrevistas com os participantes da turnê, imagens de Dylan e companhia na estrada e até algumas cenas ficcionais “similares a um sonho febril”, segundo o release. Até Dylan concedeu entrevista para o longa, rompendo um longo isolamento auto-imposto. Notavelmente recluso, o músico raramente fala com a imprensa. Mas Scorsese não é imprensa. Os dois são realmente amigos. O lançamento de “Rolling Thunder Revue” também consolida o relacionamento do cineasta com a Netflix, por onde irá lançar seu próximo longa de ficção, o aguardadíssimo “The Irishman”, drama sobre mafiosos estrelado por Robert De Niro e Al Pacino – previsto para o final deste ano. O documentário ainda será exibido em alguns cinemas dos Estados Unidos, em busca de qualificação para competir no Oscar 2020, e estará disponível no catálogo da Netflix a partir de 12 de junho.

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  • Música,  Série

    Emicida lança clipe de rap sobre a série Good Omens

    2 de junho de 2019 /

    A Amazon divulgou um clipe com o rapper Emicida para promover sua nova série “Good Omens”. A música se chama “Final dos Tempos” e remete à trama da atração, mostrando Emicida como dois personagens, um anjo e um demônio. Criado pela agência WMcCann, o clipe/campanha é um projeto colaborativo com o rapper, que é fã declarado do escritor Neil Gaiman, autor de “Good Omens” e também de “American Gods”, outra adaptação exibida pela plataforma Prime Video, da Amazon. O rapper teve liberdade completa para criar a música. Além do lançamento do clipe no canal do YouTube de Emicida, a Amazon também está utilizando a música nos comerciais da série. “Good Omens” estreou na sexta-feira em streaming. Com tom de comédia, a minissérie acompanha a aliança relutante entre um anjo e um demônio, que se tornaram amigos após séculos de interação em lados opostos e decidem e se juntam para impedir o apocalipse. Os personagens centrais são o anjo Aziraphale, vivido por Michael Sheen (série “Masters of Sex”), e o demônio Crowley, interpretado por David Tennant (séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”). Eles resolvem encontrar o anticristo adolescente (Sam Taylor Buck, de “Medici”) antes do pior acontecer. Mas terão que lidar com os quatro motoqueiros do apocalipse e o arcanjo Gabriel (vivido por Jon Hamm, de “Mad Men”), obcecados em levar a cabo o Armageddon. Sem esquecer, claro, de Deus e o diabo. O elenco ainda conta com Jack Whitehall (série “Fresh Meat”), Michael McKean (série “Better Call Saul”), Miranda Richardson (franquia “Harry Potter”) e as vozes de Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) como o diabo, Frances McDormand (“Três Anúncios para um Crime”) como Deus e Brian Cox (“Succession”) dublando a Morte. Autor do livro em que a série se baseia, Neil Gaiman também assina a produção como roteirista e showrunner.

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