Megan Fox e Machine Gun Kelly se declaram apaixonados
Megan Fox e cantor Machine Gun Kelly se declararam apaixonados em entrevista à revista americana Nylon. “Amá-lo é como estar apaixonada por um tsunami ou pelo incêndio em uma floresta”, descreveu a atriz. “A intensidade da minha imersão com ele é avassaladora. E a ameaça que isso impõe é tão poderosa e bela que não me resta nenhuma outra escolha além de me render com reverência e gratidão”, romanceou a estrela de 34 anos. O novo casal teria se formado durante a filmagem de um longa ainda inédito, intitulado “Midnight in the Switchgrass”, que marca a estreia na direção do produtor Randall Emmett (de “O Irlandês”). E o envolvimento foi mesmo devastador, pois levou a atriz a encerrar seu casamento de dez anos com Brian Austin Green (de “Barrados no Baile”), pai de seus três filhos. Os dois se separaram em maio, dias antes de Megan estrelar, toda sensual, um clipe de Kelly. Depois disso, Megan e Kelly ainda voltaram a se beijar num segundo clipe. O cantor, por sua vez, assumiu a paixão antes de virar capa da Nylon, durante uma entrevista de outubro ao site britânico NME (New Musical Express), em que disse que Megan fez com que ele se transformasse em uma pessoa melhor. Ele também afirmou que seu disco mais recente, “Tickets To My Downfall” (Ingressos para a minha ruína), reflete o relacionamento. “Eu me apaixonei durante a gravação desse álbum e me tornei uma pessoa melhor”, disse ele. “Provavelmente houve uma encruzilhada no meio de fazer este álbum onde o título teria correspondido à realidade. Eu acho que o universo me pegou querendo fazer uma mudança. Foi como: ‘Talvez não façamos disso uma realidade; talvez possamos tornar isso irônico’. Em vez da ruína, vá em frente e tenha a maior ascensão de sua vida.” Fox já teria apresentado Kelly aos seus três filhos. Uma fonte ligada à atriz disse à revista People que o relacionamento dos dois está cada vez mais sério e eles começam a planejar um futuro juntos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por NYLON (@nylonmag)
Documentário do show de Emicida no Theatro Municipal ganha trailer
A Netflix divulgou o trailer do documentário “AmarElo – É Tudo Pra Ontem”, dedicado ao show do rapper Emicida no Theatro Municipal, de São Paulo, no ano passado. Além das cenas das gravações do espetáculo, que destacam a participação de Pabblo Bittar e Majur na apresentação ao vivo de “AmarElo”, a prévia também destaca os bastidores da produção e conta com cenas narradas por Emicida sobre o movimento negro e a importância de fazer o show num palco que é marco da cultura brasileira. O filme tem direção de Fred Ouro Preto (sobrinho de Dinho, do Capital Inicial), que assinou vários clipes de Emicida, e sua proposta pretende estabelecer um elo entre o show e dois momentos importantes da história e da cultura passados dentro e fora do Municipal: a Semana de Arte Moderna de 1922 e a fundação do Movimento Negro Unificado (MNU) em 1978. “São quatro décadas que separam a nossa ascensão ao palco do Theatro Municipal do encontro das pessoas do MNU naquelas escadarias. Então, subir ali e gritar ‘obrigado, MNU’ pro mundo é para que eles saibam que é da luta deles que nasce um sonhador como o Emicida”, diz o rapper, no comunicado do projeto. Com 90 minutos, o documentário tem lançamento marcado para o dia 8 de dezembro. Além disso, a Netflix e a produtora Laboratório Fantasma (criada por Emicida e seu irmão Fióti), tem um segundo projeto em desenvolvimento, que será lançado em 2021.
Atriz de Guardiões da Galáxia detona Chris Hemsworth com ajuda de Tom Cruise
A atriz Pom Klementieff, que interpreta a heroína Mantis na franquia “Guardiões da Galáxia”, aceitou o desafio de Chris Hemsworth e destruiu seu colega de “Vingadores: Ultimato” num vídeo criado para a Liga de Futebol de Fantasia dos Super-Heróis, patrocinada pela AGBO, a produtora dos irmãos Russo (diretores de “Vingadores: Ultimato”). Hemsworth foi o vencedor da primeira edição da Liga e desafiou os candidatos deste ano a baterem sua capacidade de falar mal dos outros. Klementieff não só enfrentou o Thor, da Marvel, como virou a jogadora a ser superada na competição de “trash talk” deste ano, que também tem o objetivo de arrecadar dinheiro para instituições beneficentes. Ela gravou um clipe musical cantando rimas histéricas em francês. Batizada de “Au Revoir Chris Hemsworth”, a música é uma versão do hit clássico “Laisse Tomber Les Filles”, de Serge Gainsbourg, com letra escrita em colaboração com o comediante inglês Simon Pegg – parceiro da atriz no vindouro “Missão: Impossível 7” e também diretor do vídeo. Para completar, ainda filmou em preto e branco, para dar um ar de classe à produção, e usou os cenários de Veneza, onde está rodando seu novo blockbuster. Mas a estrela canadense deixou o melhor para o final. Depois de provocar Hemsworth e outros desafiantes da Liga, como Chris Evans, Anthony Mackie, Tom Holland, Chris Pratt e Ryan Reynolds, ela deixa cair o microfone ao completar: “De uma coisa eu tenho certeza, e sinto muito por quebrar seu coração, mas meu time é melhor que o seu”. É quando a câmera se afasta para revelar quem é o time dela: a equipe de “Missão: Impossível”, com Tom Cruise, Rebecca Ferguson e Simon Pegg. Ela não foi a primeira a fazer um clipe musical na competição deste ano. Paul Rudd, o Homem-Formiga, recriou “Iron Man”, do Black Sabbath, para desafiar Robert Downey Jr., o Homem de Ferro. Mas o resultado, embora muito bem elaborado, não teve metade da graça do vídeo da atriz. Se Klementieff vencer, a organização beneficente que ela defende, Time’s Up, receberá uma percentagem do prêmio de US$ 1 milhão que será doado pelos organizadores. Veja abaixo o desafio proposto por Hemsworth e o clipe sensacional de Klementieff.
Lynn Kellogg (1943 – 2020)
A atriz Lynn Kellogg, que interpretou Sheila, a protagonista feminina da produção original de “Hair” na Broadway, em 1968, morreu na quinta-feira (12/11) aos 77 anos. Ela tinha leucemia, que foi complicada por contágio de covid-19, de acordo com seu marido, John Simpers. Ele disse que ela recentemente compareceu a uma reunião em um teatro em Branson, Missouri, e muitos dos presentes não usavam máscaras. Além da carreira na Broadway, ela apareceu em algumas séries clássicas de TV, como “Família Buscapé”, “O Rei dos Ladrões” e “Missão: Impossível”, e coadjuvou o western “Charro!”, estrelado por Elvis Presley em 1969. Kellogg também era uma cantora talentosa e, além de cantar na trilha de “Hair” e até em seu episódio de “Missão: Impossível”, gravou músicas folk, chegando a participar do programa “The Johnny Cash Show”. Em 1976, ela passou para atrás das câmeras e desenvolveu uma popular série infantil, “Animals, Animals, Animals”, estrelada por Hal Linden, que ficou no ar até 1980 e ganhou um prêmio Peabody e um Emmy como Melhor Série Educativa Infantil. Veja abaixo a apresentação ao vivo do elenco original de “Hair”, em que Kellogg puxa o coro de “Let the Sunshine in” na premiação do Tony Awards de 1969.
Em novo clipe, Billie Eilish promove dieta de junk food de shopping
A cantora Billie Eilish divulgou o clipe de “Therefore I Am”, em que corre e se diverte num shopping center vazio. Quando chega na praça de alimentação, ela começa a se encher de junk food, selecionando pretzels, refrigerante, fritas e outros alimentos gordurosos, apenas o que faz mal à saúde. Como ela própria dirigiu o vídeo, pode ser uma dica de sua dieta alimentar. A gravação aconteceu no Glendale Galleria, shopping mall da California que a cantora de 18 anos frequentava quando era pré-adolescente. “Therefore I Am” é o quarto single de Eilish (incluindo o tema do próximo filme de 007) após esgotar o repertório de seu álbum de estreia, “When We All Fall Asleep, Where Do We Go?”, que conquistou cinco troféus na premiação do Grammy 2020, incluindo Melhor Artista Nova, Álbum, Gravação e Música do ano. Em setembro passado, ela afirmou que seu segundo álbum só seria lançado após a disponibilização da vacina do coronavírus.
Harry Styles se torna primeiro homem a ilustrar sozinho a capa da Vogue
O cantor e ator Harry Styles (“Dunkirk”) se tornou o primeiro homem a aparecer sozinho numa capa da famosa revista de moda americana Vogue. A publicação da editora Condé Nast existe há 127 anos e só tinha estampado homens em suas capas 10 vezes, mas nunca sem uma companhia feminina a seu lado. Na reportagem de capa da edição de dezembro, Styles, que é retratado vestindo uma jaqueta e vestido da Gucci, compartilhou suas ideias sobre crescimento pessoal, tanto na música e na moda quanto em sua consciência cultural. “Eu acho que, com a música, é muito importante evoluir – e isso se estende a roupas e vídeos e tudo mais”, disse ele. “É por isso que você olha para trás, para David Bowie com Ziggy Stardust ou os Beatles e suas diferentes épocas – esse destemor é superinspirador.” Ele também abordou o fato de posar com saias para as fotos da Vogue. “As roupas existem para se divertir, experimentar e brincar. O que é realmente empolgante é que todas essas linhas estão se desintegrando. Quando você apaga a noção de que ‘há roupas para homens e há roupas para mulheres’, quando remove quaisquer barreiras, obviamente você abre uma arena em que pode se jogar ”. O segundo álbum solo de Styles, “Fine Line”, lançado em dezembro de 2019, rendeu três singles de sucesso, “Adore You”, “Watermelon Sugar” e “Golden”, mas a falta de possibilidade de fazer turnês durante a pandemia de coronavírus acabou empurrando o cantor para o cinema. Ele está atualmente filmando o thriller “Don’t Worry Darling”, de Olivia Wilde (“Fora de Série”), ao lado de Florence Pugh (indicada ao Oscar por “Adoráveis Mulheres”) e Chris Pine (“Mulher-Maravilha”). Veja a capa histórica da Vogue abaixo.
Ludmilla vai da ostentação à ganância em clipe com rainhas do funk carioca
Ludmilla lançou novo clipe, “Rainha da Favela”, em ritmo de ostentação. Ela tem seu próprio refrigerante, avião particular e até uma corte de rainhas do funk, e para não deixar dúvidas de que está podendo, aparece literalmente vestida de dinheiro. “Rainha da Favela” também fatura enquanto destaca o faturamento da cantora, exibindo marcas e produtos. Se a propaganda da Nike é subliminar e integrada, a da LG é constrangedoramente escancarada e implode qualquer ambição criativa do vídeo para transformá-lo num mero comercial de produtos aleatórios. Da ostentação para a ganância é um pulo. E é significativo que até as cenas quentes da funkeira e sua esposa, Brunna Gonçalves, sensualizando em uma cama, também incluam verdinhas. São outras as verdinhas que Ludmilla celebra agora. Curiosamente, o vídeo poderia ter outro rumo, ao exaltar não o dinheiro a qualquer preço, mas a sororidade do funk. Entre notas verdes e notas fiscais de anunciantes, o clipe gravado por Felipe Sassi na Rocinha também destaca as rainhas pioneiras do funk, como Tati Quebra Barraco, Valesca Popozuda, MC Kátia A Fiel e MC Carol de Niterói, num banquete de frango assado e farofa regado por refri de marca diabo. O que é bem mais artístico, autêntico e oposto completo de uma coreografia bancada pela Nike.
Bad Guy: Clipe do hit de Billie Eilish atinge 1 bilhão de visualizações
O clipe de maior sucesso da cantora Billie Eilish, “Bad Guy”, ultrapassou 1 bilhão de visualizações no YouTube na manhã de quarta-feira (11/11). O vídeo entrou no seleto clube dos bilhões pouco mais de um ano e meio após seu lançamento. Enquanto “Bad Guy” é a primeira música da cantora a entrar na prestigiosa lista, o diretor do clipe, Dave Meyers, comemora o ingresso de seu segundo trabalho. No início do ano, “Señorita”, que ele dirigiu para Shawn Mendes e Camila Cabello, também atingiu a marca. Meyers tem vários outros clipes com centenas de milhões de visualizações, incluindo “ME!” de Taylor Swift, “God Is a Woman” de Ariana Grande e “HUMBLE” de Kendrick Lamar. No videoclipe de “Bad Guy”, a então emergente Eilish faz uma entrada triunfal no universo pop, ao estourar uma parede de papel amarelo e dominar as cenas, inclusive sentando-se sobre um homem fazendo flexões, entre outras coisas. A faixa serviu como um dos singles de “When We All Fall Asleep, Where Do We Go?”, o álbum de estreia que deu à cantora um lugar na história do Grammy. Ela ganhou cinco troféus na premiação de 2020, incluindo Melhor Artista Nova, Álbum, Gravação e Música do ano. Assista ao vídeo da música “Bad Guy” abaixo.
Sofia Boutella estrela clipe sombrio do Foo Fighters
A banda Foo Fighters divulgou o clipe de sua nova música, “Shame Shame”, que destaca a participação da atriz franco-argelina Sofia Boutella, mais conhecida por viver a personagem-título de “A Múmia” (2017). Em clima sombrio, filmado em preto e branco pela fotógrafa e diretora publicitária Paola Kudacki, o vídeo traz o cantor Dave Grohl numa terra desolada, arrastando uma guitarra quebrada sob nuvens cinzentas, quando uma forma feminina começa a brotar de dentro de seu corpo, dando vida aos contornos luxuriantes de Boutella. A atriz se materializa como um demônio interno do roqueiro, que termina o clipe cavando sua própria sepultura com o braço da guitarra. Segundo o release da gravadora, o vídeo é baseado na interpretação de um pesadelo recorrente que assombra Grohl desde a infância. Mas, além do visual macabro, o que mais chama atenção é a expressividade de Boutella, que volta a utilizar seu grande talento como bailarina para evocar cenas de terror, como no filme “Climax” (2018). Boutella também dançou recentemente no clipe “God Control”, de Madonna, está na série “Modern Love”, da Amazon, e acaba de filmar “Prisoners of the Ghostland”, estreia do cultuado cineasta japonês Sion Sono em inglês, ao lado de Nicolas Cage. “Shame Shame”, por sua vez, foi apresentada pela primeira vez no sábado passado (6/11), durante a participação do Foo Fighters no programa humorístico americano “Saturday Night Live”. A música faz parte do próximo álbum da banda, “Medicine at Midnight”, que tem previsão de lançamento apenas para fevereiro de 2021.
Dash & Lily: Veja o show dos Jonas Brothers na nova série da Netflix
A Netflix divulgou uma cena musical de sua nova série teen “Dash & Lily”, que destaca cenas de um show dos Jonas Brothers. A veterana “boy” band aparece no episódio final da atração, durante um show na véspera de Ano Novo em Nova York, para cantar uma canção de Natal. A cena também confirma “Dash & Lily” como mais um lançamento natalino da plataforma de streaming, que iniciou sua programação de Natal em pleno Halloween. Vale observar que a participação dos irmãos Jonas na série não se resume apenas ao show. Nick Jonas é co-produtor do projeto, via sua empresa Image 32, em parceria com Shawn Levy (produtor de “Stranger Things”) e sua 21 Laps Entertainment. Desde o início, Nick Jonas esperava encontrar uma maneira de fazer uma breve aparição na série, para marcar sua estreia como produtor. Quando Levy o visitou nos bastidores de um show dos Jonas Brothers, falaram sobre o single de Natal da banda, “Like It’s Christmas”, e a participação se materializou. “Dash & Lily” acabou reunindo um trilha sonora temática de Natal, que inclui desde Nat King Cole até Kelly Clarkson, e o principal motivo disto foi os Jonas Brothers terem gravado sua participação antes do início da pós-produção, fazendo com que seu single influenciasse a seleção sonora da série. Vale observar que ninguém aparece usando máscaras de proteção durante a grande aglomeração festiva do show dos irmãos Jonas, mas isto tem uma explicação simples: a série foi inteiramente gravada no ano passado, antes da pandemia de coronavírus. Para não ficar só na divulgação da música do Natal passado, os Jonas Brothers também lançaram recentemente um novo single natalino, “I Need You Christmas”, já disponível nos serviços musicais de streaming. “Dash & Lily” também já pode ser visto em streaming. A série estreou na Netflix nesta terça (10/11). Protagonizada por Austin Abrams (“A Química que Há Entre Nós”) e Midori Francis (“Bons Meninos”), a atração é baseada no best-seller “O Caderninho de Desafios de Dash & Lily”, de Rachel Cohn e David Levithan, que também escreveram o livro que virou a boa comédia romântica juvenil “Nick & Norah: Uma Noite de Amor e Música” (2008). Na trama, os protagonistas do título não se conhecem, mas conversam por meio de um caderno deixado em uma biblioteca, onde propõem desafios um ao outro, todos baseados em temas natalinos – ele com propostas cínicas, ela com uma visão sonhadora. A adaptação está a cargo de Lauren Moon (editora de textos de “Atypical”) e tem direção da dupla Brad Silberling (do clássico “Desventuras em Série”) e Fred Savage (o eterno Kevin de “Dias Incríveis”, que há 21 anos é diretor de séries).
Michael J. Fox volta a viver Marty McFly em trailer do novo clipe de Lil Nas X
O astro Michael J. Fox compartilhou um trailer do novo clipe de Lil Nas X nas redes sociais, em que ele reprisa seu famoso papel de Marty McFly, da trilogia “De Volta ao Futuro”. A participação do ator é pequena, mas faz referência direta aos filmes clássicos. Após Lil Nas X aparecer por um portal no Velho Oeste, no clima de seu hit “Old Town Road”, o rapper encontra um Papai Noel sendo jogado pela porta de um saloon e, ao se aproximar, descobre que o gorro de Papai Noel tem seu nome e que ele será o novo responsável por distribuir os presentes de Natal. Paralelamente, seu cavalo se transforma em rena e um trenó mágico surge diante de um novo portal, anunciando a música natalina “Holiday”. É quando surge Fox, com sua roupa de “Clint Eastwood” em “De Volta para o Futuro III”, para avisar a Nas, “Faça o que fizer, Nas, não vá para 2020”. A frase é a mesma usada pelo ator para compartilhar o trailer e uma citação da trilogia clássica, remetendo ao viso de Doc (Christopher Lloyd) para o personagem de Michael J. Fox: “O quer que aconteça, Marty, nunca vá para 2020!”. Como se Doc soubesse o que aconteceria com a pandemia de coronavírus. Primeiro single de Lil Nas X em quase dois anos, “Holiday” será lançado na sexta nas plataformas musicais. Whatever you do Nas, don’t go to 2020 @LilNasX pic.twitter.com/MDreywsmuQ — Michael J. Fox (@realmikefox) November 9, 2020
BTS lidera premiação da MTV Europeia, que também consagrou Pabllo Vittar
O fenômeno sul-coreano BTS foi, pela segunda vez consecutiva, o grande vencedor dos MTV European Music Awards (EMAs). A boy band venceu quatro troféus, incluindo Melhor Música (“Dynamite”), Grupo, Show Virtual e Fãs, na premiação transmitida na noite de domingo (8/11) pelo canal pago. O evento também premiou artistas locais em sua transmissão ao redor do mundo, e Pabllo Vittar venceu o troféu pelo Brasil. A cerimônia do ano passado aconteceu em Sevilla, na Espanha, onde o BTS igualmente venceu o maior número de prêmios da cerimônia. Já este ano, devido à segunda onda de coronavírus em todo o continente, os EMAs apresentaram performances gravadas em vários locais da Europa, em vez de acontecer num único palco numa cidade-sede. A premiação ainda destacou Lady Gaga, eleita como Melhor Artista em geral e Melhor Artista dos EUA, enquanto DJ Khaled levou o troféu de Melhor Clipe por “Popstar”, que contou com Drake e Justin Bieber. A colombiana Karol G também chamou atenção, vencendo a nova categoria de melhor Artista Latina e dividindo com Nicki Minaj a Melhor Parceria pela faixa “Tusa”. Anfitrião da cerimônia, o quarteto feminino britânico Little Mix recebeu o troféu de Melhor Artista Pop, além de apresentar uma performance de “Sweet Melody” gravada nos subúrbios Londres – e incorporando realidade aumentada. Entre outros prêmios, Cardi B venceu como Melhor Artista de Hip-Hop, enquanto David Guetta foi consagrado como Artista Eletrônico, Coldplay ganhou o troféu de Rock e Hayley Williams foi eleita a Melhor Artista Alternativa. Só que os premiados como eletrônicos, roqueiros e alternativos lançaram apenas hits de pop genérico em 2020. Para se ver como vão longe os dias de “120 Minutes” e “Alternative Nation” na MTV… Houve uma tendência política em várias apresentações, refletindo o clima atual – não apenas as eleições dos EUA – , com direito à premiação da música “I Can’t Breathe”, de H.E.R., inspirada na frase repetida por George Floyd enquanto era assassinado pela polícia de Columbus, na Georgia. H.E.R. ganhou um troféu especial, batizado de “Video for Good” (vídeo para o bem) das mãos do campeão de Formula 1 Lewis Hamilton. O evento também incluiu um tributo à lenda do rock Eddie Van Halen – que morreu no mês passado após uma longa batalha contra o câncer – , com participações do guitarrista Tom Morello (Rage Against the Machine), da cantora e guitarrista St. Vincent e do baterista Taylor Hawkins (Foo Fighters). E ainda inclui a terceira edição do Prêmio Mudança de Geração (Generation Change), que este ano homenageou cinco mulheres que lutam por justiça social e racial em todo o mundo. Os vencedores foram Kiki Mordi, uma jornalista investigativa que luta para acabar com a SARS na Nigéria; Temi Mwale, um ativista da justiça racial no Reino Unido; Catherhea Potjanaporn, fotógrafa de retratos na Malásia; Luiza Brasil, jornalista negra de moda no Brasil; e Raquel Willis, uma ativista transgênero negra nos EUA. Confira a lista completa dos vencedores no vídeo abaixo. Congrats to @BTS_twt on winning #MTVEMA Best Virtual Live! 🙌 pic.twitter.com/VTUNyKv9V6 — MTV EMA (@mtvema) November 8, 2020
Party in the USA, de Miley Cyrus, volta às paradas com vitória de Joe Biden
O hit de Miley Cyrus “Party in the USA”, sucesso de 2009, tornou-se a música mais tocada neste sábado (7/11) nos EUA, após o anúncio da vitória de Joe Biden nas eleições para presidente dos EUA. A música se tornou viral de forma curiosa. Quando a vitória de Biden começou a ser noticiada pela imprensa pela manhã, uma conta com o nome do presidente eleito, que não era oficial e não tinha relação com Joe Biden, escreveu: “Vá comemorar! Ouça ‘Party in the USA’ de Miley Cyrus”. A conta acabou suspensa pelo Twitter, mas em poucos minutos a iniciativa se disseminou. Em duas horas, a Chart Data, que analisa as paradas de sucesso em tempo real, postou no Twitter que “Party in the USA” tinha reaparecido no ranking das músicas mais tocadas do iTunes nos EUA. Desde então, ela voltou a ser ouvida nas rádios e até nas ruas dos EUA. Fãs de Miley Cyrus se impressionaram e começaram a retuitar vídeos que registravam a música ecoando em vários prédios em Nova York, Washington DC e outras cidades. Em seguida, a própria Miley postou uma montagem em que Biden parece tocar a música em seu celular para celebrar a vitória. A cena não aconteceu de verdade, mas este vídeo também viralizou. No post em que comemorou o ressurgimento de sua música, a cantora e atriz ainda compartilhou seu entusiasmo pela vitória de Biden e Kamala Harris. “Esta é uma festa nos EUA!”, ela escreveu. Miley foi apoiadora da chapa Democrata durante as eleições e, em outubro, chegou a apresentar uma live com Harris, no Instagram, onde a então então candidata a vice-presidente ressaltou a importância do voto dos jovens, que podiam fazer a diferença no ambiente político atual. Now THIS is a PARTY IN THE USA! @JoeBiden @KamalaHarris 🇺🇸🎉 pic.twitter.com/zFKL1ncuSa — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) November 7, 2020 HUGE Crowd in D.C singing Party In The USA ❤️💙 pic.twitter.com/F23NIbASnb — Miley Updates (@MileyUpdates) November 7, 2020 ICONIC! PEOPLE ON THE STREETS SINGING PARTY IN THE USA 🇺🇸 pic.twitter.com/gYepR8Scp6 — Miley Updates (@MileyUpdates) November 7, 2020 .@MileyCyrus’ “Party in the USA” blaring outside the White House pic.twitter.com/ksvEc8tluI — Elizabeth Landers (@ElizLanders) November 7, 2020 People in Times Square chant and sing @MileyCyrus' "Party In The USA" to celebrate #JoeBidenKamalaHarris2020 pic.twitter.com/lQGGmLAkie — Pop Tingz (@ThePopTingz) November 7, 2020












