Zeca Pagodinho anuncia cruzeiro para celebrar 40 anos de carreira
Zeca Pagodinho anunciou um cruzeiro de luxo para celebrar seus 40 anos de carreira. Em parceria com a PromoAção, o evento “Deixa a vida me levar” deixará o Porto de Santos entre os dias 6 e 9 de dezembro de 2024. O cruzeiro temático promete muita música clássica do sambista e outros nomes consagrados, como Vanessa da Mata, Dilsinho, Jorge Aragão, Xande de Pilares, Fundo de Quintal e Diogo Nogueira. Serão 72 horas de pagode e espetáculos de comédia em pleno alto mar. Os valores das cabines variam conforme o andar, a opção de janela, varanda, jacuzzi e outros luxos. A cabine interna mais barata atende duas pessoas, custando R$ 7.536 (em 12x de R$ 239 e R$ 900 de taxas). No pacote, estão inclusos shows, alimentação e seguro viagem. Outros consumos serão considerados custos adicionais. A cabine mais cara pode custar até R$ 56.040 (em 12x de R$ 859 e R$ 900 de taxas) na opção para cinco pessoas. Essa cabine é localizada em uma área privativa da embarcação, com direito a jantar em restaurante exclusivo e consumo de bebibas em geral, além de embarque e desembarque prioritário. O cruzeiro possui uma infraestrutura épica para passar as férias, com diversas áreas de lazer, como piscinas, 19 bares e lounges, teatro, discoteca e pista de boliche, além dos shows de Zeca Pagodinho, que deve cantar clássicos como “Vai Vadiar” e “Lama nas Ruas”.
Katy Perry é anunciada como atração do Rock in Rio
Katy Perry foi anunciada na noite de terça-feira (6/2) como uma das atrações internacionais do Rock in Rio. A cantora será a headliner do Palco Mundo, no dia 20 de setembro de 2024. A última vez que Katy Perry veio ao Brasil foi em 2018 com a turnê do álbum “Witness”, que passou pelas cidades de São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro. A artista fará seu show no mesmo dia de Gloria Gaynor, vencedora de dois prêmios Grammy e dona do hit “I Will Survive”, hino LGBTQIA+ e da era das discotecas, que se apresenta no Palco Sunset. O festival terá ainda Ivete Sangalo, Angelique Kidjo e Iza no mesmo dia, nos palcos Mundo, Global Village e Sunset, respectivamente. Elas se apresentarão no “Dia Delas”, data em que o evento conta com um line-up 100% feminino em todos os palcos – como aconteceu em 2022, quando a responsável por fechar a noite foi Dua Lipa. Neste ano, o Rock in Rio celebra seus 40 anos de história com um novo palco Mundo, um Sunset maior, além da nova área chamada Global Village e mais novidades. O festival ainda terá apresentações de Ed Sheeran, Ne-Yo, Joss Stone, Imagine Dragons, Lulu Santos, Ludmilla, Paralamas do Sucesso, Jão, Gloria Groove e Luísa Sonza. O Rock in Rio está marcado para dois fins de semana, nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro de 2024, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro.
Documentário sobre “Clube da Esquina” ganha trailer
A Lira Filmes divulgou o trailer de “Nada Será como Antes”, documentário sobre a criação do “Clube da Esquina”, considerado o melhor disco brasileiro de todos os tempos. A produção explica o contexto da criação do álbum com imagens inéditas de arquivo, apresenta shows da época e conversa com os músicos envolvidos na gravação, com destaque para Milton Nascimento e Lô Borges, acrescentando histórias e curiosidades da concepção do disco que revolucionou a MPB da época. O melhor disco brasileiro O álbum duplo lançado em 1972, fruto da colaboração entre Milton Nascimento, Lô Borges e uma coletânea de músicos talentosos de Minas Gerais, acabou se tornando um dos discos mais influentes da música brasileira, mesclando elementos do folk, rock, jazz e música latina com a rica tradição da MPB (Música Popular Brasileira). A gênese da produção foram encontros musicais informais que aconteciam no bairro de Santa Tereza, em Belo Horizonte, onde artistas como Beto Guedes, Toninho Horta e os irmãos Márcio e Lô Borges se reuniam para compartilhar ideias e criar músicas. Esses encontros deram origem ao “Clube da Esquina”, nome que posteriormente foi adotado para o álbum, uma viagem poética e sonora que refletia sobre amizade, amor, saudade e questões sociais. Faixas como “Tudo Que Você Podia Ser”, “O Trem Azul”, “Cravo e Canela” e “Nuvem Cigana” são apenas alguns exemplos da diversidade musical e da riqueza lírica encontradas no disco, eleito em 2022 como o melhor álbum brasileiro pelo podcast Discoteca Básica, que ouviu a opinião de 162 especialistas — jornalistas, youtubers, podcasters, músicos, lojistas e produtores. O documentário escrito e dirigido por Ana Rieper (“Vou Rifar meu Coração”) já foi exibido no Festival do Rio e da Mostra de São Paulo, e tem estreia comercial marcada para o dia 29 de fevereiro nos cinemas.
Audiência do Grammy cresce e é a maior desde 2020
A 66ª edição anual do Grammy Awards, exibido na noite de domingo (4/2), atraiu uma média de 16,9 milhões de espectadores nos Estados Unidos. A cerimônia de premiação, que consagrou Taylor Swift com o troféu de Melhor Álbum do Ano por “Midnights”, registrou um aumento de 34% em relação à apresentação do ano passado, tornando-se a mais vista desde a edição de 2020, quando o Grammy foi visto por 18,7 milhões de pessoas. O resultado também representa o dobro da audiência do Grammy 2021, quando apenas 8,8 milhões de espectadores sintonizaram o evento, registrando um recorde negativo da cerimônia. A média se manteve em 2022, quando a audiência chegou a 8,93 milhões. Já no ano passado, o público somou mais de 12 milhões. Os números resultam da medição de visualizações lineares da consultoria Nielsen sobre a audiência da rede CBS, somados aos dados da Paramount Global sobre transmissões na plataforma Paramount+, onde a premiação foi exibida nos Estados Unidos. Por sinal, a Paramount+ também registrou sua maior audiência em um Grammy, com 173% mais transmissões em relação ao ano passado. O momento que reuniu mais espectadores foi a apresentação do segmento In Memoriam, que reuniu Stevie Wonder, Annie Lennox, Jon Batiste e Fantasia Barrino. No Brasil, a premiação foi transmitida pelo canal pago TNT e pelo streaming HBO Max.
Anitta será voz do metrô de Salvador no Carnaval
Anitta será responsável pela voz do metrô de Salvador durante a programação do Carnaval 2024. A cantora ajudará os foliões a se localizarem e ainda indicará quais estações darão acesso aos trios elétricos da capital baiana. A voz da Poderosa estará disponível nos vagões entre os dias 10 e 12 de fevereiro, nas linhas um (da Lapa até Águas Claras) e dois (do Acesso Norte até o Aeroporto). A ação faz parte de uma promoção da marca de desodorantes da qual é embaixadora. Nas coordenadas, Anitta também pedirá para os foliões “botarem pra fever” durante as festividades na Bahia. “Achei incrível! Nunca imaginei ser voz de metrô”, declarou ela, contente com a novidade.
Anitta estará em homenagem aos 40 anos da Sapucaí
Anitta vai participar de uma grande homenagem a todas as escolas de samba pelos 40 anos da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro. A cantora adiantou à Quem que foi convidada para ser um “fio condutor do Brasil para o mundo” no próximo dia 17 de fevereiro. A Poderosa contou que recebeu o convite por causa das inspirações de seus looks dos “Ensaios da Anitta” deste ano, que estão repletos de referências a agremiações paulistas e cariocas. Ao todo foram 11 figurinos em shows por 10 cidades do Brasil. “Saiu só um pedacinho da conversa no ‘Fantástico’, mas, na verdade, não é um desfile meu, que resolvi fazer. Fui convidada. Esse ano, a Sapucaí faz 40 anos e os organizadores, quando viram a minha homenagem para as escolas de samba, que foi totalmente sem intenção porque eu não estava pensando nisso, me convidaram para fazer um desfile de homenagem a todas as escolas”, ela esclareceu. Anitta também justificou a sua convocação para o Desfile das Campeãs devido aos seus seguidores estrangeiros nas redes sociais: “Cerca de 30% das minhas redes sociais não é público brasileiro, não fala português. Tenho 65 milhões, 30% é muita gente. Então, queria mostrar um pouco da nossa cultura. Quando eles viram isso, me convidaram para ser o fio condutor do Brasil para o mundo para passar essa mensagem”. A cantora ainda descarta apresentar seu próprio repertório no sambódromo para destacar as escolas de samba. “Vou estar lá durante todo o desfile, mas o grande protagonista são as escolas de samba que a gente vai homenagear e muitos sambistas icônicos do Brasil. Então, não é um desfile com as minhas músicas ou sobre o meu trabalho. A Sapucaí nem é lugar disso, é lugar de samba, mesmo”, completou.
Aston Barrett, baixista de Bob Marley, morre aos 77 anos
Aston Barrett, lenda do reggae conhecido como “Family Man”, morreu no sábado passado (3/2) em Miami, na Flórida (EUA), aos 77 anos. Seu filho, Aston Barrett Jr., compartilhou a notícia, revelando que o músico enfrentava uma longa batalha de saúde. Nascido em 1946, em Kingston, Jamaica, Barrett ficou conhecido por sua habilidade autodidata e por construir seu primeiro baixo do zero, de forma caseira. Um inovador no instrumento, ele criou um novo conceito de tocar baixo. “Era o meu destino”, afirmou no documentário “Bass Player” de 2007. A lenda começou nos Upsetters, a banda liderada por Lee “Scratch” Perry, uma das figuras mais inovadoras da música jamaicana. Ele se juntou a Perry com o irmão baterista Carlton Barret no final dos anos 1960, período que se tornou crucial para o reggae, pois sob a tutela de Perry, os Upsetters foram fundamentais no desenvolvimento do dub e em outras experimentações sonoras que definiram o gênero – baseadas principalmente no som do baixo. Ascensão com os Wailers Após sua experiência com os Upsetters, os irmãos Barrett juntaram-se a Bob Marley e os Wailers em 1974, tornando-se peças centrais na banda. A habilidade e encaixe sonoro dos irmãos contribuiu para o som distinto dos Wailers e ajudou a elevar o reggae a uma audiência global. O cantor do UB40, Ali Campbell, chegou a dizer que antes havia o ska e o rocksteady, até que os irmãos Barrett inventaram o reggae nos Wailers. O estilo distinto de Barrett ao tocar baixo, descrito como a “espinha dorsal” das músicas de Marley, foi fundamental para clássicos como “No Woman, No Cry” e “Jamming”. Mas Barrett não só tocou, ele também atuou como co-produtor em vários álbuns da banda, permanecendo um membro vital até a morte do cantor, em 1981. Além de seu trabalho com Bob Marley, o baixista contribuiu para álbuns de outras ícones do reggae como Peter Tosh, Burning Spear, King Tubby e Bunny Wailer, e foi bastante reconhecido por sua contribuição à história da música, recebendo prêmios da Bass Player Magazine e sendo homenageado como um dos “20 baixistas lendários que formaram o som do baixo elétrico”. Ele também foi mentor de Robbie Shakespeare e outros músicos, influenciando gerações com sua técnica. Seu legado continua até hoje a ser um ponto de referência no reggae e além. O homem de família A vida pessoal de Barrett foi igualmente marcante. Ele começou a se chamar “Family Man” devido ao papel de paizão e líder da banda de Bob Marley, mas o nome acabou pegando mesmo pela quantidade de filhos que produziu. Aston Barrett foi pai de mais de 40 crianças. Sua morte aconteceu a menos de duas semanas da estreia da cinebiografia “Bob Marley: One Love”, onde seu papel como baixista e líder da banda de Bob Marley é destacado. No filme, o artista é interpretado por seu filho, Aston Barrett Jr, que tocou baixo na banda de Julian Marley e hoje é baterista da atual formação dos Wailers. A estreia acontece em 15 de fevereiro no Brasil.
Taylor Swift é acusada de esnobar aparição rara de Céline Dion no Grammy
Taylor Swift virou alvo de polêmica no domingo (4/2) após conquistar um dos maiores prêmios da carreira no Grammy Awards. Acontece que a cantora foi acusada de esnobar Céline Dion ao receber seu prêmio de Álbum do Ano. Céline, que foi diagnosticada com síndrome da pessoa rígida, fez uma rara aparição no evento para entregar o prêmio à artista americana. Contudo, Taylor sequer cumprimentou a veterana, algo que fez com a cantora Lana Del Rey e o produtor Jack Antonoff, seus parceiros musicais. Na ocasião, Taylor vibrou com sua mais nova conquista ao lado dos colegas, pegou o prêmio das mão de Céline e, prontamente, iniciou seu discurso. O público ficou dividido ao notar que ela não agradeceu ou conversou com a interprete de “My Heart Will Go On”. Fãs defenderam a cantora, afirmando que ela estava eufórica com a premiação e não conseguiu raciocinar. Mas, no geral, a cantora foi acusada de “esnobar” Céline Dion. “Ela pouco ligou para receber o prêmio de Céline. Nem disse obrigada, mal olhou na cara da Diva”, avaliou um perfil do X (antigo Twitter). “Ela estava claramente alcoolizada e nervosa”, defendeu um dos swifties. “Ela foi bastante insensível”, apontou outra crítica. Ela pegando o prêmio da Celine Dion como se a mesma fosse uma qualquer. As vezes, precisamos acreditar nos nossos instintos, a Taylor realmente é desprezível.pic.twitter.com/wDYb3DuL8S — Lui 🦋 (@1catsanguinario) February 5, 2024
Rapper Killer Mike é preso após ganhar três prêmios no Grammy
O rapper Killer Mike foi algemado e escoltado pela polícia de Los Angeles, após ter ganhado três prêmios na cerimônia do Grammy Awards, que aconteceu na arena Crypto no último domingo (4/2). As informações são do site The Hollywood Reporter. O representante da delegacia afirmou que Mike foi detido por conduta violenta após se envolver numa briga no local, por volta das 16h. O rapper, que se chama Michael Render, foi solto sob fiança às 20h37 (horário local), mas deverá se apresentar no tribunal de Los Angeles em 29 de fevereiro. A assessoria de Killer Mike não se pronunciou sobre a confusão. Grammy Awards Killer Mike venceu as categorias de Melhor Música de Rap e Melhor Performance de Rap com “Scientists & Engineers”, single com participações de Andre 3000, Future e Eryn Allen Kane. Além disso, faturou uma estatueta na categoria de Melhor Álbum de Rap com o disco “Michael”. Ao receber seu terceiro prêmio, ele gritou “Sweep! Atlanta, it’s a sweep”, que pode ser traduzido como “levar de lavada”. “A única coisa que limita sua idade é não ser verdadeiro sobre ela ou sobre o que está fazendo”, celebrou Mike nos bastidores. “Aos 20 anos de idade, eu achava que era legal ser um traficante. Aos 40, eu comecei a viver com o arrependimento das coisas que fiz. Aos 45, eu comecei a fazer rap sobre isso. Aos 48, eu estou aqui de pé como um homem cheio de compaixão e empatia pelas coisas que fiz.” O rapper Killer Mike acaba de ser preso e sair do Grammy algemado após ganhar 3 Grammys na noite, incluindo o Melhor Álbum de Rap. Mano ??????????????????????pic.twitter.com/9eD6BFn8tQ — Rap World (@rapworldbr) February 5, 2024
Preta Gil diz estar pronta para viver um novo amor
Preta Gil afirmou que está disposta a viver um novo relacionamento após ter vivido um ano intenso em 2023. A cantora negou que esteja traumatizada com as traições durante seu tratamento contra um câncer no intestino, cometidas pelo ex-marido, Rodrigo Godoy, com quem foi casada por oito anos. Antes de desfilar no domingo (4/2) com o tradicional Bloco da Preta, a cantora comentou a letra de “Na Batucada”, um de seus lançamentos mais recentes em que fala livremente sobre um amor romântico. A canção foi feita em parceria com Thiago Pantaleão. “É uma música que é mais lenta, mais romântica, mas que também tem tudo a ver com o esse momento que eu estou vivendo, aberta para o amor, zero traumatizada, sabe?”, disse a cantora à revista Glamour. “Eu quero que o amor chegue para madrugada… Então, eu quis lançar essa música porque eu quero ainda falar de amor, eu não quero virar uma pessoa magoada ou amargurada. Não, nada disso. Eu tô pronta para a próxima, quero amar muito e ser amada ainda”, pontuou Preta.
Ex de Taylor Swift vira meme após anúncio de novo álbum
Joe Alwyn, um dos ex-namorados de Taylor Swift, entrou na mira dos fãs após a cantora anunciar a data de lançamento do novo álbum. A artista é conhecida por escrever canções inspiradas em seus relacionamentos. No domingo (4/2), Taylor atiçou seus seguidores após a premiação do Grammy Awards, quando ela entregou a capa de “The Tortured Poets Department”, álbum que está agendado para 19 de abril. A novidade deixou os fãs eufóricos: “Chegou sua hora”, dizia um meme se referindo a Alwyn. As brincadeiras ainda mostram o ator britânico supostamente desesperado com o próximo disco da loirinha, mas os fãs acabaram perdendo a mão e ele passou a ser ameaçado, e até sofreu ataques nas redes sociais. Os dois ficaram juntos de 2017 até abril de 2023, e foi o relacionamento mais longo de Taylor. Mas em setembro, a cantora confirmou que estava namorando o jogador de futebol americano Travis Kelce. Taylor Swift já se inspirou em John Mayer, Harry Styles, Jake Gyllenhaal, Joe Jonas, Taylor Lautner, John Mayer, Jake Gyllenhaal, Harry Styles, Tim McGraw, Cory Monteith, Tom Hiddleston, Conor Kennedy e Calvin Harris para suas aclamadas canções. CHEGOU SUA HORA JOE ALWYN pic.twitter.com/tvcdZbgF3J — Osvaldo Swiftie 🕰 (@osvaldoswiftie) February 5, 2024 Joe Alwyn que se esconda, dia 19 de abril VAI TER PEDRADA! pic.twitter.com/9fkFznF4DC — Renato Costa 🐍 (@renatocosta3) February 5, 2024 se segura joe alwyn oq eh seu já n tá mais tão guardado assim pic.twitter.com/BxPrDBV6ew — mayane (@fuckinlegacys) February 5, 2024 vazou o joe alwyn na casa dele agora: pic.twitter.com/2J1Uha6Yo7 — ˆּ๋᳝ٞׄ🤍𝓼𝓪𝓱 (@sa_brito22) February 5, 2024
Grammy | Jay-Z dá o que falar com discurso cobrando maior reconhecimento ao rap e Beyoncé
O rapper Jay-Z fez o discurso mais comentado da cerimônia do Grammy 2024. Ele utilizou seu momento de agradecimento ao receber um prêmio pela carreira para criticar a organização por nunca ter premiado Beyoncé, sua esposa, com o Álbum do Ano. “O maior número de prêmios Grammy vencidos e nunca levou a categoria de Álbum do Ano. Como isso funciona?” questionou Jay-Z, referindo-se aos 32 Grammys já ganhos por Beyoncé. Beyoncé nunca venceu a categoria principal do Grammy, mas foi indicada ao Álbum do Ano por “Renaissance” em 2023 (perdendo para Harry Styles), “Lemonade” em 2017 (perdendo para Adele), “Beyoncé” em 2015 (perdendo para Beck) e “I Am Sasha Fierce” em 2010 (perdendo para Taylor Swift) “Queremos que vocês acertem. Pelo menos cheguem perto do certo. E obviamente é subjetivo. Vocês não precisam aplaudir tudo [disse para a plateia]. Obviamente é subjetivo porque, sabe, é música e é baseado em opinião”, apontou o artista. “Mas, sabe, algumas coisas… Eu não quero envergonhar essa jovem senhora, mas ela tem mais Grammys que todos e nunca ganhou o Álbum do Ano. Então, mesmo pelos seus próprios critérios, isso não funciona. Pensem nisso. O maior número de prêmios Grammy vencidos e nunca levou a categoria de Álbum do Ano. Como isso funciona?”, continuou ele. “Vocês sabem, alguns de vocês vão para casa esta noite se sentindo como se tivessem sido roubados. Alguns de vocês podem ser roubados. Alguns de vocês não pertencem à categoria [em que concorrem]. Não, quando fico nervoso eu digo a verdade”, ele adicionou. Jay-Z também destacou a luta do hip hop por reconhecimento no Grammy, mencionando boicotes de artistas do gênero contra a premiação, desde Will Smith, quando o ator era o rapper Fresh Prince, até ele próprio no passado. O artista também refletiu sobre os critérios de votação das categorias, enfatizando a subjetividade e as inconsistências do processo de premiação, destacando a inclusão de artistas em categorias nas quais não se enquadram. O rapper encorajou os artistas a continuarem se apresentando e buscando reconhecimento, independentemente do Grammy, destacando a importância de persistir até receber os elogios merecidos. “Até que eles te chamem [para participar] e deem todo o reconhecimento que vocês sentem que merecem, até que te chamem de gênio e de melhor de todos os tempos, entenderam?”, concluiu, mostrando o seu Grammy especial para a plateia, que riu, aplaudiu e urrou durante o discurso, demonstrando aprovação. Após essa apresentação, Jay-Z foi visto usando o gramofone dourado como copo para beber champanhe, evidenciando seu descontentamento com a premiação. Blue Ivy joins Jay-Z on-stage to accept the Dr. Dre Global Impact Award at the 2024 #Grammys pic.twitter.com/H87XxdAoN8 — The Hollywood Reporter (@THR) February 5, 2024
Taylor Swift faz história no Grammy das mulheres
Taylor Swift alcançou um marco histórico no Grammy 2024, tornando-se a artista com o maior número de vitórias na categoria Álbum do Ano. Com o triunfo de “Midnights”, ela passou a acumular quatro troféus na categoria principal, superando ícones como Frank Sinatra, Paul Simon e Stevie Wonder, que detinham três vitórias cada. “Midnights” também rendeu a Swift o prêmio de Melhor Álbum Vocal Pop, durante o qual ela aproveitou para anunciar seu próximo projeto. Em seu discurso de aceitação, Swift revelou o título e a data de lançamento de seu 11º álbum de estúdio, “The Tortured Poets Department”, que chega em 19 de abril. A artista expressou sua gratidão, destacando o papel crucial dos fãs e parceiros musicais na conquista dos prêmios – que já somam 14 estatuetas do Grammy, ao todo. A conquista de Taylor Swift coroou um Grammy 2024 marcado pela predominância feminina, com diversas artistas levando troféus importantes para casa. Além da grande vencedora, os principais destaques foram Miley Cyrus, Billie Eilish, SZA, boygenius e Victoria Monét. A premiação feminina Miley conquistou o reconhecimento da Academia da Gravação com “Flowers” nas categorias de Melhor Performance Solo Pop e Gravação do Ano, considerada o segundo troféu principal da noite. Antes disso, apesar de ter recebido diversas indicações ao longo de sua carreira, ela nunca havia vencido um troféu do Grammy. Billie Eilish venceu outra categoria importante, Canção do Ano, além de Melhor Música em Obra Audiovisual, ambos conquistados por “What Was I Made For?”, da trilha sonora do filme “Barbie” – que ainda concorre ao Oscar 2024. SZA, que liderou as indicações do Grammy 2024 com nove nomeações, conquistou três prêmios: Melhor Canção de R&B com “Snooze”, Melhor Performance de Duo/Grupo Pop com “Ghost In The Machine” em colaboração com Phoebe Bridgers, e Melhor Álbum de R&B Progressivo com “SOS”. O trio feminino boygenius também recebeu seus primeiros prêmios Grammy, e três de uma vez: Melhor Performance de Rock e Melhor Música de Rock com “Not Strong Enough”, além de Melhor Álbum de Música Alternativa com seu disco “The Record” . Victoria Monét foi eleita Revelação do Ano e ainda venceu Melhor Álbum de R&B e Melhor Engenharia de Som pelo disco “Jaguar II”. Mulheres ainda se destacaram em categorias normalmente reservadas a homens. Karol G foi premiada com o Melhor Álbum de Música Urbana com “Mañana Será Bonito”, Kylie Minogue levou Melhor Gravação Pop de Dance, “Padam Padam”, Coco Jones faturou Melhor Performance de R&B por “ICU”, Meshell Ndegeocello ganhou Melhor Álbum de Jazz Alternativo por “The Omnichord Real Book”, Samara Joy venceu Melhor Performance de Jazz com “Tight”, Lainey Wilson com Melhor Álbum Country por “Bell Bottom Country”, Gabi Moreno com o Melhor Álbum de Pop Latino por “X Mí (Vol. 1)”, Laufey com o Melhor Álbum Pop Vocal Tradicional por “Bewitched”, etc Para completar, o disco do filme “Barbie”, com faixas gravadas por mulheres, foi a Melhor Trilha Sonora, e a banda Paramore, liderada pela vocalista Hayley Williams, foi reconhecida com os troféus de Melhor Álbum de Rock e Melhor Performance de Música Alternativa pelo disco “This is Why”. Entre os artistas masculinas, o maior destaque ficou com os Beatles, que levaram para casa seu primeiro Grammy em quase 30 anos: Melhor Clipe por “I’m Only Sleeping”. O grupo tinha vencido pela última vez na 39ª cerimônia de premiação em 1997, com outro lançamento feito após a morte de John Lennon. Confira abaixo a lista completa dos vencedores do Grammy 2024. ÁLBUM DO ANO “Midnights”, Taylor Swift GRAVAÇÃO DO ANO “Flowers”, Miley Cyrus CANÇÃO DO ANO “What Was I Made For?”, Billie Eilish REVELAÇÃO DO ANO Victoria Monét COMPOSITOR DO ANO Theron Thomas PRODUTOR DO ANO Jack Antonoff MELHOR PERFORMANCE POP SOLO “Flowers”, Miley Cyrus MELHOR PERFORMANCE POP EM DUPLA OU GRUPO “Ghost in the Machine”, SZA e Phoebe Bridgers MELHOR ÁLBUM POP VOCAL “Midnights”, Taylor Swift MELHOR ÁLBUM POP VOCAL TRADICIONAL “Bewitched”, Laufey MELHOR GRAVAÇÃO DE POP DANCE “Padam Padam”, Kylie Minogue MELHOR GRAVAÇÃO DANCE/ELETRÔNICA “Rumble”, Skrillex, Fred again.. e Flowdan MELHOR ÁLBUM DANCE/ELETRÔNICA “Actual Life 3 (January 1 – September 9 2022)”, Fred again.. MELHOR PERFORMANCE DE ROCK “Not Strong Enough”, boygenius MELHOR ÁLBUM DE ROCK “This is Why”, Paramore MELHOR MÚSICA DE ROCK “Not Strong Enough”, boygenius MELHOR PERFORMANCE DE MÚSICA ALTERNATIVA “This Is Why”, Paramore MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA ALTERNATIVA “The Record”, boygenius MELHOR PERFORMANCE DE METAL “72 Seasons,” Metallica MELHOR PERFORMANCE DE R&B “ICU”, Coco Jones MELHOR PERFORMANCE DE R&B TRADICIONAL “Good Morning”, PJ Morton feat Susan Carol MELHOR MÚSICA DE R&B “Snooze”, SZA MELHOR ÁLBUM DE R&B PROGRESSIVO “SOS”, SZA MELHOR ÁLBUM DE R&B “Jaguar II”, Victoria Monét MELHOR PERFORMANCE DE RAP “Scientists & Engineers”, Killer Mike featuring André 3000, Future and Eryn Allen Kane MELHOR PERFORMANCE DE RAP MELÓDICO “All My Life”, Lil Durk e J. Cole MELHOR MÚSICA DE RAP “Scientists & Engineers,” Killer Mike feat André 3000, Future e Eryn Allen Kane MELHOR ÁLBUM DE RAP “Michael”, Killer Mike MELHOR ÁLBUM DE REGGAE “Colors of Royal”, Julian Marley and Antaeus MELHOR ÁLBUM DE POP LATINO “X Mí (Vol. 1)”, Gaby Moreno MELHOR ÁLBUM LATINO DE ROCK OU ALTERNATIVO “Vida Cotidiana”, Juanes “De Todas Las Flores”, Natalia Lafourcade MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA URBANA “Mañana Será Bonito”, Karol G MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA MEXICANA (INCLUINDO TEJANO) “Génesis”, Peso Pluma MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA TROPICAL LATINA “Siembra: 45º Aniversario (En Vivo en el Coliseo de Puerto Rico, 14 de Maio 2022)”, Rubén Blades Con Roberto Delgado & Orquesta MELHOR PERFORMANCE DE MÚSICA GLOBAL “Pashto”, Béla Fleck, Edgar Meyer & Zakir Hussain Featuring Rakesh Chaurasia MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA GLOBAL “This Moment”, Shakti MELHOR PERFORMANCE DE MÚSICA AFRICANA “Water”, Tyla MELHOR PERFORMANCE COUNTRY SOLO “White Horse”, Chris Stapleton MELHOR PERFORMANCE COUNTRY EM DUPLA OU GRUPO “I Remember Everything”, Zach Bryan feat Kacey Musgraves MELHOR MÚSICA DE COUNTRY “White Horse”, Chris Stapleton MELHOR ÁLBUM DE COUNTRY “Bell Bottom Country”, Lainey Wilson MELHOR ÁLBUM FOLK “Joni Mitchell at Newport (Live)”, Joni Mitchell MELHOR MÚSICA REGIONAL ROOTS “New Beginnings”, Buckwheat Zydeco Jr. & The Legendary Ils Sont Partis Band “Live: Orpheum Theater Nola”, Lost Bayou Ramblers & Louisiana Philharmonic Orchestra MELHOR PERFORMANCE DE AMERICANA “Eve Was Black”, Allison Russell MELHOR CANÇÃO DE AMERICAN ROOTS “Cast Iron Skillet”, Jason Isbell and the 400 Unit MELHOR ÁLBUM DE AMERICANA “Weathervanes”, Jason Isbell and the 400 Unit MELHOR ÁLBUM DE BLUEGRASS “City of Gold”, Molly Tuttle & Golden Highway MELHOR ÁLBUM DE BLUES “All My Love For You”, Bobby Rush MELHOR PERFORMANCE DE JAZZ “Tight”, Samara Joy MELHOR ÁLBUM DE JAZZ VOCAL “How Love Begins”, Nicole Zuraitis MELHOR ÁLBUM DE JAZZ INSTRUMENTAL “The Winds Of Change”, Billy Childs MELHOR ÁLBUM DE GRANDE ENSEMBLE DE JAZZ “Basie Swings The Blues”, The Count Basie Orchestra Directed By Scotty Barnhart MELHOR ÁLBUM DE JAZZ ALTERNATIVO “The Omnichord Real Book”, Meshell Ndegeocello MELHOR ÁLBUM DE JAZZ LATINO “El Arte Del Bolero Vol. 2”, Miguel Zenón e Luis Perdomo MELHOR PERFORMANCE DE JAZZ LATINO “El Arte Del Bolero Vol. 2”, Miguel Zenón & Luis Perdomo MELHOR ÁLBUM DE PALAVRA FALADA EM POESIA “The Light Inside”, J. Ivy MELHOR ÁLBUM INSTRUMENTAL CONTEMPORÂNEO “As We Speak”, Béla Fleck, Zakir Hussain, Edgar Meyer, Featuring Rakesh Chaurasia MELHOR ÁLBUM DE TEATRO MUSICAL “Some Like It Hot” MELHOR PERFORMANCE/CANÇÃO DE GOSPEL “All Things”, Kirk Franklin MELHOR PERFORMANCE/CANÇÃO DE MÚSICA CRISTÃ CONTEMPORÂNEA “Your Power”, Lecrae & Tasha Cobbs Leonard MELHOR ÁLBUM DE GOSPEL “All Things New: Live In Orlando”, Tye Tribbett MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA CRISTÃ CONTEMPORÂNEA “Church Clothes 4”, Lecrae MELHOR ÁLBUM DE GOSPEL ROOTS “Echoes Of The South”, Blind Boys Of Alabama MELHOR CLIPE “I’m Only Sleeping”, The Beatles MELHOR FILME MUSICAL “Moonage Daydream”, David Bowie MELHOR CANÇÃO PARA OBRA AUDIOVISUAL “What Was I Made For?”, Billie Eilish, da trilha de “Barbie” MELHOR TRILHA SONORA COMPILADA PARA MÍDIA VISUAL “Barbie: The Album” (Vários Artistas) MELHOR TRILHA SONORA PARA MÍDIA VISUAL (INCLUI FILME E TELEVISÃO) “Oppenheimer”, Ludwig Göransson MELHOR TRILHA SONORA PARA VIDEOGAMES E OUTRAS MÍDIAS INTERATIVAS “Star Wars Jedi: Survivor”, Stephen Barton & Gordy Haab, compositores MELHOR ÁLBUM DE COMÉDIA “What’s in a Name?”, Dave Chappelle MELHOR ÁLBUM DE ÁUDIOBOOK, NARRAÇÃO E GRAVAÇÃO DE STORYTELLING “The Light We Carry: Overcoming In Uncertain Times”, Michelle Obama MELHOR ÁLBUM HISTÓRICO “Written In Their Soul: The Stax Songwriter Demos”, Vários Artistas MELHOR EMBALAGEM DE GRAVAÇÃO “Stumpwork”, Dry Cleaning MELHOR EMBALAGEM DE EDIÇÃO LIMITADA OU ESPECIAL “For The Birds: The Birdsong Project”, Vários Artistas MELHOR BOX OU LANÇAMENTO EM EMBALAGEM ESPECIAL “Written In Their Soul: The Stax Songwriter Demos”, Vários Artistas MELHORES NOTAS EM ÁLBUM “Written In Their Soul: The Stax Songwriter Demos”, Vários Artistas MELHOR ENGENHARIA DE SOM, ÁLBUM NÃO CLÁSSICO “JAGUAR II”, Victoria Monét MELHOR ENGENHARIA DE SOM, ÁLBUM CLÁSSICO “Contemporary American Composers”, Riccardo Muti & Chicago Symphony Orchestra PRODUTOR DO ANO, CLÁSSICO Elaine Martone MELHOR GRAVAÇÃO REMIXADA “Wagging Tongue (Wet Leg Remix)”, Depeche Mode MELHOR ÁLBUM DE ÁUDIO IMERSIVO “The Diary Of Alicia Keys”, Alicia Keys MELHOR COMPOSIÇÃO INSTRUMENTAL “Helena’s Theme”, John Williams MELHOR ARRANJO INSTRUMENTAL OU A CAPELLA “Folsom Prison Blues”, The String Revolution Featuring Tommy Emmanuel MELHOR ARRANJO, INSTRUMENTOS E VOCAIS In The Wee Small Hours Of The Morning”, säje Featuring Jacob Collier MELHOR PERFORMANCE ORQUESTRAL “Adès: Dante”, Los Angeles Philharmonic MELHOR GRAVAÇÃO DE ÓPERA “Blanchard: Champion”, The Metropolitan Opera Orchestra; The Metropolitan Opera Chorus MELHOR PERFORMANCE CORAL “Saariaho: Reconnaissance”, Uusinta Ensemble; Helsinki Chamber Choir MELHOR PERFORMANCE DE MÚSICA DE CÂMARA/PEQUENO ENSEMBLE “Rough Magic”, Roomful Of Teeth MELHOR SOLO INSTRUMENTAL CLÁSSICO “The American Project”, Yuja Wang; Teddy Abrams, regente (Louisville Orchestra) MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA CLÁSSICA COM SOLO VOCAL Walking In The Dark, Julia Bullock, solista; Christian Reif, regente (Philharmonia Orchestra) MELHOR COMPILAÇÃO DE MÚSICA CLÁSSICA “Passion For Bach and Coltrane” MELHOR COMPOSIÇÃO CLÁSSICA CONTEMPORÂNEA “Montgomery: Rounds” MELHOR ÁLBUM NEW AGE, AMBIENTAL OU DE CANTO “So She Howls”, Carla Patullo com Tonality e The Scorchio Quartet MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA INFANTIL “We Grow Together Preschool Songs”, 123 Andrés












