Ainda inédita no Brasil, animação da Família Addams tem continuação anunciada
A MGM já programou uma continuação da animação “Família Addams”, que estreou no fim de semana na América do Norte com faturamento de US$ 30 milhões em seus primeiros três dias em cartaz – atrás apenas do blockbuster “Coringa” nas bilheterias americanas. A continuação teve sua estreia marcada para 22 de outubro de 2021. O primeiro longa animado baseado nos personagens criados por Charles Addams em 1938, como cartuns da revista “The New Yorker”, trouxe as vozes de Charlize Theron (“Tully”) como Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) como seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) nos papéis dos filhos Vandinha (Wednesday) e Feioso (Pugsley), Nick Kroll (série “The League”) como o Tio Chico (Fester), Bette Midler (“Abracadabra”) como a Vovó Addams, Snopp Dog (“Meu Nome é Dolemite”) como o primo Coisa (It) e Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”) como a vilã Margaux Needler. Orçada em US$ 50 milhões, a produção deve se pagar facilmente, pois ainda nem começou a ser exibida fora dos Estados Unidos e Canadá. Com direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”), o filme estreia em 31 de outubro no Brasil.
Cinebiografia de Gretchen ganha primeiro teaser
A atriz Antonia Fontenelle (da novela “Balacobaco”) divulgou em seu Instagram um teaser da cinebiografia da cantora Gretchen, filme que marca sua estreia como diretora. A prévia é dramática e genérica como propaganda para produto de consumo feminino, acompanhada por uma narração piegas em que Fontenelle diz: “Para uns, Maria. Eu chamaria de fênix, mas ela escolheu ser Gretchen”. “Nem tudo é o que parece ser”, acrescenta a diretora na legenda. A própria Gretchen republicou o teaser em seu Instagram: “Vocês pediram. Vocês queriam muito. Ela não se intimidou em aceitar esse convite e está aí. Só um gostinho pra vocês”. O filme vai trazer Mel Lisboa (“O Matador”) como Gretchen e o elenco ainda conta com Henri Castelli (da novela “Tempo de Amar”) como o delegado Silva Neto, ex-marido de Gretchen e pai de Thammy Miranda, Nívea Maria (“Dona Flor e Seus Dois Maridos”) assume como a mãe da cantora e Tonico Pereira (“A Grande Família”) como o pastor que fez sessões de exorcismo na família após a homossexualidade de Thammy ser revelada. Ainda não há previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Nem tudo é o que parece ser. Uma publicação compartilhada por ladyfontenelle (@ladyfontenelle) em 15 de Out, 2019 às 7:15 PDT
Neil Patrick Harris entra no elenco de Matrix 4
O ator Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother” e “Desventuras em Série”) vai se juntar a Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss em “Matrix 4”. Seu papel não foi revelado. Além dele, outra novidade recentemente anunciada no elenco foi Yahya Abdul-Mateen II, que interpretou o vilão Arraia Negra em “Aquaman”. A produção está atualmente em fase de revisão de roteiro. A história foi escrita por Aleksandar Hemon (roteirista de “Sense8”) e David Mitchell (autor do livro que virou “A Viagem”) em parceria com Lana Wachowski, que criou “Matrix” com a irmã Lilly, na época em que ambas eram “irmãos”. Desta vez, Lana é a única Wachowski envolvida no projeto. Ela também vai assinar a direção, completando uma separação da irmã que se iniciou na produção de “Sense8”. A trama do filme original passava-se em um futuro no qual uma Inteligência Artificial tomou conta do mundo. A maioria das pessoas, no entanto, vive sem saber disso, habitando uma “simulação” virtual do planeta antes do apocalipse. Porém, alguns conseguem se libertar e o hacker Neo (Reeves) é escolhido para se “desplugar” deste universo virtual e ajudar os rebeldes na luta contra os computadores e robôs que escravizaram a humanidade. O filme de 1999 foi revolucionário por suas metáforas, que combinavam metafísica e sci-fi, mas também por suas cenas de ação, que introduziram o wire fu (o kung fu voador) e o feito “time bullet” (câmera lenta do ponto de vista de uma bala) no cinema ocidental. Fez tanto sucesso que ganhou duas continuações, que entretanto não tiveram a mesma repercussão, chegando a decepcionar os fãs da franquia. As filmagens do quarto longa devem começar nos primeiros meses de 2020, mas ainda não há previsão para o lançamento nos cinemas.
Versão live-action de A Dama e o Vagabundo ganha novo trailer comovente
A Disney divulgou um novo trailer da versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”, desenvolvida para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A prévia mostra que, apesar de estrelada por animais de verdade, os cães protagonistas são capazes de comover como os animais criados por computação gráfica em “O Rei Leão”. Apesar disso, é possível reparar que os bichos sofreram ligeiras alterações digitais em suas aparências – nas bocas falantes e no olhar apaixonado, por exemplo – para aproximar as expressões do desenho clássico de 1955. A busca por realismo incluiu até a escalação de um vira-latas abandonado, resgatado de um canil em que seria sacrificado, para o papel de Vagabundo. Mas o politicamente correto contaminou a filmagem com um anacronismo que impede a recriação correta da época em que a trama se passa. Isto porque a produção manteve o período da animação, passada no ano de 1909, mas mudou a etnia dos donos da Dama, agora retratados como um casal interracial abastado. Bastante comum nos dias de hoje, esse relacionamento dificilmente seria tolerado pela elite branca racista da virada do século 20 – seis anos depois, “O Nascimento da Nação” seria elogiado por suas imagens de linchamentos de negros pelos cavaleiros “heroicos” da Ku Klux Klan. De todo modo, a opção permite uma analogia em relação às diferenças – de raça e de classe – entre o casal canino e seus donos. Assim como no clássico animado de 1955, a Dama acaba na rua depois que seus donos têm um bebê. Ela é salva de uma matilha raivosa pelo Vagabundo, que lhe mostra que ser um cão sem coleira pode ser divertido. Para mostrar esse ponto de vista, o filme recria uma das cenas mais icônicas da Disney: um jantar de espaguete romântico realizado em um beco, que inclui um dos beijos mais famosos da história do cinema. A nova versão tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”, e a direção está a cargo de Charlie Bean, responsável pela animação “Lego Ninjago: O Filme”. O elenco de carne e osso destaca Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”) e Thomas Mann (de “Kong: A Ilha da Caveira”) como os donos de Dama, enquanto os cachorros falam com as vozes de Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”) e Justin Theroux (“The Leftovers”), respectivamente nos papéis da cocker Dama e o vira-lata Vagabundo. O elenco de dubladores também inclui Benedict Wong (“Doutor Estranho”) como Bull, um buldogue inglês, Ashley Jensen (“Extras”) como uma cachorrinha Terrier escocesa chamada Jackie – no desenho de 1955, o personagem era um cachorro chamado Jock – e a cantora Janelle Monae, que terá trabalho duplo. Além de dublar Peg, uma das cachorrinhas de rua que a Dama conhece quando é levada para o canil, Monae é responsável pela trilha sonora do filme, que vai conter regravações das músicas originais e canções inéditas. Fora das telas, ela é namorada de Tessa Thompson, a Dama. A nova versão de “A Dama e o Vagabundo” vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será lançada em 12 de novembro nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil em 2020.
Patricio Bisso (1957 – 2019)
O artista argentino Patricio Bisso morreu no domingo passado (13/10) em Buenos Aires, após sofrer um ataque cardíaco, aos 62 anos. Natural da capital argentina, Bisso mudou-se para a cidade de São Paulo aos 17 anos, no fim dos anos 1970, e teve a maior parte de sua carreira no Brasil. Ele se projetou inicialmente como ilustrador, publicando seus trabalhos no jornal Folha de S. Paulo, mas logo se tornou um ícone na noite LGBTQIA+ paulistana por suas performances de humor, na maioria das vezes travestido. Uma das personagens que criou nesses shows foi até parar na Globo, a russa Olga del Volga, sexóloga e conselheira sentimental. Além de personagens próprios, ele recriava nos shows o visual de divas da música internacional dos anos 1950 e 1960, como Connie Francis e Gigliola Cinquetti. Acompanhado pela banda Os Boko Mokos e pelo trio vocal As Notas Pretas, seu show “Louca Pelo Saxofone” estreou em 1985 e ficou anos em cartaz. No ano passado, o selo Discobertas relançou pela primeira vez em CD o álbum “Louca pelo Saxofone”, derivado do show, que serve como testamento de sua genialidade. Bisso quase materializou uma carreira musical, participando do movimento de músicos Vanguarda Paulista, mas foi mais consistente como ator de cinema, atividade iniciada em “Maldita Coincidência” (1979), de Sergio Bianchi. Ele participou de clássicos da filmografia nacional, como “Das Tripas Coração” (1982), de Ana Carolina, “O Homem do Pau-Brasil” (1982), de Joaquim Pedro de Andrade, “Onda Nova” (1983) e “A Estrela Nua” (1984), ambos da dupla José Antonio Garcia e Ícaro Martins, antes de levar Olga del Volga para a Globo, na novela “Um Sonho a Mais” (1985). A versão Olga de Patricio também foi uma convidada frequente do programa de Hebe Camargo, o que acabou lembrado no longa “Hebe – A Estrela do Brasil”, atualmente em cartaz. Bisso também atuou e foi figurinista do filme “O Beijo da Mulher-Aranha” (1985), de Hector Babenco, e seguiu trabalhando com os figurões do cinema brasileiro, como Bruno Barreto, em “Além da Paixão” (1986), e Cacá Diegues em “Dias Melhores Virão” (1989), até sair do Brasil. Na época, dizia que tinha se cansado, por não conseguir dinheiro para projetos mais ambiciosos, como um longa-metragem focado em Olga Del Volga. Mas a gota d’água pode ter sido sua prisão em flagrante na noite de 3 de dezembro de 1994. Ele acabava de terminar a temporada do show “Bissolândia”, o mais elaborado de sua carreira, em que recriava canções dos personagens da Disney, quando foi preso por sexo com dois outros homens em plena praça Roosevelt, no centro de São Paulo. Passou a noite em cana, pagou fiança e saiu dizendo ter apanhado na delegacia. Em seguida, voltou a morar em sua Buenos Aires natal, no mesmo prédio de sua mãe, praticamente sumindo do mundo pop. Mesmo assim, voltou a trabalhar com o conterrâneo Babenco em 2007, desenhando figurinos do filme “O Passado”, em que o cineasta também voltou (provisoriamente) à Argentina em que nasceu. E chegou a ensaiar uma volta por cima com o musical satírico “Castronauts”, que ele concebeu. Após ser exibido em um festival em Nova York, Bisso planejava em transformá-lo em filme. Mas foi outro projeto frustrado. Nos últimos anos, ele passou a compartilhar seu humor ácido, acompanhado por ilustrações sessentista e referências à iconografia das pin-ups, com os seguidores de seu perfil no Facebook, onde, de forma significativa, sempre escrevia em português. Seu último post foi publicado no sábado (12/10).
Nada a Perder 2 sai dos cinemas após faturar R$ 59,2 milhões
O filme “Nada a Perder 2”, segunda parte da cinebiografia do bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal, saiu dos cinemas no fim de semana, após dois meses em cartaz, com faturamento total de R$ 59,2 milhões nas bilheterias. O valor é impressionante para o cinema nacional, mas representa metade da arrecadação recordista do filme antecessor, que rendeu R$ 120,8 milhões do primeiro “Nada a Perder” no ano passado. De acordo com os dados da ComScore, empresa que coleta dados das bilheterias no país, foram vendidos 6,1 milhões de ingressos para a sequência, o que equivale a quase metade dos 12,1 milhões comercializados no anterior, que se tornou o filme nacional com mais ingressos vendidos da história. Apesar dos valores elevados, é difícil saber se o filme deu lucro, porque desde sua estreia em 16 de agosto, “Nada a Perder 2” sofreu denúncias na imprensa por tentar lotar cinemas com distribuição gratuita de ingressos. A reportagem do UOL esteve no shopping Metrô Itaquera, em São Paulo, o local com mais sessões esgotadas na cidade, e confirmou que obreiros da Igreja Universal distribuíam entradas gratuitamente para as sessões, que foram adquiridas em lote pela própria Igreja. Pessoas que chegaram com ingressos antecipados também confirmaram que conseguiram os bilhetes através da Igreja. O jornal O Globo, por sua vez, reparou que os ingressos distribuídos tinham valor estampado mais baixo que o preço da meia entrada, característico de uma grande venda em lotes. Os tickets que circularam na Ilha do Governador, no Rio, ainda eram acompanhados por cupom promocional com direito a pipoca e refrigerante. Mesmo com ingressos esgotados, as sessões iniciais não lotaram. Uma sessão do Espaço Itaú, em Botafogo, foi assistida por 40 pessoas, apesar de ter 120 ingressos vendidos antecipadamente, segundo apurou O Globo. Em nota, a Igreja Universal disse que “a mídia não se conforma com o incrível sucesso de filmes com temática espiritual no Brasil, e tenta diminuir a importância do fenômeno. Talvez por não querer aceitar que a Universal conte com um número gigantesco de pessoas que, de forma voluntária, se mobiliza para que multidões possam assistir a um filme transformador”, referindo-se à distribuição gratuita de ingressos como iniciativa de “voluntários”.
O Escândalo: Margot Robbie, Charlize Theron e Nicole Kidman se juntam contra assédio em trailer legendado
A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer legendado de “O Escândalo” (Bombshell), sobre a denúncia de assédio sexual que abalou a Fox News. A história já foi abordada na minissérie “The Loudest Voice”, mas o filme apresenta a trama sob a perspectiva das mulheres que apresentaram a queixa contra o homem mais poderoso do canal. O escândalo real aconteceu um ano antes das denúncias que acabaram com a carreira de Harvey Weinstein e originaram o movimento #MeToo. Quando veio à tona, em 2016, com acusações das mais famosas apresentadoras da Fox News, Gretchen Carlson e Megyn Kelly, o criador do canal, Roger Ailes, foi forçado a pedir demissão. E em seguida uma enchente de denúncias semelhantes vieram à tona, envolvendo outros profissionais da emissora. O âncora de maior prestígio da emissora, Bill O’Reilly, foi demitido logo em seguida. O filme acompanha a história das vítimas, vividas por Margot Robbie (“Eu, Tonya”), Nicole Kidman (“Lion”) e Charlize Theron (“Tully”). Kidman e Theron interpretam justamente Gretchen Carlson e Megyn Kelly. Já Robbie tem o papel de uma produtora executiva do canal, personagem criada especificamente para o longa, com o objetivo de concentrar uma série de situações reais. O tema é tão controvertido que o estúdio indie Annapurna Pictures desistiu de produzir o longa na véspera do começo das filmagens. Mas a Lionsgate imediatamente resgatou o projeto – e também lançou seu primeiro pôster. Veja abaixo. Ex-assistente de campanha dos presidentes americanos Richard Nixon, Ronald Reagan e George Bush, Roger Ailes fundou a Fox News em 1996, com o objetivo de oferecer conteúdo de forte tendência conservadora (quase extrema direita) para o ambiente do jornalismo televisivo do país. O executivo morreu em 2017, aos 77 anos, com a carreira e seu canal abalados pelo escândalo. O roteiro de “O Escândalo” é de Charles Randolph (“A Grande Aposta”) e a direção está a cargo de Jay Roach (“Trumbo – Lista Negra”). Por sua vez, o elenco inclui mais loiras: Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”), Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), Connie Britton (“9-1-1”), Allison Janney (“Eu, Tonya”), Brigette Lundy-Paine (“Atypical”) e Elisabeth Röhm (“The Oath”). Mas também há morenas no casting majoritariamente feminino: Nazanin Boniadi (“Counterpart”), Madeline Zima (“Californication”), Ashley Greene (“Crepúsculo”) e Alanna Ubach (“Euphoria”). Já o papel de Aisles é interpretado por John Lithgow (“The Crown”). A estreia está marcada para 20 de dezembro nos Estados Unidos e apenas 30 de janeiro no Brasil.
Nova Mulher-Gato, Zöe Kravitz já viveu a personagem no cinema
Uma curiosidade sobre a contratação de Zöe Kravitz, a Mulher-Gato de “The Batman”, é que ela já interpretou a heroína antes no cinema. Ela dublou a personagem em “Lego Batman: O Filme”, produção da Warner lançada em 2017. E tem mais. A atriz chegou a discutir participação em “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, último filme do herói dirigido por Christopher Nolan. Mas acabou não ficando com o papel, que era pouco mais que uma figuração, por ser considerada “muito urbana” em 2012. Como se não bastasse, a filha do roqueiro Lenny Kravitz tem como segundo pai o ator Jason Momoa, intérprete de “Aquaman” nos filmes da DC Comics. Momoa se tornou seu padrasto ao se casar com sua mãe, Lisa Bonet. Além de dublar Selina Kyler, a Mulher-Gato, ela também já deu voz a uma personagem importante da Marvel: Mary Jane no sucesso animado “Homem-Aranha: No Aranhaverso”. A atriz estrela a seguir a série “High Fidelity”, baseada no filme “Alta Fidelidade”, e o drama musical “Viena and the Fantom”, com direção de Gerardo Naranjo (“Miss Bala”), ambos previstos para 2020. Já “The Batman”, dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), tem estreia marcada apenas para junho de 2021.
Melissa Benoist revela seu novo papel de super-heroína no cinema
A atriz Melissa Benoist, conhecida por estrelar “Supergirl”, revelou que viverá uma nova super-heroína dos quadrinhos em seu próximo projeto. Ela postou no Instagram uma imagem dos bastidores de “Jay and Silent Bob Reboot”, comédia sobre os dois “maconheiros grunges” que integram a paisagem dos filmes da produtora View Askew, de Kevin Smith, desde a estreia do diretor com “O Balconista”, em 1994. No filme, ela viverá Chronic. Mas, para entender o papel, é preciso uma pequena recapitulação. Caprichando na metalinguagem, o filme vai trazer Jay (Jason Mewes) e Silent Bob (o próprio Kevin Smith) tentando impedir a filmagem de uma superprodução de cinema baseada em Bluntman & Chronic, heróis de quadrinhos que eles inspiraram. A história de que os dois viraram quadrinhos data de “Procura-se Amy” (1997). E o detalhe é que esta não é a primeira vez que Hollywood busca filmar a dupla de heróis maconheiros O novo projeto é um reboot do primeiro filme, cuja produção serviu de trama para “O Império (do Besteirol) Contra-Ataca” (2001). Como todo reboot que se preze, “Jay and Silent Bob Reboot” vai trocar o gênero sexual de Chronic, que será mulher na refilmagem, com interpretação de Benoist. Já Bluntman será interpretado por ninguém menos que Val Kilmer, que foi Batman no filme “Batman Eternamente” (1995). “Eu interpretei alguns heróis/vilões diferentes para a DC, mas conseguir interpretar Chronic no #viewaskewniverse?! Está brincando?! Nunca pensei em adicionar isso à lista e estou muito empolgada com isso”, a atriz escreveu. Além dos citados, o elenco grandioso da continuação vai reunir a maioria dos atores que já passaram pelos filmes da View Askew, entre eles Brian O’Halloran (“O Balconista”), Jason Lee, Ben Affleck e Joey Lauren Adams (que estrelaram “Procura-se Amy”), Matt Damon (de “Dogma”), Rosario Dawson (de “O Balconista 2”), Jennifer Schwalbach Smith (a esposa), James Van Der Beek, Jason Biggs e Shannon Elizabeth (de “O Império do Besteirol Contra-Ataca”), etc. Até atores que trabalharam com Smith em produções que não tem a ver com esse universo estão no filme, casos de Justin Long (“Tusk: A Transformação”), Tom Cavanagh, Carlos Valdes e Grant Gustin (Smith dirigiu “The Flash” – e “Supergirl”, no caso da participação de Benoist) e Harley Quinn Smith (de “Yoga Hosers”), filha do diretor, que ironicamente viverá a filha de Jay no longa. Para completar, ainda há Chris Hemsworth (o Thor de “Vingadores: Ultimato”), Joe Manganiello (“Rampage – Destruição Total”), Kate Micucci (a dubladora de Velma em “Scooby Doo”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga e a Vespa”), Craig Robinson (“The Office”), Frankie Shaw (“Smilf”), Molly Shannon (“Mais um Verão Americano”), Tommy Chong (“Queimando Tudo”) e os rappers Method Man (“Luke Cage”) e Redman (“O Filho de Chucky”), que estreiam no “viewaskewverse”. O filme estreia nesta terça (15/10) na América do Norte e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Ver essa foto no Instagram I’ve played a few different heroes/villains for DC but getting to play Chronic in the #viewaskewniverse ?! You kidding?! never thought I’d add that to the list and I’m prettyyyy darn excited about it #snootchiebootchies #jayandsilentbobreboot @jayandsilentbob in theaters Oct 15th & 17th SNOOGANS ??? Uma publicação compartilhada por Melissa Benoist (@melissabenoist) em 10 de Out, 2019 às 5:19 PDT
Ryan Reynolds revela reunião na Marvel
Ryan Reynolds divulgou em seu Twitter a foto de uma visita ao Marvel Studios. A imagem sugere uma reunião no estúdio com o intérprete e produtor dos filmes de “Deadpool”, que deverá ser integrado ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) num futuro próximo – também conhecido como “Fase 5”. “Fiz testes para o papel de ‘Anthony Stark’. Não cheguei nem perto, mas um homem gentil com um taser me acompanhou até o Térreo”, ele escreveu ao lado da imagem. “Deadpool 3” está praticamente confirmado. Existe, inclusive, uma promessa de que a classificação “R” (para maiores) será mantida. Mas o planejado filme da “X-Force” dificilmente sairá do papel. Auditioned for the role of “Anthony Stark”. Didn’t come even remotely close, but the nice man with the taser escorted me to the ground. pic.twitter.com/1bwFDGdMOj — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) October 14, 2019
Zoe Kravitz será a Mulher-Gato do novo filme de Batman
A atriz Zoe Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”, “Big Little Lies”) vai interpretar Mulher-Gato/Selina Kyle em “The Batman”, que marcará a estreia de Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) como o super-herói da DC Comics. A informação foi apurada pelo site da revista The Hollywood Reporter, que ainda revelou o nome das demais finalistas dos testes realizados pelo diretor Matt Reever (“Planeta dos Macacos: A Guerra”): Zazie Beetz (“Coringa”), Ana de Armas (“Blade Runner: 2049”), Ella Balinska (“As Panteras”) e Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”). Todas contracenaram com Robert Pattinson durante os testes e Zoe Kravitz foi escolhida pelo desempenho e química com o ator, que estrelará a produção no papel-título. A seleção de finalistas demonstra claramente a intenção do cineasta, que também é autor do roteiro, de escalar uma atriz negra ou latina no papel. A escolhida é bem diferente da loira Michelle Pfeiffer, que foi a Mulher-Gato de “Batman: O Retorno” (1992), e de Anne Hathaway, a Selina de “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012). Mas já existiram duas Mulher-Gato negras nas telas. A primeira debutou na TV em 1967, interpretada por Eartha Kitt na 3ª e última temporada da série “Batman” dos anos 1960 – substituindo, por coincidência, duas atrizes brancas no papel. E Halle Berry estrelou o único filme com o nome da personagem, “Mulher-Gato”, em 2004 – um fracasso retumbante de público e crítica. Além da Mulher-Gato, outros vilões clássicos dos quadrinhos, como Pinguim e Charada, devem aparecer na produção, sem esquecer de coadjuvantes obrigatórios, como Comissário Gordon e Alfred. A produção ainda tem, portanto, muitos papéis para escalar antes de começar suas filmagens. A estreia está marcada apenas para junho de 2021.
Projeto Gemini é maior fracasso de Will Smith em 20 anos
O novo thriller de ação de Will Smith, “Projeto Gemini”, teve a pior estreia da carreira do ator. O filme arrecadou apenas US$ 20,5 milhões em seu primeiro fim de semana na América do Norte, abrindo em 3º lugar nas bilheterias, atrás de “Coringa” e “Família Addams”. Nem os mais conhecidos fracassos de Will Smith, “Depois da Terra” e “As Loucas Aventuras de James West”, tiveram resultados tão ruins em seus fins de semana de estreia. “Depois da Terra” abriu com US$ 27 milhões em 2013, com um orçamento de US$ 130 milhões — acabou com uma bilheteria total de US$ 243 milhões. E o pior filme de Smith, “James West”, orçado em US$ 170 milhões, estreou com US$ 27 milhões para chegar a uma bilheteria mundial de US$ 222 milhões em 1999. Smith teve bilheterias menores antes disso, mas eram produções mais modestas em tempos de ingressos muito mais baratos. Dirigido por Ang Lee (“As Aventuras de Pi”), “Projeto Gemini” traz Will Smith como um assassino aposentado de agência secreta que enfrenta um clone mais jovem de si mesmo e investiu pesado em efeitos visuais, não apenas na criação do clone digital rejuvenescido do atro, mas para gravações com tecnologia 3D de ponta. Com isso, teve orçamento de US$ 138 milhões, praticamente o investimento de um blockbuster da Marvel. O custo elevado faz com que o faturamento seja visto como um desastre, uma vez que o filme foi exibido em salas IMAX e em 3D, com ingressos mais caros. Ao todo, o longa arrecadou US$ 59,5 milhões em todo o mundo – incluindo nisso R$ 4,7 milhões de bilheteria brasileira. Antigamente, filmes precisavam arrecadar três vezes os valores de seus orçamento para se pagar. Mas essa conta mudou muito com o aumento da participação do mercado internacional no bolo de faturamento, devido a maior taxação. Na China, por exemplo, Hollywood fica com apenas 25% das bilheterias de seus filmes, fazendo com que os altos valores signifiquem pouco no abate das dívidas. Os custos em P&A (cópias e publicidade) também dispararam e geralmente são mantidos em sigilo pelos estúdios. Em compensação, o mercado internacional permite maiores acordos de parceria. Assim, a Paramount não assumiu as despesas de “Projeto Gemini” sozinha. O projeto foi cofinanciado pelas produtoras Skydance e a chinesa Alibaba Pictures, mais o fundo de investimento chinês Fosum. Todos vão compartilhar do prejuízo, estimado pelas publicações voltadas à indústria cinematográfica americana em US$ 60 milhões no mínimo. Smith vem de um sucesso recente com “Aladdin”, da Disney, mas vinha enfrentando dificuldades nas bilheterias nos últimos anos, graças a opção por dramas que não se conectaram com o público, como “Beleza Oculta” (2016) e “Um Homem Entre Gigantes” (2017). Seus próximos filmes são a animação “Um Espião Animal” e a continuação “Bad Boys para Sempre”, ambos previstos para janeiro no Brasil.
Democracia em Vertigem é indicado ao Critics Choice nos Estados Unidos
O documentário “Democracia em Vertigem”, narrativa do Impeachment de Dilma Rousseff dirigida por Petra Costa, foi indicado em duas categorias ao Critics Choice Documentary Awards. A premiação celebra o melhor do cinema documental ao redor do mundo, e vai revelar seus vencedores no dia 10 de novembro, em cerimônia na cidade de Nova York. O filme distribuído pela Netflix disputa prêmios nas categorias de Melhor Documentário Político e de Melhor Narração, pelo texto recitado pela cineasta, que mistura sua história pessoal com a história recente do país. Além da cineasta, concorrem ao troféu os co-roteiristas Carol Pires, David Barker e Moara Passoni. Confira a lista completa de indicados à premiação. Melhor Documentário Indústria Americana Apollo 11 The Biggest Little Farm The Cave Honeyland The Kingmaker Virando a Mesa do Poder Maiden One Child Nation Eles Não Envelhecerão Melhor Direção Waad Al-Kateab & Edward Watts, por For Sama Steven Bognar & Julia Reichert, por Indústria Americana John Chester, por The Biggest Little Farm Feras Fayyad, por The Cave Peter Jackson, por Eles Não Envelhecerão Todd Douglas, por Apollo 11 Nanfu Wang & Jialing Zhang, por One Child Nation Melhor Documentário Político Indústria Americana Democracia em Vertigem Hail Satan? The Kingmaker Virando a Mesa do Poder One Child Nation Melhor Documentário Musical Amazing Grace David Crosby: Remember My Name Linda Ronstadt: The Sound of My Voice Miles David: Birth of the Cool Pavarotti Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese Western Stars Melhor Documentário Esportivo Bethany Hamilton: Unstoppale Diego Maradone Maiden Rodman: For Better or Worse The Spy Behind Home Plate What’s My Name: Muhammad Ali Melhor Sujeito de Documentário Dr. Armadi Ballor – The Cave David Crosby – David Crosby: Remember My Name Tracy Edward – Maiden Imelda Marcos – The Kingmaker Hatidze Muratova – Honeyland Alexandria Ocasio-Cortez, Amy Vilela, Cori Bush & Paula Jean Swearengin – Virando a Mesa do Poder Linda Ronstadt – Linda Ronstadt: The Sound of My Voice Dr. Ruth Westheimer – Ask Dr. Ruth Documentário mais Inovador Aquarela Cold Case Hammarskjöld Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese Screwball Serendipity Eles Não Envelhecerão Melhor Documentário Biográfico David Crosby: Remember My Name The Kingmaker Linda Ronstadt: The Sound of My Voice Love, Antosha Mike Wallace is Here Pavarotti Toni Morrison: The Pieces I Am Melhor Documentário Científico/Natural Anthropocene: The Human Epoch Apollo 11 Aquarela The Biggest Little Farm The Elephant Queen Honeyland Penguins Sea of Shadows Melhor Fotografia Ben Bernhard & Viktor Kossakovsky, por Aquarela John Chester, por The Biggest Little Farm Fejmi Daut & Samir Ljuma, por Honeyland Nicholas de Pencier, por Anthropocene: The Human Epoch Muhammed Khair Al Shami, Ammar Suleiman & Mohammad Eyad, por The Cave Richard Ladkani, por Sea of Shadows Melhor Edição Georg Michael Fischer & Verena Schönauer, por Sea of Shadows Todd Douglas Miller, por Apollo 11 Jabez Olssen, por Eles Não Envelhecerão Amy Overbeck, por The Biggest Little Farm Lindsay Utz, por Indústria Americana Nanfu Wang, por One Child Nation Melhor Trilha Sonora Jeff Beal, por The Biggest Little Farm Matthew Herbert, por The Cave Matt Morton, por Apollo 11 Plan 9, por Eles Não Envelhecerão H. Scott Salinas, por Sea of Shadows Eicca Toppinen, por Aquarela Melhor Narração Alicia Vikander, por Anthropocene: The Human Epoch John Chester & Molly Chester, por The Biggest Little Farm Petra Costa, por Democracia em Vertigem Chiwetel Ejiofor, por The Elephant Queen Waad Al-Kateab, por For Sama Adam Driver, por Joseph Pulitzer: Voice of the People Nanfu Wang, por One Child Nation Bruce Springsteen, por Western Stars Melhor Documentário de Estreia Midge Costin, por Making Waves: The Art of Cinematic Sound A.J. Eaton, por David Crosby: Remember My Name Pamela B. Green, por Be Natural: The Untold Story of Alice Guy-Blaché Tamara Kotevska & Ljubomir Stefanov, por Honeyland Richard Miron, por For the Birds Garret Price, por Love, Antosha Melhor Documentário de Imagens de Arquivo Amazing Grace Apollo 11 Maiden Mike Wallace is Here Pavarotti Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese Eles Não Envelhecerão What’s My Name: Muhammad Ali Melhor Documentário em Curta-Metragem The Chapel at the Border Death Row Doctor In the Absence Lost World Mack Wrestles Period. End of Sentence. The Polaroid Job Sam and the Plant Next Door The Unconditional The Waiting Room








