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Filme

“A Morte do Demônio: Em Chamas” ganha trailer sangrento

Sexto filme da franquia de horror faz conexão direta com os eventos de "A Morte do Demônio: A Ascensão"

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8 de maio de 2026
Filme

Pedro Novaes surge como Alexandre em primeira foto do filme de “A Viagem”

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7 de maio de 2026
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Cinemas recebem “As Ovelhas Detetives”, “Mortal Kombat 2” e filmes musicais

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7 de maio de 2026
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    Ava DuVernay é eleita para o Conselho responsável pelo Oscar

    10 de junho de 2020 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, responsável pela premiação do Oscar, divulgou nesta quarta (20/5) o resultado da eleição de seu novo Conselho para o período dos próximos três anos. Entre os eleitos, a grande novidade foi a cineasta Ava DuVernay (“Selma”), que entrou na lista pela primeira vez, junto com outros cinco novatos de setores técnicos. Além de DuVernay, eleita para o ramo de diretores, os outros estreantes no Conselho são Debra Zane, para o ramo de diretores de elenco; Stephen Rivkin, para editores de filmes; Linda Flowers, em maquiadores e cabeleireiros; Lynette Howell Taylor, para produtores, e Rob Bredow, para efeitos visuais. Outro destaque na relação foi a releição de Whoppi Goldberg, uma das 10 conselheiras que continuarão à frente das decisões da Academia. Com o resultado da eleição, o novo Conselho se tornou o mais representativo de todos os tempos, graças às inclusões recordes de mulheres (26) e pessoas de cor (12) entre os 54 membros. O Conselho define a visão estratégica da Academia, preserva a saúde financeira da organização e assegura o cumprimento de sua missão. Os novos conselheiros devem se reunir pela primeira vez já nesta quinta-feira (11/6), por meio de videoconferência, para analisar possíveis mudanças para o Oscar de 2021.

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    Rosita Fornés (1923 – 2020)

    10 de junho de 2020 /

    Rosita Fornés , considerada a grande vedete de Cuba, morreu nesta quarta-feira (10/6) em Miami aos 97 anos, após uma carreira artística de oito décadas em que brilhou dentro e fora da ilha. “Nesta madrugada tivemos a triste notícia de que morreu em Miami, Estados Unidos, a grande artista Rosita Fornés, glória da cultura cubana”, lamentou no Twitter o ministro cubano da Cultura, Alpidio Alonso. Ela morreu devido a uma condição pulmonar “com a qual lutou por vários anos”, explicou Rey González, amigo de Fornés e administrador de sua página oficial, ao anunciar sua morte no Facebook. A artista estava há vários dias internada em Miami, cidade onde decidiu morar em 2019. Na verdade, Fornés era americana. Ela nasceu em 11 de fevereiro de 1923 em Nova York, mas mudou-se para Cuba ainda pequena. Seus pais eram espanhóis e se divorciaram quando Fornés tinha aproximadamente cinco anos. Ela então assumiu o sobrenome de seu padrasto. Foi em Cuba que virou artista. Com apenas 15 anos, chamou atenção ao ganhar um concurso de cantores no rádio e foi convidada a estrear nos palcos em uma comédia musical. Aos 17 virou atriz de cinema, apareceu em dois filmes cubanos, “Una Aventura Peligrosa (1940) e “Romance Musical” (1941), antes de se mudar para o México, onde se tornou uma grande estrela, protagonizando vários filmes durante a idade de ouro do cinema mexicano. Rosita Fornés virou uma das maiores sex symbols latinas em produções como “El Deseo” (1948) e “La Carne Manda” (1948), e se manteve em alta até a metade dos anos 1950. Em 1956, fez seu último longa mexicano, “No Me Olvides Nunca” (1956). Ao se divorciar do ator Manuel Medel, mudou-se com sua filha novamente para Cuba, onde se estabeleceu na nascente indústria televisiva do país. Também retomou a carreira teatral, excursionando pela América Latina e pela Espanha, ao mesmo tempo em que virou representante da música cubana em vários festivais internacionais. Nos anos 1980, experimentou um renascimento da carreira cinematográfica, atuando em três longas cubanos, “Permutam-se Casas” (1985), “Plácido” (1986) e “Papéis Secundários” (1989). Mas, desde então, as turnês teatrais e musicais, que a levaram também a Nova York em várias apresentações, acabaram tomando a maior parte de seu tempo. A atriz e cantora ganhou um documentário sobre sua vida e obra em 1996, “Rosita Fornés, Mis Tres Vidas”, e se despediu dos cinemas em 2001, com “Las Noches de Constantinopla”. Ao longo da carreira, ela ganhou muitos prêmios e homenagens. Entre outras honrarias, foi consagrada Artista do Povo pelo governo do México em 1985 e recebeu a Ordem do Mérito Civil da Espanha em 2011, concedida pelo rei Juan Carlos I.

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    Netflix lança coleção “Vidas Negras Importam” com filmes e séries

    10 de junho de 2020 /

    Em resposta às manifestações mundiais de protesto contra a injustiça racial após a morte de George Floyd, a Netflix lançou uma coleção de filmes, séries e documentários com o nome do movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam). “Acreditamos que a Netflix pode impactar positiva e diretamente a vida das pessoas por meio das nossas histórias. A coleção ‘Vidas Negras Importam’ fala sobre a injustiça racial e a experiência negra – e esperamos que o destaque desses títulos ajude a aumentar a empatia e a compreensão”, afirmou a Netflix em comunicado. Os títulos serão divididos entre produções para o público adulto e infantil. A coleção adulta contém 46 títulos, incluindo “Minha História”, “A Gente Se Vê Ontem”, “A 13ª Emenda”, “Cara Gente Branca”, “American Son”, “Olhos que Condenam”, “Quem Matou Malcolm X” e o novo filme de Spike Lee, “Destacamento Blood”, que será lançado na sexta (12/6). Já a coleção infantil traz 24 produções como “Reunião de Família”, “Motown Magic”, “Criando Dion” e “A Grande Luta”. “Quando dizemos ‘Black Lives Matter’, também queremos dizer ‘contar histórias de negras””, afirmou a Netflix em comunicado no Twitter. “Com o entendimento de que nosso compromisso com a verdadeira mudança estrutural levará tempo – estamos começando destacando narrativas poderosas e complexas sobre a experiência negra”. O acesso aos títulos se dá pelo menu principal e por uma página específica da Netflix, no link netflix.com/blacklivesmatter. When you log onto Netflix today, you will see a carefully curated list of titles that only begin to tell the complex and layered stories about racial injustice and Blackness in America. https://t.co/dN6XQmsrGK pic.twitter.com/3CIrrno6mw — Netflix (@netflix) June 10, 2020

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    Conteúdo racista faz …E o Vento Levou ser retirado da HBO Max

    10 de junho de 2020 /

    “Amanhã será um novo dia”, dizia Scarlett O’Hara… e este dia chegou. A plataforma de streaming HBO Max resolveu retirar de seu catálogo o clássico “…E o Vento Levou”, devido a seu conteúdo racista. O longa-metragem de 1939 sobre a Guerra Civil americana (quando o Sul dos EUA se recusou a aceitar a abolição da escravatura e entrou em guerra com o Norte) venceu oito estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme, e se mantém entre as maiores bilheterias de todos os tempos (quando os valores são ajustados pela inflação), mas sua representação negativa dos negros escravizados e retrato positivo de escravagistas heroicos não envelheceu bem, sendo alvo de muitas críticas. Diante das manifestações contra o racismo e a brutalidade policial que tomaram conta dos EUA após o assassinato de George Floyd, trazendo a discussão da representação negra para o centro dos debates, vários canais de TV começaram a revisar o conteúdo de suas programações, levando, por exemplo, ao cancelamento do reality policial “Cops” na Paramount Network. Após manifestantes ingleses derrubarem a estátua de um traficante de escravos em Bristol, jogando-a no rio que corta a cidade, o legado cultural histórico de opressão também passou a ser questionado. E isso acabou incluindo “…E o Vento Levou”. O premiado roteirista John Ridley, vencedor do Oscar por “12 Anos de Escravidão” (2013), lançou luz sobre o velho filme da Warner num artigo no jornal Los Angeles Times, publicado na terça-feira (9/6). Segundo ele, “…E o Vento Levou” deveria ser retirado do streaming porque “não só fica aquém da representação da escravidão como ignora seus horrores e perpetua alguns dos estereótipos mais dolorosos sobre as pessoas de cor”. Ele acrescentou: “É um filme que, como parte da narrativa da ‘Causa Perdida’ [a defesa da escravidão], romantiza a Confederação de uma maneira que continua a legitimar a noção de que o movimento secessionista era algo mais nobre do que realmente foi – uma insurreição sangrenta para manter o ‘direito’ de possuir, vender e comprar seres humanos”. A WarnerMedia, dona da HBO Max, concordou. “‘E o Vento Levou’ é um produto de seu tempo e contém alguns dos preconceitos étnicos e raciais que, infelizmente, têm sido comuns na sociedade americana”, afirmou um porta-voz da HBO Max em comunicado à imprensa. “Estas representações racistas estavam erradas na época e estão erradas hoje, e sentimos que manter este título disponível sem uma explicação e uma denúncia dessas representações seria irresponsável”, completou. Porém, o filme voltará a ser disponibilizado novamente em uma data futura, junto com uma discussão de seu contexto histórico, informou a empresa. “Sentimos que manter esse título sem uma explicação e uma denúncia dessas representações seria irresponsável. Essas representações certamente são contrárias aos valores da WarnerMedia; portanto, quando retornarmos o filme à HBO Max, ele retornará com uma discussão de seu contexto histórico e uma denúncia dessas mesmas representações. Nenhum corte será feito no longa-metragem, “porque fazer isto seria como dizer que estes preconceitos nunca existiram”, acrescenta o comunicado. “Se vamos criar um futuro mais justo, equitativo e inclusivo, nós devemos primeiro reconhecer e entender nossa história”, afirmou a HBO Max.

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    Disney prepara musical com os hits de Lionel Richie

    9 de junho de 2020 /

    A Walt Disney Studios está desenvolvendo um filme musical baseado nos grandes hits da carreira de Lionel Richie. Segundo o site da revista Variety, a produção tem o nome provisório de “All Night Long”, título de uma das músicas mais famosas do cantor americano (relembre abaixo). Ainda em estágio inicial, o projeto será um filme live-action (com atores de carne e osso) e não uma animação, e deverá ser lançado nos cinemas. O próprio Richie está produzindo a adaptação de seu catálogo musical, ao lado de seu empresário, Bruce Eskowitz, e junto com os executivos da produtora Cavalry Media. O roteiro está a cargo de Pete Chiarelli, responsável pelas comédias românticas “A Proposta” (2009) e “Podres de Ricos” (2018). Imagina-se que o projeto siga o modelo de “Mamma Mia!”, feito com sucessos da banda Abba. Os representantes da Disney e de Richie não quiseram comentar a revelação da Variety. O ex-integrante do Commodores, que já vendeu mais de 100 milhões de discos em todo o mundo, tem um bom relacionamento com a Disney, graças ao seu trabalho como juiz do reality musical “American Idol”, na rede ABC. Detalhe: Richie já tem até um Oscar, conquistado em 1986 pela música “Say You Say Me”, do filme “O Sol da Meia Noite” (1985).

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    Mads Mikkelsen vira alcoólatra no trailer do novo drama de Thomas Vinterberg

    9 de junho de 2020 /

    “Druk – Mais uma Rodada” (Another Round), novo filme do dinamarquês Thomas Vinterberg (“Kursk – A Última Missão”, “A Comunidade”), ganhou seu primeiro trailer americano (isto é, com legendas em inglês). A produção volta a juntar o diretor e o ator Mads Mikkelsen, que fizeram juntos o excepcional “A Caça”, pelo qual Mikkelsen venceu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cannes. A trama explora os efeitos do álcool, a partir de uma experiência realizada por um grupo de amigos. Inspirados pela teoria de um filósofo norueguês que afirma que o homem nasce com um nível de álcool muito baixo no sangue, esses amigos, todos professores com o desejo de escapar da rotina diária, começam a experimentar grandes quantidades de álcool para ver se conseguem melhorar suas capacidades profissionais. A princípio bem-sucedida, logo a experiência se degenera, com o vício e o aumento do consumo dos envolvidos. Vinterberg planeja esse filme há pelo menos oito anos. Em 2012, quando lançou justamente “A Caça”, ele mencionou seu plano de filmar uma “celebração ao álcool”. “Os britânicos venceram uma guerra mundial com Churchill sempre bêbado. É minha convicção que você pode aprofundar a sua vida com o álcool. Mas, claro, acaba-se por morrer disso”, disse o cineasta ao jornal The Telegraph na ocasião. Além de Mads Mikkelsen, o elenco de “Druk – Mais uma Rodada” reúne Thomas Bo Larsen (“A Onda”), Lars Ranthe e Magnus Millang (ambos de “A Comunidade”) como o grupo de amigos etílicos. A estreia está marcada para setembro na Dinamarca e ainda não há previsão de lançamento no resto do mundo.

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    Léa Seydoux será paciente de hospício em drama de época

    9 de junho de 2020 /

    A atriz Léa Seydoux, que está mantendo carreira dupla em Hollywood e na França, já definiu seu próximo filme francês. Após estrelar os vindouros “The French Dispatch”, de Wes Anderson, e o provável blockbuster “007: Sem Tempo Para Morrer”, ela vai protagonizar “Le Bal des Folles”, um thriller dramático de época realizado por Arnaud des Pallières (“Michael Kohlhaas: Justiça e Honra”). Com filmagens marcadas para o final de 2020, a obra se passa durante o Carnaval de Paris em 1893 e é baseado em fatos e personagens reais. Na trama, a instituição da saúde mental para mulheres, Pitié Salpétrière, é o epicentro de um baile elaborado, onde políticos, artistas e socialites se reúnem para as festividades. Seydoux dará vida a Fanni, uma das 150 pacientes do sexo feminino que foram selecionadas entre as internas para participar no baile devido ao seu bom comportamento e aparência. No entanto, à medida que a noite se desenrola, Fanni tem apenas um objetivo em mente: encontrar a mãe no meio da multidão e fugir. Recentemente, a atriz terminou mais dois longas europeus, que se encontram em pós-produção: o francês “On a Half Clear Morning” (Par un Demi-Clair Matin), de Bruno Dumont, e o húngaro “The Story of My Wife”, de Ildikó Enyedi. Um deles, senão os dois, devem ganhar première nos festivais de cinema do fim do ano.

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    Novo filme de François Ozon ganha trailer ao som de The Cure

    9 de junho de 2020 /

    A distribuidora francesa Diaphana divulgou o trailer de “Été 85″, novo filme de François Ozon (“Dentro de Casa”, “Frantz”, “O Amante Duplo”, “Graças a Deus”). A prévia não tem diálogos e apresenta cenas de adolescência passada em 1985, ao som de “In Between Days”, da banda The Cure. Parte da seleção oficial do Festival de Cannes, o filme acompanha Alexis, de 16 anos, e David, dois anos mais velho, durante um romance de verão oitocentista. Os papéis principais são vividos por Félix Lefèbvre (“O Professor Substituto”) e Benjamin Voisin (“O Príncipe Feliz”). Melvil Poupaud (“Graças a Deus”) e Valeria Bruni Tedeschi (“Loucas de Alegria”) também fazem parte do elenco. A estreia está marcada para 14 de julho na França e não há previsão para o lançamento no Brasil, onde os cinemas ainda não tem previsão de reabertura, devido à pandemia de covid-19.

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    Marion Hänsel (1949 – 2020)

    9 de junho de 2020 /

    A cineasta, produtora e atriz Marion Hänsel, que venceu o Leão de Prata no Festival de Veneza de 1985, morreu na segunda (8/6) aos 71 anos, após um ataque cardíaco. Nascida em Marselha, na França, Hansel cresceu na cidade belga de Antuérpia e os seus estudos levaram-na ao Reino Unido, a Paris, e Nova York, onde estudou na famosa Actors Studio, a escola de atores de Lee Strasberg. Depois de se apresentar no palco em Bruxelas e ganhar pequenos papéis na televisão, começou a carreira como atriz de cinema na fantasia belga “Palaver” (1969), de Emile Degelin. E seguiu atuando em filmes belgas até ser contratada por Agnès Varda para participar do clássico francês “Uma Canta, a Outra Não” (1977). Foi nesse mesmo ano que criou a produtora Man’s Films e assinou a sua primeira curta-metragem: “Equilibres” . A sua estreia na direção de longas se deu em 1982 com “Le Lit”, nomeado ao César de Melhor Filme Francófono (estrangeiro falado em frncês), e a partir aí ela assinou duas dezenas de trabalhos como realizadora e cerca de 35 obras como produtora, como “Terra de Ninguém”, de Danis Tanovic, que venceu o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira em 2002. O filme que lhe rendeu o Leão de Prata foi também sua primeira obra falada em inglês: “Dust” (1985), produção polêmica que deu o falar pela cena de estupro de uma mulher negra por um patrão branco (Trevor Howard) na África do Sul, em pleno apartheid, e o assassinato deste pela própria filha (Jane Birkin). Ela também foi premiada nos festivais de Cannes e Bruxelas por “Entre o Inferno e o Profundo Mar Azul” (1995), um filme cultuado sobre a amizade entre um marinheiro estrangeiro (Stephen Rhea) e uma garotinha chinesa. Seu filme mais recente, “There Was A Little Ship”, teve a sua estreia internacional no Festival de Rotterdam deste ano, que lhe dedicou uma retrospectiva especial de sua carreira.

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    Vídeo do Meu Malvado Favorito dá dicas sobre covid-19 para crianças

    9 de junho de 2020 /

    A produtora Illumination, via Universal, divulgou um novo vídeo dublado de Gru, o protagonista da franquia “Meu Malvado Favorito”, para ensinar as crianças como se prevenir do novo coronavírus. O personagem também aproveita para dar dicas do que fazer e como se comportar durante a quarentena. A iniciativa é uma campanha do Universal em parceria com a Organização Mundial da Saúde para disseminar informações importantes sobre a covid-19. No vídeo, Gru fala sobre medidas importantes como o isolamento e o distanciamento social. A dublagem do personagem no Brasil é de Leandro Hassum. O malvado favorito estará de volta em breve no cinema. Seu novo desenho, “Minions: A Origem de Gru”, vai mostrar como ele era na infância, com direção de Kyle Balda, que assinou os dois últimos filmes da franquia (“Minions” e “Meu Malvado Favorito 3”), e Brad Ableson (animador de “Os Simpsons”).

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    Continuação de Homem-Aranha no Aranhaverso já começou a ser produzida

    9 de junho de 2020 /

    A produção de “Homem-Aranha no Aranhaverso 2” já começou. O animador principal do longa, Nick Kondo, anunciou o início dos trabalhos em sua conta no twitter na segunda-feira (8/6), com um vídeo que aponta o lançamento para 2022. O diretor português Joaquim dos Santos, conhecido pelos desenhos “Avatar: A Lenda de Aang” e “Voltron: O Defensor Lendário”, é o encarregado da sequência de “Aranhaverso”, que foi escrita por David Callaham (roteirista de “Os Mercenários” e “Mulher-Maravilha 1984”). Além da continuação, a Sony também planeja uma animação focada nas mulheres do universo do Homem-Aranha. E o site da revista The Hollywood Reporter afirma que Lauren Montgomery, diretora de “Batman: Ano Um” e “Liga da Justiça: A Legião do Mal”, está cotada para comandar a aventura feminina, escrita por Bek Smith (da série “Zoo”). As novas animações continuarão a ser produzidas por Phil Lord e Chris Miller, responsáveis também pela franquia “Uma Aventura Lego” na Warner. Os dois assinaram a produção de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, que Lord roteirizou. First day on the job! pic.twitter.com/qfqcCAi9wF — Nick Kondo 近藤 (@NickTyson) June 8, 2020

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    365 Dias: Softcore polêmico da Netflix divide assinantes

    9 de junho de 2020 /

    Novo lançamento da Netflix, o softcore polonês “365 Dias” dividiu os assinantes da plataforma entre opiniões que vão do “adorei” ao “odiei com todas as forças”. A história parece agradar fãs de “Cinquenta Tons de Cinza” pelas similaridades, que incluem tom sadomasoquista, excesso de cenas eróticas e até a inclusão de um baile de máscaras. Mas tem um detalhe que torna todos os closes descamisados do protagonista repulsivos: o relacionamento do casal central não é consentido. Além disso, quem achou “Cinquenta Tons de Cinza” medíocre – afinal, foi indicado ao Framboesa de Ouro de pior filme – , teve ainda menos consideração pela obra, assinada por Tomasz Mandes e Barbara Bialowas, que segue narrativamente o tom de romance erótico trash. A trama acompanha Massimo (Michele Morrone), membro da máfia siciliana, que rapta Laura (Anna Maria Sieklucka), uma diretora de vendas, e a força a se apaixonar por ele (que se acha o Máximo) ao longo dos 365 dias do título. “Acabei de assistir ‘365 Dias’ e enquanto as cenas de sexo eram ótimas, a história em si romantiza apenas o sequestro e um relacionamento abusivo. Você basicamente assiste uma garota com síndrome de Estocolmo”, escreveu uma usuária americana no Twitter. “Há uma enorme diferença entre fantasia e realidade. Se você é um cara, por favor, não se inspire [no filme]. Nenhuma garota quer ser sequestrada e obrigada a se apaixonar”, alertou outra. Mas teve muita gente que só prestou atenção nas cenas de sexo, ignorando o contexto. “Me lembrou de ‘Cinquenta Tons de Cinza”, mas muito mais explícito”, sugeriu uma fã, acrescentando: “Vá ver”. “Eu fiz minha própria conta da Netflix apenas para assistir ‘365 Dias’ sem minha família saber”, acrescentou outra. “É praticamente sexo na Netflix”, descreveu uma ainda mais entusiasmada. Curiosamente, a maioria dos comentários são de mulheres. “Assisti ‘365 Dias’ por causa do ruído que ele criou. Posso dizer que o filme está sendo muito superestimado? Só consegui sentir vergonha com os diálogos, o enredo previsível e as reviravoltas irreais”, afirmou um dos poucos homens a se manifestar nas redes sociais. O filme não teve resenhas suficientes no Rotten Tomatoes, mas a única crítica compartilhada é negativa. Já o IMDb reúne 179 comentários de espectadores, a maioria negativos, que resultam numa nota extremamente baixa: 3,8 (numa escala até 10). Veja abaixo o trailer original polonês, que já permite perceber se “365 Dias” é um novo “De Olhos Bem Fechados” ou o próximo Framboesa de Ouro.

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    Jake Gyllenhaal vai estrelar nova adaptação de quadrinhos

    9 de junho de 2020 /

    O ator Jake Gyllenhaal, que viveu o vilão Mysterio em “Homem-Aranha: Longe de Casa”, vai estrelar uma nova adaptação de quadrinhos. Trata-se de “Snow Blind”, baseada na graphic novel homônima de Ollie Masters e Tyler Jenkins sobre um garoto que descobre que sua família está no programa de proteção a testemunhas. A produção é descrita como uma mistura de “Os Suspeitos” (2013), que o próprio Gyllenhaal estrelou, e o drama clássico “O Peso de um Passado” (1988), em que River Phoenix interpretou o filho de fugitivos. A produção marcará a estreia do diretor sueco Gustav Möller em Hollywood, após se lançar com o impactante “Culpa”, vencedor do Prêmio do Público na Mostra de São Paulo de 2018. O roteiro está a cargo de Patrick Ness, escritor dos livros em que se baseiam os filmes “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” (A Monster Calls) e o vindouro “Chaos Walking”. Além de estrelar, Gyllenhaal será um dos produtores do longa, que por enquanto ainda não tem distribuidor definido, mas já teria recebido ofertas de várias plataformas de streaming interessadas.

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