PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

Filme

Dua Lipa vai estrelar novo filme

A cantora pop fará sua terceira incursão no cinema na comédia indie "Peaked", ao lado da veterana Laura Dern

Leia mais
26 de março de 2026
Filme

Netflix inicia filmagens de suspense com Paolla Oliveira e Bella Campos

"A Estranha na Cama" adapta obra inédita de Raphael Montes, autor de "Bom Dia, Verônica" e "Beleza Fatal"

Leia mais
26 de março de 2026
Filme

Comédia com Fernanda Montenegro é a principal estreia de cinema

"Velhos Bandidos" é o destaque da programação, que ainda incluiu thrillers, dramas militares e produções do circuito dos festivais

Leia mais
26 de março de 2026
  • Filme

    Comédia de George Clooney e Julia Roberts lidera bilheterias no Brasil

    12 de setembro de 2022 /

    A comédia romântica “Ingresso para o Paraíso”, estrelada por George Clooney e Julia Roberts, foi o filme mais visto nos cinemas brasileiros neste fim de semana. O filme, que estreou na quinta-feira (8/9) teve 121 mil espectadores e uma bilheteria de R$ 2,85 milhões, segundo dados da Comscore. De volta às telas num relançamento estendido, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” ficou em 2º lugar. Com 92 mil pagantes para ver alguns minutos de cenas extras, a produção da Sony/Marvel acrescentou R$ 1,76 milhão em sua contabilidade. O terror “Não! Não Olhe” fechou o Top 3 dos mais vistos. Ao todo, quase 488 mil espectadores pagaram ingressos neste fim de semana, superando o recorde negativa da semana passada, de 491 mil pessoas. Isto “consagrou” o fim de semana passado com o pior público de cinema de 2022 no Brasil. Não por acaso, as grandes redes vão promover a “Semana do Cinema” a partir de quinta-feira (14/9), oferecendo descontos em ingressos para tentar atrair o público. Veja o ranking dos títulos mais assistidos nos cinemas brasileiros. 1. “Ingresso para o Paraíso” 2. “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” 3. “Não! Não Olhe!” 4. “Minions 2: A Origem de Gru” 5. “Predestinado: Arigó e o Espírito do Dr. Fritz” 6. “O Lendário Cão Guerreiro” 7. “O Telefone Preto” 8. “Um Lugar Bem Longe Daqui” 9. “Thor: Amor e Trovão” 10. “Pinocchio – O Menino de Madeira”

    Leia mais
  • Filme

    Ator de “Euphoria” será Elvis Presley em filme de Sofia Coppola

    12 de setembro de 2022 /

    A cineasta Sofia Coppola (“O Estranho que Nós Amamos”) vai dirigir o filme “Priscilla”, cinebiografia de Priscilla Beaulieu Presley, esposa do cantor Elvis Presley. Baseado no livro “Elvis and Me”, escrito pela própria Priscilla, o filme vai narrar a história da ascensão do Rei do Rock pela visão da esposa, abordando desde o primeiro encontro dos dois até o seu divórcio. “Priscilla” será estrelado por Cailee Spaeny (“Jovens Bruxas: Nova Irmandade”) e Jacob Elordi (“Euphoria”) nos papeis de Priscilla e Elvis, respectivamente. Elordi publicou uma foto de Elvis em uniforme do Exército em seu Instagram para comemorar a escalação, sem dar maiores detalhes. Coppola escreveu o roteiro da adaptação e também será produtora do filme, que será distribuído pelo estúdio indie A24. As filmagens começam nos próximos meses, mas ainda não há previsão de estreia. Essa será a terceira parceria entre a diretora e o estúdio, após os filmes “Bling Ring: A Gangue de Hollywood” (2013) e “On the Rocks” (2020). A história de Elvis e Priscilla Presley foi vista recentemente no filme “Elvis” (2022), dirigido por Baz Luhrmann, que trouxe os atores Austin Butler e Olivia DeJonge nos papéis do casal. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jacob Elordi (@jacobelordi)

    Leia mais
  • Filme

    Carla Diaz revela fotos da continuação de “A Menina Que Matou os Pais”

    12 de setembro de 2022 /

    A atriz Carla Diaz e a Galeria Distribuidora publicaram nesta segunda (12/9) nas redes sociais as primeiras fotos do novo filme em que vive a assassina Suzane von Richthofen. O longa também ganhou título oficial. Vai se chamar “A Menina Que Matou os Pais – A Confissão”, e acompanhará Suzane, Daniel e Cristian Cravinhos nos dias após o crime e a investigação que terminou na prisão dos responsáveis. “O filme vem para atender aos inúmeros pedidos do público em conhecer os passos dos três acusados após o crime, além dos bastidores da investigação que culminou na prisão dos envolvidos”, descreveu Carla na rede social. A informação de que haveria um terceiro filme, após o sucesso de “A Menina Que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, já era conhecida desde maio. As filmagens começaram há um mês, mas Carla só confirmou mesmo no último domingo (11/9), em uma entrevista ao podcast “PodDelas” no Rock in Rio. Dirigidas por Maurício Eça, as duas produções lançadas pela Amazon Prime Video foram estreladas por Carla Diaz como Suzane von Richtofen e Leonardo Bittencourt como Daniel Cravinhos. Os filmes contam como o casal se envolveu e planejou a morte dos pais dela em 2002, com a ajuda do irmão do rapaz, Cristian (Allan Souza Lima). Escrito por Ilana Casoy e Raphael Montes (de “Bom Dia, Verônica”), o roteiro foi baseado nos depoimentos dos réus durante o julgamento, em 2006. Cada um dos filmes trouxe o ponto de vista de um dos condenados. Sobre o novo longa-metragem, o diretor Mauricio Eça disse: “‘Confissão’ é um filme direto e cru, um thriller psicológico que você já sabe como acaba, mas não imagina como tudo aconteceu. Se passa durante oito dias muito intensos onde as verdades de cada personagem vão vindo à tona”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Carla Diaz (@carladiaz) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Galeria Distribuidora (@galeriadistribuidora)

    Leia mais
  • Filme

    Novo filme de Harry Styles é aplaudido de pé em Toronto

    12 de setembro de 2022 /

    O drama “My Policeman”, em que o cantor Harry Styles vive seu primeiro personagem gay, foi aplaudido de pé no Festival de Toronto na noite de domingo (11/9). A reação só não foi maior porque Styles, o principal alvo da ovação, precisou sair logo em seguida para pegar um avião e continuar a sua turnê musical mundial. Antes disso, porém, Styles e o restante do elenco receberam um prêmio especial do Festival. O cantor/ator também teve a oportunidade de falar com a imprensa sobre o seu papel e sobre as temáticas abordadas no filme, como “amor e liberdade e a busca por essas coisas”. Na sessão de perguntas e respostas da première, Styles comentou que se sentiu “muito sortudo” por trabalhar com Emma Corrin (a princesa Diana de “The Crown”) e David Dawson (o rei Alfred de “The Last Kingdom”) nas sequências de intimidade e discussões. Ele revelou que os três se tornaram muito amigos fora das telas. “Ter uma base de amizade real fora dos personagens obviamente (ajuda) nas cenas de amizade: não requer muita atuação”, disse Styles. “E então, nas cenas mais intensas, há muita confiança e segurança. Tudo isso se beneficia de uma conexão real com as pessoas com quem você trabalha.” “Eu acho que a coisa mais bonita sobre essa história é que todos os personagens têm algumas qualidades muito boas, e eles também têm algumas falhas que esperamos não ter, mas, como humanos, todos nós temos”, disse ele. “E eu acho que, em diferentes pontos da história, você é capaz de ver pedaços de si mesmo e, às vezes, talvez não suas partes favoritas em diferentes personagens. E acho que é por isso que meio que ressoou tanto comigo.” Adaptação do romance homônimo de Bethan Roberts, o filme se passa no final dos anos 1990, quando a chegada do idoso inválido Patrick na casa do casal Marion e Tom desencadeia uma exploração de eventos de 40 anos atrás: a relação apaixonada entre Tom e Patrick em um momento em que a homossexualidade era ilegal no Reino Unido. Styles interpreta a versão jovem de Tom, durante os flashbacks da narrativa. “Para mim, a razão pela qual a história é tão devastadora é que, em última análise, toda a história é sobre perda de tempo, e acho que perda de tempo é a coisa mais devastadora”, disse ele. “Porque é a única coisa que não podemos controlar”, continuou ele. “É a única coisa que você não pode ter de volta. E acho que a única coisa que eu acho que importa – qualquer que seja o tipo de vida que você viveu – no final, quando você pensa no tempo que passou com as pessoas que ama.” Por sua vez, o diretor Michael Grandage (“O Mestre dos Gênios”), ele próprio um homem gay que cresceu na época em que o filme se passa, expressou a sua gratidão pelo progresso feito na luta pelos direitos LGBTQIAP+, mas também disse que “ainda há espaço para mais debate”, numa alusão às recentes ameaças contra o casamento gay e à implementação de uma legislação anti-trans nos EUA. “Eu espero que [o filme] alerte as pessoas, que até eduque as pessoas e, certamente, que lembre as pessoas de que, se você deixar isso se tornar frágil e deixar que isso retroceda, esse é o resultado. Você chega em um lugar onde as pessoas não podem ser elas mesmas e não podem ser livres”, disse ele. O elenco do filme ainda conta com Linus Roache (“Homeland”), Gina McKee (“Os Bórgias”) e Rupert Everett (“O Casamento do Meu Melhor Amigo”) como as versões maduras dos protagonistas. “My Policeman” terá lançamento limitado nos cinemas dos EUA antes de chegar em todo mundo pela plataforma Prime Video, da Amazon, em 4 de novembro. Veja os aplausos para o elenco e equipe do filme no Festival de Toronto. Harry Styles being introduced at TIFF during the premier of My Policeman#TIFF22 pic.twitter.com/z0zpeIBt9f — HSFilms (@hsfiImography) September 11, 2022

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Alain Tanner, pioneiro do cinema engajado, morre aos 92 anos

    11 de setembro de 2022 /

    O cineasta Alain Tanner, pioneiro do cinema engajado e cineasta suíço mais premiado e reconhecido no exterior, morreu neste domingo (11/9) aos 92 anos. Contemporâneo da nouvelle vague francesa, Tanner é creditado como um dos principais responsáveis por lançar a new wave cinematográfica da Suíça. Ele começou a chamar atenção com seus curtas nos anos 1960 – um deles premiado no Festival de Veneza – antes de abalar estruturas com a estreia em longa-metragem, “O Último a Rir”, em 1969. História de um empresário que decide abandonar o capitalismo para viver à margem da sociedade, o filme venceu o Leopardo de Ouro no Festival de Locarno. Logo em seguida, foi premiado no Festival de Berlim com o triângulo de “A Salamandra” (1971), o mais próximo que chegou da nouvelle vague. Mas a partir daí sua obra se tornou cada vez mais politizada, numa ruptura que o alinhou a Costa-Gavras (“Z”) e ao Cinema Novo brasileiro. Em “Amantes no Meio do Mundo” (1974), questionou a xenofobia dos políticos suíços. E em “Jonas Que Terá Vinte e Cinco Anos no Ano 2000” (1976), possivelmente seu filme mais conhecido entre os cinéfilos nacionais, apresentou uma utopia imaginada por jovens contestadores. Ele conquistou o Prêmio do Júri no Festival de Cannes com “A Anos-Luz”, história metafórica sobre um homem que afirmava ter aprendido a voar com dicas dos pássaros. Então, em 1983 descobriu a “luz branca” que passou a definir a relação de Lisboa com o cinema, no clássico “A Cidade Branca”. Os portugueses adoram este filme, que venceu o César (o Oscar francês) de Melhor Filme Estrangeiro em Francês. Quinze anos depois, Tanner voltou a filmar Lisboa em “Réquiem – Um Encontro com Fernando Pessoa” (1998), baseado na obra do escritor italiano Antonio Tabucchi, em que busca entender o que constitui a identidade do povo português. Também retomou os personagens de “Jonas que Terá Vinte e Cinco Anos no Ano 2000” na sequência “Jonas e Lila, até Amanhã” (1999), em que o protagonista chega aos 25 na véspera do novo milênio, desiludido e sem os ideais de outrora. Depois de diversos filmes, encerrou a carreira em 2012 num pequeno filme para televisão, integrado numa série de obras comemorativas do aniversário de 300 anos de nascimento do filósofo Jean-Jacques Rousseau. Em 2010, recebeu um prêmio pelas realizações da carreira no Festival de Locarno, ocasião em que refletiu sobre sua trajetória, dizendo que chegara a hora de descansar, depois de tanto lutar.

    Leia mais
  • Filme

    Viola Davis arranca aplausos e 100% de aprovação com “A Mulher Rei”

    11 de setembro de 2022 /

    A exibição de “A Mulher Rei” no Festival de Toronto foi marcada por aplausos e gritos de “Nós te amamos, Viola!” e “Obrigado, Viola”. A plateia irrompeu em aplausos desde a primeira vez que a atriz apareceu na tela, e esses aplausos continuaram em meio às sequências de ação, em que Davis e suas colegas de elenco, Lashana Lynch, Sheila Atim e Thuso Mbedu, brandiam facões e lanças. Refletindo sobre a reação do público e a dificuldade para convencer um estúdio a filmar “A Mulher Rei”, a diretora Gina Prince-Bythewood deixou subentendido o racismo dos executivos de Hollywood. “Me surpreende até hoje que este filme exista, por causa do que foi necessário para ser feito”, disse ela no encontro com a imprensa no TIFF Bell Lightbox. A cineasta contou que teve o projeto recusado por uma lista enorme de estúdios e produtoras. “Noventa e nove por cento das vezes são homens brancos sentados à sua frente e você precisa convencê-los de que sua história é digna”, disse Prince-Bythewood. “É esmagador ouvir ‘não’ após ‘não’, após ‘não entendemos assim’.” Para ela, filmar “A Mulher Rei” foi uma batalha na frente e atrás das câmeras. Mas, avalia: “colocar mulheres negras na tela é algo pelo qual vale a pena lutar”. A crítica norte-americana concordou que o esforço valeu a pena. Após os aplausos do público, o filme chegou ao agregador Rotten Tomatoes com 100% de aprovação. Todas as críticas foram unânimes em afirmar que se trata de um filme de ação empolgante e tecnicamente imponente. Até este fim de semana, Viola Davis disse que ainda não tinha conferido a repercussão. A estrela contou para a imprensa que parou de acompanhar as redes sociais após se aborrecer com alguns comentários. “Fiquei muito chateada, mas sabia que não poderia responder porque as pessoas saberiam que era eu”, disse, admitindo em seguida ter criado um perfil falso para reagir ao que considerava injusto. “Lili Washington xingou algumas pessoas”, revelou. Durante as perguntas e respostas feitas após a première, Davis foi questionada se esperava ser indicada a mais um Oscar pela performance. Ela respondeu que seu objetivo não é ser premiada, mas inspirar jovens negras. “Quero fazer pelas jovens negras o que a senhorita [Cecily] Tyson fez por mim quando eu tinha 7 anos”, explicou. “Ela foi a manifestação física do meu sonho, e veio até mim através de um aparelho de televisão quebrado em um apartamento em ruínas em Central Falls, Rhode Island. O que ela me entregou é algo que não pode ser quantificado em palavras.” Viola Davis também é produtora do filme, que ela chama de sua “magnum opus”. “Sinto que, durante toda a minha vida, me permiti ser definida por uma cultura. Eu me permiti ser definido pelos meus opositores”, disse Davis, dirigindo-se ao público do festival. “Muitas vezes você permite que outras pessoas o definam e, aos 56 anos, cheguei à conclusão de que eu mesma posso me definir.” Após esta declaração, o público irrompeu em mais aplausos, com mais gritos de “Viola!”, “Obrigado, Viola” e “Eu te amo, Viola!”. A vencedora do Oscar respondeu: “Eu também amo vocês”. “A lot of times you just allow other people to define you and at 56 years old I have come to the realization that I can define myself.” ❤️ Wise words from @violadavis at the World Premiere of Gina Prince-Bythewood’s (@GPBmadeit) THE WOMAN KING. #TIFF22 pic.twitter.com/VrDC8TSWP4 — TIFF (@TIFF_NET) September 10, 2022

    Leia mais
  • Filme

    Pandemia levou Spielberg a fazer filme mais aplaudido do Festival de Toronto

    11 de setembro de 2022 /

    Apesar de ser o diretor mais famoso do mundo em atividade, Steven Spielberg nunca tinha lançado um filme num festival de cinema até “Fabelmans”. Mesmo com Oscars e tendo presidido o Festival de Cannes, ele nunca foi convidado a competir numa mostra de cinema. Mas “Fabelmans” é um longa diferente, sua obra mais autoral, e Toronto também é um festival diferente, onde os vencedores são escolhidos pelo público. “Esse filme é tão pessoal que eu queria mostrá-lo para pessoas que amam cinema. Elas deveriam vê-lo primeiro”, Spielberg explicou sobre a decisão de finalmente estrear num festival. E as pessoas realmente amaram, com aplausos consagradores, críticas elogiosas e burburinho sobre favoritismo ao Oscar 2023. Baseado nas memórias de infância e adolescência de Spielberg, o filme foi visto não apenas pelo público e seu elenco, mas também pelas três irmãs do diretor, que são retratadas na tela, ainda que os nomes das personagens sejam diferentes. “Este filme é uma maneira de trazer minha mãe e meu pai de volta”, disse o cineasta. “E também trouxe minhas irmãs para mais perto de mim do que eu jamais pensei ser possível. Valeu a pena fazê-lo.” O público pareceu concordar. Os aplausos foram tão intensos e insistentes no cinema Princess of Wales que o CEO do festival, Cameron Bailey, teve que pedir a todos que parassem para que pudessem começar as perguntas e respostas com o diretor sobre o filme. Durante a exibição, as performances que arrancaram as maiores reações do público foram do veterano Judd Hirsch (“Numb3rs”) como um tio maluco e amante da arte, Gabriel LaBelle como o jovem Sammy Fabelman (uma versão de Spielberg adolescente) e o cineasta David Lynch num papel-surpresa. Emocionado com a reação à obra, Spielberg explicou o que o levou a recordar sua vida na tela. “Quando a covid chegou, tivemos muito tempo sem nada para fazer e muito medo. Acho que ninguém sabia em março ou abril de 2020 como seria o estado da arte ou o estado da vida após um ano disso. À medida que as coisas ficavam cada vez piores, senti que precisava resolver minhas questões sobre minha mãe, meu pai e minhas irmãs.” Spielberg acrescentou: “Isso era algo em que vinha pensando há muito tempo. Eu realmente não sabia quando eu ia começar a fazer isso. Mas isto não significa que eu vou me aposentar e este é o meu canto do cisne, eu prometo.” Com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes após a première em Toronto, o filme só vai estrear no Brasil em 9 de fevereiro, três meses após o lançamento comercial nos EUA. Veja abaixo a reação do público do festival ao filme. Standing ovation for Steven Spielberg and the cast of THE FABELMANS ✨#TIFF22 @thefabelmans #TheFabelmans #Spielberg pic.twitter.com/fG56bKfmLF — Movie Lightbox (@movie_lightbox) September 11, 2022 A standing ovation for Steven Spielberg after the world premiere of #TheFabelmans. The longest one I’ve heard at #TIFF22 yet. pic.twitter.com/TwQB1Q3Y1g — Matt Neglia @TIFF (@NextBestPicture) September 11, 2022

    Leia mais
  • Filme

    Fabelmans: Filme da infância de Spielberg ganha belo trailer

    11 de setembro de 2022 /

    A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer de “Fabelmans”, novo filme de Steven Spielberg que arrancou elogios rasgados da crítica no Festival de Toronto. O filme é uma dramatização das memórias de infância e adolescência do diretor, que se inspirou em sua própria vida para contar uma história de amor pela família e pelo próprio cinema. A prévia mostra como os dois polos se juntam, via o impacto dos filmes na imaginação do pequeno ‘Fabelman’ e o incentivo de sua mãe para que virasse um cineasta. Também há cenas sobre as amizades e o preconceito que o jovem sofreu por ser judeu, além de uma fotografia linda de época. Spielberg co-escreveu o roteiro com Tony Kushner, com quem já trabalhou em “Munique”, “Lincoln” e no remake de “Amor, Sublime Amor”. O elenco destaca Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”) e Paul Dano (“Batman”) como os pais, Gabriel LaBelle (“Predador”) como a versão adolescente do protagonista, Seth Rogen (“Vizinhos”) como seu tio favorito e mais Chloe East (“Generation”), Julia Butters (“Bela, Recatada e do Lar”/American Housewife), Jeannie Berlin (“Café Society”), Gabriel Bateman (“Brinquedo Assassino”), Nicolas Cantu (“The Walking Dead: World Beyond”), o veterano Judd Hirsch (“Numb3rs”) e até o diretor David Lynch, conhecido por filmes como “Veludo Azul” e “Cidade dos Sonhos”. Aplaudidíssimo e com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes após a première em Toronto, o filme só vai estrear no Brasil em 9 de fevereiro, três meses após o lançamento comercial nos EUA.

    Leia mais
  • Filme

    Novo filme de terror estreia em 1º lugar nas bilheterias dos EUA

    11 de setembro de 2022 /

    O novo filme de terror “Barbarian” surpreendeu expectativas ao liderar as bilheterias dos EUA e Canadá no fim de semana, com US$ 10 milhões em vendas de ingressos. Cheio de reviravoltas, o filme de Zach Cregger (“Miss Março: A Garota da Capa”) segue uma jovem (Georgina Campbell) que chega tarde da noite à sua casa alugada num bairro decadente de Detroit apenas para encontrá-la ocupada por outro inquilino, interpretado por Bill Skarsgård (o Pennywise de “It: A Coisa”). A crítica adorou, com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas o público deu apenas nota C+ na pesquisa do CinemaScore. Produção do 20th Century Studios, “Barbarian” não tem previsão de estreia no Brasil. Outra surpresa apareceu em 2º lugar: “Bramastra Part 1: Shiva”, um filme de Bollywood (a indústria indiana de cinema), que faturou US$ 4,4 milhões em 810 cinemas. Produção do Star Studios, da Disney, também recebeu o maior lançamento doméstico Imax de todos os tempos para um filme de Bollywood nos EUA. “Trem-Bala”, da Sony, aparece em 3º lugar em seu 7º fim de semana em cartaz, com US$ 3,25 milhões entre sexta e domingo (11/9) e um total doméstico de US$ 92,5 milhões. Mas “Top Gun: Maverick” não ficou muito atrás, somando mais US$ 3,17 milhões em seu 16º fim de semana, para chegar num total doméstico de US$ 705,7 milhões e US$ 1,45 milhão mundiais. A animação “DC Liga dos SuperPets” fecha o Top 5 com US$ 2,8 milhões em seu 6º fim de semana. Ao todo, a produção da Warner Bros. faturou US$ 85,4 milhões no mercado norte-americano e US$ 168 milhões globalmente. Veja abaixo o trailer tenso de “Barbarian”.

    Leia mais
  • Filme

    Marvel finaliza participação na D23 com entrevistas de astros e reações de fãs

    11 de setembro de 2022 /

    A Marvel divulgou vídeos com entrevistas com os astros e as reações dos fãs às apresentações do estúdio durante o sábado (10/9) na D23 Expo, convenção anual da Disney que acontece até este domingo no Centro de Convenções de Anaheim, nas proximidades da Disneylândia da Califórnia. As maiores novidades nos trechos de entrevistas divulgados incluem Charlie Cox admitindo que se encontrou com os roteiristas da nova série do Demolidor pela primeira vez durante o evento – e cobrou pressa para gravar – , David Harbour revelando que o Guardião Vermelho terá um novo uniforme em “Thunderbolts”, Iman Velani contando que a família de Kamala Khan está no filme “As Marvels” e Gael Garcia Bernal avisando que as pessoas vão se assustar com “Lobisomem na Noite”. Também há conversas com astros de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”, “Guerra das Armaduras” (Armor Wars), “Eco” (Echo) e com o diretor de “Capitão América: Nova Ordem Mundial”. Confira abaixo.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Marsha Hunt, lenda de Hollywood, morre aos 104 anos

    11 de setembro de 2022 /

    A atriz Marsha Hunt, estrela da era de ouro de Hollywood e primeira grande ativista do cinema, que teve a carreira prejudicada pela paranoia comunista e caça às bruxas do Congresso dos EUA, morreu na quarta-feira (7/9) de causas naturais em sua casa em Sherman Oaks, onde morava desde 1946. Ela tinha 104 anos. O anúncio foi feito no sábado (10/9) pelo diretor Roger C. Memos, que filmou um documentário sobre sua vida, “Marsha Hunt’s Sweet Adversity” (2015). Ex-modelo que assinou com a Paramount Pictures aos 17 anos, a atriz de Chicago estreou em 1935 nos cinemas, com um papel no drama jurídico “Cumpra-se a Lei”. Ela apareceu como uma ingênua e interesse amoroso em vários filmes – John Wayne a namorou em “Trunfos na Mesa” (1937) – , e ao fim de seu contrato em 1938 passou a atuar para a MGM, onde fez seu primeiro grande sucesso, como uma estudante suicida ao lado de Lana Turner em “Estas Grã-Finas de Hoje” (1939). No mesmo ano, chamou atenção em “Heroica Mentira”, em que interpretou a mesma personagem dos 16 aos 65 anos de idade. E em seguida viveu a irmã deselegante Mary Bennet numa versão de “Orgulho e Preconceito” (1940) em que Laurence Olivier viveu o arrogante Mr. Darcy. Hunt também trabalhou no noir “Um Assassino de Luvas” (1942), que foi o primeiro longa do diretor Fred Zinnemann nos Estados Unidos, e apareceu ao lado de Mickey Rooney em “A Comédia Humana” (1943), indicado ao Oscar de Melhor Filme. Entre seus últimos papéis dessa fase, ainda se destacam os clássicos noir “Desespero” (1947), em que saiu no tapa com Susan Heyward, e “Entre Dois Fogos” (1948), no qual interpretou a advogada mocinha que ajuda Dennis O’Keefe a sair da prisão e se livrar de uma cilada de Raymond Burr. Embora nunca tenha atingido o status de seus colegas de elenco, ela já tinha mais de 50 filmes na carreira quando se juntou com seu segundo marido, o roteirista Robert Presnell Jr., num movimento pró-liberdade de expressão que em 1947 questionou a legalidade do Comitê de Atividades Antiamericanas da Câmara, criado com a intenção de identificar e expulsar os comunistas da indústria do entretenimento. O grupo do protesto, que também incluía Humphrey Bogart, Lauren Bacall, Danny Kaye, John Huston e outros liberais de Hollywood, fretou um avião para Washington para participar das audiências para apoiar 19 roteiristas que estavam sob escrutínio sob a suspeita de serem comunistas. Quando os conservadores reagiram ao movimento com a imposição da infame Lista Negra, que proibiu Hollywood de contratar supostos subversivos, todos os corajosos do movimento deram para trás, incluindo Bogart, que viveu inúmeros valentões na tela. Vieram à público dizer que foram enganados pelos comunistas e que sua viagem a Washington foi imprudente. Isso talvez tenha salvo suas carreiras, pois Marsha Hunt não se arrependeu nem se retratou, e teve o nome incluído na Lista Negra em junho de 1950, passando a ser proibida pelo panfleto de direita de trabalhar em Hollywood. “Sabe, eu nunca me interessei pelo comunismo”, disse ela em uma entrevista de 2004. “Eu estava muito interessada em minha indústria, meu país e meu governo. Mas fiquei chocada com o comportamento do meu governo e seus maus tratos à minha indústria. E então eu reclamei e protestei como todo mundo naquele voo. Mas então me disseram que eu não era uma ativista liberal, mas uma comunista e estava na Lista Negra. Era tudo sobre controle e poder”. “A maneira como se obtém o controle é fazer com que todos concordem com o que for apropriado no momento, o que for aceito. Não questione nada, não fale, não tenha suas próprias ideias, não questione, nunca seja eloquente, e se você for uma dessas coisas, você é controverso. E para eles isso era ruim, talvez pior do que ser comunista. Por isso me acusavam disso, pois você perdia sua carreira, seu bom nome, suas economias, provavelmente seu casamento e seus amigos se fosse considerada comunista. Foi terrível, simplesmente terrível.” Chamá-la de comunista era uma aberração enorme e típica da época da caça às bruxas, pois, quando não estava atuando, Hunt servia como anfitriã no famoso Hollywood Canteen para militares americanos. Prejudicada pelo governo dos EUA, sua carreira nunca mais foi a mesma. Sem trabalho, decidiu se dedicar a causas. Passou a viajar o mundo como ativista de esforços humanitários, fazendo aparições em nome das Nações Unidas e se tornando o que ela chamava de “patriota do planeta”. Aos poucos, a Lista Negra foi perdendo a eficácia, o que permitiu à atriz começar a aparecer, pouco a pouco, como estrela convidada em programas de TV, atuando em episódios da semana de séries como “Alfred Hitchcock Apresenta”, “Além da Imaginação” (The Twilight Zone), “Quinta Dimensão” (The Outer Limits), “Gunsmoke”, “Ben Casey” e “Têmpera de Aço” (Ironside). Retomou também o trabalho cinematográfico, mas em papéis bem menores do que estava acostumada – como a mãe do jovem Brandon De Wilde em “Blue Jeans – O Que os Pais Desconhecem” (1959) e a dona de um hotel no western “Os Destruidores” (1960). Anos depois, estrelou o marcante “Johnny Vai à Guerra” (1971), escrito e dirigido pelo famoso roteirista da Lista Negra Dalton Trumbo. Hunt interpretou a mãe do soldado amputado, vivido por Timothy Bottoms, num drama tão forte que transformava o protesto contra a Guerra do Vietnã numa obra de terror. Ela permaneceu ativa nas telas até os anos 1980, quando ainda pôde ser vista em algumas séries populares, como “Assassinato por Escrito”, “Matlock” e “Jornada nas Estrelas: A Nova Geração”. Mas logo a atuação se tornou secundária a seu trabalho no conselho do SAG (Sindicato dos Atores dos EUA), onde encabeçou vários comitês progressistas. Um deles passou a cobrar os estúdios para contratar atores minoritários em papéis que não fossem estereotipados. Não satisfeita, ela ainda se dedicava a ajudar os sem-teto de sua cidade, virando a prefeita honorária de Sherman Oaks. Mesmo com tantas funções, voltou às telas, de forma surpreendente, com 91 anos no elogiado filme indie “Chloe’s Prayer” (2006), de Maura Mackey, e ainda fez, dois anos mais tarde, participação no telefilme “Meurtres à l’Empire State Building”, que reuniu várias estrelas da velha Hollywood – inclusive seu antigo parceiro Mickey Rooney e Kirk Douglas, em seu último papel. Em abril de 2015, ela virou nome de prêmio, o Marsha Hunt for Humanity, criado por Kat Kramer, filha do célebre diretor e produtor Stanley Kramer, para reconhecer o esforço de artistas em prol da humanidade. Hunt foi “uma das primeiras grandes atrizes de Hollywood a dedicar sua vida a causas”, observou Kramer sobre a escolha de seu nome para representar o prêmio, “e abriu o caminho para Angelina Jolie, Sean Penn, Jane Fonda, Lily Tomlin, Patricia Arquette, Sharon Stone, George Clooney, Matt Damon, Don Cheadle, Tippi Hedren, Ed Begley Jr., Ed Asner e Martin Sheen – e todas as celebridades que usam sua fama para realizarem mudanças.”

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Bo Brundin, ator de “Quando as Águias se Encontram”, morre aos 85 anos

    11 de setembro de 2022 /

    O ator sueco Bo Brundin, mais conhecido por sua atuação ao lado de Robert Redford no filme de aventura aérea “Quando as Águias se Encontram” (1975), morreu no domingo passado (4/9) em sua cidade natal de Uppsala, na Suécia, aos 85 anos. A informação foi revelada no sábado (10/9) pela Paar Productions, produtora para quem ele realizou seu último projeto, o curta “Starlight”, de 2011, em que interpretou Deus. Brundin começou sua carreira no cinema sueco nos anos 1960, mas logo partiu para os EUA para viver seu primeiro papel numa produção americana, o terror trash “The Headless Eyes” (1971), como um assassino demente que arranca os olhos de mulheres. Ele também entrou no elenco de “The Day the Clown Cried” em 1972, um dos mais famosos filmes nunca lançados. Jerry Lewis se arrependeu da filmagem, sobre um palhaço no Holocausto, assim que a concluiu e proibiu seu lançamento. O ator contava que foi para Nova York com US$ 300 e passou quase uma década sem dinheiro na cidade, muitas vezes fazendo bicos para sobreviver. Mas logo sua sorte mudou, ao ser escalado para viver um piloto alemão desiludido da 1ª Guerra Mundial em “Quando as Águias se Encontram”. No filme de George Roy Hill, ele tinha o segundo papel principal, fazendo parceria com Redford. Na trama, os dois viviam pilotos que recriavam cenas de guerra aérea para filmes de Hollywood. O sucesso do filme de 1975 o levou a se especializar em interpretar alemães e também russos durante sua carreira, que ainda destaca o filme de desastre “Meteoro” (1979), no qual viveu um personagem fundamental para salvar o mundo. Mas a maior parte de seu currículo foi preenchido por participações em séries televisivas dos anos 1970 e 1980 como o vilão da semana – atrações como “A Mulher Biônica”, “O Esquadrão Classe A”, “Havaí 5-0”, “Super-Herói Americano” e “Falcon Crest”. Bo Brundin voltou a morar em seu país natal após o começo do século, fazendo seu último filme em 2001, o sueco “Strawberries with Real Milk”, e sua última participação numa série, a sueca “Kleo”, no ano seguinte. Ele passou seus últimos anos dando aulas e orientando jovens atores. Veja abaixo o trailer de “Quando as Águias se Encontram”.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Gary Nelson, diretor de clássicos da Disney, morre aos 87 anos

    11 de setembro de 2022 /

    O cineasta Gary Nelson, que dirigiu os clássicos da Disney “Se Eu Fosse Minha Mãe” (1976) e “O Abismo Negro” (1979), morreu em 25 de maio de causas naturais em Las Vegas, aos 87 anos. Apesar do falecimento ter acontecido há mais de três meses, a notícia só foi comunicada por seus filhos neste fim de semana. Gary era filho de Sam Nelson, que atuou como assistente de direção em filmes marcantes como “A Dama de Shanghai” (1947) e “Quanto Mais Quente Melhor” (1959), e foi um dos co-fundadores do DGA, o Sindicado dos Diretores dos EUA. Ele também começou como assistente de obras icônicas. Seu primeiro trabalho na função foi simplesmente “Juventude Transviada” (1955), dirigido por Nicholas Ray e estrelado por James Dean. Depois disso, ainda foi assistente de John Ford em “Rastros de Ódio” (1956), de Stanley Donen em “Cinderela em Paris” (1957) e de John Sturges em “Sem Lei e Sem Alma” (1957), antes de passar para a TV. Na televisão, evoluiu de assistente em 66 capítulos de “Paladino do Oeste” para diretor da série em 1962. Mas essa transição contou com uma ajuda de sua futura esposa. Gary Nelson conheceu a atriz Judi Meredith (“O Matador de Gigantes”) nos bastidores da produção durante a primeira participação dela na série e os dois se apaixonaram quase instantaneamente. Quando os produtores quiseram trazê-la de volta, ela impôs uma condição: que Nelson dirigisse o episódio. Foi o começo da carreira do diretor. Nelson e Meredith se casaram, tiveram dois filhos e ficaram juntos por 54 anos, até a morte dela em 2014. Após dirigir seis episódios de “Paladino do Oeste”, ele passou a ser cotado para comandar séries icônicas como “The Patty Duke Show” (1963–1966), “A Ilha dos Birutas” (1964–1967), “Agente 86” (1965-1970), “Nós e o Fantasma” (1968–1970) e “Nanny” (1970-1971), assinando dezenas de capítulos, e logo foi trabalhar no cinema em faroestes B de produtoras independentes – “Molly and Lawless John” (1972) e “Santee – O Caçador de Recompensas” (1973). Em 1974, foi contratado pela Disney para dirigir o telefilme de aventura “O Rapaz que Falava com Texugos”, que iniciou sua bem-sucedida relação com o estúdio. Seu trabalho em “Se Eu Fosse Minha Mãe” marcou época. O filme estrelado pela jovem Jodie Foster como uma adolescente que troca de corpo com a mãe (Barbara Harris) acabou originando uma febre de comédias sobre troca de corpos e até um remake, “Sexta-Feira Muito Louca” (2003), com Lindsay Lohan e Jennifer Lee Curtis. Graças a esse sucesso, a Disney o escalou para realizar “O Abismo Negro”, um dos filmes mais ambiciosos e caros do estúdio até então. A produção era uma ficção científica espacial inspirada por “Guerra nas Estrelas” (Star Wars) e se tornou o primeiro longa do estúdio lançado sem censura livre (foi considerado impróprio para menores de 10 anos no Brasil). Só que não agradou a crítica e nem estourou nas bilheterias – ainda que hoje seja considerado cult. Numa guinada na carreira, Nelson fez imediatamente o thriller policial “Falcões da Noite” (1981), estrelado por Sylvester Stallone, que retomou sua popularidade. Mas se complicou com os filmes seguintes, a comédia “Jimmy the Kid” (1982), estrelada pelo astro mirim Gary Coleman, e “Allan Quatermain e a Cidade do Ouro Perdido” (1986), uma espécie de Indiana Jones da 2ª Divisão, que foi o segundo e último filme da franquia estrelada por Richard Chamberlain (antes de se assumir gay) e Sharon Stone (bem antes de estourar). A implosão de “Allan Quatermain” encerrou sua carreira cinematográfica, mas ele seguiu ativo na TV por muitos anos. Entre outros trabalhos, dirigiu todos os seis episódios da aclamada minissérie “Washington: Behind Closed Doors” (1977), que rendeu um Emmy de Melhor Ator para Robert Vaughn. Ele se aposentou depois de dirigir e atuar como co-produtor executivo na série “Early Edition”, de 1996 a 2000.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie