Barry Keoghan revela vídeo que lhe rendeu o papel de Coringa no filme “Batman”
O ator Barry Keoghan revelou o vídeo de teste que lhe rendeu uma participação especial no final do filme “Batman” como uma versão não nomeada do Coringa. Publicado para acompanhar uma entrevista da revista britânica GQ, o vídeo mostra Keoghan como uma mistura de Alex, de “Laranja Mecânica”, com o Charada tradicional dos quadrinhos da DC Comics. Ele disse que buscava interpretar o Charada. Quando soube que o filme seria realizado, ele enviou o vídeo por conta própria para a equipe do diretor Matt Reeves. “Eu queria ser o Charada”, confirmou Keoghan à GQ. No entanto, quando conversou com o produtor Dylan Clark, soube que o papel já havia sido escalado – por Jonah Hill naquele momento, e mais tarde por Paul Dano. Quatro meses depois, ele recebeu uma ligação de seu agente dizendo: “O pessoal de ‘Batman’ quer que você interprete o Coringa – mas você não pode contar a ninguém”. Lançado em março, “Batman” faturou US$ 770,8 milhões mundiais, e terá uma continuação, novamente dirigida por Matt Reeves e estrelada por Robert Pattinson no papel-título. Keoghan acrescentou que, se eles precisarem do Coringa, ele está pronto. “Assim que essa ligação chegar, eu estou lá, cara, eu estou lá”, completou. 🤡🤡 https://t.co/CDccqh7MYY — Barry Keoghan (@BarryKeoghan) October 3, 2022
Roteirista de “Doutor Estranho 2” vai escrever “Vingadores: Guerras Secretas”
O Marvel Studios contratou o roteirista Michael Waldron, de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, para escrever o roteiro de “Vingadores: Guerras Secretas”, que foi anunciado como encerramento da Saga do Multiverso. Waldron tem sido fundamental na criação do multiverso dentro do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Ele criou e atuou como roteirista principal da série “Loki”, que fraturou a linha do tempo da Marvel e introduziu uma multiplicidade de realidades alternativas, exploradas em “Doutor Estranho 2”. O roteirista, portanto, ficará encarregado de encerrar a narrativa que ele ajudou a criar com “Loki” e “Doutor Estranho 2”. O filme será lançado depois de “Vingadores: A Dinastia Kang”, que também deverá lidar com o multiverso. A estreia de “Vingadores: Guerras Secretas” está marcada para novembro de 2025.
Taissa Farmiga é confirmada na continuação de “A Freira”
A atriz Taissa Farmiga vai voltar a enfrentar o terror de “A Freira” na continuação do filme de 2018. O primeiro “A Freira” foi um spin-off de “Invocação do Mal 2” e apresentou Bonnie Aarons como uma freira demoníaca. Passado em um mosteiro em 1952, o filme acompanhou um padre e uma jovem freira, interpretados por Demian Bichir e Taissa Farmiga, tentando combater as possessões malignas da freira. De forma surpreendente, o lançamento se tornou a maior bilheteria dos filmes de “Invocação do Mal”. Farmiga reprisará seu papel como Irmã Irene na continuação, que começará a ser filmada no final de outubro. Detalhes da trama são mantidos em sigilo, mas a nova história deve se passar no começo da década de 1960, alguns anos após o confronto original entre Irene a criatura, mostrando que a Freira do mal não foi derrotada como se acreditava. O elenco também contará com Storm Reid, intérprete da irmã de Zendaya em “Euphoria”, que não teve seu papel revelado. A direção está a cargo de Michael Chaves, que fez sua estreia com “A Maldição da Chorona” e comandou “Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio”, a mais recente produção desse universo de terror. A produção continua a cargo de James Wan, diretor dos dois primeiros “Invocação do Mal”, e o roteiro foi escrito por Akela Cooper (“Maligno”) e revisado por Ian Goldberg e Richard Naing (ambos de “Fear the Walking Dead”). O lançamento está marcada para setembro de 2023.
Primeiro filme de Will Smith após tapa no Oscar ganha trailer
A Apple TV+ divulgou o pôster e o trailer de “Emancipation”, que revelam a data de estreia do drama histórico estrelado por Will Smith em 9 de dezembro em streaming. A produção estava no limbo após a controvérsia do tapa de Will Smith em Chris Rock durante o Oscar deste ano. Embora vários projetos do ator tenham sido cancelados ou adiados, “Emacipation” já estava totalmente filmado quando aconteceu o desastre de relações públicas. A decisão de lançá-lo em dezembro foi tomada após uma exibição privada para um grupo de influencers nos EUA, que teve forte repercussão nas redes sociais durante o fim de semana. O filme é baseado na história real do escravo Peter, que ficou famoso no século 19 após fugir de seu “dono” e torturador e posar para uma foto expondo as cicatrizes de crueldade nas suas costas – marcas de um chicoteamento que quase o matou. A foto se tornou conhecida como “Scourged Back” e “viralizou” após ser publicada em uma série de veículos de imprensa em 1863, criando um impacto similar ao do assassinato de George Floyd em sua época. Estudiosos apontam a foto como uma das influências do crescimento do movimento abolicionista, que levou ao fim da escravidão nos EUA. De fato, pouco depois de sua publicação, países europeus anunciaram que deixariam de comprar algodão dos estados do sul dos EUA, onde a escravidão ainda era praticada. Apesar de todo este contexto histórico, “Emancipation” é descrito por seus produtores como um “thriller de ação” focado na fuga de Peter de seus captores. A prévia é totalmente centrada nesse momento, em que ele lidera escravos em busca do som dos “canhões de Lincoln”, durante a Guerra Civil. Mas há um breve registro da preparação da famosa fotografia, primeira imagem a viralizar no mundo. A direção é assinada por Antoine Fuqua (“Dia de Treinamento”, “O Protetor”) e, além de estrelar, Smith também é um dos produtores do longa.
“A Mulher Rei” lidera bilheterias do Brasil pela segunda semana
O épico “A Mulher Rei”, estrelado por Viola Davis, manteve a liderança da bilheteria nos cinemas brasileiros pelo segundo fim de semana consecutivo. A produção da Sony Pictures arrecadou R$ 3,49 milhões e levou 169 mil espectadores entre quinta-feira e domingo (2/10), segundo dados da consultoria Comscore. O desempenho foi acompanhado de perto pela estreia de “Sorria”, que contabilizou o mesmo público, mas renda um pouco menor, de R$ 3,14 milhões, em 2º lugar. A diferença de arrecadação se deve à grande variação de preços cobrados pelos cinemas brasileiros. O Top 5 se completa com outro terror, “Órfã 2: A Origem” (R$ 2,15 milhões), o relançamento de “Avatar” (R$ 1,63 milhões) e mais um estreante da semana, o suspense “A Queda” (R$ 845 mil). Mesmo com as eleições, os cinemas nacionais tiveram uma boa bilheteria no período, somando R$ 13,4 milhões com um público superior a 671 mil pessoas. #Top10Bilheteria #BoxOffice 29/Set -2/Out :1. #SorriaOFilme #Sorria 2.#MulherRei #WomanKing 3. #Orfa2 4. #Avatar (2009) 5. #AQuedaOFilme #AQueda6. #NaoSePreocupeQuerida 7. #IngressoParaOParaiso 8. #minions2 9. #AcampamentoIntergaláctico10. #LendarioCãoGuerreiro — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 3, 2022
Tentativa de ataque terrorista em Brasília vai virar filme
A Disney brasileira vai fazer um filme baseado no caso do sequestro do Boeing 375 da Vasp, em 1988. Na época, um rapaz armado obrigou o piloto a desviar para Brasília para cometer um atentado terrorista. Segundo a coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, a escalação do elenco já começou. As filmagens acontecerão em São Paulo. O avião saiu de Belo Horizonte com destino ao Rio de Janeiro, mas Raimundo Nonato Alves da Conceição, de 28 anos, obrigou o piloto a desviar de rota, com o objetivo de atingir o Palácio do Planalto. O comandante conseguiu pousar em Goiânia, onde a aeronave foi cercada por policiais. O sequestrador acabou baleado e morreu. De acordo com informações apuradas após o crime, ele tinha perdido o emprego numa construtora por conta da crise econômica no país e culpava o então presidente José Sarney. A história foi recentemente lembrada no podcast “Atenção Passageiros Vasp 375: O Atentado Terrorista no Brasil”, da Globoplay. Em desenvolvimento há tempos, o filme tem roteiro de Lusa Silvestre (“Medida Provisória”) e será dirigido por Marcos Baldini (“Bruna Surfistinha”). “O Sequestro do Voo 375” tem previsão de estreia para 2023.
Trailer de “Pantera Negra 2” revela nova versão do herói
A Marvel divulgou um novo trailer de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”, em versões dublada e legendada em português. A prévia destaca a chegada de Namor e mostra Wakanda se organizando para a batalha, com direito à introdução da nova Pantera Negra, que é uma mulher, e aparições de Coração de Ferro em sua armadura. O estúdio também liberou cinco novos pôsteres e todos destacam Letitia Wright de forma bastante evidente. Segundo boatos, o diretor-roteirista Ryan Coogler teria escalado a atriz como substituta de Chadwick Boseman. Esta trajetória refletiria os quadrinhos, onde a princesa Shuri, personagem da atriz, já trajou o uniforme do herói. Mas após Wright entrar em polêmica contra a vacinação nas redes sociais, esta opção foi considerada arriscada. A atriz também sofreu um acidente durante as filmagens, que a deixou afastada de boa parte da produção. Por isso, a identidade da nova Pantera Negra segue misteriosa por mais alguns dias. O trailer faz menções à morte de T’Chala, o personagem vivido por Chadwick Boseman, mas não fornece nenhuma explicação sobre como ele faleceu na trama. Na vida real, o ator morreu de câncer em 2020. O filme ainda conta com os retornos de Angela Bassett, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Martin Freeman e Florence Kasumba (mas não Daniel Kaluuya, devido ao conflito com as filmagens de “Não! Não Olhe”), e vai introduzir Dominique Thorne (“Judas e o Messias Negro”) como Riri Williams, a Coração de Ferro, que terá sua própria série na Disney+ em 2023. Para completar, o mexicano Tenoch Huerta (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) vive Namor, o Príncipe Submarino. A estreia de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” está marcada para 10 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Terror “Sorria” estreia em 1º lugar nos EUA
O novo filme de terror “Sorria” estreou no topo das bilheterias dos EUA e Canadá, com US$ 22 milhões em 3.645 cinemas. Impulsionado por críticas positivas – 75% de aprovação no Rotten Tomatoes – fez sucesso em todo o mundo, levando seu faturamento global a US$ 36,5 milhões. Como foi orçado em apenas US$ 17 milhões, o filme de estreia do diretor Parker Finn, que também foi lançado no Brasil na quinta passada (29/9), deve ser totalmente pago na segunda semana de exibição. A trama de “Sorria” acompanha uma terapeuta (Sosie Bacon, a filha de Kevin Bacon) amaldiçoada após testemunhar o suicídio de uma paciente, que dizia não suportar mais ver sorrisos horripilantes nas pessoas ao seu redor. Quando a própria médica começa a ver os sorrisos distorcidos, descobre que outros que tiveram as mesmas visões morreram após uma semana. O chefe de distribuição doméstica da Paramount chegou a elogiar o diretor, além do departamento de marketing por uma campanha viral – pessoas sorrindo como no filme foram plantadas no público de jogos de beisebol e ganharam closes durante as transmissões de TV. “É difícil abrir um conteúdo original neste mercado. Mas criamos uma mística em torno de ‘Sorria’ e fizemos uma campanha inteligente”, disse Chris Aronson em comunicado. “Este é um começo muito bom para a Parker Finn. Há um estilo neste filme que é sagaz e inteligente.” Em 2º lugar, “Não se Preocupe Querida” teve uma queda de 62% de arrecadação em seu segundo fim de semana em cartaz. Faturou US$ 7,3 milhões entre sexta e domingo (2/10) e um total de US$ 32,8 milhões em 10 dias na América do Norte. Em todo o mundo, chegou a US$ 54,7 milhões. “A Mulher Rei” ficou em 3º lugar com US$ 7 milhões – uma queda de apenas 36% – em seu terceiro fim de semana para uma receita doméstica total de quase US$ 47 milhões. Mas seu apelo é bem menor no mercado internacional, onde rendeu apenas US$ 3 milhões. A grande decepção ficou por conta da estreia de “Mais que Amigos, Friends” (“tradução” nacional de “Bros”), a primeira comédia romântica gay assumida de um grande estúdio de Hollywood. Mesmo agradando ao público (nota A no CinemaScore) e a crítica (95% de aprovação no Rotten Tomatoes), o filme da Universal estrelado por Billy Eichner (“American Horror Tory”) e Luke Macfarlane (“Killjoys”) ficou em 4º lugar com somente US$ 4,8 milhões em 3.350 cinemas. A maior parte da bilheteria veio de metrópoles com cena gays vibrantes, como Nova York, São Francisco e Los Angeles, mas a produção foi rejeitada em redutos conservadores – basicamente, a maior parte do sul dos EUA. A estreia de “Mais que Amigos, Friends” vai acontecer na quinta-feira (5/10) no Brasil. Veja abaixo os trailers das cinco maiores bilheterias do fim de semana nos EUA. 1 | SORRIA | 2 | NÃO SE PREOUCUPE, QUERIDA | 3 | A MULHER REI | 4 | MAIS QUE AMIGOS, FRIENDS | 5 | AVATAR |
Cássio Pereira dos Santos, diretor de “Valentina”, morre aos 42 anos
O cineasta Cássio Pereira dos Santos, diretor do longa “Valentina”, morreu na sexta-feira (30/9), aos 42 anos. A informação foi confirmada hoje pela atriz Guta Stresser, que trabalhou com o cineasta. “É com muito pesar que nos despedimos desse pequeno gigante, Cássio Pereira dos Santos, diretor de ‘Valentina’ e de outros filmes, todos com a marca desse diretor generoso, talentoso e assertivo”, anunciou a artista em seu Instagram. Na postagem, Guta Stresser se despediu do amigo e confessou que ele fará falta. “Um coração enorme, deixa a nós todos, que trabalhamos com ele, e a sua família tão querida, meio órfãos e atônitos. (…) Força e carinho para sua família e para nós todos do lado de cá”, escreveu. O diretor estava em sua casa em Uberlândia, Minas Gerais, e até o momento não há informações sobre a causa da morte. Nascido em 1980 em Patos de Minas, Cássio estudou cinema na Universidade de Brasília (UnB) e iniciou sua carreira na capital brasileira, primeiro como assistente de produção e assistente de edição em comerciais de TV, curtas e vídeos institucionais para governo. Também atuou como produtor na TV Escola, canal do Ministério da Educação, onde acompanhou licitações e supervisionou a produção de séries documentais para televisão. Sua experiência com direção começou como assistente no documentário de 2003 sobre Dom Helder Camara, de Erika Bauer. E a partir daí passou a dirigir curtas-metragens. Fez oito, entre 2004 e 2018, sendo premiado por “A Menina-Espantalho” (2008) no Festival de Brasília e por “Marina Não Vai à Praia” (2014) no Cine Ceará. Lançado em 2020, “Valentina” foi seu primeiro e único longa-metragem, “um retrato esperançoso e inspirador das dificuldades da vida real enfrentadas por uma jovem que busca abraçar quem ela é”, de acordo com a sinopse oficial. O filme conta a história de uma jovem trans que se muda para o interior de Minas com a mãe, Márcia (Guta Stresser), para um recomeço. Com receio de ser intimidada na nova escola, a garota busca mais privacidade e tenta se matricular com seu nome social. No entanto, a menina e a mãe começam a enfrentar dilemas quando a escola começa a exigir, de forma injusta, a assinatura do pai ausente (Rômulo Braga) para realizar a matrícula. A obra colecionou aclamação mundial. “Valentina” fez sua première no Outfest Los Angeles, onde a atriz Thiessa Woinbackk recebeu o Grande Prêmio de Melhor Interpretação. A primeira exibição nacional aconteceu na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que consagrou o longa como Melhor Filme na escolha do público, além de render uma menção honrosa do júri para a atriz Thiessa Woinbackk. Em seguida, o longa venceu o Festival Mix Brasil, premiado duplamente como Melhor Filme, tanto pelo júri quanto pelo público, além de render prêmios de Melhor Roteiro para Cássio e Interpretação para Thiessa. Foram, ao todo 22 troféus conquistados pela produção, inclusive no exterior, em festivais da América do Norte e Europa, que garantiu a “Valentina” distribuição em cinemas da Espanha, Suécia e Japão, e também pela Netflix. Ele estava trabalhando em seu segundo longa. Em 2021, recebeu o Prêmio Paradiso do TorinoFilmLab, da Italia, e foi selecionado pelo programa Berlinale Talents, do Festival de Berlim, para desenvolver o filme “Temporada de Fogo”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Maria Augusta L Stresser (@gutastresser)
Sony adquire direitos de Tarzan para novos projetos
A Sony Pictures adquiriu os direitos de Tarzan para novas produções. De acordo com a revista The Hollywood Reporter, os planos para o personagem de Edgar Rice Burroughs são uma “reinvenção total” para o século 21. Tarzan já passou por inúmeras reinvenções desde que foi concebido por Burroughs em 1912 como uma publicação serializada de pulp e ganhou seu primeiro filme em 1918. Mas a premissa nunca mudou: um menino órfão criado na selva por grandes símios se apaixona por uma jovem chamada Jane e acaba deixando a selva por ela, mudando-se para a Inglaterra, onde descobre que a civilização é muito mais bárbara do que a dita vida selvagem e decide voltar para a África. Em meio a tudo isso, as telas se encheram de aventuras, incluindo lutas contra animais, caçadores, nazistas e até amazonas de cidades perdidas. O auge de sua popularidade aconteceu nos anos 1930, quando o nadador olímpico Johnny Weissmuller passou a interpretá-lo no cinema, mas o personagem também teve uma fase de sucesso nos 1960, devido a uma série estrelada por Ron Ely, e na virada do século, quando a Disney lançou sua versão animada. A última versão do Homem Macaco foi um filme da Warner, com Alexander Skarsgard e Margot Robbie, em 2016, que não atingiu o sucesso esperado. Um dos motivos foi o subtexto que acompanha o personagem. Os livros de Burroughs refletem o colonialismo do início dos anos 1910 e o mito do salvador branco, além de estereótipos raciais e de gênero que envelheceram mal depois de um século e não condizem com a cultura atual. Por isso, os planos de reinvenção. O dado mais interessante da negociação da Sony é que Tarzan já se encontra em domínio público. As primeiras histórias de Burroughs podem ser levadas ao cinema sem ônus. Mas o escritor seguiu criando aventuras de Tarzan até sua morte em 1950 e a fase final ainda está sob proteção autoral.
Filme sobre vida de Mauricio de Sousa ganha primeiras fotos
O filme sobre a vida de Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica, ganhou as primeiras fotos. Reveladas no Twitter da Bruxa Vivi, personagem do quadrinista, uma das imagens mostra o produtor teatral Mauro Sousa no papel do pai, enquanto a outra retrata a infância de Mauricio. Inspirado na autobiografia “Mauricio – A História Que Não Está no Gibi” (lançada em 2017), o filme tem direção de Pedro Vasconcelos (de “Fala Sério, Mãe!”) e é uma produção da Disney. Assim como o livro, o filme fará um longo passeio pela história de Maurício, indo desde a infância humilde em Mogi das Cruzes, quando ele descobriu a paixão pelos quadrinhos após encontrar um gibi em uma lata de lixo, passando pela época em que atuou como repórter policial, o início da carreira de desenhista, o lançamento da tirinha de Bidu, a inspiração nos filhos para criar novos personagens, o estouro da Mônica e assim por diante, até os dias atuais, com o sucesso de seu próprio estúdio, Maurício de Sousa Produções, que além de quadrinhos produz séries e filmes baseados em seus personagens. Ainda não há previsão de estreia para o filme, que foi batizado de “Mauricio de Sousa – O Realizador de Sonhos”. Primeira imagem oficial do filme biográfico de Mauricio de Sousa, pela Disney. Mauro Sousa será o intérprete do pai no longa. pic.twitter.com/LzHJRF6SBR — Bruxa Vivi ᛡ (@bruxaviviane) September 30, 2022 Mais uma imagem oficial do filme "Mauricio de Sousa – O Realizador de Sonhos". pic.twitter.com/Zc7pYEslgr — Bruxa Vivi ᛡ (@bruxaviviane) September 30, 2022
Bill Skarsgård será Nosferatu no remake do diretor de “A Bruxa”
O remake do clássico do cinema mudo “Nosferatu” (1922), que será dirigido por Robert Eggers (“A Bruxa”), definiu o novo intérprete do vampiro e sua vítima. O sueco Bill Skarsgård (“It: A Coisa”) negocia viver o papel-título, enquanto Lily-Rose Depp (“Viajantes”) está cotada para o principal papel feminino. Bill Skarsgård já tem experiência em viver vampiro. Seu primeiro papel de destaque em inglês foi como uma criatura da noite na série “Hemlock Glove” (2013-2015), da Netflix. Curiosamente, sua participação no remake vai acontecer após o diretor comandar seu irmão mais famoso, Alexander Skarsgård, no recente “O Homem do Norte” (2022). Em desenvolvimento há alguns anos, a produção esteve prestes a ser estrelada pelo cantor Harry Styles e Anya Taylor-Joy, com quem Eggers filmou “A Bruxa” (2015), mas a pandemia impediu o cronograma original e o elenco precisou ser reformulado após conflitos de agenda. Em entrevista ao podcast do site Indiewire, o diretor contou que tem obsessão pela história do ator Max Schreck, o Nosferatu original, desde que era criança, depois de ver uma foto do Conde Orlok num livro, a ponto de convencer sua mãe a dirigir até uma locadora em outra cidade para alugar um vídeo do filme. Algum tempo depois, quando tinha 17 anos, ele fez uma adaptação da história para o teatro. Além de dirigir, Eggers vai escrever a adaptação. Vale observar que este será o quarto “Nosferatu” – ou quinto, se contar “Drácula em Veneza” (1988). O original de 1922 é um clássico do expressionismo alemão, dirigido pelo mestre F.W. Murnau. Ele foi refilmado pela primeira vez em 1979 pelo diretor alemão Werner Herzog, com o ator Klaus Kinski (“Fitzcarraldo”) no papel do vampiro. Kinski ainda voltou a reviver o personagem no citado trash “Drácula em Veneza”, que teve seu diretor demitido no meio das filmagens. Há ainda uma animação francesa, do mestre dos quadrinhos Philippe Druillet, lançada em 2002. Além disso, o cineasta indie David Lee Fisher disponibilizou uma versão de “Nosferatu” direto em VOD em 2017, com Doug Jones (“Hellboy”) no papel principal. “Nosferatu” é tão lendário que até a história de seus bastidores virou filme, na ficção “A Sombra do Vampiro” (2000), em que Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”) viveu Max Schreck como um vampiro de verdade. Para completar o clima macabro, há sete anos o crânio do diretor do filme original, Friedrich Wilhelm Murnau, foi roubado de sua sepultura na Alemanha. Veja abaixo o trailer do filme original.
Astro de “Lovecraft Country” negocia viver Dennis Rodman em comédia
O ator Jonathan Majors (“Lovecraft Country”) está em negociações para viver o campeão da NBA Dennis Rodman no filme “48 Hours in Vegas”, que vai narrar a infame viagem do jogador de basquete para Las Vegas em 1998. Na ocasião, Rodman jogava para o Chicago Bulls e pediu ao técnico Phil Jackson para tirar dois dias de folga quando o time estava prestes a disputar a final do campeonato contra o Utah Jazz. A justificativa do jogador era a de que ele precisava descansar para poder se concentrar no jogo. A contragosto, o pedido foi atendido. Rodman foi para Las Vegas com a esposa, a atriz Carmen Electra (de “SOS Malibu” e “Todo Mundo em Pânico”), onde passou o tempo todo em festas e bebedeiras. Os dois dias combinados logo se transformaram em quatro dias e Rodman começou a perder os treinos. A preocupação com o jogo aumentava, à medida que Rodman continuava “descansando”. Quando o time cansou de esperar por ele, ninguém menos que o maior atleta americano do século, Michael Jordan, foi buscá-lo. Apesar desse vexame, o Chicago Bulls foi campeão naquele ano. E Rodman até hoje afirma que ele só conseguiu jogar bem as finais porque passou aquele tempo em Las Vegas. Essa história foi narrada pelos próprios jogadores na série documental “Arremesso Final”, disponível na Netflix. “48 Hours in Vegas” vai apresentar uma abordagem cômica sobre os eventos. O filme será escrito por Jordan VanDina (“The Binge”) e produzido pela dupla de cineastas Phil Lord e Chris Miller (ambos de “Anjos da Lei”), e contará com produção do próprio Rodman. Ainda não há previsão de estreia. Jonathan Majors está com a agenda cheia. Ele vai interpretar o vilão Kang, o Conquistador no vindouro “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, com estreia marcada para fevereiro de 2023, e em “Vingadores: A Dinastia Kang”, previsto para 2025, e ainda está no terceiro filme da franquia “Creed”, que chega aos cinemas em março de 2023.












